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sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Podcast Uarévaa #152 - A Reinvenção da Turma da Mônica, com Sidney Gusman



"A gorducha, dentuça e baixinha
tá fazendo cinquentinha!"


Freud, Marcelo Soares e Rafael Rodrigues conversam com o editor Sidney Gusman sobre o novo momento em que vivem os personagens da Turma da Mônica com os diversos projetos da Maurício de Sousa Produções e os 50 anos da baixinha, dentuça e gorducha.

No final, Freud, Marcelo, Moura, Modesti, Romenique e Alex Matos fazem a leitura de comentários mais lotada de todas.


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- Animações da Turma da Mônica Toy: clique AQUI.

- Projetos no Catarse.me citados na leitura de comentários: Ícones dos Quadrinhos, Terapia - Vol. I, A Liga - Episódio Um e.. A Experiência Popozuda?


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quarta-feira, 5 de junho de 2013

Velozes e Furiosos 6

Uaréview


Nunca tivemos review de algum filme da popular série Velozes e Furiosos aqui no Uarévaa e já tava na hora de corrigir isso.

Mas ainda não foi dessa vez que alguém daqui se deu ao trabalho de assistir isso e ainda por cima falar sobre, bwahahahaha, então descaradamente chupetamos a abalizada resenha do passarinho Hector.


Sinceramente, não deve ter muito mais pra falar mesmo.. 

Acompanhem e curtam os passarinhos Hector e Afonso, tira do nosso camarada Estevão Ribeiro, em www.facebook.com/ospassarinhos.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Coleção HQ nº 2: OVNIS - Discos Voadores

"Estranhos Objetos Voadores Não Identificados têm intrigado o homem, através dos tempos, excitando-lhe a curiosidade. Até que ponto, no entanto, será, tudo isso, fruto da imaginação?"

Há uma fan page muito bacana no Facebook chamada Vintage Comics - A Era de Ouro dos Quadrinhos que posta diversas imagens e às vezes HQs inteiras antigas. Um dos álbuns me chamou bastante a atenção, pois era de uma HQ de 1970 publicada pela editora EBAL, que falava sobre discos voadores. O mais interessante sobre essa HQ é que ela é bastante didática, explicando sobre o fenômeno, citando casos, etc. Então resolvi reunir as páginas e postar aqui no Madrugada Macabra como curiosidade de leitura. Enjoy.


sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Astronauta Magnetar

Uaréview 
                                 por Freud


Desde que foi lançada a hq vem obtendo enorme sucesso, teve a primeira tiragem esgotada e está colecionando elogios de todos os lados.

Mas Astronauta Magnetar é a última bolacha do pacote?


 Por ser fã do trabalho de Danilo Beyruth desde o volume 1 de Necronauta, aguardo todo novo trabalho do quadrinista com uma expectativa alta, felizmente, sempre correspondida.

Sua arte empolgante e expressiva, sua habilidade em trazer temas universais para a história, criando uma grande empatia entre o leitor e os personagens (e, muitas vezes, real identificação com eles) e sua constante evolução da já ótima narrativa, estão todas ai e quem acompanha suas hqs facilmente reconhece se tratar de uma típica obra autoral dele.


Mas em Astronauta Magnetar, mais alguns ingredientes se somam a tudo isso. Primeiro o fato de Danilo trabalhar com um personagem já conhecido e, em sua reinvenção, usar bem mais do que eu esperava das características da criação original de Maurício de Sousa, sendo bastante fiel mas, ainda assim, acrescentando muitas coisas.

Na arte, o deleite da colorização feita por Cris Peter, que trabalha muito bem com os diferentes ambientes e etapas da história e faz com que seja difícil pra mim, que gosto bastante das hqs em preto e branco do Danilo, imaginar essa sem as cores.


E por fim, o fato de ser uma ótima hq de ficção científica, tema que sempre foi meu favorito. A trama lida com a solidão do espaço, com o Astronauta se tornando um náufrago em sua imensidão e sua tentativa de sobreviver. Assim, a revista foge do óbvio de lasers, perseguições de naves e combates galáticos contra alienígenas hostis que, embora também rendam muitas boas histórias, nunca foram coisas obrigatórias para se ter grandes obras do gênero.

