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segunda-feira, 28 de março de 2011

First Impressions of Angles

Achou que, com a vagabundagem do Duende, você ia ficar mais uma segunda sem Rock aqui no Uarévaa, né? E achou certo!! Bwahahaha

A sorte é que temos leitores fodas como o Nicodemus pra mandar posts como esse, analisando o novo álbum dos Strokes!! Confira ai e mande o seu post tambem, enviando texto e imagens pro e-mail contato@uarevaa.com.

Senhores e senhores deste blog, já ouviram o disco novo do The Strokes que saiu no site oficial deles?

Eu sim, e escrevi um texto como nota para Facebook para alguns amigos, e compartilho com vocês, ok?

Escrevi este texto, comentando cada faixa do álbum logo após escuta-las, não que vocês se importem com a opinião deste critico musical renomado nas AB,é claro.



01- Machu Picchu

Estranha e interessante. Não é pra estes juvenis que eles conquistaram ao longo de sua carreira, esta parece ser a mensagem, uma forma inusitada de abrir o disco. Agora, parece que alguém ouviu Talking Heads durante o Hiato, e esse alguém não sou eu.

02- Under Cover of Darkness

A single do disco, já tinha saído antes, então esta já tinha escutado, e bastante!
Ótima canção, deveria abrir o disco com a esta guitarrinha, é o The Strokes que conhecemos e isto já é muito bom.



03 - Two Kinds Of Happiness

Nem me atentei a letra, mas este é o nome perfeito pra canção. Levei um baque, achei que a estranheza ia ficar na primeira faixa só, e não. Muito bem arranjada, o final da música é ótimo, só faltou o Sting fazendo uma participação especial, haha!
Feliz por ser ótimo, feliz por ser o Strokes que não conhecíamos, assim vale mais a pena esperar.

04 - You're So Right

Kurt Cobain e David Byrne se encontram para uma cerveja depois da aula. Ótima de novo.

05- Taken For A Fool

É o Strokes que conhecíamos, do jeito que deixamos.



06- Games

É aquilo de Talking Heads que vinha dizendo, a mais fraquinha até o momento.

07 - Call me Back

Grande canção, uma guitarrinha meio Bossa Nova numa onda alternativa.
Esse negócio de World Music não tinha ido pra vala? Fantástica!

08 - Gratisfaction

Adorei esta também, é como se o Marquee Moon do Television fosse criado em 2011.

09 - Metabolism

Boa faixa, mas fiquei com a impressão que sobrou do disco anterior.

10- Life Is Simple In The Moonlight

Começa numa ondinha meio Stereolab, mas com um refrão potente leva a música a outro patamar.



Conclusão:

Angles tem uma capa colorida que parece ter saído dos anos 80, e isto meus amigos eu chamo de sinceridade.
As influências são claramente vindas de bandas alternativas da primeira metade da década de 80, e eles revisitam isso com a maestria que o tornam reis da onda indie dos anos 2000, e isso não é a toa.
Não é disco que acho que será apreciado por esta geração de allstar branco e camisa dos Beatles, mas se bem que hype é tudo né?

De 0 a 5 dou 4,4 robôs gigantes estrelas para este disco que sinceramente, nem esperava tanto.

Beijo no coração moçada!

E volto em breve com a volta ao mundo em 8 bandas!

Namor: As Profundezas


As histórias em quadrinhos de super-heróis foi um gênero que surgiu derivado das histórias pulps, de detetives e aventureiros, essas, por sua vez, já vinham conectadas a lógica das obras aventurescas do Século XIX. Contudo, com a massificação do produto e de seus personagens, muito dessas ligações mais literárias foram se perdendo, felizmente, de vez enquando (infelizmente), alguns autores realizam obras mais voltadas para esse passado dos comic books. 

É o caso de Namor: As Profundezas com roteiros de Peter Milligan e a bela arte de Esad Ribic. Um conto sobre os medos interiores humanos, os mistérios do fundo do oceano e como se construir um bom suspense em quadrinhos.



No encadernado lançado pela Panini em 2010 (e saído originalmente em Sub-Mariner - The Dephts # 1 a # 5), vemos o cientista e explorador do mundo Randolph Stein em uma missão a mando da marinha norte-americana para investigar o misterioso desaparecimento do Capitão Marlowe na Fossa das Marianas - o local mais profundo dos oceanos – em sua missão de encontrar a cidade perdida de Atlântida. Stein, famoso por desmistificar lendas mundo afora, lidera um grupo de marinheiros supersticiosos que acreditam que o desaparecido se encontrou com um monstro marinho meio homem, meio peixe, que derruba barcos e mata humanos para proteger a cidade perdida.

É obvio a referencia de As Profundezas com as obras de Julio Verne, em especial Vinte Mil Léguas Submarinas, e até colocaria Moby Dicky (fera que derruba barcos e ninguém nunca viu direito). E é dentro dessa proximidade, e Milligan explora bem isso, que a hq ganha em qualidade, afinal, o melhor suspense está naquele em que não vimos o motivo de nossos medos. Além disso, o binômio fé-incredulidade é muito bem trabalhado durante a jornada dos exploradores. Stein sempre refutando com algum argumento cientifico fatos que os tripulantes atribuem a fera dos setes mares, e até os pontos onde ele mesmo passa a questionar se realmente não existe esse ser.

