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sexta-feira, 9 de setembro de 2011

CinemaScope: Confronto de Cowboys!


Com a chegada de Cowboys & Aliens nos cinemas brasileiros, o CinemaScope relembra os grandes confrontos de Cowboys e qualquer coisa bizarra ou não que eles encontram pela frente. Dos mais tradicionais aos mais estilizados, os confrontos vocês podem ver abaixo.


Cowboys Vs Cowboys
Dos muitos confrontos entre cowboys existentes na história do cinema, um dos mais marcantes sobre a participação do duelo na trama sem sombra de duvidas apareceu em Matar ou Morrer (High Noon), filme de 1952 estrelado por Gary Cooper. Baseado no conto chamado 'Estrela de Prata', o xerife Will Kane(Cooper) tem que encarar, no dia de seu casamento, a volta de seu maior inimigo, o criminoso chamado 'goddamn' Frank Miller (Ian MacDonald - e eu não resisti a piada), que marcou um duelo ao meio dia para acertar sua vingança, enquanto Kane tem que encarar a esclha moral de enfrentar o bandido que uma vez prendeu para proteger sua cidade covarde, ou finalmente começar a ter uma nova vida com sua esposa.

Cowboys Vs Samurais Estilizados
Um dos novos clássicos do diretor Takashi Miike, e mais um dos filmes da leva de Westerns Orientais, do qual já falei anteriormente. Descendentes da uma antiga guerra feudau no Japão, dois clãs dominam uma cidade atrás de seu ouro. O clã vermelho, perdedor da grande guerra, busca recuperar a glóri perdida, enquanto o clã branco, com seu lider que tem grande respeito pelos samurais e a partir disso criou um estilo próprio, toma o poder novamente dos vermelhor. Com a chegada de um misterioso pistoleiro (Hideaki Itô) e de uma arma que pode mudar o destino da guerra, os dois clãs entram em um confronto definitivo.

Cowboy Zumbi Vs Cowboy Zumbi
O horror, o horror. Sempre nos providenciando idéias geniais.Na Casa do Espanto 2(House II: The Second Story), sequencia do clássico cult entre os fãs de terror, 3 jovens entram numa casa abandonada (como sempre) recém adquirida e encontra um velho zumbi minerador apelidado pelos garotos de Gramps (Royal Dano). Gramps e seu sócio, Slim(Dean Cleverdon) enquanto percorriam o velho oeste, encontraram uma caveira mística asteca (bem antes de George Lucas ter a idéia) que lhes dava imortalidade. Só que Slim fica doido com todo poder recebido e Gramps assume a responsabilidade de impedir que ele cause mais estragos.



Cowboy Ciborgue Vs Humanidade
Num parque temático onde andróides são a atração principal, um cowboy sai fora de controle e duas pessoas tem que sobrevive ao ataque do Pistoleiro Cibernético. Um clássico do sci-fi, que influenciou até mesmo o Exterminador do Futuro, e pioneiro por misturar o western com um genêro tão oposto quanto a ficção cientifica e ter feito isso seriamente, Westworld - Onde Ninguem tem Alma ainda traz uma ótima interpretação de Yul Brynner.

Cowboys Vs Vampiros
Dracula sai da Transivânia direto para os Estados Unidos porcurando carne fresca na nova terra do amanhã: O Velho Oeste! Após seguidos assasinatos, de índios e caras-pálidas, o Conde decide seduzir uma jovem moça numa viagem de trem e torná-la sua nova esposa. Mas essa garota é esperada por alguem na estação por nada mais nada menos que pelo lendário pistoleiro Billy The Kid! Agora Billy terá que salvar sua sobrinha de se tornar mais uma das criaturas da noite! Clássico trash de primeira, com o veterano ator John Carradine interpretando Dracula.

