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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Liga da Justiça: Ponto de Ignição





Nosso espaço para os posts dos leitores está de volta com uma análise do Herisson Ferreira Costa sobre a animação da Warner Liga da Justiça: Ponto de Ignição, baseada na série homônima da DC Comics. Confiram.





Maneirinho, é o que posso dizer sobre a animação The FlashPoint Paradox ou na nossa tradução, Ponto de Ignição. De início nos deparamos com uma fórmula já bem manjada para nós, que é um acontecimento traumático na vida de um herói quando jovem, temos um breve resumo das suas motivações e já partimos para a ação.

Caso você esteja meio perdido, o centro da trama é o Flash. Haaaa, se assim como eu, você está cagando para os Novos 52, é bom lembrar que se trata do Flash original, o Barry Allen. Pois bem, como já foi dito, já nos primeiros 10 minutos somos jogados na “ação”, digo ação entre aspas, pois, venhamos e convenhamos o Flash, apesar de ser um dos personagens que eu mais gosto (estou falando do Wally West) tem a galeria de vilões mais tosca que existe (mas, essa é minha opinião fecal) salvo o Flash reverso, que finalmente aparece nos fazendo achar que uma boa história finalmente vai ter início, o que não ocorre. Todo mundo é preso, mas antes disso o Flash do mal (rsrs) joga uma piadinha para o Flash do bem, que fica meio sentido e sai correndo, e sem mais nenhuma explicação vai parar em uma realidade alternativa.

Nessa realidade, a Mulher Maravilha ainda é uma amazona fanática e está em guerra contra o mundo, mas principalmente contra Atlântida, vale dizer que ela teve um rolo com o Aquaman e que essa truta (entendeu? entendeu?) que ela tem com ele é puro recalque. Os dois brigam entre si e contra o mundo, que está todo ferrado por causa disso.


Agora finalmente vem uma das partes mais interessantes. Como sempre nessa realidade existe uma Resistência, e um dos membros é o Batman, porém, esse é o Thomas Wayne, que há muito tempo teve seu filho assassinado e devido a isso sua esposa se torna o Coringa (essa é a única cena dela), mas isso não vem ao caso, pois o foco aqui é o Batman que usa arma e não tem nenhum remorso em matar bandidos. O que só me faz achar que a família Wayne está destinada, ou a serem psicóticos depressivos ou a serem futuras vítimas de bandidos.

Referencia ao Piada Mortal, onde um dia ruim pode deixar qualquer um louco.
De forma meio chata e arrastada, o enredo vai se desenrolando. Todos lutam contra a Mulher Maravilha e contra o Aquaman, antes que eles destruam o mundo de vez em sua guerra, vale lembrar que devido a ser uma realidade alternativa Barry não tem poderes, mas, com a ajuda do Batman, para ajudar seus amigos ele recria o mesmo acidente (se é que isso é possível) que o fez ganhar os poderes.

Conversa vai, conversa vem, descobrimos que o causador dessa nova linha do tempo foi o próprio Flash, que ao voltar no tempo para salvar sua mãe (lembra, lá no começo quando ele saiu correndo?) ele desencadeia uma pequena onda de acontecimentos que levaram a todas aquelas distorções. Tudo isso é explicado pelo Flash do mal, que descobrimos também estar nessa realidade, a única coisa que ele não explicou, foi como sabia de tudo isso, o que me leva a crer que a DC cagou pra qualquer explicaçãopseudociêntifica.

Pra falar a verdade à coisa mais legal dessa animação foi o fato de Kal-El não ter caído em uma fazenda e sim no meio de Metrópoles, destruindo parte da cidade, onde ao invés de ser capturado pelo governo e ser transformado em uma arma, na verdade ele foi criado em uma “jaula” sem nunca ter ter visto a luz do sol, o que dá a ele uma aparência esquelética, frágil, com uma personalidade assustada e de dar pena. Sério, me deu pena quando o Flash ao chama-lo de amigo o fez perguntar: Você me chamou de amigo?



Novamente conversa vai, conversa vem, o Flash descobre que a única forma de acabar com aquela guerra é evitando que ele próprio salve sua mãe, então sem mais nenhuma explicação, ele sai correndo como se soubesse exatamente o que estava fazendo (claro, ele já deve ter feito isso milhares de vezes), entra em um túnel do tempo, vê ele mesmo correndo para salvar a mãe e coloca o pé na frente (rsrsrs), evitando assim toda aquela zona.


De forma chata, arrastada e repleta de frases e argumentos clichês, aos poucos fui me questionando se realmente valeu a pena comprar por R$ 30,00 Dilmas essa animação. Não, realmente não se compara nem mesmo com os desenhos da Liga em outras realidades. Não tem a mesma qualidade narrativa de Batman Ano Um e o Barry Allen é um cara bem chato. Os traços diversas vezes lembram desenhos japoneses e como eu já disse, ele é lotado de frases feitas.

Até acho que a DC Comics está sim perdendo a noção de como se faz HQs de qualidade (esse também é o mesmo problema atual da Marvel), e sim, também acho que ela não faz ideia do que será de seu futuro cinematográfico com heróis (já a Marvel não tem esse problema), mas não acho que em termos de animação ela esteja perdida, muito pelo contrário. Até acho que nos últimos anos ela tem acertado, o problema mesmo foi que ela estava esse tempo todo vendendo essa animação em particular como a mais foda de todos os tempos, fazendo alguns até acreditarem que ela tinha alguma coisa parecida com Crise nas Infinitas Terras. Cara... não é nada parecido e está longe disso (até porque Crise é outro lixo, Ratinhoooo).

Enfim, é só mais um desenho como outro qualquer, algumas coisas me agradaram, outras não, e outras não fizeram a mínima diferença. Talvez os quadrinhos sejam melhores (o que eu duvido). Se fosse para eu dar uma nota, que é o que eu vou fazer, um 6,5 estava de bom tamanho.

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sexta-feira, 7 de junho de 2013

Uzumaki

Uaréview
por Kural King


CENTÉSIMO "De fora da Panela" aqui no Uarévaa! Faz tanto tempo que não tem um que nem parece, hein? 

Mas hoje nós chegamos (ou melhor, nossos leitores chegaram) a essa marca através da resenha do mangá Uzumaki, que o maior criador de montagens da galeria do facebook do Uarévaa, Kural King, leu após a indicação do Romenique no Podcast Uarévaa #139 - Terror nos Quadrinhos.

Confira ai mas esteja aviado que, segundo o próprio Kural King, pode conter spoilers.




Pelo que foi apresentado em Uzumaki a história se passa numa cidade onde padrões em espirais está presente em quase tudo e de forma exagerada, e em cada edição seguimos a vida de Kirie (personagem principal) e algum outro personagem e eventos relacionados aos espirais, eventos que a principio são plantas em forma de espirais, redemoinhos nos riachos e correntezas, ciclones vão se evoluindo para cinzas em forma de espirais, cabelos, até mesmo corpos.

Tem 2 personagens principais a história:


Kirie – menina que vive sua vida cotidiana normalmente rodeada de eventos bizarros e o mangá relata esses eventos. Depois de ser alertada pelo Shuichi, Kirie começa a se aperceber desses eventos e acaba por se envolver ainda mais nas bizarrices quando o pai dela ficou obcecado também com espirais e depois quando ela mesma se encontra possuída pelo padrão espiral.



