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segunda-feira, 11 de março de 2013

DedilhadA?


Então não reclamem, foi idéia do marmanjo ai ó...



Dedilhar um violão não é pra qualquer tocadô não... exige uma técnica e domínio absurdos do instrumento, e Sungha Jung domina!!

Dêem uma ouvida no que esse garoto já mandou pra rede.






Já tocava assim quando era um pimpolhinho endiabrado... mas ai o moleque cresceu cara...







E pra fechar...



Se ligaram no que é dedilhar?? Pois é... facinho meu povo.

Let´s Rock!

Duende Amarelo

sexta-feira, 8 de março de 2013

Podcast Uarévaa #129 - She-Nerds



PARABÉNS, MULHERES!

Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, hoje temos um podcast super especial, com Camila Téo, Pin e as convidadas Celene e Cris Peter num bate papo totalmente nerd, sem nenhum homem mala pra perturbar.

Mas como nem tudo são flores, no final os cuecas Freud e Marcelo fazem a leitura de comentários dos podcasts 127 e 128.





(Clique na imagem com o botão direito do mouse
e depois em "Salvar link como..")



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com críticas, elogios, sugestões e etc e tal sobre nosso podcast.


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Homem de verdade não bate em mulher


O Uarévaa é contra a violência doméstica a apoia a campanha “Homem de verdade não bate em mulher”. Entenda a campanha e demonstre também o seu apoio.

Hoje comemoramos o Dia Internacional da Mulher, que trabalha, estuda e faz tudo e mais um pouco (em muitos casos) se equilibrando em saltos bem altos. Mas isso tudo é batido … Opa, batido de forma alguma. Quem disse que as mulheres precisam sofrer agressões e suportar a violência doméstica no cotidiano?

Sendo assim, para conscientizar a todos sobre a atrocidade que é a violência doméstica ainda sofrida por diversas mulheres, o Banco Mundial, incentivado pelo Compromisso Nacional firmado para aprofundar o enfrentamento da violência contra a mulher, saiu na frente e lançou uma campanha de divulgação, que tem como objetivo principal a ampliação do debate sobre uma questão que esta longe de ser resolvida.

Dez pessoas, sendo 9 homens e uma ilustre mulher, posaram segurando cartazes com a seguinte frase “Homem de verdade não bate em mulher”. A ilustre mulher é a senhora Maria da Penha Maia Fernandes, a inspiradora da lei 11.340, criada para proteger a mulher desse tipo de violência (e não para prejudicar os homens, ok?).

Veja abaixo algumas fotos

Cauã Reymond e Gabriel Braga Nunes com os cartazes da campanha.

Maria da Penha, apoiando a campanha.

E então nós, do Uarévaa, também vamos apoiar essa campanha e divulgá-la. Olha só o que os meninos fizeram:

Nem a SUPREMACIA bate em mulher... Aprendam com Alex Matos.

Nosso editor Marcelo é “retado” feito eu, mas sabe das coisas.

Mr. Zenon, cara de mau e foto PB. Tem estilo esse garoto.

O Vini resistiu um pouquinho no momento de segurar a placa. Mas alguém resolveu a situação (NÃO FAÇAM ISSO, é apenas uma brincadeira).

Eis ai a prova de que a educação e o respeito passam de pai para filho. Sigam o lindo exemplo de Freud e João Vitor.

Agora quero destacar o que um dos integrantes desse belo site fez. O cara não ficou contente em tirar só a foto dele e chamou os amigos para deixar a campanha ainda melhor. Com vocês, o casting barbudo da Agência 42:

Rafael Rodrigues, que aderiu a campanha e chamou os amigos. Parabéns!

Mateus, o diretor de arte que topou na hora tirar a foto.

Thiago, o diretor de criação e dono da agência, mostrando o seu apoio a campanha.

Rafael, Thiago e Mateus.

Paulo, o fotógrafo, emprestou sua câmera para que alguém pudesse registrar o seu apoio a campanha.

E todos vocês podem ajudar, basta tirar uma foto e postar em suas redes sociais. Para os usuários do Twitter e do Instagram é bacana a inserção da hashtag #souhomemdeverdade.

Homens, mulheres, crianças... Vamos endossar essa campanha!

