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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Mentiras Sinceras Me Interessam


Fala molecada!
Às vezes as mentiras podem se tornar extremamente desagradáveis para as pessoas, mas existem mentiras que vem para o bem! Sério!
É o caso dessa série de tiras, que trazem em seu conteúdo muita mentira, mas muita diversão!
Como já dizia o grande sábio Dr. Gregory House: "Mentiras são como as crianças: apesar de inconvenientes, o futuro depende delas”. E isso é verdade!
Então, sejam bem vindos ao mundo das perninhas curtas!

Fábio Coala, último filho de Zeus, foi abandonado à própria sorte numa floresta australiana. Adotado por uma família de coalas samurais, foi criado sob o rígido código do Bushido, mas um acidente com produtos químicos deu-lhe superpoderes... Tá bom, isso já tá parecendo mentira de ilustrador pirado! E é!
Fábio Luiz Cavalcanti, o Coala, nasceu no Guarujá/SP, é formado em publicidade e atualmente produz as tiras de humor Mentirinhas.
Tudo começou quando ele resolveu divulgar um material que havia saído no jornal na internet. O sucesso das tiras foi imediato e isso serviu de incentivo para que ele continuasse a criar mais tirinhas.
Coala afirmou numa entrevista que não sabia da força que a web tinha e se surpreendeu como existem pessoas apaixonadas por quadrinhos e ilustração que acompanham e incentivam ao autor produzir cada vez mais, além da interação que essas pessoas têm com ele.

Isso deixa qualquer autor com uma carga de responsabilidade enorme, mas isso só fortalece a paixão pelo desenho, pela criação e pela execução das tiras!


As melhores sem dúvida são as tiras das Memórias do Homem que Destruiu o Mundo, um menino que sonha em acabar com tudo! Na dúvida, vamos considerar o mais provável, que na verdade, essas tiras mostram seu passado...
Esse garoto, um perfeito loser, passa por situações vexaminosas com seus amigos, parentes e principalmente com garotas, que lhe dão sempre mais um motivo para exterminar com tudo!


Ainda têm as Mentirinhas, pequenas criaturinhas “fofas” que dão nome à série e que sempre "pipocam" ao serem citadas por algum mentiroso. Elas funcionam no melhor estilo consciência pesada que já vi!


Esse é um tema que pode agradar e fazer com que as tiras sejam lidas por garotas, já que o assunto toca bastante nelas e faz parte do dia a dia de algumas, como aquelas que resolveram namorar aquele cara-de-pau que sempre inventa alguma história para driblá-las. Além disso, as tais “mentirinhas” são todas desenhadas de uma maneira agradável às mulheres. Já mostrei pra algumas amigas que logo foram dizendo: “Ah, que fófis!”. Hahahahaha...

Algumas tiras mostram situações cotidianas de relacionamentos interpessoais onde o que está em voga é a maneira como nos comportamos em determinados momentos, sempre inventando, aumentando uma história ou contando as famigeradas e comuns mentirinhas!

Outra questão levantada é a do meio ambiente, através de ilustrações, dicas ou em tiras do macaco Caco!

Coala, como um bom publicitário, sabe jogar com o gosto dos seus “clientes” e reserva sempre um personagem a um tipo específico de público. Como é o caso de Auréolos. Essa série traz pequenos anjinhos que resguardam e dão uns toques para os humanos aqui da Terra e mostram o quão difícil é tratar e entender esses mesmos humanos!


Ainda tem o lance da dualidade do ser humano, representada pelo seu lado bom, o anjo, e seu lado mal que seria um capetinha que quase sempre os convencem que existe um caminho mais fácil. Essas tiras são prefeitas para cada um, principalmente para nós brasileiros que costumamos utilizar a antiga lei de Gérson pra quase tudo!
Cheguei a comentar num podcast sobre uma tira do anjo explicando como os bebês são feitos para uma garotinha, se lembram? Pois é, a tira foi exatamente essa!

