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domingo, 18 de maio de 2014

Rádio Uarévaa #5 - Novelas 80




"TÔ CERTO OU TÔ ERRADO?"


Salve galera, essa é sua Rádio Uarévaa no ar, sua vitrolinha digital quinzenal.  E hoje a gente vai ver novela.

Luiz Modesti, Thyago Moura e Marcelo Soares voltam no tempo e lembram as melhores músicas temas e as melhores novelas dos anos 80.

Numa época pré-internet, o que dominava as paradas de sucesso nas rádios eram as músicas que embalavam as intrigas, as graças e os romances dos folhetins televisivos.Venha com a gente lembrar de Tieta, Que rei sou eu, Bebê a bordo e muitas outras.


RÁDIO UARÉVAA – NOVELAS 80



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A Rádio Uarévaa tem Feed próprio, 
clique e assine!



Setlist de hoje:

Tieta - Luiz Caldas
Sassaricando - Rita Lee
Pelado - Ultraje a Rigor 
Guerra dos Sexos - The Fevers
Mordida de Amor - Yahoo
Comeu - Magazine
 Flores Em Você - Ira!
Que Rei Sou Eu? Eduardo Dusek
Meia Lua Inteira - Caetano Veloso
  Pavão Misterioso - Edinardo
Mistérios da Meia-Noite - Zé Ramalho
Hey Jude - Kiko Zambianchi



Conforme prometido pelo Moura, vejam ai a cena 
épica de Dercy Gonçalves em Que Rei Sou Eu?





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com críticas, elogios, sugestões e etc e tal.



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quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Agents of Shield - Episódio Piloto

Resenha porca do primeiro 
episódio de Agents of Shield
                                                             Por Alex Matos



Sossega que não tem spoilers, aerofólios ou quarqué tunage!



Assisti a todos os filmes da Marvel, apesar de não colecionar e nem ler mais quadrinhos mainstream a uns bons 3 anos, sempre fui uma putinha lazarenta dos personagens chubidubamente batutas dos quadrinhos, pois eles tinham essa pegada mais pé no chão, mais jogo de várzea. Super herói se fodia para pagar contas, ter relacionamentos, conciliar seu tempo para passar com a família, enfim, tinha problemas pessoais que gerava certa identificação desse pau d'água aqui.

Nem preciso dizer que curtia muito o Homem Aranha por ser um cara fudido como eu, cuja única diferença é ter poderes. Ok, pegar mulher gostosa também...



Caramba, dane-se os poderes, pegar mulher gostosa já tava bom pra mim!

Os filmes da Marvel mantiveram essa pegada mais pé no chão que sempre curtia nos quadrinhos, muitos dizem que os filmes são superficiais e medíocres. Concordo, mas são divertidos bacarai, não curto filme iraniano mesmo então foda-se!

A série Agents of Shield mantém a mesma pegada dos filmes da Marvel: leve, com diálogos supimpas, frases de efeito e personagens superficialmente complexos e bacanas. Para um primeiro episódio é normal os gringos exagerarem nos estereótipos para o povo zé ruela entender, então estão lá: Os nerds que mexem com tecnologia exatamente como todos os nerds que mexem com tecnologia de todos os filmes e seriados com interpretação irritantemente exagerada Emmett Brown do paraguai; Temos a fodona artista marcial oriental misteriosa pica das galáxias; O galã de quermesse superespião reclamão e certinho; A hacker engraçadinha que poderia ser modelo ou figurante de clipe de rap; E finalmente, o Agente fanboy Coulson interpretado do mesmo jeito que foi interpretado nos filmes, igualzinho, só que com uma pegada mais escoteiro gente boa excêntrico que toma leite e salva gatinhos.



Sobre a série em si, os diálogos estão bem bacaninhas, quase tão bons quanto os do filme Vingadores, com tiradinhas engraçadinhas e discursos rápidos. O desenvolvimento do plot é bem nhézinho, tradicional recrutamento dos personagens pelo velho da taverna, blá blá, uma breve apresentação do que cada um faz, blá blá, adiciona alguns mistérios, põe umas ceninhas de ação para mostrar que são fodões, apresenta a organização do mal e os objetivos do grupo.

 O personagem com superpoderes serve exatamente para esse fim de apresentar o teor da série: Depois do pega pra capar de nova York com alienígenas tretando com gente com superpoderes, o mundo está diferente e para cobrir essa mudança de paradigma, surge o grupo da Shield para catalogar, controlar e ajudar tanto os normais, quanto os super humanos. Esse grupo faz de tudo para não dar merda, para que todos possam continuar suas vidas normalmente, pagando suas contas, reclamando do governo e falando mal de seus vizinhos.



A série tem potencial, tirando os nerds irritantes (morram), senti que todos os personagens têm algo a ser desenvolvido, tem uma pegada misteriosa bacana. O que é muito bom para um primeiro episódio. Vou assistir mais episódios e rezar para que não seja mais um Heroes da vida.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Elvira

“E, se algum dia perguntarem a meu respeito, diga a eles que eu fui mais do que um belo par de peitos. Eu fui também um belo par de pernas. E diga a eles...Diga a eles que eu nunca deixei um amigo na mão. Nem um estranho, na verdade. E diga a eles...diga a eles que tudo o que fiz e disse, ta dito e feito, e que só peço para que as pessoas lembrem de mim por estas duas simples palavras... [pausa] quaisquer duas palavras, contanto que sejam simples.”
Elvira

Mais conhecida aqui no Brasil por aqueles que cresceram nos anos 80 e 90, Elvira é uma das icônicas personagens de terror americanas junto com o Guardião da Cripta. Mas, sua história começa muito antes do filme exibido à exaustão na sessão da tarde – e antes mesmo da própria criação da personagem.

Entre os programas temáticos mais comuns nos EUA nos anos 50, 60 e 70 estavam, os “horror film programs”, isto é, programas que exibiam filmes de terror, muitas vezes de monstros, mas haviam também aqueles que exibiam filmes B, filmes antigos e filmes sci-fi de baixo orçamento.. Estes programas contavam geralmente com um apresentador com um visual adequado ao clima, que comentava e introduzia os filmes que seriam apresentados.

Um destes programas era “The Vampira Show”, o primeiro a usar o formato de exibir filmes com um apresentador introduzindo-os. O programa era apresentado por Vampira, interpretada pela atriz Maila Nurmi, que também criou a ideia do visual da personagem.


Após The Vampira Show, o formato foi repetido diversas vezes, e nos anos 70, um dos mais populares era Fright Night. O programa foi ao ar de 1970 a 1981 e era apresentado por Larry Vincent, que interpretava o personagem “Sinister Seymour”. O personagem ficou conhecido pelo seu estilo de criticar os filmes que apresentava, de forma divertida, geralmente aparecendo numa pequena janela onde surgia no canto, fazia um gracejo e sumia de novo.