Os desenhos de Ribic (das minisséries Loki e Surfista Prateado - Réquiem) são perfeitos para a temática da história, com seu estilo pintura, buscando um realismo, onde ele retrata muito bem o Príncipe Submarino, até a breve aparição da Atlântida – por sinal bem na forma como locais sagrados em livros de aventuras eram retratados. 

Concordo plenamente com o Universo HQ quando coloca que essa história é:

Mais um magnífico exemplo de como as HQs deveriam (e devem) ser: roteiro simples e bem escrito, arte estupenda e detalhada no que importa e, antes de tudo, a sensação de ter lido uma obra muito acima da média, que cumpre seu papel de entreter.

Quando li Nas Produndezas me senti realmente transportado para um filme da melhor qualidade ou ainda um livro fantástico, como se fosse companheiro daqueles tripulantes, sentindo suas angustias, dúvidas, medos, temor pelo o desconhecido e pelo que pode nos espreitar quando olhamos para o abismo. Lembrei-me logo de uma fala que um amigo certa vez me disse: “a humanidade ao invés de tentar saber o que se passa no espaço distante, deveria explorar melhor o oceano próximo”.

Título: Namor – As Produndezas
Editora: Panini Comics
Preço: R$ 22,90
Número de páginas: 120

sexta-feira, 25 de março de 2011

Podcast Uarévaa #39 -LENDAS URBANAS


ELA MORREU HÁ 50 AAAAAANOOOOSSS!!!

Hoje Rafael, Zenon, Marcelo e Moura pagam pra galera (UI)! Caaaalma... pagam a promessa de fazer o podcast vencedor de nossa enquete: LENDAS URBANAS, lembrando mitos e histórias do arco da velha!!

No Momento Uarévaa, Zenon, Freud e Vini leem comentários dos 2 últimos pods e falam de outras atualidades, como Zangief Kid, a visita do Obama, Charlie Sheen.. ou seja: fatos incrívelmente relevantes que vão mudar sua vida... NOT!!




(Clique na imagem com o botão direito do mouse
e depois em "Salvar link como..")


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o Podcast Uarévaa "tomáticamente"!!



E tamo até no iTunes, rapá!!!




Comentado no Podcast

- Avistamentos do Homem Mariposa,  e o vilão do Bátema, Mariposa Assasina





- Lendas Urbanas japonesas: AQUI

 Comentado no Momento Uarévaa

- Vasco e Botafogo no site da Casa Branca: AQUI

- Desenhos fodásticos do ouvinte Marcos Caldas (clique neles pra ampliar)



Comente ai no post ou mande seu e-mail (contato@uarevaa.com) com críticas, elogios, sugestões, cagações de regra e tudo mais sobre nosso podcast.

CinemaScope: Analizando Zack Snyder


Com a chegada de Sucker Punch nos cinemas e A Lenda dos Guardiões em DVD e Blu Ray, o Cinemascope de hoje vai falar sobre Zack Snyder. Pra quem espera só slow motions e ”visionárias” classificações, vai ver muito mais do que isso abaixo.


Bem, antes que comece: sou muito fã do cara, e minha intenção aqui vai alem de falar das cenas de slow motion ou (não) dizer que ele é visionário, uma classificação genérica de Hollywood que virou chacota entre fanboys por causa da adaptação de Watchmen, filme do qual já falei, e muito, anteriormente. Mas numa Hollywood que cada dia é mais complicado vermos criações originais nas telas (apesar de que no fundo amamos ver certas franquias na telona), Snyder se sobressai com obras não só ricas visualmente, mas que em certos pontos em comum mostram o estilo e temas que o diretor gosta de abordar,e faz isso muito bem, obrigado.

Alem do fato de trazer certas historias e gêneros de volta a ativa, não só ajudando a tornar as adaptações em quadrinhos mais adultas mas também como um dos responsáveis pelo BOOM dos zumbis nesta ultima década, tirando até George Romero da aposentadoria. Um diretor que, como a maioria de sua geração, é influenciada não só pelos filmes, mas por toda uma bagagem de cultura pop constantemente crescente, além de uma noção artística forte, mas sem esquecer a historia.

Slow Motioooooooooooooon

Uma das marcas mais reconhecíveis do diretor é o slow motion. Como ele foi durante boa parte da sua carreira um diretor de comercias, então esse é um recurso que funcionava para a Tv. Mas no cinema é que ela teve sua utilização expandida, e em cada filme com um motivo diferente. No Madrugada dos mortos era para aumentar a tensão em certos momentos, quase nunca usado durante o filme inteiro.

Mas foi em 300 que ele achou um uso exato para a técnica, no caso para deixar viva as cenas pintadas por Frank Miller.

E em certas cenas ele usa para também tornar rítmica e multi-dimensional a própria arte grega em si, já que pinturas em vasos eram utilizados não só para enfeite, mas também para contar historias, qual foi transposto no filme na primeira batalha dos 300 contra os Persas, quando Leônidas derruba vários soldados em closes sem cortes.

Em Watchmen novamente a técnica é utilizada para dar vida a quadros e momentos icônicos da HQ, traspondo em sensações visuais aquilo que os olhos percorrem quando a gente vê as imagens.

