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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Podcast Uarévaa #160 - Filosofias de Vida



"O ET Bilu é filósofo?"

Romenique, Marcelo Soares, Modesti, Moura, Rafael Rodrigues e, como convidado especial, nosso grande camarada autor, roteirista e ilustrador Estevão Ribeiro, comentam suas filosofias pessoais e de trabalho.






(Clique na imagem com o botão direito do mouse
e depois em "Salvar link como..")


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Comentem ai ou mandem e-mails (para contato@uarevaa.com
com críticas, elogios, sugestões e etc e tal sobre nosso podcast.


Acesse www.ospassarinhos.com.br 
e acompanhe as tiras e novidades sobre 
os lançamentos do Estevão Ribeiro.



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quarta-feira, 5 de junho de 2013

Velozes e Furiosos 6

Uaréview


Nunca tivemos review de algum filme da popular série Velozes e Furiosos aqui no Uarévaa e já tava na hora de corrigir isso.

Mas ainda não foi dessa vez que alguém daqui se deu ao trabalho de assistir isso e ainda por cima falar sobre, bwahahahaha, então descaradamente chupetamos a abalizada resenha do passarinho Hector.


Sinceramente, não deve ter muito mais pra falar mesmo.. 

Acompanhem e curtam os passarinhos Hector e Afonso, tira do nosso camarada Estevão Ribeiro, em www.facebook.com/ospassarinhos.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Semana que vem tem oficina de férias no Rio de Janeiro


Evento da Impacto Quadrinhos terá várias atividades envolvendo criação de quadrinhos e games.


Então pessoal, de 28/01 a 02/02 um monte de artistas darão cursos, palestras, oficinas e autógrafos  em Botafogo, Rio de Janeiro. Além dos nossos camaradas Danilo Beyruth, Estevão Ribeiro e Cadu Simões (junto com a galera do Petisco.org), os feras Joe Bennet e Renato Guedes também estarão lá, entre outros.

Veja o cartaz de divulgação do evento e o release que recebemos.



Denominado "Oficina de férias-Rj", na sua segunda edição trará os maiores artístas do país, com, palestras gratuitas e uma noite de autógrafos com nosso artistas.

O evento "Oficinas de Férias" será baseado em uma semana de oficinas (180 horas de atividades aos moldes das universidades americanas). Você poderá montar uma grade e mergulhar nesse universo.

Universo composto por bate-papos, palestras, desenho de modelo vivo, modelagem, laboratório digital e tarde de autógrafos com os artistas super stars do mercado americano de quadrinhos Joe Bennett ( Marvel, DC Comics), Renato Guedes ( DC Comics, Marvel ), estes artistas são ARQUITETOS dos universos de quadrinhos conhecidos como Batman, X-men, Vingadores, Homem-Aranha, sucesso no cinema e nos games.

Os interessados na área de games contarão com a ilustre presença de Vitor Ishimura ( Diretor de Arte de games para X-Box e PsIII ). Algo inédito no Rio de Janeiro. Vitor será recebido pelos profissionais de games TOP do Rio de Janeiro Adelson Tavares e Flavio Hoffe.

Aqueles interessados em produção de autor, receberemos o grande Danilo Beyruth (premiado autor dos cultuados albuns Bando de Dois, Necronauta e Astronauta Magnetar-MSP), que esta sendo o autor com seu trabalho de criação junto ao artista de quadrinhos mais FAMOSO do país, Maurício de Souza.

Aliados as novas tecnologias contaremos com a presença da equipe do site site Petisco.org ( Coletivo dos autores premiados como Daniel Esteves, Will, Cadu Simões, Mário Cau, Denis Mello, Ana Recalde ), artistas antenados que conseguiram 15 mil reais em crowdfunding e toda essa informação será progagada entre os visitantes do evento.

Atividades para todas as idades, da criança ao universitário, do fan ao profissional. Imperdível, não?


Pra quem quer iniciar ou se aprimorar nessas carreiras, vale muito a pena avaliar as atividades ainda disponíveis e, mesmo para quem é apenas fã, vão rolar palestras e sessões de autógrafos gratuitos também.

Acessem o site www.oficinasdeferias.com.br para a agenda completa e clique nas atividades que te interessarem para saber mais detalhes e seus preços, no caso das pagas.

Quem estará no Rio nesses dias, principalmente quem estiver de férias, não tem desculpa para perder essa oficina de férias, pois tem muita coisa interessante.

Infelizmente, por estar trabalhando, não vou poder conferir as palestras que gostaria, do pessoal do Petisco, mas vou arrumar um tempo para ao menos aparecer por lá. Agora, quem puder ir, não dê bobeira, reserve logo sua vaga lá no site.

E ATENÇÃO!!