Após a morte de Larry Vincent, em 1981, o estúdio procurou um substituto para manter este tipo de programa no ar. Acharam que seria uma boa ideia usar uma apresentadora feminina, e tentaram trazer de volta The Vampira Show, mas não conseguiram entrar num acordo com Maila Nurmi. Começaram a procurar por mulheres que pudessem fazer algo parecido. Encontraram Cassandra Peterson, e deixaram para a atriz definir como seria o visual da Personagem. Com a ajuda de um amigo, ela criou o visual clássico que ficou até hoje.

O programa foi exibido com o nome de Elvira’s Movie Macabre (às vezes era apenas “Movie Macabre”) e tinha um formato voltado para o “terrir”, pois além de exibir filmes B de terror, tinha Elvira como apresentadora de roupas bastante apertadas, um decote difícil de ignorar e um corpo bastante...avantajado. Além disso, seu estilo satírico envolvia piadas consigo própria, com seu visual, com os filmes, com o gênero e tudo o mais que pudesse ser alvo de seus comentários ácidos.


Logo, a personagem entrou no imaginário popular e se tornou cult, virando, é claro, uma lucrativa marca para publicidade e mershandising, vendendo action figures, cards, máquinas de pinball, decoração de Halloween, model kits, calendários, perfumes e bonecas associadas à imagem de Elvira.

Elvira’s Movie Macabra teve 5 temporadas até mais ou menos 1987, mas sua popularidade continuou crescendo e chegou ao auge em 1988, quando foi lançado Elvira, Mistress of the Dark (conhecido aqui como Elvira, a Rainha das Trevas). Na história, Elvira é a anfitriã de um programa de baixo orçamento sobre filmes de terror que herda da tia uma velha mansão em Fallwell, Massachusetts, uma pequena cidade com apenas 1313 habitantes e bastante conservadora. Ela sonha em vender a casa e ir para Las Vegas, mas encontra dois sérios problemas: o primeiro são os adultos da cidade, que ficam espantados com o modo de como ela se veste e se comporta. Liderados por Chastity Pariah, eles fazem forte oposição à presença de Elvira na cidade. O segundo problema é um tio de Elvira que não herdou nada, mas deseja obter de qualquer maneira um "livro de receitas" que também foi herdado por Elvira, que dará a ele imensos poderes para fazer diversos tipos de bruxarias. Aqui, o filme se tornou um clássico cult da sessão da tarde. O filem também gerou uma série de TV, que não teve o mesmo sucesso, e uma sequência (que não é exatamente uma sequência, já que se passa no século XIX), em 2001, entitulada Elvira's Haunted Hills (As Loucas Aventuras de Elvira).


Cassandra Peterson continuou com seu personagem se apresentando em palestras e eventos de terror, cinema e quadrinhos, e levou Elvira novamente para a TV num revival de Movie Macabre em 2010, que desta vez apresentava apenas filmes em domínio público. Este revival durou 20 episódios.


Elvira também apareceu diversas vezes em DVDs, com lançamentos chamados “Double feature”, em que cada DVD continha dois filmes. Num destes era possível inclusive escolher entre assistir com as interrupções de Elvira, ou direto.

Embora Cassandra Peterson tenha trabalhado em outros filmes, Elvira é a personagem de uma vida para a atriz que até hoje contabiliza com a marca e é presença frequente em festivais de terror mundo afora, além de ainda contar com um grande número de fãs (dos quais me incluo).

Curiosidades:
- Maila Nurmi, criou o visual da personagem que interpretou, Vampira, a partir de Mortícia Adams, personagem das tiras de Charles Addams;
- Maila Nurmi também é vista como sua persoangem Vampira em Plano 9 do Espaço Sideral, de Ed Wood;
- A principal diferença criativa que impediu Nurmi de retomar The Vampira Show nos anos 80 foi a recusa do estúdio de colocar Lola Falana, uma cantora, dançarina e atriz afro-americana;
- Fright Night é, não por acaso, o título original do filme “A Hora do Espanto”, que traz como protagonista um adolescente que é fã do programa Fright Night apresentado por Peter Vincent, numa alusão á Larry Vincent, ator que apresentava o programa original;
- Cassandra queria originalmente que o visual de Elvira fosse inspirado no filme The Fearless Vampire Killers (A Dança dos Vampiros), de Roman Polanski, mais especificamente pela personagem de Sharon Tate. Mas a ideia foi recusada pelos produtores;
- Elvira também apareceu nos quadrinhos: Na DC, com uma série de vida curta em meados dos anos 80 entitulado Elvira’s House of Mistery, que foi adquirida pela Claypool Comics, que nos anos 90 publicou uma nova série chamada Elvira: Mistress of the Dark, cuja marca era compartilhada com a Eclipse Comics, que a distribuía. A série teve artistas conhecidos como Kurt Busiek, Steve Leialoha e outros, e contou com 166 edições. Mais recentemente, foi anunciada para 2013 uma série, também intitulada Mistress of the Dark escrita por R.H. Stavis e desenhada por Jeff Zarnow;
- Cassandra Peterson também estreou em filmes populares sem ser a Elvira, como Pee-wee's Big Adventure e em Allan Quartermain e a Cidade do Ouro Perdido;
- Elvira também lançou álbuns musicais: Elvira and the Vitones 3-D TV (1982), Vinyl Macabre (1983), Elvira Presents: Haunted Hits (1987), Elvira Presents: Monster Hits (1994) e Elvira Presents: Revenge of the Monster Hits (1995);
- Cassandra Peterson mantém uma webstore com produtos da Elvira, que também é o site oficial da personagem. Se quiser conferir, clique aqui.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Podcast Uarévaa #107 - Aquele Sobre Friends


"HEY! How you doin..?"

Freud, Moura, Rafael Rodrigues e Marcelo Soares se reúnem no café pra relembrar os momentos mais legais da série Friends e falar de como começou o seriado, curiosidades e etc e tal.






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E o RSS? E o ITunes? Já tá tudo ok?

Pois é, ainda não foi dessa vez que resolvemos...

Mas ao menos colocamos no ar novamente
TODOS os podcasts anteriores!


Últimos dias da Promoção Liga da Justiça Uarévaa


Para saber como participar clique logo AQUI
pois o prazo acaba nessa segunda, dia 10/09.


NÃO Comentado no Podcast

- Esquecemos de citar os posts do Moura sobre a série (leia AQUI e AQUI) e a abertura de NO FRIENDS, mas veja ai assim mesmo que vale a pena.




