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segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Curta Você Também: Max - Café Allongé



Um café, uma mulher, uma decisão.





Réalisation: Maxime Paccalet
Scénario: Maxime Paccalet, Pierre Razetto, Dimitri Cohen-Tanugi
Création sonore, composition & mixage : Agence Face B agencefaceb.com/blog/
Production: Kawanimation / Alexis Laffaille - kawanimation.com
Plus d'infos sur cafeallonge.fr, et sur Facebook

Palhetada: Rumbora

alaê meu povo, tudo tranquilo? Como que ta esse blog? Nem eu to lendo, imagino vocês né? ahuuhAhuAhAUhAuAHua

Enfim, deu uma brechinha aqui e corri pra escrever um post curtinho, mas barulhento. Eu sou um cara que valoriza e muito o rock nacional, o rock de várzea, o rock muleque. Vocês se lembram/conhecem o....




O Rumbora é de Brasília, naquele tempo (década de 90) as bandas eclodiam em tudo que é ponto do País, fazendo música de qualidade, daquelas que se você ouve hoje em dia te chamam de velho. Que só musica internacional é foda.....pena de você. Sério.

A formação clássica da banda: Alf (vocal/guitarra/baixo), Beto (baixo/voz), Biu (Guitarra/voz) e Bacalhau (bateria).


Rotularam o som da banda de "Rock ensolarado", talvez pelo clima legal das letras, clipes e apresentações realizadas do Rumbora, que inclusive foi uma das melhores apresentações do Rock In Rio III.

O primeiro single dos caras ""Chapírous" estourou nas rádios e bombou na mtv. Sendo até indicado ao Melhor videoclipe no VMB.



Rockão nacional de qualidade cara, mas ainda não eram reconhecidos como uma banda bacana, então logo depois soltaram outro som foda que emplacou e fez muita gente pular nos shows com "Skaô".



Depois desse som a porra começou a ficar séria pro Rumbora, que começaram a fazer shows pra caralho pelo país, Skaô explodiu nas rádios e obÓvio a MTV jogou o clipe no ar e acabou sendo indicado ao premio "Escolha da Audiência"

(O mais importante da MTV na época).


Esses dois sons foram o suficiente pra impulsionar a banda a um status de "Ok, essa banda nova é foda mesmo". Ah, em tempo esse primeiro CD dos caras se chama "71" e foi lançado em 1999.

Depois do Bug do Milênio (aff) lançaram no ano 2000 o que eu acho o melhor trabalho dos caras "Exercito Positivo Operante" é um PUTA CD. De hit desse PUTA CD, pintou "O Mapa da Mina" que putaqueopariu, tocava em tudo quando era lugar véi...foi parar na Globo como um dos temas de

Malhação, ai mermão imagina o fuzuê que rolou né?


Ganharam a mídia, revistas, shows, programas, festivais, TUDO tinha o Rumbora! ( e você só conhecia 2 músicas deles, tsc tsc tsc) Ai a galera toda foi atrás pra saber o que mais esses caras tinham na manga né? E não é que tinham mais músicas legais?



"Passo do Azuílson" era a música do fim de semana na televisão, estavam em tudo quanto era programa, na época o "Programa Livre" (sbt) e "Bem Brasil" (cultura) faziam a festa dos adolescentes sedentos por bandas e música novas.



"Veste o uniforme" foi uma das versões mais fodas que eu já ouvi na vida para um clássico, cara é muito bom isso aUHAuhAuhahaua comparem com o original.



E nessa época rolava o "Ultrasom" na MTV com o Gastão, que abria espaço para bandas novas e tudo mais...e lógico, o Rumbora deu as caras e tocou ao vivão essa versão...olhaê.



AHUAHAUhAUAHUAhuahua que demais!!! (Não se esqueçam de ligar pro telefone do vídeo e dar seu voto porra. rs) Em 2002, Bacalhau deixa a banda e abre vaga para Fabrício, e a banda segue fazendo turnê pelo braséééél, mas ao final dela o novo batera e Biu deixaram a banda....assim como a gravadora (Trama) também.


Ai mermão, fudeu-se tudo! Dificuldades pra caralho, até acharem o Leandro Leôspa, e com uma atitude rock and roll de seguir em frente ligando o botão do foda-se para os problemas, o Rumbora estava de volta, renovado e reinventado!

