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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

E se o filme dos Vingadores tivesse sido filmado em 92?


E aí Uarévaiada!

Aproveitando o ócio que ronda meu cérebro, me inspirei nas notícias da Comic-Com 2013 sobre o Ultron ser o vilão de Vingadores 2, resolvi fazer um exercício criativo.

E se a Marvel tivesse produzido Os Vingadores 20 anos antes, em 1992 e não em 2012?
Entretanto, foloda-se quem era a equipe na época. Meu elenco vai ser o mesmo do longa do Josueldon. Afinal, ninguém aqui está interessado em ver um filme dos Vingadores com o Magnum, não é? Bora pirar.

Capitão América – Brad Pitt



Em 92, Brad Pitt tinha acabado de despontar em Hollywood depois do sucesso de Thelma e Louise no ano anterior. Era um astro em ascensão, mas ainda apenas com o rótulo de galã pelos papéis que vinha interpretando.

Nos anos seguintes se firmaria como um grande nome do cinema ao fazer Amor a Queima Roupa, Entrevista com o Vampiro e Lendas da Paixão. Sendo assim, minha escolha vai pelo biótipo do ator, que combina muito com Steve Rogers, além do que ele já dava provas que era um ator muito mais completo do que Chris Evans jamais será.

Homem de Ferro – Pierce Brosnan


Quem melhor pra ser o bon-vivant Tony Stark do que o bon-vivant James Bond? Daniel Craig pode ter trazido a tona um 007 mais truculento e massavéio, mas Brosnan encarnou perfeitamente o lado mais galanteador e malandrão do espião britânico.

Uma versão perfeita para o herói bebum. Brosnan em 92 vinha de uma safra de filmes estilo Supercine e nesse ano fez aquele filme desgraçado “O Passageiro do Futuro”, e só iria assumir o smoking do agente secreto 3 anos depois.


Thor – Dolph Lundgren
Mas não tem escolha mais óbvia! Lundgren estava no auge como astro de ação, e nesse ano ele estrelou ao lado do ídolo do Modesti o crássico Soldado Universal.

Ele já tinha interpretado um herói da Marvel, o Justiceiro, 3 anos antes. E ainda por cima, o brutamontes interpretou o He-Man naquele filme de mierda, mas que no visual, tem tudo a ver com o deus do trovão. Ivan Drago é o Thor.



Bruce Banner – Tom Hanks


Tentaram usar um galãzinho para ser o Banner no filme do Ang Lee. Tentaram usar um ator fodão/alternativo para fazer o Banner da Marvel. E o único que realmente deu certo foi um ator com aparência comum, acostumado a comédias românticas. Sendo assim, a melhor escolha seria alguém dentro desse perfil. 

Tom Hanks em 92 era um nome conhecido, mas ainda não tinha se consolidado como um astro, o que só viria a acontecer com Filadélfia, Forrest Gump e Apollo 13, nos anos seguintes. Hanks estava transitando de um ator de comédias família - Um Dia a Casa Cai; Meus Vizinhos são um Terror; Quero ser Grande – para alguns filmes mais sérios – como Fogueira das Vaidades. 

Além disso, estava virando também um sinônimo de comédia romântica. Além do que poucos atores encarnam tão bem o estereótipo do cara comum. Para o monstrengo, chamamos a equipe que deu vida aos dinossauros de Jurasic Park e um mecatronico misturado com um pouco de CGI, se ficar na qualidade dos dinos do parque, já ta mais que bom.

Viúva Negra – Cindy Crawford


Cindy Crawford. It’s the fucking Cindy Crawford. No início dos anos 90 ela era talvez a maior supermodelo do mundo. Ela não tinha feito nenhum filme. Apenas um DVD ensinando a malhar e manter a forma. Ela apresentava lá um programa na MTV.

Seu primeiro trabalho no cinema foi só em 1995, em Unzziped, com uma porrada de outras modelos. Mas froga-se! Ela é a CINDY CRAWFORD PORRA! A encarnação de Natasha Romanov perfeita!



Gavião Arqueiro – Emilio Estevez


Para o papel eu tinha pensado no Charlie Sheen, afinal o cara sempre soube fazer bem o papel de cara mudafucka.

Mas como nosso orçamento ta apertado já, e o doido do Sheen começava a ficar em alta, protagonizando alguns filmes como Top Gang, vou pela saída mais fácil e coloco um genérico, o mais sem graça e menos talentoso irmão do mister Winning, Emilio Estevez.

