Dae rapaziada que não tem muito que fazer… Bom, vocês devem ter sentido minha falta né? Não? Imaginei...
Mas enfim, estou meio ausente do Uarévaa por conta de algumas viagens para descobrir a origem do universo, a razão da vida e o segredo da Coca-Cola. Mas agora, em meio a uma peregrinação a Santiago de Compostela, encontrei uma lan house em um templo de monges tibetanos itinerantes e descobri a seguinte pérola:
No Heroics. Série Britânica que está para estrear lá na terra do Príncipe Charles. É sobre uma cidade cheia de super-herói, aonde vivem quatro amigos com poderes incríveis (ou nem tanto) tentando tornarem-se famosos. Um tem poderes de fogo, outra pode controlar equipamentos eletrônicos, o outro pode ver seis segundos no futuro e a última tem superforça. Eles vivem batendo de frente com Excelsior, o herói mais famoso do país.
O trailer aparenta um humor divertido e apostando onde outra série se deu muito mal (alguém assistiu The Tick – A Série?). Mas o humor britânico sempre é bem vindo, então, preparem seus torrents... pois dificilmente isso chega as nossas terras tupiniquins.
Ok, apareci hoje nesse Plantão Uarévaa junto com James “Phantro” para trazer para vocês algumas coisas novas que estão pipocando na rede sobre o novo CD do MetallicA, muito se falou do último surrado pela mídia St. Anger, que é um trabalho diferente do que estamos acostumados a ouvir, e de qualidade duvidosa até...mas não deixa de ser pesado! O fato é que está para chegar nas lojas o novo filho dos caras “Death Magnetic” e já tem músicas na rede, (depois do Lars brigar tanto com o Naspter contra a livre troca de mp3 e se transfomar no cara mais odiado da internet..rs) as músicas que “vazaram” são “The day that never comes” e “My Apocalypse” fora a Cyanide no youtube...eu falo são músicas do calibre do Metallica!! Também saiu o set list do CD, causando um ponto de interrogação com a música “The Unforgiven III” óia ai:
“That Was Just Your Life” “The End Of The Line” “Broken, Beat & Scarred” “The Day That Never Comes” “All Nightmare Long” “Cyanide” “The Unforgiven III” “The Judas Kiss” “Suicide & Redemption” “My Apocalypse”
Na ultima edição revista Kerrang! do Reino Unido, saiu uma matéria bacanuda com a banda comentando o novo CD...confira um trecho.
Lars Ulrich: "Eu posso dizer honestamente que este álbum é o melhor álbum que poderíamos fazer. Eu posso garantir que as pessoas vão gostar dele tanto quanto dos nossos álbuns antigos? Não, eu não posso; eu não posso oferecer nenhuma garantia. Mas eu garanto que não poderíamos ter feito um álbum melhor".
Kirk Hammett: "Este álbum tem algumas das melhores músicas que fizemos nos últimos 15 anos. Muitos dos álbuns que fizemos depois do álbum preto eram nós tentando sair do som característico do Metallica. Isso era a coisa certa para nós naquele tempo, mas nós não sentimos que precisamos fazer mais isso. E para ser honesto, é divertido tocar rápido, ser pesado. Nós estamos todos na mesma página a respeito disso. Eu até iria além e diria que nós sentíamos falta de tocar desse jeito".
James Hetfield: "Este álbum tem uma fome e uma juventude nele. Nós tivemos um novo produtor, um novo baixista... E nós trabalhamos duro para fazermos certo. Então se vocês me perguntarem se é bom, se é realmente bom, eu posso dizer, 'Sim, é muito bom!'".
Trujillo: "Nós decidimos isso por muitos motivos e Rick Rubin teve algo a ver com isso. O 'St. Anger' foi um tipo de transição para o MetallicA, o James se sentiu mais frágil naquele momento e tudo era muito planejado e agendado. Foi bem estranho. Mas nos últimos anos ele pareceu voltar a sua velha forma. Ele está bem agora e está realmente focado na música. Quando eu me juntei a banda, eu estava focado na minha banda e eu não conhecia as últimas coisas do MetallicA como o 'Load' e 'Reload'. Eu simplesmente amava as coisas antigas e quando eu entrei na banda, a primeira coisa que eu pedi para eles foi para tocar as coisas antigas e, ao invés de fugir dessa idéia como renegar o passado, ele aceitaram isso. As novas músicas parecem vivas e nós sentimos que podemos tocá-las ao vivo. As músicas novas soam como as coisas antigas, mas elas são todas novas e atuais."
Bom quem quiser baixar o som “My Apocalypse” é só clicar aqui
E quem quiser baixar “The Day That Never Comes” clique aqui
Fiquem com Cyanide ai em baixo...
É galera, MetallicA está de volta e não está pra brincadeira!OH YEAAAAHHHH!!
Aguardem a materia comentando faixa a faixa o Death Magnetic,
Um pingüim-rei chamado Nils Olav fez história nesta sexta-feira ao ser nomeado cavaleiro da Guarda Real da Noruega por um regimento em visita à Escócia.
Rodeado por militares e dezenas de fotógrafos, o orgulhoso palmípede inspecionou a Guarda Real norueguesa.
O pingüim, do zoológico de Edimburgo, é membro honorário e mascote da guarda do rei da Noruega desde os anos 1970, quando um tenente norueguês chamado Nils Egelien visitou o zoológico escocês e o recrutou para a guarda do rei Olaf.
