Social Icons

Pages

Mostrando postagens com marcador Momento Uarévaa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Momento Uarévaa. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Vida e liberdade


(0bs.: Este texto foi publicado originalmente como uma postagem no meu Facebook. O que é escrtito aqui não reflete necessariamente a opinião de outros membros do blog. Vale lembrar que o Uarévaa é um grupo e cada um tem sua própria forma de pensar)

Acho que todo mundo aqui sabe que eu não acredito em deus, nem em nenhum tipo de misticismo, sobrenatural, esoterismo ou coisas do tipo (e tudo bem, você pode me condenar e achar que eu vou pro inferno por conta disso, ou achar que eu tenho algum trauma de infância, eu não levo pro lado pessoal, mesmo).

Mas eu acredito eu outras coisas.

Acredito no ser humano (sim, eu sei...).
Acredito no futuro.
E acredito que uma sociedade melhor para todo mundo é possível.

E, embora eu não considere o Natal per se uma época sagrada, existem coisas que eu, de fato, considero "sagradas" num sentido mais secular, ou seja, coisas que tem um profundo significado e valor para mim.

Todas estas coisas que considero sagradas (que não são muitas, é verdade) podem ser resumidas a dois conceitos complementares:

Vida e liberdade.

Para mim, a vida é a coisa mais sagrada. Não só a vida no sentido biológico, claro, esta é a primeira camada; mas para o ser humano a vida é mais do que isso: é poder realizar seu potencial (seja ele qual for), fazer as coisas que gosta, tomar suas próprias decisões, acertar E errar, e por aí vai. É viver uma vida plena, sem amarras mentais.

Não há como se ter uma vida plena (da forma como eu entendo e resumi aqui, claro) sem liberdade. É por isso que vejo estes dois conceitos como complementares. Ou seja, para mim, liberdade é uma extensão do direito à vida em um mundo ideal.

É claro que o meu conceito de liberdade é diferente do conceito que permeia o senso comum: não é "fazer o que quiser, quando quiser", e sim ser livre para pensar como quiser e tomar a decisão que quiser, mas tendo consciência de que se é um indivíduo vivendo numa sociedade, e que cada decisão e ação tomadas refletem na vida de outros. Quer dizer, até é, de certa forma, fazer "o que quiser", mas com a maturidade e responsabilidade para assumir as consequências de suas decisões e encarar seus erros de frente.

Nenhum destes conceitos é novo. De fato, são tema da filosofia, da religião, das histórias e até da ciência desde que o mundo é mundo. A diferença é que eu concordo com estes conceitos por que os entendo racionalmente, e entendo as possibilidades e consequências destes dois conceitos. Eu poderia discorrer muito mais sobre eles, mas não é exatamente esta a intenção deste texto.

Vida e liberdade. Pra mim, tudo se resume a isso.

Por isso, se eu puder ter um desejo para o próximo ano, ainda que apenas como exercício de otimismo (pois é um desejo utópico para o mundo de hoje, eu admito), é que todos possam viver livres, sem precisar tirar nem a vida nem a liberdade de outros.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

E se o filme dos Vingadores tivesse sido filmado em 92?


E aí Uarévaiada!

Aproveitando o ócio que ronda meu cérebro, me inspirei nas notícias da Comic-Com 2013 sobre o Ultron ser o vilão de Vingadores 2, resolvi fazer um exercício criativo.

E se a Marvel tivesse produzido Os Vingadores 20 anos antes, em 1992 e não em 2012?
Entretanto, foloda-se quem era a equipe na época. Meu elenco vai ser o mesmo do longa do Josueldon. Afinal, ninguém aqui está interessado em ver um filme dos Vingadores com o Magnum, não é? Bora pirar.

Capitão América – Brad Pitt



Em 92, Brad Pitt tinha acabado de despontar em Hollywood depois do sucesso de Thelma e Louise no ano anterior. Era um astro em ascensão, mas ainda apenas com o rótulo de galã pelos papéis que vinha interpretando.

Nos anos seguintes se firmaria como um grande nome do cinema ao fazer Amor a Queima Roupa, Entrevista com o Vampiro e Lendas da Paixão. Sendo assim, minha escolha vai pelo biótipo do ator, que combina muito com Steve Rogers, além do que ele já dava provas que era um ator muito mais completo do que Chris Evans jamais será.

Homem de Ferro – Pierce Brosnan


Quem melhor pra ser o bon-vivant Tony Stark do que o bon-vivant James Bond? Daniel Craig pode ter trazido a tona um 007 mais truculento e massavéio, mas Brosnan encarnou perfeitamente o lado mais galanteador e malandrão do espião britânico.

Uma versão perfeita para o herói bebum. Brosnan em 92 vinha de uma safra de filmes estilo Supercine e nesse ano fez aquele filme desgraçado “O Passageiro do Futuro”, e só iria assumir o smoking do agente secreto 3 anos depois.


