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sexta-feira, 9 de maio de 2014

Podcast Uarévaa #175 - Filmes que Bateram na Trave



"O problema do Duende Verde é recalque"


Marcelo Soares, Modesti e Moura relembram filmes que quase saíram do papel, mas acabaram cancelados.

No final, Marcelo e Moura voltam para a leitura de comentários.



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sexta-feira, 25 de abril de 2014

Podcast Uarévaa #174 - Um Capitão, Um Soldado e Uma Fase 2 Flamejante



"Hail Hidra!"


Marcelo Soares, Modesti, Rafael Rodrigues e Moura falam sobre a Fase 2 da Marvel nos cinemas e Capitão América - O Soldado Invernal.

No final, leitura de comentários com essa mesma cambada, menos o Rafael.



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quarta-feira, 12 de março de 2014

CulturaMila: Clube de Compras Dallas



CulturaMila é uma coluna que tem o intuito de fazer com que você vá mais ao cinema, ao teatro, ao parque e até mesmo ao bar. Comentários relevantes ou não sobre os diversos locais que visitei, filmes e peças de teatro que vi e que valem a indicação por algum motivo. Hoje vamos de cinema.




Com o intuito de fazer uma inveja foda compartilhar com vocês uma série de indicações legais, ou nem tanto, de filmes, peças de teatro, eventos, passeios e outros belos ingredientes que formam a minha maravilhosa cultura inútil apresento a vocês essa coluna.

Poderia iniciá-la indicando algum filme indiano ou um livro espanhol do século XIX, mas prefiro seguir o fluxo e indicar a vocês um filme que foi notícia nas últimas semanas: Clube de Compras Dallas.

O filme é baseado na história real de Ron Woodroof, um eletricista “heterossexupreconceituoso” que vê sua vida revirada quando é diagnosticado com o vírus da AIDS no ano de 1985, quando “somente os bichas” tinham a doença. Após o choque inicial da descoberta do vírus e de seus supostos 30 últimos dias de vida, ele resolve estudar e fazer de tudo para que 30 dias sejam apenas o começo de uma nova vida.


 Ron Woodroof, o cara que transformou 30 dias em 7 anos

Na luta pela sobrevivência consegue o contato de um médico no México, que perdeu sua licença, mas é capaz de ajudar Ron a multiplicar seu tempo de vida, salvar outras vidas e iniciar um lucrativo negócio, que incomodou o país inteiro e foi notícia no mundo todo: o Clube de Compras Dallas, onde cada associado pagava uma mensalidade de US$ 400 e receberia em casa a medicação que desejasse para lutar contra a doença.

Destaque para os dois personagens principais e ganhadores dos Oscars de melhor ator (Matthew McConaughey – Ron Woodroof) e melhor ator coadjuvante (Jared Leto – Rayon) que protagonizam as cenas mais emocionantes do filme. Duas pessoas esquálidas, de pele acabada (maquiagem premiada também com um Oscar) e marcadas pelo total sofrimento e descaso diante de uma doença que dizimava suas vítimas em pouquíssimo tempo, foram capazes de vencer o preconceito tornando-se sócios na luta contra o mal do século XX.


 McConaughey e Leto totalmente irreconhecíveis, 
protagonizando cenas emocionantes

Se até agora você não ficou curioso, vá ao cinema só para saber como um filme gravado em apenas 25 dias, com baixissimo orçamento e uma câmera de mão foi capaz de ser indicado, e até mesmo ganhar, diversos prêmios do cinema mundial.



_______________________________________________________________


CAMILA TÉO  

Formada em Letras pela Universidade de São Paulo (USP), leitora constante que mora em uma pequena biblioteca, professora, revisora, tradutora e viciada em cinema e cultura em geral. Escreve também a coluna Keep Calm...ila!


sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Podcast Uarévaa #169 - Universos Compartilhados no Cinema



"Eu não curto, só compartilho."


