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terça-feira, 23 de abril de 2013

Heróis da DC tretam feio em Injustice: Gods Among Us



Esse fim de semana eu aproveitei um pouco de tempo que me sobrava e acabei matando minha curiosidade baixando a demo de um jogo, para ver qualé que é a dele... se valia a pena comprar/jogar, etc.
O jogo em questão é Injustice: Gods Among Us e nas próximas linhas vou dar uma geral em sua história e um pouco do meu parecer sobre ele.

Então, aperta play!





Para você ter uma ideia do que se trata Injustice: Gods Among Us, basta começar dizendo que o jogo é de luta e produzido pela NetherRealm Studios.
Te lembrou algo? Sim, para quem é gamer velho de guerra já sabe que eu tô falando da mesma produtora de Mortal Kombat, também responsável por aquele jogo foda lançado em 2008 que unia os guerreiros sanguinários de Earthrealm contra os heróis da DC! 

Injustice, lógico, também é publicado pela Warner Brothers Games, detentora dos direitos dos personagens e foi lançado na semana passada para as plataformas WiiU, PlayStation 3 e Xbox 360.


A premissa do jogo é mais ou menos essa: Superman, puto da cara com a destruição de sua cidade Metrópolis, pelas mãos do Coringa, e com as mortes de seu amigo Jimmy Olsen e de Lois Lane, que estava esperando um filho seu (cúma?!?), o herói decide matar o vilão (!!!) e estabelecer um novo regime mundial, fazendo com que alguns heróis fiquem em oposição a ele, forçando-os a lutarem entre si. A batalha então fica entre as forças do regime totalitário do Superman e os aliados de Batman e sua rebelião. 

A campanha de Injustice: Gods Among Us foi escrita pela própria NetherRealm Studios em colaboração com os escritores da DC Comics e é similar a Mortal Kombat vs. DC Universe e o recém lançado Mortal Kombat de 2011, a tradicional progressão "em escada" e lutadores em pé de igualdade uns com os outros graças ao próprio enredo.

Os fãs mais putinhas do Batman vão curtir, porque a teoria de que ele preparado derrota até Darkseid, nesse jogo ela é comprovada! Ele tá tão preparado que enfrenta até o Superman na mão!!! 


A história é independente dos quadrinhos, porém todo o aspecto dos heróis tem a ver com a nova série “Os Novos 52”.


Um pouco do enredo
A Rebelião administrada por Batman descobre que existe um universo alternativo onde o plano do Coringa não teve sucesso e transporta vários dos seus super-heróis para lá, a fim de resolver o problema e derrotar o Regime. O bucha do Aquaman viaja até Atlântida para pesquisar em seus arquivos aquáticos de papéis a prova d´água e o Lanterna Verde zarpa fora do planeta a fim de recarregar o seu anel. Depois disso eles retornam e se tornam peças fundamentais para o jogo derrotando vários inimigos que querem impedir o sucesso da missão. O Freud, se jogasse vídeo-game em vez de gamão na praça com seus amigos, certamente iria estourar o modess em saber que seu personagem favorito, o Aquaman, após descobrir que os atlantes concordaram com o tratado que coloca Superman no controle quase total de seu exército, fico boladão com tudo e detona além de sua própria versão alternativa, o Flash e até o Shazam!!!
(Mas perde pro bosta do Ares! Bwa-Ha-Ha-Haaa!)


Deixando alguns spoilers de lado, o game é uma puta putaria do caralho! Todo mundo tá boladão e acaba saindo no soco, no melhor estilo MK

Mudanças na jogabilidade
De início a quem confunda que Injustice segue a mesma jogabilidade do MK, desenvolvendo os combates em um plano de duas dimensões, porém mudanças interessantes foram colocadas nesse jogo, como por exemplo, a possibilidade de usar o cenário como arma! É isso mesmo! Você pode usar contêiners, caixas d´água, aquelas caixas de lixo grandes de metal, carros e até helicópteros! Mas caso o jogador queira, ele pode desabilitar a opção de interagir com esses elementos. Dependendo do personagem que o jogador escolhe, o cenário o favorece. 