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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Podcast Uarévaa #77 - Maiores Vilões do Cinema, TV e HQs


Feira da Fruta é a feira mais cara
Aonde só dá vilão

Freud, Moura e Zenon falam dos maiores vilões do Cinema, Tv e HQs. Sim, exatamente o que já está no título, estou sem criatividade pra escrever firuladas aqui hoje.




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E o RSS? E o ITunes?

O CURINGA COMEU TUDO AS QUATORADATARDE!

Ocorre que o Mevio, o site onde hospedávamos o podcast suspendeu as contas de uma cacetada de shows por ai, inclusive o nosso. Foi por medo de se queimar com a SOPA? Medo do cerol da PIPA? Não sabemos. O fato é que estamos buscando outra solução no momento e com isso mudou o player do post, a forma de baixar o arquivo e esperamos em breve acertar os feeds e iTunes.


Comente ai ou mande seu e-mail (contato@uarevaa.com) com críticas, elogios, sugestões, cagações de regra e tudo mais sobre nosso podcast.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Você sabe quem foi Ale Rocha?


Olá amigos.

Hoje eu começo o post com um gosto amargo. Faleceu na terça, dia 06 de Dezembro de 2011, o colunista de TV Ale Rocha, aos 34 anos.



Ale Rocha nasceu em São Paulo. Em 90 foi para Mogi das Cruzes. Voltou para Sampa para estudar jornalismo na PUC.
Em 2005 foi diagnosticado com hipertensão pulmonar.

Assim, Ale teve sua carreira interrompida pelas complicações da doença. E entrou na fila do transplante.

Foi com o diagnóstico, e a decisão do jornalista em continuar tendo sua opinião acompanhada, que ele lançou o blog Poltrona.
E se tornou assim o melhor crítico de TV do país.
Ale lançou livro.
Tornou-se colunista do Yahoo.
Comentarista de TV na Record.

E isso tudo depois de ser diagnosticado com uma doença gravíssima.
Ale se tornou conhecido. E pela qualidade do trabalho que apresentou.
Ele tinha discernimento, senso crítico. E acima de tudo, ele consumia televisão.
Tudo que escreveu foi com coração e razão, trabalhando juntos.

Escreveu textos onde encontrou todas as entrelinhas de novelas, que tanto temos preconceito. Seja discutindo a psicopatia, o preconceito hipócrita, moralista e retrógrado da TV brasileira ou o maldito politicamente correto, ele consumia televisão e por isso mesmo, sabia o que falar para o leitor / telespectador. Levantou bandeiras, defendeu direitos. Mostrou-se, no momento mais frágil da sua vida, muito mais forte que muita gente extremamente saudável.

Depois de anos de espera, chegou sua vez do transplante. Uma operação de risco altíssimo. Não sobreviveu.
Uma infecção decorrente do transplante levou o jornalista.

Foram seis anos de espera. Seis anos. A prova de como a fila do transplante no Brasil é lenta, vergonhosa.
E aqui fica meu apelo, conselho, pedido: Doem órgãos. Comuniquem sua vontade de ser doador a suas famílias. Eu sou doador, comuniquei isso a minha família, e, espero que no dia em que me for dessa pra melhor, eu possa dar vida nova a quem precisa.

Adepto assíduo do twitter, a última twittada de @alerocha foi cheia de esperança, logo antes da cirurgia. Fazia graça repetindo o bordão criado por Cristiane Torloni: "Hoje é dia de Rock, bebê."

Ale Rocha deixa esposa e um filho de quatro anos, com o qual ele sonhava um dia poder jogar bola.

Hoje é dia de Rock, Ale. Hoje e sempre.

Até o próximo episódio.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Uarévaa – a Novela

E ae rapaziada.


Cheguei a uma conclusão: quando eu falo de séries, quase não tem comentários.
Mas bastou falar dos heróis e vilões de novelas, que choveu gente comentando (tá, nem tanto.)

Então como em novela que ta dando audiência não se mexe, vamos esticando a trama tale quale os autores fazem, e tirando leite de pedra, vou seguir a sugestão do Pedroso.
Ele pediu que eu fizesse um casting novelístico com os membros desse humilde blog!

Bora lá?



Então vamos ao novelão. Foda que por ser um blog nerd, a grande maioria aqui é de homens (e um gaúcho). Mas mesmo assim, segue aí a patacoada!

Toda novela tem seu casal principal. Isso é simplesmente irrevogável. E claro, nossa novela conta com seu casal protagonista!

Eles vão enfrentar muitos desafios para ficar juntos, se apaixonar loucamente e lutar por esse amor!

O jovem roqueiro que sonha com o sucesso e estrelato, sempre dando nó em pingo d’água. Um cara cheio de marra, porém com um coração imenso.
Para o papel do Duende Amarelo temos...

Paulo Ricardo.


Eu quebrei a cabeça pensando em um ator que fosse também músico. Fora o Fábio Junior, só me ocorreu o vocalista do RPM que já fez a novela Esperança. Ou então Evandro Mesquita. Ah, fica o Paulo Ricardo mesmo. Começa um Duende rockeirão fase anos 80 e quando se apaixona cai pro brega da fase romântica.

Mas se nas veias do Duende Amarelo corre rock n roll, seu coração passou a bater mais forte quando ele conheceu uma garota especial. Jogadora de futebol, cheia de personalidade e carisma, ela conquistou o arredio pretenso rock star com o seu jeito seguro, mas cheio de meiguice. Para o papel de Pin...


Susana Werner


E pra encontrar uma atriz que também mandasse bem de bola? Era ela ou a Milene Domingues. E a Milene nem atriz é. A Susana não é lá grande atriz? Grandes coisas, isso é novela.

Bem, Duende tem um irmão. E esse irmão quer um dia ser como ele. Entretanto o garoto, juvenil, é extremamente atrapalhado. O famoso malandrão agulha, sabe? Bem, sempre cheio de marra, mas que acaba se estrepando, e fazendo às vezes de alivio cômico, temos o jovem Z, vivido por...

Sérgio Hondjakoff


Ou melhor, dizendo, o Cabeção da Malhação.
O maior motivo da minha escolha foi esse clássico:


Um designer metido a humorista, cheio de piadinhas infames e comentários sarcásticos. Um nerd que tenta ser cool – mesmo que sem sucesso. Para o papel de Moura, esse que vos tecla, exijo...

Selton Mello


Na real isso foi sugestão do Rafael. Primeiro eu pensei no meu primo Wagner “Capitão Nascimento”. Depois pensei em Bruno Mazzeo ou Lúcio Mauro Filho. Mas, ah, que se dane, eu sou fã do Selton Mello =D. E o cara é sempre isso ae mesmo, um nerd tentando ser legal.