Claro que o Nils Olav original morreu há 20 anos e foi substituído desde então.
"Temos uma longa história de relações com a Guarda do rei da Noruega. É algo de que nos sentimos muito orgulhosos", afirmou à BBC David Windmill, diretor da Sociedade Zoológica Real da Escócia, a que pertence zoológico de Edimburgo, onde vive Nils.
"O zoológico de Edimburgo é famoso por seus pingüins-reis e Nils Olav é definitivamente o mais famoso de todos eles", explicou Windmill, acrescentando que os guardas noruegueses visitam a ave quando participam no desfile militar de Edimburgo.
O pingüim já foi promovido de grau até virar coronel, informou ainda, além de ter uma estátua de bronze em sua homenagem.
"Ele adora a atenção que recebe nas cerimônias e também gosta de inspecionar as tropas", afirmou Windmill.
O capitão Rune Wiik, da guarda real, disse à BBC que sente orgulho de ter o pingüim em seu regimento. "Nós nos orgulhamos muito do coronel e ficamos satisfeitos de ter uma parte da guarda real na Escócia para estreitar os laços entre os dois países".
A Verdade, Por Algures
Aposto que você leu essa notícia e pensou “ah, que bontintinho, um pinguim militar!”, né? Bom, apenas duas coisas pra você:
1 – Você não leu a notícia com atenção 2 – Se você é do sexo masculino, essa frase pega mal pra caramba...
Mas, se você leu a notícia com atenção, deve ter notado algo que quase não foi mencionado na notícia, e que transcrevo aqui:
“Claro que o Nils Olav original morreu há 20 anos e foi substituído desde então.”
Viram onde está a verdade? Não? NÃO???
Ok, então, como sempre vou ter que fazer o trabalho sujo e abrir essa sua cabeça cheia de pornografia e declarações de amor aos seus ídolos emos.
O que acontece é o seguinte: Eu já falei anteriormente sobre a conspiração dos animais para tomar o controle do mundo. Pois então. Obviamente, os animais são espertos o suficiente para desenvolver estratégias de dominação que tragam o maior êxito pelo menor esforço.
E que estratégia melhor do que SUBSTITUIR OS SERES HUMANOS POR UM DELES!
“Como assim, Algures?”
Porra, você é burro pa caralho, hein?
Bom, apenas o nome do pingüim era o mesmo, porque o animal, não. Isso e apenas um teste para ver se isso passa despercebido por nós. Depois que eles perceberam que isso é possível, tentaram a próxima etapa: Substituir um ser humano por um deles! E o que foi que fizeram!
Primeira, colocaram uma mula na casa branca, um cavalo no Chile,
uma galinha na argentina e um burro no Brasil.
A partir daí, a coisa só vai piorar...
P.S.: Esse é um post verdadeiro. Qualquer semelhança de animais com candidatos políticos é mera coincidência. E uma ofensa aos pobres animais. Eles querem dominar o mundo, mas vejam pelo lado bom: pelo menos não são políticos.
Ok pessoal...dominei essa segunda-feira! Por problemas na sua internet... meu querido e amado amigo Duende não pode escrever a matéria do Palhetada essa semana... então eu como boa amiga que sou aproveitei pra meter o bedelho e falar de uma banda que com certeza ele só falaria se eu fizesse chantagem, implorasse e chorasse... então aproveitando a oportunidade eu vou falar de Bon Jovi!! Yeah!
Bom... quando eu conheci o Duende, eu não sabia absolutamente nada do mundo do Rock, então ele adotou como meta de ano-novo me tornar uma Roqueira de primeira, e meu primeiro contato com esse novo mundo foi “One - MetallicA”... confesso que amei, e tudo estava indo conforme o plano do Duende, muito Queen, Ozzy, Kiss e a LOT of música boa... até que surgiu o Phantro e me apresentou Whitesnake, Van Halen e enfim Bon Jovi.. e ai foi tudo pro saco!!
Na hora, essas bandas dominaram meu set list do trabalho... e principalmente o Bon Jovi... então to aqui pra compartilhar com vocês um pouquinho da historia dessa banda batuta que eu adoro! Em 02/03/1962 nasce o homem com nome de banda, Jon Bon Jovi. O homem, que só não deve ter carcado mais mulher do que o Gene Simmons, já mostrava seu talento pra música desde pivetinho, aos 7 anos aprendeu a tocar violão e guitarra e formou sua primeira banda nesse mesmo ano! Ele deve ter sacado de cara que era disso que ele ia viver pro resto da vida, e entre tocar em festivais, empregos temporários, e formações de banda... Bon Jovi conseguiu um emprego em uma gravadora, na Powerstation Studios. E em 1968, finalmente a grande oportunidade de Jon surgiu com um concurso de uma radio local para eleger a melhor banda desconhecida. Jon gravou com artistas de estúdio a música Runaway, e ela se tornou um sucesso imediato.
Após vencer o concurso, Jon decidiu que precisava de uma banda. E então, Jon ligou pra um, que chamou o outro, que chamou mais um... e foi um vai e vem de integrantes, até que a primeira formação que conseguiu um contrato com uma gravadora se juntou em março de 1983, com Bon Jovi, Alec John Such, Tico Torres e após vários guitarristas passarem pela banda, finalmente Rich Sambora se juntou definitivamente a banda.E então em meados dos anos 80, Bon Jovi finalmente era uma banda.