Outra muito interessante é a do anjo aprendendo o que é Twitter e pró-ativamente repassando a mensagem para o pequeno Jesus! Hilário!
Elas falam de coisas da atualidade, mas principalmente do comportamento das pessoas. Já disse várias vezes aqui que prefiro tiras assim. São prontamente identificáveis com o cotidiano de qualquer um e, portanto, mais fáceis de serem assimiladas, compreendidas e que criam vínculo com o leitor.


Coala tá de parabéns porque os desenhos são muito bem trabalhados e possuem uma forma bem agradável de traços e cores. As únicas coisas que eu mudaria ou daria um trato melhor são nos balões de fala dessas tiras. Mas não é algo que chega a atrapalhar...

Mentirinhas podem ser vistas em vários blogs pela blogosfera, mas os canais mais conhecidos são sua própria página ou no Blog Não Salvo, outro excelente blog sobre tudo que rola na internet, dando ênfase ao lado religioso de certos vídeos e posts que rolam por aí, sempre com muito humor! Por ser publicitário e apaixonado por quadrinhos e artes, Coala inclusive participa bastante com suas ilustrações em vários outros sites afora! 




Mais um grande exemplo de tiras nacionais que valem muito a pena conferir e acompanhar!

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Resenha: Scott Pilgrim Contra o Mundo!



Sinceramente eu tentei ler até o fim a história de Scott Pilgrim nas HQs antes de ver o filme, mas não foi possível. Mas isso não atrapalhou de forma alguma o entendimento do filme, muito menos mudaria minha opinião sobre ele...

Antes de começar a falar do filme em si, é melhor deixar pelo menos uma pequena sinopse do que é a série de histórias em quadrinhos intitulada Scott Pilgrim contra o mundo!
Criada por Bryan Lee O'Malley, ela é composta de seis volumes em formatinho/brochura e toda desenhada em preto e branco (fora a capa que é colorida). O primeiro volume foi lançado em 2004 e o último recentemente publicado. A Editora Companhia das Letras publicou Scott Pilgrim aqui no Brasil em março de 2010.
A série é bastante influenciada pelos mangás e video games em seu traço e forma narrativa. Porém, todos os cenários da história são reais, todos presentes na cidade de Toronto. A série é muito conhecida também pelas referências a cultura pop no cinema e música. Referência essa que Brian Lee O'Malley utilizou até para escolher o nome do protagonista da série, Scott Pilgrim, que recebeu esse nome por causa de uma música da banda de indie-rock Plumtree, composta apenas por mulheres.




Basicamente o filme segue o mesmo enredo das HQs: Scott Pilgrim é um canadense de aproximadamente 24 anos, que mora e divide a cama com um amigo gay, preguiçoso, sem muita direção na vida, baixista de uma banda de garagem chamada "Sex Bob-OMB", que "namora" uma colegial asiática de 17 anos, mas que xaveca toda mulherada com o mesmo papo se utilizando de sua cultura nerd, enfim, um anti-herói simpático que vive em Toronto, no Canadá. Ele se apaixona pela entregadora de encomendas Ramona Flowers, uma linda menina americana que muda a cor de seu cabelo a cada 10 dias, e descobre que para poder ficar com ela, ele deverá enfrentar (e derrotar) os sete "ex-namorados do mal" da garota.


Um enredo realmente louco para um filme, e o que Scott Pilgrim Contra O Mundo fez foi exatamente dar a um filme classificado como aventura/comédia, uma roupagem muito original, utilizando todos os elementos da HQ, de recordatórios à onomatopéias que "pulam" na tela até às referências "gamers" como a chuva de moedas que acompanham um inimigo vencido!
Aliás, o filme é bem isso, um amontoado de referências pops e diálogos equilibrados e engraçados, mas que é muito voltado à cultura de jogos eletrônicos! É um filme puramente voltado à homenagear os videogames! As surpresas começam logo na abertura, com o logo da Universal em estilo dos games de 16 bits e uma música sintetizada igualmente as aberturas de alguns desses games.