Thor – Dolph Lundgren
Mas não tem escolha mais óbvia! Lundgren estava no auge como astro de ação, e nesse ano ele estrelou ao lado do ídolo do Modesti o crássico Soldado Universal.

Ele já tinha interpretado um herói da Marvel, o Justiceiro, 3 anos antes. E ainda por cima, o brutamontes interpretou o He-Man naquele filme de mierda, mas que no visual, tem tudo a ver com o deus do trovão. Ivan Drago é o Thor.



Bruce Banner – Tom Hanks


Tentaram usar um galãzinho para ser o Banner no filme do Ang Lee. Tentaram usar um ator fodão/alternativo para fazer o Banner da Marvel. E o único que realmente deu certo foi um ator com aparência comum, acostumado a comédias românticas. Sendo assim, a melhor escolha seria alguém dentro desse perfil. 

Tom Hanks em 92 era um nome conhecido, mas ainda não tinha se consolidado como um astro, o que só viria a acontecer com Filadélfia, Forrest Gump e Apollo 13, nos anos seguintes. Hanks estava transitando de um ator de comédias família - Um Dia a Casa Cai; Meus Vizinhos são um Terror; Quero ser Grande – para alguns filmes mais sérios – como Fogueira das Vaidades. 

Além disso, estava virando também um sinônimo de comédia romântica. Além do que poucos atores encarnam tão bem o estereótipo do cara comum. Para o monstrengo, chamamos a equipe que deu vida aos dinossauros de Jurasic Park e um mecatronico misturado com um pouco de CGI, se ficar na qualidade dos dinos do parque, já ta mais que bom.

Viúva Negra – Cindy Crawford


Cindy Crawford. It’s the fucking Cindy Crawford. No início dos anos 90 ela era talvez a maior supermodelo do mundo. Ela não tinha feito nenhum filme. Apenas um DVD ensinando a malhar e manter a forma. Ela apresentava lá um programa na MTV.

Seu primeiro trabalho no cinema foi só em 1995, em Unzziped, com uma porrada de outras modelos. Mas froga-se! Ela é a CINDY CRAWFORD PORRA! A encarnação de Natasha Romanov perfeita!



Gavião Arqueiro – Emilio Estevez


Para o papel eu tinha pensado no Charlie Sheen, afinal o cara sempre soube fazer bem o papel de cara mudafucka.

Mas como nosso orçamento ta apertado já, e o doido do Sheen começava a ficar em alta, protagonizando alguns filmes como Top Gang, vou pela saída mais fácil e coloco um genérico, o mais sem graça e menos talentoso irmão do mister Winning, Emilio Estevez.

Basta o canastra conseguir emular um pouco a filha da putice do irmão de sucesso e temos um bom Clint Barton. Afinal, o Gavião em si é um bucha, nada mais justo que outro o interprete.


Nick Fury – David Hasselhoff


Nem vou defender a escolha. De Supermáquina a SOS Malibu, o melhor personagem do ator foi a sua versão do Fury para o malfadado filme do agente da Shield.









Maria Hill – Courteney Cox


Eu sei que a personagem não existia em 1992. E também sei que em 1992 eu tinha 10 anos e não poderia escolher o elenco desse filme. Então foda-se né? Afinal, tem muito cueca e pouca calcinha nesse elenco.

Se no filme de 2012 a escolhida foi uma atriz de How I Meet Your Mother, nada mais justo que, 20 anos antes, a escolhida fosse uma atriz da série mãe desta.

Apesar de Friends só começar em 1994, Courteney Cox já estava por aí em algumas séries e fazendo uma ponta no supracitado desgraçado filme do He-Man. Além de que ela era uma tetéia. ^_^

Agente Coulson – Ed O’Neill.


Al Bundy, agente da SHIELD. Nada mais precisa ser dito.











Loki – Gary Oldman


Gary Oldman sempre foi foda. Isso é um fato. Mas em 1992 ele encarnou Drácula. Talento, ele tem de sobra. Sabe interpretar um maluco como ninguém.

Então, um ator conceituado para o grande vilão era o lema dos filmes de super-heróis dos anos 90. O Gordon iria roubar a cena de todo mundo quando aparecesse, e essa é a intenção.





É isso ae cambada. Gostaram? Acharam uma merda? Nem leram? Comentem aí quem vocês substituiriam nesse elenco. E, para terminar, por favor, um pouco mais de CINDY CRAWFORD!






EITCHA LELÊ!

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Hoje é dia de rock...e de comemorar aniversário!


O Dia Mundial do Rock pode ter passado (foi dia 13), mas um dos nossos membros fez questão de nascer no mês do rock, e foi ninguém menos que o Duende Amarelo, nosso especialista para assuntos rockizísticos, que está de aniversário hoje!

Por isso, fizemos uma seleção mais do que especial de músicas fodas para dar de presente ao nosso amigo e, de quebra, aos nossos ouvintes. Até por que, para alguém como o Duende, a melhor forma de comemorar é com muito Rock'n Roll!