E pra você que se pergunta de onde surgiu o nome da banda, ele é sim uma referência ao nome de Jon que na verdade é John Francis Bongiovi Jr, eu disse que o cara nasceu com nome de banda! O álbum de estréia da banda saiu em 1984, nomeado também de Bon jovi. O álbum chegou a ter mais de 500.000 cópias vendidas, e fez com que a banda conseguisse abrir shows importantes como Kiss e Scorpions.
O segundo álbum da banda foi fraquinho e decepcionou demais os críticos da música. Mas para o álbum seguinte, Bon Jovi trabalhou junto com o compositor Desmond Child indicado por ninguém menos do que Gene Simmons. E em 1986 foi lançado o Slippery When Wet, álbum que elevou a banda ao status que ela permanece ainda hoje, com sucessos como Livin on a Prayer, You give love a Bad Name e Wanted dead or Alive. Curiosamente, Jon não queria incluir Livin on a Prayer no álbum, e a música só foi inserida no cd pela insistencia e confiança que Sambora tinha na música.
O disco vendeu mais de 12 milhões de cópias no mundo todo, mas a turnê do cd causou danos permanentes ao vocalista. Por conta das notas muito altas que Bon Jovi alcançava nas canções, suas cordas vocais ficaram extremamente danificadas, o que o levou a fazer um tratamento intenso e posteriormente o fez cantar seus sucessos em um tom ligeiramente mais baixo.
Depois do tremendo sucesso do álbum, vinha o grande desafio: mostrar que Bon Jovi não era apenas um sucesso instantâneo. O resultado foi um dos cds favoritos dos fãs. Em 1988, é lançado New Jersey , disco que incluía mais uma porrada de sucessos inéditos, como Bad Medicine, Lay Your Hands on Me e I’ll Be There For You. O sucesso imediato do cd fez com que a banda praticamente começasse uma turnê atrás da outra, o que começou a desgastar demais a relação dos dois principais integrantes: Bon Jovi e Sambora.
E em 1990, a banda resolveu dar um tempo. No mesmo ano Bon Jovi investiu na sua carreira solo e lançou o álbum Blaze of Glory, incluindo o grande sucesso que deu nome ao disco, o vídeoclip dessa música é um dos mais exibidos na história da MTV.
Em 1992, a banda fez a pazes e se juntou novamente para grava Keep the Faith. Nesse album percebemos duas mudanças radicais na banda, o primeiro é no estilo das letras das músicas, elas agora tinham mais um apelo político do que romântico. E a segunda mudança é mais radical, no visual da banda, eles finalmente largam os cabelos da dácada anterior e entram de vez na década de 90. Novamente o album foi considerado um sucesso e vendeu milhões de cópias.
Dois anos depois, a banda lança Cross Roads, uma das colêtaneas mais vendidas e populares do mundo. Além dos antigos sucessos, o disco ainda incluia duas músicas inéditas: Always e Someday I’ll Be a Saturday Night,música que curiosamente teve que ser retirada das paradas da MTV brasileira pra dar chance a outras músicas. No mesmo ano, o baixista da banda, Alec John Such, é afastado da banda sob rumores de envolvimento com drogas e álcool, em seu lugar Hugh MacDonald se juntou a banda.
Em 1995, após a tunê mundial e mais um album não tão marcante, mas ainda asim de tremendo sucesso, intitulado de These days, a banda resolve fazer uma nova parada para seus integrantes se dedicarem novamente a seu projetos pessoais. Em 2000 a banda se reune novamente e lança outro álbum recheado de músicas de ótima qualidade... One Wild Night, Thank You for Loving Me e It’s My life, considerada um dos maiores sucessos de todos os anos de banda, fizeram de Crush um dos álbuns de maior sucesso comercial da banda.
Depois de mais uma volta com tudo da banda, a pedido de fãs a banda finalmente lança um álbum ao vivo, One wild Night Live 1985-2001, contendo os maiores sucessos em algumas das melhores apresentações da banda ao longo dos anos de estrada. Em 2002, sai um novo álbum já com outra mudança no estilo da banda a pedido do seu guitarrista, Rich Sambora. O álbum continham um som mais pesado, mais agrupado e as músicas se tornaram bem mais modernas. Em 2003 sai um dos cds que eu menos gosto na carreira do Bon Jovi, This Left Feels Right, uma coleção dos sucessos da banda em versões acústicas, não agradou os fãs que esperavam uma gravação de um show de quase 3 horas realizado em Tóquio como era o plano inicial.
E como a banda não pára, mantendo a incrivel marca de quase 1 cd por ano de carreira, em 2004 sai a coletânea em comemoração aos 20 anos de estrada da banda, o lançamento curiosamente coincidiu com a marca de 100 milhões de cds vendidos mundialmente, marca que hoje já passa de 120 milhões incluindo o último álbum. E adivinha? Em 2005 saiu mais um álbum inédito... o álbum Have a nice day deu início a uma das mais premiadas turnês da banda, que infelizmente não passou nos países do Hemisfério Sul. Nesse álbum foi lançada Who Says You Can’t Go Home, que fez história como a primeira música de Rock a alcançar o primeiro lugar nas paradas de Country dos EUA.
Em 2007, apostando na fórmula que funcionou tão bem no cd anterior, Bon jovi lança Lost Highway, álbum voltado para o country. Com 4 singles lançados desse cd, a banda abriu a turnê de divulgação em outubro de 2007 e fechando a mesma em julho de 2008, sendo essa a melhor turnê de todos os tempos da banda em questão de repertório... incluindo os clássicos da banda, os sucessos atuais, além de musicas que não eram tocadas em um show desde 1996.