Astronauta Magnetar é mais um trabalho incrível do Danilo e uma hq perfeita para iniciar o projeto das Graphic Novels da Maurício de Sousa Produções para o publico adolescente e adulto capitaneado por Sidney Gusman. O projeto Graphic MSP já prevê mais 3 novas versões de personagens feitas por outras feras do quadrinho nacional e depois deve prosseguir por muito mais tempo ainda pois personagens do Maurício para trabalhar e grandes artistas nacionais é o que não faltam.


Recomendo fortemente que, se você não conseguiu comprar Astronauta Magnetar ainda, não perca a segunda tiragem que está saindo. Felizmente não é a última bolacha do pacote... É apenas a primeira, e já estou salivando pelas próximas.


Astronauta Magnetar

Autor: Danilo Beyruth (com colorização de Cris Peter)
Editora: Panini Comics
Formato: 19 x 28 cm
Páginas: 80
Preço Médio: R$ 19,90 (capa cartonada, disponível em bancas), R$ 29,90 (capa dura, disponível em livrarias)

Nota: 10







P.S.: Você pode conferir 2 podcasts bem bacanas que o Danilo Beyruth gravou conosco clicando AQUI e AQUI, reviews de seus outros trabalhos Necronauta Vol. 1, Necronauta Vol. 2 e Bando de Dois, e o Podcast MdM sobre Astronauta Magnetar com Danilo Beyruth, Cris Peter e Sidney Gusman (e eu, como Triplo).

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

A quarta parede


Você já leu o problema do conhecimento de Descartes? Como podemos saber se somos mesmo reais e não apenas parte de uma história?


Mais uma história do HQCX, com roteiro de Rafael Rodrigues e arte de Thiago Danieli. Basta clicar no play e navegar usando as setas do teclado ou os botões e rolagem do mouse.



No site do O Caxiense vocês podem encontrar todas as hqs já disponibilizadas, basta clicar nesse link.

E não deixe de apoiar o projeto, curtindo a fanpage do facebook:

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Cesta Básica de Quadrinhos #12



No CBQ de hoje, Freud fala sobre as hqs The Walking Dead #1Conseqüências e do encadernado Grandes Astros do Faroeste.

The Walking Dead #1

Devido ao sucesso do seriado televisivo baseado nessa HQ, a publicação de Walking Dead no Brasil segue agora o caminho inverso ao original americano: começou saindo em encadernados pela Editora HQM (usando o nome Os Mortos-Vivos), quando o seriado ainda não existia, e agora passa a ter suas edições "avulsas" saindo nas bancas, pela mesma editora.

Sobre isso vale mencionar algumas coisas: a HQM continuará publicando os encadernados normalmente e quem os acompanha já está muitas edições à frente na trama, mas para quem vai começar a ler a série agora, a desvantagem dessa defasagem pode ser compensada pelo tamanho das páginas, que são um pouco maiores que as dos encadernados, e pelo preço, pois os encadernados tem saído a um preço por história proporcionalmente mais caro que a versão mensal (eles vem com 6 edições a R$34,90 e 6 edições da mensal, se mantido o preço atual de R$3,90, saem por R$23,40).

Na primeira edição o roteirista Robert Kirkman acerta em cheio ao jogar o protagonista Rick Grimes abruptamente em meio ao caos gerado por um inexplicado apocalipse zumbi, deixando o personagem e os leitores exatamente no mesmo pé a respeito do que diabos está acontecendo. A leitura flui bem rapidamente e a boa arte de Tony Moore se destaca ainda mais na emoção das expressões faciais dos personagens e na representação dos zumbis.

Nota: 9,0


Conseqüências

Essa HQ curta escrita e desenhada por Caio Majado, tem 16 páginas (sendo 10 de história e as demais com uma apresentação, esboços e informações sobre sua criação), tamanho 23 X 15 cms, capa colorida e miolo em preto e branco e foi lançada em 2008.

Ela se passa num cenário medieval e fala de um garoto abandonado sozinho em sua vila devastada pelo ataque de soldados de um reino vizinho. Gostei da capa e da arte interna, e a trama, embora simples, é bem desenvolvida, com um final que consegue se mostrar interessante mesmo não sendo surpreendente.

Adquiri meu exemplar durante a segunda Rio Comicon, por R$2,00, mas embora tenha sido lançada a 4 anos atrás, ela ainda se encontra a venda clicando AQUI.