Então, meu caro Duende, feliz aniversário dos membros deste blog simples, mas limpinho. Olha o que preparamos de presente para você:






Alex Matos
Essa música é um recado nada pertinente ao Duende, pois tenho certeza que ele é o extremo oposto! Feliz aniversário putinho do papai!




Camila Téo
Ser humano amarelo, desejo que a sua vida seja repleta de alegria, paz, games e rock n' roll. Parabéns não só pelo seu dia, mas por ser um cara sensato e muito bacana. Espero que você possa seguir buscando sempre mais sucesso, harmonia e felicidade.
Abraços




Freud
Não tem nada melhor pra parabenizar o Duende que Queen, que ele sempre fala, trilhões de vezes, que ouviu no show na barriga da mãe, e blá, blá, blá, bwahahaha
Duende, cê é um grande cara, tamo junto! Friends will be friends!




Marcelo Soares
Bem, a única música que me lembro quando penso no Duende Amarelo é essa "Eu vi Gnomos",  do Tihuana, sim,o titulo é gnomos, mas ele fala "eu vi duendes" tb kkkkk




Modesti
O Duende e o tipo de cara que faz aniversario, mas nao envelhece. Acho q ele sacou que idade e algo muito mais de cabeca do q com tempo, e ser pai fez ele voltar a flor da idade. Nenhuma musica pode ser mais apropriada pra representa-lo do que The Day That Never Comes, que fez o Metallica voltar aos velhos e bons tempos. Parabens, velho. Vc e o cara.



Moura
Eu matutei e matutei sobre qual música do Kiss ia mandar de presente pra esse meu irmão paulistano, roqueiro e amarelo. Mas música alguma dos caras ia representar tanto quanto Push, do Stone Temple Pilots o aniversário desse jovem papai! Afinal, foi o ápice do último aniversário dele em que estive presente! Então, meu brother, segue aí minha música de presente pr'ocê, até o fim dos tempos!





Romenique
Feliz aniversário brother! Continue chutando bundas no velho estilo do rock'n'roll!



Rafael Rodrigues

Bom, me sinto na obrigação de deixar aqui como presente aquela que pra mim é talvez a melhor música do Jethro Tull. Mas também não podia deixar de fazer um post “metalinguístico” do Kiss cantando Ramones, que acho que tem tudo a ver com esse Rocker old school que é o Duende. Tive o prazer de conhecer ele e a Pin pessoalmente, e espero que me considerem tão amigo quanto eu os considero, embora nem sempre isso fica tão explícito da minha parte. Feliz Aniversário, meu velho!






Zenon
Bom, to escolhendo duas músicas pra mandar pro Duende. A primeira, lógico, é do Metallica. Nossa banda preferida e com uma música que ele sabe que tem um sentido bem mais amplo pra mim. A segunda é de uma banda que ele já fez até um Palhetada e eu cheguei a zua-lo de que era uma bostinha emo, mas agora to me redimindo porque os caras tem umas músicas do carvalho! Então a segunda opção é Shinedown!






É claro que, a cereja do bolo desta homenagem não podia ser outra senão uma verdadeira declaração de amor da pessoa que levou a amizade com o Duende tão a sério que o fruto disso foi um filho, heueheuehue:
Pin
Como dedicar uma musica pra você sem ser a que iniciou tudo o que nós ja vivemos?? Por isso aí está ela.... Ela que acompanhou nossa amizade, nosso namoro e agora acompanha nossa família nessa etapa de nossas vidas... Parabéns Duende, amor, Gatão...Shake and bake sempre!! Amo você.



E, para finalizar (sim, ainda tem mais), a homenagem de TODOS os membros do blog: Como sabemos que o Duende adora esta banda, deixamos o melhor por último. Eis nossa homenagem coletiva para você, Duende:

AhuAHuHAuHAuHAuHAuHUAhUAhUAhUAHuhauHUAhUAhUAHuHAUhUAhUHAuHAuHUAhuhAuHUHAuHAUhUAhUAHuHAuHAuHUAhUAhUAHuHAuHAuHUAhUAhuahUHA

Feliz Aniversário, Duende! E, como você mesmo costuma dizer:

LET’S ROCK!

terça-feira, 18 de junho de 2013

Considerações sobre as recentes manifestações (sugestões)

Imagem original aqui

Muita coisa tem se falado sobre os últimos acontecimentos do país. E agora que lutar por direitos virou “moda” (espero que essa moda dure ainda muito tempo), muita coisa ainda vai se falar. Não vou me estender muito para que este texto seja o mais objetivo possível.
O motivo deste texto é dar minha contribuição para esta onda de comoção que tem se seguido às manifestações. Se você ler até o fim, e achar que este texto não serve para muita coisa, tudo bem.

A coisa mais importante é saber que conseguimos a atenção de todo mundo. E, agora que eles tem a nossa atenção, é importante começar a pensar no que vem a seguir.