E vindo diretamente nas bandas do norte do país, temos um achado. Um gênio da comunicação, cheio de idéias e que resolve tudo para o resto das cabeças ocas do elenco. Uma pessoa que transmite sabedoria e sagacidade em sua aparência simples. Para o papel de Marcelo Soares, não tem outro senão...

Mateus Nachtergale


Afinal, se nos protagonistas primamos pela beleza e talento (musical e esportivo), o resto do elenco precisa ter grandes nomes. E ninguém melhor que João Grilo em pessoa para dar vida ao nosso editor oficial.

Toda novela precisa ter seu pegador. E esse personagem seria o Don Juan. Uma espécie de José Mayer jovem, ele passa o rodo por todo o elenco feminino, formado por modelos internacionais, participa de orgias e conquista qualquer garota com seu papo sedutor. Para viver nosso Casanova, Shazam...


Lázaro Ramos


Afinal, em Insensato Coração ele já fez o papel do Shazam.

Novela precisa de mistério. E se precisa de mistério, precisa de um personagem misterioso. Ele é soturno. Ele é taciturno. Ele é sombrio. Ele é gaúcho. Envolto em perguntas, diretamente das sombras, para viver o paranóico Rafael Rodrigues...


Caco Ciocler

Ciocler está acostumado a personagens mais nesse estilo. Ele consegue passar uma sobriedade e uma excentricidade que leva justiça ao personagem real de Rafael Rodrigues. É ele na cabeça.

E falando em excentricidade, o que é de uma novela sem o maluco? Jamanta, Tonho da Lua, Tião Galinha... Um doido sempre é bem vindo. E nós temos nosso próprio porra-louca. Um homem que beija mulher vomitada e é adepto do “lavou, ta novo”. Uma incógnita para seus amigos – e para toda a sociedade, seja ela qual for. Um ser que sequer pode ser enquadrado em alguma definição. Em um mundo em que existem heterossexuais homossexuais e Alex Mattos, o ator para vivê-lo seria...

Murilo Benicio


Murilão já fez tudo quanto é tipo de personagem. Alguns ele mandou muito mal, mas sempre que precisa fazer papel de maluco, ele detona. Mistura a escrotidão o Dódi de A Favorita, com a doideira do Juca Cipó de Irmãos Coragem e a caipirice do Tião de América, e temos algo próximo ao Ser Supremo.

Outra coisa que não pode faltar em novela: um dos grandes nomes. Fagundão, Tarcisão, Chico Cuoco... Sempre há de ter um representante dos figurões globais. E temos um papel importante em aberto. Um tiozinho simpático. Para o papel do nosso tiozinho simpático, Vini...


Tony Ramos


Afinal, Tony Ramos é a definição de tiozinho simpático. Tal qual nosso ilustrador e colunista.
Pensei em colocar o Humberto Martins, mas aí seria apenas para deleite e satisfação de nosso amigo Ckreed, ao ter seus dois musos unidos em um só. (Ui!).


Bem, claro que por ultimo, mas não menos importante aquele ultimo nome que aparece. Sabe depois que todo o elenco é colocado nos créditos de abertura, surge:

Lima Duarte como Freud


Que é pra fechar com chave de ouro.
Eu sei que a diferença de idade é grande, mas nada que a maquiagem não possa fazer pra aumentar alguns anos na fisionomia do Lima.


E aí? Gostaram? Discordam? Querem dar mais sugestões? Fiquem a vontade.

Até o próximo episódio.
Ou melhor, capítulo.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

A Legião do Mal Brasileira


E ae rapaziada!

Na semana passada fiz um post com os heróis das telenovelas que poderiam formar uma Liga de Justiça. E como promessa é dúvida, pra essa semana temos a Legião do Mal das telenovelas.

Curioso?


Então clica aê.


Marco Aurélio (Vale Tudo)

Vice presidente de uma empresa de aviação, a TCA, Marco Aurélio desviava dinheiro da companhia para sua conta. Corrupto até o último fio de cabelo, ele adquiriu milhões e milhões de forma totalmente irregular, tentou corromper todos ao seu redor e ainda participou do assassinato de Odete Roitman. E que fim levou o bandido? Fugiu do país de helicóptero e ainda mandou uma banana pro Brasil.



Marco Aurélio é praticamente a versão tupiniquim de Lex Luthor. Depois de anos vivendo fora, ele decide voltar e aos poucos vai se infiltrando nos bastidores do poder, eliminando qualquer ameaça a sua ascensão. Com a fortuna que adquiriu, ele patrocina um grupo de vilões que servirão a todos os seus propósitos.





Nazaré Tedesco (Senhora do Destino)

Naza. Nem precisa de maiores descrições. A mulher pintou e bordou na vida de todo mundo, seqüestrou um bebê para segurar um homem, mentindo que se tratava de sua filha, depois, por ciúme, matou o maluco. Aliás, matou uma pá de gente, seja atirando escada abaixo ou metendo uma tesoura no bucho. Naza era psicótica e não pensava uma vez sequer em passar por cima de quem for. Alem de ser divertida pra caramba. Foi a vilã de novela mais caricata e perturbada que já vi, quase o Coiote do Papa Léguas.



Ela se jogou de uma ponte no fim da historia, caindo no mar. Mas como todo mundo sabe, se não tem corpo, não tem morte comprovada. Então podemos supor que ela sobreviveu e eventualmente conheceu Marco Aurélio, começando ali um tórrido relacionamento. Até porque, afinal, ela lembra muito a ex-mulher do vilão, Heleninha manguaça. Aliada e amante do milionário, os heróis teriam que tomar muito cuidado sempre que estivessem no topo de uma escadaria.



Alucicrazy



Renato Mendes (Celebridade)

Era o editor de uma importante revista, a Fama, e nunca teve nenhum escrúpulo. Seu desejo era tomar a presidência do grupo Vasconcelos, ao qual pertencia a publicação, de propriedade de seu tio Lineu. Renato manipulou todo mundo para alcançar seu objetivo, inclusive o próprio filho bastardo. Aliou-se a dupla de vilões Laura e Marcos, e acaba matando os dois no fim da trama, e sendo preso com todas as suas falcatruas reveladas.

Marco Aurélio veria todo o potencial do jornalista. Dissimulado e frio, seria o braço direito da organização. O cara dos contatos, aquele que faz os contatos e manipula o que for necessário.





Flora (A Favorita)

Falando em pessoa dissimulada, ninguém imaginava que a doce Flora, que por anos jurou inocência pela morte do marido da melhor amiga, era na verdade, realmente culpada. Mais que isso, era uma psicótica doida, que tem um descaso absurdo pela vida humana. Deixou uma pilha de corpos em seu caminho, e ainda se passava por boa moça durante boa parte da trama.