Cowboys Vs DA NINDJAAAAAAAAAAAAS!
ENTER DA NINDJAAAAAAAAAAAAAAAA! Em The Warrior Way, o filme mais recente da lista, vemos um NINDJAAAA que decide abandonar o seu clã e buscar iluminação espiritual no velho oeste.Só que logo na cidade onde ele foi parar, um grupo de pistoleiro decide dominar a cidade, enquanto seu antigo clã se aproxima mais de sua localização, obrigando o guerreiro a lutar novamente.No elenco temos Kate Bosworth, Geoffrey Rush, Danny Huston e Dong-gun Jang no papel principal.

Por hoje acabou, até a proxima! Eu resenhei a algum tempo a HQ Cowboys & Aliens, quem quiser dar uma olhada, só clicar aqui.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

CinemaScope: Grandes Macacos (ou não) do Cinema



Com a chegada de Planeta dos Macacos - A Origem no cinemas, não falarei sobre os filmes antigos da serie, porque infelizmente não deu tempo de assistir nenhum dos filmes até a data do lançamento.Então decidi citar alguns dos grandes simíos da historia do cinema, mas não necessariamente são aqueles realmente importantes.Continua abaixo:





O Trapalhão no Planalto dos Macacos - Obvio que na semana que chega mais um exemplar do Planeta dos Macacos, obvio que comentarei sobre a versão brasileira. Conde (Didi),Alex(Dedé) e o guarda Azevedo(Mussum) passam por altas confusões na Sessão da Tarde quando eles chegam numa terra onde macacaos evoluidos dominam e escravizam os humanos.Filme dirigido por J.B. Tanko, lenda e grande contruibuidor do cinema nacional.



O Filho de Kong - Sim, o King Kong clássico, da RKO, teve realmente uma sequência, e desa vez não é nenhuma pegadinha do Peter Jackson. A história se passa exatamente 1 mês depois que o King Kong morre em Nova York.Indo a falência por causa dos inumeros processor por causa da destruição de Kong, o diretor Carl Denham (novamente feito por Robert Armstrong) foge da Big Apple e vai a Asia, onde encontra a pessoa que lhe deu o mapa da Ilha da Caveira. Retornando ao local, eles descobrem o filho albino de Kong, conhecido como Kiko.



Poderoso Joe - O que poderia ser lembrado como uma cópia de King Kong acabou se tornando um dos grandes clássicos em relação a efeitos especias, já que Marcel Delgado(que trabalhou em King Kong)e Ray Harryhausen trabalharam juntos, que fez garantir um dos primeiros Oscars de efeitos especiais em 1949/1950, por causa de seus impressionantes movimentos de stop motion.A história conta quando é descoberto na Africa um gorila gigante (mas não tão grande quanto King Kong)é levado a Hollywood para se tornar um astro, mas constante abuso ao animal fez a fera interior voltar a ativa. No remake de 1998, com a perfeição chamada Charlize Theron, a história, com Joe sendo levado da Africa à uma reserva de proteção na California, mas se tornando um popstar e sendo perseguido por inimigos que o querem ver morto.







Congo - Baseado no livro de Michael Crichton, o mesmo criador de Jurrasic Park. Após uma nova tecnologia de comunicações baseada em diamantes falha, causando a morte do personagem de Bruce Campbell (que sempre fica pouco tempo de tela em filmes grandes), uma equipe enviada a Africa em busca da causa desse acidente e de quebra em busca de um diamante azul raro que pode render rios de grana a empresa.Entre as pessoas dessa euipe de busca, está um primatologista que conseguiu fazer que os simíos se comunicarem com humanos através de tecnologia, levando a jovem gorila Amy para a aventura, sem saber que ela pode ser de grande ajuda para decifrar quem é o inimigo a espreita....



Meu Pequeno Ladrão - Um dos grandes clássicos (pelo menos pra mim) da Sessão da Tarde, antes de virar a merda que é hoje em dia.Um macaquinho ladrão do qual pertencia a Azro (Harvey Keitel) vai parar na casa da jovem Eva (Thora Birch) , que passar a tratar como seu bichinho de estimação. Ligou o nome da garotinha a alguem? Deveria, pois Thora Birch cresceu e se tornou a atriz principal da adaptação da HQ Indie 'Ghost World' e a filha de Kevin Spacey em 'Beleza Americana', além de ter se tornado um mulherão.