Embora seja realmente muito gratificante ver as pessoas irem as ruas para exigir melhorias no país, não podemos ser ingênuos. Exigir “mais educação”, “mais saúde” e lutar “contra a corrupção”, na prática, é o mesmo que nada. É como dizer que estamos “lutando contra o mal”. Que mal? Como é esse mal? Como resolvemos esse problema?

Então, acredito que falta agora sistematização. Usar a cabeça. Provamos que podemos fazer número. Agora temos que provar que podemos fazer reivindicações inteligíveis e realistas.

Mas o que vai ser reivindicado? Embora eu nem de longe tenha moral para definir o que se pode ou não reivindicar, partindo das próprias manifestações e do interesse comum da população, chego à algumas sugestões, não do que reinvindicar, mas de como chegar às reivindicações mais eficientes.

Dividirei elas em 2 etapas: A primeira, para uma mudança externa e coletiva; a segunda, para uma mudança interna e individual. Leve, é claro, este texto como uma sugestão, e não uma definição:


Mudança externa (reivindicações)

Saúde:
Não basta só pedir por mais investimentos em saúde. O que precisamos? Quais são os problemas mais graves? Quais as prioridades? Quais seriam as soluções a curto, médio e longo prazo?

Entre os manifestantes e apoiadores há médicos, enfermeiros, gestores de saúde e assistentes sociais que podem ajudar nesta questão.


Educação
Sim, este é o maior de todos os problemas, mas o que podemos fazer? Que tipo de mudanças podemos exigir, a curto, médio e longo prazo? Quais os problemas mais urgentes?
Professores, pedagogos, filósofos e educadores em geral que apoiam as manifestações podem ajudar neste ponto.


Corrupção
Certo, como vamos “acabar” com a corrupção? Mudando as leis? Exigindo renúncia de diversos políticos? Tais coisas sequer são possíveis? Quais são os caminhos que podemos seguir para garantir que as próximas eleições tenham políticos melhores? Advogados, filósofos e cientistas políticos podem ajudar neste ponto.


Representação
Por mais que esse seja uma manifestação coletiva, não é possível colocar 200 milhões de brasileiros numa sala com a presidente para cada um decidir o que acha melhor. Fatalmente, é necessário escolher representantes oficiais do movimento, rostos que possam ser aceitos por todos como representantes dignos.

Esta é a parte em que é importante, não só quem vai representar, mas como as opiniões de todo podem ser endereçadas. De admistradores a gestores de TI, passando por publicitários e celebridades ou formadores de opinião da imprensa, esta seria a parte mais problemática, e talvez mais importante, se quisermos realmente fazer a diferença.



Mudança interna (individual)

Mas nenhuma destas reivindicações vai fazer muita diferença se não estivermos dispostos a manter as mudanças. E, para manter as mudanças, precisamos mudar nossas atitudes no dia a dia.

Não adianta lutar por mais saúde, se você não cuida da sua. A prevenção é o melhor remédio para a boa parte dos problemas de saúde.

Não adianta lutar por mais educação se você não está disposto a recebê-la, se não está interessado em aprender, mesmo que isso signifique ter que deixar de lado muita coisa que você acreditava anteriormente.

Não adianta lutar pelo fim da corrupção se você fura fila, não devolve troco dado a mais e estaciona na vaga de deficiente.

E, mais importante, não adianta ir para a rua, ou mesmo apoiar as mudanças de casa, se você não estiver disposto a fazer isso sempre, ou seja, se você não estiver disposto a pensar o tempo inteiro no bem comum primeiro, para depois pensar em si mesmo.

Não sou ingênuo de pensar que este texto pode resolver quaisquer problemas de organização que essa série de eventos possa ter. Mas, nesta ocasião sem dúvida histórica na história do país, não poderia deixar de dar minha contribuição, ainda que tímida. Não sei se estas mobilizações farão alguma diferença ou não, mas de uma coisa eu tenho certeza: Enquanto não fizéssemos nada, nada iria acontecer mesmo.

No mais, espero que as manifestações não parem por aí, e que sejam realmente um motor que leve à mudança, ainda que a mudança não seja da noite para o dia.

Parabéns, Brasil.



P.S.: Para continuar no clima de mudança, ouçam os podcasts que fizemos sobre temas sociais e relevantes, que talvez ajudem um pouco na reflexão:

Mundo Colorido Parte 1 e Parte 2

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Doe sangue – ou espaço em seu blog – e ajude a salvar vidas pelo mundo


Por ser voluntária, a doação de sangue não é uma constante. Isso significa que tem momentos em que o banco de sangue está cheio (o que é ótimo), e momentos em que está vazio (o que é péssimo). Doando apenas 30 minutos do seu tempo e um pouco de sangue –mais precisamente 450 ml – uma vez a cada dois ou três meses (para homens e mulheres, respectivamente), você pode ajudar a salvar a vida de milhões de pessoas que precisam diariamente de transfusões.

