Social Icons

Pages

Mostrando postagens com marcador Tron O Legado. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Tron O Legado. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Tron e o legado da tecnologia

Uaréview
Por Marcelo Soares


É engraçado como conceitos sobre um objeto mudam com o passar das décadas. Em 1982 Tron: Uma odisséia eletrônica trouxe a segunda paranóia típica dos anos 80, depois da “paranóia espacial”, a histeria sobre o perigo dos avanços tecnológicos e como uma inteligência artificial poderia dominar sistemas de mísseis atômicos e destruir a humanidade em segundos. 

Em pleno fim da primeira década do século XXI, Tron Legacy nos mostra outro olhar sobre a tecnologia, não mais como destruidora, mas, sim, criadora de novas formas de vida e possibilidades. 

Spoilers a frente


Nessa nova incursão no mundo virtual da Grade, descobrimos que Kevin Flynn (Jeff Bridges), protagonista do primeiro filme, desapareceu sem deixar vestígios. A sua empresa, a Encom, é gerenciada pelos demais acionistas e seu filho, Sam (Garrett Hedlund), com 27 anos, não quer assumir o controle da empresa e prefere boicotá-la. Um dia o braço direito de seu pai, Alan Bradley (Bruce Boxleitner), recebe um bipe, o que faz com que Sam vá até o local onde funcionava a antiga loja de Fliperama de seu pai, onde sem querer é digitalizado e entra na Grade, hoje controlada por CLU, um clone digital de Flynn, criado pelo próprio com o objetivo de construir uma rede perfeita.

Com uma premissa principal do reencontro de pai e filho e luta contra uma tirania, Tron 2 tem seu impacto maior pelo visual, já que seu enredo segue a cartilha básica de aventura de Hollywood, com alguns conceitos e símbolos jogados superficialmente no meio das lutas e cores. Porém, esses conceitos, mesmo na superficie, abrem brechas para boas discussões.

A primeira coisa que me pegou ao ver Tron 2, e seu anterior, foi o conceito religioso do Usuário e de Flyn, um Deus com tendências zen. Não muito pela referencia cristã de alguém todo poderoso que cria vidas, modifica a realidade, é adorado, e gera uma tríade (Flyn, o pai, CLU, o filho, e Tron, o espírito Santo). Mas, me apeguei mais a lógica religião x política, isto é: o binômio sociedades democráticas mitológicas versus sociedades ditatoriais pagãs. 


No primeiro filme é citado que no inicio da Grade, quando tudo estava se construindo ainda e a liberdade dos programas era maior, eles adoravam o Usuário como um Deus perfeito, sem erros, que a tudo construiu e tudo sabia. Sob o controle do Master Control e de CLU, os programas são impelidos a fazer oposição à crença no usuário, todos que acreditam nele são presos e reprogramados. Só o MCP e CLU podem ser adorados e temidos. É a velha forma bem exposta em 1984, de George Orwell, onde o controle político passa também pelo religioso/filosófico. 

Outro ponto de analise feito por minha mente doentia foi à lógica do herói dentro desse universo tronificado, que me remeteu até o Dark Knight de Nolan, onde Harvey Dent proferi a seguinte sentença: “Ou se morre como herói, ou vive-se o bastante para se tornar o vilão”. E é o que vemos com o grande herói tecnológico da primeira película nesse segundo filme. Tron, o personagem, depois de abatido pelo CLU, e dado como morto por Flyn, é reprogramado e vira o grande assassino do vilão, trajado até de roupas negras e capacete (para eliminar a necessidade de usar outro ator digital e também dar o básico ar de máquina de matar).

Mas os temas mais interessantes, e pouco explorados, da odisséia eletrônica ficam por conta da visão mesmo de tecnologia e humanidade. 