Outra mudança legal é que cada combate consiste apenas em uma rodada; um só round, e os dois lutadores possuem, cada um, duas barras de energia. Uma delas, consiste em ativar certas habilidades do personagem quando cheia, ataques especiais ou movimentos poderosos. Uma espécie de combo
A do Batman é animal! Até o Batmóvel entra na parada! 


O resto acaba sendo do mesmo jeito, o modo história dividido em vários capítulos, à medida que a narrativa decorre, o jogador troca entre vários personagens, minijogos, incorporados na história, onde o resultado pode ter impacto na batalha seguinte e o modo multiplayer online incluirá o modo "King of the Hill". Uma outra novidade é o modo "S.T.A.R. Labs", que consiste em várias missões que dão estrelas ao jogador quando completado. Jogando em qualquer modo de jogo, incluindo o online, dá a oportunidade ao jogador de ganhar pontos de experiência que servem para desbloquear avatares entre outros prêmios.


Personagens
O critério de escolha para os personagens que foram utilizados no jogo, foi baseado na habilidade e no nível de super-poderes, além de, lógico, sua popularidade. Alguns que aparecem não são jogáveis, mas outros são como, por exemplo, Adão Negro, Apocalypse, Coringa, Ravena, Sinestro, Arlequina, Lex Luthor, Bane, Mulher Gato, Solomon GrundyCiborgue, Mulher Gavião, Arqueiro Verde, Asa Noturna, Flash, Aquaman, Lanterna Verde, Shazam e os medalhões Batman, Mulher-Maravilha e Superman! Um dos personagens jogáveis mais fodas de todos é o Lobo! Ouvi dizer que ele não está presente no jogo e será lançado em breve para download, mas não consegui obter informação de quando ele estará disponível!

Dublagem profissional
Sem dúvida, um dos grandes atrativos do lançamento no Brasil é a dublagem para nossa língua  que foi feita por um time de grandes profissionais, como Ettore Zuim responsável pela voz do Batman nos filmes e do grande Guilherme Briggs, que está 16 anos dublando o Superman, em produções para o cinema e para a TV.


Moura?!?




"Injustice: Gods Among Us" chegou às lojas nesta terça-feira (16) e está com preço à partir de R$ 179,90, nas melhores casas do ramo. Na PlayStore não tem "cunversa" e está a bagatela de R$ 199,90. Viva o Brasil e seu Preço Justo!


Nos EUA, lógico, tá mais barato e se tudo der certo e eles toparem patrocinar esta coluna (estamos em conversação), vou dar a letra de um lugar bem legal pra comprar! Tchi-Tim! $$$

Pra quem tem curiosidade aí vai um link com toda a campanha jogada! Assista e jogue!





terça-feira, 9 de abril de 2013

Novo Game do Batman (Arkham Origins)


Extra! Extra!
A produtora Warner Bros. acaba de anunciar que o Homem-Morcego terá um novo jogo lançado este ano!
"Batman: Arkham Origins" chega dia 25 de outubro nas lojas para PlayStation 3, Xbox 360, Wii U e PC.




O jogo será um prequel dos títulos Batman: Arkham Asylum (2009) e Batman: Arkham City(2011) e vai mostrar o herói tendo que enfrentar oito assassinos que chegam em Gotham City bem na véspera de Natal com a intenção de para matá-lo.Como no primeiro jogo o cenário era apenas o Asilo Arkham e depois foi uma área maior chamada de Arkham City, os produtores resolveram chutar o balde e fazer um jogo onde você poderá, pela primeira vez, explorar TODA a cidade de Gotham!!!
A primeira publicação a divulgar a notícia foi a revista especializada em games "GameInformer", que estampou o jogo em sua capa, porém maiores detalhes, só nos próximos meses. A única coisa que parece ter escapado foi uma arte da revista que revela a presença do vilão Exterminador (Deathstroke).


Uma versão do game chamada de "Batman: Arkham Origins Blackgate" será lançada no mesmo dia para o PS Vita e o Nintendo 3DS. O jogo terá uma dinâmica 2D, ao estilo "Metroid", com personagens e cenários criados em 2D, porém com gráficos 3D.


Fico pensando aqui, "Cara, com Arkham City você já tem um pusta cenário gigantesco para cobrir, imagina só a cidade inteira!". O Cavaleiro das Trevas finalmente ganha ares de Assassin´s Creed!