Em quase 25 anos de carreira, Bon Jovi é com certeza uma das bandas mais premiadas e de maior sucesso nesse mundo tão disputado da música... mesmo se você não curte o som dos caras, ainda assim vc conhece alguma música... certeza! Eu particularmente adoro o som e é presença essencial em qualquer set list q eu faça... Agora, deixo dois vídeos das minhas musicas preferidas pra compartilhar com vocês...
Espero que tenham curtido... eu sei que ficou grande, mas eu me empolguei!!
Olááááá pessoal... Não sei se vocês estavam com saudades de mim, mas na esperança que vocês estejam eu voltei nesse espacinho gelado da segunda-feira.
Ainda no clima de fanatismo que tomou conta do Duende, Phantro e eu, que nos fez te se fantasiar numa certa festinha de aniversário... O filme de hoje é com certeza uma obrigação pra qualquer um que acompanha a coluna do meu querido amigo Amarelo... mas como sempre, antes de tudo, uma pequena historinha pra vocês!!!!
Dia comum, como outro qualquer... eu, Duende e Phantro decidimos começar a montar uma DVDteca, e entre as lista de filmes obrigatórios que incluía Conan, Top Gang, Exterminador do Futuro, entre muitos outros... um dos filmes unanimidade, que não podia faltar de jeito nenhum era DETROIT ROCK CITY!!!
E começou a busca desenfreada por esse clássico.... Tem na locadoras?? Er.. não!! E nos Sebos??... não again!!! Então nos sobrou a sempre salvadora internet... mas mesmo assim, foi uma busca de uns 3 meses até achar um dvd desse filme num preço razoável... dois dias de espera pela entrega, e finalmente tínhamos o filme nas mãos... Os três reunidos num sábado a tarde e bora fazer uma sessão nostalgia.... E aqui vai o review desse filme pra quem nunca viu, ou quem simplesmente quer ficar com muitaaaaa vontade de assistir!!....
O ano é 1978, a cidade é Cleveland e a história foca 4 estudantes excluídos pela sociedade Disco da época... Com seus jeans rasgados, correntes penduradas e muito Rock and Roll correndo nas veias, o grande sonho de Lex, Trip, Hawk e Jeremiah é poder ver seus grandes ídolos de perto... Que ídolos, pergunta você pequeno gafanhoto desinformado.... A pequena pingüim responde.... o KISSSSSSSSSSSSSSS!!!!
Logo de cara somos apresentados a esses quatro protagonistas, à sua banda cover de garagem (que só aqui entre nós.... é ruim pra Caralho!!!)... o filme começa um dia antes do grande sonho dos quatro se realizar, eles estão com os ingressos na mão e prontos para partir pra Detroit ver a grande turnê de Love Gun!!!
Tudo lindo, maravilhoso, planejado... até que uma certa senhora aparece em cena, a grande vilã do filme: a radical mãe de Jeremiah. Uma senhorinha tradicional, religiosa que fuma mais do que qualquer ser humano é capaz de fumar, que ao achar os ingressos do show nas coisas de seu pequeno pimpolho, queima todos sem dó nem piedade acabando de vez com as esperanças dos nossos queridos protagonistas.
Mas como para todo bom fã fanático, isso eu digo por experiência própria, a esperança é a ultima que morre, e eles conseguem mais 4 ingressos para o show de uma forma milagrosa... e é ai que o filme realmente começa... mas chega de spoilers certo??
Confesso que me diverti muito mais assistindo o filme agora do que das trocentas vezes que vi antes, das outras vezes ele era apenas uma comédia normal pra mim, mas dessa vez percebi as inúmeras referencias que existem em cada nome de personagem, cada piada, cada música tocada ao fundo e é claro que o carinho que hoje eu tenho por essa banda fez eu gostar ainda mais do filme.
Querem um exemplo enorme disso??... Alguém aí conhece uma música do Kiss chamada Beth?? Não... então procurem... essa é uma das músicas mais fofas e uma das que eu mais adoro dessa banda, cantada pelo Baterista do Kiss. E no filme, Jeremiah que é o baterista da banda, se apaixona por uma menina chamada Beth e é claro que a música não podia faltar num momento mega íntimo dos dois!!
Aproveitando que eu entrei no setor músicas do filme, vou usar um pouquinho do que aprendi com o amigo mais Rock and Roll que eu tenho, e falar da trilha sonora desse filme... que pra qualquer um que tenha um pezinho no mundo do Rock, é F-O-D-A demais!! Além de muito Kiss... mas muuuiiittooo Kiss, ainda rola Van Halen, Pantera, AC/DC, Black Sabbath, Ramones, Santana... a cada nova cena é um clássico que você ouve tocando ao fundo, SENSACIONAL!
O melhor desse filme é que apesar de ser uma comédia, em nenhum momento ela te chama de idiota com aquelas piadas imbecis que viraram moda nos dias de hoje. Apesar de ter sim uma piada com flatulências, esse filme não é uma comédia pastelão, mas sim uma comédia excelente pra qualquer um que se propor a assisti-la e ainda melhor pra qualquer um que entenda um pouco de Kiss.
