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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Cesta Básica de Quadrinhos #12



No CBQ de hoje, Freud fala sobre as hqs The Walking Dead #1Conseqüências e do encadernado Grandes Astros do Faroeste.

The Walking Dead #1

Devido ao sucesso do seriado televisivo baseado nessa HQ, a publicação de Walking Dead no Brasil segue agora o caminho inverso ao original americano: começou saindo em encadernados pela Editora HQM (usando o nome Os Mortos-Vivos), quando o seriado ainda não existia, e agora passa a ter suas edições "avulsas" saindo nas bancas, pela mesma editora.

Sobre isso vale mencionar algumas coisas: a HQM continuará publicando os encadernados normalmente e quem os acompanha já está muitas edições à frente na trama, mas para quem vai começar a ler a série agora, a desvantagem dessa defasagem pode ser compensada pelo tamanho das páginas, que são um pouco maiores que as dos encadernados, e pelo preço, pois os encadernados tem saído a um preço por história proporcionalmente mais caro que a versão mensal (eles vem com 6 edições a R$34,90 e 6 edições da mensal, se mantido o preço atual de R$3,90, saem por R$23,40).

Na primeira edição o roteirista Robert Kirkman acerta em cheio ao jogar o protagonista Rick Grimes abruptamente em meio ao caos gerado por um inexplicado apocalipse zumbi, deixando o personagem e os leitores exatamente no mesmo pé a respeito do que diabos está acontecendo. A leitura flui bem rapidamente e a boa arte de Tony Moore se destaca ainda mais na emoção das expressões faciais dos personagens e na representação dos zumbis.

Nota: 9,0


Conseqüências

Essa HQ curta escrita e desenhada por Caio Majado, tem 16 páginas (sendo 10 de história e as demais com uma apresentação, esboços e informações sobre sua criação), tamanho 23 X 15 cms, capa colorida e miolo em preto e branco e foi lançada em 2008.

Ela se passa num cenário medieval e fala de um garoto abandonado sozinho em sua vila devastada pelo ataque de soldados de um reino vizinho. Gostei da capa e da arte interna, e a trama, embora simples, é bem desenvolvida, com um final que consegue se mostrar interessante mesmo não sendo surpreendente.

Adquiri meu exemplar durante a segunda Rio Comicon, por R$2,00, mas embora tenha sido lançada a 4 anos atrás, ela ainda se encontra a venda clicando AQUI.

Nota: 7.0



Grandes Astros do Faroeste

A DC Comics em seu reboot comenteu erros e acertos, mas um dos acertos foi manter a dupla Justin Gray e Jimmy Palmiotti, então responsáveis pelos roteiros da revista de Jonah Hex, trabalhando com o personagem em seu novo título, Grandes Astros do Faroeste. Mais ainda, acertou ao escalar o incrível artista Moritat como fixo no título, que antes era dividido por vários desenhistas.

Outra mudança foi acabar com as histórias independentes e integrar o anti herói ao universo DC, com uma trama que continua mensalmente, situando Jonah na antiga Gotham City e colocando Amadeus Arkham como coadjuvante. Por já ter me decepcionado com algumas histórias em várias partes de Jonah pelos autores, isso era algo que eu temia dar errado, e realmente acabou levando a algumas situações mal trabalhadas na série. Pra mim, a dupla de roteiristas trabalha melhor em histórias fechadas mas, apesar disso, relevados alguns deslizes, a série é interessante.

Sobre a arte, confesso que gostava do revezamento de artistas na revista mas, ao escolher um para se tornar fixo, Moritat sem dúvida foi uma das melhores opções possíveis, senão a melhor, pois sua arte e narrativa são o ponto forte da revista.

A opção da Panini por encadernar as histórias em arcos é perfeita para essa série e espero que sua publicação continue pois, segundo a editora, a série anterior de encadernados de Jonah Hex foi infelizmente interrompida aqui não pela chegada dos Novos 52, mas por baixas vendas. O encadernado, que além das histórias de Jonah Hex tem também hqs curtas de outros personagem do velho oeste da DC, galeria de capas e um texto de duas páginas falando sobre a publicação do pistoleiro no Brasil, tem 180 páginas e custa R$21,00.