Quem disser lá: "Soube do evento lendo o post do Freud no Uarévaa" ganha... porra nenhuma... não pague esse mico! Bwahahaha

terça-feira, 29 de maio de 2012

Uarévaa Entrevista: Estevão Ribeiro


Roteirista, ilustrador, criador do personagem Tristão e das tirinhas Os Passarinhos, premiado por Pequenos Heróis, figura carimbada em eventos como Rio ComicCon (1 - 2), Estevão Ribeiro é natural de Vitória/ES, nascido em 2 de abril de 1979, mora atualmente em Nitéroi/RJ e a algum tempo se aventurou no mundo da literatura com dois lançamentos.




Você é bem conhecido pelo seu trabalho com quadrinhos, principalmente Os Passarinhos. Mas nos últimos anos se enveredou pelo mundo da literatura, o que lhe levou a fazer essa transição?

Inicialmente foi mesmo a falta de parcerias. Boa parte dos bons artistas geralmente está envolvida com seus próprios trabalhos ou com demanda de clientes. Parcerias do tipo que eu podia propor, que era uma história sem garantias de um retorno financeiro em curto prazo, tornava a coisa inviável. Claro que havia os que topavam, mas até hoje é preciso priorizar o que dá grana.

Já a literatura, você depende inicialmente de seu próprio esforço. É claro que existem mais pessoas envolvidas no processo de produção de uma história, como um preparador de textos, revisão, diagramação, designer para capa. Mas é mais fácil conseguir um contrato com um primeiro tratamento de um romance do que com um roteiro de quadrinhos.

A criação de um roteiro apesar de trabalhar com escrita, tem suas particularidades e difere até muito da escrita literária. Você acha que ser roteirista auxíliou na hora de produzir seus livros ou teve alguma dificuldade?

Na verdade as pessoas que lêem os meus livros os acham muito visuais, e isso é algo que trouxe da prática do roteiro para a prosa. Nem todos gostam do estilo, mas funciona bem em gêneros como terror e fantasia.

Seu primeiro romance foi o autobiográfico Enquanto ele estava morto, que conta os nove dias em que você passou procurando pelo seu irmão. Como foi por no papel uma história tão pessoal?

O livro foi um desabafo. Sim, é algo clichê de se dizer, mas garanto que, quem tiver a oportunidade de ler o livro entenderá o motivo da exposição de um assunto tão pessoal.

O texto fluiu de forma natural, pois eu tinha uma necessidade tremenda de contar o que passei e um pouco do meu passado. Eu queria responder perguntas que nunca me fizeram, mas que justificariam muitas das minhas atitudes.

Após algo mais realístico você lançou em 2010 o suspense sobrenatural A Corrente: passe adiante. Você sempre teve fascínio pelo desconhecido?

Sou muito medroso, me assusto com facilidade e tenho medo de morrer. Não é segredo que morrerei um dia, mas sofro de ataques de pânico durante o sono, por isso protelo a minha ida para cama. Esta entrevista está sendo respondida tarde da noite, por exemplo.

Em A Corrente coloco muito dos meus medos, assim como no meu próximo livro, “Rua M, 58”. Pago caro com isso, pois quando estou escrevendo, os pesadelos pioram.

E como tem sido a recepção ao livro?

O livro está há dois anos no mercado e vende bem, para o nicho. É terror com o objetivo de assustar mesmo, então muitas partes do livro chocam os leitores tradicionais. Mas o livro está a venda em todos os lugares e eu espero que, com a consolidação do mercado digital ele venda bem mais.

Só para variar um pouco, seu último trabalho foi em outro gênero totalmente diferente. O que lhe levou a escrever o infantil O Livro dos Gatos?

Eu ganhei um concurso de poesia aos 9 anos. Ganhei com um poema simples, rimando “mim” com “fim”, como a maioria das duplas sertanejas. Ganhei porque foi o único poema escrito de verdade por uma criança. Eu gosto de escrever rimas, que não vou chamar de poesia porque não entendo todas as regras, métricas e tudo mais.

Escrevi O Livro dos Gatos porque queria juntar duas vontades: a de me divertir, escrevendo para um público interessado em ler uma história sobre animais com perdas, magia, rimas e tudo mais e fazer um trato com a minha esposa, a escritora Ana Cristina, que trazia muitos gatos para casa. Eu disse que escreveria um livro sobre gatos e que daria metade dos direitos autorais para duas ONGs que recolhem e cuidam animais abandonados. Tenho trabalhado no segundo infantil da série, O Livro dos Cães.



Quais outros gêneros você tem vontade de trabalhar ainda?

Bem, gosto de fantasia e tenho algumas coisas ensaiadas aqui. Quero fazer algo de Ficção Científica, além de trabalhar mais em romances gráficos, soft novels e o que mais couber em meus projetos. O que quero é escrever.

O mercado brasileiro de literatura cresceu muito nos últimos anos, não só em vendas como em gêneros variados. Qual sua opinião sobre o cenário atual literário brasileiro?

Acho que houve uma democratização na produção de livros, graças a métodos mais práticos e baratos. As grandes editoras já não são as únicas a apostarem em autores, e isso é muito bom. Por outro lado, é mais difícil disputar espaço no mercado.