Há trechos da trilha sonora de jogos clássicos como Zelda e Super Mario Brothers, conversas sobre o assunto espalhados por toda a história e inseridos na trama quando, os exes de Ramona, todos muito malvados e dispostos a acabar com Pilgrim, confrontam o herói em fabulosos e absurdos duelos, onde as clássicas aberturas de "Fight!" presentes em jogos como Tekken ou Street Fighters podem ser reconhecidas.


Não é a toa que Scott Pilgrim acabou virando também um jogo de videogame, no melhor estilo arcade, tipo a mesma plataforma de jogos como Double Dragon e similares, cheio de cores brilhantes, sons característicos e fases com chefões! Tem até o desafio de baixos está lá, assim como também está presente nas mídias que o antecederam.


Aliás, como o filme é situado no mais significativo cenário musical do Canadá, a cidade de Toronto, este é um filme sobre música também. Cheio de músicas pós-grunge e indie-rock, o filme acaba agradando em sua trilha sonora também. Uma das partes mais divertidas, por falar em música, é a parte onde Pilgrim entra em casa, logo depois do primeiro encontro com Ramona, onde a música tema de Seinfeld toca e a cena se desenrola com total referência (e reverência) a um dos melhores sitcoms do mundo!

Eu ri muito com o filme, principalmente porque você já reconhece de cara que ele não pede para ser levado a sério.


O filme é cheio de personagens adolescentes estereotipados e caricatos, mas esse tom caricatural dado aos personagens não tira deles sua credibilidade ou carisma e o diretor Edgar Wright e os atores conseguiram passar uma sinceridade bacana nos propósitos de cada um, pessoas que ainda não se encontraram e buscam através da música ou nas suas relações interpessoais a resposta para seus conflitos internos e a busca por um amadurecimento. O amadurecimento em questão, está relacionado a valores muito mais profundos e nobres, como aprender a respeitar os sentimentos alheios. Mas não pense que esse amadurecimento significa deixar de lado os hábitos, as roupas e cortes de cabelo esquisitos, nem mesmo sua visão distorcida do mundo.
O filme também emula o universo nerd de seus personagens para estabelecer suas personalidades, assim como também cada ex representa uma espécie de metáfora sobre os medos e obstáculos que impedem um jovem adolescente de evoluir, assim como, literalmente, numa fase de um jogo de videogame.


O roteiro é muito bem humorado e Wright, em parceria com Michael Bacall, conduz muito bem a aventura adolescente rumo ao autoconhecimento.
Michael Cera (Pilgrim) está muito bem no filme, e não tem como olhar pra cara dele e não dar risada, assim como Kieran Culkin, que faz Wallace Wells, o amigo gay e sarcástico dele.
A chinesinha colegial Knives Chau (Ellen Wong) e o Jovem Neil (referência mais que direta ao cantor/compositor Neil Young, feito pelo ator Johnny Simmons) também são dois coadjuvantes bem legais e que fizeram uma certa diferença no filme.


A gatíssima Mary Elizabeth Winstead (Ramona Flowers) também está ótima nas filmagens e sua luta, com uma de suas ex é muito foda! Aliás, as cenas de ação desse filme são todas muito boas.