Shuichi – amigo da Kirie, ele se mostrou consciente da bizarrice que existe na cidade e acaba por se envolver (indiretamente) em alguns dos acontecimentos bizarros da cidade, o pai dele que tinha uma obsessão com espirais acabou por se matar partindo os seus ossos e tomando a forma de um espiral em um recipiente circular, com isso a mãe do Shuichi desenvolveu uma fobia a espirais que levou ela a cortar a pele dos dedos, os cabelos e no fim os próprios tímpanos de forma a se livrar dos espirais no corpo dela, Shuichi é depois arrastado para mais um acontecimento bizarro envolvendo espirais ao ser apresentado a Azami (é uma moça que possui uma cicatriz na testa e existia um rumor estranho de que ela lida com magia negra e sai por ai encantando meninos jovens adolescentes.


Ela desenvolve uma obsessão por Shuichi por ele ter sido o primeiro a não cair pelos seus encantos e com o passar do tempo a cicatriz dela foi crescendo em forma de espiral e pouco a pouco foi consumindo o corpo dela até isso levar a morte dela e outro carinha.) e depois desenvolve capacidade de reconhecer e conseguir identificar onde e quem está possuído pelos espirais.

Bom enfim, cara, devo falar que a principio eu não tava achando grandes coisas a hq porque a edição 1 é bem fraquinha, mas pqp, da edição 2 com a morte da mãe do Shuichi para frente a porra fica louca, a estranheza do mangá só aumenta e até mesmo uma re-imaginação de um Romeu & Julieta (na edição 5) dentro do universo do mangá ficou fodasticamente bizarro e legal ao mesmo tempo e a edição 6 apesar de ter sido menos horrifico que o resto das edições, o final foi estranho.

O desenho de Junji Ito é bem simples e ficou perfeito em Uzumaki, baixarei o volume 2 e 3 depois para continuar a leitura, mas darei um tempinho para a mente assimilar Uzumaki antes de prosseguir para as outras obras do Ito porque se forem do mesmo calibre, ler tudo de uma vez vai me deixar ainda mais maluco das ideias.

Já agora agradeço ao Romenique pela recomendação.  :)

Kural King

Agora vou a ler Usagi Drop novamente. Até a próxima.

Uarévaaa


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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Baby's in Black - O 5º Beatle, de Arne Bellstorff

Uaréview 
por Jana Gamba (com a colaboração de Rodolfo Pizzi)



No meio de tantas biografias, publicações e afins sobre os Fab Four, é realmente um encanto ter em mãos uma história alternativa, ou um outro ponto de vista sobre os meninos de Liverpool.


A balada de Atsrid e Stu. É assim que poderíamos facilmente chamar a graphic novel Baby's in Black publicada em 2010 pelo alemão Arne Bellstorf cujo lançamento aqui no Brasil se deu apenas em novembro do ano passado.

A graphic conta a história do curto, porém significativo romance entre a alemã Astrid Kirchherr (a primeira fotógrafa a fazer fotos profissionais dos rapazes no início da carreira) e Stuart Sutcliffe, o Stu, o primeiro baixista dos Beatles.


Com um estilo único, o premiado Bellstorff enche a obra de referências que são facilmente identificáveis pelos fãs, que vão desde o título da obra até o famoso auto-retrato de Astrid e que enriquecem a trama.

Alguns dos fãs mais ardorosos vão estranhar a falta de um roteiro mais contextualizado, que parece jogar o leitor de paraquedas de um avião a 3 mil pés. Porém, a simplicidade do roteiro e a beleza lúdica dos traços (todos monocromáticos, com uso de giz de cera e que muitas vezes não obedece a regra e sai do quadro) acertam em cheio e cativam até o mais estranhos dos leitores, que com certeza vai querer se familiarizar com a história dos Beatles.


Baby’s In Black – O 5º Beatle

Arne Bellstorff

208 páginas

Editora 8Inverso














Fazia tempo que não rolava um "De fora da panela" aqui, hein? Pois é, isso é que dá chamar metade dos que colaboravam pra entrar de vez pro Uarévaa... Depois disso eles param de escrever (salvo a Camila Téo) e a outra metade monta seus próprios blogs nos deixam a ver navios, rs..

Mas eis que finalmente chegou no nosso e-mail essa ótima resenha feita pela Jana Gamba (também conhecida como Penny Lane), lá do www.modernomundo.com.br. Valeu, Jana!

Então pessoal, se coçem um pouquinho ai também! Nos mande o seu post, com texto e imagens pro e-mail contato@uarevaa.com que nós publicamos ele aqui no "De fora da panela".

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

A Dama de Ferro



Eu não falei que o "De fora da panela" voltava? Pois é, hoje é a nossa querida Camila Téo quem ajuda a tirar as teias desse blog vagabundo com seu review do filme A Dama de Ferro, que ainda está em cartaz por ai, ótima dica pro fim de semana.

AGORA É SUA VEZ! Aproveite que esse bando de relapsos do Uarévaa não gravou podcast no carnaval e use o tempo que você ia jogar fora ouvindo a gente falar besteira escrevendo um post legal. Mostre pra esse bando de vagabundos como é que se faz! Nos mande o seu post, com texto e imagens pro e-mail contato@uarevaa.com.


Fala galera... Olhá “nóis aqui tráveiz”.

Depois de um longo e tenebroso inverno volto ao Uarévaa para falar sobre um filme capaz de mover pessoas de TODAS as idades para o cinema. The Iron Lady, A Dama de Ferro... Ou simplesmente a história de Margareth Thatcher, a primeira mulher a atingir o cargo mais alto no poder legislativo britânico e uma das maiores figuras públicas do mundo nos anos 80.




O objetivo do filme é mostrar que a grande politica foi também uma grande mulher, que desde sempre buscou ser mais do que uma dona de casa, com a necessidade de fazer algo maior pela história de seu povo.

A atuação de Meryl Streep foi mais uma vez magistral e claramente merece o Oscar ou qualquer outro prêmio no qual a atriz esteja no páreo. Ela “viveu” Margareth e não apenas a interpretou, com destaque para a incorporação de gestos e a forma de falar, que particularmente chamou a atenção no resultado final.

Alexandra Roach

Também é muito bacana a atuação de Alexandra Roach, a atriz deu vida a Margareth antes do auge na carreira politica, mostrando que a líder desde sempre trabalhou muito bem seus ideais para chegar aonde chegou, enfrentando duras crises e principalmente o preconceito de todo o parlamento.

O filme tem narrativa não linear e retrata a vida da primeira ministra em grandes momentos, de acordo com o surgimento das lembranças em uma mente já tomada pelo Mal de Alzheimer, geralmente permeadas por fotos.

A jovem Margareth

O filme foi dirigido por Phyllida Lloyd e recebeu duas indicações ao Oscar 2012, melhor maquiagem e melhor atriz.



quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Superman - As Quatro Estações



Alguém lembra dessa coluna? Sim, nosso espaço para os posts dos leitores, que o MdM copiou (e não o contrário). UM ABSURDO ficar tanto tempo sem nada aqui. A gente fica de preguiça, contando com vocês pra atualizar o blog e... nada... Lamentável.