Que a mulher tenha felicidade, sem violência, todos os dias.

Mulheres Marcantes e filmes sobre suas vidas

"A vida é um desdobramento e, quanto mais viajamos, mais verdade pode ser compreendida. Entender as coisas que estão na sua porta é a melhor preparação para entender aquelas que estão além dela."
Hipátia (355-415)



Como hoje é o Dia Internacional da Mulher, resolvi fazer este post em homenagem a elas. É um post tímido, confesso; a lista poderia ser muito maior, e eu poderia falar muito mais sobre estas grandes mulheres. Mas acredito que valha mesmo assim, seja para os homens que precisam aprender que uma mulher não se resume aos esteriótipos que a mídia enfia goela abaixo, seja para as mulheres que precisam de um pouco de inspiração e força em suas vidas.

Marylin Monroe
Norma Jeane Mortenson, mais conhecida como Marilyn Monroe, é talvez a atriz mais conhecida em todo o mundo e um ícone do show business no século XX. Uma mulher que teve uma infância difícil e trágica, e conseguiu se reinventar e alcançar o sonho de muitas mulheres. Fez filmes, arrebatou corações e até ficou amiga do presidente Kennedy (alguns dizem que foi muito mais). Embora Marilyn seja conhecida por seus atributos físicos (certamente era uma mulher linda), ela era muito mais do que isso.

Filme: A Verdadeira História de Marylin Monroe (Norma Jean and Marylin, no original)
Existem alguns filmes sobre a vida da Marylin Monroe, mas este eu acho particularmente bom porque dá uma visão interessante sobre a atriz, dividida em dois momentos, como Norma Jean (grafado errado) e como Marylin Monroe. A divisão é interessante por que coloca duas atrizes diferentes para encarnar cada uma delas: Ashley Judd é Norma Jean e Mira Sorvino é Marylin.





Anneliese Michel
Bem, esta é uma história bem triste, e fiquei pensando se colocaria aqui. Mas achei que a pobre Anneliese merecia esta homenagem. Ela é mais conhecida como a "Emily Rose", a menina que achava que estava possuída por demônios e morreu durante uma sessão de exorcismo. O caso ficou famoso por que os padres responsáveis pelo exorcismo foram condenados por negligência. Parece estranho citar um caso que inspirou um filme de terror, mas a vida de Anneliese é um ótimo exemplo do como o pensamento sobrenatural pode prejudicar uma pessoa que tem problemas.

Filme: Requiem
Este filme alemão é uma visão mais realista e apurada da história de Anneliese Michel, e ao invés de focar na parte sensacionalista (o exorcismo propriamente dito ou o julgamento dos padres), conta a vida da jovem e quando ela começou a ter tais problemas, até o momento em que ela decide passar pelo ritual de exorcismo. É um filme triste, muito triste mesmo, mas ao mesmo tempo muito bonito. Sandra Huller, atriz que interpretou Anneliese, ganhou prêmio por sua atuação (e merecido).





Jill Cornell Tarter
Não teria como não colocar alguma mulher da ciência nesta lista. Eu poderia, é claro, citar muitas outras (como Marie Curie), mas como o post é sobre mulheres que tem filmes sobre suas vidas, não dá para esquecer de Jill Cornell Tarter, astrônoma americana ganhadora de diversos prêmios e que hoje está com 69 anos. Suas maiores contribuições à astronomia estão na busca por vida extraterrestre.

Filme: Contato (Contact)
Bem, Contato não é um filme sobre a vida de Tarter, mas Carl Sagan declarou que a personagem do livro é profundamente inspirada na cientista e na busca de sua vida, a busca por contato com outras civilizações alienígenas.








Violeta Parra
Compositora, cantora, artista plástica e ceramista, Violeta Parra é uma importante folclorista e fundadora da música popular chilena. A vida de Violeta Parra foi calcada pela busca incessante em manter viva a cultura Chilena. Era uma mulher de personalidade forte, determinada, e com isso ela conseguiu colocar a música chilena no mapa mundial, chegando até a expor suas obras no Louvre. Uma mulher fantástica e com um legado impressionante.