Doar sangue não dói e a quantidade não faz falta para o doador, mas conseguir convencer as pessoas a doarem é uma das maiores dificuldades da área de saúde no mundo. Todos sabem que muita gente – entre eles, vítimas de acidentes, mães com complicações durante o parto ou a gravidez, crianças anêmicas e pacientes com câncer – depende de doações de sangue, mas, para se ter ideia da dimensão do problema, apenas 1,9% do sociedade brasileira é doadora regular – enquanto a recomendação da OMS – Organização Mundial da Saúde é que 5% da população doe sangue anualmente. No Brasil, a cada dois minutos é necessária uma transfusão.

Para reverter essa situação – e evitar que os bancos de sangue fiquem cheios em janeiro, mas vazios em julho, por exemplo, a Cruz Vermelha de Pernambuco criou a campanha #doeexemplo, em parceria com a agência Arcos Brasil. Além de divulgar a rede permanente de doadores Clube 25, a instituição convida blogueiros a inserir uma animação em seu site. Assim, todo vídeo postado no blog é acompanhado por uma bolsa de sangue que se esvazia a medida que o é assistido. Ou seja, o vídeo só roda completamente quando acaba o sangue da bolsa e, quando isso acontece, aparecem os dizeres: “Deixe a vida acontecer. Doe sangue”. Veja como funciona, na imagem e no vídeo abaixo:


O Uarévaa aderiu à campanha. Se você tem um blog ou um site, ajude também! =)


Fontes:
Metaconhecimento
Superinteressante

quarta-feira, 27 de março de 2013

Como Criar um Monstro

“Eu tenho essa ideia sobre por que as pessoas fazem coisas terríveis. A mesma razão pela qual crianças implicam umas com as outras no jardim da escola. Se você for quem está implicando, então não será aquele com quem implicam. Se você for o monstro, então nada estará te esperando nas sombras para pular sobre você. É bem simples, na verdade. As pessoas fazem coisas terríveis por que estão com medo.”

“O que faz um homem ser o que ele é? São as piores coisas que já fez, ou as melhores coisas que ele quer ser? Quando você se encontra no meio da sua vida e não está nem perto de onde você estava indo, como você encontra o caminho da pessoa que você se tornou para a pessoa que você sabe que poderia ter sido?"

“Pessoas são solitárias nesse mundo por um monte de razões diferentes. Algumas pessoas possuem algo à sua disposição. Talvez eles nasceram malvados demais, ou talvez sensíveis demais. Mas a maior parte das pessoas são levadas pelas circunstâncias, pela tragédia, um coração partido ou algo mais acontecendo em suas vidas que não era aquilo que elas planejavam. Pessoas são solitárias neste mundo por um monte de razões diferentes. A única coisa que eu sei é, não importa o que qualquer um deles possa lhe dizer – Ninguém quer ficar sozinho.”

“A maioria das pessoas muda devagar. São quem são e então depois de um tempo, são outra coisa. Mas algumas pessoas sabem o momento exato onde suas vidas mudaram. Eles vêem a pessoa com quem eles casaram ou o olhar do filho na primeira vez que ele sorri. Mas para algumas pessoas, não são as coisas boas na vida que os fizeram mudar. É algo pelo qual passaram que faz tudo o que eles olham parecer diferente do que sempre foi.”

Taken

O que faz um monstro? Em que momento da vida uma pessoa deixa de ser um filho(a), um irmão, um pai/mãe e se transforma em uma caricatura violenta e desprezível de um ser humano? É complicado saber. Mas acho que posso falar com certa segurança que, o que quer que seja, não acontece da noite para o dia.


Talvez a receita não seja tão difícil assim. Pode começar com pais autoritários ou com uma criação extremamente negligente; continuar com problemas de interação social, ou reclusão, ou alguma válvula de escape. Pode seguir a vida adulta se sentindo inadequado, fora desse mundo, desajeitado, feio, rejeitado. Pode começar a pensar que talvez nunca tenha sido amado por que não mereça. Por que é uma pessoa ruim. Por que não serve para essa vida. Por que nunca vai ser alguém de quem se tem orgulho. Por que nunca será alguém em qualquer circunstância. E a única maneira de fazer a vida ter sentido é fazendo com que outras pessoas se sintam tão mal ou piores que você. É fazê-las sentir aquilo que você sente o tempo inteiro.


Acho que essa é uma boa maneira de fazer um monstro. E nós, a sociedade, somos muito bons nisso. Nós deixamos pessoas morrer de fome na rua por que “não é problema nosso”, impedimos pessoas de se reabilitarem por que eles “fizeram uma escolha”, deixamos crianças morrer na fila de adoção por que "uma família é constituída de um homem e uma mulher". Nós deixamos nossas crianças sozinhas em um ambiente hostil, com outras crianças, onde eles terão que se virar sem nenhuma ajuda, por que se os professores chamarem seus pais por que eles estão sendo incomodados, as consequências serão piores. Afinal, nem pais nem professores podem estar 100% do tempo cuidando deles. Por que "não temos tempo". Então, neste ambiente selvagem, as crianças aprendem a se defender sozinhas, ou não. Criam grupos, estabelecem regras, acatam o que é comum e desprezam, rejeitam e ridicularizam o que é diferente e/ou menos comum. Aqueles que fazem parte do comum se adaptam facilmente, os que não são, precisam fingir que são. Quando não conseguem, são punidos, muitas vezes severamente. Uma punição que ecoará pela vida inteira, pois estas crianças serão julgadas sem sequer entender por que.