Não existe uma fórmula para ser reconhecido, virar sucesso. O fator qualidade? Questionável. Grande editora? Importante, mas não é o essencial. Estratégia de marketing? Talvez, mas se o produto não corresponder a idéia vendida ao público o próprio esquema perde credibilidade. Estamos no campo das experimentações, de sucessos instantâneos e um bocado de autores pondo a cara e disputando espaço com os vendedores de livrarias em eventos para defender o seu. Se isso é bom ou ruim, eu realmente não sei.


O mundo digital, com tablets, Iphones e etc. a disposição, tem muito destaque atualmente como meio de distribuição de obras. Para você, podemos dizer que é um bom lugar para autores investirem ou o “mundo físico” ainda é mais seguro?

Acho que é a leitura digital nem é mais o futuro, e sim o presente, mas ainda somos uma geração nascida e criada em meio aos livros físicos. O sonho do autor ainda vai manter os livros nas prateleiras por muito tempo. Mas eu acredito que a distribuição digital está aí para ajudar, não complicar.

Como roteirista de televisão, o que acha do processo de adaptação literária feito por ela e pelo cinema?

Uma adaptação audiovisual de uma obra literária é uma tarefa complicada porque nem todos interpretam uma leitura da mesma forma. Mas para mim a adaptação é por si só, uma obra à parte e deve ser encarada como tal, sem questionamento das suas diferenças da outra mídia. Não dá para adivinhar as feições guardadas na cabeça do leitor.

Nesse aspecto acho que os quadrinhos adaptados para o cinema são mais felizes, porém a necessidade de imprimir a própria assinatura na obra compromete parte do processo, levando muitas vezes os espectadores/leitores à decepção.

Gostaria de ver alguma de suas obras adaptadas para televisão ou cinema?

Por muito tempo achei que veria o Tristão em um seriado ou num filme com uma bilheteria interessante, e o que consegui foi um trabalho legal dos alunos de faculdade e cinema de Piracicaba (abaixo), mas eu tenho trabalhado para ver minhas criações adaptadas para o audiovisual. Filme de A Corrente, de “Enquanto...”, seriado animado de Os Passarinhos... além de produções originais que tenho trabalhado com afinco. Produzi uma sinopse de um seriado de vampiros... uma hora eu consigo mostrar à alguém.



Algum projeto literário já rodando em sua mente ou em desenvolvimento que possa nos contar?

Literário tem a “Rua M, 58”, um thriller sobre histórias que aconteceram em uma casa que um casal vai visitar. Além do “O Livro dos Cães”, já citado.

E para não passar em branco, em que projetos de quadrinhos andas envolvido ou criando?

Eu estou produzindo a adaptação/mashup “Da Terra à Lua”, baseado nos romances “Da terra à Lua” e “A Volta da Lua”, de Júlio Verne e “Viagem à Lua,” produção cinematográfica de George Mélies. Ainda utilizo elementos da história de H.G.Wells, Os Primeiros Homens na Lua.

Gostaríamos de agradecer sua participação em nosso blog, e qual mensagem gostaria de deixar para nossos leitores?

Eu que agradeço a oportunidade de poder falar mais dos meus trabalhos e convido a vocês a conhecerem outros, inclusive a reedição ampliada de “Contos Tristes e Algumas histórias de amor”, um álbum em quadrinhos com participação de diversos nomes do mercado independente brasileiro.

E parabéns a todos por cada vez mais prestigiarem autores nacionais. Ainda estamos longe de vivermos do ofício, mas já podemos ter orgulho do que fazemos, pois nos ajuda a pagar algumas contas.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Pequenos Heróis

UARÉVIEW
por Freud

Mais que uma homenagem aos heróis da infância, uma homenagem à própria infância, que leva a uma agradável volta ao passado.


Quem nos acompanha há algum tempo deve lembrar que já falei dessa hq algumas vezes, quando ainda estava pra sair (AQUI e AQUI) e quando finalmente a adquiri, na Rio Comicon 2010.


Concebida, roteirizada e editada por Estevão Ribeiro (e co-editada por Mário César) essa coleção de oito histórias curtas homenageia os super heróis da DC Comics ao usá-los como inspiração e referência nas aventuras cotidianas de crianças normais, os pequenos heróis do título.


Sim, crianças normais. Nada de super poderes ou origens mirabolantes, e é dai que vem a tal "volta ao passado" pois todo mundo já viveu situações que lembrem algumas das mostradas e isso cria uma identificação emocional com a obra. Situações tão heroicas quanto praticamente qualquer criança pode viver e não menos grandiosas que os feitos dos super heróis clássicos.


O talentoso time de artistas escalado é outra grande qualidade do livro: a diversidade de estilos é muito legal de acompanhar e todos mandam bem: o próprio co-editor Mário César, Raphael Salimena, Jaum, Emerson Lopes, Ric Milk, Dandi, Vítor Cafaggi, Leo Finocchi, Fernanda Chiella e Davi Calil (o capista do livro).