Mas só foi em A Lenda dos Guardiões onde a técnica se uniu a idéias do roteiro. Se no caso estamos mostrando a trama do herói, num mundo onde as historias são passadas por via oral e especialmente por imagens, especialmente entre os mais jovens, os momentos em slow motion são usados como aqueles que serão repassados para as futuras gerações (e entre os espectadores) como os momentos marcantes daquela historia, como uma pintura explicando sobre um fato ou acontecimento.

Testemunhas da História

Algo comum nos filmes de Zack Snyder é que a trama não se passa em um momento qualquer, ou em um cenário isolado. Dentro daquele mundo, o que acontece são momentos históricos importantes, e seus personagens, se não fazem parte diretamente dos eventos como modificadores, acompanham tudo como espectadores.

No começo, temos o grupo de sobreviventes de Madrugada dos Mortos tendo como única comunicação com o que acontece fora do shopping via TV, e é a partir dela que eles se informam sobre como matar os zumbis, e os diferentes pontos de vista das pessoas e como isso os influência, do ponto de vista moral, religioso e político. As formas de comunicação são tão importantes que nos extras deste filme temos o vlog de Andy(Bruce Bohne) e num apanhado de um noticiado local para aumentar não só a sensação que aquilo é real, mas de fato explorar aquele mundo e transformar aquilo num documento histórico.

Pulando para Watchmen, numa época onde a propaganda viral aumentou e muito, temos não só amostrar jornalísticas daquele mundo dentro e fora filme, mas também uma noção de como aquela socieddae se comporta, seja com o game 8-bits dos Minuteman, seja com o site oficial das Industrias Veidt, ou do jornal New Frontier. Dentro de Watchmen (como filme), temos duas fontes de noticias: uma mais singela, pelos jornais (em papel ou televisivos) com informações sobre como a guerra anda, além de pequenas informações extras sobre a influências dos heróis naquele mundo, seja na entrevista de Veidt a revistas, ou livro/documentário Under The Hood e na cena de abertura. No caso, a banca de jornal de Bernie faz o papel dentro do filme de mostrar as reações do homem comum dos que os heróis fazem no dia a dia.

Em 300 e Lenda dos Guardiões, não temos TVs e jornais, mas livros e especialmente o papel de contadores de historias. Temos em Dilios (David Wenham) a responsabilidade de não só contar a historia para s tropas e o governo, mas também ser a voz de inspiração para que a vitória seja garantida.O bacana na HQ, e que foi bem mostrado bem no filme, é que por ser uma historia narrada para animar as tropas, você nunca sabe de fato o que é real e imaginário no filme, mas no momento que ela é contada e vivida/vista pelos guerreiros/publico, ela se torna real e oficial.

Em “A Lenda dos Guardiões”, por se passar em um mundo medieval (e habitado por corujas) a maioria das hsitorias são contadas de pai para filho,e utilizando muito desenhos e outras imagens visuais para isso. Ezylryb (Geoffrey Rush), que já foi herói de guerra e hoje em dia cuida da biblioteca histórica do mundo e da ordem dom qual pertence, é outro exemplo de personagem comunicador-modificador dentro dos filmes de Snyder.

Sua participação além de mestre e guerreiro, e também ser a prova viva daquela historia, que diferente de 300, quebra a expectativas não só do herói principal mas do publico quanto a veracidade dos fatos e a capacidade dele fazer as coisas descritas. No caso Ezylryb não só um representante daqueles acontecimentos, mas a ultima chama de um movimento com sobrevida, e vê nas novas gerações uma oportunidade de voltar aos tempos de glória.

O(s) caminho(s) do(s) herói(s)

Também uma presença constante nos filmes do cara é a presença do arquétipo de herói,seja ele usando collant ou não. No caso ele explorou varias facetas do que significa ser um herói,e dentro delas é apresentada algo que esses heróis tem que estar preparados: o sacrifício deles, ou dos outros,para um bem maior. No caso, as facetas e sacrifícios são mostrados melhor nos 3 primeiros filmes do diretor, já que A Lenda dos Guardiões mexe mais com os princípios básicos do herói e sua jornada.

No caso de Madrugada dos Mortos e sua mini sociedade forçada, os heróis principais são Ana (Sarah Polley) e Michael (Jake Webber), que dentro da mini-sociedade forçada que vivem, são os que tem a voz de comando ali dentro, entre egoístas, ignorantes e pessoas amedrontadas. Eles no caso são as vozes da razão, que busca fazer que cada um faça o necessário para sobreviver. No caso eles começam a ter um romance, no qual no momento de resgate Michael é mordido para que Ana e os poucos sobreviventes possam chegar até o mar, onde teoricamente a liberdade estaria presente.

No caso, para não se tornar aquilo que se enfrenta, Michael se mata, mas garante a salvação dos outros, assim como CJ (Michael Kelly) , que via na responsabilidade de segurança do Shopping de manter aquilo seguro para dar desculpa de seu próprio isolamento, e depois por questões de sobrevivência, finalmente começa a fazer seu trabalho pra valer, assim como Kenneth (Ving Rhames), o policial egoísta que ao compreender que existem coisas piores que a morte, passa a se tornar a pessoa de confiança do grupo, além de estrategista.