Nota: 7.5

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Review de Jonah Hex + Uma década de DC nos cinemas


UARÉVIEW
Por Monitor


Leitores de quadrinhos não entendem (ou fingem que não entendem) o processo que é adaptar uma revista para outra midia. E Hollywood não entende que, por sabermos todo o potêncial daquela historia ou personagem, nossa revolta em relação a certos filmes e as cagadas cometidas pela industria. Muitas vezes por sabermos o potêncial que eles podem alcançar bate uma tristeza quando vem Los Produtores e fazem merda, obviamente ficamos putos, em especial num filme onde novas cenas eram desnecessarias porque o roteiro (e filme) original era bom. Já demostrei um caso quando a Warner abandona uma boa adaptação, agora mostro como a Warner cagou um filme que já era bom em um resultado completamente sem sal.


Vamos começar pela historia do filme. Jonah Hex (Josh Brolin) era um importante coronel dentro da Guerra Civil Americana, que descobriu que Jeb Turnbull(participação especial de Jefrey Dean Morgan, no terceiro personagem que ele atua da DC Comics) junto com outras pessoas estavam traindo o exercito, gerando assim a morte de Jeb pelas mãos de Hex, seu melhor amigo. Como vingança, Quentin Turnbull (Jonh Malkovich) com a ajuda do capanga Burke(Michael Fassbender,o futuro jovem Magneto) mata a mulher e filho de Hex, e ainda por cima marca a ferro quente o rosto do cara, deixando-o para morrer sozinho.

Numa sequência em motion comic (numa arte que lembra muito Brian Azzarelo) mostram os indios apaches chegando ao resgate (já que a esposa de Hex também era india), e fazendo as magias quelhe permitiam sobreviver e a partir disso poder ter a habilidade de se comunicar com os mortos (#facepalming) e assim consegue encontrar Quentin e mata-lo queimando-o vivo em sua casa. A partir desse dia Hex vira um caçador de recompensas e tem como unica companhia Lilah (Megan Fox), prostituta que sabe se impor diante dos seus clientes e que é apaixonada pelo pistoleiro. Os problemas começam quando descobre-se que Quentin está vivo e organizando um ataque terrorista contra os Estados Unidos.O governo não tem como outra opção a não ser contratar Jonah para achar o seu maior inimigo antes que seja tarde demais.

Bem, onde podemos começar? Vou primeiro citar o elenco, já que apesar do resultado final não ajudar, o elenco segura bem a barra. Josh Brolin é o que se sai melhor na tela. Megan Fox, por incrivel que parece, se saiu bem nesse filme, com uma atuação bem natural, mostrando que ela está tentando melhorar como atriz apesar das infinitas besteiras que fala fora da tela. Fassbender, com trejeitos a moda Laranja Mecânica se sai bem, apesar de fazer nada espetacular, assim como Malkovich. As participações de Jefrey Dean Morgan e Tom Wopat (da serie Dukes of Hazard)como Slocom são interessantes de assistir.

Em termos de fidelidade a HQ, podemos dizer que é um caso parecido com The Spirit, onde os elementos estão lá, mas foram mal trabalhados. Em especial sobre o fato de Hex poder falar com os mortos, isso descaracteriza bastante o material e se torna "a saida facil" para movimentar a historia. No roteiro original(e no filme outrora gravado) o de Hex ou não falar com os mortos era meio como um rumor, mantendo o misterio sobre a lenda urbana ao redor do personagem.Oelemento do estranho, do sobrenatural, esttá presente, mas sem muito destaque por causa das decisões finais, especialmente em relação a edição. Mas um easter egg bacana que o atual escritor do personagem Jimmy Palmiotti já tinha dito antes que Lilah na verdade era uma personagem já existente nos quadrinhos, e no caso ela é Tallulah Black!

