Social Icons

Pages

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Homeland: inimigo interno


“Por que matar um homem se você pode matar uma ideia?” (Abu Nazir)



Adaptada pela dupla Howard Gordon e Alex Gansa (ex-produtores de The X Files e 24 Horas) para a TV americana a partir de uma produção israelense, Homeland foi anunciada como uma possível sucessora de 24 Horas no quesito paranoia, ação e drama. E de fato, ao fim de sua primeira temporada ela cumpriu bem esse objetivo, além de ir além.

O programa é estrelado por Claire Danes como Carrie Mathison, uma oficial de operações da CIA que passou a acreditar que um fuzileiro americano, o Sargento Nicholas Brody, interpretado por Damian Lewis, que era um prisioneiro de guerra da Al-Qaeda por oito anos, passou para o lado inimigo e agora representa um significativo risco a segurança nacional.

Com um clima de paranoia intenso, ótimas interpretações e uma outra visão sobre a questão do terrorismo e da América, Homeland foi considerada uma das melhoras novas séries de 2011. Damian Lewis, de Band of Brothers, surpreende no papel do militar duro, integro e ao mesmo tempo sempre com um ar duvidoso. Claire Deines interpretando uma bipolar da um show de interpretação, mostrando como é difícil a vida não só de quem tem essa doença, mas também de amigos e familiares. 

Mandy Patinkin, como Saul Berenson, chefe da Divisão do Oriente Médio da CIA e o antigo chefe e mentor de Carrie, também constrói bem um personagem protetor, um verdadeiro pai para Carrie, mas ao mesmo tempo preocupado com o rumo da situação. Além desse trio, temos a bela Morena Baccarin como Jessica Brody, esposa de Nicholas, envolvida em um triangulo amoroso com o marido e o seu melhor amigo.


A série prende rapidamente o espectador pelo carismas de seus personagens, seja na insanidade de Carrie, na confusão de Brody ou nos conflitos familiares dos protagonistas, tudo é construído para se entrelaçar ao plot maior de um possível novo ataque terrorista em solo americano. É interessante ver como a produção consegue pegar bem o pique das primeiras temporadas de 24 Horas, onde as reviravoltas eram de fato impactantes, instigavam a curiosidade de saber onde iriamos parar e nos faziam preocuparmo-nos com o destino daquelas pessoas em tela. Pois, nos tornamos cúmplices deles, caminhando lado a lado em cada passo rumo a um abismo desconhecido, vendo-os aos poucos se perderem nesse emaranhado de conspirações, desconfianças, fingimentos e descobertas.

A série é transmitida nos Estados Unidos pelo canal a cabo Showtime, sendo produzida pela Fox 21, e segue rumo a sua segunda temporada. No Brasil estreou em 4 de março desse ano pelo canal por assinatura FX. Meus receios com o andamento do seriado é o mesmo em relação a todos os seriados interessantes que surgiram nos últimos anos: será que tal idéia se sustenta por muito tempo? veremos mais uma boa série se perder na ganancia de lucro e esticada de temporadas? Só o tempo dirá, mas para quem curte esse tipo de aventura, Homeland é um prato cheio.

terça-feira, 19 de junho de 2012

O PINGUELO NASCEU, GALERA!

Quem diria, pouco mais de 4 anos atrás quando esse blog surgiu, que ele ajudaria a proporcionar algo assim, hein?


Antes de tudo, como o Duende fez um golasso, tem direito a pedir música aqui no Uarévaa, pra trilha sonora desse post.



Nasceu ontem, às 20:30, no Hospital Santa Catarina da Avenida Paulista (São Paulo, claro), com 3 quilos e 600 gramas e 48,5 cm, Danilo, filho do Duende Amarelo e da Pin.

A história desse casal incrível se entrelaça com a desse blog, e a chegada do Danilo já estava escrita faz tempo, ou melhor, desenhada pela Kika (também fundadora dessa bagaça aqui mas que nem deve mais lembrar que a gente existe, rs), que ilustrou o Pinguelo, um "cruzamento de um Duende com uma Pinguim", desse jeito ai num dos primeiros Freud Explica.

E pra provar como esse garoto é especial, olha o banner que tem no quarto dele no hospital, bem diferente dos enfeites genéricos dos outros, feito pelo irmão da Pin e também ex-uaréviano Palmito.