Em Matrix, no fim de um século de grandes revoluções tecnológicas e de uma cultura pop em estado de mudança, vimos o quanto a dependência da tecnologia podia nos levar a ruína e como a rebelião contra a vida artificial era nossa única salvação. Onze anos depois, com o boom de redes sociais, aumento do tráfego de informação via ciberespaço e cada vez mais conexão nossa com as máquinas – diferente da lógica anterior “humanos superiores, máquinas como servos”, hoje somos mais como sócios em busca de uma parceria – Tron nos traz exatamente o avanço que a tecnologia pode nos levar.


Kevin Flynn prenuncia a aurora de uma nova época para a humanidade com a descoberta dos ISOs, e sua possibilidade de cura de doenças e revolução de como vemos as máquinas e sua relação com o homem. Daquele mundo virtual surgiu vida “do nada”, como uma criação espontânea, e a tirania – com medo de perder sua função, seu poder, ou por pura vaidade, inveja – os caça e expurga. Para mim, Tron fala que dessa nova relação do Homem com a tecnologia uma nova raça humana surgirá, uma geração que será o futuro da humanidade, temida pelos tradicionalistas e conservadores.

Outra questão interessante apresentada pelos filmes é o conceito de representação virtual de nosso eu real. Em Tron vemos os discos luminosos portados por cada programa como o receptáculo de todas as informações a respeito dele, quase como uma alma virtual que ao jogá-lo em uma batalha estaria jogando a si mesmo, se arriscando a se perder. Me lembrou muito a lógica usada na série Caprica, onde era possível criar um avatar em um mundo virtual até de pessoas falecidas, utilizando fragmentos de informações sobre ela no mundo virtual: fotos, textos, vídeos, tudo se unindo para gerar um ser digital que representaria quem é/foi a pessoa.

Afinal, o que espalhamos por redes sociais, blogs, youtubes, etc, nos representa de verdade? Poderíamos dizer que aquilo unificado pode ser lido como o que somos? Até onde o vicio de se mostrar, exibir um pouco do que se é no mundo virtual pode nos ser prejudicial?


A partir desse ponto, vejo que Tron também alfineta o lado ruim da tecnologia – que como coloquei acima é mais vista como benéfica no filme. Tanto Kevin quanto Sam Flyn ao serem presos bradam: “Eu não sou um programa”, o que vejo como um grito pela liberdade do homem ante o alto grau de usabilidade da tecnologia nos dias de hoje, isto é, devemos utilizar a tecnologia como nossa parceira e de forma benéfica, mas, ao mesmo tempo, estar sempre alerta para não virarmos escravos dela e vivermos em função dela. O que nos dias de hoje colocaria como o vicio em crescimento dos jovens pela internet, redes sociais, chats, abdicando da vida real. Afinal, mesmo como todo esse mundo tecnológico fantástico, o que liga pai e filho é falar sobre a velha moto em conserto e o prazer de andar livre nela.

Ainda sobra espaço no filme para uma critica as corporações que ainda buscam velhos formatos de relacionamento digital, em tempos de compartilhamento de informações e programas, a se arriscar em viver uma vida de adrenalina e aventuras e, como o próprio nome diz, a importância de legados, sejam familiares, tecnológicos ou sociais. 

É uma pena que por preferir a aventura simples, a Disney perdeu uma boa chance de fazer algo bem mais complexo dentro dessas temáticas que aparecem superficialmente, e, assim, trazer um novo marco para o cinema, como o primeiro filme foi e Matrix, por que não?

Em suma, Tron é um filme mais que recomendado para quem curte diversão, bons efeitos, ação, tecnologia e filosofia. Bem que podiam explorar mais agora em outras mídias e ampliar esse universo tão interessante.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

O Legado de uma Odisséia Eletrônica

Uaréview
Por Rafael Rodrigues



"Sam: O que eu devo fazer?
Siren: Sobreviver."


O que a Disney tinha na cabeça quando decidiu buscar um filme de 30 anos atrás e, ao invés de um remake, fazer umasequência do filme original, asssitido por (poucas) pessoas que hoje são adultos? Bom, sinceramente eu não sei, mas Tron – O Legado é a prova de que um grande estúdio, quando quer, consegue fazer boas escolhas na hora de produzir um filme.