Em 2003 lançaram o terceiro trabalho (e último) que leva o nome de "Trio Elétrico" e fizeram o hit "Freio de Mão" que é uma puta porrada na orelha!



Que paulada cara! Até 2005 a banda se manteve na ativa e depois cada um dos integrantes foi para um canto, Alf continua sendo o mesmo cara de sempre, fazendo músicas fodas, Bacalhau ta bem na foto e hoje comanda as baquetas do Ultraje a Rigor! O Beto e o Biu, mano sei lá. Devem estar em algum lugar por ai, ou tocando com alguma banda ou plantando mandioca. sei lá. ¯\(ツ)/¯

Vou deixar um link do segundo CD do Rumbora (completo) pra vocês irem ouvindo ai e conhecer a banda. Vai por mim, é foda!



Let´s Rock!
Duende Amarelo

PS: Saudades de escrever pra esse blog véi, sério! Abraço meu povo!

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Podcast Uarévaa #156 - Superstição



"A Sexta-Feira 13 já não é mais a mesma"


Modesti, Moura, Marcelo Soares e Romenique relembram algumas superstições famosas e falam das suas (ou não).

Na leitura de comentários, Moura, Marcelo e Rafael Rodrigues comentam os comentários do último podcast e falam sobre uma ótima novidade.





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Comentado no podcast:

- Hermes & Renato: Padre Quemedo e o Suposto Filho do Capeta



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quinta-feira, 12 de setembro de 2013

SOJABOOK



Conheça o SOJABOOK, a rede social



Sabemos que a internet já é considerada o “habitat” ideal para toda e qualquer invenção neste mundo, e as redes sociais são as ferramentas perfeitas para unir pessoas e interesses, temos redes específicas para empresários, sites que promovem encontros...E foi com essa perspectiva que o argentino Mariano Torrubiano, 34 anos, criou uma rede social para agricultores. 

Segundo o criador da rede, o nome foi criado para homenagear a rede social em maior ascensão no mundo e também o produto agrícola mais importante da América Latina.

Embora o SOJABOOK seja uma rede aberta, ou seja, qualquer um pode se cadastrar, ela tem ferramentas voltadas aos agricultores, como o oferecimento de serviços e consultoria de especialistas.

Conheça abaixo a ferramenta (link na imagem), que pode ser utilizada em mais de 20 idiomas e já ganhou 6000 adeptos, somente no Brasil:



Fonte: UOL Economia 

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

O que aconteceu ao homem mais rápido do mundo?

"Com um suspiro, colocou o copo de cerveja 
ainda pela metade sobre o apoio.... e parou o tempo"



Supervelocidade e uma das habilidades imaginadas pelos humanos talvez mais antigas, junto com invisibilidade e controle do clima. Não é difícil encontrarmos personagens em livros, quadrinhos, cinema etc. com tal poder e geralmente tendo seu lado físico mais trabalhado que o mental ou psicológico - apesar de que não é impossível ver algo mais aprofundado com tais personagens, contudo, nada tão interessante quanto aqui.

Em  O que aconteceu ao homem mais rápido do mundo? (Dave West, Marleen Lowe) um terrorista planta uma bomba que não poderá ser desativada a tempo no centro de Londres, acompanhando essa crise pela TV, Bobby Doyle sabe que é o único que talvez possa evitar a catástrofe usando o estranho dom com o qual nasceu: o poder de parar o tempo à sua volta. Contudo, tal ato pode ser seu grande sacrifício.





Saber qual será o fim de Doyle em sua jornada heroica não é algo tão surpreendente, ainda mais se soubermos as bases que são construídas todas histórias clássicas de heroísmo nas quais o protagonista perde de seu status quo de vida até a própria vida. O que torna o acompanhamento da trama são as questões filosóficas e observações sobre o caminho do personagem, que sabe morrerá de velhice até completar sua missão, graças a peculiaridade de que para ele, no tempo congelado para os outros, o tempo passa normalmente.

West leva a narrativa de uma forma inicialmente tranquila, como poderia nos parecer um mundo congelado, sem sirenes, barulhos, confusões, por onde pudêssemos andar calmamente. Seu protagonista busca superar os desafios de se levar as possíveis vitimas da explosão da bomba em um determinado raio do ponto inicial para o mais longe possível, indo de problemas com peso das pessoas, posições corporais, portas a serem abertas e até lembrar onde se deixou cada membro de uma família para eles acordarem juntos. Em meio a sua missão, Doyle luta pela própria sanidade a medida que anos se passam em seu mundo congelado e nem uma palavra com outro ser humano ele pode trocar.