Heróis que se sacrificam ao extremo por um ideal também são apresentados em 300, mas diferente do homem comum que precisa ir além da suas capacidades. Os soldados de Esparta são treinados para fazerem e serem os melhores e morrer em batalha se possível, impedindo assim que o exercito de Xerxes (Rodrigo Santoro) avance as terras gregas e dando tempo até que a rainha Gorgo (Lena Headey) possa convencer seu governo a preparar o exercito e ir a guerra. Gorgo também é uma heroína dentro do filme, já que busca correr atrás daquilo que o governo de Esparta, manipulado por , saia e faça do sacrifico de poucos a força de muitos.

Em Watchmen, baseado numa HQ que já vem com a idéia de desconstrução dos super heróis conhecidos, mostra os extremos e humaniza no os tipos de personagens que a anos acompanhamos.No caso do filme é interessante citar Ozymandias (Matthew Goode), onde muito de sua personalidade foi misturada a do Capitão Metropole, onde além, de termos um homem com uma visão futurista para a humanidade, vendo possibilidades de um mundo livre da dependência do petróleo (e de poder controlado) decide começar uma grande estratégia onde usa o praticamente Deus Dr Manhatthan (Billy Crudup) como aquilo que aos olhos do governo ele sempre foi: uma arma. Como o Comediante disse uma vez, foi mostrando o horror da guerra nuclear aos humanos, mesmo ao custo de milhares de vidas, que Adrian Veidt e de certa maneira os super heróis, salvaram a humanidade, evidenciado pela parte quando a conversa entre Adrian e o Doutor acontece no fim do filme “Graças a você eu consegui salvar o mundo” e quando logo após ele fala” Nós conseguimos” a câmera muda de ângulo mostrando todos os heróis presentes, mostrando que no fim das contas o plano do cara se concretizou: os heróis salvaram o mundo .

Em A Lenda dos Guardiões, temos um exemplo de bom trabalho feito com a clássica “jornada do herói”, onde temos Soren (voz de Jim Sturgess), posto em uma situação onde ele é a única esperança do mundo onde vive, e que terá de encontrar os Guardiões de Ga’Hoole para ajudá-lo a enfrentar “os Puros”. Ele vai conhecendo outras aves pelo caminho que o ajudaram a formar sua equipe de batalha e todos com classificações bem definidas dentro dela.

O que o futuro lhe/nos reserva
Bem, nos próximos trabalhos do cara, a maioria desses sem data pra sair e nem todos dirigidos por ele, temos (de acordo com o IMDB):

Army of Dead: filme do qual ele escreveu e produzirá, sobre um pai que quer salvar a filha que está numa Las Vegas dominadas por zumbis, acompanhados de bandidos que querem saquear a grana dos cassinos.

Heavy Metal: Adaptação da revista Cult de ficção cientifica, dirigirá uma das esquetes do filme, junto com gente do gabarito de David Fincher, Gore Verbinski , James Cameron e Riddley Scott.

Cobalt 60: outra adaptação de HQs, dessa vez uma historia underground de vingança e vigilantismo num mundo de mutações. Você pode saber mais sobre ela aqui.

The Illustrated Man: remake do filme de 1969 que junta micro-historias do escritor Ray Bradbury, criador de clássicos como As Crônicas Marcianas e Fahrenheit 451.

The Last Photograph: baseado na trama criado por Zack Snyder, fala sobre dois homens e o fotografo que os resgatou durante o Afeganistão infestado pela guerra.

Illusions-The Adventures of a Reluctant Messiah : baseado no livro de Richard Bach. Usado como metáfora pelo escritor pelo sucesso que fazia,a historia mostra dois homens que se encontram no meio do deserto e começam a discutir e relembrar o que eles fazem de suas vidas e de como as mentiras do mundo servem para nos reconfortar.Ou algo do tipo.

Superman The Man of Steel: Preciso mesmo falar alguma coisa sobre isso? Novo filme do Homem de Aço que tentará trazer o personagem de volta ao mainstream.

Bem, acabei por hoje. Meu review de Sucker Punch deve sair no começo da semana, porque no próximo CinemaScope teremos o classico filme alemão e pai de toda ficção cientifica no cinema METROPOLIS: Versão Estendida e Restaurada!

quinta-feira, 24 de março de 2011

O Deus da Guerra num Combate Mortal!


Desde que anunciaram que o personagem mais foda que a Sony já inventou, Kratos da série God of War, estaria no novo game Mortal Kombat, todos os gamers donos de um PS3 tremeram na base e vibraram por poder controlar o maluco das facas com correntes.
Eu ficava imaginando qual seria a "pegada" do personagem nesse novo game porque, tudo bem, MK é violento, Scorpion e Cia. são porradeiros mas o Fantasma de Esparta é muito mais brutal e modafocka do que qualquer um deles. Já achava, então, que o personagem estava fadado a ficar meio bunda-mole nesse jogo.
Nunca tinha ficado tão contente em estar errado.
This... is... SPARTAAAAAAA!