Quando eu assisti Tron – Uma Odisséia eletrônica*, há mais de 20 anos atrás, computadores eram ficção científica para mim, eu sequer fazia ideia de que eles existiam de verdade. Talvez por isso – e por conta de minha tenra idade – eu tenha aceitado tão facilmente o conceito de um cibermundo dentro dos circuitos de computador, uma realidade alternativa eletrônica que está longe dos nossos olhos. Pois bem, tantos anos depois, eu não só conheço computadores “pessoalmente” como não consigo imaginar minha vida sem internet, celulares, sinais digitais, redes sociais e realidades virtuais. Como seguir adiante com a história sendo que não somos mais tão ingênuos, tecnologicamente falando? A resposta em Tron – O Legado foi a mais simples: Nós podemos conhecer muito mais sobre computadores do que conhecíamos há 30 anos atrás, mas ainda não deixamos a fantasia totalmente de lado.

Tron – O Legado segue a cronologia do original: Kevin Flynn (Jeff Bridges) se tornou dono da empresa que ajudou a construir após o fim do primeiro filme, casou e teve um filho, que sempre ouviu empolgado as histórias do pai sobre a Grade, o mundo virtual e os personagens que conhecera naquela realidade. Mas um dia Flynn não voltou para casa, e seu filho, Sam, cresceu ressentido com o ocorrido. Então no presente, Alan (que era o protagonista do original, criador do programa Tron que dava nome ao filme), agora afastado das decisões da empresa depois do sumiço de Flynn, recebe um sinal do antigo prédio onde seu amigo comandava um fliperama. Ele decide contar para Sam, que resolve descobrir o que aquilo significava, e obviamente ele acaba sendo enviado acidentalmente para a Grade (o mundo virtual).



A história é simples e de muitas maneiras bem parecida com a história original. Sam Flynn gosta de sacanear a empresa que foi do seu pai, assim como Kevin costumava hackear a Encom antes de tomar conta dela. A história tem também o mesmo nível de "leveza" do primeira, como é de se esperar de um filme da Disney, mas isso não denigre de forma alguma a produção. O roteiro não é um primor e tem alguns furos típicos de produções de aventura, mas nada que o faça torcer o nariz para o filme. Mas mesmo com a simplicidade do roteiro, existem algumas entrelinhas e paralelos interessantes que o filme traça. O primeiro Tron possuía entrelinhas míticas e religiosas bastante claras: Os programas veneravam os usuários (seus criadores) como se fossem deuses, e quando a grade foi dominada pelo Master Control (o vilão do filme original), os que ainda acreditavam nos usuários eram chamados de “fanáticos religiosos”. Agora os usuários eram considerados algo como “falsos deuses”, criando uma mudança nos paradigmas do mundo cibernético. Sem contar que há um contexto bastante profundo quando descobrimos que no mundo cibernético foi possível o surgimento da vida “a partir do nada”.

E as mudanças não param por aí. A Grade evoluiu, sua nova versão é muito mais complexa e perigosa que a primeira - embora mantenha alguns aspectos e elementos (reinventados, é claro). Não só em termos visuais, mas a sociedade de Tron também evoluiu: Agora os programas freqüentam bares e assistem aos jogos, por exemplo. A história também evoluiu, dando um passo adiante e indo além da simples via de mão única que era ir do mundo real para o virtual e não posso deixar de citar a percepção da Disney a respeito do status da tecnologia atual, o que permitiu que a produção se preocupasse com diversos aspectos da película, não só o visual, tornando o filme uma experiência sensorial impactante (com destaque para a trilha composta magistralmente pelo Daft Punk)

Para manter a “tradição” de Tron, que quebrou barreiras e revolucionou diversos aspectos dos efeitos especiais, Tron – O Legado vem com outra revolução: um ator virtual que contracena com os personagens durante basicamente o filme todo. Este é Clu que, feito à imagem e semelhança de Kevin Flynn – e sem envelhecer, já que é um programa, é Jeff Bridges 30 anos mais jovem, e atua até muito bem para um personagem virtual.