Romenique, Marcelo Soares, Moura e Modesti estão de volta após nossas merecidas férias em janeiro, para comentar sobre as iniciativas atuais de interligar personagens diferentes num mesmo universo cinematográfico.

No final, Marcelo e Moura com a leitura de comentários pra começar 2014 logo com mais de 2 horas de podcast e saciar o pessoal que tava com saudades.



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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

A Beira do Caminho


"Mantenha Distancia"



“Viver é como desenhar sem borracha”

Perder alguém que se ama é uma das piores dores, se não a pior, que podemos ter nessa vida passageira. Uma chaga que pode se espalhar por todo corpo, sangrar a alma e mudar alguém completamente por toda a vida. É como encontramos o caminhoneiro João, interpretado pelo ótimo ator João Miguel, um homem que tem uma perda terrível no seu passado que ecoa pelo seu presente o afastando de todos ao seu redor.

Esse casulo só é quebrado com a aparição de Duda, o estreante Vinicius Nascimento, que se esconde no seu caminhão depois de fugir de um orfanato. Inicialmente relutante em ajudar o garoto a encontrar o pai em São Paulo, João aos poucos vai se acostumando com a presença do menino e uma nova estrada parece surgir em seu caminho.

Pautado na obra do cantor Roberto Carlos - o próprio título do filme remetendo a canção Sentado a Beira do Caminho - de onde tira sua trilha sonora, belíssima por sinal, o filme de Breno Silveira (diretor de 2 Filhos de Francisco) trata de uma forma sensível os sentimentos de culpa do protagonista sobre a morte de um ente querido em contraponto a esperança do garoto em conhecer seu pai e escapar da tristeza da morte de sua mãe.

Apesar de o roteiro ser bem dentro da lógica de road movies, sem grandes surpresas e previsível até, as interpretações de João Miguel, Dira Paes e do garoto Vinicius  dão bem o tom emocional que as canções do intitulado Rei tem. Outro personagem comum ao filmes de estrada é a transitoriedade de quem vive como caminhoneiro. Seguindo todo dia por um caminho desconhecido, a merce da sorte, do perigo, conhecendo só para esquecer logo depois, a vida de um motorista de caminhão é não se prender a nada enquanto segue seu rumo e ter a saudade como companheira. Curioso a música Caminhoneiro não estar no filme.



“Quando a saudade não cabe no peito, 
ela transborda pelos olhos”


Filmes como A Beira do Caminho e Caminho das Nuvens mostram bem a força das músicas de Roberto Carlos, letras de um tempo mais criativo e menos polêmico como os de hoje em dia com a questão das biografias não autorizadas.

O filme tem em seu demérito também a pouca exploração dos silêncios e ritmo contemplativo que é característicos de obras desse gênero do cinema, e que ao se iniciar focando placas traseiras de caminhões (de onde saíram algumas das frases que ilustram o texto) demonstravam a intenção, ou somente dava a entender, que teria um foco mais aprofundado - momentos que por sinal fizeram-me lembrar do belo Viajo Porque Preciso Volto Porque Te Amo.



Apesar de seus pesares, A Beira do Caminho se mostra como uma boa e emocionante obra que toca de forma bonita nas relações pais e filhos (que já se tornaram o mote do diretor), e como encontros inusitados podem mudar nossas vidas e até nos ajuda a nos redimir conosco mesmo.




A Beira do Caminho
Nota: 9.0
Tempo: 90 min
Direção: Breno Silveira
Produção: Conspiração Filmes
Elenco: João Miguel, Vinícius Nascimento, Dira Paes, Ludmila Rosa,  Ângelo Antônio
Diretor de fotografia: Luis Ignácio Barrague, Lula Carvalho
Edição: Vicente Kubrusly
Distribuição: Fox Filmes


segunda-feira, 4 de novembro de 2013

DST é vírus zumbi em "Contracted"