E veja ai a mamãe Pin antes do parto, logo após pedir pra trocarem o canal da TV da porcaria da novela pro jogo da Eurocopa (para inveja dos outros pais do Hospital, cujas mulheres preferiam a novela mesmo, bwahahahaha).


Mas chega de suspense e vamos logo as fotos do Pinguelo!

Já nasceu espertão, o malandro.

O pai coruja segurando seu primogênito, herdeiro da fortuna Osborn.


PARABÉNS, DUENDE E PIN!
Pelo molecão lindo e saudável que chegou pra trazer uma nova luz (e um bocado de ralação também, podem acreditar, rs) pra suas vidas.



E PARABÉNS, DANILO!
Porque você nasceu numa família especial que vai te dar muito amor e certamente te proporcionar acesso a muitos quadrinhos, rock, nerdices e futebol.


Todos do Uarévaa estão muito felizes nesse momento e desejam toda a felicidade do mundo a vocês.

Freud (texto) e Vini (primeira imagem)

Sicko: $o$ Saúde


A todo o momento desde que nascemos somos bombardeados pelo tal "sonho americano", onde se você for um competidor, agressivo, lutar e impiedoso terá riquezas e felicidades. Isso é até verdade, mas só para uma pequena parcela. Esse "sonho" se espalha diariamente por nossa sociedade, seja nos states ou no brasilis, mas é um sonho tão ilusório que o perigo é nos tornamos personagens de filmes, não os hollywoodianos, mas sim os de circuitos independentes, documentários que mostram a vida cotidiana do outro lado da “oficial”.




Feito pelo polêmico cineasta Michael Moore, o filme Sicko: $O$ Saúde (2007) – uma referência ao termo sick, que quer dizer "doente" em inglês, fala sobre o sistema de saúde dos Estados Unidos da América, trazendo a tona a saúde por seu lado inverso, a doença, mas não os seus aspectos biológicos e sim sociais e éticos.

Na obra podemos encontrar questões como a seguridade social, que revela as contradições entre a riqueza do país e má qualidade de vida decorrente da desorganização dos setores de assistência médica pública e privada. Assim, Moore busca expor as feridas que a lógica capitalista de manutenção dos lucros das seguradoras de saúde, infligem a população americana.

Para tanto, viaja a países como Inglaterra, Canada e França para mostrar um sistema de saúde que ele denomina de medicina socializada, onde, segundo o filme, o sistema funciona apesar da não existência de tantas taxas e planos de saúde como na versão americana, se tornando mais público de verdade e justo com sua população.

Michael Moore é um audaz crítico do way of life americano como todos sabemos, desde seus documentário Tiros em Columbine, onde criticava o cinismo e vicio americano em relação ao violência e armas. Passando pelo Fahrenheit 9/11, atacando o sistema eleitoral e o presidente Bush.


Sicko não deixa de ter essa critica feroz, cheia de veneno, que chega até a levar doentes impedidos de terem tratamento em seu país, para serem atendidos em Cuba, tida como uma das melhores nações em termos de sistema de saúde público. Claro, que temos toda uma encenação sensacionalista do ativista Michael Moore nesse momento, mas a mensagem, importante, não se perde nisso.

Uma frase no filme me deixou bem reflexivo: um médico na Inglaterra que é pago pelo governo e tem uma casa de um milhão de dólares e um carro novo diz que se você quer ter 3 casas, uns 5 carros e viver de grandes luxos tem realmente que estar num sistema que lhe dê isso. Mas ele não precisava de tudo, só o essencial.

Realmente muitas pessoas vivem para a cada momento ter uma bolsa de 60 reais pra mostrar, um relógio de 800 para exibir e sempre querem mais e mais, quando o mais saudável para nós e para o mundo era termos o essencial e nos desapegarmos do supérfluo, sei, trabalho bem difícil de se conseguir, mas não impossível.


Outra fala também me chamou muito a atenção. Uma americana vivendo na França. diz para justificar as diferenças de tratamento do governo para com o povo nos dois países, que na França o governo tem medo do povo, dos protestos, das reações, enquanto nos EUA o povo tem medo do governo, de protestar. Isso vem muito de lógicas culturais, de fato, já que a Europa, ainda mais a França, foi construída em cima de levantes populares e ideologias que botaram o povo sempre atuante contra opressões. 