As formas encontradas pelo Emerson pra homenagear Super-Homem, Batman, Mulher-Maravilha, Lanterna Verde, Aquaman, Flash, Caçador de Marte e Canário Negro em situações cotidianas e a inclusão de valores, características e referências desses heróis nas histórias são muito criativas. Gostei de todas, mas principalmente das três primeiras:

- Superbro, que mostra um irmão herói e é realmente lotada de várias referências legais ao Super Homem.

- Lanterna, a melhor adaptação de um super poder feita no livro.

- O pequeno rei do fundo do mar, uma viagem visual que termina de forma criativa e descontraída.


Deixei pro fim dessa resenha citar uma das características mais marcantes da obra: a ausência de diálogos. Toda a narrativa é feita sem um balão escrito sequer e isso, além de tornar a hq universal para divulgação fora do Brasil, a torna universal principalmente para as crianças, o que é uma ótima sacada. Não é a toa que faturou o último Troféu HQ Mix de Melhor Publicação Infanto-Juvenil!


E, de quebra, isso me proporcionou o inesquecível prazer de compartilhar sua leitura com um garotinho de 4 anos, que nem sabia ler, os olhos mais vidrados que os do pai, acompanhando página a página as aventuras de crianças como ele.


CLARO que a nota é 10!

Pequenos Heróis
Editora: Devir
Formato: 16,0 cm × 23 cm
Estrutura: 104 páginas colorido em papel off-set 90 g/m²
Capa: Cartão 250 g/m², laminação brilhante
Preço: R$ 29,90

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Rio Comicon


Olhai!! Rio Comicon!! O velhinho Freud aqui foi um diazinho lá e, mesmo já tendo se passado um bom tempo, vou puxar pela memória aqui o que vi pra contar procês.

Pra começo de conversa, se esse post te interessou e você não viu o vídeo que fizemos de lá, confira AQUI, pois esse post é complementar ao anterior. A ótima exposição do Manara, os painéis com artistas diversos, a maioria dos stands... tudo isso já tem lá.

Pois então, estive lá na Comicon apenas no sábado, dia 13/11, queria ter ido outros dias mas realmente não deu. Ao chegar, fiz um rápido reconhecimento do local e fui direto para a "plataforma dos artistas", onde convidados davam autógrafos em algumas mesas. Por lá estavam Laerte (lindamente trajado de vovozinha)  e Angeli numa mesa e Rafael Grampá em outra (junto com os gêmeos ou com outros artistas que não reconheci? Minha vaga lembrança tá faiando...). Tinham eles e... filas pra conseguir os autógrafos.

Como eu não estava na fissura de pegar fila pra colecionar autógrafos (embora tenha levado meu Mesmo Delivery pra pegar o do Grampá, mas acabou que nem tentei), passei batido e fui lá pro fundão da plataforma pra conhecer pessoalmente a cambada do MDM. Lá eles pagavam de celebridades, atacados por uma multidão ensandecida de fans histéricas (err... na verdade eram duas pacatas garotas apenas) e também distribuiam autógrafos (é serio, Bwahahahaha), ou seja, estragavam o programa da Comicon dessas meninas com seus rabiscos. Bom, elas que pediram, né?

Change, Ultra, Mallandrox e Nerd Reverso estavam lá, e foi legal conhece-los pessoalmente. Por vezes alguns deles me mostravam pra algumas pessoas e diziam: "Ele também, olha aqui... Ele agora é do MDM." e eu disfarçava olhando para trás e perguntando "Onde? Quem?", preocupado em me resguardar do mundo desvirtuador da vida de celebridade.

Estevão Ribeiro e Mário Cesar autografando, e Salimena ali do lado

O mais legal foi que, além de conhece-los, eles estavam no fundão da plataforma por um bom motivo: era o "lançamento de Pequenos Heróis"!! Entre aspas mesmo, porque o sempre camarada Estevão Ribeiro e quase toda a galera que fez Pequenos Heróis estavam lá numa mesa improvisada, pois a organização babacamente não prestigiou o lançamento da hq. Lá pude adquirir minha cópia desse trabalho pelo qual estava bastante curioso e, ai sim, recheá-lo de autógrafos da trupe toda.

Geral autografou meu "Pequenos Heróis"!


Fui então na Livraria da Travessa, encontrar o Danilo Beyruth (que já gravou 2 podcasts conosco e tal e vc já ta cansado de ler isso aqui no blog, rs..) para cobrar meus prometidos autógrafos e desenhos nas minhas cópias de Necronauta e Bando de Dois, e trocar uma idéia.

Danilo autografando minha cópia do Necronauta..

 ..e o resultado, muito legal.

Não podia faltar a cabeça no Bando de Dois também.

O curioso e que até pra entrar no stand da Livraria tinha fila, brincadeira... E não pense que tava dando doce lá não!! Perguntei a funcionária se havia alguma promoção ou desconto especial para o evento e a resposta foi negativa. Beleza então, deixo pra comprar pela internet de uma livraria do Rio de Janeiro, porque pela internet eles dão desconto.... Foda, né?