Contracted é um filme de terror inglês narra a história aterrorizante de uma jovem que tem um caso de uma noite com um estranho e contrai o que ela imagina ser uma doença sexualmente transmissível, mas na verdade é algo muito pior. Conforme as coisas começam a desmoronar ao seu redor, ela é enviada a uma sangrenta e perturbadora jornada que, certamente, deixará o público de cabelo em pé. O curioso longa será lançado digitalmente em 22 de novembro de 2013. Confira o trailer:


Dica bem antenada da leitora Juli Mendes

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

[Terror de domínio público] Häxan (legendado em português)


Häxan (Título em inglês: The Witches or Witchcraft Through The Ages) é um filme mudo sueco/dinamarquês de 1922 escrito e dirigido por Benjamin Christensen. Baseado parcialmente nos estudo do cineasta sobre o Malleus Maleficarum, o guia do século 15 para a caça às Bruxas, Häxan é um estudo de como a superstição e a falta de compreensão de doenças mentais pôde levar à histeria de caça às bruxas. O filme foi feito num estilo de documentário, mas contém sequências dramatizadas, por isso a obra é colocada dentro dos filmes de terror.

Por conta da reconstrução meticulosa das cenas medievais e do tempo de produção, Häxan se tornou o filme mudo escandinavo mais caro já produzido, e foi acalmado na Dinamarca e na Suécia. Foi banido dos EUA e pesadamente censurado em outros países na época por exibir cenas de tortura, nudez e perversões sexuais.

Confira filme na íntegra, legendado:

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Podcast Uarévaa #154 - Vale a Pena NÃO Ver de Novo



"Se tem o Kurt Russel então é uma merda."


Freud, Romenique, Marcelo Soares, Modesti e Alex Matos falam sobre aqueles filmes, desenhos, games e quadrinhos memoráveis da nossa infância que são bem melhores se continuarem só na nossa memória mesmo.

Na leitura de comentários todo mundo continua, menos o Romenique que estava com soninho e foi naná.


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Comentado no podcast:

- A dancinha do Van Damme



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segunda-feira, 26 de agosto de 2013

[Terror de domínio público] O Homem que Ri

O Homem que Ri (The Man Who Laughs) é um filme mudo americano de 1928, dirigido pelo alemão Paul Leni. O filme é uma adaptação de um romance obscuro de Vitor Hugo de mesmo nome e é estrelado por Conrad Veidt e Mary Philbin. O Homem que Ri foi uma das produções da Universal que fizeram a transição dos filmes mudos para os filmes com som, usando o sistema de som Movietone introduzido por Willian Fox. O personagem principal do filme é a inspiração visual para o Coringa, arqui-inimigo do Batman. Confira o filme completo:

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Elvira

“E, se algum dia perguntarem a meu respeito, diga a eles que eu fui mais do que um belo par de peitos. Eu fui também um belo par de pernas. E diga a eles...Diga a eles que eu nunca deixei um amigo na mão. Nem um estranho, na verdade. E diga a eles...diga a eles que tudo o que fiz e disse, ta dito e feito, e que só peço para que as pessoas lembrem de mim por estas duas simples palavras... [pausa] quaisquer duas palavras, contanto que sejam simples.”
Elvira

Mais conhecida aqui no Brasil por aqueles que cresceram nos anos 80 e 90, Elvira é uma das icônicas personagens de terror americanas junto com o Guardião da Cripta. Mas, sua história começa muito antes do filme exibido à exaustão na sessão da tarde – e antes mesmo da própria criação da personagem.

Entre os programas temáticos mais comuns nos EUA nos anos 50, 60 e 70 estavam, os “horror film programs”, isto é, programas que exibiam filmes de terror, muitas vezes de monstros, mas haviam também aqueles que exibiam filmes B, filmes antigos e filmes sci-fi de baixo orçamento.. Estes programas contavam geralmente com um apresentador com um visual adequado ao clima, que comentava e introduzia os filmes que seriam apresentados.

Um destes programas era “The Vampira Show”, o primeiro a usar o formato de exibir filmes com um apresentador introduzindo-os. O programa era apresentado por Vampira, interpretada pela atriz Maila Nurmi, que também criou a ideia do visual da personagem.