Teasers e screenshots já foram lançados, mas nada poderia chegar tão próximo do trailer fodão que saiu na quarta-feira (23/03) lançado pela produtora NetherRealm. Nesse vídeo é mostrado tudo sobre o gameplay do Deus da Guerra, seus golpes e combos... e cara, até o x-ray attack do cara é felomenal!
Confira comigo no replê:
.

Kratos está tão foda como em seu próprio jogo. Realmente os caras não tiraram nada das caracteristicas do personagem, nem mesmo suas armas! Hurray! Isso foi a melhor notícia de todas!
O careca mal encarado vai utilizar as armas clássicas da franquia, como o arco-e-flecha de Apollo, a cabeça da Medusa, a Espada do Olimpo e, é lógico, as Lâminas do Exílio, que estão sempre acorrentadas aos seus braços. O vídeo não mostra o Fatality do cabra, mas já valeu pelo ataque raio-X e a menção de que será possível apertar botões do tipo "Quick Time Events" para executar algum golpe especial (como nos botões que surgem no vídeo, próximo ao final do trailer).

O convidado especial de Kombate Mortal Duplo Escarpado vai aparecer somente na versão para PlayStation 3 do game, ou seja, EX-CRU-SI-VO!
As cópias novas do game virão com um código para baixar o guerreiro e provavelmente será disponibilizado para compra na loja online PS Store...
E aí? Será que vão chamar o Master Chief pra ser o personagem exclusivo da Microsoft? Hum, acho que não. Teriam que fazer ele muito "overpower" pro jogo!



Perdeu, gamer da Caixa X Trocentos e Sessenta!

Crise Final: Uma Análise - Parte 4


Na edição anterior nossos heróis foram derrotados pelas forças dos Deuses do Mal, que trouxeram o apocalipse para a Terra liberando a equação antivida – escravizando a mente humana. Nessa edição a roda das consequencias começa a girar.

Crise Final 4
Quando a esperança cai

 “Eram exatamente 17h30min. Foi quando tempo, espaço. 
Tudo se partiu.”
Ray

Kallibak, repaginado
E então a antivida é jogada na Terra, dominando a mente de humanos, transformando-os em zumbis a serviço de Darkseid. Como dito em post anterior, a forma como a equação é espalhada é uma grande critica, ou simples constatação, a dependência tecnologia de nossos tempos. Morrison ainda coloca dois outros conceitos em personagens que acho interessante: o primeiro é no filho do grande Deus maligno, Kalibak, que é repaginado como uma fera primitiva em forma de tigre, o mal/ódio é um sentimento primitivo destrutivo. O outro é o Ray como um Hermes moderno levando a sabedoria (luz) da informação, no caso o Planeta Diário como o único meio de transmissão de reportagens em um mundo onde a rede de comunicação eletrônica foi derrubada.

Ainda em questão de conceitos, o autor reaproveita muito bem algo criado sob a tutela do Greg Rucka em sua passagem pela mensal do Checkmate (01à 24). Como não acompanhei a revista não sei dizer se a idéia de uma agência global, não mais norte americana apenas, com seis torres espalhadas pelo mundo, formando um circulo (o qual me remeteu a alguma simbologia astrológica) é dessa fase ou coisa do Morrison. Contudo, o conceito muito me agrada – apesar de o próprio estar preparando algo na mesma linha com a Montoya dentro de Crise Final.


Durante esse período de agrupamento dos heróis ainda livres e espalhados pelo mundo, Alan Scott profere um discurso inspirador que me lembrou o de John Connor em Terminator Salvation. Ainda mais pela situação ser basicamente a mesma: comunicação difícil e falando para uma resistência. Além do mais, tal ato reforça o poder de liderança do primeiro Lanterna Verde e da Sociedade da Justiça, já que a trindade estava caída, além da Canário Negro em uma visão não muito explorada dela.

Ainda vemos a primeira aparição na saga dos Dez Grandiosos, heróis chineses – que depois tiveram uma minissérie fraca -, outra criação bem inspirada do Morrison. Vemos o Tatoo revelando o que é chamado por Raio Negro (no especial Submeta-se) de circuito, que por seu design se assemelha ao conhecimento expresso em desenho por Anthro em edições anteriores dado por Metron como arma contra os Deuses de Apokolips. Isto é, possivelmente um sistema conectado com o Quarto Mundo e a cura da antivida.

Nessa edição também vemos a uma referencia a causa possível de eventos de outro especial: Superman Beyonder, onde Clark Kent se aventura pelo Multiverso para salvá-lo, ajudar os monitores, e, assim, ter sua amada Lois Lane salva. Barry Allen assim que para sua corrida desenfreada ao lado de Wally logo aponta que o ataque de Darkseid também afetou o Multiverso. Para logo depois ser interrompido pelas novas Furias de Apokolips: Mulher-Maravilha, Batwoman, Mulher-Gato e Giganta. Depois de corromper uma quase Deusa (Diana), o mal vai até outros símbolos femininos heróicos e vilanescos da Terra.


Aliás, essa edição segue mostrando as conseqüências da investida maligna e da submissão da humanidade as forças externas de Darkseid. Uma frase posta por Raio Negro, agora justificado pela antivida, é de que “Liberdade é se render a Darkseid”, um paralelo, presumo, a uma grande obra da literatura mundial que aborda a questão dos governos, poder político e o papel da população nessa equação: 1984. Na obra, George Orwell coloca como uma das palavras de ordem do Partido Socialista Inglês, ou simplesmente Ingsoc, a expressão: “Liberdade é Escravidão”. Temos ou não uma semelhança?