Eu curti!



terça-feira, 26 de março de 2013

Ooooos Pirata!



Ubisoft desenvolvedora dos games da série Assassin’s Creed confirmou no fim de Fevereiro a edição nº 4 do jogo, que se chamará Assassin’s Creed IV: Black Flag.


Mas já?!? Nem bem saiu o 3!!!


Bom, eu esperei sair tudo o que tinha, toda a confirmação do jogo para poder postar algo aqui.
Nada muito detalhado, mas só uma pincelada, porque o jogo é digno de nota e parece que vai ser mais interessante que o terceiro!


Entre as novidades para este capítulo, teremos a presença de um novo assassino como protagonista e um novo background. Edward Kenway e uma temática pirata!
Mas se engana quem acha que o novo personagem não tem ligação com a história da Ordem dos Assassinos.
Kenway é o avô de Connor, o herói de Assassin’s Creed 3!
Por isso que a história do jogo se passará muitos anos no passado do capítulo anterior. Não foi revelado muito quantos aos outros personagens que aparecerão, mas o certo é que teremos como destaques o pirata Barba Negra e outros navegadores e piratas famosos que estarão no game são Benjamin HornigoldCharles Vane, Anne Bonny e Calico Jack!!!
É certo que o jogo não terá Desmond, o personagem dos outros jogos que era o principal na linha de tempo atual e herdeiro do DNA de AltaïrEzio e Connor.


O novo herói, Kenway, é ex-militar que abandona a marinha para ser capitão de seu próprio navio, o Jackdaw. Apesar de ter que fazer sua fama de mal, com a sua reputação de pirata a zelar, o herói ainda pode ser considerado como um pirata “do bem”!

Divulgação da capa do jogo, que mostra o protagonista
do game num cenário pirata.

Achei interessante a imagem da capa com a bandeira preta, típica dos piratas, com o símbolo dos assassinos entre uma caveira.

O novo assassino irá 
explorar as ilhas do Caribe no século 18, em locais como Havana, Kingston e Nassau, com a possibilidade de outras cidades litorâneas da região das Américas.


Assassin’s Creed 4: Black Flag teve seu primeiro trailer com cenas de jogabilidade divulgado e os gráficos continuam fodas e os cenários melhores ainda!
Além disso, a Ubisoft divulgou o óbvio, que as edições especiais do jogo irão conter uma estatueta do personagem, livreto de artes, trilha sonora e conteúdo digital extra para o jogo, mas por enquanto serão lançados apenas em territórios europeus.
O jogo terá versões para WiiU, PS3, PC e XBox 360. A edição para PlayStation 3 terá 60 minutos extras e conteúdo exclusivo! (Chupa ÉquisBoxetes!)
Por causa ainda das indefinições dos novos consoles de nova geração da Microsoft e da Sony (PS4), ainda não foi anunciado versões para eles.

O jogo chega em 29 de outubro, saca só o vídeo na íntegra:





Loco, hein?!?

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

O que significam os botões do controle do PlayStation?

Drops Uarévaa
Arcade Noé - Por Vini 
Você tem alguma idéia do que significam os botões do controle do PlayStation?
O engenheiro da Sony que inventou o controle sabe.


Ao contrário das letras e cores usadas por outras marcas, Teiyu Goto preferiu usar símbolos simples.

O triângulo verde está ligado a um ponto de vista, a cabeça de alguém – um jogador de futebol, por exemplo, ou uma orientação. O quadrado cor-de-rosa representa uma folha de papel, revelando menus ou documentos. E por causa da cultura popular japonesa, o círculo e o X foram, escolhidos pelo engenheiro para representar “sim” e “não”, sendo que o círculo do SIM é vermelho e o X do NÃO é azul, o que acaba deixando algumas pessoas confusas, já que no ocidente o vermelho é muito usado como sinal de negativa. Mas Teiyu Goto quis assim e a SONY, fabricante do PlayStation aceitou.
.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Vida Longa aos Jogos!

Drops Arca de Noé
Por Vini


O que aconteceria se vários personagens dos games, seus parceiros preferidos de horas e horas de jornada, se reunissem para prestar uma devida homenagem a você jogador?




