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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Jackpot #4


Criança já faz cada merda... Agora imagine se for um moleque gigante?


Clique nas imagens pra ampliar! 

Jackpot #4



Extras


Charlie




Confira as tiras anteriores: #1 - #2 - #3


Conheça também os endereços oficiais do projeto:



Pequenos Heróis

UARÉVIEW
por Freud

Mais que uma homenagem aos heróis da infância, uma homenagem à própria infância, que leva a uma agradável volta ao passado.


Quem nos acompanha há algum tempo deve lembrar que já falei dessa hq algumas vezes, quando ainda estava pra sair (AQUI e AQUI) e quando finalmente a adquiri, na Rio Comicon 2010.


Concebida, roteirizada e editada por Estevão Ribeiro (e co-editada por Mário César) essa coleção de oito histórias curtas homenageia os super heróis da DC Comics ao usá-los como inspiração e referência nas aventuras cotidianas de crianças normais, os pequenos heróis do título.


Sim, crianças normais. Nada de super poderes ou origens mirabolantes, e é dai que vem a tal "volta ao passado" pois todo mundo já viveu situações que lembrem algumas das mostradas e isso cria uma identificação emocional com a obra. Situações tão heroicas quanto praticamente qualquer criança pode viver e não menos grandiosas que os feitos dos super heróis clássicos.


O talentoso time de artistas escalado é outra grande qualidade do livro: a diversidade de estilos é muito legal de acompanhar e todos mandam bem: o próprio co-editor Mário César, Raphael Salimena, Jaum, Emerson Lopes, Ric Milk, Dandi, Vítor Cafaggi, Leo Finocchi, Fernanda Chiella e Davi Calil (o capista do livro).


As formas encontradas pelo Emerson pra homenagear Super-Homem, Batman, Mulher-Maravilha, Lanterna Verde, Aquaman, Flash, Caçador de Marte e Canário Negro em situações cotidianas e a inclusão de valores, características e referências desses heróis nas histórias são muito criativas. Gostei de todas, mas principalmente das três primeiras:

- Superbro, que mostra um irmão herói e é realmente lotada de várias referências legais ao Super Homem.

- Lanterna, a melhor adaptação de um super poder feita no livro.

- O pequeno rei do fundo do mar, uma viagem visual que termina de forma criativa e descontraída.


Deixei pro fim dessa resenha citar uma das características mais marcantes da obra: a ausência de diálogos. Toda a narrativa é feita sem um balão escrito sequer e isso, além de tornar a hq universal para divulgação fora do Brasil, a torna universal principalmente para as crianças, o que é uma ótima sacada. Não é a toa que faturou o último Troféu HQ Mix de Melhor Publicação Infanto-Juvenil!


E, de quebra, isso me proporcionou o inesquecível prazer de compartilhar sua leitura com um garotinho de 4 anos, que nem sabia ler, os olhos mais vidrados que os do pai, acompanhando página a página as aventuras de crianças como ele.


CLARO que a nota é 10!

Pequenos Heróis
Editora: Devir
Formato: 16,0 cm × 23 cm
Estrutura: 104 páginas colorido em papel off-set 90 g/m²
Capa: Cartão 250 g/m², laminação brilhante
Preço: R$ 29,90

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Momento Uarévaa

Oooolha só! Eu escrevendo matéria fora do meu dia habitual! (quero meu pagamento em notas baixas e não marcadas ok?) Então minha gente, eu tava ali fuçando na net e parei no youtube.

Ai já viu né...achei uma coisa sensacional de legal.




Cara, nós do mundo nerd SEMPRE admiramos quem desenha pra caralho, aquele amigo de escola que ficava detonando os cadernos com ilustrações de heróis ou faziam na lousa mesmo, até mesmo o Guilherme Balbi (JackPot), Leo Gonçalves, Leo Finocchi, o Vini e Moura que tbm mandam bem nas ilustrações, desenhar não é para qualquer pessoa, digo desenhar fodidamente bem!

