Freud na área!! E quando junta Freud com a coluna Naftalina, puta merda, lá vem coisa da idade da pedra, rs...
É o seguinte: Durante a gravação do podcast de Games (que vai ao ar essa sexta) eu lembrei de um joguinho viciante lááááá dos "tempos mais primórdios" do fliperama, mas nem lembrava do nome, só que era de "um carrinho que peidava", rs
Pois bem, eu estava falando de RALLY X. O jogo é muito simples: Você controla o carrinho azul através de um labirinto e tem que pegar todas as bandeiras da fase pra avançar para o próximo nível. É perseguido pelos carros vermelhos e tem que despistá-los para não ser pego, podendo soltar um nuvem de fumaça (os tais "peidos" que eu falei antes) para atrapalhá-los quando a coisa ficar feia pro seu lado.
Além dos carros vermelhos, você também tem que ficar esperto pra concluir a fase antes que seu combustível acabe. Felizmente tem um radar na lateral que te ajuda a saber a posição das bandeiras e dos carros VREMEIOS.
Nas fases bônus, melzinho na chupeta: Os carros inimigos ficam paradões tirando uma pestana e voce vai tranquilo, todo pimpão, so catando as bandeiras e faturando uns pontinhos.
Falando parece fácil, mas jogando... Os carros VREMEIOS, além de em maioria, são mais rápidos que o seu, e as bombas de fumaça não são infinitas: use com moderação.
Achei uma versão online ai pra voces poderem ter uma boa noção do jogo. Use a tecla Enter como botão de Start, as setas como direcionais e a barra de espaço para soltar as bufas. NÃO PRECISA NEM ACELERAR!!!
Na verdade, pesquisando sobre o jogo, achei um post bem legal no Arcade Total, onde percebi que a versão que mais fez sucesso e, muito provavelmente a que eu jogava, era o New Rally X, que tinha gráficos e som um pouco melhores, diferentes tipos de bandeiras, e era também um pouco mais fácil. Esse jogo chegou inclusive a sair pro X Box 360, a versão original mesmo, sem melhoria alguma!! Cara, torrei muita ficha nesse fliper quando era bem moleque e aposto que ainda deve ser bem legal de jogar pelo X Box.
Agora quero ver se aparece mais alguém nos comentários ai que já jogou esse cráááássico. Não percam o podcast dessa sexta, que foi comandado pelo maior gamer do Uarévaa, o Skrull, e contou comigo, Zenon, Vini e a participação do Change, do MDM.
A Lambada é um ritmo musical brasileiro que ganhou o mundo e surgiu originalmente no Pará durante a década de 70. Relatos de paraenses dão conta que uma emissora local chamava de “Lambadas” as músicas mais vibrantes. O uso transformou o adjetivo em nome próprio, batizando o ritmo cuja paternidade é controversa e motivo de discussão entre músicos e pesquisadores paraenses. Sabe-se, no entanto, que o músico e compositor de carimbó Pinduca lançou, em 1976, uma música intitulada “Lambada (Sambão)”, faixa número 6 do LP “No embalo do carimbó e sirimbó vol. 5″. É a primeira gravação de uma música sob o rótulo de “Lambada” na história da música popular brasileira.
Outra versão afirma que o guitarrista e compositor paraense Mestre Vieira, o inventor da guitarrada , seria também o criador da lambada. Seu primeiro disco oficial, “Lambada das Quebradas”, foi gravado em 1976, mas lançado oficialmente dois anos depois, em 1978. O novo nome e a mistura do carimbó com a música metálica e eletrônica do Caribe caiu no gosto popular, conquistou o público e se estendeu, numa primeira fase, até o Nordeste. O grande sucesso, no entanto, só aconteceu após a entrada de empresários franceses no negócio.
Com uma gigantesca estrutura de marketing e músicos populares, o grupo Kaoma lançou com êxito a lambada na Europa e outros continentes. Adaptada ao ritmo, a música boliviana (Llorando Se Fue) tornou-se o carro chefe da novidade pelo mundo. Mas também há uma vertente que diz que a dança da lambada provém do forró. A lambada chega a Porto Seguro, e ali se desenvolve. Boas referências foram a Lambada Boca da Barra, em Porto, e o Jatobar no Arraial d’Ajuda, onde desde o início também zouks (lambadas francesas) serviram para embalar os lambadeiros.
Tudo isso acontece na época do apogeu do carnaval baiano, que ditava uma moda atrás da outra, e numa delas, apresentou a lambada ao Brasil. Essa segunda fase da dança durou apenas uma temporada e foi um pouco mais abrangente que a primeira, que só havia chegado até o nordeste. Até esse ponto a lambada tinha como principal característica os casais abraçados. Era uma exigência tão forte que, quando da realização de alguns concursos, aqueles que se separassem eram desclassificados.