Uma verdadeira fábrica de monstros.


Não é a toa que o mundo é mal. Não nascemos monstros, mas nos certificamos de que eles sejam manufaturados desde o começo, no momento em que negligenciamos em casa a necessidade de amor, carinho e atenção, para depois nos livramos do “peso” de cuidar de um ser humano jogando ele numa jaula onde ele aprenderá tudo o que precisa para deixar de ser uma pessoa e se tornar aquilo que a sociedade espera que ele se torne: um verdadeiro monstro.

Somos todos monstros. Alguns monstros sabem que são monstros e não se importam mais. Outros usam máscaras, esperando que um dia elas se tornem suas verdadeiras faces. Outros lutam para trazer de volta sua humanidade perdida. Outros sequer percebem que são monstros. Mas não importa em qual dessas opções você se enquadra: você, assim como todo mundo, é um monstro. Nos fizeram assim, a partir de um ciclo interminável que alimenta a si próprio. Nós somos ao mesmo tempo os opressores e os oprimidos, as vítimas e os criminosos. Monstros criando monstros. Não temos culpa de sermos assim. Mas com certeza temos culpa por continuar levando isso adiante.


Só há uma maneira de encerrar esse círculo vicioso, de uma vez por todas. Só há uma maneira de se redimir. Não podemos permitir que a sociedade (que é, na verdade, nós mesmos) transforme nossas crianças em monstros. Temos que impedir a transformação logo no início. Temos que dar atenção para nossas crianças. Temos que nos colocar no lugar deles. Temos que fazer com que percebam que são amados, que merecem serem felizes. Temos que lembrá-los todos os dias que eles são lindos, que são inteligentes, que temos orgulho, qualquer que seja a decisão que tomem na vida. Temos que lembrá-los, todos os dias, que eles são pessoas, não importa o que digam. Só assim teremos a chance de ver uma nova sociedade, uma que tenha seres humanos de verdade ao invés de monstros.

Passamos toda a história da humanidade criando monstros. É hora de começarmos a criar pessoas.



Este texto foi um pedido pessoal que foi feito a mim, para falar sobre o assunto "Bullying". Acho que não era bem esse tipo de texto que a pessoa esperava, mas achei que era pertinente escrevê-lo assim.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Carnaval METALEZA


Na MTV, o carnaval é do rock!





segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Santa Maria e a Mídia Brasileira



Era manhã de um domingo 27 de janeiro de 2013, como todo domingo acordei tarde, observando o sol entrar pela janela de meu quarto em tempos de verão fervilhante. Como de costume, alguns diriam um mau costume, porém, já corriqueiro para quem gosta de um barulho eletrônico ao acordar e não tem um rádio, peguei o controle de minha televisão particular posicionada em um banco estratégico a frente de minha cama e cliquei no botão de liga.

Quando os feixes de luz acenderam-se, pude ver dois apresentadores de programa esportivo sentados, só segundos depois minha consciência semiacordada pode processar que não falavam do novo grande gol do craque do momento, nem sobre as expectativas para rodada de fim de semana de futebol, falavam sobre tragédia, incêndio, pessoas mortas.

Meus sentidos se aguçaram e me sentei na cama, para ouvir os dois contratados de uma emissora de televisão falarem que pessoas tinham morrido em um incêndio numa boate da cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, e que por isso as matérias e programas posteriores não seriam exibidos para dar total cobertura ao caso. Em minha mente uma única coisa se passava, como uma velha sentença antiga que volta para uma visita: “hoje tem espetáculo, sim senhor!”.



Guy Debord, em 1967, cunhou o termo Sociedade do Espetáculo para definir nossa sociedade em tempos de capitalismo e consumo desenfreado, onde tudo é superexagerado e em nome de lucros se passa por cima de tudo e de todos.

Infelizmente, nos tornou costumeiro que a mídia, não só brasileira, se agarre com unhas e dentes a esse sistema espetacular – no pior sentido possível. A cada nova morte, tragédia, sofrimento, derrota, vemos o pior possível das instituições midiáticas que deveriam simplesmente nos passar informação, mas que na busca por audiência – e aquele dinheirinho a mais no bolso – passam da conta na cobertura, esquecem limites e o respeito. Com o triste caso de Santa Maria não foi diferente. 