Todo mundo desenha toscamente ou faz lá algumas coisas com sombras e luzes, o que já da um baita efeito legal...mas eu queria aqui mostrar um artista que faz isso ai com Sal.

Sal...de cozinha mesmo.



Vápraputaqueopariu!!



Vápraputaqueopariu (2)



Vápraputaqueopariu (3)



Parei… nunca mais um sal vai ser o mesmo pra mim O_O

Aliais, vocês desenham? Rabiscam? Tem vídeos na Net? Tem matéria sua ai?
Manda pro Uarévaa meo, isso aqui não é a casa da mãe Joana, mas moramos do lado dela!

contato@uarevaa.com

Duende Amarelo

Two and a Half Men – 09×01 – Nice to Meet You, Walden Schmidt


E finalmente temos a season premiere da nona temporada de Two and a Half.

E como será que foi a estréia de Ashton Kutcher na série?


TEM SPOILERS.




Charlie Harper está morto. O episodio começa com Alan discursando em seu enterro. Ou melhor, começa com um close da roupa clássica de Charlie pendurada sobre um caixão e uma risada. Prova da raiva que Chuck Lorre vai derramar sobre o ex-protagonista e desafeto por todo o episodio.


A cena é divertidíssima e cheia do humor negro que o programa está acostumado. Eles reuniram boa parte dos personagens que já apareceram no programa, incluindo uma serie de ex-namoradas de Charlie para o funeral. Essas ficaram encarregadas das piadinhas sacanas durante toda a cena, seguido de um inflamado sermão de Evelyn e finalizando a cena, um revelador discurso de Rose sobre os últimos dias de Charlie. Ficou meio obvio que foi ela que mandou ele pro mundo dos pés juntos, né não?

Depois da vinheta, temos a família toda reunida na mansão Harper. Os coadjuvantes têm pouquíssimo espaço na cena, que fica quase toda na mão de Jon Cryer – o novo protagonista. Jake se resume a flatular na cena, Herb (sempre ótimo) a alguns comentários aleatórios, Evelyn a explicar a situação atual da casa de Charlie, Bertha as piadas sobre seu trabalho desleixado e Judith figura.

Uma das coisas que mais esperava nesse episodio eram as participações especiais. Evelyn recebe na casa apenas John Stamos, de “Full House”, que traz mais uma piadinha para sacanear Charlie, numa aparição de segundos; e logo depois Jenna Elfman e Thomas Gibson revisitam o casal “Dharma e Greg”, valendo apenas pela curiosidade de vê-los juntos. A piada que apresentam é bem fraquinha e não justifica a cena.


Um desperdício de algo que poderia ter sido sensacional.

Jon Cryer manda bem na cena que protagoniza sozinho, conversando com o irmão, agora transformado em cinzas em uma urna de crematório. Aqui temos uma serie de pequenas piadas, mas ao mesmo tempo uma pequena e breve, aparentemente sincera, homenagem ao relacionamento entre os dois irmãos, que não pôde ter essa conclusão. Pareceu-me uma honesta despedida de Jon Cryer a Charlie Sheen.


Por mais que a bronca entre Lorre e Sheen exista, deve-se pensar que o criador da serie aqui conseguiu separar personagem e interprete. Mesmo que Charlie Sheen tenha sido um escroto, ele devia essa homenagem ao personagem Charlie Harper e seu relacionamento conturbado com o irmão Alan.

A cena é interrompida pela chegada de Kutcher. Estamos na metade do episodio.

Aqui, caído saído do nada, surge Walden Schmidt. Um bilionário que tentava se matar na praia por ter sido abandonado pela mulher. Alan se compadece do jovem, ainda mais quando descobre que ele é rico bagaraio. Kutcher apresenta uma interpretação meio contida, de um cara tímido e aparentemente, retraída. Mas não precisamos de muitos minutos de cena para que o novo protagonista fique desnecessariamente pelado em cena, e uma piada sobre o tamanho exacerbado dos documentos do mesmo seja feita por Alan.

Carlos Lombardi e Marcos Pasquim mandam lembranças a Chuck Lorre.