Filme: Violeta foi para o Céu (Violeta se fue a los cielos, no original)
Neste filme bastante complexo, que vai e volta no tempo, ficamos conhecendo a complicada vida de Violeta Parra e sua visão de mundo. Seus relacionamentos, seu temperamento difícil e sua contribuição para a música chilena estão todos retratados neste filme muito bacana.




Hipátia de Alexandria
Filósofa neoplatônica, Astrônoma, Matemática e professora, Hipátia foi uma mulher extraordinária. Num mundo predominantemente masculino, ela se destacou como uma mulher respeitada. Num mundo onde a religião cristã estava dominando o mundo, ela foi ateia, contrariando inclusive os antigos (que era pagãos, mas acreditavam em deuses). Uma mulher que se envolveu com arte, religião, ciência e política, e foi assassinada provavelmente por conta deste conjunto de fatores.

Filme: Alexandria (Ágora, no original)
Este filme retrata a vida de Hipátia e sua relação com a época em que vivia, o fim do período Helenístico da Grécia Antiga e o advento e oficialização do cristianismo perante o Império Romano. Embora muitos critiquem o filme por ser "anticristão", é uma excelente história sobre fundamentalismo e uma boa representação (embora não exatamente fiel) do contexto histórico da época, e da influência que Hipátia teve em seu tempo.



Bem, sei que há muitas outras mulheres que poderiam ser citadas aqui (e vocês podem citar outras nos comentários). Mas espero que as vidas destas 5 mulheres seja uma inspiração para outras, para que continuem lutando e não se entreguem facilmente. Que busquem realizar seus sonhos e que, seja quem forem, sejam quem vocês quiserem.

Feliz Dia da Mulher!

quarta-feira, 6 de março de 2013

Legends of the Knight: um documentário sobre a influencia do Batman no mundo real



Já a um bom tempo nós do Uarévaa falamos sobre a influencia benéfica que a simbologia heroica pode ter na nossa vida e sociedade. Desde posts até um podcast dedicado ao tema, apoiamos - dentro do bom senso, claro - atitudes positivas utilizando o universo dos heróis. E hoje, venho falar de um documentário que busca mostrar de fato como essa influencia pode funcionar e ajudar pessoas.





Ícone cultural, o Batman se instaurou na mente de seus leitores como um verdadeiro combatente do crime, mas, indo além dessa visão, seu lado filantropo e altruísta estimula pessoas ao redor do mundo a superarem momentos difíceis e obstáculos, ligando gerações através de sua essência.

É esse viés que o diretor e roteirista Brett Culpis busca com seu documentário Legends of the Knight, que mostra como o personagem tem influenciado uma comunidade de  fãs, que transformaram suas vidas com a influência deste símbolo.



Uma criança lutando contra leucemia, um terapeuta que usa os quadrinhos em suas consultas até um homem que cruzou o seu pais em um Batmóvel de verdade. O documentário mostra o que nós sempre falamos aqui: o poder da inspiração que os super-heróis tem, que pode levar pessoas a se engajar e mudar outras vidas.

Segundo o Brainstorm9, "o projeto foi colocado em prática, em parte, por colaboradores que apoiaram a produção através da plataforma Indiegogo no ano passado. Agora recebe financiamento coletivo via Kickstarter. O diretor, Brett Culp, espera terminá-lo a tempo da Comic Con, que acontece em San Diego durante o mês de Julho".


“AS HISTÓRIAS MAIS IMPORTANTES DO BATMAN NÃO ESTÃO NOS QUADRINHOS OU NOS FILMES. ESTÃO COM AS PESSOAS PARA QUEM ELE SE TORNOU UMA ESPERANÇA”.



Curta Você Também: To This Day Project



O poeta Shane Koyczan criou o projeto To This Day com o intuito de conscientizar o mundo sobre o bullying. Shane convocou diversos que animaram segmentos de 20 segundos, depois reuniu todos e produziu um vídeo.




Minhas experiências com violência em escolas ainda ecoam através da minha vida, mas permanecer de pé para encarar o problema tem me ajudado de maneira imensurável. Escolas e famílias precisam desesperadamente de ferramentas certas para confrontar este problema. Esta obra é o ponto inicial.
- Shane

Um belo trabalho que me fez voltar aos tempos de escola fundamental onde ficava recreios sozinho, recolhido num canto por conta de rejeição e agressões de até pessoas que acreditava serem meus amigos.