Basta o canastra conseguir emular um pouco a filha da putice do irmão de sucesso e temos um bom Clint Barton. Afinal, o Gavião em si é um bucha, nada mais justo que outro o interprete.


Nick Fury – David Hasselhoff


Nem vou defender a escolha. De Supermáquina a SOS Malibu, o melhor personagem do ator foi a sua versão do Fury para o malfadado filme do agente da Shield.









Maria Hill – Courteney Cox


Eu sei que a personagem não existia em 1992. E também sei que em 1992 eu tinha 10 anos e não poderia escolher o elenco desse filme. Então foda-se né? Afinal, tem muito cueca e pouca calcinha nesse elenco.

Se no filme de 2012 a escolhida foi uma atriz de How I Meet Your Mother, nada mais justo que, 20 anos antes, a escolhida fosse uma atriz da série mãe desta.

Apesar de Friends só começar em 1994, Courteney Cox já estava por aí em algumas séries e fazendo uma ponta no supracitado desgraçado filme do He-Man. Além de que ela era uma tetéia. ^_^

Agente Coulson – Ed O’Neill.


Al Bundy, agente da SHIELD. Nada mais precisa ser dito.











Loki – Gary Oldman


Gary Oldman sempre foi foda. Isso é um fato. Mas em 1992 ele encarnou Drácula. Talento, ele tem de sobra. Sabe interpretar um maluco como ninguém.

Então, um ator conceituado para o grande vilão era o lema dos filmes de super-heróis dos anos 90. O Gordon iria roubar a cena de todo mundo quando aparecesse, e essa é a intenção.





É isso ae cambada. Gostaram? Acharam uma merda? Nem leram? Comentem aí quem vocês substituiriam nesse elenco. E, para terminar, por favor, um pouco mais de CINDY CRAWFORD!






EITCHA LELÊ!

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Os Vingadores, heróis da ciência

“São monstros e magia, nada para o qual fomos treinados”
Viúva Negra

“No fim, vocês sempre se ajoelham”
Loki

“Nós não somos uma equipe, somos uma mistura química que produz caos.”
Bruce Banner

(Nota: Este ensaio não é uma resenha e é, como todo ensaio, um ponto de vista pessoal e subjetivo acerca do tema)

“Qualquer ciência suficientemente avançada é indistinguível da magia”, disse uma vez, salvo engano, Arthur C. Clarke. Por trás dessa declaração, há uma mensagem muito importante e da qual poucas pessoas se dão conta: Conhecimento é poder. “Magia”, nada mais é do que algo fora do comum, alheio à nossa capacidade de julgamento e imprevisível, ou seja: algo que não entendemos, como toda a tecnologia de serpentes gigantes e criaturas demoníacas aliadas à Loki, o vilão de Os Vingadores. Já ciência é parte do ser humano, foi criada a partir de sua capacidade e serve justamente para permitir que compreendamos as coisas e as usemos em nosso favor, como Tony Stark fez para salvar sua própria vida (o que acarretou sua transformação em Homem de Ferro), e para criar um protótipo de torre autossustentável que eventualmente garantiria energia limpa para a população.

Enquanto a magia é hermética, fechada num mundo exterior além de nossos olhos (como Asgard e os outros mundos citados e apenas vistos indiretamente no filme), a ciência é democrática, tendo sido capaz tanto de transformar Steve Rogers em uma lenda viva quanto condenar Bruce Banner a uma vida fugindo dos outros e de si mesmo. Mas é nesta distinção entre magia e ciência que reside a importância da frase de Arthur C. Clarke: quando não entendemos algo, ficamos à mercê deste (ou de quem a entende). Mas, quando o compreendemos, podemos controlar nossos próprios destinos.

A ciência é libertadora. Pode parecer exagero, mas não é. Há um sem número de exemplos que eu poderia dar, mas é fato de que nossa sociedade progrediu muito nos últimos séculos, especialmente por causa da ciência. Deixamos (nem todos, mas isso não vem ao caso) de atribuir os eventos alheios a deuses e inteligências fora da nossa compreensão e passamos a entender como a realidade funciona. Assim, passamos a ter controle de nossas próprias vidas.

Mas ter controle sobre nossas próprias vidas é uma responsabilidade grande. Talvez grande demais para alguns de nós suportar. Talvez por isso Loki tenha sido incisivo para com a multidão que se ajoelhou diante dele, ao dizer que os humanos foram feitos para serem governados. Nem todo mundo quer a responsabilidade. Saber é pedir demais. Às vezes, é melhor ficar com a magia e deixar que outros decidam por nós.