Pois bem, a
pós um longo inverno finalmente o "De fora.." está de volta, pois finalmente alguém mandou um texto pra gente. E não poderia ser outro senão nosso crássico leitor Aruévaa, o Renver, mais uma vez requentando um post usado dele lá do Clímax

E, veja você, amanhã teremos mais um "De fora..." por aqui: POIS É, SÓ VOCÊ QUE NÃO MANDA NADA PRA GENTE! Se coce ai e nos mande o seu post, com texto e imagens pro e-mail contato@uarevaa.com.


Há tempos eu to devendo uma resenha/review/análise dessa HQ, aproveito continuo aquela proposta de lançar vários posts sobre o Supermam. Começamos por um filme coreano e uma animação.

Bom, se eu falar que essa HQ foi um dos fatores responsáveis pelas 10 temporadas de Smallville... provavelmente vocês vão querer dar um tiro no PC de desgosto. Mas deixando de lado esse fato desagradável, essa HQ é magnífica e eu recomendo muito a sua leitura.

Antes breves informações:

Roterista: Jeph Loeb
Arte: Tim Sale
Colorização: Bjarne Hansen

Lançadas entre setembro e outubro de 1999 (no Brasil), em 4 edições. Cada uma das edições representa uma estação do ano e respectivamente um ponto de vista diferente do Superman (por exemplo no Outono a história é narrada pelo Lex Luthor). E assim a trama se desenrola mostrando um Clark Kent tímido, introspectivo até um Superman confiante e frágil.



Apresentarei aqui 3 motivos pra você ler/comprar ou mesmo presentear alguém (especial e ligeiramente nerd) com essa revista:

1) O traço e a belíssima colorização. Deus do céu, aonde arranjaram esse colorista, Bjarne Hansen? Estranhamente é muito difícil achar alguma foto dele na internet. No máximo sua galeria de trabalhos.
Reparem nessa página (clique na imagem para ampliá-la):


Superman As Quatro Estações - Verão, pág. 4 e 5

Agora compare com essas duas, lembrando que é o mesmo desenhista Tim Sale, porém, o colorista é diferente (Gregory Wright). Clique nas imagens para ampliá-las:


Longo Dia das Bruxas - Feriado Romano, pág.8


Dia das Bruxas - Loucura, pág.24

Engraçado como vendo essas imagens, chega a ser irônico saber que Tim Sale é daltônico. Se você assistiu Heroes, talvez fique surpreso ao saber que era o Tim Sale que fazia os quadros que o personagem (drogado dependente químico) Issac Mendez pintava (para prever o futuro), clique aqui pra saber mais.

2) Um Jeph Loeb ainda não tão lesado, como esse roterista decaíu tanto! Hoje ele só faz trabalhos voltados pra ação descerebrada. No entanto, essa HQ tem diálogos e monólogos memoráveis, principalmente na edição 1 e 4 que são as melhores. Não vou mentir, algumas situações parecem meio desconexas e mau explicadas (exemplo, o plano do Luthor, eu juro que li e reli e não entendi direito como ele conseguiu fazer o Superman cair no plano). Mas no geral a história, o roteiro honesto e simples compensam isso de forma magistral.

Impressão minha ou na maioria das boas histórias do Superman ele dificilmente precisa dar um soco em alguém? Paixão e criatividade são a alma e o coração de tudo na vida, inclusive uma agradável história.

3) As Quatro Estações tem como mote principal o amadurecimento. Quando somos jovens (quase sempre) imaginamos que o mundo vai se dobrar a nossa vontade e quando caímos mostramos o quanto somos frágeis. Um ponto de vista egoísta as vezes pode custar uma amizade. E assim essa história mostra como um terceiro (Clark Kent/Superman) é visto pelo outros, tanto aqueles que o conhecem profundamente como aqueles que vêem apenas uma parte de quem ele realmente é.

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Confesso que nessa resenha o meu lado pessoal pesou muito, mas a força dessa HQ soa pra mim como uma bela música clássica. E as vezes lágrimas são inevitáveis.



É uma pena que mesmo Smallville usando muitos elementos dessa HQ (principalmente na primeira temporada) conseguiu se perder miseravelmente. Na verdade acredito quando a série resolveu evoluir sua cronologia o mais lenta (e bizarramente) possível praticamente decretou seu "fracasso".

Pra encerrar, fiquem com uma galeria de imagens da HQ (clique nas imagens para ampliá-las).

Reparem nos detalhes das imagens, como os tijolos nas paredes, as fissuras, o céu, determinados pisos, o sombreamento, as texturas, os contornos, os pelos do cachorro, as expressões visuais (principalmente das mulheres), etc.







Pra mim essa HQ transcende sua mída e se torna uma obra de arte. Parabéns Bjarne Hansen e Tim Sale.

Até mais pessoal.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

O Caminho Tortuoso Dos Deuses



Poxa, nunca mais teve o "De fora da panela"... Que sacanagem... Era tão legal... blá, blá, blá...

CLARO QUE NUNCA MAIS TEVE, PORRA!! Essa coluna é feita de posts enviados por vocês, leitores, se não mandam nada, não tem coluna, vagabundos!! Rs..

Ai vem outro vagabundo, o Renver, nosso crássico leitor Aruévaa e nos manda um post usado, quer requentar texto velho dele lá do Clímax por aqui..

PODE ESSA PORRA?

CLARO QUE PODE, BWAHAHAHAHA... O Freud mesmo já andou fazendo isso por ai, aquele velho preguicoso duma figa.

Então parem de mimimi, confiram ai o post do Renver sobre o livro O Caminho Tortuoso Dos Deuses de Bernard Cornwell e nos mande o seu post, com texto e imagens pro e-mail contato@uarevaa.com.




Lengar o caçador, Camaban o aleijado e Saban o último filho de Hengall (líder tribal de Ratharryn). Essa é história de Stonehenge - lançado em 2008 na Inglaterra e 2010 no Brasil - de Bernard Cornwell onde a trajetória desses 3 irmãos se choca diretamente com vontade dos deuses. Ambientado numa Inglaterra selvagem (2000 anos a.C.) as portas da idade do bronze, esse livro de um pouco mais de 500 páginas tenta elucidar toda razão e insanidade pro detrás da construção de Stonehenge.


Stonehenge segundo os historiadores:

Localizada ao sul da Inglaterra na planície de Salisbury, Stonehenge até hoje intriga a humanidade. A maioria dos historiadores concordam que o monumento foi usado pelo menos como observatório astronômico, no entanto, fica claro suas outras funções diante de achados arqueológicos (como restos humanos, por exemplo). O monumento teve várias formas antes de assumir sua provável forma final:


Estima-se que até Stonehenge ficar nessa forma foram pouco mais de 30 milhões de horas de trabalho num período 100 anos. Alguns tipos de pedras foram transportadas por mais de 20 km de regiões montanhosas. Nesse processo com certeza muitas vidas humanas foram tomadas.