Uma propaganda bem sacada é aquela que te faz sentir alguma coisa, seja ela boa ou má.

É aquela que te envolve de alguma maneira com a qual você se identifique com o produto.

É o que, comumente é utilizado na Publicidade com as propagandas institucionais, ou seja, aquela que tem por objetivo atrelar à marca identidade e valores subjetivos, garantindo credibilidade as empresas pela sua postura ética e em relação a sua responsabilidade social. Quando utilizado de má fé, esse tipo de publicidade geralmente promove a manipulação de informações, de forma a induzir comportamentos ou atitudes na opinião pública, favoráveis ao elemento em questão. Como, por exemplo, ocorreu com as propagandas nazistas.

Não que seja o caso aqui, longe disso, pois, guardando as devidas proporções em relação a esse tipo de estratégia de comunicação, essa propaganda feita pela Sony é com certeza mais para promover produtos do que a instituição em si, além do sentimento que a ela pode ser atrelada por um antigo ou futuro proprietário/consumidor.

E você é um gamer atento? Consegue identificar todas as figuras desse vídeo?



segunda-feira, 26 de setembro de 2011

inFamous

                                                          por Zenon




Já faz um tempo que estamos devendo o review desse jogo, mas quando terminei o primeiro inFamous, a sua continuação já estava às portas do lançamento, por isso resolvi esperar pra conferir o segundo e escrever os dois reviews de uma vez. Então vamos para a primeira parte... e sigam-me os bons!

InFamous, lançado em 2009 pela Sucker Punch e exclusivo para PS3, nos coloca no papel de Cole MacGrath, um entregador que anda de bicicleta (tipo aquele joguinho antigo, Paper Boy, lembram?) e que é surpreendido ao se ver no epicentro de uma gigantesca explosão na cidade fictícia de Empire Bay. Ao acordar, vê a cidade afundada num mini-apocalipse ao mesmo tempo em que descobre que aquela explosão, de alguma forma, o dotou com poderes elétricos.

InFamous é um jogo não-linear, ou seja, você explora livremente o mapa podendo optar por fazer missões principais ou as famosas “side-missions”.

Outra coisa que também não é nenhuma novidade nos jogos hoje em dia é a possibilidade de você escolher a personalidade do seu personagem. Há uma barra na lateral da tela chamada de “Karma”. Durante o jogo, algumas missões apresentam a oportunidade de você escolher entre fazer o certo (e às vezes sacrificar a si próprio nessa escolha) ou chutar o balde e simplesmente fazer o que é mais conveniente. A diferença das suas escolhas é perceptível tanto na reação das pessoas em volta de você quanto nos seus próprios poderes. Alguns deles se manifestam apenas quando você é mal, outro apenas quando você é bom e outros podem ser conseguidos através de troca por pontos de experiência que são conseguidos nas missões bem sucedidas, side-missions ou no bom e velho “sentar-a-pua-em-quem-passar-na-frente”.

Escolha fazer o certo, ou...

...ceda para o lado negro da força.

Beleza, você é um entregador que quase foi pros ares junto com metade da cidade e quando acordou estava com poderes elétricos. É só isso? Claro que não, jovem Padawan. Com a merda toda que rolou na cidade, a força policial foi baixada a praticamente zero. Em compensação, uma gangue denominada “The Reapers” está promovendo a anarquia na cidade por meio, principalmente, da violência. E não pense que apenas você é o bonzão da cidade só porque tem poderes elétricos, já que alguns desses vilões também adquiriram certo nível de poder e podem dar um trabalhinho extra.

Os Reapers vão te dar um trabalhinho no inicio, mas estão longe de serem os inimigo mais difíceis.

 Vamos fazer um adendo aqui a respeito da jogabilidade. O lance do personagem que faz leparkour pela cidade já é bem manjado, mas é totalmente aceitável nesses jogos de mapas abertos. Em GTA você tem a possibilidade de roubar um conversível ou uma bicicleta pra esculachar por aí, mas aqui não. E convenhamos que seria um saco você ter que dar uma de Paul Tergat e ficar correndo a cidade inteira de um canto pro outro. Por isso o leparkour nos prédios é justificável, principalmente quando você consegue misturá-lo com os poderes elétricos, mas a jogabilidade as vezes atrapalhar um pouco. Não raro, você está combatendo uma horda de Reapers no telhado dos prédios e daí um deles lança um míssel em sua direção. Você rapidamente tenta se esconder atrás de uma parede, mas o que a ANTA do Cole faz? Pula sozinho pra uma mureta mais baixa levando uma “mísselzada” no meio da fuça. As mudanças de ângulo da câmera também atrapalha um pouco nos combates corpo-a-corpo, mas também é só.