Menção honrosa: Chita, do Tarzan - Um dos primeiros sideckicks da história do mundo pop, Chita não é só a parceira inseparavel do Tarzan, mas um ícone hollywoodiano, que tem até sua própria estrela na calçada da fama. Feita por mais de 14 macacos, 1 chipanzé e 1 humano, a Chita mais velha nasceu em 1031 e está viva até hoje, com seus quase 80 anos de vida (!!!). Uma biografria ficcional da personagem foi lançada a poucos anos atrás. Curiosidade: Chita nunca existiu nos livros do Tarzan.



E pra não falarem que não falei do Planeta dos Macacos clássico, um grafico qu explica tudo que você tem que saber sobre a cinessérie (exceto o filme do Tim Burton).



Até a proxima pessoal!

quinta-feira, 28 de julho de 2011

CinemaScope: Retrospectiva RioFan 2011



Para os poucos muitos que se importam com os textos que eu publico aqui, o motivo de não ter postado nada semana passada era porque eu estava bebendo acampado no Caixa Cultural no Rio de Janeiro, acompanhando o RioFan, ótimo festival de Terror e Cinema Fantástico que durou aqui por uma semana, com ótimos filmes e muitas polêmicas em relação sobre o ato de CENSURA em relação ao Serbian Film. Mas sobre isso ainda vou falar e muito depois, vamos agora ao que interessa: os filmes.

No caso tratarei aqui de mini-reviews estilo Twitter sobre a maioria dos filmes que eu vi no Festival.Os que eu considerei os meus favoritos eu farei resenhas caprichadas aqui no Uarevaa e no meu blog.Então vamos aos filmes.

Só Um Cara que Mata as Pessoas (Some Guy Who Kills People) De Jack Perez. EUA. 2011: Simpático Slasher Movie com elenco afiadissimo e boas piadas. NOTA: 8.0

Água Negra (Zwart Water) De Elbert Van Strien. Holanda. 2010:
Filme que não tem nada a ver com o filme de encosto nem com respectivo remake feito por Walter Salles.Um terror clássico muito bem feito e amarrado, com uma ótima virada no final. Nota: 8.5

Pequenas Mortes (Little Deaths)
De Sean Hogan, Simon Rumley & Andrew Parkinson. Reino Unido. 2011:
3 histórias que envolvem sexo e violência, as 3 diferentes e todas muito bem feitas.A segunda é um pouco grotesca demais, mas não tira o mérito de ter sido bacana a trama. Nota: 9.0

Entrei em pânico ao saber o que vocês fizeram na sexta-feira 13 do verão passado parte I
De Felipe M. Guerra. Brasil.2001:
Exibido fora da mostra competitiva do Festival, mostra um dos clássico filmes trash nacionais, apesar de humor involuntário por causa do assumido amadorismo de todos os envolvidos, tem um roteiro divertido e bem amarrado e provavelmente não funcionaria tão bem se fosse feito por profissionais. Nota: 9.0

A Raça Violenta (The Violent Kind)
De Mitchell Altieri & Phil Flores. EUA. 2010:
Atípico filme de "Terror de Cabana", com vilões rockabilly e muitas reviravoltas e mudaças de tom e genêro bacanas que não tira o filme dos trilhos. NOTA:9.0

Morris County
De Matthew Garret. EUA. 2009:
De todo o festival, foi o que eu menos gostei. 3 curtas sobre relações familiares e a idéia de morte.Dos 3, só a ultima parte, Elmer & Iris, é que vale realmente a pena. NOTA:6.0

Frankie na Cagadalândia (Frankie in Blunderland)
De Caleb Emerson. EUA. 2011:
Psicodelia, muita psicodelia, em um filme que trata de pessoas de merda em um lugar de merda que apoiam e humilham um ao outro para ter algo chamado de vida.Mais profundo do que aparenta, tão ngraçado quanto o titulo.Destaque para o cameo bizarro de Evan Stone como uma borboleta crackuda. NOTA:9.0