Segundo o romance de Bernard Cornwell, Stonehenge surgiu do desejo dos homens de apaziguar os deuses em suas próprias intrigas. Lahanna (a deusa lua) e Slaol (o deus sol) a muito tempo tinham brigado e separado suas trajetórias (a diferença entre o calendário lunar = 354/355 dias e o calendário solar = 365/366 dias) assim cabia ao Templo dos Mortos (o que hoje conhecemos como Stonehenge) reconciliar os deuses. Trazendo aos homens uma nova era sem doenças, sem invernos, sem fome e para sempre livres da imposição da morte.

Formato atual de Stonehenge (hoje tombado como patrimônio mundial):

A história em si tem um desenvolvimento lento, no entanto, pega o leitor de surpresa em momentos chaves quando a história muda totalmente de rumo. Ponto pro autor. Os detalhes, como ele construiu cada um dos três personagens principais. Você fica com ódio de Lengar, se solidariza por Saban (o protagonista) acompanhando com grande entusiasmo a formação do seu caráter. Camaban, torna-se um personagem inquestionavelmente intrigante, alguém que parece totalmente alheio a situação a sua volta (tem uma hora que Saban tá quase sendo morto e ele simplesmente começa a brincar com um gato), no entanto, demonstra ser um planejador meticuloso e manipulador.

A ambientação é maravilhosa, todo o planejamento pra a construção do monumento (como as pedras eram arrastadas, moldadas, encaixadas). Lutas tribais sem frescura ou clima épico algum, onde se vencia pela intimidação e cansaço. O fator divino é um tanto ambíguo, não fica claro se certos eventos são intervenções divinas ou mera coincidência, essa sutileza do autor é um elemento presente em todas suas obras. E por fim a selvageria... sinceramente nunca senti tanta aflição como nesse livro ao descrever os sacrifícios humanos (sem contar outras atrocidades).

Ponto negativo, achei o final do livro um tanto simples... pra não dizer medíocre. Pra mim faltou mais ousadia. Mas de forma alguma estraga o conjunto da obra. Tanto que as últimas 200 páginas são simplesmente irresistíveis... vejam bem, eu tava com sono, era de madrugada, precisava acordar cedo. Simplesmente não consegui parar de ler! Novamente mérito pro autor.

Stonehenge durante o solstício de inverno (por volta de 22 de dezembro):

Recomendo fortemente essa leitura (claro, desde que você não tenha estômago fraco) principalmente pelos aficionados por historia. Gostei muito do estilo de Bernard Cornwell, e não vejo a hora de acompanhar os outros trabalhos dele.

Pra encerrar deixo uma recomendação. A trilha sonora obrigatória pra esse livro é o álbum Origins (de 2010) do Shaman. Um excelente trabalho conceitual, de heavy metal melódico, que de certa forma tem muitas similaridades emocionais com o Stonehenge. Ambas as historias narram a trajetória tortuosa dos seus protagonistas destinados à liderança.

Fiquem com a minha música favorita - Blind Messiah:



Até a próxima pessoal.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

A volta ao mundo em 8 bandas: Rock Brasileiro



Olha o Nicodemus ai de volta ao Uarévaa!! Onde cê tava, cara? Demorou hein? 

Errr.. bem, na verdade... Nào demorou TANTO assim, nós é que comemos mosca pois ele mandou esse post semana passada, pra entrar na nossa Semana do Rock!! MAS TODO DIA É DIA PRA UM BOM ROCK (desculpa esfarrapada Nro #37) então confiram ai mais essa colaboração fodassa do nosso camarada e mande você também seu post pra gente, pelo e-mail contato@uarevaa.com.

Quanto tempo senhores! Sem mais (ou nenhuma) delongas, vamos ao que interessa?
Nesta semana comemoramos o rock, e o que não vai faltar são vídeos de bandas americanas ou igualmente anglofônicas, certo? Mas e a nossa prata da casa como vai?



Eu poderia responder de duas formas que são bem convencionais entre muitos rockeiros, sendo estas:
A) Rock Brasileiro é uma merda.
B) Rock Brasileiro ATUAL é uma merda.

O problema é que eu discordo das duas, e para provar isto vou mostrar 8 bandas brasileiras que são boas para caralho,se formaram recentemente, e nem sempre tocam nos rádios.

Black DrawingChalks – Goiás



Esses caras são fodas!
Tocaram num dos palcos principais no SWU ano passado,e fazem um Stoner Rock pra nenhum Josh Homme botar defeito. Para os que preferem rock em inglês é a medida certa.


Superguidis – Rio Grande do Sul



Uma das minhas preferidas na vida!
Um rock alternativo honesto, escrito numa onda minimalista, tendo influência de bandas como Mudhoney e GuidedbyVoices.


El Efecto – Rio de Janeiro



Porradaria à moda System of a Down, com cavaquinho, pandeiros e sambinha. Engajados, volta e meia fazem parte da setlist de algum “evento libertário”.


Macaco Bong – Mato Grosso



“Artista igual pedreiro” é nome do disco. Daí não tem muito o que falar, só me sobra dizer que é uma banda de rock instrumental fantástica.


Pullovers – São Paulo



E se o samba e a bossa nova nascessem em São Paulo? É essa a aparente pergunta dos Pullovers, que cheio de referências da música carioca (principalmente o sacal Buarque), fazem um rock de letras e arranjos muito bem feitos ambientadonas ruas de São Paulo.


Gramofocas – Distrito Federal



Punk bubblegum engraçadíssimo, com uma dose de cerveja e outra música de boiadeiro.


Zeferina Bomba - Paraíba



É o Nirvana da Paraíba, sem mais.


Jair Naves – São Paulo



Ex-vocalista da Ludovic, num projeto fantástico. Tem as melhores letras que eu já testemunhei, e uma presença de palco inigualável.•.


Bônus:
Del Rey – Pernambuco



China (Ex- Sheik Tosado) e Mombojó, se juntam para revisitar canções de Roberto Carlos.
Presente pro Freud! (Eu também me amarro no Rei, cara!)

Então senhores, esperam que tenham gostado das bandas, tem muitas (mas muitas mesmo) bandas que podiam ser citadas aqui, então diga você também qual banda brasileira que é a sua onda.

Viva o Rock!

domingo, 15 de maio de 2011

PalhetadA

Falai meus queridos! Hoje no PalhetadA vou fazer uma coisa que preciso voltar a fazer por aqui... reviews de CD´s! Falei de bandas por muitos posts, novidades ou não...falei! Mostrei um Clipe do Whitesnake semanas atrás, fruto do novo trabalho dos caras e numa oportunidade, comprei-o. Quer saber se vale a pena comprar?



Primeiro é aquela coisa, tu curte Whitesnake? Hard Rock da melhor qualidade e peso na medida certa.


Estava eu com o CD nas mãos ali na galeria da Teodoro Sampaio, (Pra quem é Paulista, ta ligado onde é!) para quem não conhece, é a rua mais musical de São Paulo...até poderia fazer uma matéria sobre isso um dia né? Enfim, comprei “Forevermore” na esperança de acertar na aquisição, e pra quem conhece os sons do Whitesnake a expectativa é grande!


Faixa 1 – Steal Your Heart Away

Doug Aldrich e Reb Beach já mostram o cartão de entrada com um riff poderoso seguido do restante da banda, a voz do Coverdale não muda! É uma faixa com uma pegada country-rock, daquelas que te fazem bater o pé no chão e balançar a cabeça com o refrão, logo de cara é notável o DNA da banda. Música pra cair na estrada!