Outras frases soltas pela obra se remetem a comparações com pensadores de nosso mundo. 


Quando vejo a situação das ruas com o caos antivida, me passa na cabeça a idéia de que Morrison, porralouca de renome, simpatizante do anarquismo (como pode-se ver bem em Os Invisíveis), mostra uma metáfora da situação de caos com a nossa sociedade e o sistema capitalista: Palavras de ordem como “trabalhar”, “consumir”, “morrer”, “julguem os outros”, “condenem os diferentes”, “explorar os mais fracos”, me remetem a colocações do considerado um dos papas do neo-anarquismo: Hakim Bey.

"O capitalismo, que afirma produzir a Ordem mediante a reprodução do desejo, de fato se origina na produção da escassez, e só pode reproduzir-se na insatisfação, na negação e na alienação.” 

A vida social capitalista, pautada no consumo, no desejo sem sentido, é caótica, sem vida, e como podemos nos livrar de todo esse vazio consumista? Barry Allen exorciza essa antivida de sua amada Iris com um simples beijo. A força da aceleração além de vencer a morte vence a não-vida ou ainda, o amor a tudo pode vencer, só com sentimentos verdadeiros as coisas tem sentido.

Depois de tudo, ainda nos sobra tempo de vermos a chegada do Shilo Norman ao Castelo (torre principal do Chequemate e da resistência) através de um tubo de explosão. Destaco ai um ponto também colocado pelo Multiverso DC: Shilo se apresentando como um salvador, um careca (Morrison) que a todos salva, assim como King Mob e os arquitetos em Sete Soldados da Vitória. Contudo, dessa vez, a salvação é derrotada pela paranóia?


Ao fim, Darkside retorna a existência no corpo do detetive Turpin e decide o destino do mundo com um polegar posto para baixo, em uma clara referencia aos imperadores romanos que decidiam com um gesto (polegar para baixo ou para cima) o destino de um derrotado em arena. Mais simbolismo sobre a situação da terra naquele momento, e porque não da própria DC, impossível – lembre-se que na época a Marvel estava batendo direto a editora em vendas, e para algo mudar era preciso vencer o vilão e mudanças acontecerem, ou pelo menos deveriam.

No próximo post: O julgamento da força de vontade; a ofensiva pos-humana e o inicio do nascimento do próximo mundo.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Kirby Super Star Deluxe


AEEEE!! Hoje tem colaborador novo aqui no "De fora..." É o Berserk X 33 que mandou uma série de posts bem legais pra gente.. já faz algum tempo, admito. Não tem saído por total vagabundagem do velho Freud aqui que vos escreve, peço penico 3 vezes por isso!! PENICO, PENICO, PENICO!!

MAS AGORA ACABOU A MOLEZA!! Vamos retomar essa coluna aqui regularmente com os posts dele e outros que já chegaram. E mande o seu post tambem!! Envie DJÁ seu texto e imagens pro "De fora da panela", através do e-mail contato@uarevaa.com.


Jogos Velhos Que Valem a Pena Lembrar:
Kirby Super Star Deluxe

Bem, como meu primeiro texto para o Uarévaa, gostaria de começar falando de um assunto que eu entendo bem.

Quem lembra do Super Nintendo? 
(A melhor pergunta seria quem jogou Super Nintendo, já que hoje em dia  pessoas acreditam que num existia video game antes do PS2)

Quem lembra de Kirby?

Então, eu estou aqui para lembrar um jogo de Super Nintendo que me faz lembrar por que eu ainda acredito que o mercado de video game esta matando os video games.

Kirby Super Star Deluxe (ou seu ÓTIMO remake pra DS Kirby Super Star Ultra) era um jogo onde você controlava o bicho rosa e glutão Kirby, que tem o poder de comer (sem sacanagem) seus inimigos e roubar os poderes deles, e pode voar enchendo o corpo de ar e balançando os braços.




(Imagens são todas da versão DS, com gráficos redesenhados. Eu ia tirar as imagens da versão SNES, mas perdi meu save)

Até ai tudo bem, um jogo normal. O que tinha de especial neste jogo era que ele vinha com 9 jogos em 1 (6 “completos” e 2 minigames e 1 modo combate). Mas o porem é que os 6 jogos completos e o modo combate tem exatamente os mesmos personagens e os mesmos controles. E isso pode parecer meio sacanagem.

Como eu vou explicar aqui, isso não é sacanagem, mas eu vou fazer um paralelo com jogos de hoje em dia.

Bem, como eu disse são 7 jogos com mesmos controles e personagens, isso soa meio preguiçoso mas na verdade ele demonstra uma diferença entre “fazer mais com o mesmo” e “fazer mais do mesmo”.

Os jogos de Kirby Super Star Deluxe se tratam de:

1-Spring Breeze

2-Gourmet Race

3-Dynablade

4-The Great Cave Offensive

5-Revenge of Meta Knight

6-Milk Way Wishes

7-Megaton Punch

8-Samurai Kirby

9-Arena





Destes jogos, de 1 a 6 são completos, 7 e 8 são minigames e 9 é o modo combate. O que diferencia estes jogos são os detalhes e como eles foram montados.