Mas não podemos deixar de citar cantores famosos que se aventuraram pelo ritmo:
Curiosidades: - Existem 3 filmes sobre a Lambada, todos coincidentemente de 1990: Dançando Lambada ou Lambada - O filme, uma co-produção Brasil/Itália, que fala sobre um diretor de uma produtora americana que é seduzido não só pelo ritmo como também pela morenice de Regina, uma carioca tão sensual quanto a lambada:
Lambada – Set the Night On Fire, filme americano sobre um professor que nas horas vagas aquece as pistas de dança com sua sensualidade:
Mas o mais conhecido por aqui é The Forbidden Dance (Lambada, a Dança Proibida no Brasil), sobre uma bela princesa (!!) de uma tribo brasileira que vai aos EUA falar sobre o desmatamento de sua região, mas acaba tendo que ficar por lá e arranjar um emprego de empregada, apaixonando-se pelo filho dos patrões e ensinando a ele a erótica dança brasileira.
Semana do Rock rolando direto no Uarévaa, mas falar do Rock de raiz mermo, o Rock 'n' Roll moleque, de várzea, o primeirão, ninguém fala, né? Tudo bem, o véio Freud tá aqui pra ressucitar essa coluna e trazer algo de "desde os tempos mais primórdios" da minha infância: O vinilzão de Róquenrou da K-Tel!!
Senta que lá vem estória.... Quando eu era criança piquinininha lá em Vila Valqueire (faaaaz tempo!!!) meu disco favorito, quando eu tinha uns 2 ou 3 anos de idade, era esse ai: uma coletãnea de Rock 'n' Roll, "como vista na TV", com capa toda colorida e as fotos dos artistas dentro de bolinhas, rs...
Esse disco conservadinho ai da foto não é a mesma cópia que eu ouvi na infãncia (eu acabei comprando outro igual faz pouco tempo num sebo) porque aquela eu esculhambei toda. Ninguém lá em casa aguentava mais eu ouvindo esse disco à tarde inteira, então às vezes eu mesmo tentava colocar o bolachão na vitrola e CLARO que com isso eu arranhei o disco todo, rs....
As capas eu rabisquei todas também, rs... Essa ai de trás, por exemplo, no disco original, foi alvo dos meus primeiros e toscos traços (que não melhoraram muito desde então). Ai do meu filho se fizer isso com meus discos!!
Mas chega de firula e vamos olhar no detalhe a lista das músicas que é isso que interessa.
Se voce nasceu ontem e não sabe que merda é essa de Lado 1 e Lado 2, então também boiou quando eu falei de disco, vinil, bolachão, toca discos e vitrola. Só que agora não é hora deu falar disso. Vá perguntar ao seu avô ou então no Formspring do Freud Explica que outro dia eu respondo na coluna.
Pois bem, o disco já começa arrebentando com o "Arquiteto do Rock'n'Roll", Little Richard e a cráááássica "Lucille". A voz desse cara é uma sacanagem, ele destrói no piano e é sem sombra de dúvida um dos roqueiros mais carismáticos EVER!!! Confere ai uma versão ao vivo de Lucille.
Na sequência, uma das músicas mais importantes da história do Rock, a primeira a chegar ao topo da parada Pop da Billboard, fazer sucesso mundial e explodir o Rock'n'Roll mundo afora: "Rock around the Clock", por Bill Haley and His Comets. Sempre que meu pai queria elevar alguém à um posto inabalável de qualquer coisa ele dizia que o cara era o "Papa" da tal coisa. Pois bem, a primeira vez que me lembro de ter ouvido ele falar isso de alguém foi de Bill Haley como "O Papa do Rock'n'Roll". Cara, não vou botar vídeo de tudo que é música no post, mas essa é outra que não tem como faltar, é MUITO clássico isso!!!
"Personality", um dos maiores sucessos de Lloyd Price, outro precursor do Rock, é mais uma música que eu sempre gostei muito e talvez nunca teria conhecido se não fosse por esse disco.
"Runaround Sue", do Dion, fecha um quarteto fodão de músicas que abre o disco. Essa é muito show. A letra fala duma garota que deixa o Zé Ruela apaixonado na merda depois que ela resolve metê-lo um chapéu de touro e liberar geral pra todo mundo, rs... O ritmo levado pelos backing vocals é contagiante e essa talvez alguns reconhecam pelo trecho que foi usado no Megamix do Jive Bunny.
Passadas essas 4, vou pular algumas e falar só das mais importantes, pra mim pelo menos.