Apesar de não ser algo fantástico, espetacular, que vá mudar tudo que você já leu sobre heróis, o trabalho da dupla britânica trabalha bem outro lado da questão dos superpoderes, sem clamour, em tons nada coloridos (o próprio desenho vem em preto e branco) e discutindo mais o humano por trás do super - uma tradição que cresceu fortemente nos anos 1980 e, digamos, se estabilizou no século XXI com um olhar menos fantasia e mais cotidiano dentro desse universo de superaventura.

O que acontece... daria um bom curta-metragem, mas se fecha bem como uma HQ, uma boa reflexão sobre o que é ser herói, ainda mais no mundo como vivemos, e que nem sempre a pressa é a melhor foram de andar.


Editora: Gal Editora
Autores: Dave West, Marleen Lowe
Número de páginas: 68
Formato: (16,5 x 24 cm)
Preto e branco/Lombada quadrada
Preço de capa: R$ 22,00

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Editora Marca de Fantasia lança concurso de quadrinhos sobre ateísmo


Há cinco anos a editora Marca de Fantasia realiza concurso de quadrinhos para estimular a criação e promover a difusão do trabalho de novos artistas, ou mesmo dos veteranos que eventualmente participam. Depois de três edições concentradas na  na produção de tiras humorísticas, em 2012 a editora promoveu a chamada de trabalhos com um tema ainda considerado tabu: a homossexualidade. Esse ano, ela segue tratando de mais um tema considerado polêmico.


Amores Plurais, livro resultado do Concurso Marca de Fantasia 2012

O álbum Amores plurais, que resultou do último concurso, reúne obras de quadrinistas de todo o país e de Portugal, com histórias contrárias aos preconceitos e plenas de sensibilidade. Seguindo o propósito de instigar a reflexão e estimular a criatividade, o tema do concurso deste ano é o ateísmo, que pode ser expresso na negação da religiosidade e, sobretudo, no questionamento à existência de Deus. A proposta não inclui o satanismo ou as crenças pagãs, que seriam o outro lado das religiões consensuais, muito menos o agnosticismo, que vem a ser a dúvida sobre a existência ou não de Deus.

Podem participar do concurso autores profissionais ou amadores do Brasil ou de outros países, individualmente, em dupla ou em grupo, com uma ou mais histórias com até seis páginas ou série de tiras, com no mínimo 10, em cores ou preto e branco. A abordagem é livre, podendo ser humorística ou não.
Os trabalhos devem ser enviados até o dia 31 de outubro de 2013 no formato jpg, com 300dpi para o email: henriquemais@gmail.com, juntamente com o título, os autores, endereço e email.

Uma comissão formada por pesquisadores do Grupo de Pesquisa em Humor, Quadrinhos e Games, do Mestrado em Comunicação da UFPB, avaliará as obras e escolherá as que participarão do álbum a ser lançado pela editora.

Os autores participantes concordam tacitamente com a publicação de seu trabalho em livro, revista e como material de divulgação pela Marca de Fantasia sem ganhos financeiros. Mais informações pelo site da editora: http://www.marcadefantasia.com

Curta Você Também: BANDA D #02 - Eloar Guazzelli



Banda D é uma série sobre quadrinhos. Em cada episódio, um quadrinista.







Imagens, entrevista e edição: Ricardo Sêco
Guazzelli: alemaoguazelli.blogspot.com.br
Músicas:
Bitbasic - "Sparkles the Wizard"
Linus Akesson - "One Man and his Piano"
Anders Ilar - "Rain in All Familiar Places"
Curha - "George"
(freemusicarchive.org)

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Podcast Uarévaa #155 - O Protocolo Costinha



"Pensou que ia ouvir aquele podcast?

SE FUDEU, porque hoje é esse aqui!"


Freud Marcelo Soares apertam o botão vermelho de emergência do Uarévaa e acionam o Protocolo Costinha! Que porra é essa? Ouça e descubra.

Na leitura de comentários, Freud, Marcelo, Didi Mocó, Moura e Dercy Gonçalves comentam, além dos próprios comentários, o trailer do remake de Robocop.