Opiniões equivocadas, perguntas mal elaboradas, para ficar no considerado educado, intromissões, julgamentos, extensão desnecessária, o velho Coliseu com gladiadores ensanguentados, dilacerados, como exibição para uma audiência – tão ávida, muitas vezes, por tal circo. 

Eu sou jornalista de diploma, não exerço a função, pois, vi que não era para mim toda a correria, deturpações da realidade, e, nesses tempos de jornalismo policial acima de tudo, o estomago necessário para tal função. Um universo onde não se cogita que ao invés de entrar com furo, e ficar com perguntas imbecis, suposições que nada acrescentam, poderiam se preparar, apurando informações para só depois entrar no ar. Claro, existem bons profissionais, pena que quem contrata eles são empresários.




Também vi em redes sociais a velha conhecida ignorância humana, de todos os cantos possíveis do país, que só reforça minha ideia que não vivemos numa nação de verdade – só numa pseudo em tempos de eventos esportivos. Mas, esses ignóbeis nem merecem ser mostrados.

O que devemos-se fazer, de fato, é ajudar as vitimas e famílias gauchas. Quem for da região e puder ajudar voluntários nas área de saúde (enfermeiros, psicólogos, psiquiatras, auxiliares) são necessários, doação de sangue também é importante, se você é da região vá a Avenida Presidente Vargas, 2291 - Santa Maria (RS). Para ajudar com doações de água, luvas, papel higiênico, álcool gel, máscaras e medicamentos, basta ligar para o telefone (55) 3220 -7200. Deixarei dois links com mais informações sobre auxilio, um do jornal Zero Hora e outro do EstadãoLink 1 – Link 2,

Para os muito distantes, que deixemos bons pensamentos, aos que acreditam em algo mais espiritual boas orações, e que o um pouco de conforto possa chegar aos corações dos familiares e as almas dos que partiram e não poderão nunca mais ver um nascer do Sol pela janela do seu quarto.

Mesmo com um texto tão grande, meu sentimento diante de tudo isso não pode se prender a simples palavras, e mesmo ainda neófito no mundo do desenho, busquei por tal sensação no papel:


sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Podcast Uarévaa... Opa, peraí, caceta!


"Pipipitchu!"

Não sei vocês, mas nós aqui do Uarévaa já estamos com saudades de todos os nossos ouvintes!

Foi por isso que a gente resolveu gravar um bate-papo descontraído (do tipo daqueles que as pessoas ficam com o celular na mão e dançando todas juntas), com Freud, Vini, Marcelo e Modesti comentando, entre uma cagação de regra ou outra, as coisas que esperam para este grande ano que será 2013!

Mas não se engane... este não é o Podcast Uarévaa (que volta na sexta que vem e continuará saindo toda semana, firme e forte), mas sim o novo Momento Uarévaa!

A ideia era fazer algo mais curto, sem periodicidade fixa, mas esse primeiro acabou ficando tão grande quanto o podcast normal, mas tudo bem pois assim a galera pode matar as saudades dos nossas vozes "diviludo"!





(Clique na imagem com o botão direito do mouse
e depois em "Salvar link como..")



E o RSS? E o ITunes?

Tá ai, porra!! Clique e assine!





Comentem ai ou mandem e-mails (para contato@uarevaa.com
com críticas, elogios, sugestões e etc e tal sobre nosso podcast.


Gritem Uarévaa, galera!

Curtam nossa página no Facebook!


E sigam nosso Twitter!

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Ho ho ho...


"Legal, Uarévaa, mas eu queria mesmo é um podcast sobre o Natal..."

Sério mesmo? Ok, então clique AQUI e prepare-se pra ouvir um monte de besteira sobre isso...

Pra fechar, a música natalina indicada pelo nosso amigo Modesti, que o emociona até hoje. Sim, sei que a versão insuportável da Simone arruinou essa música pra muita gente, mas vale a pena ouvir a original de vez em quando e pensar na sua mensagem.




FELIZ NATAL, 

BOAS FESTAS..

E GRITEM..

UARÉVAAAA!!

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Malditos Asiáticos!*

Momento Uarévaa
Por Vini


As vezes fico meio receoso de colocar coisas assim aqui, porque acredito que muita gente aí que tá estudando ou pensa em estudar esse instrumento, ou até aqueles que já tocam, depois de ouvir uma criança desse tamanho tocando esse tanto, possa pensar seriamente em desistir de vez da música!

(E por falar em desistir, vocês por acaso conhecem alguém que aprendeu a tocar com o game Rocksmith?)







Se tá tocando assim com essa idade, imagina quando tiver a idade de um Slash ou de um Zakk Wylde da vida?

E olha só, não sei se é o mesmo japinha, mas acho que foi por causa desse vídeo que o feladaputinha conseguiu tocar mais tarde com o Ozzy em pessoa!!!





*O Uarévaa não tem preconceito por nenhum tipo de etnia, o título se refere apenas a uma "brincadeira" sadia onde a admiração pela inteligência oriental é expressada dessa maneira como desabafo por pessoas que não possuem a mesma competência!  