Após The Vampira Show, o formato foi repetido diversas vezes, e nos anos 70, um dos mais populares era Fright Night. O programa foi ao ar de 1970 a 1981 e era apresentado por Larry Vincent, que interpretava o personagem “Sinister Seymour”. O personagem ficou conhecido pelo seu estilo de criticar os filmes que apresentava, de forma divertida, geralmente aparecendo numa pequena janela onde surgia no canto, fazia um gracejo e sumia de novo.


Após a morte de Larry Vincent, em 1981, o estúdio procurou um substituto para manter este tipo de programa no ar. Acharam que seria uma boa ideia usar uma apresentadora feminina, e tentaram trazer de volta The Vampira Show, mas não conseguiram entrar num acordo com Maila Nurmi. Começaram a procurar por mulheres que pudessem fazer algo parecido. Encontraram Cassandra Peterson, e deixaram para a atriz definir como seria o visual da Personagem. Com a ajuda de um amigo, ela criou o visual clássico que ficou até hoje.

O programa foi exibido com o nome de Elvira’s Movie Macabre (às vezes era apenas “Movie Macabre”) e tinha um formato voltado para o “terrir”, pois além de exibir filmes B de terror, tinha Elvira como apresentadora de roupas bastante apertadas, um decote difícil de ignorar e um corpo bastante...avantajado. Além disso, seu estilo satírico envolvia piadas consigo própria, com seu visual, com os filmes, com o gênero e tudo o mais que pudesse ser alvo de seus comentários ácidos.


Logo, a personagem entrou no imaginário popular e se tornou cult, virando, é claro, uma lucrativa marca para publicidade e mershandising, vendendo action figures, cards, máquinas de pinball, decoração de Halloween, model kits, calendários, perfumes e bonecas associadas à imagem de Elvira.

Elvira’s Movie Macabra teve 5 temporadas até mais ou menos 1987, mas sua popularidade continuou crescendo e chegou ao auge em 1988, quando foi lançado Elvira, Mistress of the Dark (conhecido aqui como Elvira, a Rainha das Trevas). Na história, Elvira é a anfitriã de um programa de baixo orçamento sobre filmes de terror que herda da tia uma velha mansão em Fallwell, Massachusetts, uma pequena cidade com apenas 1313 habitantes e bastante conservadora. Ela sonha em vender a casa e ir para Las Vegas, mas encontra dois sérios problemas: o primeiro são os adultos da cidade, que ficam espantados com o modo de como ela se veste e se comporta. Liderados por Chastity Pariah, eles fazem forte oposição à presença de Elvira na cidade. O segundo problema é um tio de Elvira que não herdou nada, mas deseja obter de qualquer maneira um "livro de receitas" que também foi herdado por Elvira, que dará a ele imensos poderes para fazer diversos tipos de bruxarias. Aqui, o filme se tornou um clássico cult da sessão da tarde. O filem também gerou uma série de TV, que não teve o mesmo sucesso, e uma sequência (que não é exatamente uma sequência, já que se passa no século XIX), em 2001, entitulada Elvira's Haunted Hills (As Loucas Aventuras de Elvira).


Cassandra Peterson continuou com seu personagem se apresentando em palestras e eventos de terror, cinema e quadrinhos, e levou Elvira novamente para a TV num revival de Movie Macabre em 2010, que desta vez apresentava apenas filmes em domínio público. Este revival durou 20 episódios.


Elvira também apareceu diversas vezes em DVDs, com lançamentos chamados “Double feature”, em que cada DVD continha dois filmes. Num destes era possível inclusive escolher entre assistir com as interrupções de Elvira, ou direto.

Embora Cassandra Peterson tenha trabalhado em outros filmes, Elvira é a personagem de uma vida para a atriz que até hoje contabiliza com a marca e é presença frequente em festivais de terror mundo afora, além de ainda contar com um grande número de fãs (dos quais me incluo).