O estilo americano de viver, com suas industrias e sistemas de controle social (escolas, mídia, religiões, etc) conseguiram anestesiar mais a população que no “velho mundo”, coisa repassada para a América Latina ao longo das relações diplomáticas-culturais-históricas.

Vendo esse filme, me lembrei de outro já resenhado por mim aqui: Esperando o Superman, ambos mostram como apesar dos sistemas brasileiros de educação e saúde não serem perfeitos, e necessitarem e muito de melhorias, a coisa poderia ser ainda pior.





Sicko: SOS Saúde
Ano: 2007
Duração: 1h 53min
Direção: Michael Moore
Gênero: Documentário

The Gate (2011)


95% do genoma humano é composto de sequências de genes redundantes. Eles parecem ter nenhuma função biológica conhecida. Poderia um evento casual reativá-los?





Uma nova forma de raiva é vista como responsável por uma grande quantidade de mortes terríveis em Londres. Logo se torna claro que a causa do problema tem uma origem muito mais sinistra. Essa é a sinopse do curta-metragem de ficção científica The Gate, do diretor Matt Westrup, que mal foi lançado e já tem produtora de olho.


A Wayfare Entertainment resolveu financiar a produção de Westrup para transformá-la em um longa. A nova empreitada ainda não tem roteirista, mas se seguir o mesmo caminho feito por Distrito 9, que teve sua gênese no curta conhecido como  Alive In Joburg, de 2006, dirigido por Neill Blomkamp, promete sucesso.

Assista ao curta abaixo:



Fonte: http://bocadoinferno.com

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Podcast Uarévaa #95 - Games de Luta


Round One: FIGHT!

Freud, Zenon, Moura e Luis Modesti relembram os clássicos Games de Luta que os fizeram torrar muitas fichas. E no Momento Uarévaa, Marcelo Soares se junta a Freud e Moura para a leitura de comentários e para falarmos um pouco do vindouro filme do Homem Aranha.




(Clique na imagem com o botão direito do mouse
e depois em "Salvar link como..")

E o RSS? E o ITunes? Já tá tudo ok?

PORRA NENHUMA...

Nem vamos mais prometer prazo nenhum, porque tá brabo. Mas vamos resolver o mais breve possivel, galera, acreditem! Devemos e não negamos, pagaremos quando pudermos.

Comentado no Podcast

- O jogo de Boxe do Atari 2600

- O lutador de fraldão de Pit Fighter

- Os incríveis gráficos poligonais de Virtua Fighter

- A pose do Ciclope em X-Men: Children of the Atom significa...

- Sérgio Mallandro no Mortal Kombat

- Street Chaves


- Cosplay do Voldo, de Soul Edge


E 2 vídeos obrigatórios pra esse podcast:

- Dá Raduque, Ryu!



- E claro, a dancinha do Van Damme:



Comentem ai ou mandem e-mails (para contato@uarevaa.com) com críticas, elogios, sugestões e etc e tal sobre nosso podcast.

E curtam nossa página do Facebook!


Tron + Toy Story = Detona Ralph


Disney faz animação sob medida pra agradar o gamers velhos de guerra... e a molecada também, claro.


Aproveitando que o podcast de hoje será sobre games, o velho Freud aqui resolveu mostrar pra vocês essa nova animação em 3D da Disney, que conheci esses dias e achei legal demais.

Confira ai o trailer dublado.



"Entrar no jogo" não é novidade em filmes da Disney, que em 1982 já inovava lançando Tron: uma odisséia eletrônica. Mas a abordagem de Detona Ralph é muito legal, mostrando como ficam os personagens dos jogos quando não os estamos usando, meio que um "Toy Story gamer"

É "Cheat Code" misturar as idéias desses filmes num só? Sim, pode até não ser original, mas se pelo trailer o filme já parece ser divertido por si só, a participação de um monte de personagens clássicos dos games é a cereja do bolo, uma sacada genial pra atrair o pessoal que passou a infância curtindo esses jogos. Muitos desses, como eu, hoje já tem até filhos, o que torna esse filme uma ótima pedida pra agradar várias gerações.