Podem dizer: "ah, no meu tempo não tinha nome bonito e eu to bem agora" e tal, mas, infelizmente, boa parte de crianças e jovens não conseguem superar e caem da corda bamba. Por isso, atitudes como essa são mais do que importantes.


Saiba mais sobre eles e o projeto em http://www.tothisdayproject.com (em inglês).

Encontre Shane no Facebook - http://on.fb.me/Vwdi65 ou no Twitter - http://www.twitter.com/koyczan

Por e-mail ele envia todo mês um novo poema, em inglês. Talvez seja de seu interesse se inscrever? http://www.shanekoyczan.com

terça-feira, 5 de março de 2013

Amanhã em Curitiba tem Cena HQ com Independência ou Mortos


Salve galera. Pra quem vai estar em Curitiba amanhã, vai rolar um evento muito bacana chamado Cena HQ, do nosso camarada José Aguiar.



Pra quem não conhece, o Cena HQ rola da seguinte forma. Atores fazem a leitura de uma obra de quadrinhos. O tema dessa edição é Independência ou Mortos, do Abu Fobia e do Harald Strickler. Após a leitura rola um debate entre o encenador e os autores da obra. Vale muito a pena participar. O ingresso é um livro não didático ou um gibi em bom estado.

Nas palavras dos realizadores:

Depois de uma temporada de sucesso em 2012, o projeto Cena HQ retorna ao Teatro da Caixa. A primeira leitura deste ano será a partir da obra Independência Ou Mortos, de Harald Stricker e Abu Fobiya, sob a direção de Paulo Rosa, que no ano passado já conduziu a leitura de Copacabana.

O projeto foi concebido no final de 2009, quando a Cia Vigor Mortis, sob a direção de Paulo Biscaia Filho, foi convidada a apresentar no Espaço Cênico uma leitura dramática com obra literária de um autor curitibano. A primeira ideia que lhe veio a mente foi buscar um autor que dialogasse com a linguagem da Vigor Mortis. O diretor resolveu então encenar uma leitura de Folheteen do quadrinhista José Aguiar, com quem depois escreveu Vigor Mortis Comics. O formato de ler em cena uma obra em quadrinhos foi tão interessante que Biscaia e Aguiar resolveram ampliar isso para um projeto de diversas leituras. No ano passado, o projeto tomou corpo e apresentou mensalmente nove leituras entre março e novembro.

Com curadoria de autores de José Aguiar e curadoria de encenadores de Paulo Biscaia Filho, o programa faz com que esses inusitados encontros entre quadrinhos e cena deflagrem discussões sobre a produção de quadrinhos no Brasil. Cada leitura é seguida de um debate entre o encenador e o autor da obra. Para este ano, o projeto - que no ano passado se chamava - Cena HQ Brasil - passou a se chamar apenas Cena HQ, uma vez que autores estrangeiros estão previstos para fazerem parte da programação. Para iniciar os trabalhos, o Cena HQ traz a leitura de Independência ou Mortos.



Só um toque pra quem for.

NÃO SE ATRASE!!!!!

Como o espaço é um teatro, as portas fecham as 20:00 EM PONTO. Nos últimos eventos que rolaram em 2012 teve gente q vacilou e ficou de fora.

Serviço: 
CENA HQ APRESENTA 
INDEPENDÊNCIA OU MORTOS 
De HARALD STRICKER E ABU FOBIYA 
Leitura Cênica com direção de PAULO ROSA 
Onde: CAIXA CULTURAL, Rua Conselheiro Laurindo 280. Informações: (41) 2118-5111. 
QUANDO: 6 DE MARÇO, 20:00. 
Ingresso: um livro de quadrinhos ou um livro não didático. 
Cena HQ Brasil. 
Realização da Vigor Mortis e Quadrinhofilia. 
Patrocínio: CAIXA

segunda-feira, 4 de março de 2013

A morte – Na Ficção

“Morte é meio que como sexo no segundo grau. Se você soubesse quantas vezes quase aconteceu, ficaria perplexo”
Dead Like Me