Nota: 7.0



Grandes Astros do Faroeste

A DC Comics em seu reboot comenteu erros e acertos, mas um dos acertos foi manter a dupla Justin Gray e Jimmy Palmiotti, então responsáveis pelos roteiros da revista de Jonah Hex, trabalhando com o personagem em seu novo título, Grandes Astros do Faroeste. Mais ainda, acertou ao escalar o incrível artista Moritat como fixo no título, que antes era dividido por vários desenhistas.

Outra mudança foi acabar com as histórias independentes e integrar o anti herói ao universo DC, com uma trama que continua mensalmente, situando Jonah na antiga Gotham City e colocando Amadeus Arkham como coadjuvante. Por já ter me decepcionado com algumas histórias em várias partes de Jonah pelos autores, isso era algo que eu temia dar errado, e realmente acabou levando a algumas situações mal trabalhadas na série. Pra mim, a dupla de roteiristas trabalha melhor em histórias fechadas mas, apesar disso, relevados alguns deslizes, a série é interessante.

Sobre a arte, confesso que gostava do revezamento de artistas na revista mas, ao escolher um para se tornar fixo, Moritat sem dúvida foi uma das melhores opções possíveis, senão a melhor, pois sua arte e narrativa são o ponto forte da revista.

A opção da Panini por encadernar as histórias em arcos é perfeita para essa série e espero que sua publicação continue pois, segundo a editora, a série anterior de encadernados de Jonah Hex foi infelizmente interrompida aqui não pela chegada dos Novos 52, mas por baixas vendas. O encadernado, que além das histórias de Jonah Hex tem também hqs curtas de outros personagem do velho oeste da DC, galeria de capas e um texto de duas páginas falando sobre a publicação do pistoleiro no Brasil, tem 180 páginas e custa R$21,00.

Nota: 7.5

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Vigor Mortis Comics

"Será que eu parei de ser vampira?
Bom,só há um jeito de saber.
Lá fora tem um monte de filhos de uma puta criminosos cheios de sangue nas veias...Esperando por mim"

Fazer terror nos quadrinhos é bem mais difícil do que pode se pensar num primeiro momento. Imagine que, comparado com outras mídias como cinema/TV ou literatura, os quadrinhos possuem diversas limitações e armadilhas que contribuem para que uma história de terror facilmente deixe de funcionar. Cinema/TV tem as vantagens da “realidade” (usar pessoas reais), o movimento, o som (que, segundo pesquisas, é responsável por 50% ou mais da emoção transmitida em um filme), enquanto que a literatura tem a vantagem da abstração e da subjetividade a partir do uso das palavras. Quadrinhos caminham num meio termo a isso, onde a imagem pode matar a subjetividade, ao mesmo tempo que dificilmente supera a “realidade” da imagem real, não possui som e nem movimento. Além do fato de que qualquer leitor pode transgredir as regras e olhar o final da história, destruindo uma narrativa que se focasse, por exemplo, em uma surpresa final.

São muitos os obstáculos para se fazer uma história de terror que funcione em HQ, e poucos o que conseguiram concretizar isso ao longo das décadas. Felizmente, Vigor Mortis Comics é um destes exemplos. Mas também não é para menos, pois a HQ é mais do que uma (ou várias, no caso) história em quadrinhos: é o resultado de uma mistura de influências e de gêneros, que cruza mídias e mostra que o Brasil inova em diversos aspectos culturais, mas infelizmente pouco o público em geral sabe disso.

Para você entender o que eu quis dizer, é importante contextualizar as coisas: Vigor Mortis é um álbum que compila diversas histórias baseadas em personagens e situações de universos criados no teatro, pela companhia de mesmo nome, criada por Paulo Biscaia Filho, mestre em artes pela Royal Holloway University of London. Mas não pense que o título pomposo colocou Biscaia a fazer obras abstratas e intelectualóides que ninguém entende. Pelo contrário, suas influências são as mais variadas e vão desde o Théâtre Du Grand Guignol ao cinema do Quentin Tarantino, passando por diversos gêneros literários e, é claro, quadrinhos. Inclusive, os quadrinhos são uma das maiores influências para as peças produzidas pela companhia teatral.

Mas, como nunca acompanhei as peças, vamos falar da HQ propriamente dita. Em Vigor Mortis Comics, junta-se à Paulo Biscaia filho os quadrinistas José Aguiar (de Ato 5, Quadrinhofilia, Folheteen e Nada com Coisa Alguma - que tem o expressionismo alemão como uma de suas influências, o que é mais do que adequado para este tipo de projeto) e o desenhista DW, que já publicou na antologia Café Espacial e tem um projeto para sair em parceria com Rafael Coutinho, dois ótimos artistas que entendem muito bem do riscado.