Na faixa 8 um crássico nacional... Cuma? Explico. O sucesso "Rhythm of the rain" teve uma ótima versão nacional, feita pelo cantor da Jovem Guarda Demétrius, "Ritmo da chuva". Essa versão brazuca fez sucesso bagarai e esteve na trilha da novela Estúpido Cupido, outro disco que tinha lá em casa. Confere ai uma versão recente dela cantada pela Fernanda Takai e Rodrigo Amarante.
O polêmico matador (calma, não é o goleiro Bruno) Jerry Lee Lewis também comparece com seus 2 maiores sucessos: "Great balls of fire" (que muitos talvez conheçam por estar no épico filme gay Top Gun, rs) e "Whole lotta shakin` goin` on". Confira ai esse clipe que saiu na época em que Dennis Quaid estrelou um filme sobre o "carcador de priminha" que escandalisou os EUA.
Outra favorita minha desse disco é "Runaway" do Del Shannon, que já foi até regravada pelo Traveling Wilburys, um grupo formado por ninguém menos que George Harrison, Jeff Lynne, Roy Orbison, Bob Dylan e Tom Petty. Dizem que Shannon inclusive foi convidado a integrar o grupo também, em 1988, mas recusou o convite. Ele tragicamente se suicidou em 1990. Confere ai a versão dos Wilburys viajantes.
Vou parar por aqui, mas o disco ainda tem várias outras músicas muitos legais como "Chantily lace" do Big Bopper (que voz de canalha tinha esse cara, eu jamais deixaria uma filha minha sair com ele, rs..) e algumas hilárias como as duas dos Coasters e "Surfin` Bird" que muita gente conhece graças às versões dos Ramones e do João Penca e seus miquinhos amestrados.
Claro que nesse disco falta Chuck Berry, Elvis, Buddy Holly, Eddie Cochran e muitos outros grandes astros da época, mas ainda assim é uma coleção bem legal de se ouvir. Titio Freud fecha então deixando um presentinho pra quem curtiu o post.
Bom do nada aparece um Naftalina aqui...eu acho sinceramente que essa coluna devia ser fixa do Freud não acham? Enfim...fim de ano chegando e você nerd fofuxo já está contando os dias para se entupir de guloseismas e quitutes de natal nénão? Ver aquele peru bronzeadão, aquela rabanada que só a vó sabe fazer, rever aquela prima que ano passado era uma desgraça e esse ano aparece como um avião ali....no meio da sala da sua casa! EEEEE Natal...quantas histórias legais pra contar hein?
Bom, como eu sou um publicitário (Pô vocês nem sabiam vai..) e por ofício adoro comerciais bem feitos eu separei alguns da Coca-Cola que tenho certeza que marcaram o fim de ano de muita gente ai...por que se tem alguém que faz comerciais fodões é a Coca.....vamos relembrar?
Fantástico...
Só a Coca tem Papai Noel com cara de Papai Noel meo...
Yeah a Coca lembrou dos Pinguins!!! rs....comemore Pin!!
A Coca sempre se destacou pelos comercias bem bolados, além de ter uma marca mundialmente forte e um dos logotipos mais famosos do universo (que foi desenvolvido por um estagiário sem querer numa agenciazinha de merda, que roubou a idéia do fedelho e provavelmente morreu pobre!) o xarope gasoso (era um xarope no ínicio num sabia? Só depois que adicionaram o gás e virou "refresco" e sóóó depois refrigerante..) ainda se valia de Jingles chicletes e Slogans poderosos como o eterno "Sempre Coca-Cola" essa renovação da marca é necessária para não cair no comodismo e sair do senso comum...sou fã da Coca assumido! Como marca, como refri, como publicidade... e só pra acabar a leva de vídeos e para não fugir do Rock and Roll...confere o que fizeram com o Jingle mas famoso...
Pra não dizerem que eu não tô postando nada, aí vai um Naftalina by mim!
* Merda, num deixam nem curtir a ressaca em paz *
Mas esses dias eu tava pensando nas coisas que eu costumava assistir quando fedelho e me veio à mente uma coisa que eu gostava muito. A Turma do Arrepio!!! Alguém se lembra? Eu me lembro...bem pouco...mas lembro. Bom, passava uma série com os ditos cujos na competentíssima, porém falecida, rede Manchete. Na verdade "A Turma do Arrepio" é uma história em quadrinhos, criada por César Sandoval, lançada em 1989 (ano em que este que vos escreve veio a nascer) e publicada pela Editora Globo até 1993 (Os gibis da Disney eram lotados de propaganda da Turma do Arrepio). A Rede Manchete exibiu o seriado em 1995 de 45 minutos, às 17h. Ao todo, a coleção possui quarenta e três revistinhas e um almanaque.