Um Sussurro nas Trevas (The Whisperer in Darkness)
De Sean Branney. EUA. 2010:
Dos mesmos caras que fizeram Call of Cthulhu, provavelmentee uma das adaptações mais fiés da obra de Lovecraft, feitas por uma Organização/Produtora que cuida e mantem a obra do escritor viva. NOTA:9.0

Além do Arco-Iris Negro (Beyond The Black Rainbow)
De Panos Cosmatos. Canadá. 2010:
Um sci-fi saido direto da escola Jodorowsky. Muito sci-fi e psicodelia no filme que teve a melhor fotografia de todos os filmes exibidos no festival. Caçem esse filme pra assistir. NOTA: 9.0

O Hóspede - Brasil, 2011, Direção: Ramon Porto Mota e Anacã Agra
Curta metragem que mostra a visita um de alienigena disfarçado em uma cidade no interior no Brasil, e o que acontece quando o dono da estalagem decide se intrometer demais nos assuntos do estranho visitante.Sem vergonha de mostrar suas influências, o curta foi um desses raros casos que conseguem tornar o suspense e o sci-fi genuinamente brasileiros.Um exemplo a ser seguido. NOTA: 9.5

Beth, A garçonete - Brasil, 2011, 15 min Direção: Júlia Godinho Retondo
Um divertido curta que mostra Mcbeth num posto de gasolina.Gore e diversão descomprometidos. NOTA: 8.0

Bem, acabei por aqui. Esperem o resto dos reviews sairem a partir da semana que vem! E amanhã, O Primeiro Vingador deve dar as caras por aqui! Abraço!

sexta-feira, 15 de julho de 2011

CinemaScope: Ruas de Fogo


De todos os filmes que usaram o Rock 'n' Roll como influência ou como base para a criação de suas histórias, nenhum deles virou tão classico ou teve um resultado mais satisfatório do que Ruas de Fogo, por um simples motivo: o filme é foda demais.

Antes de mais nada, a história: em uma das cidades decadentes e sombrias da America, o show da cantora de maior sucesso do momento, Ellen Aim (Diane Lane), está agitando tudo e a todos. Mas o chefe da principal gangue local, Raven Shaddock (Willem Dafoe), sequestra a cantora e decide torná-la sua mulher. Só que enquanto isso acontece, o ex-soldado e ex-namorado de Ellen, Tom Cody (Michael Paré), chega na cidade e é contratado pelo empresário Billy Fish (o sumido e saudoso Ricky Moranis) para trazer sua cantora de volta. Acompanhado com sua nova amiga e irmão de guerra McCoy (Amy Madigan), ele percorre os locais mais obscuros da cidade para trazer sua amada de volta e tentar reconstruir sua vida sem estar imerso na escuridão.


Bem, apesar de ter sido uma produção grande na época que foi lançado, o filme não chegou a fazer sucesso quando saiu nos cinemas, mas teve uma ótima aceitação quando chegou no mercado de home video e TV a cabo, que junto com a popularização de sua ótima trilha sonora, acabou dando a esse filme o status de Cult do qual é reconhecido até hoje.


O filme não é só uma historia bacana regada a rock'n'roll clássico, é o retrato de uma época do qual a economia começa a passar por problemas, o futuro parece ser cada vez mais negro e a violência começa a crescer drasticamente. Afinal, os anos 80 não são chamados de "a decáda perdida" a toa, e assim como no universo do filme, a musica, especialmente o Rock'n'Roll, é a voz de sua geração e principal responsavel pelos momentos de alegria dos jovens de sua época.


No filme temos o elo com que acontecia na época de forma muito bem mostrada. Tanto Cody quanto McCoy são soldados que percorrem seu país procurando se sentir utéis, sendo que no "mundo real" a guerra do Vietnam tinha acabado anos antes e ainda havia soldados sem saber o que fazer. Temos novamente a presença do Rock como movimento cultural, no filme mostrado como Ellen e no nosso mundo como o cresimento do heavy metal e de outras bandas que surgiram com a MTV, onde o musical e o visual cada vez andavam mais juntos. Os movimentos culturais, dentro do filme, se misturam, o velho com o novo, mostrando que nesse caso as coisas nunca mudaram, só se intensificaram.