O Manara também estava lá, diante de uma fila quilométrica de autógrafos e eu, como bom repórter, não lembrei de tirar uma foto sequer da grande celebridade do evento, rs

Passei tambem no estande do Quarto Mundo, para cumprimentar o Cadu Simões e deixar uma boa graninha em troca de algumas hqs do coletivo que eu já queria comprar faz tempo, mas que a dificuldade de encontrar aqui no Rio sempre atrapalhou. No stand "dos Gêmeos", eles e Rafa Coutinho também estavam vendendo e autografando suas hqs, e adquiri as comentadas Atelier e Taxi, respectivamente autografadas.

Mais uns rolés pela feira, gravação do "famoso" vídeo aqui pro Uarévaa, fui então pro "Istandi do MDM", uma mesa de chopp onde eles e uma boa galera, entre leitores e artistas, chegavam pra bater um papo e tomar uma cerva. Acabei não filmando essa parte pois já estava escuro demais. Mister Lopes (Emerson Lopes) , House MD, Magus 10 e seu filho vestido de Superman que deu show mandando um haduken pra galera, Danilo Beyruth, Cadu Simões, Léo Finochi... são alguns dos muitos que estiveram por lá nessa hora, com certeza houveram outros que a cerveja e a idade não me permitem recordar. Lamento.

Um tarde legal, num evento que, por ser o primeiro ainda tem um bocado a melhorar, mas que espero ter chegado pra ficar. O saldo final foi esse abaixo: um bocado de hqs que pretendo ir resenhando assim que possível.


Das que eu já li só vou gastar uns poucos caracteres nesse post elogiando Ato 5, pois já foi resenhada AQUI. Aguardem resenhas das outras hqs.

E vejo vocês na próxima Rio Comicon!!

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

UaréTV #4 - Rio ComiCon


Sim, pessoal, acredite se quiser, o velhinho Freud aqui que vos escreve finalmente tirou a bunda do sofá e foi em algum evento.

Confiram ai a cobertura de merda que só mesmo um repórter senil de primeira convenção poderia fazer. (felizmente nosso já famoso "cara da edição", Marcelo Soares, salvou alguma coisa).


Não tem Manara, não tem gostosas (vocês já me conhecem: casado, fiel e pai de família), não tem o Laerte vestido de vovozinha, mas tá ai...

"Mas então o que tem nesse vídeo que preste?"

Nada, mas assiste essa merda assim mesmo e não enche.



Pra vocês verem como eu sou um jegue, nem fechamento de matéria eu fui capaz de fazer direito. Culpa do "Istande do MDM" (na verdade, uma mesa de boteco) que, quando encontrei, comecei a beber e não parei mais.

Aguardem para breve uma matéria contando o que achei do evento e resenhas de hqs compradas lá.


P.S.: Agradecimento especial ao amigo, leitor e argentino El Pato Vingador, que forneceu algumas fotos e o vídeo do Kevin O'Neill desenhando/autografando (sim, a única atração internacional do vídeo nem foi filmada por mim)

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Pequenos Heróis - Lançamento em setembro!


Fala galera, acabamos de receber pelo "Uaré-mail" uma notícia bem legal: Finalmente a aguardada HQ Pequenos Heróis já tem capa e está pra sair!!


A hq está programada pra sair em setembro pela editora Devir. Confere ai um primeiro release:

Em um dos mais belos tributos ao gênero de super-heróis já feito no Brasil, personagêns icônicos que há décadas encantam tanto crianças quanto adultos como Super-Homem, Batman, Mulher Maravilha, Lanterna Verde, Aquaman, Flash, Caçador de Marte e Canário Negro tem sua bravura e grandeza representados em singelas epopéias.

Sem usar uma única palavra sequer nas histórias, Pequenos Heróis mostra como o heroismo pode emergir das ações mais pequenas quando seus valores são tão épicos quanto as grandes realizações dos antigos heróis gregos ou dos super-heróis modernos.

Concebido, roteirizado e editado por Estevão Ribeiro (Hector e Afonso – Os Passarinhos) e co-editado por Mário César (EntreQuadros), que também ilustrou uma das histórias, o álbum conta com a colaboração de novos talentos dos quadrinhos brasileiros como: Vítor Cafaggi (Puny Parker, Valente), Davi Calil (MAD), Raphael Salimena (Linha do Trem, MAD), Fernanda Chiella (In Her Darkest Hour), Jaum (Viajante Jaum), Ricardo Leite (Destino Oeste), Dandi, Emerson Lopes (Laborcine Digital) e Leo Finocchi (Nem Morto).