Faixa2 – All Out Of Luck

Aquela coisa de bater o pé e balançar a cabeça se repete logo nos primeiros acordes da música! Eu acho que isso vai se repetir bastante até o final do cd...rs. A música é totalmente “reta” como gosto de dizer, não tem muita frescura...é pesada, com um riff grudento aliado a voz rasgada do Coverdale . Baita som legal...ótimo começo de CD \õ/



Faixa 3 – Love Will Set You Free

O Primeiro hit do CD! Já coloquei o clipe dela aqui mas acho que não custa colocar de novo e só dizer que é foda!



Faixa 4 – Easier Said Than Done

Depois de 3 porradas, a primeira balada chega. Normalmente eu pra gostar de baladinha tem que ser muito boa... e essa chamou a minha atenção pela melodia que te faz querer cantar a letra mesmo sem nunca ter ouvido ela antes, parece mais do mesmo se tratando de Whitesnake...e é! Refrão em dueto, solos bem colocados, nada fora da margem de segurança de uma ótima balada...e pra fechar aquele refrãozinho chicRete! =)



Faixa 5 – Tell Me How

Voltamos a pegar estrada com “Tell Me How” outro riff poderoso de Doug Aldrich, já notei que o cara estava inspiradíssimo pra compor melodias...o refrão dessa é todo mundo cantando junto! Ficou legal bagarai!! Uma coisa que eu gosto do Whitesnake é como ele conseguem mesclar o peso do heavy metal com uma guitarra “clean” de fundo...e nessa faixa da pra notar muito bem o processo musical.



Faixa 6 – I Need You (Shine A Light)

Os anos 90 estão de volta!!! Cara que som legal! DNA de Whitesnake detected! É uma balada pesada, com uma letra leve..sabe como é?



Faixa 7 - One Of These Days

Baladinha pra você curtir com a namorada, rolo, ficante e no caso do nosso velhote Freud, com a digníssima esposa! Violões, teclado, bateria “reta” e Coverdale faz o resto com sua voz forjada para esses tipos de sons...curte.



Faixa 8 – Love & Treat Me Right

O Rock and Roll voltou nessa faixa! Podemos falar de novo que é mais do mesmo sem vergonha nenhuma, digo isso por que uma banda que existe desde 1977 fazendo Músicas dessa qualidade, meu amigo não é pra qualquer um não! Por isso perguntei no início do Review “Tu curte Whitesnake?” eu já sabia que o que estava por vir era isso, Rock and Roll de qualidade...e essa faixa não destoa do universo da banda!



Faixa 9 – Dogs In The Street

Ok, chegamos na faixa que eu ouvi repetido umas 5 vezes! Deduzo que é a minha preferida até agora!! Na pegada que eu curto, rápida, guitarras recheadas de harmonia, solos das duas guitarras como se fosse um duelo interno entre Doug Aldrich e Reb Beach marcados com o Bumbo Duplo de Briian Tichy (Sin é com dois ii)


Faixa 10 – Fare Thee Well

Estamos chegando no final do CD e mal da pra perceber, “Fare Thee Well” é a melhor balada do Cd na minha opinião, gosto dessa coisa de violão num country –rock o Coverdale tem o dom pra cantar melodias calmas..o tom de voz do cara é único! Escuta essa que eu garanto que se a sua segunda ta uma merda, pelo menos vai dar uma acalmada em você pra continuar em frente!



Faixa 11 – Whipping Boy Blues

Assim, a música começa meio esquisita, mas amadurece duma forma absurda...prestenção na paradinha que rola na metade da música! Salvaram a música com um compasso fácil e solos rápido...êêêê Whitesnake! rs



Faixa 12 – My Evil Ways

CARALHOOOOOOOO!! AHUAHUAHUAAHUAHUAhua puta começo destruidor do Briian Tichy na bateria…mano que coisa linda de se ouvir! Tai uma música que me agradou logo de cara, métrica absurda e um compasso complicadinho de manter...diversas vezes a música é “quebrada” e brota outro ritmo do nada! O baixo consegue um espaço no meio das guitarras nessa aqui..não sei se vocês vão conseguir ouvi-lo, mas a linha de baixo nesse som é foda! Na verdade eu achei a música TODA foda! Nivel pqp de dificuldade...rs.



Faixa 13 – Forevermore

Chegamos na última música desse excelente trabalho do Whitesnake! Cara, que ótima aquisição essa. Preciso dizer que recomendo? “Forevemore” é uma balada progressiva de 7:23, parece que fizeram uma música pra ser trilha de algum filme...seilá....na última música eu torci o bico...no meu modo de ver foi a única que destoou do restante do CD.



Tai galera! Um review faixa a faixa como há muito tempo eu não fazia! =D Espero que gostem da matéria e do CD (mesmo eu não ganhando dinrero como jabá...aHUAHUAHUAHA) pq eu já tenho o meu e ta ali na minha coleção!

Whitesnake atualmente é composto por:

David Coverdale – Vocal
Doug Aldrich – Guitarra
Reb Beach – Guitarra
Michael Devin – Baixo
Brian Tichy – Bateria

Let´s Rock
Duende Amarelo!

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Por que os adolescentes e adultos vão destruir o mundo?


Não falei que hoje ainda teria mais um "De fora"? É do Berserk X 33, dando uma pausa nos seus posts sobre games para entrar no embalo da nossa semana especial sobre Consciência. 

O mais legal é que ele nem sabia do tema, esse post chegou já tem um tempo mas reservamos pra agora pois cai como uma luva. Confira, debata sobre isso nos comentários e, claro, nos mande o seu post tambem, pra contato@uarevaa.com. VALEU!!!

Por que os adolescentes e adultos vão destruir o mundo?

As pessoas ficam dizendo que o mundo vai acabar pois a natureza não irá mais suportar nossa presença nela, e dará um jeito de nos expelir dela. Bem, acredito que ela não terá tempo, já que nos estamos dando um jeito de destruir a sociedade de forma bem mais eficaz: Pressão Popular!



Devido ao grande transito de informações diárias, é notável que certos aspectos culturais se tornem menos importantes que opinião coletiva, de forma que as pessoas estão passando menos tempo sendo elas mesmas e passando mais tempo tentando ser uma pessoa “boa” para a opinião coletiva.

O problema é a “evolução” deste tipo de movimento, que como vou elucidar, está tornando a maior parte da população em viciados por atenção e inconsequentes.

Um exemplo comum de como isso vem se tornando cada vez mais nocivo a sociedade ao ponto de a perda da cultura (De sangue, de região e principalmente intelectual) chegar a pontos onde não se pode expressar um padrão comum de comportamento sem ser fulminado por ofensas.

A mais de 2000 anos, onde a comunicação era extremamente limitada, tínhamos culturas muito bem construídas e cementadas, como a Grécia, que acreditava na ideia de que mulheres eram mais ferramentas de perpetuação do sangue e não serviam para amar, e acreditavam que o sexo deveria ser uma forma de prazer não importando a maneira que era feito, ou os povos Hebreus que acreditavam que o homem deveria liderar sempre a família e comandar suas esposas e execrava a ideia de parceiros homossexuais ou da sodomia. Ambos os comportamentos, por mais diferentes ou semelhantes que pareçam, vem de um centro em comum da cadeia de comportamento humano: Instintos Animais.