Flora voltou pra cadeia, mas seria tirada de lá e se tornaria a assassina de elite da organização. Pela quantidade de vezes que conseguiu se disfarçar, matar e sair impune e incógnita, ela é uma potencial espiã.



Dizem que o Coringa se caga de medo dela.




Ravengar (Que Rei Sou Eu)

No século 18 (número romano é o escambau), um país Europeu chamado Avilan passava por uma grande revolução. O reino, corroído pela corrupção, viu a morte de seu rei. A rainha tomou o poder, totalmente despreparada, e começaram as buscas pelo filho bastardo do rei, que deveria assumir o trono. É então que o feiticeiro da corte, Ravengar, cria um plano e coloca um mendigo no trono, alegando ser o herdeiro. Ravengar era um poderoso bruxo, e o grande nome por trás das conspirações e tramóias que visavam favorecer sempre os mesmos no reino. País bem familiar a nós, não?

Bom, como ele é um feiticeiro, ainda estaria vivo hoje em dia. Marco Aurélio ficaria sabendo da sua existência no local onde outrora foi o reino de Avilan e o chamaria para ser seu aliada. Os poderes místicos de Ravengar, alem de sua capacidade de criar esquemas escusos e a sua crueldade o fazem um vilão de responsa.



Além do que, acertou em cheio.




Fred (Olho no Olho)

Fred Zapata é um paranormal com telecinesia, telepatia, capacidade de se teleportar... Trabalhava para uma organização criminosa liderada por seu pai, Cezar, e era seu braço direito e um assassino frio. Tornou-se o nêmeses de Alef, mesmo depois de terem se tornado amigos quando Cezar se envolveu com a mãe de Alef, época em que ajudou o garoto a desenvolver seus poderes.

Ele estaria depois de todos esses anos preso em uma prisão especial, sendo analisado pelo governo federal. Mas seria resgatado, se tornando aliado dos vilões e sua arma mais mortífera, afinal, ele sempre dominou seus poderes muito melhor do que Alef.



Não achei uma maldita cena de efeito especial dessa novela. Maldito tempo que não tinha multimídia.





Professor Astromar (Roque Santeiro)

Na pequena cidade de Asa Branca, sempre houve um mistério: dizia a lenda, que um lobisomem rondava a cidade em noites de lua cheia. E todos acreditavam que era o Professor Astromar Junqueira, presidente do centro cívico asabranquensse, homem civilizado, educado, polido, intelectual e altamente sorumbático e taciturno. Ao fim, descobrimos que o própria era realmente o lobisomem.



Posso penetrar?

O lance é que Astromar não era um vilão propriamente dito. Na sua forma humana, era um homem simpático e aprazível, mesmo que assustador. Por isso ele seria tipo o Lagarto, do Homem Aranha. Capturado pela organização, eles o forçariam a se transformar na sua forma monstruosa, utilizando-o quando necessário, apenas para manter o pobre professor como prisioneiro em sua forma humana.






Mas o principal assassino trabalhando para Marco Aurélio seria um grande mistério. Responsável pelas mortes mais discretas, ninguém saberia de sua existência, nem mesmo a maioria dos aliados de Marco Aurélio. Tudo que se sabe é que sempre que alguém precisa morrer, um Opala preto é visto no local...

Adalberto (A Próxima Vítima)

Responsável pela morte de 10 pessoas, ele era meticuloso e discreto. Demoraram décadas até que ele fosse descoberto. Adalberto sempre foi considerado um cretino burro por todos, mas se revelou mais inteligente do que qualquer um poderia imaginar. Um serial killer de primeira.



E então você me pergunta: ma como, porra? Ele tomou uns balaços do Paulo Betti.

Bem, estamos falando de uma história bem quadrinhos, certo?

Adalberto está no hospital, praticamente morto, agonizando. Atraídos pela surpreendente história do assassino do Opala Preto, a organização precisava tê-lo em suas fileiras. Porém, quase morto, qual seria a saída para trazer Adalberto de volta a vida?



Bem, indo ao extremo, que tal dar ao serial killer a vida eterna? E quem melhor para fazer isso do que o poderoso...

Vlad (Vamp)

O todo poderoso Conde Vladimir Polanski era a encarnação do demônio na terra. O mais poderoso entre os vampiros, ele criou uma horda de sanguessugas ao seu redor, com o objetivo de dominar o mundo, conquistar sua amada Natasha e destruir a cruz de São Sebastião, único objeto que poderia derrotá-lo. Colocava medo em absolutamente todos os personagens da novela com seus poderes descomunais.

Porém a cruz se transformou em uma flecha e ela foi usada para matar o vampirão de uma vez por todas.



Mesmo assim, Ravengar utiliza um feitiço milenar e consegue trazer o senhor das Trevas de volta a vida. Porém lança nele um feitiço que o impede de se voltar contra seus novos aliados. Vlad é a grande ameaça que a organização possui. Um ser que pode trazer o apocalipse para a Terra.



E um baita dançarino.




Mas quem teria reunido todos esses crápulas, assassinos e psicopatas?

Quem teve esse maléfico plano de reunir um grupo tão poderoso e cruel?

Claro que teria que ser alguém que jamais imaginaríamos... O inocente, aparentemente inofensivo...

Super Téo (Vereda Tropical)

Tímido, gago, reprimido, sofrendo bullying de todo mundo, inclusive da mãe e do avô, Téo se refugiava em um mundo paralelo na sua imaginação onde era um super herói. Mas jamais conseguiu deixar de ser patético e medíocre na vida real.

Com isso ele foi criando um ódio imenso em si, alem do desejo absurdo de ser especial. De ser realmente SUPER. E é por isso que ele usou toda sua inteligência nerd para pesquisar atividades super humanas pelo Brasil. Foi ele que descobriu a existência de um complexo governamental que guardava um poderoso paranormal; um velho feiticeiro vivendo nas ruínas de um reino acabado; os boatos sobre licantropia na cidade de Asa Branca; a lenda sobre o ataque vampiresco em Armação dos Anjos e a morte do mais poderoso dos vampiros; e ainda o caso dos assassinatos em série em São Paulo. Com muita informação e um plano perfeito que levaria Marco Aurélio ao domínio do poder paralelo no país, ele se aliou ao empresário, sendo o cérebro por trás de todos os planos da organização.

Mas seu real objetivo era encontrar o cientista responsável pela criação do primeiro clone, Albieri, um especialista em genética. Ele acredita que Albieri possa finalmente realizar seu sonho, e torná-lo um super humano.



E antes que alguém diga que o Super Téo não poderia virar um doido psicótico: Meu, olha o uniforme que ele imaginava usar. E ele queria pegar a Cristina Pereira!