Spring Breeze:

Montado como os clássicos jogos de plataforma, nele você avança por telas, chega num chefe e passa para o próximo mundo/nível, coisa bem linear, mas um bom ponto de partida, nele você pode se acostumar com os controles, que se você apertar Start você pode ver os comandos e quando você tiver poderes absorvidos, você poderá ver seus golpes também. Nele a historia é simples, o rei Dedede roubou toda a comida do reino e você tem que recupera-la. As fases são longas e para a época ele estaria próximo de estar no patamar de jogos promocionais.

Gourmet Race:

Neste jogo, você tem que apostar corrida com o rei Dedede, e o que conseguir a melhor pontuação das 3 corridas ganha. É admitidamente um jogo curtíssimo e não passaria de um minigame em outras circunstancias, mas ele serve como o segundo jogo a ser jogado e o ajuda a pegar o jeito dos controles, e nele você vai aprender a manusear melhor o personagem e trabalhar os obstáculos.

DynaBlade:

É aqui em que os jogos começam a se aproximar de serem completos. Ainda bem curto para o padrão da época, em Dynablade, você passa por várias fases com variados cenários e nele existe um mapa e segredos, como salas e até fases secretas. Nele você tem que descobrir o que está causando os ataques da ave Dynablade. Neste você joga sem muito diferença do modelo mais padrão nos jogos de plataforma, mas é como a passagem que Super Mario Bros fez para Super Mario Bros 3. As fases são bem maiores e muito mais complexas.

The Great Cave Offensive:

Este sim é um jogo completo, garantido que você levara no mínimo uma tarde pra terminar ele sem detonados ou saber o que está fazendo, ele segue um estilo mais aventuresco, neste jogo, ele foge do estilo plataforma padrão e passa a ser um estilo aventura/exploração. Nele você vai parar dentro de uma caverna e fica preso e tem que achar outra saída.
O porem deste jogo é que pode explorar TODO o mapa do jogo, ele é todo interligado e não possui fases, assim como os jogos no estilo Zelda. O divertido deste jogo é achar os baus do tesouro escondidos e pra isso você vai ter usar tudo o que você aprendeu com os 3 jogos anteriores e aprender alguns truques novos para poder coletar todos.
Neste modo também passa ser extremamente interessante usar jogar com um parceiro, pois devido a natureza exploratória e os quebra cabeças, um player 2 passa a ser de muita ajuda. O chefe final é criativo e se você for atras dos tesouros com certeza vai levar mais que uma tarde pra bater, mesmo com detonado (a não ser que você jogue de 2, daí a coisa fica mais fácil).

Revenge of Meta Knight:

Este aqui é um dos jogos curtos, não daria um completo mas é um pouco maior que Dynablade, alias, se jogassem Dynablade e Revenge of Meta Knight num mesmo jogo com os 2 seguidos passariam como um jogo completo, incluindo o fato que Revenge of Meta Knight se passa um após Dynablade contando até com a ave gigante te ajudando. Nele você tem que parar um golpe de estado orquestrado por Meta Knight invadindo sua fortaleza voadora e parando ele.
O grande diferencial deste jogo é o fato de que em vez de os cenários e fases se passarem como se tudo que tivesse acontecendo fosse só com você, ele pega a ação e joga nos cenários, fazendo ela acontecer em volta do você, como o cenário sempre mudando porque pedaços da fortaleza explodem, soldados correm atras de vocês, e até perseguições em alta velocidade. Essa técnica era muito usada por jogos de ação como Contra 3 e Assault Suit Valken, e realmente mostra como eles davam atenção pros detalhes.
Ele mostra a evolução dos jogos de plataforma com o jeito simples e estatico de Spring Breeze, as fazes longas e complexas de Dynablade e fechando com Revenge of Meta Knight, com sua ação e dinâmica.

Milk Way Wishes:

Este é outro jogo que passaria por um jogo completo, ele não é linear e você pode completar os mundos em qualquer ordem e no final você abre o ultimo mundo.
Neste jogo você tem que achar Nova, a lendária estrela dos desejos e desejar para que o sol e a lua parem de brigar para que a noite e o dia voltem ao normal.
O diferencial deste jogo é que aqui você não pode mais absorver os poderes dos inimigos por comer, portanto você tem que achar estatuetas que contem eles, a após obter as estatuas você poderá usar este poder a hora que quiser. Nele, você tem uma mapa totalmente livre que você pode navegar e escolher entro os mundos disponíveis e completa-los para obter as estrelas necessárias para acordar Nova.
Cada mundo representa um tema e tem poderes diferentes para serem obtidos, e vale a pena usar um parceiro pra jogar neste aqui também, pois ele fica bem divertido já que os dois podem ser quem eles quiserem.
Os mundos variam de temas como as estações (com o cenário e as passagens mudando de acordo com a estação), o munda noite, onde tudo é difícil de ver, o mundo da luta onde existem várias salas recheadas de subchefes, o mundo das maquinas onde tem vários botões dos mais variados efeitos.
No mundo final você ainda passa por uma fase de tiro com a Star Chariot, e o seu parceiro pode entrar na brincadeira também, tomando um passo para os clássicos de navinha. O chefe final é muito legal também.