Na natureza, é notado que o comportamento de indivíduos e grupos da mesma espécie possuem comportamentos diferentes dependendo do ambiente e dos outros grupos que os cercam. Assim como os gregos, certos grupos de animais não tinham necessidade de manter no mesmo circulo social que as fêmeas de sua especie e passavam a maior parte do tempo junto com outros machos, o que invariavelmente produzia experiencias homossexuais dentre eles (Vai dizer que num sabia que tem Bixo Bixa?). Isso acontecia pois devido a facilidade de sobreviver o índice de crescimento populacional se tornaria insuportável para o ecossistema da região. Os hebreus por outro lado, tinham sua cultura baseada em grupos de animais com cadeias de família patriarcais onde um único macho era responsável por várias fêmeas e eram muito territoriais. Isso e para impedir que a taxa de mortalidade ultrapassasse a taxa de natalidade da especie.

Mas ai você me pergunta: E o quico? Bem, estes comportamentos são causados pelo ambiente como eu expliquei acima. Estudos comprovam que em locais onde a uma facilidade maior na obtenção de alimentos, o número de nascimentos de machos cresce, já em lugares de comida escassa ele decai. Nas colinas gregas comida e agua eram abundantes, o número de homens nascidos era muito maior, e portanto os círculos sociais se centravam mais no homens, o que levava eles a criarem laços mais fortes. Já nas planícies e montanhas onde viviam os hebreus a comida era mais escassa, então a quantidade de fêmeas nascidas na região cresceu para facilitar o crescimentos populacional. Assim levando a necessidade de os poucos homens nascidos terem de ser dominantes diante do grupo de mulheres e a grande quantidade de delas fazia com que elas tivessem de agradar os homens para poderem ter filhos. Até a necessidade de tornar o sexo um ato puramente reprodutivo eliminando os usos dos orgão sexuais para atividades que não envolvessem procriar.

Isso meus amigos, é um exemplo de dois povos que viviam em situações diferentes e tinham opiniões divergentes. Algum deles está errado? Não, nenhum deles está, os dois estão certo nas suas duas opiniões opostas. Não se pode julgar os gregos com os olhos de um hebreu e vice versa. A cultura e formação dos dois foi formada por necessidades naturais e não servem um para o outro.

Mas então, com a evolução da troca de informações nestes últimos 6 séculos, isso acabou se tornando um problema, pois a exposição de uma pessoa a outra cultura gera muitas caricaturas e ideias mal formadas sobre esta cultura. Como vemos a gente zoando programas japoneses, rindo de aborígenes nus e até mesmo achando idiota o costume da circuncisão dos judeus.

Hoje em dia, coisas como preferir uma parceira branca a uma negra é definida como preconceito, mas a ciência já comprovou que o nosso padrão de beleza sempre nasce de nossa figura materna e paterna (não precisa ser explicitamente pai e mãe, mas alguem que se encaixe nestas categorias). Isso não é preconceito, seu cérebro cresce tendo como padrão de beleza um tipo de pessoa, não importa quem seja que não se encaixe no arquétipo, isso não é culpa sua, é só a natureza.

Céus, até o caminho que a homossexualidade tomou na sociedade nos 100 anos foi prejudicado pela pressão popular. Eu não tenho nada contra a homossexualidade, o problema que ela não é uma decisão de ser tomada da mesma forma que se escolhe um doce numa padaria, ela é algo que define seu caráter, no momento em que se tem certeza de sua opção, você passa a ter o direito de agir da forma que acredita estar certa. Mas o que aconteceu foi: Homossexuais começaram como uma abominação, então começou a luta pelos direitos dos homossexuais, depois chegaram as passeatas do orgulho homossexual (parada gay já perdeu o sentido faz anos), depois passou a ser reprovável a discriminação dos mesmos, e é ai que pulo do gato acontece.

Em algum ponto da historia as pessoas começaram a confundir direito de escolha com necessidade de escolha. Então chegou o ponto onde ser homossexual passou a ser mais uma questão de moda do que algo sério. Eu conheço vários exemplos de pessoas que simplesmente se arrependeram de ter trocado opção sexual pois não levaram a decisão a sério. Tem até uma garota que era noiva de um amigo meu, que largou tudo pra virar lésbica, e então depois de uns 3 meses voltou atras e quis voltar com ele pois viu que a decisão foi tomada sem seriedade, e ele já tinha começado outro relacionamento e não quis voltar com ela.

A própria cultura popular se trata de uma massa de erros e equívocos. Não pode existir uma cultura global, isso não funciona, como hebreus e gregos, o que serve pra um não serve pra outro, tomar decisões pra sua vida devido a opinião de pessoas que vem de situações completamente diferentes da sua é auto destrutivo, e este comportamento passar a ser especialmente comum em adolescentes o torna especialmente nocivo em adultos.

Batalhas de ego, guerras por seguidores, querer chamar a atenção não importa qual o motivo é um resultado da cultura popular. A cultura popular não possui valores reais, ela não consegue ver ninguém como bom pois as virtudes são diferentes para cada pessoa, então a cultura popular só valoriza exposição e hype. Qualidade ou caráter não existe na cultura popular.

Este é o problema, na procura de se tornar aceitável para todos, as pessoas tem se preocupado menos em exercer qualidade e muito mais em se expor para o mundo sem nenhuma forma de raciocínio por traz disso.

Este comportamento trara o declínio da sociedade como um todo e nos levará a extinção.

Eu não sou contra a comunicação, ela sempre traz melhorias e troca de informações para mais pessoas. O meu problema é com o uso inconsequente de e desmedido dela por uma necessidade idiota de se sentir falsamente aceito.

Ckreed, uma biba consciente


Presença ilustre e cheia de lantejoulas no Uarévaa!! É o Ckreed lá do Pink Lanterns que mandou seu texto consciente pra nós. Bicha fina é outra coisa, ele entra pro seleto hall dos convidados especialmente pra uma semana temática do blog e fez e enviou seu texto pelo I PHONE porque é RICAAAA!!!

Confira e mande o seu post também pra contato@uarevaa.com. O tema é livre e a culpa é sua!! E fiquem ligados que ainda hoje teremos mais um "De fora da panela".


Quando fui convidado a escrever para a semana da consciência nesse blog cremoso de gente cheirosa e boa de cama, fiquei em duvida sobre que assunto abordar.

O óbvio seria tratar da diversidade LGBT XYZ 11 24 69 over plus with lasers; como o universo gay se divide em inúmeras subclasses de ursos, travestis, drags, barbies, caminhoneiras, transexuais, tias-avós e leitores do MDM que acham a Nana Gouvea gorrrda!



Além, claro, de dizer que "as biba" discriminam-se como qualquer outro grupo de pessoas unidas, ironicamente, por algo em comum. Existem até baladas específicas para cada tipo de homossexual acima descrito e você sobra na pista que nem jiló na janta se for normal e se meter numa boate de barbies que são os viados bombados de academia com mais de 40 cm de braço.