É claro que a ciência cometeu alguns erros no caminho, como bem disse Nick Fury a Steve Rogers. Muitos, aliás. Afinal, a ciência não tem a intenção de ser infalível. Não podemos esquecer, no entanto, que a ciência é uma ferramenta: O uso dela depende exclusivamente de nós mesmos. Foi o que demonstrou Bruce Banner que, mesmo tendo sido condenado a uma vida dividindo espaço com um monstro enfurecido, aprendeu a controlá-lo e usá-lo para salvar vidas ao invés de destruí-las. Um efeito colateral negativo usado de forma positiva.

Em Os Vingadores, o embate Magia X Ciência é bem claro: Quase todos os mocinhos se valem da ciência para serem o que são (além, é claro, de suas próprias habilidades e personalidades pessoais), seja uma armadura, um soro do supersoldado, um monstro criado por radiação ou armamentos ultratecnológicos da S.H.I.E.L.D. O único dos mocinhos que está mais próximo da magia (dentro do conceito estabelecido neste texto) é Thor, que é indiretamente responsável por todo o caos que o filme retrata. Assim, a magia vem nos escravizar. Não somos capazes de controlar certas forças, não sabemos ser livres, precisamos de alguém que nos diga o que fazer, alguém mais poderoso que nós, que sabe mais do que nós. Estas foram certamente desculpas muito utilizadas ao longo da história por personagens reais para justificar ditaduras e transformar pessoas em “macacos voadores”, alegoria usada pelo diretor da Shield para se referir aos personagens manipulados por Loki.

E este é outro ponto a ser comentado: todos os personagens que auxiliam Loki em sua cruzada são pessoas bem-intencionadas, possivelmente de bom coração, que estão sendo manipuladas, tendo suas “mentes controladas” pelo vilão. Isso é o que aconteceu com muitas pessoas ao longo da história que seguiram pessoas como Hitler ou que ajudaram a queimar bruxas na inquisição. Foram manipulados pela “magia”. Mas a magia talvez não seja tão poderosa assim. Doutor Selvig, que havia sido manipulado para construir uma máquina capaz de usar o Tesseract para abrir um portal para outro mundo, conseguiu manter sua consciência o bastante para sabotar o próprio trabalho. Por mais que a magia seja tentadora, a ciência possui uma aliada forte: a possibilidade de conhecimento.

Os heróis vistos em Os Vingadores surgiram em uma época em que o cientificismo estava em alta (com exceção do Capitão América, mas deixemos o contexto histórico dos quadrinhos de lado): por essa razão, todos os personagens têm algum “pé” na ciência. Mas, ao mesmo tempo em que são heróis científicos, são pessoas difíceis: atormentadas, geniosas, sisudas, deslocadas... São pessoas convivendo com o fardo que a ciência carrega, o fardo do conhecimento, cujo bom uso depende de seu próprio discernimento. E, como acredito que todo adulto saiba, conhecimento é um fardo complicado, e nem sempre sabemos a melhor forma de usá-lo (sendo que, na maioria das vezes, apenas achamos que sabemos). Cada herói carrega sua “cruz” científica, mas fazem dela uma ferramenta para alçar vôos mais altos, para se tornar pessoas melhores e para vencer as adversidades. Mas é o conhecimento deste fardo, a capacidade de entender o que eles podem trazer de bom e de ruim, que faz ser possível discernir sobre a melhor forma de usá-los. E é isso o que, apesar dos tropeços e dos desentendimentos iniciais, os heróis de os Vingadores acabam percebendo para assim se unir por um bem maior.

Os Vingadores não são os super heróis típicos; Eles são poderosos, mas são problemáticos e imprevisíveis. São heróis que erram para poder acertar. São heróis da ciência. Mas mais do que uma visão positiva da ciência, Os Vingadores levam o público a refletir sobre um conceito simples, mas fundamental: liberdade. Liberdade esta que foi tirada pela magia de Loki e que só pôde ser retomada através da ciência e do conhecimento. Não é uma liberdade bonita: É uma liberdade onde todos podem tomar suas próprias decisões, onde todos podem errar e coisas imprevisíveis podem acontecer... Mas uma liberdade onde qualquer um pode ter controle de sua própria vida, ao invés de se ver obrigado a ajoelhar-se diante do desconhecido.