Na época a turminha fazia uma pusta sucesso, ganhando até álbum de figurinha e chiclete com figurinha com algumas piadinhas "supimpas" da época, tipo " Como curar uma dor de cabeça? Dando uma matelada no dedo. Você vai esquecer a dor de cabeça rapidinho. " *tu du tsssssssss* Foi um grandessíssimo sucesso juntamente com o revolucionário jogo do Hugo via telefone.
Vamos relembrar (ou conhecer...) um pouco dos personagens.
Medeia, bruxinha: Atrapalhada com suas magias, dificilmente acertava totalmente um feitiço, o que acabava gerando inúmeras confusões.
Tuty, a múmia: Tinha mania de consertar tudo com esparadrapos, e mania de limpeza, pois tinha alergia a pó.
Stein, pequeno Frankenstein, era o inventor da turma, sempre às voltas com novos equipamentos e fórmulas malucas. Vivia tendo que regular a força de seu braço, para evitar causar (mais) estragos do que o normal.
Draky, vampiro, Era o intelectual da Turma, adorava ler e se informar. Não tomava sangue, mas sim um refrigerante vermelho, a Red-Cola.
Luby, lobisomem, vivia sendo confundido com um cachorro. Tinha medo de se tornar um menino normal e não pertencer mais à turma.
Belfedo, o morcego, pertencia à Tia do Draky (Ametista) e estava "passando um tempinho" (algo com uns 100 anos) com a turma. Adorava pregar peças em todos os outros, vivia fazendo piadas e traquinagens, e adorava chamar o Draky de "primo", coisa que ele odiava.
Epitáfio, o zumbi porteiro do prédio do Arrepio, apesar de meio bobo as vezes, estava sempre esperando por alguma traquinagem da turma.
Todo brasileiro é apaixonado por carro, com certeza todo mundo já ouviu essa frase naquela propaganda daquele posto de gasolina né? Ok, convenhamos que é um belo slogan pra campanha, o fato é toda vez que eu vejo um fusca na rua me vem em mente essa frase e eu começo a rir por dentro...por que? Simples eu não gosto de fusca, acho um carro horrével, com design horrével, tudo é horrével! Mas não estou aqui para analisar o carro em si....e sim para lembrarmos da propaganda desse “carrão” de época...vamo lá.
Hehehe...Ta saindo até pó do monitor né? As propagandas antigas tinham por costume se utilizar de algumas armas para vender o produto, no caso do fusca e de tantos outros a narração da película é um tanto quanto...assustadora para os dias atuais, mas acredite funcionava que era uma beleza! Impossível não lembrar da voz que anunciava os acontecimentos anteriores dos episódios de Batman e Robin...rs...voltando, como vimos nas propagandas do fusqueta não estão vendendo um carro ali, estão vendendo um conceito! Ah sim, sim, conceito...”Volkswagen o único que agüenta o tranco” a marca Wolks, e como ela é muito superior a todos os concorrentes da época, vejam só, mesmo sabendo que o fusca era uma tranqueira os publicitários (Ê raça) logo pansaram “Pô vamos falar que o fusca é um carro que cabe todo mundo, agüenta tudo quanto é barbeiragem, que é o bam-bam-bam só pq foi feito pela Volkswagen!!” E cata-pimba! O Fusca se transformou no carro dos sonhos de milhares de Brasileiros dos anos 50,60 e tem gente ai que até hoje é apaixonado por esse carro! Tanto é que a Wolks tem um carinho especial por ele, até o modernizou fez outra bela campanha mas...num rolou tão bem quanto ao seu antecessor do modelo Herbie (53)
É… Outros tempos, outras idéias, bem mais simples e funcional, sem narração, apenas Sinatra de fundo e um giro de câmera para mostrar o tempo passando e a evolução do fuquinha se adaptando a modernidade (mas mesmo assim o carro ficou feio pra cacete! Argh) e derretento o coraçãozinho dos apaixonados pelo carango! Veja bem, essa coluna saiu meio que uma mescla de “Naftalina” com uma pitada de “A verdade está Algures”, ou seja cuidado com as publicidades por ai pois quando você menos espera já ta comprando coisas inúteis de um jeito compulsivo que foge do seu padrão....ou não!
