Social Icons

Pages

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Um último mergulho


Curta-metragem rápido, mas assustador, feito do ponto de vista de primeira pessoa. Muito interessante, confiram (não necessita legendas):

Vem gente, ver a avaliação no LULU!


Depois de um longo e tenebroso inverno, venho aqui unicamente para falar de um aplicativo que foi lançado no Brasil em meados de novembro e tem causado a discórdia geral...

Fala galera que vem sempre aqui, ou ao menos vem mais que eu, claro!

Certamente você já ouviu falar no Lulu, um aplicativo criado pela jamaicana Alexandra Chong e lançado há mais de 9 meses nos Estados Unidos.

O “Guia 4 Rodas dos homens” está disponível nas plataformas Android e IOS e possibilita(va) as mulheres, de maneira totalmente anônima, fazer avaliações de seus contatos masculinos do Facebook.

Desde que foi criado, em fevereiro, o app já conquistou mais de 1 milhão de usuárias nos Estados Unidos. O mesmo número foi atingido aqui no Brasil, o segundo país a receber o aplicativo, em apenas 3 semanas.

Inicialmente o aplicativo estava disponível somente para mulheres e as avaliações eram 100% anônimas, nada era compartilhado no Facebook ou coisa do gênero, o máximo que poderia acontecer era os resultados virarem assuntos das conversas de bar, com diversas garotas comentando as notas e hashtags (exemplos: #dormedeconchinha e #SoPensaNaquilo) distribuídas aos amigos, classificados por categorias: ex-namorado, já fiquei, estou a fim, amigo, parente.

Mas então, diante de tanto sucesso, o aplicativo trouxe uma novidade para os #BonsPartidos. Nos próximos 9 dias, o homem que quiser saber a sua nota deve acessar o site e clicar:

Por sua conta e risco

É possível também espalhar a noticia para que mais #BonsPartidos entrem na brincadeira e descubram as suas notas, mas eles saberão somente as notas, a privacidade de quem os avaliou permanecerá protegida:



E você, é um bom partido ou usa crocs?


sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Podcast Uarévaa #166 - Seriados Brasileiros



"Eu gostava do seriado da Sandy e Junior!"


Fechando a "trilogia sobre teledramaturgia brasileira" aqui no Uarévaa, Marcelo Soares, ModestiMoura falam dos seriados nacionais que marcaram época (e sobre um monte de outros programas de TV fora da pauta).





(Clique na imagem com o botão direito do mouse
e depois em "Salvar link como..")




Aproveita e vai lá no Cidade Gamer ouvir o Zenon
(já que no Uarévaa mesmo ele não aparece pra gravar já tem uns 2 anos #prontofalei)

Cidade Gamer #125: DC nos Video Games



E o RSS? E o ITunes?

Tá ai, porra!! Clique e assine!





Comentem ai ou mandem e-mails (para contato@uarevaa.com
com críticas, elogios, sugestões e etc e tal sobre nosso podcast.



Curtam nossa página no Facebook!

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Curta Você Também: 850 METERS



Um cavaleiro não tão corajoso está em busca de fama e fortuna - a lenda diz que resgatar uma princesa é o caminho a percorrer. E nesse contos de fadas só há uma maneira de matar o dragão e salvar a dama presa:: encontrar a espada invencível. Para alcançar seu objetivo , o cavaleiro está pronto para ir longe.



850 metros é uma comédia de animação produzido por THURISTAR em co-produção com Lunanime. O curta também foi ao ar no Canal + na França e em breve será mostrado no Ketnet (VRT ) e Ouftivi (RTBF) na Bélgica.

Estrelado por Roger Flambé
Escrito e dirigido por Joeri Christiaen
Co- escrito e produzido por Perrine Gauthier
Co-produzido por Annemie Degryse
Música por Frederik Segers
Com a participação de CANAL + , PMG Worldwide ( messiahStudio ) e Temple of Tune
Com o apoio do Fundo de Audiovisual Flandres e Provinciebestuur Oost Vlaanderen
Parceiro Taxshelter: BUSI ( Negócios e Integração de Sistemas )

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

H.P. Lovecraft: Fear Of The Unknown


Há algum tempo me mandaram este vídeo pelo Youtube. Infelizmente, não lembro quem, então peço desculpas por não citar, mas fica aí o registro.

Fear of the Unknown é um documentário que observa a vida, o trabalho e a mente por trás do horror fantástico e dos mitos do Cthulhu. O documentário tem entrevistas de gente como Guillermo del Toro, Neil Gaiman, John Carpenter, Peter Straub, Caitlin R. Kiernan, Ramsey Campbell, Stuart Gordon, S. T. Joshi, Robert M. Price and Andrew Migliore. A produção ganhou o prêmio de melhor documentário na Comic-Con International Independent Film Festival e passou no Fantaspoa em 2009.