Existem 3 grandes méritos em Vigor Mortis Comics: O primeiro deles é explorar de forma intensa a inter-relação entre entre gêneros e as influências principais das histórias originais. Algumas são descaradas (como Tarantino, Dario Argento, filmes trash, histórias noir, os quadrinhos de terror/erótico estilo Krypta e os quadrinhos da Marvel). A segunda é que as histórias que aparecem no álbum se passam dentro do “universo” das peças, mas são histórias inéditas e que podem ser lidas tranquilamente sem que tenha assistido a qualquer uma das obras originais. A terceira é inclusive um dos motivos pelos quais acredito que Vigor Mortis Comics consegue funcionar como um álbum de terror, que é justamente se focar menos no terror como gênero e mais em explorar quais situações que, visualmente, levam o leitor ao limite, incutindo emoções das mais diversas, desde medo e repulsa até raiva e risos. Há muito que o terror “de verdade” deixou de ter como objetivo apenas “dar medinho” (se é que alguma vez o gênero teve essa intenção) e se mostra como uma forma de arte capaz de despertar emoções primitivas e constrangedoras, usando a perturbação como instrumento para que se adentre na história (é claro que Hollywood parece ter se esquecido disso, mas isso é assunto para outro post). Visto por este aspecto, Vigor Mortis Comics é um excelente álbum de terror, que não deve nada em comparação com outras obras em quadrinhos internacionais do gênero.

Curiosidades:
- Le Théâtre du Grand-Guignol era um teatro na região do Pigalle em Paris (situado na rue Chaptal, número 20 bis), o qual, desde sua inauguração em 1897 até o seu fechamento em 1962, especializava-se em shows de horror naturalista. O termo é geralmente utilizado em termos gerais para descrever um tipo bem descrito e amoral de entretenimento de horror. As peças prezavam por um estilo teatral que escandalizou Paris no fim do século XIX/Começo do Século XX por sua postura de explorar as emoções do público através do exagero e situações obscenas;
- Os personagens de Vigor Mortis Comics são retirados de diversas peças produzidas pela companhia Vigor Mortis, como Morgue Story - Sangue, Baiacu e Quadrinhos, Graphic, Garotas Vampiras Bebem Vinho e Snuff Games;
- Morgue Story, uma das peças que serve como base para as histórias de Vigor Mortis Comics já teve adaptação cinematográfica em um filme independente de mesmo nome.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Os Licurgatas


Ser um e representar muitos é algo, no mínimo, contraditório.


Mais uma história do HQCX, com roteiro e arte de FTF, esboços e letras de Luciana Lain e cores de Thiago. Basta clicar no play e navegar usando as setas do teclado ou os botões e rolagem do mouse.


No site do O Caxiense vocês podem encontrar todas as hqs já disponibilizadas, basta clicar nesse link.

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quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Crônicas do Sistema Solar: Pequeno Planeta Azul


Nosso mundo sempre nos protegeu dos perigos do espaço. Mas nunca poderia nos proteger da maior ameaça a nossa segurança.


Mais uma história do HQCX, com roteiro de Rafael Rodrigues e arte de FTF. Basta clicar no play e navegar usando as setas do teclado ou os botões e rolagem do mouse.


No site do O Caxiense vocês podem encontrar todas as hqs já disponibilizadas, basta clicar nesse link.

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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Concurso leva melhor tira em quadrinhos para ser publicada na Gazeta do Povo



Todos os sábados, o Gaz+, suplemento do jornal Gazeta do Povo, publica as histórias de Malu, protagonista do Folheteen, assinada pelo cartunista José Aguiar. No clima da Gibicon – Convenção Internacional de Curitiba, que acontece entre os dias 25 e 28 de outubro, o Gaz+ está com uma promoção exclusiva: é hora de você criar uma história para a tira.




Até o dia 20 de outubro, preencha o formulário de inscrição no site do concurso e ponha no último quadro uma história inédita de até 1000 caracteres. A melhor trama (não é preciso desenhar, só descrever a história), que será escolhida por um júri especializado no ramo de HQ’s, terá seu roteiro (em até três quadros) desenhado por José Aguiar e a tira será publicada no Gaz+ do dia 3 de novembro

E tem mais: o vencedor terá um perfil seu publicado no caderno jovem da Gazeta do Povo e leva para casa um exemplar autografado do livro Folheteen – Tiras para todo lado. Então não perca tempo, vá até o site do Gaz+ e se inscreva.