Eu também pensei em fazer a linha filósofa de botequim e divagar sobre nós que usamos fakes na internet, máscaras, para nos mostrar como realmente somos, pois se mostrássemos a real identidade poderíamos sofrer preconceito em casa, no trabalho, e na avenida Paulista com lâmpadas mágicas voadoras enquanto deputados e pastores vomitam na tv, de cara limpa, sua intolerância e desrespeito com a certeza da impunidade, pois se acham defensores da família brasileira e de Deus. Viva a democracia!

Mas assim como a Lady Gaga, eu gosto de causar e surpreender meus milhares de fãs que me seguem no Twitter! Então recebi o espírito de Carlos Drummond de Andrade e de Fernando Pessoa, numa suruba literária, e psicografei um poema de agradecimento aos oásis de tolerância e respeito que ainda existem no mundo como o Uarévaa.

Fiquem com esse singelo poema e saibam que todos somos iguais, pois vamos todos para um buraco a sete palmos de terra um dia. Exceto eu, que serei cremado e terei as cinzas espalhadas por Paris, porque eu sou ri-kaaaaa!!!

Ao te ver

Você não sabe o que fazer
Quando as pessoas te esquecem.
A indiferença fere a alma.

E suas lágrimas invisíveis só podem ser levadas pelos anjos que surgem em nossa vida. Você é a prova de que Deus existe.

Pois te encontrar faz tudo melhorar
Meu horizonte se enche de poesia
Te encontrar faz tudo melhorar
Meu coração se enche de alegria ao te ver.

As vezes a gente se entrega,
Procura dar o nosso melhor
E recebemos quase nada em troca.

Tem hora que o mundo só mostra o seu lado escuro sem nos dar descanso. Nossa vida é o eco de nossos atos e as vezes ouvi-lo nunca é fácil.

Mas te encontrar faz tudo melhorar
Meu horizonte se enche de poesia
Te encontrar faz tudo melhorar
Meu coração se enche de alegria ao te ver.

Sei que toda vez que eu cair
Você vai estar lá pra me erguer.
Posso até sentir muita dor.

Mas mesmo que te faltem palavras pra me confortar sei que terei sua presença e seu sorriso pra me apoiar mesmo que eu caia de novo e de novo.

Pois te encontrar faz tudo melhorar
Meu horizonte se enche de poesia
Te encontrar faz tudo melhorar
Meu coração se enche de alegria ao te ver.

Só de te ver.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Megaman e seus Megaclones


Olhai, tou com pressa pra cacildis... Mais um post legal do Berserk X 33, confira e mande o seu pra contato@uarevaa.com. VALEU!!!

Megaman e seus Megaclones


Espera, Megaclone num era aquele chefe da fortaleza do primeiro jogo?

Bem, que Megaman é uma franquia foda ninguém com meio cérebro duvida, e é por isso que muita gente tentou montar em cima do trem e pegar carona. Desde de que foi criado, os clones explodiram por ai com múltiplos jogos licenciados pela Nintendo. Mas nenhum se esforçou tanto em copiar Megaman quanto Krion Conquest e Cocoron. Ambos lançados no NES/FamiCom e com pouco sucesso.





Cara, qual é o problema com ele?

Como a industria do video game tinha acabado de começar a corrida do ouro, ninguém sabia exatamente como fazer um jogo de sucesso, então tudo naquela época era tentativa e erro ou copiar qualquer coisa que faz sucesso na hora. Então quando o Megaman virou o menino dos olhos da CapCom, com certeza alguem tentaria pegar carona. É ai que entra a torrente de jogos copiando seu estilo, mas ninguém deixava tão óbvio a cópia quanto Magical Kids Doropie e Cocoron. Alguns outros até dava pra fingir que não viu as similaridades. Jogos como o dois citados acima e outros que citarei eram numerosos e muitas vezes frustrantemente mal feitos, e por isso nunca obtiveram muito sucesso.


Com certeza essa imagem tem cheiro de ouro, não?

Neste artigo serão citados os exemplos mais interessantes desta época e serão apresentados fatos curiosos sobre estes jogos.

Krion Conquest/Magical Kids Doropie


Copiaram até a tendencia de capas ridículas, incrível!

O mais notório exemplo de um jogo mal feito pra acompanhar uma tendência se encontra com este exemplar.


Se não soubesse diria que isso é a capa de um anime obscuro dos anos 80.

Lançado originalmente como Magical Kids Doropie no Japão, o jogo foi fraco e mal recebido, logo se vê o espanto de terem feito a localização americana pra esse jogo. Que foi feita da maneira mais porca o possível, onde o único “charme” do jogo original eram as cutscenes, ninguém se deu ao trabalho de traduzir e simplesmente cortaram quase todas elas, só deixando METADE da introdução, e pra piorar as coisas, ele fizeram o favor de retirar a opção de continuar o jogo no caso de um game over (coisa que provavelmente tem a ver com o fato de o jogo só ter 5 fases, mas meu deus, quando se programa de forma tão porca dar continues é o mínimo que se poderia fazer).

A historia se passa em 1999 onde um cara (você só descobre isso na versão japonesa, já que ele parece com aquela mulher caolho do yuyu hakusho) consegue roubar um cetro mágico que da a ele o poder de invocar a bruxa mágica Francesca, que por algum motivo nunca anunciado, é a única pessoa capaz de ferir os robos já que eles são imunes a ciência e ela parece ser a única entidade capaz de usar magia. (essa é exatamente a explicação que eles dão na versão japonesa)


Depois das 8hrs sou Francesca, meu amor!

Primeiro, a personagem principal, como se ninguém fosse notar que ela é desenhada encima dele. O jeito dela andar, atirar, pular, tudo desenhado encima do sprite do Megaman, até os inimigos são completamente iguais. A única coisa a mais é que ela pode se abaixar e atirar pra cima, o que é incrível.

As armas deste jogo já vem com você do começo e a munição é infinita. Elas são:

Normal: Seu tiro normal, que você pode carregar e tudo, só que eu não recomendo pois o tiro carregado não presta e só perde tempo, alem de que graças ao péssimo coding existem milhares de glitchs relacionados com trocar de tela com a arma carregada.
Fire: Esta arma cria uma explosão de fogo sobre a tela toda enquanto uma fenix bate asas, arranca metade da sua vida por uso.
Freeze: Completamente igual ao Normal, mas quando carregado paralisa os inimigos.
Ball: Não carrega mas ricochetea pela tela toda em angulos de 45°.
Sheild: Igual ao Normal, mas quando carrega gera uma barreira de energia para barrar projeteis inimigos, mas demora tanto pra sair e dura tão pouco que raramente ela terá alguma utilidade.
Broom: Você pode criar uma vassoura e sair voando e mantem o seu tiro normal mas não pode carregar. Praticamente o único poder útil alem do Ball.

Alias, como eu disse antes, o jogo só tem 5 fases, e só 7 chefes, e todos são extremamente mais ou menos.

(Imagens vindas do Encyclopedia Obscura)


Thunder Knight: Olha pra cara deste peão e diga que ele num foi um inimigo rejeitado do Megaman. Seu ataque é fácil de desviar e não causa muito problema.


Snowman: Bem, ele tem uma cara de que está chateado, não entendo como o desenhista conseguiu a façanha de fazer um robo direcionado a conquista mundial ser tão mané.