Alan e Walden saem para beber, e logo conhecem duas garotas. Alan serve de mentor para Walden, mas obviamente não precisa mais do que um episodio para que o pupilo supere o mestre e Walden acabe assumindo sua persona Charlie e leve as duas pra cama, deixando Alan pra escanteio.

Walden então decide comprar a casa e se torna amigão de Alan, em mais uma desnecessária cena dele peladão pela casa. A piada final com Jake e Judith flagrando Walden nu abraçado em Alan é engraçada pra caramba.


O que eu achei.

Uma coisa ficou obvia: Walden vai ser um Charlie genérico, só que um que gosta do Alan. Ashton, pelo menos nessa atuação contida e mecânica, fica muito aquém do carisma de Sheen. E do próprio Jon Cryer, que leva as cenas nas costas.

Impressionante como os escritores não sabem o que fazer com o Jake. Meu, a participação do garoto se resumiu a peidar!

Resumidamente, vai ser apenas mais do mesmo. Alan vai continuar não comendo ninguém, se sentindo inferior ao novo co-protagonista (as piadas sobre tamanho de pênis deixam isso bem claro) e Walden vai virar um Charlie Harper amador em alguns poucos episódios. Não vejo muito, dessa forma, para onde o programa pode ir. Até mesmo porque alguns personagens, como a Rose, perdem totalmente o sentido de ser sem o antigo personagem.

Walden convidar Alan e Jake para morar com ele me parece um tanto forçado, digno de coisas como Malhação.

Enfim, o episodio foi legal graças a uma coisa: Jon Cryer. Ele sim deve ser alçado ao papel de protagonista. Mas parece obvio que vão manter a mesma dinâmica de antes.

Mas... Manter a mesma dinâmica Alan/Charlie, sem o Charlie?


Vamos ver o que acontece.

Até o próximo episodio.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

A História da EC Comics - Ascenção

"O jazigo do terror está prestes a abrir"




Tema Macabro




Não dá para falar de quadrinhos de terror hoje em dia sem lembrar da editora que basicamente "criou" o terror em quadrinhos na América e que foi influência para todas as gerações que se seguiram, a EC Comics. Referência não só nos quadrinhos, mas também em outras mídias, tendo inspirado uma serie de filmes, séries de TV até músicas até os dias de hoje. A partir do post de hoje, você vai conhecer um pouco sobre a história desta que é uma das editoras americanas mais influentes (artisticamente falando) que já surgiram.

Tudo começou quando a All-American Publications (responsável pela criação de personagens conhecidos como o Flash original, o Lanterna Verde, Gavião Negro, Mulher Maravilha, entre outros) se fundiu com outras duas editoras para formar a DC Comics em 1944. Max Gaynes, que fora editor da All-American Publications, após esta fusão continuou com os direitos da HQ Picture Stories from the Bible, e então iniciou uma nova empresa com o objetivo de vender quadrinhos sobre ciência, história e a bíblia para escolas e igrejas. Nascia assim a Educational Comics (Quadrinhos Educacionais, em inglês).

Mas a tragédia logo acometeria Max que, em 1947 morreria em um acidente de barco. O filho de Gaines, Willian, na época fazia parte da United States Army Air Corps (precursora da Força Aérea Americana) e, só voltou para sua cidade natal para terminar os estudos, onde pretendia lecionar química. Acabou assumindo os negócios da família em 1949 e 1950, quando começou a introduzir diversas séries em quadrinhos que fugiam um pouco (alguns completamente) do objetivo original da empresa, tendo foco no terror, suspense, sátira, ficção científica, militar e criminal.

Com a ajuda dos editores Al Feldstein and Harvey Kurtzman, a editora se beneficiou com os artistas que eram designados por eles para as histórias (tendo nomes como Frank Frazetta e Wally Wood), escritas geralmente pela dupla de editoras, sendo mais adiante auxiliados por outros roteiristas, entre eles, Otto Binder (que é bastante conhecido pelo seu trabalho na Fawcett Comics com o Capitão Marvel, mas que escreveu outros personagens conhecidos em seus primórdios, como Tocha Humana original, Namor e Capitão América, além de ter trabalhado também nos títulos do Superman para a DC). E assim, a Educational Comics deixou o "Educational" do nome, que foi substituído por "Entertainment", nascendo assim a EC Comics como a conhecemos.