Salve salve pessoal hoje eu to dominando essa bodega aqui....rs.. e como a coluna é sobre coisa véia... relaxem não falarei sobre o Sr. Freud não.....rs. Hoje o Naftalina abre espaço para um clássico Trash... ou Cult como preferirem. Quem aqui nunca ouviu a expressão “Vou comê a Tia do Bátimã” ou "Meu filho vc qué um charuto? É havano!" Pois é pessoas, vamos relembrar a Redublagem mais foda de todos os tempos...”Bátema – Feira da Fruta”
A história de como isso começou é um mistério, já ouvi pelo menos 4 versões diferentes sobre como surgiu a idéia, onde foi feito e blá blá blá... O fato é que o trabalho é coisa de gênio! Ou simplesmente idiotas ociosos, sei lá. A fita caiu na net e hoje é referência de humor para as piadinhas mais infames e programas de TV.... ou você acha que existiria o Tela Class (do Hermes e Renato) sem existir Bátema – Feira da Fruta? Nem a Paaaau Juvenal, as frases usadas de modo inesperado e a improvisação dos caras fazendo os próprios caírem na risada são elementos que fazem o estilo da dublagem ser um clássico! Ai muitos se perguntam o por que desse nome né? É a trilha que entra no filme rapááá.... ela entra de cabo a rabo na redublagem e eu dou risada em todos os momentos, é só ficar aquele clima de suspense no ar e começa a trilha..
"Entrei na feira da fruta, pra ver o que a feira da fruta tem.
Tinha laranja, morango e banana, só não tinha a fruta do meu bem.
Feira da Fruta é a feira mais cara, aonde só dá vilão.
Tem a feira tamanho família, tem até a feira do melão.
Feira da fruta ei, Feira da fruta rá, Feira da fruta ei, Feira da fruta rá"
"Meu filho vc vende camisinha aqui? É que... eu preciso comê o Robin hoje!"
Eu sei que esse clássico do humor é conhecido por muuuita gente chegando ao ponto de sair na Folha de SP, tem trocentas comunidades nozorkut mas sempre vale a pena rever os diálogos cultos entre Batman e Robin... aquela putinha relaxada! Ahuahuahuahuahuahua... Bom fiquem ai com o episódio completo para chorar de rir, pq eu....eu vô cume a tia do Bátemã!!! HÁ!!!
Hehehehe...como são as coisas, o Algures bateu uma foto provando que sim...existe a FEIRA DA FRUTA!!!! óia ai...
Cof...cof...Naftalina voltando do fundo do baú para o Uarévaa!! E nessa matéria do arco-da-véia (bom nem tanto assim) eu falarei sobre uns dos desenhos que eu mais assistia quando era um duendezinho “de menor”. Bom, lááá nos anos 80 quando eu brincava de genius, comia mandiopã (já falei dele aqui hein..) e assistia desenhos de montão...tinha um que eu era fã! Zillion era um desenho do baralho que foi produzido inicialmente para alavancar os brinquedos e jogos da SEGA. O jogo que foi feito para o Master System vinha acompanhdo de uma pistola (uia) chamada Light Phaser e um sensorzinho eletrônico que ficava fixado no peito, igualzinho os personagens do desenho...e há! Eu tive esse brinquedo fodão!!! Da uma conferida!
A SEGA que não é boba nem nada, percebeu o potencial e convocou uma cambada de chinguilingues para produzir uma série animada da coisa toda....jogada de mestre. No Japão estreiou em 12 de abril de 1987, no Brasil em 90 e uns quebrado, e ganhou uma porrada de prêmios na época melhor desenho, melhores personagens para Apple e J.J, aliais o clima entre eles era o tempero do desenho...J.J. era o herói engraçado e valente da série, mas tinha uma queda vertiginosa pela Apple, sua companheira de missões junto com Champ! Me lembro de um capítulo em que J.J. da uma de joão sem braço e tasca a mão boba nos peitos da Apple...ahuahuahuauhahua...show! A história é a seguinte, em 2387 (caraio....ta longe até pros dias de hoje...imagina naquela época!!!) O planeta Maris (suspeito esse nominho mas enfim) é considerado uma Segunda Terra, onde há uma grande colônia de seres humanos. Neste ano Maris é invadida pelo império Noza (Nóia? Hum) que inicia um violento ataque aos habitantes do planeta. O objetivo dos Nozas é usar o planeta para perpetuar (hehehe...um bando de Et´s safadões!!) a espécie antes que a última geração vá pra vala!! No meio disso tudo cai na terra do nada, tres pistolas fodásticas que são chamadas de? Zillion!! São encontradas por agentes e esntregues aos melhores da equipe, J.J., Apple e Champ, o trio contava ainda com uma pequena equipe de apoio Dable e o Robô Bongo (Opa-Opa, o mesmo personagem do game Fantasy Zone da safada SEGA!) A equipe recebe o nome de Esquadrão White Nuts! E o império Noza era comandado pela rainha Adamis e pelo Barão Ricks. O desenho teve vida curta infelizmente, graças a uma briga entre a SEGA e Tatsunoko (O japa que era responsável pela animação) e quebraram o contrato acabando assim o projeto Zillion as pressas, o que deixou a série mal acabada e sem nexo nenhum no último episódio transmitido....cara que merda! Não vou contar o final que fizeram para Zillion, mas quem assistia se ligou rápido que tava faltando muita coisa pra explicar ali. mas depois disso, a Tatsunoko em virtude dos fãs fez um OVA (Original Video Animation) para presenteá-los. Infelizmente a animação não foi exibida no Brasil, mas é possível encontrá-la em alguns sites de fãs. Eu vou postar aqui o premero episódio na íntegra, está com o audio original (chinguilingui) mas é legendado em inglês....relaxa que da pra entender!