Creio que posso dizer com segurança que, sem morte, não existiria o gênero de terror. Afinal de contas, o que é, em essência, o terror se não o medo instintivo da morte? Não só a morte é uma das bases das histórias de terror quanto o tema é explorado em suas mais diversas formas. Seja no assassinato, nas pessoas que insistem em deixar as coisas para trás, nas entidades que buscam vingança, nas criaturas vindas das profundezas ou nos mortos que retornam à vida, o conceito de morte já foi extensa e exaustivamente explorada na ficção, desde sempre. É por esta razão que, neste post, dando sequência à matéria anterior, vamos nos ater às histórias em que figuram a morte propriamente dita, sua personificação. Obviamente, não vai dar para abordar todas aqui (e vocês podem citar outras nos comentários), então fiz uma seleção das que considerei mais relevantes, diversificadas e/ou memoráveis.

As referências à morte personificada na literatura e poesia é, como se poderia imaginar, antigas. Há uma breve aparição de uma personificação feminina da morte em Rime of the Ancient Mariner, além do clássico Paraíso Perdido, de John Milton, em que Morte é um dos filhos de Satã. Partindo para a literatura “propriamente dita”, temos o ceifador como personagem importante de duas séries de fantasias distintas: Discworld e Incarnations of Immortality; além de Death and Dr Hornbrook, de Robert Burns, em que a Morte é um velho rabugento.

No cinema temos, em 1934, Death Takes a Holiday, filme que mostra a Morte tirando férias para conviver entre os humanos e as consequências desta decisão. Woody Allen colocou a morte personificada em seus filmes algumas vezes, como em A Última Noite de Boris Grushenko (1975) e Desconstruindo Harry (1997). Há também a versão macabra do ceifador em Os Espíritos, de Peter Jackson (1996) e, embora não apareça “em carne e osso”, a morte é o principal vilão da cinessérie “Premonição”. Além disso, a morte fez participação especial em diversos filmes ao longo das décadas, entre eles The Doors, de Oliver Stone (1991), O Último Grande Herói (1993), O Estranho Mundo de Jack, de Tim Burton e no filme do Monty Python O Sentido da Vida. Em Bill & Ted, Dois Loucos no Tempo (1991), os protagonistas vividos por Alex Winter e Keanu Reeves precisam enganar a morte para voltar á vida e salvar suas namoradas e o futuro. Mas o filme mais conhecido a retratar a personificação provavelmente seja O Sétimo Selo, de Ingmar Bergman. Na história, um cavaleiro medieval volta para casa para encontrar apenas morte. Quando a própria morte vem buscá-lo, ele consegue propor um jogo de xadrez para ganhar tempo. Nesta versão, a morte é um ser humano com um manto negro.








Na TV, o personagem é participação recorrente em diversas séries: Em O Toque de um Anjo, ele é um anjo simpático; em Charmed, uma entidade neutra; em Supernatural, vemos o Grim Reaper; Em Medium a morte aparece como um homem comum. A morte também aparece em sequências de alucinação ou sonhos como em Nip/Tuck, Six Feet Under e Scrubs e como personagem em diversos episódios de Além da Imaginação, dos Simpsons e de South Park. Mas as versões lembradas com mais frequência atualmente provavelmente estão no desenho animado As Aventuras de Billy e Mandy, onde a morte (que visualmente é o típico ceifador) é o personagem principal que por vezes precisa lidar com as duas crianças, e em Dead Like Me, série de humor negro que retrata os ceifadores de forma diferente e bastante inusitada. O visual tradicional do ceifador é visto, no entanto, na sequência de abertura da série. Também não podemos esquecer da versão oriental da Morte, o Shinigami, retratado como o personagem Ryuk na animação Death Note, e das hilárias participações do ceifador em diversos episódios de Uma Família da Pesada.






Nos quadrinhos, a morte foi personificada de um sem número de formas diferentes. No Universo Marvel, é uma mulher, alvo do intenso amor de Thanos. Na DC, temos diversas versões: o Corredor Negro, que se assemelha ao Ankou da mitologia céltica, ou seja, ele não é a morte propriamente dita, e sim o seu “mensageiro”; o Black Flash, que é exclusivamente a morte dos velocistas da DC, por serem “rápidos demais para a morte” e Nekron, a personificação da morte vista recentemente na saga A Noite Mais Densa. Temos também o Juiz Morte, vilão das histórias do Juiz Dredd que, apesar de não ser uma personificação da morte no sentido essencialista, é uma criatura que pretende extinguir a vida na Terra, e a Dona Morte, personagem da Turma do Penadinho, de Maurício de Souza. Para finalizar, não podemos esquecer da versão da Morte criada por Neil Gaiman para o universo do personagem Sandman, retratada como uma pálida e dócil jovem com aspecto gótico.