Por falar em luta, ainda temos a participação de Brandon Routh e Chris Evans (respectivamente Superman e Tocha Humana/Capitão América, ambos atores que já fizeram algo relacionado à filmes de super-heróis) como dois dos ex-namorados brigões que levam pau de Pilgrim no filme.
O filme ainda conta com Alison Pill (a batera mal-humorada Kim Pine) e Mark Webber (o vocal/violão do Sex Bob-Omb, Stephen Stills).
Três passagens interessantes, a camisa de Scott com o símbolo do 4 ¹/² do Quarteto Fantástico, a camisa que ele sempre usa com um coração formado pelas letras SP podiam até signicar as iniciais de seu nome, mas é o logo da banda Smashing Pumpkins e na festa o cara que conhece todo mundo, Comeau, cita que "A HQ é bem melhor que o filme"! =)

 
Apesar de sua estreia fraca nos EUA (lançado em agosto por lá, arrecadando apenas 4,7 milhões de dólares) o filme que custou a bagatela de 60 milhões, tem sido bem comentado. Não sei como será a reação do público aqui no Brasil, mas pra mim já é um dos filmes mais divertidos do ano. Pra quem já foi um desses garotos viciados em games na infância Scott Pilgrim vs. The World. é uma boa pedida de entretenimento! Uma ode à juventude e ao tempo gloriosamente desperdiçados com estes descartáveis prazeres que são os consoles de jogos, a televisão, a música e os filmes. À todos os aficcionados e saudosistas de um bom game de ação e aventura, mas com toques de humor...

Se você vai gostar do filme ou não, é problema seu, porque assim como existem pessoas que curtem Alex Kidd e Robot Unicorn Attack, Scott Pilgrim é um desses games/filmes/Hqs que te cativam ou não. Independente da sua capacidade para afinar o seu ouvido pras ideias e músicas novas ou de ter pegado num joystick quando criança.


Nota: 9

terça-feira, 29 de junho de 2010

Loeb abre o bico!


Em apenas cerca de 24 horas após o anúncio de que Jeph Loeb seria o "cabeça" do recém-criado departamento de televisão da Marvel Entertainment, várias dúvidas pairam no ar sobre isso.
O site Newsrama conseguiu entrevistar Loeb, atual escritor de Hulk, que falou sobre seu novo cargo como Vice-Presidente Executivo, sobre o que exatamente envolve esse trabalho e a quantas anda os projetos existentes e os futuros planos para essa nova divisão para TV.
Aqui você confere a entrevista resumidona. Vamos aos fatos!

Loeb que já foi produtor/roteirista de Lost, Smallville, Heroes e quatro vezes vencedor do Eisner Award, disse que sua nomeação foi logo após a compra da Marvel pela Disney, e que se tornou evidente que a empresa (a Disney, porra!) estava muito interessada em trazer a Marvel para a televisão. Era só uma questão de tempo para que a Marvel tivesse a uma oportunidade, já que a Disney
detém os direitos de redes de tv como ABC, ABC Family, Disney Channel, XD, ESPN.
 
Dan Buckley (Presidente e editor da Marvel) então o chamou por causa da suas experiências anteriores na TV com alguns seriados como Buffy, Smallville, Lost e Heroes. Como a Marvel fez um trabalho incrível na divisão de recursos de seus filmes, quando chegou a hora de explorar a televisão, queria fazê-lo com mais cuidado e de forma seletiva.
Eles então, trabalharão em três áreas diferentes, que a Marvel já estava explorando e continuará trabalhando nelas, como as animações que sairão diretamente para DVD, como foi o caso de Planet Hulk. O segundo é a expansão contínua nas áreas de animação, atualmente eles produzem Super Hero Squad, que está no Cartoon Network, e produzirão Os Vingadores: Os Heróis mais Poderosos da Terra
e, já em fase de desenvolvimento, Ultimate Spider-Man para o Disney XD.
 