Apesar de apenas a já citada Beth e a outra grande referencia do filme Christine serem as únicas que eu lembrei que continuaram com a carreira na TV e no cinema, o elenco todo foi muito bem selecionado, e todos são excelentes... os protagonistas levam o filme no ritmo perfeito sejam quando estão juntos ou no momento individual de cada um. Difícil destacar um deles, mas assim como na banda original onde cada um tem seu membro favorito, no filme não é diferente e no meu caso o meu preferido com certeza foi o Jeremiah. Além dos protagonistas, todos os coadjuvantes dão show, destaque pra participação especial do Zack Fuck Wylde como um assaltante que é nocauteado por um boneco de borracha!!
O filme é diversão garantida do início ao fim, rendendo cenas hilárias em certos momentos do filme. Ta na cara que eu recomendo pra qualquer um, e não apenas assistir, mas sim comprar, copiar ou adicionar de qualquer outro jeito na sua prateleira de filmes ai da sua casinha.
Espero que tenham curtido... fica ai o trailer lançado na época pra vocês ficarem com um gostinho de quero mais!!
Agora que o hype passou, que muito ja foi dito sobre os erros e acertos sociais, que ja se desenvolveram e se apagaram os Cap. Nascimento facts, é hora de analizar esse fenômeno do cinema brasileiro mais uma vez. É hora de :
TROPA DE ELITE, DE CABEÇA FRIA
Por Luiz Modesti
Vendo o filme hoje, sem o bafafá que absolutamente todo mundo fez, desde o Jabor ao Bugman, a visão que se tem do filme pode ser totalmente outra. José Padilha não fez um filme p/ fazer heróis. Ele fez um filme com linguagem de documentário. Ele joga os fatos, quem julga é o público. A narração em off do cap. Nascimento pode até te levar em algum momento, mas o comportamento malandro do cap. Fábio te mostram o outro lado da questão. Por mais q ele seja corrupto, malandrão e tal, ele conquista a simpatia do público com uma atuação brilhante de Milhen Cordaz. O típico policial que todo mundo ja teve o desprazer de conhecer em blits de trânsito e por ai afora. Mesmo sendo uma personagem anti-ética, ele é o arquétipo do policial que conhecemos.
Aqui cabe um adendo. Não é só nesse filme q a policia é vista assim. Desde Jorge Amado, Dias Gomes entre outros grandes autores da nossa literatura ja viam a polícia dessa forma. A cada cena que introduz o cap. Fábio, junto temos um sambinha denotando o malandro típico, como o “loirinho” Hugo Carvana. Diferente do policial que “pra rir, tem de fazer rir”, que só causa desconforto por cobrar por um direito do soldado. Então temos o confronto das visões de polícias no nosso folclore. Temos o “Senta o dedo nessa porra” X “Marimbondo, voa aqui!
E ai entramos em Roberto Nascimento, (sem maldade). Ele é um profissional a beira de um colapso. Não respeita nada na instituição para a qual trabalha, a não ser que seja a sua corporação. A fidelidade entre os membros do BOPE é canina, coisa que vem desde o treinamento exaustivo e humilhante que separa os melhores. Essa polícia Darwiniana não representa apenas o que ha de melhor e mais treinado na polícia. É tb o mais violento. E o Cap. Nascimento é a sua melhor representação.Mas então, por que diabos ele virou herói nacional? Não é a narração em off nem a posição de comando no BOPE quem fez ele virar ídolo. Nem a direção de José Padilha ou a atuação de Wagner Moura. Foi o público!!! Duvida? Veja a tradicional “jornada do herói”. Quem se encaixa ai? Neto e Matias. Principalmente o Matias. O Cap. Nascimento tá mais p/ Obiwan do que p/ Luke. Isso pelo roteiro. Mas pra quem vive com medo de ser vítima de assalto, que ve o tráfico tomar conta de cada vez mais territórios e se sente sob a mira de uma arma a cada passo que da na rua, a figura de um Jack Bauer que não ve limites p/ o cumprimento do dever e a defesa da população é um alento.
O fato do filme ter vazado p/ a internet e ser top hits nos camelôs ser uma estratégia de marketing ou não é irrelevante. Eu lembro de alguns amigos me falando, muito tempo antes do lançamento oficial do filme no cinema, de que tinham visto um filme “massa véio”. A primeira coisa que todos falaram era sempre: “Cara, é um filmão de ação. Sério, tipo Jack Bauer e Bruce Willis”. Não botei fé, mas todos os que assistiram concordam que Tropa de Elite foram uma gigantesca evolução no cinema nacional. Finalmente tínhamos um filme de ação brasileiro, que caiu no gosto do público. Gírias cariocas tomaram as ruas. O BOPE virou um grupo de super-heróis, e nem estávamos no Rio de Janeiro. Tínhamos um blockbuster tupiniquim!
Mas, diferente dos arrasa-quarteirões Yankies o nosso é um grandioso filme em todos os sentidos. Direção, fotografia e atuações brilhantes como a muito não se via. O fato do filme ser um quase documentário, quase não se decoravam roteiros. As atuações são expontâneas. Esse é o tipo de filme que vai ter o seu devido valor reconhecido com o tempo. Tropa de Elite é um filme que foi guinado para o sucesso pelo clamor popular. Muito mais do que as críticas positivas dos meios de comunicação, a opinião do boca-a-boca fez desse filme um marco. Um filme que quis atirar num alvo (uma suposta crítica a violência policial), e q acertou em outros milhares de alvos. Quis ser um filme de ação e se tornou um desabafo popular.