Galera tinha pedido um plot, então ta aí.

Faltou alguém? Concorda, discorda? Comentem aí embaixo!

Valeu mesmo pelas sugestões e pela participação galera.

Até o próximo episódio!

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

A Liga da Justiça Brasileira!

Buenas rapaziada!

Hoje eu tava sem inspiração nenhuma pra coluna, então vou fazer uma gambiarra com um post bem sem noção.


Como percebemos no podcast sobre novelas tem uma galera que acessa o blog e curte / curtia assistir essa pérola da cultura popular brasileira.

E como eu sei que também curtem (pelo menos acredito) super-heróis, vamos brincar ae de criar a Liga da Justiça brasileira de heróis das telinhas?




Já começo dizendo que cortei qualquer personagem de Os Mutantes da Record. Aquilo não merece sequer ser lembrado!

E preparem-se, porque eu fui fundo na memória afetiva pro que vem por aí!

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Raimundo Flamel (Fera Ferida)

Bem, alguém precisaria reunir os heróis para enfrentar a ameaça que surgisse. E, claro, alguém teria que patrocinar a Liga. Sendo assim, logo pensei em Raimundo Flamel. Ele perdeu os pais ainda criança, saiu pelo mundo treinando as artes da alquimia, e voltou a sua cidade anos mais tarde, com outra identidade, em busca de justiça contra os poderosos. Ao final, ele conseguiu enganar toda a cidade e ainda derrubar um por um seus inimigos, dando um novo destino a cidade de Tubiacanga.

Rico e excêntrico, com um senso de justiça aflorado, Flamel seria o líder e cabeça por trás da organização do grupo. Além disso, sua experiência com alquimia o torna um potencial herói. Flamel era praticamente um Bruce Wayne brasileiro.




Natasha (Vamp)

Se a Liga dos Cavaleiros Extraordinários do Moore tem a sua Mina, nós temos nossa vampira brasileira. Natasha trocou sua alma com o poderoso vampiro Vlad por sucesso e dinheiro. Mas arrependida, ela passou a lutar contra o monstrengo e ajudou a salvar Armação dos Anjos ao lado de seus novos aliados.

Vampira, Natasha tem uma sorte enorme de poderes (ainda mais em novela brasileira, que inventa o poder que quiser pra vampiros) e seria a personagem dúbia, perdida entre o heroísmo e a sua natureza monstruosa.



Uma vampira com a Transilvânia muito peluda.


Esteban “Pescador Parrudo” (Kubanacan)

Toda a equipe precisa do seu porradeiro Wolverine casca grossa. Na década de 50, Esteban acordou desmemoriado no litoral de Kubanacan, e logo de cara mostrou que, mesmo não se lembrando como, era altamente treinado em diversas artes marciais. Esteban conseguiu derrubar um governo ditatorial e ainda pegou o elenco feminino praticamente inteiro. No fim descobrimos que o Pescador Parrudo na verdade era um viajante do tempo enviado dos dias atuais de volta. Ele era tão super-herói que teve direito a um nêmeses que era ele mesmo: O Dark Esteban.

Bom de briga, totalmente treinado e viajante do tempo, Esteban tem que ter seu lugar nessa liga.

Ah, e qualquer coisa diz que ele conseguiu voltar pro nosso tempo... Tipo quadrinhos mesmo.



E, por favor, usando camisa.


Alef (Olho no Olho)

Alef estava internado em uma clínica psiquiátrica, considerado maluco, até que o parapsicólogo Guido Bellini o resgatou. O rapaz passou a ser disputado pela organização criminosa liderada por Cesar Zapatta, que desejava usar os poderes do garoto para o mal. Alef não sabia usar os seus poderes, e foi no pior estilo Smallville, aprendendo dia a dia a controlar sua paranormalidade, até enfim derrotar os vilões, salvando o país de uma quadrilha que controlava os bastidores do poder.

Toda a equipe precisa de um telepata e telecinético. Alef pode mover objetos com o pensamento, tem visão além do alcance, e ainda pode se teleportar. 20 anos depois dos acontecimentos da novela, ele agora tem controle total sobre seus poderes e seria a Fênix da equipe.




Mario Fofoca (Elas por Elas)

Mario Fofoca ficou tão conhecido que depois da novela ganhou sua própria série, e depois um filme. Detetive atrapalhado e cheio de manias, meio Monk, meio Didi Mocó, ele sempre tem problemas seguindo pistas erradas, mas sempre consegue desvendar o caso que tem em mãos.

Como toda a equipe precisa de um detetive e de um alivio cômico, o personagem ta dentro da equipe.

Seria aquele personagem bucha, que entra na equipe por acaso, mas acaba eventualmente sendo responsável pela resolução do problema.



Tipo o Robin.


Tatuapu (Uga-Uga)

O jovem Adriano Karabastos caiu de avião na floresta amazônica com seus pais, e foi criado por índios, muito longe da civilização. Mas um dia seu avô descobre sua inocência e manda resgatar o garoto, que tem problemas para se adaptar a cidade grande e ainda age como um silvícola. Porem seu bom coração e suas habilidades, aprendidas por uma vida toda na selva, além de grande agilidade, ajudaram o rapaz a acabar com aqueles que queriam prejudicar seu combalido avô.

O Tarzan da equipe, com um que de Homem-Aranha ainda viveria entre o mundo dos brancos e dos índios, e seria convidado a se unir ao grupo. Seria a imagem da inocência aliada à selvageria.



E por favor, usando calças.


Naomi (Morde e Assopra)

Essa novela eu confesso que não assisti. E pelo jeito deve ter sido ruim demais. Mas vá lá, tinha uma mulher robô superforte. E toda super equipe de heróis tem que ter um robô ou alguém superforte. Pelo que entendi nas pesquisas aqui pro post, ela fugiu das pessoas no final da novela, mas nada que a fortuna de Flamel não pudesse resolver, resgatando a robozinha e tornado-a aliada do grupo. O famoso lance do robô que vai se tornando se cada vez mais humana e talz.

O Visão da equipe, mas mais gostosa.




Herculano Quintanilha (O Astro)

Herculano era um pilantra que passou o golpe numa cidade inteira e acabou na cadeia. Preso, ele conheceu o mago Ferragus, e se tornou seu aprendiz. Saindo da cadeia, passou a usar a magia para ganhar dinheiro, até que se tornou uma peça central na luta de uma família pelo poder das empresas Hayalla. Depois de ajudar o herdeiro legitimo a tomar o que era seu, Herculano teve que fugir do Brasil e se tornou o braço direito do presidente de um país da América Central. Em uma revolução, foi cravejado de balas e ainda assim sobreviveu.