Falando um pouco sobre o personagem em si com o nosso amigo Guilher Balbi (olha! rimou!), Cole MacGreath é um personagem bem genérico. É o típico casca-grossa que não liga pra nada, mas ao mesmo tempo sempre está ali pra ajudar caso dê merda. Enquanto jogava inFamous 2 uma coisa me incomodou muito, que foi a associação física que fiz com o Starkiller, protagonista de Star Wars The Force Unleashed. Há também quem o compara com o protagonista do jogo Prototype, principalmente por causa dos dilemas pessoais.

Starkiller e Cole. As semelhanças vão um pouco além da aparência.

Zeke
 Vale mencionar também alguns personagens que fazem parte da trama e estão sempre em contato com você através do seu comunicador, como a agente do FBI, Moya e o braço-direito de Cole, seu amigo hacker desacerebrado, Zeke.

Bom, o que eu, particularmente, acho bem bacana em um jogo (principalmente de mundo aberto) é a possibilidade de evoluir o personagem. Isso acontece de forma muito perceptível em inFamous. Ao todo são dezessete tipos de poderes elétricos, desde os mais simples - na forma de uma bola de eletricidade – até os mais elaborados como granadas elétricas e uma onda de choque que faz objetos (e inimigos/civis) voarem pelos ares. O desenvolvimento de novos poderes acontece sempre que você tem que descer até a rede de esgoto e religar o gerador de energia de algumas partes da cidade que estão no escuro. Ao mesmo tempo em que você vira o Sr. Fodão, uma organização com fins escusos tenta transformar todas as pessoas da cidade em “Reapers”, ao mesmo tempo em que um misterioso personagem chamado Kessler aparece em algumas partes sempre dizendo que Cole ainda é fraco e que precisa ir atrás de seu verdadeiro poder.

Vale muito a pena conferir!

Nota: 7,5

Mas, espera aí! Como assim fraco? Eu consigo “surfar” em redes elétricas, posso flutuar por alguns metros, posso cair de um prédio de 20 andares até o chão numa boa, além de possuir poderes elétricos que fazem o maior estrago (e que são o maior “ÉFISTAILE!”). Eu consigo ser MAIS forte?

Sim! Consegue! E a prova disso está no review de inFamous 2 que vocês podem conferir na próxima quarta-feira.

Até lá!





domingo, 18 de setembro de 2011

Batman Arkham City ganha soundtrack!


Tem muita gente que curte trilhas sonoras de videogames, mas nunca foi muito comum fazer alarde sobre o lançamento de uma! Tirando algumas grandes franquias, as trilhas não eram antigamente muito elaboradas, no quesito marketing e divulgação, mas parece que depois que o Grammy resolveu premiar uma delas, as desenvolvedoras começaram a abrir os olhos para isso.

 
Na semana passada a Warner Bros Interactive Entertainment, a Watertower Music e a DC Entertainment anunciaram a trilha sonora de Batman: Arkham City, a altamente esperada sequência do game do herói lançada em 2009, Batman: Arkham Asylum. Ela será lançada em 4 de outubro deste ano, apenas duas semanas antes do lançamento norte-americano do jogo.
 

Batman: Arkham City apresenta músicas com uma grande variedade de artistas cujas obras são inspiradas no jogo ou na vida do Batman em geral. A lista de artistas inclui poucas bandas conhecidas, ou melhor dizendo, ilustres desconhecidas como: Panic! At The Disco, Coheed and Cambria e The Raveonettes.