Fala galera, fui escalado aos 45' do segundo tempo para substituir o dono da coluna aqui!! E como eu num mando nhecas....vamos as perguntas e rezem para dar tudo certo por aqui..ahuahuahua
Perguntas de Flávio:
1. É dito que um buraco negro se forma atravez de uma exploção de estrelas,mais o que acomtece com a materia que entra dentro do buraco negro?se desintegra?
R: Bom vamos lá... No interior de um buraco negro a concentração de matéria é tão grande que nada pode escapar. Nem mesmo a luz (daí porque é chamado “negro”) que é um tipo de radiação, formada por partículas chamadas fótons. Em seu interior as leis que regem o Universo parecem desmoronar-se, junto com nossos conceitos sobre tempo e espaço. O inexplicável acontece ali dentro, as leis e "regras" científicas não se aplicam ao interior do Buraco Negro...mas dizem que se alguma coisa entra, dali não sai!
1.1 Se um dia o sol explodir,em uma nova ou algo assim, se formará um buraco negro?
R: Quando o Sol extinguir sua luz, daqui a cerca de cinco bilhões de anos, o destino da Terra e de todo o sistema solar interior será bastante cruel.Nossa estrela mãe não tem massa suficiente para terminar seus dias explodindo como uma supernova, mas seu desequilíbrio final vai transformá-la numa estrela gigantesca, que engolirá os planetas mais próximos, calcinando-os.Mas pelo menos eles não serão derretidos por uma supernova. Não haverá um buraco negro no lugar do Sol. Buracos negros são o último estágio na evolução de uma estrela com muita massa, em média 10 vezes mais que o Sol.
2.Vênus,o segundo planeta,depois do sol,é possivel alguma sonda explorar o solo do planeta, ou a superficie é tão quente,que seria impossivel?
R: A primeira espaçonave a visitar Vênus foi a Mariner 2 em 1962. Ele foi visitado subseqüentemente por muitas outras (mais que 20 no total), incluindo a Pioneer Venus e a soviética Venera 7 a primeira espaçonave a pousar em outro planeta, e a Venera 9 que enviou as primeiras fotografias da superfície. Mais recentemente, a nave orbital americana Magellan produziu mapas detalhados da superfície de Vênus. Devido a estas semelhanças, era imaginado que debaixo de suas densas nuvens Vênus poderia ser bem parecido com a Terra e poderia até abrigar vida. Mas, infelizmente, estudos mais detalhados de Vênus revelaram que em aspectos muito importantes ele é radicalmente diferente da Terra.
Pergunta de O Poderoso Hammer: Por que tão sério?
R:Eu me pergunto isso sempre Hammer....seeeeempre!!!
Pergunta de Luca: Vê se não demora pra postar de novo, hein?
R: Ah sabe como o Freud é responsável e caxias....por isso ele ta atarefado até o pescoço, e para a sua decepção Duende aqui ta postando...xiiiiiiiii
Pergunta de Dr. T: Freud, onde foi parar a Vara da brasileira?
R: Er....depois de uma explicação sobre o Buraco Negro...hã...e depois de acharmos o escudo do bátema aqui no Q.G. Uarévaa...rapaz só pode estar em um lugar!!!
Sóóóó isso? que coisa mais chichilenta meo... esperava mais de vocês hein?
Duvido ter mais perguntas semana que vem.... duvidoooo!!
Bom, pessoal, seguindo a rodada de revezamentos para a segunda temporada da coluna do Moura, que foi para o espaço em busca da confirmação de vida inteligente (uma vez que ele não encontrou aqui na Terra), eu, Algures, este que vos fala, sigo trazendo para vocês uma matéria bem legal (pelo menos foi o que minha mãe disse) sobre uma das séries que mais influenciou meu trabalho.
Atualmente, a grande maioria das pessoas não conhece o nome de Chris Carter, mas ele foi o responsável por um dos maiores fenômenos dos anos 90 na TV americana, a série Arquivo X (que inclusive teve um longa-metragem recentemente). Mas o que pouca gente sabe é que Chris Carter foi também o responsável pela criação de uma das mais brilhantes – e assustadoras – séries já realizadas: Millennium.
Millennium traz a história de Frank Black, um ex-agente do FBI que decidiu escapar da violência e horror do mundo em que vivia em seu trabalho para ter uma vida feliz com sua esposa e filha. Apesar de aposentado, por assim dizer, continuou seu trabalho de campo quando convidado a fazer parte do Grupo Millennium, uma organização formada pelos melhores ex-agentes do FBI, CIA e outras organizações, e que presta consultoria para a polícia em casos extremamente complicados, principalmente relacionados a crimes em série. Frank era um conhecido “criador de perfis” (agentes experientes especializados em entender as motivações de um criminoso, e assim tentar antecipar os passos do mesmo). Sua habilidade era tanta que aquilo era praticamente um dom, como se ele pudesse “ver com os olhos do criminoso” (mais tarde foi revelado que isso era realmente um dom sobrenatural). Basicamente, a premissa era essa. Mas a série era muito mais.
De uma maneira que poucas vezes se vê na TV para o grande público, Millennium penetravam fundo na psique de assassinos psicóticos, seriais e crimes dos mais bizarros, nos trazendo, de maneira cruel, complexa e assustadora, uma visão bastante realista de mundo, sem grandes conspirações ou motivações intelectuais por trás de feitos macabros. Apenas uma insanidade vinda da própria natureza humana que, não só é complicado entender, como explicar também. Era uma série densa, apavorante e perturbadora. Definitivamente não para qualquer um.