Só lamento que a dublagem nacional, da qual eu geralmente gosto bastante (quando não inventam de botar uns famosos sem noção pra ferrar tudo em prol de um nome conhecido no cartaz, claro) e em alguns casos é nitidamente superior até as vozes originais, nesse filme dá pelo menos um bela pisada na bola quando deixa de manter o "sotaque russo" (presente no original) na fala do Zangief. Compare com o trailer gringo (que é um pouco maior).



Outra boa sacada da Disney para esse filme foi criar uma versão online do "jogo fictício antigo" de onde Ralph saiu. O game é bem no estilo dos clássicos do fliperama e pode ser conferido no site oficial do filme. Clique na imagem abaixo pra jogar.


Tai um filme que com certeza vai me arrancar uns trocados pois faço questão de conferir essa animação com meu filho. Detona Ralph vai estrear em novembro lá fora e tem previsão de chegar aqui, infelizmente, só em janeiro de 2013.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Crônicas do Sistema Solar: Mercúrio


Novidade no Uarévaa: agora, toda semana, vamos conferir aqui uma hq do projeto HQCX, da revista O Caxiense.


Pois é, tão ligados no HQCX? É um projeto de hqs que conta com a participação do nosso ilustre membro Rafael Rodrigues e também de Adan Marini, FTF, Luciana Lain e Thiago Danieli.

Já citamos esse projeto aqui em alguns podcasts, e eu sempre reclamava que queria ler as hqs do Rafael e não podia, mas agora isso não é mais problema, pois O Caxiense, que já publicou 40 hqs do projeto em formato impresso lá em Caxias do Sul, agora está disponibilizando as hqs online, e vamos passar a divulgá-las aqui também.

A primeira, Crônicas do Sistema Solar: Mercúrio, com roteiro do Rafael e arte de FTF pode ser conferida abaixo. Basta clicar no play e navegar usando as setas do teclado ou os botões e rolagem do mouse.



No site do O Caxiense vocês podem encontrar todas as hqs já disponibilizadas, basta clicar nesse link.

E não deixe de apoiar o projeto, curtindo a fanpage do facebook:


Freud, esse velhinho aqui que vos escreve, apóia e curte o projeto, e digo mais: ainda quero uma versão impressa e autografada disso ai, pra daqui a alguns anos poder provar pros meus bisnetinhos que conheci o laureado e trilionário roteirista Rafael Rodrigues.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Tiras para o Dia dos Namorados


Fala aí, molecada!
Semana especial do Dia dos Namorados no Uarévaa e o Tira de Letra tá na área pra relatar algumas tiras baseadas nesse estranho sentimento aos nerds que é o amor.
Sim, estranho porque tem coisas que a razão não consegue explicar quando o assunto é amor, não é mesmo, Valdirene?
.
"Ééé, memu!Só amando muito!"


Selecionei novamente algumas tiras e charges engraçadas em homenagem ao dia, sendo que algumas não são tão apaixonantes assim...
Como existem várias tiras onde o tema é o relacionamento, tentei equilibrar com aquelas que  são feitas especialmente para esse dia.
Aos muito apaixonados: 
.
 


 Aos que usam o amor como moeda de troca:


Também tem praqueles que são machões:




 Essa é clássica!

Para aqueles que gostam de opinar:
A melhor de todas, para pessoas que possuem sua opinião e pronto!


.
E uma especial a todos os "Forever Alone" do mundo que adoram tanto ou mais essa data quanto os órfãos curtem o Dia das Mães! He, he,he...


Uarévaa no Dia dos Namorados


Tão bom morrer de amor e continuar vivendo
Mario Quintana


Aqui no Uarévaa não é novidade que boa parte de seu elenco é de comprometidos, e eles sempre estão exaltando os pontos positivos do namoro, as lembranças juntos, os desencontros, aprendizados, alegrias, companheirismo em todos os momentos, até a rotina do dia a dia.



Já tivemos até semanas especiais de Dia dos Namorados (1-2), das quais destaco dois belos textos: O Pecado de ser Solteiro – Ou a Ditadura do Amor, do Moura, e O Jogo da Vida - Ou A Eternidade do Amor, do Freud, que expõem bem os dois lados da moeda nesse infinito tema de discussão.