Mas o interessante é que, pelo menos boa parte, se não todos esses artistas, tem alguma ligação com os quadrinhos. Claudio Sanchez do Coheed and Cambria, por exemplo, teve algumas participações no mundo dos quadrinhos escrevendo histórias como The Armory Wars, Kill Audio e Key of Z que está em produção. Já Scott Ian (guitarrista do Anthrax e do The Damned Things) colaborou várias vezes com o artista Sam Keith, principalmente nas histórias do Lobo da DC.
No álbum a ser lançado teremos punk, metal, industrial, rock, etc.

Bom, eu espero que seja algo melhor que a trilha sonora do filme Batman Forever que tinha lá suas músicas legais, mas ficou muito restrito ao popizinho da época e daquela música grudenta do Seal (Pra quem não se lembra um parente distante do Duas Caras).
Olha só a lista de músicas que estarão no jogo:

1. Panic! At The Disco – Mercenary
2. Coheed and Cambria
– Deranged
3. The Duke Spirit
– Creature
4. Black Rebel Motorcycle Club
– Shadow On The Run
5. Blaqk Audio
– Afterdark
6. The Raveonettes
– Oh, Stranger
7. (Crosses)
– The Years
8. The Damned Things
– Trophy Widow
9. Daughtry
– Drown In You
10. The Boxer Rebellion
– Losing You
11. Serj Tankian
– Total Paranoia
12. A Place to Bury Strangers
– In The Shadow (*Faixa Bonus da Edição de Colecionador)

Por esse video dá pra sacar que vem coisa boa por aí:



A cópia digital estará na edição de colecionador do jogo que será lançado em 18 de outubro. A edição padrão do jogo também será lançado para Xbox 360, Playstation 3 e PC.




#Fica a dica: Se você é um desses gamers que curte uma boa trilha sonora, neste site aqui você pode baixar todos os sons do seu game preferido.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Veja como ficaram os games Shadow of the Colossus e ICO com visual HD!



Fala, molecada!
O Arcade Nóe de hoje vai falar de dois clássicos do Playstation 2 que foram convertidos para HD, e agora jogável no sistema PS3.
Estamos falando, obviamente, de Ico e Shadow of the Colossus, dois games que fizeram história na versão anterior e agora totalmente remasterizados.
Let´s play!
 
 
 
E essa fama se deve a sua história que ao mesmo tempo é simples e grandiosa!
Lembro que ver os monstrões andando pela primeira vez foi um grande e agradável impacto! O personagem principal não cativa tanto, até porque a dificuldade em relação à linguagem (que no game é em japonês) é um agravante. Mas de resto o game é muito bom e até com certa dificuldade de jogo, pois matar os bichos é uma tarefa dura.
Eu não joguei muito o Ico, mas lembro que é um jogo muito bom também e agora que ambos serão convertidos para uma definição melhor certamente ficaram ainda mais incríveis. Ico foi o primeiro game criado pela produtora e Shadow seguiu como se fosse uma sequência.
O game conta a história do protagonista com mesmo nome, um corajoso garoto que nasceu com chifres e, por isso, foi isolado de seu povo em uma enorme fortaleza. Lá, ele conhece Yorda, uma princesa que também é mantida encarcerada por sua própria mãe e que tinha planos macabros em relação à jovem.
Já em Shadow of the Colossus, o protagonista é Wander, um garoto cujo único objetivo é trazer a jovem Mono de volta à vida. Para isso, ele é incumbido de derrubar os Colossis, entidades gigantescas feitas de pedra e limo, que dão um baita trabalho ao jovem guerreiro e sua fiel montaria, o cavalo Agro, que tem que percorrer todo o grande cenário atrás destas criaturas.
Além do visual melhorado, o relançamento desses títulos serão compatíveis com a tecnologia 3D do Playstation 3 e são uma espécie de "esquenta" para os gamers para o lançamento de The Last Guardian, o projeto que ainda está meio enrolado para sair. Provavelmente esse game seja lançado só no ano que vem e pelas poucas imagens e trailers que foram liberados, é impossível dizer se ele manterá a mesma qualidade de jogo de seus antescessores.



O pacote com os dois jogos (aqui eles estarão no mesmo blu-ray) será lançado no dia 22 de setembro deste ano e são exclusivos para o PS3.