Curiosidades:
- Maila Nurmi, criou o visual da personagem que interpretou, Vampira, a partir de Mortícia Adams, personagem das tiras de Charles Addams;
- Maila Nurmi também é vista como sua persoangem Vampira em Plano 9 do Espaço Sideral, de Ed Wood;
- A principal diferença criativa que impediu Nurmi de retomar The Vampira Show nos anos 80 foi a recusa do estúdio de colocar Lola Falana, uma cantora, dançarina e atriz afro-americana;
- Fright Night é, não por acaso, o título original do filme “A Hora do Espanto”, que traz como protagonista um adolescente que é fã do programa Fright Night apresentado por Peter Vincent, numa alusão á Larry Vincent, ator que apresentava o programa original;
- Cassandra queria originalmente que o visual de Elvira fosse inspirado no filme The Fearless Vampire Killers (A Dança dos Vampiros), de Roman Polanski, mais especificamente pela personagem de Sharon Tate. Mas a ideia foi recusada pelos produtores;
- Elvira também apareceu nos quadrinhos: Na DC, com uma série de vida curta em meados dos anos 80 entitulado Elvira’s House of Mistery, que foi adquirida pela Claypool Comics, que nos anos 90 publicou uma nova série chamada Elvira: Mistress of the Dark, cuja marca era compartilhada com a Eclipse Comics, que a distribuía. A série teve artistas conhecidos como Kurt Busiek, Steve Leialoha e outros, e contou com 166 edições. Mais recentemente, foi anunciada para 2013 uma série, também intitulada Mistress of the Dark escrita por R.H. Stavis e desenhada por Jeff Zarnow;
- Cassandra Peterson também estreou em filmes populares sem ser a Elvira, como Pee-wee's Big Adventure e em Allan Quartermain e a Cidade do Ouro Perdido;
- Elvira também lançou álbuns musicais: Elvira and the Vitones 3-D TV (1982), Vinyl Macabre (1983), Elvira Presents: Haunted Hits (1987), Elvira Presents: Monster Hits (1994) e Elvira Presents: Revenge of the Monster Hits (1995);
- Cassandra Peterson mantém uma webstore com produtos da Elvira, que também é o site oficial da personagem. Se quiser conferir, clique aqui.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Podcast Uarévaa #151: Filmes de Robôs e de Monstros



"Tem que falar do Godzilla.

TEM QUE FALAR DO GODZILLA!!"


Depois do comemorativo Podcast 150, o Uarévaa volta à programação normal com Freud, Marcelo Soares e Rafael Rodrigues trazendo como convidado o ilustrador Pericles Junior (Pacific Rim: Tales from Year Zero) para falar sobre filmes de robôs, filmes de monstros, filmes de Robôs contra monstros e, é claro, de Pacific Rim (ou Círculo de Fogo), que teve o Péricles como um dos Ilustradores da HQ que precede a produção.

E na leitura de comentários temos Freud, Marcelo e Moura com a repercussão da Rádio Uarévaa.


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Comentado no podcast:

- Um pouco da arte de Pericles Jr comentada no pod:




- Capa do Alex Ross para revista Pacific Rim: Tales from Year Zero



- Algumas páginas do Pericles Jr na revista







- Godzilla Vs Mechagodzilla



- O fim de Evangelion:



- O monstro do Coreano O Hospedeiro:



- O monstro de O Nevoeiro:



- O Sentinela do vindouro X-men: Dias de Um Futuro Esquecido:



- Robô Gigante de Exterminador do Futuro: A Salvação



- Daft Punk: Electroma



- I'm Here:


- Bambi Vs Godzilla



- A Liga da Justiça do Cliff Chiang







- Hqs do Rafael que ele esqueceu de citar:  uma com monstros (Boys and Monsters) e uma com robôs (Crônicas do Sistema Solar: Marte)



Conheçam mais do trabalho do Pericles Junior
 no site http://pjarts.net/ 

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