As cenas novas feitas por Francis Laurence (Constantine) mudaram inumeras coisas no filme,o tornando mais curto.Entre a muitas cenas que ficaram de fora estão a sequência completa de Red Sand (que originalmente era a luta final do filme e que nessa versão ficou reduzida ao subconciente de Hex), a cena de sexo entre Jonah e Lilah, The Creepy Dead Kid, entre outras que no total devem chegar a duração de 10 a 20 minutos, e que devem melhorar, nem que seja só um pouco (talvez quem sabe, afinal eu não as vi, ainda) a qualidade do filme.


Uma das boas coisas do filme e que também foi afetado pelo "corta,recorta,remonta" foi a puta trilha sonora do filme feita pelo Mastodon.Como trocou de compositor no meio da produção, o trabalho de hora que a banda teve originalmente foi reduzido quase que abaixo da metade da duração original. Mas vale a pena correr atrás e ouvir, é um som de altissima qualidade!


No fim das contas, Jonah Hex fiou um filme onde os produtores, investindo em algo atté então incerto, não sabiam o que fazer e cagaram no pau.Com o faroeste voltando graças ao genero que chamo de "western misto", que são filmes de genêros variados que usa o western, ou a estrutura do mesmo, para criar algo novo.Foi assim com O Livro de Eli, vai ser assim com Priest, com Cowboys and Aliens, com o futuro Lone Ranger. J-Hex poderia ter sido o filme que daria o BOOM do genêro se, como disse Josh Brolin em entrevista, tivessem seguido desde o começo a visão original do filme. Mas uma oportunidade foi perdida e o resultado foi um filme distante de sua proposta original,um western pouco inspirado na maioria de suas cenas e sem sal.Para correr atrás do prejuizo nem uma versão do diretor/extendida foi planejada para o Blu-Ray, não atendendo assim ao pedidos dos fãs e deixando no misterio o destino do personagem nos cinemas. Mas o que importa é mesmo os quadrinhos, e atualemente por lá Hex está muito bem obrigado.

NOTA: 4,0


EPILOGO: Uma década de DC nos cinemas.
Jonah Hex e The Losers representam o fim meio que tortuoso de uma boa epoca para a editora.Se os filmes foram bons o suficiênte, ou fiéis o suficiente, varia de cada pessoa.Se na decada de 90 veio a decadência deido a Batman & Robin, e de certo modo o inicio da era Marvel nos cinemas (com Blade) foi graças a propria dona da DC (no caso a Warner/ New Line Cinema), na primeira metade desta decada tivemos a presença timida da editora com Estarada para a perdição (representando a DC/Vertigo), o horrivel Liga Extraordinaria (de Allan Moore pra Wildstorm),Mulher Gato(sem comentários) e alguns filmes direto para dvd, derivados das series animadas presentes no momento (com Batman do Futuro: O Retorno do Coringa, por exemplo).

Mas em 2005 que as mudanças vieram de fato, com a adaptação de Constantine (falarei sobre ela melhor depois no meu blog) e especialment com Batman Begins, que trouxe Chritopher Nolan como salvador da patria e elevou Batman de adaptação cinematografica a um filme de verdade.Na telona tivemos retorno não só do Batman mas como Superman, invasão da Vertigo (coom Losers, Marcas da Violência, Stardust), casos interessantes (como Fonte da Vida, de Darren Aforonsky),criação de "classicos" entre o grande publico (V de Vingança como filme ainda é bem popular,mesmo que as vezes as pessoas não entendam ao todo sua mensagem), polêmicas (sim Watchmen, estou falando de você) e na area de dvds, a criação da linha DC Universe, trazendo filmes surpreendentemente maduros e de alta qualidade, abrindo todo um leque de possibilidades da editora trabalhar.
Minha imagem de fundo no twitter

A proxima decada os filmes sobre os personagens da editora devem estar em destaque nos cinemas, com a criação do braço multimidia da DC, a DC Entertainment. Esse ano veremos um pouco da influência da editora em RED, mas os destinos de muitos outros personagens serão mesmo definidos quando Lanterna Verde chegar ano que vem ao cinemas.A tendência é que filmes de quadrinhos se estabeleçam de vez como genero a ser respeitado em Roliudi, e aos trancos e barrancos, as editoras conseguem ganhar seu espaço. Como fãs, esperamos que os muitos erros cometidos esse ano até então sirvam de lição para que no futuro todo o potêncial que esses personagens tem sejam mostrados e absorvidos pelo publico.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Jonah Hex - Marcado pela violência


UARÉVIEW
por Freud


O pistoleiro "mais simpático" do Oeste finalmente está de volta às bancas brasileiras, num encadernado que a Panini "espertamente" lançou pra pegar carona no "grande sucesso" (Bwahahahah) de bilheteria que está pra estrear nos cinemas aqui (Será? Pelo andar da caravana, acho que vai direto pra DVD...).