Fonte: Assessoria

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Mauricio de Sousa lança HQ sobre crianças portadoras de HIV



O cartunista Maurício de Sousa lançou recentemente seu primeiro gibi com personagens portadores do vírus HIV, Amiguinhos da Vida. A ideia é atingir o público infantil e os pais, para tentar reduzir o preconceito com os doentes.




A edição especial, que tem por objetivo estimular a socialização entre crianças soropositivas e saudáveis, usa os personagens Igor e Vitória para tratar de temas como as formas de contágio da doença, a importância do convívio e da aceitação social das crianças portadoras e os cuidados especiais que devem ser tomados com elas.

Na história, Igor e Vitória têm uma vida normal, são crianças ativas e praticam esportes. O contato entre a "turminha" e os recém-chegados acontece na escola e as informações sobre a doença são fornecidas na aula, pela professora.

A ideia para o projeto veio do presidente da ONG Amigos da Vida, Christiano Ramos, que desde 2000 atua na disseminação de informações de prevenção da aids, no combate à doença e na promoção dos direitos humanos dos portadores.

A primeira tiragem do gibi foi de 30 mil exemplares, entregues gratuitamente em hospitais, consultórios médicos, entidades e escolas. Para o começo de 2013 estão previstos mais 2 milhões de exemplares, que serão distribuídos em várias capitais, como Rio, São Paulo, Curitiba, Salvador e Recife. A publicação está sendo traduzida para o inglês e será levada a outros países.

Segundo Maurício de Sousa, as novas personagens podem vir a fazer parte da revistas de linha, mas sem citar constantemente o fato de elas serem soropositivas. Já apareceram na obra do cartunista as personagens Humberto, que não fala, Dorinha, que é deficiente visual, Luca, cadeirante, Tati, que possui síndrome de Down, e André, que é autista.

Fonte: Copiado e replicado da Isabela Lamster - Estadão.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

O Imigrante


Entre a vida que esperaríamos de ter e a vida que gostaríamos de esquecer, é onde se encontra a tragédia.


Mais uma história do HQCX, com roteiro de FTF e arte de Adan L Marini. Basta clicar no play e navegar usando as setas do teclado ou os botões e rolagem do mouse.


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sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Cesta Básica de Quadrinhos #5



No CBQ de hoje, Freud fala sobre as hqs Dark #1 e #2, Space Opera #1 e #2 e Fell - Cidade Brutal.

Dark #1

Dark reúne 5 títulos do Reboot da DC Comics mais próximos do estilo da Vertigo, inclusive com personagens frequentemente publicados nessa linha da editora. Liga da Justiça Dark abre a revista ainda engatinhando na trama  e apenas introduzindo uma grande ameaça e alguns personagens que farão parte dessa reunião inusitada de "heróis" mais acostumados a agir sozinhos. A arte pra mim deixou a desejar na representação dos super heróis da Liga da Justiça "oficial", que fazem uma rápida participação, mas fora isso me agradou.

Homem Animal é o ponto forte dessa primeira edição,   conseguindo estabelecer bem a atual situação do protagonista e já dando início a uma trama que me instigou muito a acompanhar sua continuação. A arte também é ótima e casa perfeitamente com o roteiro.

As demais séries, Ressurreição, Eu, o vampiro e Monstro do Pântano trazem algumas coisas interessantes no roteiro e boa arte (principalmente na do Monstro) mas ainda não dizem a que vieram, com um início muito morno que não estabelece grande expectativa ou definição sobre o estilo de histórias que virão a seguir.

Apesar disso, o preço de R$8,99 pela edição com 5 hqs onde uma já teve ótimo início e as demais tem bom potencial vale a aposta nesse novo título da Panini.

Nota: 7,5


Dark #2

Mesmo com as segundas edições das 5 histórias, a maioria dos títulos ainda não engrena. Liga da Justiça DarkRessurreição e Eu, o vampiro seguem buscando estabelecer bem o status atual de seus personagens mas com um desenvolvimento de trama muito lento, que desamina um bocado. Já Homem Animal não decepciona, se tornando cada vez mais envolvente e confirmando a boa repercussão que o título vem tendo lá fora.