Existem alguns projetos em animação que eles não estão podendo falar, mas que já estão em andamento.
A esperança deles é trazer a Marvel Animation para um patamar de qualidade e notoriedade assim como a das publicações e da divisão de filmes. Eles fazem parte do legado da Disney agora, então eles se sentem na responsabilidade de fazer com que a divisão de animação chegue ao mesmo nível. Pelo menos esse é o desafio e a esperança do grupo.
Outra novidade é que existirá uma nova divisão que trabalhará com live action, em parceria com a ABC e ABC Family. Isso significa que eles estão atrás de encontrar o personagem ou personagens certos para desenvolver algo no estilo de seriados, como Smallvillle e Lost.
Perguntado se eles tem ideia de modificar ou criar um novo ponto de partida para os personagens, para as pessoas que ainda não conhecem, ou se eles vão tentar criar a mesma mitologia já existente nos quadrinhos, Loeb respondeu que o objetivo principal da divisão de longa-metragem é fazer os melhores filmes baseados nos personagens da Marvel, para realmente se estabelecerem no topo do gênero de super-heróis. Iron Man é um bom exemplo disso, e ainda disse que ouviu falar coisas incríveis sobre o filme do Thor, que já está em produção e Capitão América. Ele desconversou um pouco e só falou que a intenção da Marvel é ter audiência mundial e fazer seus fãs felizes. Ou seja, querem encher o rabo de grana!
O dinheiro sempre fala mais alto, nenê!

 Ô da Poltrona, O Didi dos EUA curte mesmo é $$$!

Perguntado sobre que lições ele tirou de seriados como Smallville e Heroes dos quais trabalhou, e ele afirmou que as melhores coisas feitas para TV são feitas por pessoas com uma visão muito clara sobre as coisas como Damon Lindelof (Lost), Al Gough e Miles Millar em Smallville e Joss Whedon (Buffy e Angel). Para que as personagens sejam desenvolvidas para ter um sabor único e distinto e, ao mesmo tempo permanecer fiel aos quadrinhos.
Querem trazer as pessoas certas para desenvolver esses personagens, a fim de expandir essas histórias e fazer o melhor que podem.
Ele deu o exemplo que Ultimate Spider-Man será fantástico!

Ele ainda chupou as bolas daquele seriadinho xexelento, Smallville, e disse que a Marvel pensa em repetir o sucesso (espero que seja só o sucesso e não os roteiros!) ou ser capaz de impactar todo mundo como Lost (uia!) ou em desenhos animados como Batman: The Animated Series e Batman Beyond, dos quais Loeb é fã e acha que são exemplos surpreendentes do que pode ser feito neste gênero.

Loeb agora que é, junto com uma grande equipe, responsáveis por tudo o que é produzido na Marvel para a televisão tem a esperança de que, dada a dimensão do catálogo de heróis e o grande apetite que os fãs estão tendo por produtos relacionados à eles, eles consiguam produzir muito mais do que um só seriado. Pela entrevista deu pra perceber que eles tem a intenção de reviver antigos seriados como o Incrível Hulk (aquele com Bill Bixby e Lou Ferrigno).

 
Mas será que o mercado é suficientemente grande para esses vários shows, seriados e afins?
 
Loeb diz que tudo será visto caso a caso.
Já que a DC tem tido um estrondoso sucesso com Smallville e agora estão construindo o destino do Superman, se você olhar para isso de um ponto de vista editorial, as duas coisas não poderiam ser mais diferentes, tanto em termos de gênero ou em termos de sensação. Portanto, a verdadeira chave seria encontrar a rede certa, o estúdio certo e se certificar que terão os melhores criadores, a fim de trazer uma boa visão para a tela. Eles planejam fazer isso com muita cautela, muito cuidado e de forma muito seletiva. É esse o modelo que eles vão seguir.
 
Por fim, perguntado sobre o que ele gostaria de ver a Marvel produzindo, ele diz que está mais curioso em saber sobre o que os fãs gostariam de ver!


Acho que a resposta não seria diferente em se tratando do Loebão, pois é sabido que ele curte muito um roteiro massificado para vender produto.
Não que ele esteja errado... afinal de contas, isso é um produto!
Pra um cara que fez coisas como Demolidor: Amarelo, Homem-Aranha: Azul, a saga Silêncio e O Longo Dia das Bruxas com o Batman, pra mim, na boa, acho que sua missão vai dar certo!