Megaton Punch:

Um minigame em que você tem quem é o mais forte tentando partir o planeta ao meio (isso é possível, e muito legal), acerte a potencia, mira e equilíbrio, e você dará o golpe mais forte. Legal para passar o tempo.

Samurai Kirby:

Um minigame de quem saca mais rápido. Espere o apito a aperte o botão o mais rápido o possível, é fraquinho mas vale a pena pra testar os reflexos.

Arena:

É aqui que o jogo brilha, você começa numa sala com todos os poderes disponíveis, é só você escolher qualquer um e pular na estrela, eu pessoalmente recomento jogar com um parceiro, pois a maquina só vai te atrapalhar.
Este modo funciona como um boss rush cooperativo, nele você tem que enfrentar todos os chefes do jogo em ordem aleatória até chegar ao chefe final de Milk Way Wishes, que sempre vem por ultimo.
É o modo mais divertido do jogo e suas habilidades serão colocadas a teste pois a vida é limitada e perder significa começar do começo de novo.

Agora, falando do remake que eu citei la em cima, ele tem alguns jogos extras que valem a pena jogar, como Revenge of the King, Meta Knight Ultra, Helper to Hero e The True Arena. Também possui alguns minigames mas me enjoei rápido deles.

Revenge of the King:

Continuação direta de Spring Breeze, se passa logo apés a derrota de Dedede onde ele pode revanche e você tem que lutar contra uma horda de inimigos novos para alcança-lo. Se colocassem Spring Breeze a este seguidos também dariam um ótimo jogo completo para bater numa tarde. Segue o mesmo estilo do spring breeze só que com uma dificuldade maior e com fases mais completas. Alias, agora ele tem uma fase de tiro, que é muito legal.

Meta Knight Ultra:

Neste jogo que é completo e bem longo, você tem que por todas as fazes do jogo todo usando o Meta Knight, vale a pena tentar bater tudo de uma só vez, mas é muito difícil, principalmente porque Meta Knight é bem mais rápido e difícil de controlar. Nele as fases são todas dispostas linearmente e não pode ser alterada a ordem que se pode completa-las, alias, ele só salva em que jogo você parou, então eu recomendo em não parar de jogar perto depois que você passou a metade de The Great Cave Offensive e Milk Way Wishes, senão vai ter perdido bastante tempo.

Helper to Hero:

Similar a Arena, só que desta vez você controla só os helpers, e como poderão notar, não é nada igual jogar com os helpers, já que eles tem física completamente diferente do Kirby, a são particularmente melhores do que ele em certos aspectos. É o modo em que eu passo mais tempo jogando.

The True Arena:

Uma versão hard da arena onde todos os novos chefes são colocados para serem enfrentados e um chefe novo aparece no final, que é fodíssimo de bater.

Agora, vocês devem estar se perguntando porque eu citei que faria um paralelo com este jogo e os jogos de hoje em dia, bem, aqui vai o meu ponto:

Eu jogava este jogo desde de criança, eu conheço ele com a palma da minha mão, e notei que as diferenças entre os jogos eram coisas que se via entre sequencias de um jogo de uma mesma franquia pra outro. Alguns até chegavam a ter mudanças que pertenciam ao patamar de jogos de franquias diferentes. E isto num mesmo cartucho, com as mesmas mecânicas básicas, os mesmos personagens e sprites. Todos os jogos dentro do jogo soavam mais como uma compilação do que um único jogo. E isso é muito mais do que posso dizer de jogos de hoje em dia.

Pegue como exemplo God of War, Dante's Inferno e Castlevania: Lord of Shadow. Eles são 3 jogos de franquias diferentes, com personagens diferentes, temas diferentes, estilos de arte diferentes, locações diferentes e historias diferentes. Mas veja só, jogue eles seguidos, nem precisa bater o jogo, passe por uns 2 chefes em cada jogo, você notou algo em comum? Eles  jogam completamente iguais, sentem completamente iguais (O lord of shadow sente como bosta mas ainda assim sente god of war). Desde e o sistema de batalha, os inimigos, os estilos de luta, os chefes e seus dispensáveis quicktime commands, tudo igual até a ultima ponta. E isso que foram produzidos por empresas diferentes em datas diferentes.

Eu não quero tirar o mérito de God of War que é uma ótima franquia, e Dante's Inferno que é um ótimo jogo também, mas graças ao horrivel Lord of Shadow se tem prova de que isso deve parar. Como se consegue fazer 3 jogos totalmente diferentes que jogam completamente iguais hoje em dia que temos 5 vezes mais poder do que a maquina que nos deu Kirby Super Star Deluxe? Isso se aplica também aos vários FPS de hoje em dia. Qual o problema com as pessoas? Antigamente vender um jogo igual a outro que você já tinha fazia você se questionar: Por que comprar algo igual a outro jogo que eu já tenho, se eu poderia estar comprando um diferente? Hoje em dia é praticamente o reverso. Quando se tem originalidade ela é exaltada e simplesmente some em seguida, já cópias de jogos que todo mundo já jogou continuam aparecendo e batendo recordes de venda. Isso tem que parar.