Monstro do Pântano é a grata surpresa dessa edição, estabelecendo um novo status que, ao mesmo tempo que respeita as grandes histórias já clássicas feitas com o personagem, traz uma nova e interessante visão sobre ele.

Nota: 8.0





Space Opera #1

Essa hq independente de 28 páginas trás duas histórias de ficção científica, ambas roteirizadas por Leonardo Santana. A principal, Andrômeda, mostra uma nave espacial caindo acidentalmente num planeta desconhecido e sua tripulação lidando com as consequências da queda e os perigos do planeta.

Embora cheia de situações comuns do gênero, tanto história quanto a arte (de Ricardo Anderson) me agradaram e fiquei interessado pela sua continuação na edição seguinte. A segunda história é curtinha e fechada, desenhada por Will, e também interessante. Há ainda um bom texto de duas páginas falando sobre o gênero Space Opera. A revista tem formato 21x15 cms, miolo em preto e branco e custa R$3,00.

Nota: 6.5



Space Opera #2

Aqui temos a sequência da história da Comandante Andrômeda, novamente com uma boa dose de ação. A arte continua boa, agora a cargo de Rosendo Caetano. A segunda historia dessa vez inicia uma nova série chamada As Novas Amazonas, com arte de Ricardo Anderson, sobre um grupo de guerreiras num Brasil pós apocalíptico. Os dois roteiros novamente são de Leonardo Santana. Completa a edição um conto de Gian Danton, autor do texto explicativo da edição anterior.

Essa segunda edição aumentou o número de páginas para 32, mas fora isso mantem o mesmo formato da anterior, e custa R$4,00. Comprei as minhas no stand do Quarto Mundo na Rio Comicon do ano passado, mas ambas podem ser adquiridas através do site www.bodegadoleo.com.

Nota: 6.5




Fell - Cidade Brutal - Vol. 1

Fell foi uma série policial lançada lá fora pela Image em 2005 e idealizada pelo roteirista Warren Ellis para trabalhar com histórias mais curtas que o normal do mercado americano (16 páginas ao invés do padrão de 22 da época) e um preço mais acessível. A trama mostra o detetive de homicídios Richard Fell se adaptando ao violento, repulsivo e abandonado distrito de Snowtown, transferido pra trabalhar ali devido a algum acontecimento misterioso em seu passado recente.

O clima sombrio e sujo do local é reforçado pela bela arte de Ben Templesmith, que ajuda a estabelecer a atmosfera noir da hq. Os bons roteiros de Ellis trazem sempre algum crime a ser desvendado nesse ambiente caótico que as vezes exige soluções anticonvencionais.

Esse encadernado lançado aqui em 2008 pela Editora Landscape por R$33,00 trás as 8 primeiras edições americanas e ainda se encontra à venda em diversas lojas online. Infelizmente essa elogiada série até hoje não passou do número 9 lá fora de um total de 16 edições previsto por Ellis, porque uma pane no computador dos escritor fez ele perder muito do que já estava pronto para as edições finais. Apesar disso, a passos lentos ele parece ainda trabalhar nela, e finalizou o roteiro da edição 10.

Nota: 9

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Psicologia de um vencido: Augusto dos Anjos em quadrinhos


A poesia de Augusto dos Anjos ganha vida de forma gráfica nessa adaptação de FTF.


Mais uma história do HQCX, dessa vez a adaptação em quadrinhos de uma poesia de Augusto dos Anjos feita por FTF. Basta clicar no play e navegar usando as setas do teclado ou os botões e rolagem do mouse.


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quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Conheça e apóie os quadrinhos do Petisco!


Olhai pessoal, o velho Freud está aqui fazendo uma hora extra para falar, ainda que aos 45 do segundo tempo, de um projeto muito legal de quadrinho nacional que está prestes a se concretizar.

Lembram da HQ Nova Hélade que citamos lááááá atrás, no podcast bem legal que fizemos com o Cadu Simões?

Pois bem, lembrando ou não, saiba que essa e várias outras hqs bem legais estão disponíveis gratuitamente no site petisco.org. Li várias delas e gostei bastante, mas tenho muito mais ainda pra ler por lá, já que sou um velho desinformado e só conheci o site agora, trocentos meses após seu lançamento (Oh cara burro!).


"Mas e porque a urgência de fazer esse post agora, Freud, quando ele caberia muito melhor na coluna Quadrinhos em Bits que sai as terças aqui?" - você pergunta, ou não pergunta, uarévaa.. responderei mesmo assim.