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Comentado no podcast:

- Trailer do remake do Robocop



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quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Turma da Mônica: Laços


Eu não sou grande fã da Turma da Mônica, não conheço pessoalmente os autores da obra, não sei de cabeça todas as referências a historiografia dos personagens usadas, mas nada disso impediu de ter uma boa experiência a se ler esse novo trabalho do selo Graphic MSP e, pra mim, é o grande mérito dessa revista.




Uma das coisas postas pelo editor da Maurício de Sousa Produções, Sidney Gusman, em qualquer entrevista que ele dê é que a proposta do selo Graphic MSP é ser universal em seu conteúdo, isto é, mesmo que autores coloquem referencias passadas ou que os personagens já tenham décadas de existência a obra tem que ser lida por qualquer um e em qualquer lugar do mundo.

Na primeira incursão desse selo, Astronauta: Magnetar do Danilo Beyruth, podemos ver bem isto ao conferirmos uma aventura de um astronauta a deriva no espaço tentando salvar-se e voltar pra casa, tema mais do que reconhecível e dentro da cultura pop seja no Brasil ou em outros país. Com Turma da Mônica: Laços (Vitor e Lu Cafaggi) essa ideia permanece, mas dessa vez tratando de temas como amizade e aventura infantil, que remete a vários filmes (principalmente para os oitentistas, como eu, Goonies), livros, quadrinhos etc. ao longo da história.

Sinopse: O cachorro do Cebolinha chamado Floquinho desapareceu. Para encontrá-lo, ele conta com os amigos Cascão, Mônica e Magali para entrarem numa jornada de busca e reforço de sua amizade.

Na primeira sequencia da revista nos é apresentado o Cebolinha ainda criancinha ganhando seu cachorro de presente, vemos desde aí a preocupação da dupla de autores com o tema da amizade, afinal, não é sempre dito que o melhor amigo do homem é o cachorro? Logo em seguida, outra sequencia apresenta os outros personagens durante uma fuga do agora mais velho Cebola e seu amigo Cascão das coelhadas da gorduchinha Mônica.

É muito legal ver como a dupla em pouco tempo nos situa nas personalidades e relacionamento dos personagens, em uma narrativa bem dinâmica e divertida para nos jogar no emocional da noticia do desaparecimento do Floquinho (o quadro do Senhor Cebola na porta de cabeça baixa olhando pro seu filho sem noticias do animal é de apertar o coração). Toda a obra é pautada por tal caráter emotivo, seja em lembranças, na relação homem-animal, na forma como os personagens são trabalhados em seu cooperativismo e sentimentos um pelo outro, se tornando de fato uma declaração de amor dos Cafaggi Brothers aos personagens do Maurício.



Todo esse cuidado e carinho pelo trabalho é refletido não só no seu roteiro, mas, principalmente, em seus traços - de uma sutileza bonita e característica dos trabalhos anteriores da dupla - e das cores, com contribuição da Princilla Tramontano, que dão um tom lúdico aventuresco e, de fato, bem do universo infantil que aborda. Mas tenho que confessar que os momentos flashbacks desenhados pela Lu Cafaggi são minhas partes favoritas, até por serem como contos contidos sobre encontros, tema que adoro.

Não sei se meu nível de expectativa sobre os produtos da Graphic MSP estava muito grande depois do primeiro volume, ou se por eu gostar mais de ficção cientifica, mas esperava algo a mais de Laços. Não sei dizer o que seria esse algo mais, mas ao terminar a leitura senti como se me faltasse algo ali, talvez, como disse anteriormente, por não ser tão fã e conhecedor da Turma e não ter uma relação emocional com os personagens como algumas pessoas que já me falaram ou li que foram as lágrimas e coisas do tipo. Realmente, o que me pegou mais a coisa da relação de amigos e as lembranças infantis e de produtos culturais que versem sobre mesma temática, o que já é algo bem legal de se ver numa história em quadrinhos.

Para fãs ou só leitores eventuais, Turma da Mônica: Laços é mais do recomendado tanto por seu conteúdo narrativo quanto estético e memorial.

Nota: 9.0

Turma da Mônica: Laços
Ano: 2013
Autores: Vitor e Lu Cafaggi
Editora: Panini Comics / MS Produções

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Curta Você Também: O Emprego


Nada é permanente nesse mundo cruel. 
Nem mesmo os nossos problemas.
(Charles Chaplin)





Direção: Grasso 'Bou' Santiago
Idéia: Patricio Plaza
Animação: Santiago Grasso / Patricio Plaza
Produção: Opusbou