Produzido por William Janczewski, James B. Myers, and Woodward
Escrito e Dirigido por H. Woodward

Confira o documentário, na íntegra, com legendas em espanhol:

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Podcast Uarévaa #165 - Essa Porra de Fim de Ano



"Eu não tenho amigos nessa empresa!"


Marcelo Soares, Duende Amarelo, Moura, Romenique e Alex Matos comentam as obrigações e chatices que temos que aturar a cada fim de ano.





(Clique na imagem com o botão direito do mouse
e depois em "Salvar link como..")




E o RSS? E o ITunes?

Tá ai, porra!! Clique e assine!





Comentem ai ou mandem e-mails (para contato@uarevaa.com
com críticas, elogios, sugestões e etc e tal sobre nosso podcast.



Curtam nossa página no Facebook!

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Walking Gallery acontece este fim de semana no RS


Foto de Oriol Miralles
Você já ouviu falar do Walking Gallery? Realizado pela primeira vez em Barcelona, o Walking Gallery é, como o nome já diz, uma "galeria de arte ambulante", onde diversos artistas e participantes, em passeios em grupo, carregam e exibem suas obras pelas ruas das cidades. O principal objetivo da iniciativa é promover o intercâmbio entre artistas e o público, além de conscientizar sobre a importância de melhorar a qualidade de vida nas cidades brasileiras através da fruição da arte.

Já tendo edições em cidades brasileiras como São Paulo, Rio de Janeiro e Pernambuco, desta vez Porto Alegre receberá o Walking Gallery, sob a realização da curadora independente Mona Carvalho. O movimento, que é aberto e gratuito, acontece no próximo sábado (7) tem como trajeto programado importantes pontos turísticos da capital gaúcha, como o Mercado Público Central, o Parque Farroupilha – Redenção, a Cidade Baixa, a Usina do Gasômetro e o Parque Moinhos de Vento – Parcão. (Este trajeto poderá ser alterado pela produção no dia do evento).

Foto de Txell Alarcón
O Walking Gallery Rio Grande do Sul tem apoio cultural da Rupestre Turismo, Epropaganda, e Laymark. A cobertura fotográfica será de Paulo Pretz, Maicon Damasceno, Leandro Foscarini e Bruna Perini; e a assessoria de imprensa e de produção é de Micaela Lüdke Rossetti. Para participar ou obter outras informações sobre o evento basta ficar de olho na fanpage do Walking Gallery RS, ou entrar em contato através dos e-mails curadoriaindependente@gmail.com e micaela.rossetti@hotmail.com

Walking Gallery RS
Dia 07 de dezembro, sábado
A partir das 16h
Com saída em frente ao Mercado Público Central (Largo Jornalista Glênio Perez)

Confira aí algumas obras que vão pintar (trocadilho não intencional) na caminhada:

Rafael Dambros

Alessandra Pauletti

Israel Severo

Maria Rita

Marinês dos Reis

Sheila Kremer

Simone Guardiola
Serginho Filho



segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

“O horror, o Horror” no FIQ 2013

Fiquei muito feliz de saber que o FIQ este ano teria um painel dedicado aos quadrinhos de terror, que é um gênero e uma estética narrativa tão apreciada, mas muitas vezes tão ignorada nestes eventos. E um prazer maior, é claro, foi conhecer pessoalmente autores dos quais sou muito fã. Por isso, resolvi escrever algumas palavras sobre como foi o painel.

O Painel “O horror, o horror” aconteceu na sexta-feira, dia 15, às 20h, e contou com Franco de Rosa, Fábio Cobiaco, Rafael Albuquerque e Salvador Sanz. Um pouco do currículo de cada um:

Franco de Rosa é da velha guarda do quadrinho nacional. Roteirista, desenhista e editor, esteve envolvido na criação das editoras Mythos e Opera Graphica.

Fábio Cobiaco fez capas para diversas editoras americanas e recentemente lançou um álbum sci-fi com elementos sobrenaturais, V.I.S.H.N.U., além de ser seguidor do mestre Flávio Colin e pesquisador de sua obra.

Rafael Albuquerque é desenhista, agora também roteirista, e é mais conhecido por ajudar a reinventar os vampiros na série Vampiro Americano, da Vertigo.

Salvador Sanz é um dos grandes nomes do quadrinho Argentino atual, famoso por seus mundos e personagens fantásticos. Aqui no Brasil, duas de suas obras estão disponíveis: Angela Della Morte e Noturno.

Bem, como o painel não era direcionado para nada específico dentro do terror, o papo navegou por diversas correntes. Franco de Rosa deu uma aula sobre os quadrinhos brasileiros de terror nos anos 50, falando sobre como eram um sucesso de público, sobre alguns autores, além de mostrar diversas capas muito bacanas daquela época.

Depois, foi a vez de Rafael Albuquerque falar sobre revisitar um mito clássico e dar-lhe um novo fôlego visualmente, e um pouco de como foi o processo para a criação do conceito visual dos vampiros de Vampiro Americano.