É porque os caras que te dão inteiramente de grátis essa hqs chubidubas estão com um crowdfunding (é assim mesmo que escreve, tio?) no site catarse.me para lançar um álbum impresso só com histórias inéditas de 6 das séries regularmente publicadas no site.



Veja ai o vídeo feito por eles explicando a bagaça.



Rapaz, gostei muito e já contribui lá: Por 25 pilas garanti meu exemplar da hq. Quer dizer... quase garanti...

Isso porque falta muito pouco para atingir a meta que viabiliza o projeto, mas se a meta não for atingida, posso ter meu dinheiro de volta mas, hq que é bom, necas.

Então o lance é: Vai lá no site dos caras e confere as hqs! 

Você não precisa acreditar na minha opinião ou gosto, nem se fiar no fato da ótima hq Terapia ter ganho o Troféu HQ Mix 2011 como Web Quadrinho.. VOCÊ LÊ DE GRAÇA E CONFERE POR SI MESMO, NÃO TEM QUE PAGAR NADA PRA NINGUÉM!

Se curtir tanto quanto eu e tiver pelo menos 25 pilas disponíveis ai, contribui. Se não curtir ou não puder colaborar, tá bom também.

Você encontra as hqs acessando o site petisco.org

E pode ajudar a financiar a revista no site catarse.me

O crowdfunding termina em 2 dias, pessoal, então anda logo: VAI ACABAR VAMOS GASTAR!

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

O furo


Quando um furo de reportagem e o furo de um tiro se confundem na fervilhante mente de um jornalista…


Mais uma história do HQCX, com roteiro de FTF e arte de Thiago. Basta clicar no play e navegar usando as setas do teclado ou os botões e rolagem do mouse.


No site do O Caxiense vocês podem encontrar todas as hqs já disponibilizadas, basta clicar nesse link.

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quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Alegoria


Em um reino atemporal, as coisas nunca mudam. Qualquer semelhança com o mundo real não é mera coincidência…


Mais uma história do HQCX, com roteiro de Rafael Rodrigues e arte de Luciana Lain. Basta clicar no play e navegar usando as setas do teclado ou os botões e rolagem do mouse.


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sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Podcast Uarévaa #106 - Super Heróis Nacionais


"... e o Roberto Marinho copiou ele!"

Freud, Rafael Rodrigues e Luiz Modesti recebem o ilustríssimo quadrinista, editor, arte-educador, etc, etc, etc e gente fina à beça José Aguiar, para falar dos heróis nacionais dos quadrinhos, do seu surgimento até o início dos anos 80, e também dos trabalhos do José Aguiar, da origem do Gralha e da Gibicon 2012.






(Clique na imagem com o botão direito do mouse
e depois em "Salvar link como..")



E o RSS? E o ITunes? Já tá tudo ok?

Pois é, ainda não foi dessa vez que resolvemos...

Mas ao menos colocamos no ar novamente
TODOS os podcasts anteriores!


Promoção Liga da Justiça Uarévaa


Para saber como participar clique AQUI.


Comentado no Podcast


- Conheça os vários trabalhos do José Aguiar no seu site: http://joseaguiar.com.br/.

- Post do Rafael sobre o Garra Cinzenta: AQUI.

- Saiba um pouco mais sobre vários dos heróis que citamos navegando pelo blog HQ Quadrinhos.

- Conheça as hqs antigas disponíveis nos blogs Projeto Grafipar e Quadrikomics

- Ouça também os Podcasts #7 (sobre o Necronauta) e #8 (sobre o HQs Nacionais), ambos com participação do Danilo Beyruth, e o Podcast #17, sobre o Mercado Brasileiro de Quadrinhos, com participação do Cadu Simões.

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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

O Último Ato


Fora dos palcos, a maior tragédia é lidar com a vida real.


Mais uma história do HQCX, com roteiro de Rafael Rodrigues e arte de Adan L. Marini. Basta clicar no play e navegar usando as setas do teclado ou os botões e rolagem do mouse.


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quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Crônicas do Sistema Solar: Vênus


Em um mundo devastado onde não há mais nada, só uma coisa resta: abraçar o desconhecido.


Mais uma história do HQCX, com roteiro de Rafael Rodrigues e arte de FTF. Basta clicar no play e navegar usando as setas do teclado ou os botões e rolagem do mouse.


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