O filme do Jonah Hex foi um puta fracasso nos EUA e, veja você, logo na capa da HQ consta que ela inspirou o filme!!! É uma cilada, Bino?

É não, cara. Bem legal mesmo a revista e ela não tem conexão direta alguma com o filme, como o marketing safado na capa pode talvez sugerir.

São 6 estórias, compilando o início da série mensal do caçador de recompensas lançada em 2005 lá fora. As estórias são fechadas, sem nenhuma ligação entre elas, sem preocupação de continuidade ou cronologia. Simplesmente bons contos de western, escritos por Justin Gray e Jimmy Palmiotti, que respeitam a personalidade e origens do pistoleiro deformado da DC. Uma delas inclusive tem ótima participação de outro antigo cowboy da DC, o espirituoso Bat Lash.

Vai encarar essa hq?

A arte também é "de matar" (boa essa tirada, hein, hein.. de matar.. Jonah Hex... bom, tentei. Rs...) graças ao brasileiro Luke Ross que manda muito bem no traço e na narrativa de 5 das 6 estórias. Luke (ou Luciano Queiroz, se preferir) caracteriza Jonah perfeitamente como Clint Eastwood (que realmente serviu de inspiração na criação do personagem, por John Albano e Tony DeZuniga) e ainda bota coadjuvantes inusitados em algumas estórias: Lima Duarte, Paulo Goulart, Matheus Natchergale (é quase um seriado global, rs), Christopher Walken e certamente tem muito mais gente que não identifiquei.

A quinta estória é desenhada pelo co-criador Tony DeZuniga, e foi muito legal pra mim ver a arte dele pela primeira vez em formato americano (só tinha lido estórias do Hex antes em formatinho). Infelizmente foi justamente nessa estória que veio o primeiro ponto negativo da edição: a sequência em que Jonah sai de uma cabana em chamas é bem confusa.

Todas as estórias são bem bacanas e remetem a bons filmes de Western, com violência e atitudes sem concessôes para se adequar a "comic code" nenhum, mas felizmente, sem exageros desnecessários. A violência não é contida mas aparece em função de contar bem as estórias. A única que que achei fraca foi a última, com algumas situações e soluções mal desenvolvidas, acredito, por ter uma trama um pouco maior que as anteriores espremida no mesmo número de páginas.

O encadernado traz também as ótimas capas originais (como essa à esquerda, feita pelo Frank Quitely) e um texto de duas páginas falando sobre a estória do pistoleiro.

Realmente achei uma boa compra. São 148 páginas, com papel LWC e capa cartonada por R$ 14,90. Bem melhor que pagar esse mesmo preço num desses novos títulos mix "70% é lixo" que inventaram na "revolução" da mesma Panini. Fica a torcida por uma vendagem boa o suficiente do encadernado que empolgue a editora a lançar mais desse material, pois o título continua saindo regularmente até hoje lá nos EUA.

Pra fechar, confere ai o preview disponibilizado pela editora.
(clique nas imagens pra ampliar)



sexta-feira, 28 de maio de 2010

Plantão do Monitor:Novidades em Escarlate


[Monitor.jpg]
A Warner confirmou que teremos filme do Flash(e de outros herois da DC) nos proximos anos.O que eu acho de tudo disso?Será uma decáda boa!Vejamos abaixo:

Como a seculos foi informado pelo IESB e finalmente confirmado pelo Heat Vision durante uma apresentação da Warner de seus filmes em 2011,foi confirmado que o proximo Batman realmente chegará dia 20 de julho,o Superman do Nolan no natal de 2012,e ainda o sinal verde para que o filme do Flash(finalmente) saia do papel e vá para as telas.