Particularmente, nem posso falar muito que nunca passei um dia dos namorados comprometido, mas nem sou totalmente oposto a ideia. Na verdade, assim como todas as outras coisas na vida, vida de namorados não é algo simples e fácil, necessita de muita compreensão, bom humor, entrosamento, afinidades e, claro, amor.



Pra mim, decidir manter um relacionamento com outro ser humano, por um longo tempo, onde concessões, duvidas, embates serão travados de tempos em tempos, necessita de fato muito força de vontade e real sentimento de gosto pela companhia da(o) parceira(o).



É claro que nem sempre a vida, o universo ou tudo mais ajuda e podemos passar toda a nossa existência terrena sem encontrar um alguém especial para nós e que pense igual, e ainda por cima consigamos manter essa união. Afinal, nem sempre tudo sai como queremos.


Independente de namorando ou não, acredito que o importante é antes estar comprometido consigo mesmo, se gostar, que o resto acontece. Por isso, nesse dia dos namorados, e todos os dias, aproveite bem seja ao lado do seu amor ou se divertindo com amigos, família ou sozinho mesmo. Pois, como nos diz o guru Tyler Durden: "essa é sua vida e ela acaba um segundo por vez".

Um Feliz Dia dos Namorados a todos Uarevianos - em especial ao Duende Amarelo, a Pin e, a prova que formar o Uarévaa já valeu a pena, o pequeno Danilo!

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Primeiro título de "Before Watchmen" supera expectativas!


Essa notícia é para aqueles fãs mimizentos de Watchmen, que fazem côro junto ao bruxão e escritor original da série, Alan Moore, de que qualquer coisa além da série inicial iria ser um lixo na certa.
Não que essa seja minha opinião, afinal de contas eu ainda não li, mas parece que a negada lá da gringa, curtiu bastante o primeiro número da série: Minutemen!


Pra quem ainda não se localizou "Before Watchmen" é uma mini-série dividida em 7 títulos que são prelúdios à HQ que se tornou um clássico da nona arte, criada por Alan Moore e Dave Gibbons nos anos 80. Considerada por muitos fãs como algo intocável, inclusive pelo autor da série, Before Watchmen causou muito buchicho recentemente na internet, com muita discussão entre leitores novos e antigos, quadrinistas, especialistas, editores, blogueiros e até entre os produtores da série!
Depois de um clima de muita desconfiança, “Minutemen” número 1 foi lançada no dia 06/06 nos EUA e parece que surpreendeu muitos fãs de Watchmen.
Segundo o site, O Capacitor, o primeiro título é diversão garantida e quem tiver preconceito e raiva pelo fato de a editora estar mexendo em algo "sagrado" e não quiser ler, vai perder uma ótima história em quadrinhos.
.

Minutemen conta a história do super grupo de heróis de mesmo nome que precedeu os heróis atuais de Watchmen e que tinha em suas fileiras Capitão Metropolis, a primeira Espectral (Silk Spectre), Justiceiro Encapuzado (Hooded Justice), o primeiro Coruja (Nite Owl), Silhouette, Dollar Bill, O Mariposa (Mothman) e O Comediante. No roteiro, é mostrado um pouco de cada um dos integrantes do grupo (ao longo das sete edições), com o grupo se formando, etc e na primeira edição a história de Hollis Mason (O Coruja) revelando seu passado como herói até sua aposentadoria do combate ao crime.
.
Quem assina o roteiro e a arte é Darwin Cooke, que particularmente considero como um ótimo desenhista do estilo retrô e que se encaixou perfeitamente para a história que se passa na década de 40. Ela está sendo considerada como um ótimo pontapé inicial, apesar de não chegar perto da genialidade de Alan Moore, porém a revista está bem acima da média do que vinha sendo considerado. Reviews revelam que Cooke está trabalhando muito bem com a nostalgia (não o perfume) nessa HQ, tanto para os leitores em relação ao material original, quanto ao personagem em relação à sua época de combatente ao crime, que torna a obra incrivelmente empática.
.
Abaixo, você confere algumas páginas da HQ:

 
 
 


Muita discussão ainda irá rolar, mas é cedo para julgar toda a obra.
.
Eu, sinceramente estou curioso para ler o material, sem nenhum pré-julgamento de valores se essa ou aquela é melhor. Apenas quero ler um boa HQ. Se ela irá se tornar uma obra clássica, já são outros quinhentos...