P.S.: Acredito que muita gente não saiba, então apenas em nível de curiosidade: Tesseract, título dado ao cubo cósmico que gera todos os problemas em Os Vingadores, é o nome (em português é “Tesserato”) de um “cubo” hipotético de quatro dimensões, uma forma geométrica que tenta, em 3 dimensões, ser um modelo do que seria um objeto quadridimensional. É também chamado de hipercubo 4D.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Podcast Uarevaa #89 - Os Vingadores


"Valeu, Josueldon!"

Freud, Duende Amarelo, Zenon, Marcelo Soares, Moura, Vini e Luiz Modesti fecham a trilogia de pods relacionados à Os Vingadores, finalmente falando do filme: roteiro, atuações, lutas, cenas e gags mais legais, defeitos e por ai vai..

CLARO que nesse pod rola SPOILER pra caramba, então, se ainda não viu o filme, salve no seu MPTreco ai pra ouvir só depois de ter assistido.




(Clique na imagem com o botão direito do mouse
e depois em "Salvar link como..")

E o RSS? E o ITunes? Já tá tudo ok?

PORRA NENHUMA...

Nem vamos mais prometer prazo nenhum, porque tá brabo. Mas vamos resolver o mais breve possivel, galera, acreditem! Devemos e não negamos, pagaremos quando pudermos.

Comentado no Podcast

- A moto do Hulk que o "Josueldon" usou como referência pra uma cena de Os Vingadores:




- Homenagens ao Hulk feitas pelo maior cuequinha roxa do Uarévaa, o Vini.



- Fotos da paródia pornô que vem por ai.




Ouça também nossos outros podcasts relacionados a Os Vingadores:

- Podcast #85, sobre a hq Os Supremos, clique AQUI.

- Podcast #88, sobre os outros Filmes da Marvel Studios, clique AQUI.

Comentem ai ou mandem e-mails (para contato@uarevaa.com) com críticas, elogios, sugestões e etc e tal sobre nosso podcast.

E curtam nossa página do Facebook!


quinta-feira, 3 de maio de 2012

Avante Vingadores!


Se você, assim como o Seu Madruga, ainda não foi ver o filme dos Vingadores no cinema por que a vingança nunca é plena... passe longe dessa resenha, porque, lógico (!!!) ela terá muitos spoilers sobre o filme!
E na boa, o que te faz “morgar” tanto aí, que ainda não foi ver essa incrível película sobre os maiores heróis da Terra?


Cara, uma das coisas mais difíceis pra mim, hoje, é fazer essa resenha do filme dos Vingadores. Parece que quando você acha que ele foi simplesmente perfeito, vão achar que todo o seu senso crítico foi pelo ralo.
Mas, vejam bem, todos esperavam que no mínimo o filme tivesse muita ação e que fosse pelo menos um pouco fiel aos quadrinhos, certo? Porra, então isso foi cumprido a contento! Posso dizer mais, superou as expectativas do mais fervoroso fã da equipe!
Fez com que pessoas que nem lêem quadrinhos ou aqueles que tiveram pouco contato com os personagens no cinema, simplesmente vibrassem durante a exibição do filme. Uma coisa que dá pra ver logo de cara que o sucesso dele vai ser mais estrondoso do que os pipocos do trovão que o Thor conjura, por conta da molecada usando tudo quanto é traquitana relacionada ao filme. Fora o fato de que mais de 1 milhão e meio de pessoas aqui no Brasil já foram ver um dos maiores filmes de grupo de heróis do cinema!



Mas vamos à resenha... Véio, ver todos aqueles heróis reunidos pela primeira vez é o sonho de qualquer fã nerd de quadrinhos da Marvel e porque não, até dos fãs não recalcados da Distinta Concorrência que podem agora sonhar e exigir um filme decente da Liga da Justiça.


Finalmente ver Homem de Ferro, Hulk, Capitão América, Thor, Viúva Negra e Gavião Arqueiroreunidos fez valer a pena cada dia de espera pelo filme! Ainda mais quando eles são apresentados de uma maneira que respeitou tanto sua vida e importância nos quadrinhos quanto ao fato do roteiro não destoar das aventuras cinematográficas passadas. Ficou realmente perfeito e devemos isso a um cara: Joss Whedon!