Quer dizer, essa mistura de Dr. Estranho com Highlander seria importante para fechar a equipe, sendo o mago do grupo.



Praticamente o Rajá Azul.


Fechando a equipe, um importante colaborador. Toda a equipe precisa do seu cientista, e quem melhor do que o homem que criou o primeiro clone humano?

Doutor Albieri (O Clone)

Eu sei que ele é geneticista, mas vamos pela lógica dos quadrinhos, que todo cientista é bom em qualquer área de ciência. Albieri com suas sobrancelhas fartas é a equipe de apoio do grupo.



E depois de anos andando pelo deserto, ele decide redimir a cagada que fez e se tornar um herói.

Afinal, não tem cagada maior que clonar o Murilo Benicio.



E é isso que temos pra hoje.

Digam ae nos comentários quem mais vocês gostariam de ver nessa Liga.

Ou melhor ainda, digam quem seriam os vilões pra enfrentar esse grupo =D

As melhores sugestões aparecem aqui semana que vem.

Até o próximo episódio.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

O caso Rafinha Bastos, e o Politicamente Incorreto

E hoje é dia de polêmica no Moura em Série.


Essa semana repercutiu em todo o país o afastamento temporário de Rafinha Bastos do CQC devido a uma “piada” feita com a cantora e neta de Francisco, Wanessa (Camargo).



Acontece que a garota é esposa de um pica grossa da publicidade, e sócio de Ronaldo, que não gostou nada da brincadeira do gaúcho e ameaçou foder toda a publicidade do programa. Como imaginado, Rafinha foi afastado da atração.

E aí, que tal esse politicamente incorreto? Aliás, esse tipo de piada é ser politicamente incorreto?


Eu reclamo muito que o “politicamente correto” está acabando com toda a diversão. Piadinhas família, humor do bem, bordões aos borbotões. Mas claro que existe uma onda que acaba indo contra a maré e quer ser “politicamente incorreto”. Entretanto, como qualquer onda, o termo acaba se perdendo na maré e muita merda vindo com a correnteza.

Se o politicamente correto é muitas vezes hipócrita – e dentro de si mesmo preconceituoso, afinal trocar o termo negro por afro-descendente é julgar o próprio termo negro como ofensivo – os defensores do politicamente incorreto acabam perdendo a mão ao tentar se opor a essa atitude.

Resumidamente, na minha humilde e sempre correta opinião, ser politicamente incorreto deveria ser combater a hipocrisia social, desmascarar preconceitos e derrubar paradigmas obtusos impostos.

Mas ao contrário, tem sido usado como desculpa para simplesmente ser babaca.

Esse ano eu fui ao stand-up de dois humoristas que participam do Comédia MTV. Fui empolgadão porque adoro o programa e inclusive rio muito com os dois supracitados comediantes. Qual foi minha surpresa ao perceber que ao invés de piadas, eu ouvi uma sucessão de palavrões. Só o termo “dar o c*”, um deles repetiu ao infinito e além. Todas as piadas tinham como base simplesmente um palavrão e um gancho besta. As risadas vinham, eventualmente, mas me pareciam em muitos momentos forçadas e amarelas.

De boa? Falar palavrão e fazer movimentos erógenos citando a própria genitália o tempo todo não é humor. É apelação. Não é ser politicamente incorreto. É se imbecil.

Eu sou um tanto critico em relação a humor, até porque é meu gênero favorito. Um texto de comédia tem que ter o mesmo preparo técnico que um texto de drama, por exemplo. Ter conteúdo, e o que dizer.

Humor tem que ser agressivo? De forma alguma. Dizer isso é no mínimo simplista. Está aí Mr. Bean, Chaves, Chaplin, entre muitos outros, que sempre fizeram rir sem apelar ou ofender ninguém.

Existe sim o humor mais afiado, mais ferino. E eu gosto muito desse tipo de humor. Quem me conhece sabe o quanto sou adepto ao humor negro. Porém tem que saber diferenciar.

Existe uma imensa diferença entre crítica, zoação e ofensa.

O bom humor se faz com crítica. O humor divertido se faz com zoação. O humor de mau gosto de faz com ofensa.

O personagem Caco Antibes, do Sai de Baixo, era totalmente politicamente incorreto. Um elitista falido que odiava pobres e vivia fazendo piadinhas com as classes menos abastadas – mesmo que ele mesmo estivesse nessa situação.



O lance é que Caco era a caricatura dos esnobes brasileiros, da classe corrupta e mau caráter. Claro que as piadas de pobre eram hilárias, todas baseadas em costumes reais dos mais populares. Todo o PI de Caco era na verdade uma critica a si mesmo.

É o que acontece com personagens da internet como Cleycianne e Eu Sou Ryca. Politicamente incorretas até as tampas, ambas as personagens são na verdade, críticas a si mesmas. A primeira usa seu blog para criticar famosos que vão contra a palavra de Deus, numa crítica explícita aos fanáticos religiosos. A segunda repete o estilo Caco Antibes ao usar a personagem Norma – com o avatar da minha, só minha, Carolina Ferraz – como uma ricaça que tem nojo de gente pobre e brega, ou quem ela julga assim.

Claro que tem muita gente que não entende a piada. Basta olhar a quantidade de gente que se indigna com os comentários da Cley, assim como fanáticos religiosos que acabam dando seu aval nos posts da personagem, acreditando ser uma pessoa real. O que, na verdade, só assina embaixo da piada.

Homer Simpson. A forma em celulose mais perfeita do PI. Beberrão, burro, irresponsável, mau pai, péssimo marido. E cheio de material a ser explorado. Simpsons é indiscutivelmente uma grande critica ao American Way – e sendo assim, toda a escrotidão do patriarca amarelo se justifica. O mesmo pode ser dito de Al Bundy, o mais vitorioso perdedor da TV americana em Married with Children.

Mesmo nos programas de esquetes, o Brasil já fez muito isso.

Viva o Gordo era genial. É até difícil acompanhar hoje em dia as reprises do canal Viva, pois todas as piadas eram muito contextualizadas com a realidade da época. Jô estava no seu mais ácido momento, atacando as mazelas do país recém saído da ditadura. O gordo aproveitou a recém conquistada liberdade de expressão para utilizá-la da forma útil. Expondo e ridicularizando tudo que havia de podre na Republica das Bananas.



Hoje o que eu vejo no Programa do Jô é uma sombra do que ele fora outrora. Em raríssimos momentos é perceptível o critico contundente, que ainda deve viver embaixo da cansada forma volumosa do apresentador. De resto, lhe sobraram piadas velhas ao fim do programa e entrevistas que pouco lembram seu auge.