Ah, os anos 80... Só quem viveu sabe o quanto essa época era mágica. E eu, que já fiz até uma festa de aniversário anos 80, posso dizer com certeza que uma das melhores coisas da época eram, sem dúvida, os brinquedos.
Voltando ao passado, eu lembro como eu gostava de aprender. Era até engraçado, nunca gostei muito de estudar (tanto que não estudava para provas), mas adorava aprender. Adorava também artes, e as aulas de educação artística eram um prato cheio. E foi numa dessas aulas de artes que eu conheci um brinquedo chamado Vira Monstro, Vira Herói. Era um jogo bem diferente dos que eu estava acostumado (e de muitos que achava bem chato, na verdade), e por ter como temática a criação de Super-Heróis e Super-Vilões (coisa do qual sempre fui fascinado), logo me cativou. O conceito do jogo era inovador, fantástico (para uma criança de 10 anos) e extremamente simples: Três placas que formavam o corpo de um herói ou vilão (divididos em cabeça, tronco e pernas). Essas placas eram separadas, e vinham com vários modelos de cabeças, de troncos e de pernas, permitindo que você as trocasse quando quisesse, criando seu próprio herói ou vilão. Para completar, os personagens eram impressos nas placas em alto relevo, permitindo que o usuário pudesse usar da conhecida técnica de rabiscar numa folha de papel sobre o personagem, e isso era o suficiente para tê-lo desenhado e poder levá-lo para casa. Existia uma porção de versões de heróis e vilões, mas sinceramente, eu vou ficar devendo em descrições, pois não vejo esse jogo há pelo menos uns 15 anos.
Foi através do Vira Monstro, Vira Herói que criei meus primeiros personagens de quadrinhos, e comecei a usar a criatividade que hoje é principal foco do meu trabalho. Foi inclusive graças à ele que criei um personagem chamado escaravelho Dourado, que apareceu em uma revistinha que desenhei quando criança, e que ganhou um prêmio da escola em que eu estudava (yey!). Tudo bem que depois eu lembrei que o nome não era original, e sim copiado de um personagem obscuro da Marvel que só lembro de ter visto uma vez numa das primeiras revistas do Hulk publicadas pela Abril.
Enfim, Vira Monstro, Vira Herói foi um dos melhores brinquedos dos anos 80 e mais um grande exemplo daqueles jogos que não se fazem mais: simples, criativos, educativos, e que podem transformar uma criança de imaginação fértil em um profissional respeitado (o que não é o meu caso, mas enfim), coisa que, infelizmente os jogos de hoje deixam muito a desejar.
Uma região Além da Imaginação eu sei que talvez essa matéria se encaixasse melhor no Moura em série, mas esperemos que ninguém note isso Por Algures
"Há uma quinta dimensão além daquelas conhecidas pelo Homem. É uma dimensão tão vasta quanto o espaço e tão desprovida de tempo quanto o infinito. É o espaço intermediário entre a luz e a sombra, entre a ciência e a superstição; e se encontra entre o abismo dos temores do Homem e o cume dos seus conhecimentos. É a dimensão da fantasia. Uma região Além da Imaginação."
Assim iniciava mais um episódio de Além da Imaginação (Twilight Zone, no original), uma das séries mais inteligentes, instigantes, e marcantes da minha vida. Apesar da série ter sido apresentada originalmente entre 1959 e 1964 e tido apenas 5 temporadas, houveram algumas reprises em momentos diferentes da história, e foi num desses momentos, no início dos anos 80, que eu tive a oportunidade de conhecer esta que foi uma referência para o que faço hoje.
Criada por Rod Serling (grande Mestre da TV americana na época), a série apresentava histórias que variavam entre a ficção científica e o terror, com situações, ora inexplicáveis, ora absurdas, mas sempre tão interessantes que era impossível não querer acompanhar.
Tudo era diferente nessa estranha série, a começar pelo formato: Episódios de meia-hora, que não tinham nenhuma relação um com o outro. Cada história era autocontida, como se fosse uma série diferente a cada semana. Só isso já dava uma boa vantagem sobre outras séries, pois você podia começar a assisti-la quando quisesse. As histórias variavam de maneira absurda; enquanto o episódio da semana passada poderia ser uma ficção científica passada no espaço, o dessa semana poderia mostrar uma realidade onde os nazistas venceram a segunda guerra.