Enquanto esperamos pelo lançamento, a Sony atualizou o site japonês e liberou dois novos vídeos, um para cada jogo que podem ser vistos nos vídeos abaixo:
 



É isso aí! Aguardamos anciosamente pela vinda desses jogos, porque com certeza serão cofre!
Até a semana que vem!


quinta-feira, 26 de maio de 2011

Arcade Noé

Heavy Rain



Vocês se lembram como era bacana na infância ficar imaginando como seriam os próximos jogos, o que conseguiríamos fazer de diferente ou o quão legal seria se determinado filme fosse “ jogável “? Pois é, o pessoal da Quantic Dream cansou de imaginar e resolveu botar a mão na massa.

 Lançado com exclusividade pro PS3 em fevereiro de 2010, Heavy Rain é um thriller policial com uma premissa básica que já era anunciada em seu trailer: o quão longe você iria para salvar alguém que ama?

 Há um assassino na cidade conhecido como Origami Killer. Na época mais chuvosa do ano (Outubro), uma criança é seqüestrada e encontrada poucos dias depois, afogada. Na mão direita da vítima há um origami e no peito da criança uma orquídea, as marcas registradas do tal assassino. Para investigar esse misterioso caso você controla quatro personagens. O desesperado Ethan que é pai da última vítima do Origami Killer. O detetive particular Scott Shelby. O agente do FBI Norman Jayden e a bela Madison Paige. Com exceção de Madison e Ethan, nenhum dos personagens se conhecem ou interagem entre si. Cada um, com sua motivação em especial, corre contra o relógio para resgatar Shaun, filho de Ethan.



 A grande sacada do jogo está em sua jogabilidade. Não existem comandos específicos pra você correr, andar, pular ou bater, mas sim em fazer determinados comandos em horas específicas. Sabe quando o Kratos finaliza seus inimigos em God of War e você precisa apertar determinados botões na hora certa? É tipo isso. Pra vocês entenderem mais ou menos a mecânica do jogo, confiram o vídeo abaixo narrado por um americano engraçadinho.



 Repararam que o sensor de movimento do controle do PS3 é bastante usado, né?!
 O legal é que praticamente não existem as famosas “cut scenes” já que você precisa interagir em praticamente 100% do jogo e o gameplay não perde em nada pras cenas em CGI. Simplesmente animal.

 Além da jogabilidade diferenciada o jogo é totalmente baseado em decisões, no mesmo esquema de Mass Efect. Matar ou não matar um traficante de drogas? Ajudar ou não ajudar uma prostituta indefesa? Cada decisão tomada influencia no personagem que você controla e automaticamente influencia no final do jogo que, só pra vocês saberem, são DEZOITO possíveis finais. Você pode terminá-lo com todos os personagens mortos ou então com todos vivos, ou sem descobrir quem é o assassino, ou tendo um inocente na cadeia pela suspeita de ser o Origami Killer etc.

 A sensação de que se está realmente jogando um filme é muito grande. Você tem drama, suspense romance, sexo e (ótimas) cenas de ação além de personagens carismáticos que te envolvem em seus próprios problemas. Por exemplo, logo de cara você acompanha a rotina de um fim de semana do bem sucedido e dedicado pai de família, Ethan, que, de uma hora para outra, perde o filho após um terrível acidente. Da próxima vez que jogar com o personagem ele já estará divorciado, sozinho, deprimido, inseguro e às margens da loucura com a possibilidade de ter o outro filho como vitima do assassino desconhecido. Ao mesmo tempo você controla o agente do FBI Norman Jayden que usa um sistema de investigação chamado IRM, que é basicamente um óculos e uma luva que o deixam numa espécie de mundo holográfico de onde ele faz suas investigações. Uma mistura de Minority Report com o Detective Mode do último jogo do Batman. Mas esse sistema acaba viciando a pessoa tanto quanto qualquer tipo de droga.

 A captura de movimento, expressões dos personagens, textura e iluminações de cenário também tiveram um cuidado especial e exploraram bastante e capacidade gráfica do atual carro-chefe da Sony.  

 Então aproveite os preços dos jogos que estão caindo e não deixe de conferir esse recente clássico da Sony. Fiquem com algumas imagens e trailer.

Clique pra ampliar. 







 PS: Pra quem não saiu do curso básico de inglês, não se preocupe. O jogo é legendado em português.