Não à toa chamaram um cara acostumado a trabalhar com vários personagens e mesmo assim manter uma linha de raciocínio lógica dentro da trama e da linha narrativa principal. Ainda que ele possua pouca experiência como diretor de cinema, Whedon (responsável pelas séries Buffy – A Caça-Vampiros, Angel e Firefly e nos quadrinhos pela ótima fase do grupo mutante X-Men) também foi responsável por parte do roteiro de The Avengers e soube dosar corretamente a participação e importância de cada herói na trama, mesmo que alguns tenham se sobressaído, mas isso é apenas mérito do próprio ator/atriz.



Como no caso de Tony Stark/Homem de Ferro de Robert Downey Jr., que continua com seu jeito irônico e divertido de se ver, porém muito mais a vontade no papel do herói de lata. Ver o cara atuando é uma das melhores coisas do filme, e não tem como não ter a impressão de que ele está apenas fazendo o papel dele mesmo! As cenas com o Ferroso continuam hilárias e fantásticas, como na luta contra o Thor, a porradaria contra os Chitauri durante a invasão e até mais uma “transformação” foda durante uma queda da Torre Stark!
Scarlett Johansson e sua Viúva Negra não só tira o ar de qualquer fã dos Vingadores como está excelente no filme. Isso devido à profundidade que deram para a sua personagem, que foi tratada meio que de forma rasa no filme Homem de Ferro 2 e agora volta em cenas que revelam um pouco mais da personagem e seu passado, bem como sua capacidade de luta e de espionagem em cenas bem agradáveis. E isso não só pela beleza da moça!


Outro grande nome do filme é o Hulk de Mark Ruffalo. Pô, o cara mandou bem pra caramba como o Dr. Bruce Banner e todos os trejeitos (e inclusive as feições do ator) passaram imediatamente para o grande Golias Esmeralda que simplesmente arrebentou no filme! Tanto nas conversas com a Viúva e com o Stark quando transformado caiu na porrada com o Thor dentro do Aero Porta Aviões da SHIELD, numa das cenas mais fodas do filme!


Aliás, o personagem teve várias cenas fodas. Pela primeira vez conseguiram dar “peso” para o personagem! Seja ele combatendo os aliens, onde dava pra sentir a máquina de destruição que o Hulk é, seja na luta contra o Thor, onde podemos ver até o quanto o Deus do Trovão é poderoso, seja na cena totalmente hilária, onde rola uma espécie de homenagem aos quadrinhos, dele dando um soco e mandando o Thor pra longe ou até na melhor participação do Verdão no filme, com ele quebrando o Loki na porrada como se fosse um bonequinho de brinquedo! Cena totalmente épica!

Whedon deu um jeito de a trama ser toda voltada para os acontecimentos relacionados aos últimos filmes lançados da Marvel, pendendo mais, lógico, para o lado do Thor do que do Capitão América. Mas houve certa junção, já que o Cubo Cósmicoestava na parada e tínhamos o meio-irmão do Deus do Trovão como antagonista dos Vingadores. Achei os outros personagens na medida também, acharam até uma função perfeita pro Gavião no filme, já que se não fosse dessa maneira, ele seria apenas um coadjuvante ralé lá no meio.



Só acho que o Capitão merecia alguma cena mais relevante. Sua participação ficou meio difícil de analisar para muitos espectadores, mas como fã de longa data da Marvel, acho que deu para ler nas entrelinhas a importância de sua participação. Pelo menos é isso que defendo no podcast que irá pro ar hoje (04/05/12) aqui no Uarévaa!
Chris Evans continua surpreendendo no meu ponto de vista e Tom Hiddleston (Loki) está muito melhor nesse do que no filme do Thor.


A grande surpresa pra mim foi a morte do Agente Coulson (Clark Gregg) que era o elo de ligação do espectador com os personagens, mas tá valendo. Deve lá sua grande importância para a trama (e não só para esse filme como para os outros também).


Do resto tá tudo lá. A SHIELD sendo féla da puta precisa ser ou uma pedra no sapato quando convém... Só faltou o famoso grito da equipe: Avante Vingadores!



Enfim, não quero me estender demais na resenha porque muita coisa vai ser falada durante o podcast, mas acredito que a missão está cumprida! Fizeram um grande filme dos Vingadores, coisa que muitos não esperavam acontecer, e que trouxe muitas doses de ação, aventura, risadas e muita emoção a todos os fãs, por estarem finalmente levando esse super grupo as telas de cinemas com maestria e de uma maneira tão honesta e respeitosa!


Vou assistir de novo e de novo e de novo...




PS.: Será que um segundo filme dos Vingadores com um vilão como Thanos irá funcionar mesmo?


Nota 10