Outro diferencial era a produção: calcando-se apenas nos roteiros (que variavam do muito bom ao genial) e numa boa direção, as histórias não usavam efeitos especiais e o orçamento para cada episódio era ínfimo. Ainda assim, todo mundo ficava apreensivo para ver um novo episódio na semana seguinte. Particularmente, o que me chamava mais a atenção eram os finais. Sempre inesperados, e muitas vezes nem um pouco felizes, os finais dos episódios de além da imaginação eram, de fato, surpreendentes, para dizer o mínimo.
Me lembro muito bem de dois episódios que me chamaram muito a atenção pelo final: Num deles, uma cidade isolada do mundo depois de um desastre nuclear, tem sua sociedade organizada por um homem que recebe ordens de um ancião que mora numa caverna ao longe. Apenas o homem tem permissão de ir até à caverna e falar com o ancião, de onde pega do instruções de distribuição de comida, entre outras coisas. Em determinado momento, a população passa a achar que existe mais nessa história do que o homem diz, e passam a pensar que não há comida faltando, e sim ele o pega pra si. Depois de um motim, a população vai até a caverna, onde descobre que o Ancião, na verdade era um computador, que fazia os cálculos para distribuição de comida e outras funções de organização da sociedade. Sim, esse era o final.
Outra história interessante era a de uns astronautas que durante uma viagem ao espaço, acabaram com problemas em sua nave e caíram em um lugar desconhecido. Descobriram que lá poderiam respirar e passaram a tentar descobrir um meio de sobreviver, ou voltar pra casa. Como é de se imaginar, a falta de comida, o desespero e a tensão acabam dando resultados inesperados, e acaba que um dos astronautas mata os outros (não lembro quantos eram, faz tempo, então me desculpem). Não demora muito, ele avista, ao longe, numa elevação, estranhas luzes, que apareciam e desapareciam em intervalos específicos. Desesperado, subiu a elevação para descobrir o que eram aquelas luzes; ao chegar no topo da elevação, encontrou uma estrada comum, e carros passando. Eles não haviam caído em outro planeta, e sim numa área remota do nosso próprio.
Essas histórias podem hoje em dia não soar tão originais, mais Além da imaginação foi o pioneiro nos finais “inesperados”. Um grande marco da TV americana, e uma das maiores influências no meu trabalho. Não só no meu; hoje em dia é possível ver referências à série (e muitos plágios) em diversos filmes, séries e desenhos. Infelizmente, a série não foi lançada aqui em DVD. Mas provavelmente é possível de encontrá-la, nos e-mules e torrents por aí. Curiosidade: Num dos primeiros episódios de Halloween dos Simpsons, Bart está com outras crianças no ônibus da escola e é o único que vê um monstro (meio macaco, se não me engano), tentando sabotar o ônibus, ninguém acredita nele e então acaba enlouquecendo por causa disso. Essa é uma homenagem à um episódio de Além da imaginação, onde um homem está numa viagem de avião e acaba enlouquecendo porque é o único que vê um monstro sabotando o avião e ninguém acredita nele.
Bem pessoal, essa coluna é pra postar coisas antigas que remetem a nossa infância, certo? Bom, aqui é o Freud, o cara que responde sobre quase tudo na coluna Freud explica, e a minha infância faz teeeeeempo, então preparem-se pra algo quase tão antigo quando o ábaco: o Telejogo.
Gracas a estréia outro dia da nova coluna Chucrutz Games, me lembrei desse jogo velhaco que ninguém sequer deve ter ouvido falar por aqui. Provavelmente mais de 95% da galera uarévaaiana não estava nem no saco de seu pai quando esse "console" foi lançado. Foi o primeiro vídeo-game que eu vi na vida, se considerarmos vídeo-game como um aparelo caseiro que se liga à TV. Sinceramente não sei se existiu outro algum antes desse por aqui.
Era fantárdigo. Uma "bolinha quadrada" ficava passando na tela da TV e se jogava um contra o outro, movendo uma barrinha pra defender seu "gol", atráves de um Knob preso à console. Pelo gif ai em cima voces podem ter uma noção de como era uma EMOCIONANTE partida de tênis no Telejogo.
Uma das maiores diversões era ficar acotovelando o adversário pra atrapalhá-lo, já que os jogadores tinham que ficar lado a lado pra poder alcançar o controle: É malandrão, não tinha joystick, não!!!
Fiquem ai com a foto dessa máquina revolucionária e comente se voce for velho o bastante pra ter conhecido isso. (Acho que esse post terá ZERO comentários, hehehe....)