Bem,vamos aos fatos.o heroi do filme será certamente Barry Allen,e ele precisa de popularidade desesperadamente.Alguns xingam,outros elogiam(o Rebirth dele já começou a sair no Brasil,lerei e depois comento),mas a recepção dele perante o publico está mais dificil que Hal Jordan,por exemplo.pra mim,o defeito de Barry Allen é sua qualidade:ele é o velocista mais antiquado do mundo.Ele tem um pensamento de quem nasceu a duas decadas antes da dele.Mas em compensação,ele como detetive e heroi é brilhante.Etm um pensamento mais purista sobre as coisas que o Superman,mas é alguem que pode ser tão inteligente quanto o Batman.Em especial tem grande medo das novidades,sejam elas boas ou ruins.Decidiu ficar de fora quando iria lobomotizar o Dr Luz em Crise de Identidade,e agora enfrenta seus vilões no futuro,que são considerados a nova força policial.Entende o que digo?A graça de ver o personagem é ele encarando situações que estão fora de seu controle,porque são coisas que vão além do que acredita ou pode alcançar.Então aí,só lhe resta correr.Os ultimos rumores diziam que Greg Berlantti dirigira o filme,e em breve nossas perguntas serão respondidas na Comci-Con.

Mas não só isso foi anunciado lá,também foi dito que os filme da Mulher Maravilha,Aquaman e um com personagens da MAD também ganharão versões live-action.Meu palpite nesse caso é que seja Spy vs Spy,o que seria bacana pacas,mas só uma pessoa no mundo que poderia fazer Alfred E.Newman(RS):

Sobre Mulher Maravilha,como disse uma vez um amigo meu,é bem simples:você pega 300 e põe lesbicas nele HAHAHAHAHA.Brincadeira,mas o filme animado que saiu a alguns anos mostra que sim,tem como fazer algo bacana na telona.Mas minha preocupação é em relação ao Aquaman,porque sou fã dele(sim,eles existem O_o)e muitas pessoas só o vêm como o cara que fala com os peixes e coisas do tipo,o que é errado defini-lo assim.Ele não funciona como heroi de colant batendo em bandidos,mas sim como rei de 3/4 da terra.Ele vem de uma cultura que já pagou o preço por se achar superior a natureza,e vive soterrada no mar desde então.Ele sabe da capacidade do ser humano de ser filha da puta,e luta pelo direto de defender o ambiente que ele vive(no caso,o mar) das merdas alheias dos outros(as vezes em sentido literal),o que pode levar a mostrar certas cenas com tom mais politico(não no nivel aproveitador de Avatar,mas vocês entenderam),alem do fato que o mar esconde tantos misterios quanto o espaço,dá pra se criar um mundo inteiro debaixo do mar.Outra coisa,a sociedade dele está seculos a frente da nossa,ou seja,tudo por lá é mais evoluido,desde ciência até taticas de guerra e combate,ou seja,você e qualquer outra pessoa pode apanhar tensamente por Aquaman.Bem,mas temos varias interpretações do personagem,o conheci nos anos 90,mas basicamente é isso aí o que ele é hoje em dia,até antes de mandá-lo pra cova.Uma historia que acho que seria foda de mostrar nos cinemas é a fase do Peter David.lembrando que quem cuida do filme é a produtora do Leonardo DiCaprio.

Pra finalizar,Lanterna Verde vai ter uma serie animada(mas não foi confirmado se vai ser algo do zero ou se vão pegar o DCAU) e Jonah hex animado ganha suas primeiras imagens para seu DC Showcase,que virá junto com Under The Red Hood.Para os videosnovosdo filme live action,vá aqui.




Bem,acabamos por aqui pessoal,nos vemos semana que vem!E não se esqueça de votar na gente no TopBlog!

Esse post é dedicado a Stephen Perry,criador de clássicos da nossa infância como Thundercats e SilverHawks que foi morto após quase uma semana desaparecido.Ele estava com cancer,e com poucos trabalhos,ficou desaparecido a um bom tempo até ser achado...Dona Morte tá foda... =(