Millennium teve três temporadas, de 1996 a 1999, mas cada uma delas foi completamente diferente da outra. Na primeira temporada, o foco principal eram os assassinatos seriais, suas motivações e como esse horror afetava Frank em sua vida pessoal e o que isso fazia à sua própria mente. Já na segunda temporada, foram introduzidos elementos sobrenaturais (não que já não existissem, mas eles eram bastante sutis e ficavam nas entrelinhas, assim como as principais discussões da série). Foi revelado que o Grupo Millennium era uma espécie de sociedade secreta ancestral que buscava formas de apressar o “Milênio” (como eles chamavam o fim dos tempos), que aconteceria na virada do ano 2000. Com isso, a mitologia da série começou a ser construída, mas a série ficou um pouco menos densa, mais fácil de ser entendida (e digerida) e mais “no nível do público em geral”. Já a terceira temporada contou com uma grande mudança no Status Quo da série, com a morte de personagens importantes e uma nova vida para Frank Black. Nessa temporada, os produtores tentaram mesclar os elementos sobrenaturais e a mitologia estabelecida na segunda com a densidade e complexidade da primeira. Apesar de três temporadas completas, a série nunca teve um final definitivo.
É possível encontrar episódios isolados da série em DVD e inclusive as temporadas completas (Aqui no Brasil só encontrei a primeira e a segunda temporada), e é uma série muito difícil de conseguir pela internet.
Com certeza um série recomendadíssima para quem não gosta de mesmice e tem a cabeça no lugar (porque, sério, ela é realmente perturbadora). Mas, se vocês não gostam de séries em que vocês precisam prestar muita atenção e assistir mais de uma vez para sacar todos os detalhes da história, passe longe. Millennium não é para os fracos. Nem para quem tem “medinhos”.
Para finalizar, fiquem com a abertura da série, que já dá uma idéia da coisa:
Curiosidades:
- O protagonista da série, Lance Henricksen, é mais conhecido por seu papel na série Alien; - Um dos coadjuvantes da série, Terry O’Quinn hoje é mais conhecido como o John Locke, na série Lost; - A série ainda teve um crossover com a série de maior sucesso de Chris Carter, Arquivo X. A história se passava na virada do ano 2000 e era basicamente para dar um fim digno à série. Mas o final foi apenas ok. - O toque do meu celular é o tema de abertura da série (esta que você ouve no vídeo acima).
Olá povo, olha eu aqui denovo me intrometendo na coluna dos outros por conta dos muitos trabalhos que o Al Lock como um Ser Supremo que é tem que fazer, dizem as más linguas que ele teve que terminar uma batalha em outra galáxia entre duas raças de monstros pangalácticos. Pois bem, vamos a coluna então:
Quando nos casamos, em nossos votos de matrimonio, dizemos que iremos amar uma pessoa na saúde e na doença, na alegria e na tristeza, ate que a morte nos separe. Mas quantos estão dispostos a ter um amor além da vida, se dedicar a ele integralmente, se deixar perder dentro desse amor até só existir um único ser? E o que fazer quando encontramos esse amor e ele é tirado de nós pelos caprichos do destino? O escritor James O’Barr passou por esse dilema, e dessa raiva e dor surgiu sua “ultima carta de amor”, uma obra arrebatadora e que aquece o coração de quem a lê: O Corvo.
"As pessoas acreditavam que quando alguém morria, um corvo carregava a alma para a terra dos mortos. Mas, às vezes, algo tão ruim acontece, que uma tristeza enorme é levada junto, e a alma não consegue descanso. E às vezes, só às vezes, o corvo pode trazer a alma de volta para consertar as coisas erradas."
O Corvo é famoso pelo filme protagonizado por Brandon Lee e que se tornou sinônimo de boa adaptação quadrinhos-cinema, apesar de ter assistido milhões de vezes nunca tinha lido a HQ que deu origem ao filme. Há um tempo atrás tive o prazer de comprá-la em uma edição encadernada e pude conferir o belo trabalho feito nela. A história do personagem todo mundo já conhece, como também do seu autor, mas irei repeti-la aqui: Eric Draven era um guitarrista que vivia no auge do seu amor por Shelley, até serem assassinados por uma gangue. Um ano depois ele retornou do mundo dos mortos para se vingar e trazer justiça a sua amada, sob a proteção do espírito do corvo, ave mitologia que cuida da passagem entre os dois mundos.
O seu criador, James, passou pela tragédia de perder seu amor, de apenas 18 anos, depois de um acidente provocado por um motorista bêbado, se escreveu nos fuzileiros para tentar esquecer, mas a dor e a raiva o consumiam e daí surgiu sua obra prima. E a HQ é uma verdadeira ode ao amor, em meio à violência, sangue e cabeças explodindo. Tentar imaginar o que é perder alguém que se ama, sua alma gêmea, é algo difícil, e toda essa agonia O’Barr consegue expressar em seu texto, em sua poesia gráfica.