Em relação a trilha sonora, nenhuma das musicas foi realmente cantada por Diane Lane. No caso, as bandas que participaram do album são Fire Inc com a cantora Holly Sherwood, e o ator Stoney Jackson com a banda Winston Ford para as musicas do grupo The Sorels, entre outros. A produção do album ficou a cargo de Jimmy Iovine e com algumas musicas escritas pelo cantor Jim Steinman (parceiro de Meat Loaf nos dois primeiros 'Bat Out of Hell')





O ator Michael Paré, que faz o papel de Tom Cody, logo após esse filme fez uma longa carreira na Europa , trabalhando muito em filmes e series de TV no lado de lá, até ultimamente se tornando um dos parceiros frequentes do "grande" diretor Uwe Boll. O que muitos nem faziam idéia (nem eu) é que na verdade Paré produziu de seu proprio bolso uma sequência de Ruas de Fogo chamada Road to Hell, que mostra a caminhada de Cody em rumo a sua propria redenção, passando pelas cidades de Purgatório e Inferno e enfrentando um assasino serial. Junto com ele, quem volta do primeiro filme é Deborah Van Valkenburgh, novamente como a irmã de Tom, Reva Cody. Como o filme é tão baixo orçamento que nem trailer achei, fiquem com as fotos do filme, que deve sair oficialmente em Blu Ray e DVD esse ano, em lançamento limitado. No caso Road to Hell foi dirigido por Albert Pyun e seu tom de filme está muito mais para terror/suspense do que o rock-opera do filme original.


Por mais simples que possa ser o esqueleto da história, Ruas de Fogo sobrevive até hoje como um dos filmes-ícone do rock e sobre rock por ser honesto em relação ao tema, e ao mesmo tempo cumprindo sua promessa de "fábula moderna" e trazer uma atmosfera até hoje que encanta, tanto pelo seu visual quanto pelas suas musicas.


NOTA: 8.5

Titulo original: Streets of Fire
Ano de lançamento: 1984
Dirigido por:Walter Hill
Com:Michael Paré, Diane Lane, Willem Dafoe and Rick Moranis
Estúdio: Universal



sexta-feira, 1 de julho de 2011

CinemaScope: Transformers por Michael Bay


Com a chegada de 'O Lado Oculto da Lua' nessa semana, o CinemaScope vai relembrar a analizar a franquia Transformers feita pelo mestre, pelo homem, pelo Midas Michael Bay.Continua abaixo.


Bem, pra você que não sabe, vai um leve histórico: Transformers se originou de uma marca japônesa de brinquedos onde foi a pioneira em fazer coisas se transformarem em robôs gigantes.Mas só que até então não havia história nenhuma relacionada a eles, até que a empresa Hasbro levou a marca pros Estados Unidos, criou toda a história dos Autobots e Decepticons, e com a lei americana permitindo usar recentemente personagens de brinquedo em programas de TV, o desenho animado foi lançado dando a febre que dura até hoje.

Mas nos anos 2000 a Hasbro estava tendo problemas finânceiros, e buscando ampliar seus horizontes em termos de como vender seus bonequinhos, decidiu não só ficar nos desenhos animados e HQs, mas partir pra outras midias como games, e no caso que nos interessa, filmes.Com a sinpátia de Steven Spielberg ao projeto, a escolha do estúdio e dos produtores foi Michael Bay, recém saido do considerado seu primeiro fracasso comercial, A Ilha, que acabou aceitando pelo desafia de tornar aquele mundo real de fato.

Agora vamos a um recaptula dos filmes.Em Transformers (2007), vemos o jovem Sam Witwicky (Shia LaBeouf), um adolecente que tem problemas de adolecente: quer um carro, uma namorada, passar de ano na escola.Mas o que ele não sabe que seu recente carro na verdade é um alienigena disfarçado, que está em busca da All Spark, um objeto que pode acabar com a guerra que consome em seu planeta.A medida que os robos alienigenas, bons e maus, chegam a terra, o envolvimento do governo e do exercito fica maior, Sam descobre que seu tataravô pode ser a chave para as perguntas e para a resolução do conflito na terra.