Aqua Knight: Outro inimigo rejeitado do Megaman, pelo menos este apesar de mal desenhado parece que funcionaria, ele até vira um submarino.


Sky Hawk: Este chefe parece algo que você lutaria quando estivesse numa fortaleza, mas resolveram usar ele para a fase do cêu. O único design de chefe que realmente me interessou.



Agora, os chefes da fortaleza são TODOS enfrentados seguidos, e tirando o ultimo chefe, são feitos sem muita personalidade. A samurai é mal desenhada e não condiz com o estilo de desenho do jogo. O clone é exatamente isso, e é uma coincidência quase poética como você tem que enfrentar seu clone num jogo que é um clone de um jogo em que você enfrenta seu clone numa fase (Tente falar isso bem rápido 10 vezes). A ultima é muito bem desenhada, e se o jogo fosse melhor acho que entraria para o hall da fama de vilões desconhecidos que valem a pena ver.

Tirando Sky Hawk, o ultimo chefe e as cutscenes, o jogo não tem nada atraente e não tem muito para se falar de bom, a historia é uma bagunça, os personagens são extremamente mal explicados e se você vai fazer um exercito de robos enclinados a conquista mundial por favor não faça um Snowman, isso tira toda a moral de sua tropa. A outro detalhe, esse jogo tem um final ecológico a la Dr Gori.

Cocoron


Por que só os japoneses ficam com as coisas legais?

Já no espectro oposto, temos um clone que pegou tudo de certo e criou um jogo tão bom quanto. Cocoron vai alem do que o Megaman original propunha e da certas liberdades ao jogador. Isso é um exemplo que deveria ser seguido, se um dia quiser clonar algum jogo, jogue Megaman e depois Cocoron e compare, para ver até onde você pode chegar e o que você pode adicionar. O único problema é que ele só foi lançado no japão.

Em Cocoron, você usa um garoto sem nome ou aparência definida (você nunca vê ele) que ao dormir é chamado por uma entidade chamado Tapir que o leva para o mundo dos sonhos para que ele possa salvar a Princesa que foi rapitada e não se sabe quem fez isso.


Uma ótima cara pra te acordar de manhã.

A primeira coisa que o jogo faz antes de te deixar jogar é te dar uma tela onde você pode montar um herói para usar, e a costumisação é muito boa, já que todas as peças influenciam em como seu herói vai funcionar, como a cabeça define fatores como sorte, força dos power ups e vida, o corpo define fatores como peso, mobilidade e vida, e por ultimo você pode escolher a sua arma. Recomendo apertar para o lado no menu de de cabeça e corpo, já que ele da novas opões de gráfico de corpo pro seu personagem.


Aperte para os lados para mais opções.

Como existem muitas opções eu não vou cita-las aqui, prefiro que joguem e vão descobrindo.

Ai logo em seguida você chegará numa tela de mapa onde você pode escolher a fase. O porem é que neste jogo, de onde você saiu quando você escolhe a faze define como a fase vai ser. É bem legal perceber que se você for da fase da floresta até a fase do castelo você vai passar por um mar de ossos que fica na base da montanha de geladinho (agora me diga que você nunca imaginaria esta sentença saindo de uma pessoa que não estivesse sob medicamentos pesados?).



Ta vendo?

Os chefes geralmente são imagens estáticas que se movem pela tela, mas eles são cheios de golpes que geralmente mudam conforme vão perdendo vida. Recomendo SEMPRE começar pela Titania na fase da floresta, senão você vai levar muita porrada.

Power Blazer/Power Blade/Captain Saver

 Pelo menos a capa era foda bragarai!

Este já é um outro exemplo bem peculiar. Como eu disse, Krion Conquest era um jogo medíocre que foi piorado pelo time de localização, mas este aqui é um caso oposto, neste ele é um jogo japonês medíocre que foi completamente melhorado pelo time de localização.

Um caso extremamente raro no caso de video games vindo do japão pra cá, eles conseguiram melhorar vários fatores sobre o jogo ao ponto de que ele quase completamente virou outro.


Schwazeneger compete com Fabio por maior número de capas baseadas nele.

O primeiro jogo (Power Blazer) é meio contido e não junta muitos fatores de Megaman alem de controles, design de levels e tela de seleção, a versão americana (Power Blade) deixa um pouco mais perto do level design do Megaman e coloca mais power ups para melhorar sua arma.


Olha o Schwasa ai de novo!

Já Power Blade 2/Captain Saver, que é a continuação, tomou um pouco mais da fonte e virou um clone bem feito de Megaman, até no nível de dificuldade. Entre as adições foram colocadas armaduras que dão armas e habilidades diferentes que são obtidas adivinha como?

Outra coisa também foi a adição da rasteira, que da uma bombada no gameplay devido a várias armadilhas baseadas em passar por baixo de obstáculos com o timing certo. Denovo como Megaman.

Esse raro exemplo merece ser citado.

Bucky O'Hare


As vezes eu me pergunto quanta erva os designers consumiam.

Ao contrario do que muitos pensam, não são só softhouses desconhecidas que fazem clones, diferente da Vic Tokai que fez Krion Conquest, K2 que fez Cocoron e Natsume/Taito que fez Power Blazer, Konami já era um nome grande na época e tinha séries de sucesso como Castlevania e Gradius.

É um jogo meio fraco, não que seja ruim, ele em vez de obter armas, você obtêm mais personagens quando derrota os chefes, e os personagens que possuem armas e habilidades diferentes. Mas o tiro carregado neste jogo na verdade funciona como uma habilidade especial que serve como método de movimentação, como voo ou super pulo.

O jogo tem continues infinitos e você sempre vai voltar da ultima tela em que esteve, então não tem um fator de frustração tão grande, o único problema que existe é o fato de que eles são rápidos demais e é meio difícil acertar os pulos em plataformas que se movem.

Darkwing Duck e Little Nemo


Bem, porque quando se pensa em patos encapuzados e
garotos narcolépticos se pensa em Megaman!

Outro bom exemplo é quando a cópia acontece dentro de casa, e a CapCom não é inocente disso, criando dois jogos obviamente baseados na franquia de ouro deles.

Darkwing Duck pega obviamente todo o gameplay de Megaman, é só trocar as armas dos chefes por power ups coletaveis, e a habilidade de se prender em barras. Ele é tão parecido que tem até uma versão pirata vendida na china com os gráficos do pato substituídos pelos gráficos do Megaman, e ele foi chamado la de Megaman 5.

Já Little Nemo foi feito de forma bem mais sutil, com pequenos detalhes, mas tem mais ou menos as mesmas físicas, o mesmo design de sprite e o mesmo estilo de design de fase. As diferenças principais são que em vez de pegar armas por derrotar chefes, existem certo inimigos que são vulneráveis ao ataque do personagem principal, se você acertar eles até eles caírem no sono, você pode literalmente “vestir” eles e usar seus poderes assim como a Tanuki e a Frog suit do Super Mario Bros 3, e a outra é que quase ninguém é vulnerável ao seu tiro normal, então é imperativo que você obtenha uma das roupas o mais rápido o possível.

Se alguem quiser saber mais sobre estes jogos, para de ser vagabundo e bota no google, porra!