O heroismo brota em histórias sobre um garoto que resgata a pipa que acabara de fazer para seu irmão caçula, um glorioso rei do mar tentando salvar alguém de um afogamento, uma iluminada tropa de amigos que faz de tudo para não deixar uma amiga solitária, uma relação de amor e ódio entre duas irmãs, um corajoso cavaleiro nigeriano que luta contra uma fera indomável, um valente e solitário garoto com uma peculiar anomalia, um destemido corredor tentando conquistar o coração de uma garota e uma elétrica garotinha salvando o dia com sua estridente voz.

Pequenos Heróis é um título da Devir Livraria com previsão de lançamento para setembro de 2010.
Formato 16x23cm, 104 páginas, colorido, preço indefinido.


E vamos que vamos, pessoal!

Mário César
Co-editor Pequenos Heróis


Taí um projeto bem legal que promete aliar artistas nacionais a visões criativas de personagens conhecidos. Um segundo volume inclusive já está em produção, dessa vez homenageando personagens da Marvel. Estou muito curioso pra ver o resultado.

Voce pode ler mais sobre Pequenos Heróis aqui, aqui e aqui.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Especial "Como fazer Tiras?" - Entrevistas


Como vocês perceberam semana passada não teve a coluna por aqui.
Tô numa correria que nem deu pra terminar o post que tava fazendo sobre roteiros de tiras. Mas ele vai sair, pode esperar...
Pra não ficar com um hiato tão grande na coluna, resolvi publicar as entrevistas que fiz ao longo da pesquisa sobre tiras.
A primeira à aparecer por aqui é a entrevista que fiz com o roteirista Estevão Ribeiro, responsável por um recente grande sucesso em tiras que estão roalndo na internet, Os Passarinhos. O legal é que ela já fala um pouco sobre o esquema de fazer roteiros para as tiras...
Então vamos a ela!



Criador do personagem Tristão e autor do álbum "Pequenos Heróis", que é uma homenagem aos super-heróis da DC Comics, o escritor capixaba agora “ataca” de cartunista em seu mais recente sucesso, Os Passarinhos, e produz tiras bem legais que contam o cotidiano de dois pássaros aloprados!

Conversamos com ele pra saber como é seu processo para fazer as tiras e outras cositas más! Se você achou que a entrevista foi legal, não deixe de comentar ou passar para seus amigos pelo Twitter. Faça como os passarinhos, tweet!

1) De onde veio a idéia de fazer os Pássaros? Foi por acaso baseado no Twitter?

Estevão: Os Passarinhos foram criados enquanto eu esperava para uma reunião de roteiro num estúdio de animação. Enquanto eu esperava os produtores, rabisquei num papel o Hector, o personagem menor, tentando fazer um passarinho mais simples possível. Depois, vi se conseguiria fazer outro personagem para acompanhá-lo numa piada, só consegui pensar numa arara, num formato “reconhecível” para as pessoas. O design do Twitter influenciou pela sua simplicidade, pois anteriormente eu tinha produzido um espaço no Twitpic um passarinho do Twitter desenhando, então sim, os passarinhos tem como exemplo a simplicidade do design do Twitter.

2) Vc é muito conhecido como roteirista. Como é que foi assumir o controle da caneta nas tiras?

Estevão: Eu não diria “muito” conhecido, mas eu prefiro trabalhar com textos. Esse trabalho é praticamente um exercício iniciado em “Enquanto Ele Estava Morto...”, o meu primeiro romance, primeiro trabalho autoral que eu ilustro. Geralmente eu trabalho em parceria, mas o livro, por falar de mim e da minha família, achei que as ilustrações deviam ser de minha autoria. Com Os Passarinhos também penso assim. Só pra registrar: trabalhei na Editoria de Arte do jornal A Tribuna (ES) por quase cinco anos, então... mas não gosto do meu traço. Com Hector e Afonso acho que casou certo.

3) Como é a produção dessas tiras. Você as roteiriza antes de desenhar?

Estevão: Sim, geralmente roteirizo as tiras. Atualmente estou com uma frente de dez tiras roteirizadas em relação ao desenho. Quando tenho uma idéia eu a coloco na “fila de espera” e vou ilustrando de acordo com a disponibilidade de tempo. Geralmente ilustro duas por dia, além de fazer vez ou outra uma ilustração avulsa, para acostumar com o traço do personagem. O roteiro é simples, como o cenário quase não muda, eu descrevo quem estará no primeiro quadro, o tipo de enquadramento e a fala. Faço isso nos outros quadros, que geralmente variam entre um a cinco, sendo mais comum tiras de quatro quadros.

Exemplo: Tira 013


Hector apresenta a mala para Afonso.
Hector: Finalmente achei a mala de detetive do meu pai!
Afonso: Ah, O “mestre dos difarces”?
Hector metendo a cara na mala. Afonso observa.
Hector: Você vai tirar essa ponta de sorriso do rosto quando me vir em ação!
Hector de óculos, nariz, bigode e chapéu. Afonso observa.
Hector: Então, o que me diz?
Afonso com sorriso sacana para Hector.
Afonso: Sei lá, me deu vontade de comer batatas...