Este foram alguns exemplos da morte como protagonista/antagonista ou personagem de histórias nas mais diversas mídias ao longo das eras. Se algum leitor lembrar de outros, citem nos comentários. Mês que vem falaremos sobre um filme que mistura filmes B, conspirações, alienígenas e...mensagens subliminares?


Curiosidades:
- The Rime of the Ancient Mariner, poema em que figura uma versão feminina da morte, é descrito por Bill Everett como inspiração para a criação do personagem Namor;
- Death Takes a Holiday teve uma refilmagem em 1998, o filme Encontro Marcado, com Brad Pitt e Antony Hopkins;

Garage Band

Falaê povo! Já brincaram com o Garage Band??


Pois é, entrei para esse mundo de fazer música digitalmente a poucos dias e vou contar um pouco das facilidades e dificuldades de se criar um som no Ipad!



Eu de tanto ficar indo nas lojinhas da apple brincar com os Ipads no expositores, fazendo musiquinhas tolas e desenhos abstratos esfregando o dedo pra todo lado.... acabei comprando um pra mim.

E qual não foi a minha surpresa quando vi que o aplicativo mais daooora... tinha que ser comprado! Ok, já tinha enfiado um pé na jaca, então.... Why Not?! Comprei por 5 doletas o Garage Band!

Não vou me estender muito pra explicar, prometo! Resumindo, o aplicativo é um mini estúdio portátil, você tem diversas opções de instrumentos, timbres, pedais, acordes, etc... e tudo faixa a faixa. Ou seja, cada canal de gravação é separado, o que te da uma liberdade enorme para edição final.

O legal da brincadeira é pode justamente compor com outros instrumentos que você não teria acesso a ele.... tipo um... violino! Cara, tu pode tocar violino!!

Meu chefe apareceu com um Ipad lá e falou “Mano, mexe nesse treco ai... ce vai pirar!” Em 15 minutos eu fiz uma melodia com teclado, baixo, violão e violino. Devolvi pro meu chefe e falei “Legal, gostei... da o play ai.” Fui xingado instantaneamente rs.

Pra quem tem uma noção musical, se acha facilmente dentro do programa e já está acostumado com nomes como “Tom maior, Tom menor, overdrive, flanger, chorus... ou pentatônica, harmônoca menor” e por ai vai. Quem nunca tocou nada na vida além de campainha deve ficar meio #chateado.

Besteira! DÁ pra você ai sem noção nenhuma de música brincar e se divertir também, existe módulos pré-prontos pra encaixar notas e ritmos a sua vontade... o ritmo e escala fica por conta do Ipad.



Lógico que se você procurar no youtube tem zilhões de vídeos de demonstração e exibicionismo dos caras fazendo miséria com o Ipad...mas nada vai superar isso aqui.



Quem sabe um dia eu posto alguma musiquinha ai pro Uarévaa feito no Ipad? Quem sabe, um desafio? =P

Let´s Digital Rock!

Duende Amarelo.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Podcast Uarévaa #128 - Planeta dos Macacos


"SEUS MANÍACOS!"

Freud e Modesti recebem Hell do MdM  e o desenhista Carlos Magno, artista de uma série em  quadrinhos do Planeta dos Macacos, para passar a limpo a franquia cinematográfica e também o livro original, quadrinhos, série de TV, desenhos e outras coisas relacionadas aos filmes.





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e depois em "Salvar link como..")



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Comentado no podcast

- Veja um pouco da arte do Carlos Magno para a revista do Planeta dos Macacos (clique nas imagens para ampliar)







- Conheça (ou mate saudades) do programa Planeta dos Homens



- Um quadro do Planeta dos Homens, com o macaco Sócrates



- Capa da primeira edição de Kamandi, do mestre Jack Kirby



- Os Trapalhões no Planalto dos Macacos, completo:



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