E falando em bananas, O Planeta dos Homens também tinha todo essa aura contestadora. Quer mais PI do que o Costinha vestido de padre?



Percebeu a sutileza da sacanagem? Costinha dando aquela sacaneada, sem ser explicito ou ofensivo.

E hoje? Hoje temos o Zorra Total. Piadas sem graça, repetidas e bordões vergonhosos.

E não posso falar em politicamente incorreto sem citar aquele que começou baseado nisso e acabou virando um pequeno esgoto a céu aberto.

Casseta & Planeta era crítico e contundente, vindo da junção dos politicamente incorretos “Casseta Popular” e “Planeta Diário”. Se já tive a oportunidade de ver matérias em que os cassetas se embrenharam em plena favela da Rocinha com direito a chegar a fazer a seguinte piada:

O casseta pergunta a uma criança na favela:

-Cadê a orelha?

-Tá aqui (apontando pra orelha).

-E o nariz?

-Tá aqui (apontando pro nariz).

-E a boca?

-Ali, na rua de baixo.

Anos depois tudo que podíamos ver eram piadas com peidos, paródias sem graça das novelas e produtos Tabajara roteirizados por crianças de cinco anos.

E são os mesmos caras que escreviam humor pesado como Dóris para Maiores e TV Pirata.

E um companheiro de Rafinha no CQC fez um dos espetáculos mais politicamente incorretos que eu já vi. E esse sim pode assumir esse termo, tanto que é o nome do show de Danilo Gentilli, apresentado em Brasília em época de eleição!



ISSO É SER POLITICAMENTE INCORRETO.

O “ataque” com embasamento é crítica. Se for gratuita, é só ofensa.

E ofensa não tem graça.

Ofender fulano e sicrano ou beltrano, martelar piadas racistas, sexistas ou discriminatórias, só faz o preconceito se tornar socialmente aceitável. 

Liberdade de expressão não pode ser desculpa para falar sandices e disseminar a ignorância. Use a sua para dar sua opinião e contestar.

Mas voltando ao Rafinha, acho que toda essa polêmica foi exagerada. Rafinha sempre ousou, pisou na bola algumas vezes, errou a mão, forçou a tanga, mas nos mostrou que é sim um cara com consciência social. Vide suas criticas ao Bolsonaro e afins, alem de seu trabalho sensacional no comando de A Liga.

É hipócrita e injusto crucificarmos o humorista por uma bola fora, sem a menor intenção de incentivar qualquer coisa. Disse o que disse com a intenção de arrancar algumas risadas com o comentário chocante. Isso não faz dele um pedófilo. Assim como as piadas de Didi com Mussum não faziam de Renato Aragão um racista.

Rafinha Bastos só esqueceu, nesse caso, que humor negro tem que ter um item, imprescindível: Graça.

E o que Rafinha fez não foi uma piada. Foi um comentário idiota.



Antes de terminar, um vídeo pra finalizar. George Carlin. Politicamente incorreto até os ossos.

Genial até a alma.



Aprendam comediantes.



Até o próximo episódio.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

NADA MAIS É SAGRADO PARA SENOR ABRAVANEL


Que to tio Silvio ta numa fase ME PROCESSA, todo mundo sabe.

No alto de seus 246 anos, o homem do baú não tem mais baú, nem banco. Está por aí aterrorizando meninas mutantes anãs, assediando mulher frutas e plantas alem de escrotizar extreme suas colegas de trabalho.

Mas NADA. EU DISSE NADA nos preparou para o que viria a seguir.

CHAVES VERSÃO TVS!


Isso mesmo.


Para comemorar os 30 anos do SBesTera, teremos um episodio especial de Chaves.

E com um elenco estelar – para a emissora do Seu Silvio, esse episódio será um remake do episodio “Bilhetes Trocados”, aquele em que um bilhete do Seu Madruga para o açougueiro é trocado por um bilhete de amor de Professor Girafales para Dona Florinda. O original é muito bom, com o Madruga querendo dar uns pegas na dona Florinda.

Mas saca só o N A I P E do elenco, afinal, estamos falando do SBT.

Chaves: Renê Loureiro. – O cara faz Praça É Nossa, e como eu nem sabia que isso passa ainda, não tenho idéia de quem seja.

Quico: Zé Américo. – Paraíba, ta aqui meu cartão.


Chiquinha: Marlei Cevada. – Adorei o sobrenome da mina. A garota fazia stand-up (e quem não faz hoje em dia?) e acabou com uma personagem na Praça. E dito isso, vejo que ela não deveria ser tão boa assim.

Seu Madruga: Felipe Levoto. – Realmente não tenho idéia de quem é esse infeliz que vai macular o trabalho de Ramon Valdez.


Dona Florinda: Lívia Andrade. – Gostosa genérica que aparece seminua na Praça. Já esteve num dos programas mais intelectuais e originais da TV Brasileira, Fantasia. Já foi Mallandrinha. Com um CUrriculo desse, ganhou o papel da mãe do Quico. Claro, vocês acham que o humor brasileiro pode passar sem ter uma gostosa no elenco? Mesmo que seja pra fazer a Dona Florinda.


Professor Girafales: Carlos Alberto de Nóbrega. – Agora o negocio fica bom. Olha que ÉPICIDADE isso. É o CAZAAAALBEEEERRTO. Sério. O Professor Girafales que é mais baixo que a Dona Florinda.


Dona Clotilde: Cristina Rocha. – ALO ALO CRISTINA. Ou se preferir, Casos de Família. E eu não digo mais nada.

E o ápice.

Seu Barriga – RRRRATINHOOOOOO. – O mito. A lenda. Poderia ser pior, não? Poderia ser o Raul Gil ou o Gilberto Barros.


O que dizer? A cenógrafa comentou que foi difícil fazer o cenário da Vila. Deve estar acostumada apenas a fazer luz piscando e bambolês que giram sozinhos ao redor das dançarinas.

Quem foi convidada e principio para fazer Dona Florinda foi Marília Gabriela, mas parece que ela consultou seu bom senso e recusou o convite.

A direção é do geniaU Marcelo de Nóbrega. Uma das pessoas que eu ainda não consegui entender a razão da existência.

E eu só assistiria isso se o Silvio interpretasse o Girafales pessoalmente, só pra o verele largar piadas de veio tarado pra cima de Lívia Andrade.

Bom, é esse o projeto da Rede Mais Esclerosada do Brasil. Idéia de Jerico que não deve em nada o resto da programação do canal.


Olha um trechinho dessa obra prima:



Será que não tem UM cristão naquela emissora para dizer que não tem POSSIBILIDADE disso sair bom?

“E depois eu que sou o idiota!”

Até a próxima vergonha alheia... Digo, episodio.