Cobiaco falou sobre o trabalho de Flavio Colin e discorreu sobre algo que comentávamos antes do painel, sobre por que grandes autores do passado hoje são completos desconhecidos para a maioria do público mais jovem.

Salvador Sanz falou sobre a contribuição da arte para o imaginário numa história de terror, e sobre como sua arte leva a imaginação do leitor adiante. Por fim, os convidados falaram sobre a mudança do terror através das eras, conforme a tecnologia vai avançando e, no momento das perguntas, fiquei muito feliz ao ver a quantidade de pessoas interessadas no assunto e que queria perguntar. Infelizmente, não deu para deixar todo mundo questionar por conta do tempo (que ficou mais do que esgotadasso, heheheheh), mas ainda assim a contribuição da platéia foi sensacional.

Foi um painel realmente muito bom e me surpreendi positivamente com ele. Tinha muita gente, todos bastante atentos e interessados e as perguntas foram todas pontuadas e interessantes. E eu ainda ganhei presentes!

Infelizmente, creio que não foi gravado, mas fiquem com algumas fotos que ilustram o post. Mas fica a torcida para que outros eventos de quadrinhos sigam o exemplo e tragam temas relacionados ao terror nos quadrinhos para discussão, e que não pare por aí.


Curta Você Também: Hoverboard, o curta-metragem


Inspirado na franquia De Volta para o Futuro, o filme conta a história de uma garotinha fã de “De Volta para o Futuro II” na busca de construir um hoverboard, skate voador do filme.

A Beira do Caminho


"Mantenha Distancia"



“Viver é como desenhar sem borracha”

Perder alguém que se ama é uma das piores dores, se não a pior, que podemos ter nessa vida passageira. Uma chaga que pode se espalhar por todo corpo, sangrar a alma e mudar alguém completamente por toda a vida. É como encontramos o caminhoneiro João, interpretado pelo ótimo ator João Miguel, um homem que tem uma perda terrível no seu passado que ecoa pelo seu presente o afastando de todos ao seu redor.

Esse casulo só é quebrado com a aparição de Duda, o estreante Vinicius Nascimento, que se esconde no seu caminhão depois de fugir de um orfanato. Inicialmente relutante em ajudar o garoto a encontrar o pai em São Paulo, João aos poucos vai se acostumando com a presença do menino e uma nova estrada parece surgir em seu caminho.

Pautado na obra do cantor Roberto Carlos - o próprio título do filme remetendo a canção Sentado a Beira do Caminho - de onde tira sua trilha sonora, belíssima por sinal, o filme de Breno Silveira (diretor de 2 Filhos de Francisco) trata de uma forma sensível os sentimentos de culpa do protagonista sobre a morte de um ente querido em contraponto a esperança do garoto em conhecer seu pai e escapar da tristeza da morte de sua mãe.

Apesar de o roteiro ser bem dentro da lógica de road movies, sem grandes surpresas e previsível até, as interpretações de João Miguel, Dira Paes e do garoto Vinicius  dão bem o tom emocional que as canções do intitulado Rei tem. Outro personagem comum ao filmes de estrada é a transitoriedade de quem vive como caminhoneiro. Seguindo todo dia por um caminho desconhecido, a merce da sorte, do perigo, conhecendo só para esquecer logo depois, a vida de um motorista de caminhão é não se prender a nada enquanto segue seu rumo e ter a saudade como companheira. Curioso a música Caminhoneiro não estar no filme.



“Quando a saudade não cabe no peito, 
ela transborda pelos olhos”


Filmes como A Beira do Caminho e Caminho das Nuvens mostram bem a força das músicas de Roberto Carlos, letras de um tempo mais criativo e menos polêmico como os de hoje em dia com a questão das biografias não autorizadas.

O filme tem em seu demérito também a pouca exploração dos silêncios e ritmo contemplativo que é característicos de obras desse gênero do cinema, e que ao se iniciar focando placas traseiras de caminhões (de onde saíram algumas das frases que ilustram o texto) demonstravam a intenção, ou somente dava a entender, que teria um foco mais aprofundado - momentos que por sinal fizeram-me lembrar do belo Viajo Porque Preciso Volto Porque Te Amo.



Apesar de seus pesares, A Beira do Caminho se mostra como uma boa e emocionante obra que toca de forma bonita nas relações pais e filhos (que já se tornaram o mote do diretor), e como encontros inusitados podem mudar nossas vidas e até nos ajuda a nos redimir conosco mesmo.




A Beira do Caminho
Nota: 9.0
Tempo: 90 min
Direção: Breno Silveira
Produção: Conspiração Filmes
Elenco: João Miguel, Vinícius Nascimento, Dira Paes, Ludmila Rosa,  Ângelo Antônio
Diretor de fotografia: Luis Ignácio Barrague, Lula Carvalho
Edição: Vicente Kubrusly
Distribuição: Fox Filmes