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Zombietube - Virais da internet versão Zumbis!!

Momento Uarévaa
Por Vini




Já pensou se um dia o Apocalipse Zumbi acontecesse de verdade?
E já pensou que depois de alguns anos, se já não restasse mais ninguém "normal" por aqui pra contar história, teriamos então uma... Sociedade Zumbi?
E já pensou se essa mesma sociedade fosse tão criativa e/ou tosca exatamente como nós?
Será que teríamos hits virais tão bons no YouTube? Ou seria Zombietube?


Eu acho que sim!


segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Lucas vende sua alma bem caro e não está feliz!

Momento Uarévaa
Por Vini

Eita, é o fim do mundo batendo às nossas portas mesmo!
Depois de constatar que a Universal  lançou o refri ungido Leão de Judá Cola e só falam da Sandy Furacão nos EUA, agora chega a notícia que a Disney comprou a Lucas Films pela bagatela de US$ 4,05 bilhões!!!


E o mais louco disso?
É que parece que o titio Lucas não tá nem um pouquinho contente com isso! Ou é impressão minha que ele está totalmente desconfortável nas fotos?

O bilionário George Lucas, emoção em pessoa! 



Poizé, macacada! A Walter Disnêy Corporation Everybody anunciou na terça-feira passada (Mais passada que a cara do George Lucas) (30/10) que comprou a conceituadis Lucas Films, a empresis de George Lucas responsável por uma caralhada de coisa desde filmes como Star Wars e Indiana Jones às divisões responsáveis por animações, efeitos especiais e games como Monkey Island, pela Lucas Arts!

Junto com a bomba, digo, a notícia veio a confirmação de que estão pensando em prolongar a saga de Guerras nas Estrelas com um novo filme, ou seja, o sétimo e que deve chegar aos cinemas em 2015. E não é só isso! A megalomaníaca Disney já está produzindo os episódios 8 e 9 e à partir do 10° filme, pensa em lançar um longa a cada dois ou três anos, expandindo assim a Guerra para além dos confins do espaço!

Umas das coisas mais toscas dessa união, só perdendo para as piadinhas
infâmes da Princesa Leia agora ser uma Princesa Disney!



No Episódio VII é bem possível que veremos um Mark Hamill velhinho re-interpretando Luke Skywalker e tentando restaurar a paz em uma nova República Galáctica com a ajuda do Conselho Jedi. Ou algo baseado naquela série animada em 3D, que tinha tudo pra dar certo, mas acabou mais enfadonha do que aquelas animações que vendem lá nas Americanas! Fazendo com que Vader se tornasse um anti-herói mais bobinho do universo.


Lucas continuará trabalhando com sua criação, mas apenas como consultor e disse que já estava na hora de passar a bola para uma nova geração de diretores. "Sempre acreditei que Guerra nas Estrelas poderia viver além de mim e eu acho que é importante iniciar essa transição enquanto eu estou vivo", declarou o moribundo Lucas, que já pensava em passar os seus domínios para outros.

A bem da verdade, vamos combinar, a série toda já está sofrendo muito desgaste com esse universo expandido que tem, com linha de revistas, animações, jogos de vídeo-game e até entrando na onda Lego! Não sei o que esperam tirar mais disto. (Você sabia que tem até pornô disto?)

Lucas foi esperto, devia ganhar lá seu cascalhinho por ano, mas nunca ia ser lembrado como diretor de algo legal além de Star Wars, agora ele vai ser lembrado como o bilionário mais infeliz do  mundo!


Eita, que "legria" danada, sô!


PS.: Sei da importância de George Lucas para o mundo do cinema, sem dúvida, muita coisa mudou depois dele, mas isso é apenas um post pra cornetar essa venda bizarra para a Disney, que tá parecendo Igreja Evangélica, querendo comprar tudo! Ai, Chessus!

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Nunca use Crocs!

Momento Uarévaa
Por Vini

Sábios conselhos! E eles não são de nenhum "suposto filósofo apresentador de reality show", mas da galera do Slogans Sinceros! Aquele Tumblr bacanudo que desmascara de forma bem-humorada aquelas mentirinhas "saudáveis" que algumas empresas famosas insistem em te dizer.
O vídeo narrado pelo dublador e ilustrador Fernando Mendonça ensina, assim como aquele velho vídeo cafona do Bial, como levar a vida com Filtro Solar... e apesar das piadas, da maneira mais sincera e verdadeira que eu conheço!

Ah! E lembrem-se: Não usem Crocs com filtro solar... escorrega.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Eleições 2012: qual o seu candidato?


Eleições desse ano chegando e muitas pessoas reclamando da falta de opções e qualidade dos candidatos na disputa. Pensando nisso, o Uarévaa traz para vocês alguns bons candidatos que tiveram suas campanhas realçadas pela internet para se votar dessa vez. Confira, escolha o seu e vote com consciência.





















E ai, qual o melhor candidato para sua cidade?