Cada ação (ou descrição) é um quadro, para evitar uma formalização excessiva. Como as descrições são simples, é perda de tempo escrever Quadro 1, Quadro 2, 3... talvez apenas um número na frente seja o bastante, mas eu me entendo bem assim.

4) Vc pensou num público-alvo para essas tiras?

Estevão: Pensei em escrever algo “acessível” para a maioria das pessoas que gostam das tiras do Garfield, Snoopy, Dilbert, Mafalda... É o que chamamos de “tira universal”. Tentar fazer uma tira que não seja datada, porque se você a coloca fora do contexto, fora da época em que foi concebida, o sentido pode se perder.
Acredito que a Mafalda seja uma das exceções. Quino conseguiu fazer tiras explicando a situação do mundo e da Argentina de uma forma que, ainda hoje, você consegue ler e achar graça, mesmo se você não entender o contexto. Às vezes perde-se a crítica, mas conserva-se o humor.

5) Qual é a mensagem que vc espera passar nas tiras?

Estevão: A tira é um convite à reflexão da amizade e do comportamento. Tento fazer com que pássaros vivam situações humanas e, dependendo da situação, os faço responder como simples pássaros e às vezes os faço responder como complexos seres humanos. Mesmo assim, é um convite bem-humorado aos dissabores da vida.

6) Por acaso existe a possibilidade dos pássaros serem auto-biograficos? Vc se inspira no seu cotidiano para criar algumas situações?

Estevão: Sim, muito até. Tento não ser tão autobiográfico, às vezes escrevo coisas que penso fazer sentido só para mim, mas quando mostro a um ou outro, vejo que não falo apenas de mim falo de gente comum. Procuro em mim uma forma de chegar às pessoas.



7) O q vc recomenda então, praqueles que tem interesse em fazer tiras?

Estevão: Primeiro, pense que, apesar de ser um trabalho artístico, é um trabalho! É uma rotina que deverá ser seguida até mesmo nos dias em que você não estiver a fim de escrever ou desenhar. As idéias existem aos montes, estilos de personagens, também.
Existem pessoas que trabalham com assuntos. A tira tem um nome genérico, como “A Vida É Bela” e faz tiras sobre isso. É interessante porque quase todo tipo de assunto cabe nas tiras. Mas se você criar um personagem, existe aí uma restrição de assunto e comportamento. Quando escolher por um ou outro, terá que levar em consideração se conseguira escrever sobre o mesmo assunto ou personagem por muito tempo.
Milsom Henriques trabalha com a personagem Marly há mais de vinte anos no jornal A GAZETA(ES). Todos os dias sai uma tira da solteirona tentando arrumar um namorado. Ele já inventou artifícios como um papagaio, um cão, colocou personagens... e assim mantém o mesmo tema, o mesmo personagem.

8) Em poucos dias de existência dos Pássaros, eles passaram para um patamar muito maior agora que serão publicados na revista MAD. Como é receber essa notícia?

Estevão: Foi gratificante, pois assim que eu escrevi as primeiras tiras dos personagens, pensei na MAD. Esperei juntar 18 tiras e mandei para o editor Raphael Fernandes. Eu já tinha escrito mais outras dez, então, me sentia confiante para mostrar o trabalho. O primeiro contato foi uma negativa, dizendo que não se interessavam por trabalhos seriados, uma tira esporádica. Mas eu já pensava em distribuição de tiras em páginas inteiras, então criei alguns assuntos que se estendem por mais de duas tiras, criando assim, uma página de quadrinhos fechada. Ofereci novamente o trabalho, desta vez com uma resposta positiva. Inclusive, precisaram da página para aquele dia mesmo, então, eu a colorizei e editei e no mesmo dia estava encaminhada para a diagramação.


(clique na imagem pra ampliar)

9) Dá um frio na barriga por saber que agora a produção de tiras provavelmente terá q aumentar?

Estevão: Bem, dá sim, mas quando eu me propus a produzir Os Passarinhos, eu esperava desenhar feito um louco, pelo menos no primeiro ano. Me sinto preparado para isso, vejo isso como um modo de vida e uma grande aposta, como todos os projetos que toco paralelamente.

10) Vc gostaria de deixar alguma mensagem, recado, jabá, etc?

Estevão: Claro! Primeiro, obrigado a todos que acompanham meus projetos. Seja o “Pequenos Heróis”, o personagem Tristão, e meu recente romance, à venda nas livrarias HQMIX e Comix (em São Paulo), na Leonardo da Vinci (no Rio de Janeiro) e na livraria Logos (no Espírito Santo). Não deixem de conferir os meus projetos em http://euriomuito.wordpress.com e acompanhem Os Passarinhos.
Tirinhas todas as terças, quintas e sábados no blog dos Passarinhos!


É isso aí, galera!
Não deixem de acompanhar essa série de entrevistas com os grandes autores da internet.
Semana que vem tem mais!