Com relação às atuações, eu vou ser sincero: vi o filme dublado, e isso interfere um pouco no julgamento, mas com exceção das caras e bocas meio canastras do ator que fez Sam Flynn, creio que o elenco estava atuando bem, considerando a irrealidade da história.


Tron – O Legado também é uma evolução para a Disney. Melhor dizendo, uma reinvenção. Num mundo onde contos de fada já não tem mais tanto apelo, mesmo entre as crianças, acostumadas com as maravilhas da tecnologia, o estúdio pôde trazer uma história que nada mais é do que uma fantasia moderna, com as mesmas intenções dos contos de fadas antigos, mas com a linguagem adequada para as novas gerações. Saem os dragões, os cavaleiros e as princesas e entram os veículos eletrônicos, os hackers aventureiros e as parceiras de aventuras "iradas".

Acho que o filme é uma ótima diversão, um filme para nos fazer lembrar que cinema não se trata necessariamente de personagens complexos, histórias intrincadas e simbolismos eruditos; na maioria das vezes, é bom que ela seja simplesmente uma boa história para esquecermos do mundo real e imaginar um outro mundo, possível apenas na nossa imaginação e – quem sabe? – dentro dos computadores.

Nota: 8,1


*Para você ver como faz tempo, "odisseia" ainda tinha acento.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Tron O Legado


Uaréview
Por Monitor

Pra mim, o nerd que nunca viu Tron não merece ser chamado de tal alcunha.Tron foi responsavel por muitas novidades, tanto no cinema como na computação grafica. Anteviu de certo modo as redes sociais, já que dentro da Rede os programas se assemelhavam com as pessoas que os criavam, os cenários completamente digitais, a ação de video games usados em filmes.Mas por um motivo bizarro, Tron nunca foi popular. Mas não precisa ser um produtor de Hollywood para saber que a serie tinha muito potêncial a se extender.E depois de quase 20 anos (ou mais) e uma divulgação monstruosa da Disney durante 3 anos Tron Legacy (ou Tron O Legado como é conhecido nestas terras) chega para demostrar que o filme tem seu valor, e fazer justiça em relação ao classico de 82.Pode conter spoilers involuntários.


Bem vamos a historia.O ano é 1989, e Kevin Flynn (Jeff Bridges) conseguiu transformar sua grande aventura dentro da rede em uma marca multimídia bilhonária e elevou seu amigo cibernético Tron(Bruce Boxleitner) a status de super herói.Mas um dia Flynn desaparece e deixa seu jovem filho Sam (que quando fica mais velho é interpretado por Garrett Hedlund)sozinho, sendo protegido por Alan Bradley (também Bruce Boxleitner)e ficando com toda a resposabilidade de assumir a empresa Encom no futuro.Mas os anos passam, Sam fica mais velho, e mesmo tendo a maioria da empresa sobre seu controle , não tem poder de decidir de fato o que a empresa faz ou deixa de fazer, deixando ciontra sua vontade nas mãos de um presidente inescrupuloso e de Edward Dillinger (Surpesa!!!! Feito por Cillian Murphy), filho do corrupto Ed Dillinger (David Warner), um dos vilões do primeiro filme.

Mas um sinal de vida de Kevin é enviado, fazendo que Sam visitasse o antigo fliperama do pai e entrando dentro do misteriso mundo conhecido como "A Rede", onde os personagens de sua infância como Tron viviam.Mas ao chegar lá, p´recebe que o mundo maravilhoso descrito por seu pai também é muito perigoso, em especial ao encontrar Clu (Jeff Bridges), programa criado dentro d'A Rede que dominou tdo aquele universo e o comanda a mão de ferro e também fisicamente identico ao pai quando jovem.Lá dentro ele enfrenta o misterioso Rinzler numa arena de lutas, mas é salvo por Quorra (Olivia Wilde, num estado de fofura suprema) aparentemente a unica pessoa contra o regime.Mas além disso, ela é a protegida e assistente de seu envelhecido pai.