No cinema o personagem teve até uma trajetória longa. Seu primeiro filme, já citado, foi um sucesso espetacular (O orçamento foi de US$ 6 milhões, com um arrecadamento de US$ 94 milhões nas bilheterias de todo o planeta), porém, infelizmente culminou com a morte de Brandon Lee durante as gravações. Anos depois surgiu O Corvo 2: A cidade dos anjos, com uma fotografia bem interessante, mas com uma história idêntica ao primeiro e que se perdeu no decorrer, apesar de que gosto muito dele, a franquia seguiu com o péssimo Corvo 3: A salvação, tendo como mocinha a Kirsten “MJ” Dunst de Spiderman. Esse ano saiu Corvo 4: A vingança Maldita com um adulto Jonh Connor de Terminator 2. Além da serie, que já passou na Record, com Mark Dacascos no papel de Eric Draven. De todas essas aventuras, só o primeiro filme conseguiu trazer todo o clima dos quadrinhos, claro, inserindo novas abordagens, como a maior participação da garotinha Sherri e do policial, dentre seqüências atualizadas que ficaram tão boas quanto na revista.
Eu sempre fui fascinado por personagens que vivem na linha entre o caos e a ordem, por isso o Doutor Destino da DC é um dos meus preferidos, e Draven é assim, apesar de todo a dor e caos dentro dele segue uma ordem das coisas onde tudo é branco e preto, sem deixar o caráter poético da vida de lado, sem esquecer seu amor por um momento. Outras histórias foram feitas depois dessa, várias mini-series, desde versões medievais, com negros, com mulheres, de um tudo, algumas até saíram aqui no Brasil, porém nenhuma, em minha opinião, foi tão boa quanto a original.
Um gnomo retirado do jardim de seus donos, na cidade britânica de Longlevens, há sete meses, foi devolvido junto com um álbum de fotos mostrando os lugares por onde passou durante a sua ausência, informa nesta segunda-feira o diário online Ananova. Uma história parecida foi retratada no filme O fabuloso destino de Amélie Poulain. Segundo informações do jornal Daily Mail, a peça de decoração passeou pela África do Sul, Suazilândia, Moçambique, Nova Zelândia, Austrália, Cingapura, Tailândia, Camboja, Vietnã, China, Hong Kong e Laos. Junto com o álbum de fotos, a dona, Eve Stuart Kelso, encontrou uma carta com os dizeres: "Olá! Primeiro de tudo devo explicar a minha ausência prolongada. A vida de um gnomo é cheia de tempo para reflexão. Um dia passava uma manhã de verão em seu jardim, quando comecei a sentir cócegas nos pés". "Eu cheguei a conclusão de que o mundo é um lugar muito grande e que há mais na vida do que observar o tráfego diário e permitir que os gatos urinem em você. Então, eu decidi me libertar do condado e procurar por aventuras. Em minhas viagens estive em três continentes, 12 países e um número de zonas superior ao que o que posso me lembrar", diz a carta. A dona se disse surpresa com o retorno do gnomo. "O anão desapareceu muitos, muitos meses atrás e eu tinha esquecido do assunto. Então, eu abri a porta e vi que ele havia retornado. Foi um choque". "Foi o presente mais estranho que eu já recebi. Apenas fiquei pensando em quão engraçado era", continua Eve. "A história é inacreditável. Pessoas comentaram que é muito parecida com um filme, então pode ser que as pessoas que o levaram tenham se inspirado nisso", afirmou a proprietária do gnomo.
A verdade, Por Algures
Hoje revelarei para vocês aquela que talvez seja a MAIOR conspiração envolvendo uma minoria: O total descaso contra os anões de jardim. Sim, meus amigos. Uma das GRANDES conspirações do mundo é a tentativa esconder que esses seres de ENORME coração também são pessoas, como nós, e têm seus direitos. Assim, como todas as minorias, eles são relegados à marginalidade, sem direitos e sem uma voz para representá-los.
Mas o preconceito contra os anões de jardim é ainda pior, pois os seres humanos fingem que os coitados não possuem suas próprias necessidades, e são obrigados às mais diversas degradações, como dormir ao relento, de baixo de chuvas torrenciais e sol escaldante, sem nem ao menos um cobertor ou uma casinha de cachorro sequer, obrigados a fazer as mais degradantes tarefas por um pouco de comida. Se você achava que escravidão era ruim, isso é pior! Por isso, estou aqui para denunciar esse GRANDE abuso contra essas pobres criaturas, que não pediram para ser desse jeito, e só porque são diferentes, são marginalizados, e esquecidos pela sociedade que os oprime.
O ENORME descaso contra esses seres é impressionante, e quase ninguém parece se importar. As pessoas não querem saber da vida dos Anões de Jardim, como é sua GIGANTESCA cultura, sua ELEVADA espiritualidade, quais são seus MAIORES talentos artísticos... Nada. Ninguém quer saber dos Anões de Jardim.
Felizmente, os anões ainda têm chance. A Frente de Libertação dos Anões de Jardim, uma organização francesa em defesa dessas criaturas de ENORME coração, já conta com milhares de membros e possui diversas parcerias ao redor do mundo. Todos juntos por essa GRANDE causa.
Junte-se à Frente de Libertação dos Anões de Jardim, e vamos combater a opressão! Anões de Jardim também são pessoas, como nós, só mais pequeninas e de gesso!
P.S.: Como vocês devem ter visto, o agente Agente está de volta, depois de ficar perdido numa ilha deserta por ter sido jogado para fora de um avião de carga por conta de uma fuga espetacular para esconder dados confidenciais que arrancou do seu computador e guardou em seu corpo para que ninguém encontrasse. Só não me perguntem em que parte do corpo ele guardou esses dados...