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Os Passarinhos

MOMENTO UARÉVAA
por Freud

Já conheçe "Os Passarinhos"? Provavelmente, vários de voces já. É uma série de tiras, originalmente lançadas via internet (confira em ospassarinhos.wordpress.com) e que agora ganharam uma coletânea bem legal.

Semana passada, mais precisamente dia 25/01, consegui dar uma passadinha no lançamento do livro aqui no Rio de Janeiro, na Livraria Blooks em Botafogo, e trocar uma idéia com o criador da série, Estevão Ribeiro.

O evento foi bem legal, tinha um bocado de gente e uns comes e bebes maneiros, mas eu infelizmente tive que sair logo. Mas deu tempo de comprar uma cópia do livro e, de brinde, ter uma versão "Freud" do passarinho Afonso.

Na minha pressa, a entrevista ao vivo com o autor, que eu pretendia, acabou não rolando (cara, tava chovendo MUITO nesse dia, se eu ainda fosse entrevistar ele, ia ter q voltar pra casa a nado), mas nada que uma boa troca de e-mails não resolva.

Confira ai meu papo com o Estevão.

Fala Estevão, tudo tranquilo, camarada? Antes dos Passarinhos, cê já tem alguns outros trabalhos lançados. Fale um pouco deles pra gente e há quanto tempo você está nessa "vida de escritor".

Salve, Freud! Eu sou o cara que criou o Tristão, junto com uma porrada de personagens que eu publicava no jornal Notícia Agora, no Espírito Santo. Cheguei a publicar uma edição nacional do Tristão, pela editora Escala. Em seguida publiquei Contos Tristes, uma coletânea de contos e quadrinhos, uma edição independente do Tristão e Enquanto Ele Estava Morto, meu primeiro romance. Paralelo ao romance, eu escrevi Pequenos Heróis, que está em produção (quais cabano!)
De onde vieram os Passarinhos e no que você se inspirou pra definir os personagens. Quais artistas você acha que te influenciaram mais nesse trabalho?

Os Passarinhos vieram meio que do nada, sabe? Estava esperando uma reunião e comecei a desenhar para me distrair. Desenhei o Hector, depois o Afonso e pensei em situações de tirinhas. Comecei a publicá-las após 17 delas prontas. Minhas referência são as tirinhas universais, o humor acessível, mas sem escatologia. Calvin & Haroldo, Mafalda, Recruta Zero, Hagar, Snoopy, Garfield e por aí vai.

Em pouco tempo a série já vem tendo uma ótima repercussão, o que você acha que levou a isso?

Eu diria que tenho feito as coisas com planejamento. Uma dos grandes problemas do autor é começar algo e não tornar daquilo uma rotina, saber que o que faz, além de ser arte, é um investimento, um trabalho. As pessoas começam uma tira e depois não levam pra frente por causa de outros projetos ou por causa do trabalho. Aí, as pessoas que visitam o blog somem.
Além disso, temos que atentar com a divulgação e, sobretudo, qualidade. É uma dedicação, durante o dia, de umas três ou quatro horas, que fazem falta no final do dia, mas a recompensa está vindo.

Internet, comentários do Paulo Coelho, do Neil Gaiman, Revista Mad, livro... O céu é o limite pros passarinhos? Quando veremos Hector e Afonso em 3d nos cinemas? rs... Fala ai dos seus planos pra eles.

Sim, vamos com o Hector e o Afonso até onde as asas deles aguentarem, né? Temos outros projetos em andamento, alguns livretos, mas ainda é cedo pra falar... :)

Como foi a seleção de tiras pro livro? Você fez inéditas pra completar as divisões por temas de tiras ou houveram temas inteiros novos? Quanto de material novo acabou entrando no final?

Seleção? Não houve! Peguei as tiras que tinha, (cerca de 80) e falei que, quando chegasse na 100, faria uma coletânea. Mas a divisão por ordem cronológica não seria interesasnte, pois eu vou e volto nos temas, para não saturar o leitor. É legal porque assim dá pra saber onde estão as tiras que a pessoa mais gosta, sabe? Se é do Hector escritor, paquerador ou apenas o Hector chato, que enche o saco do Afonso!

Pra fechar, seus próximos projetos: Pequenos Heróis é outro trabalho bastante aguardado. Em que pé está? E o que mais vem por ai?

Cara, Pequenos Heróis é um parto. Faltam apenas 7 páginas para terminar, a edição está linda e já estamos fazendo estudos para o número 2. Chegaram as primeiras ilustrações e estão simplesmente sensacionais, devo divulgá-las a partir da próxima sexta, aguardem!

Obrigado pelo papo e sucesso, cara.

Eu que agradeço e obrigado por ter comparecido no lançamento, apesar do toró! Abraço!


O livro, assim como outros trabalhos do Estevão, estão disponíveis pra compra através do blog dos Passarinhos. Parte das tiras do livro tem "de grátis" no site e, se voce curtir o trabalho dele, não seja mão de vaca pois a coletânea com várias inéditas custa 10 merrecas, rs...