Mais uma semana, e é hora de tirar mais uma lembrança direto daquela caixa, guardada dentro daquela parte do armário que você não mexe há anos...... e o que eu escolhi como tema da minha matéria de hoje, com certeza é uma das coisas que me fez virar a nerda de carteirinha que eu sou hoje..... Estou falando das revistinhas HERÓI!
Ainda me lembro do meu querido Vovô chegando toda a quinta-feira com meu drops de bala kids, polvilho e goiabinha pro meu irmão e sempre com uma revista novinha pra eu ler em menos de 5 minutinhos, claro que sempre depois do irmão mais velho (afinal irmão mais velho tem direitos)...
Aquela revista era o verdadeiro paraíso nerd... Entrevistas, matérias, umas ilustrações pra lá de legais e o eterno Top Herói... Que eu não me lembro de uma só vez que ele não tivesse os Cavaleiros do Zodíaco no primeirão do ranking... Aliás, de todas as revistas que eu ainda tenho guardadas.... pelo menos 70% a capa tem os nossos queridos Cavaleiros de Athena na capa....
E eu como fã de carteirinha dos pivetes que mais apanham, mas nunca desistem... Tenho que confessar que minha Herói favorita, é aquela com a matéria das mulheres dos CDZ.... li trocentas mil vezes e ate hoje quando bate uma saudade eu abro meu armário, pego minha caixa onde elas estão guardadas e leio algumas pra lembrar desse tempo bom que não volta nunca mais! OOOOO saudades dessa revistinha... Hoje em dia existe a Wizard, até tenho algumas, mas não se compara à primeira revista nerd que eu tive contato.... Não troco minhas Herói por nada, elas fizeram minha infância mtcho mais feliz!
Aaaahhhh os saudosos anos 80, quem não se lembra dessa época dourada hum? Xou da Xuxa, Dino-ovo, Chocolates Pan e Diziolli e o clááássico Ki-Suco “ Que é gostoso e dá pra dez!” Rs..sério era o slogan do suco, enfim, hoje eu escrevo essa coluna para inundar a nossa mente com boas lembranças desse tempo bom que não volta nunca mais. Quem ai do outro lado da tela teve o prazer de se empanturrar com o oleoso mas delicioso Mandiopã? Hein ? Hein? Hein? Pois bem, se você ta se perguntando que raio é isso, o Duende ajuda. Antes uma história que eu fui buscar na rede mundial de informações ( A internet ô mané..) “O Mandiopã foi criado em 1954, por Antônio Gomercindo, (Limeira, 7 de julho de 1937). Na década de 1960 foi um grande sucesso lançando os sabores queijo, bacon e camarão. A empresa foi absorvida pela Hikari, quando foi lançado o Fritopã, que existiu até o início da década de 1990, quando acabou. Antônio Gomercindo monta uma nova empresa e relança em nossos dias o clássico Mandiopã.”Fonte: Wikipédia. O Fritopã nada mais é do que o primeiro salgadinho fabricado no Brasil, é um alimento ricasso em amido, pois é feito a base de mandioca. Eu me lembro muito bem de ver a mamãe Duende fritando aquelas rodelinhas minúsculas na panela, e a medida que entravam em contato com o óleo quente, aquilo quatruplicava de tamanho!! Era sensacional!! Olha, eu comi muuuuito quando o nome era Fritopã...isso prova que eu sempre fui um menino rock and roll...rs...eu tinha que comer uma bacia daquele troço cheio de óleo por semana ligadão na tv Manchete (Descançe em paz) assistindo Cavaleiros do Zodíaco e toda a grade de heróis japoneses disponíveis na época!! Se você ficou com saudade desse tempo, acorde rapá não volta mais, mas, se passou pela sua cabeçinha voltar a comer o “saudável” Fritopã, hoje com o nome de Mandiopã, alegre-se pois ainda se acha essa maravilha nos mercados de maior expressão.
Ta esperando o que? Vai logo atrás disso e volta pra contar nos coments a “Vida de Rei” que voltou a ter.
Ah... e um pequeno vídeo pra você ver A mágica do Fritopã...
Saudades daqueles gibis com desenhos extremamente coloridos e falas óbvias, daqueles filmes que tinha muita história e menos ação, das séries com visual tão bregas que até sua mãe tem vergonha de admitir que assistiu aquilo um dia e dos desenhos animados que até hoje passam na Tv mas sempre aquele capítulo que você já assistiu milhões de vezes?
É aqui no Naftalina que você vai poder matar a saudade desse tempo bom que não volta nunca mais.... Essa Coluna é reservada para as coisas da antiga... os clássicos... as coisas que fizeram nossa infância mais feliz... Pra quem quer relembrar e acompanhar esse espaço.... Naftalina é publicada aos sábados e escrita por todos os escritores do UARÉVAA... quando bater vontade, ou saudade!....