Tron, no geral, sempre foi sobre controle. Controle da cidade, controle da empresa, controle sobre seu destino e sua vida.E o filme retorna a esse conceito no sentido mais filosófico da coisa.Clu foi criado para que pudesse desenvolver ao maximo as capoacidade da Rede e criar um mundo perfeito.Mas só que não havima planejado a possibilidade de ter sem querer criado vida artificial.Clu fica revoltado por saber que seu objetivo foi cumprido sem a sua ajuda e decide fazer um motim, matando Tron (mas não se preocupe, ele volta, como? Vejam o filme!) e destruindo os ISOs, a vida artificial criada.

Já Kevin, elevado de vez ao nivel de Deus dentro do mundo de Tron, criou seu Diabo ao seu espelho, e se obrigada a ficar acoado e agir nas sombras pois cada vez que se aproxima de sua contraparte ela fica mais fortalecida.Com a chegada de Sam naquele mundo, os Flynn são obrigados a agir, pois o obejtivo de Clu é expandir seu protocolo para nosso mundo também.Mas o que ele não entende, por ser o ultimo resquicio das antigas programações do primeiro filme, é que não há nada mais perfeito do que dar vida, criar algo de fato, sem duplicar ou seguir códigos binários.

Sobre o elenco, todos estão impecáveis.Jeff Bridges não precisa fazer esforço rpa ser fodão, Olivia Wilde, como já disse acima, está uma radiante e simpática como Quorra, Michael Sheen incorpora o playboy Castor com pintas de Ziggy Stardust e Mick Jagger, e Gem (Beau Garrett) encorpora bem a femme fatalle, mesmo com uma participação menor.Garrett Hedlund, a revelação do filme, é um dos poucos casos atuais onde um ator considerado revelação não parece uma tábua lendo um texto.Não que ele a ganhar um Oscar ou algo do tipo, mas ele faz bem o seu papel.Falando rapidamente sobre o que não curti, senti falta de um melhor desenvolvimento de quem é Sam Flyyn adulto no começo do filme.

As cenas de ação está maravilhosas de ver, mudando por estático charmoso do primeiro filme para algo mais limpo, e ao mesmo tempo mais bonito e excitante.Além de expandir os veiculos, indo das motos classicas, a carros, naves, trens.As cenas de ação são muito bem elaboradas, e com 3D funciona ainda mais.O unico "problema" é o rejuvenecimento trazido por Clu.Apesar de ser uma evolução na tecinica bastante evidente, de certo modo ainda parece falso, faltou algo que desse a sensação de aquela pele ser humana de fato.

Destaque para a sensacional trilha sonora perfeita do Daft Punk, que se uniu ao filme de maneira que não tem como pensar no filme agora sem ouvir alguma musica da trilha dele na mente, que muitas vezes se mistura com o som ambiente da historia como se tudo fosse musical dentro daquele mundo.Apesar de que meu lado tiozão falou mais forte quanto tocou Separete Ways do Journey (do qual ainda acho que seja a melhor musica do filme HAHAHAHAHA)


Mas o que podemos falar no geral sobre o filme? Ele é bom? Ele é ruim? Ele é vazio como muitos dos chamados "criticos" dizem? Não. Posso fazer uma comparação (e até o filme sacaneia isso em um momento) com o Star Wars clássico, onde dentro de uma historia enxuta e simples há inumeros elementos mais complexos.Não há só o lado filosófico sobre religião, mas vai até o relacionamento entre as pessoas, no mundo real e na internet,a preconceito, e novamente sobre controle, e as possibilidades positivas sobre tê-lo, não para comandar, mas sim para termos a oportunidade de levar algo de bom as pessoas, e se sentir vivo a partir do momento que você compartilha felicidade, algo que não pode ser programado, só sentido.

Nota: 9.0