Em Transformers: A Vingança dos Derrotados (2009), vemos o exercito e os Autobots (os caras do bem) numa caçada contra os Decepticons (os caras do mal) escondidos em nosso planeta.MAs no profundo espaço, Fallen, considerado o primeiro Decepticon, planeja um ataque maciço a terra devido a um dispositivo bélico escondido no Egito.A questão é que a All Spark dava acesso a ela,e como os poucos fragmentos que sobraram foram guardados fortemente, a busca dos Decepticons pelas peças aumenta, sem saber que Sam teve acesso a uma dessas lascas, que lhe forneceu toda a informação necessaria.

Bem, sobre o primeiro filme, ele tem muito mais uma vibe Spileberg do que os exageros que Michael Bay fez.A meta era estabelecer uma história reconhecivel para o grande publico para a partir daí introduzir os Transformers, na tentativa de fazer uma transição de temas que para o publico seja natural.Apesar de ter certos momentos forçados (golden shower de robôs, por exemplo),alguns plots em especifico mal feitos (a origem de Mikaela) e o pouco destaque pros Transformers em si, o filme conseguiu ser mediano e conseguiu geral grana o bastante para ter uma sequência, numa escala absurdamente maior, e por isso mesmo sem controle.

No segundo filme, temos como vantagem o fato de que temos um filme mais focado nos Transformers, e isso é mostrado nas variações de personagens (Shockwave!!!) e mais sobre sua mitologia.Além da ação ter se tornado bem maior, assim como a participação tática do exercito em conjunto aos Autobots. Mas de resto,o roteiro precisava ser polido urgentemente para tirar os muitos excessos da historia.Excesso do ridiculo, excesso de ação (que quem diria, te cansa), e uma hsitoria que não sabe o momento de acabar.Tinha boas intenções, mas a greve dos roteiristas fez tudo ficar pior.

Um dos aspectos que eu acho positivo nos filmes é um velho clichê de Michael Bay, que o mundo real faria sentido, que é a participação (e ponto de vista) do exercito no meio dessa guerra intergalática.Pra mim o filme dos Transformers poderia ter sido só isso: soldados mostrando seu ponto de vista dentro de uma guerra entre alienigenas na Terra.No terceiro filme a importância deles é vital.

No caso o personagem de Shia LeBeouf foi baseado no humano principal do G1, que trabalhava em uma contrutora, e que teve pedaços da sua personalidade juntados com um personagem bem estilo 'Amblim' dando o resultado visto nas telas.Hoje em dia não acho ele tão bundão assim (em parte por causa dos personagens que ele faz, incluindo Sam), é apenas um cara legal que interpreta bundões, diferente por exemplo do Michael Cera, que é um bundão que interpreta bundões.E ainda comeu a Megan Fox e meteu um chifre no Brian Austin Green #Respect

Fazendo uma homenagem aos personagens que aparecem em um filme e desaparecem no proximo: Ramon (Leo Spitz) um dos muitos alivios comicos do segundo filme (e o melhor deles, especialmente se tiver junto com John Tuturro), a especialista em tecnologia (e gostosa, tornando a caricatura ainda maior)Rachael Taylor ,feita por Maggie Madsen, e o personagem de Anthony Anderson(Glen Whitmann) ator que eu acho foda pra fazer comédias.

Pra finalizar, vamos falar sobre as mulheres.Megan Fox fazia Mikaela, gostosona da escola cujo pai era assaltante de carros e atual presidiario, que por falar merda demais e mexer com nazistas (porque Indiana Jones e Spielberg odeiam nazistas) acabou ficando de fora do terceiro filme, sendo subtituida pela modelo da Victoria Secret e o exemplo supremo de demonstração gratuita e sem motivo de sexualidade em Dark of The Moon, Rosie Huntington-Whiteley, que faz o papel de Carly, unica personagem humana do G1 que de fato aparece nos filmes, com algumas modificações, claro.

Bem, acabei por hoje.Review do Dark of The Moon (talvez) semana que vem.Inté!