A editora possui muitos méritos em sua criação. Foi a primeira editora a ter uma relacionamento mais direto com seus leitores através de cartas ao editor e sua organização de fãs. Além disso, foi uma pioneira em promover seus artistas como indivíduos, creditando-os nas histórias e incentivando os mesmos a assinarem seus trabalhos para a editora, encorajando-os a desenvolver seus próprios estilos de desenho. Até então era uma prática comum na indústria de quadrinhos ocultar os créditos da maioria dos artistas (com exceção de alguns específicos, como Bob Kane e a dupla Jack Kirby-Joe Simon).
Curiosidades:
- Max Gaines foi um dos pioneiros do format comic book, tendo feito parte da gênese dos quadrinhos americanos com Famous Fannies: A Carnival of Comics, que é considerada pelos historiadores como a primeira HQ americana;
Harvey Kurtzman, um dos editores da EC é mais conhecido por ter sido o criador da revista MAD (que existe até hoje).

Na próxima Madrugada:
Continuamos a conhecer um pouco mais da EC Comics e seus títulos mais famosos em A história da EC Comics – Auge.

domingo, 18 de setembro de 2011

Batman Arkham City ganha soundtrack!


Tem muita gente que curte trilhas sonoras de videogames, mas nunca foi muito comum fazer alarde sobre o lançamento de uma! Tirando algumas grandes franquias, as trilhas não eram antigamente muito elaboradas, no quesito marketing e divulgação, mas parece que depois que o Grammy resolveu premiar uma delas, as desenvolvedoras começaram a abrir os olhos para isso.

 
Na semana passada a Warner Bros Interactive Entertainment, a Watertower Music e a DC Entertainment anunciaram a trilha sonora de Batman: Arkham City, a altamente esperada sequência do game do herói lançada em 2009, Batman: Arkham Asylum. Ela será lançada em 4 de outubro deste ano, apenas duas semanas antes do lançamento norte-americano do jogo.
 

Batman: Arkham City apresenta músicas com uma grande variedade de artistas cujas obras são inspiradas no jogo ou na vida do Batman em geral. A lista de artistas inclui poucas bandas conhecidas, ou melhor dizendo, ilustres desconhecidas como: Panic! At The Disco, Coheed and Cambria e The Raveonettes.

Mas o interessante é que, pelo menos boa parte, se não todos esses artistas, tem alguma ligação com os quadrinhos. Claudio Sanchez do Coheed and Cambria, por exemplo, teve algumas participações no mundo dos quadrinhos escrevendo histórias como The Armory Wars, Kill Audio e Key of Z que está em produção. Já Scott Ian (guitarrista do Anthrax e do The Damned Things) colaborou várias vezes com o artista Sam Keith, principalmente nas histórias do Lobo da DC.
No álbum a ser lançado teremos punk, metal, industrial, rock, etc.

Bom, eu espero que seja algo melhor que a trilha sonora do filme Batman Forever que tinha lá suas músicas legais, mas ficou muito restrito ao popizinho da época e daquela música grudenta do Seal (Pra quem não se lembra um parente distante do Duas Caras).
Olha só a lista de músicas que estarão no jogo:

1. Panic! At The Disco – Mercenary
2. Coheed and Cambria
– Deranged
3. The Duke Spirit
– Creature
4. Black Rebel Motorcycle Club
– Shadow On The Run
5. Blaqk Audio
– Afterdark
6. The Raveonettes
– Oh, Stranger
7. (Crosses)
– The Years
8. The Damned Things
– Trophy Widow
9. Daughtry
– Drown In You
10. The Boxer Rebellion
– Losing You
11. Serj Tankian
– Total Paranoia
12. A Place to Bury Strangers
– In The Shadow (*Faixa Bonus da Edição de Colecionador)

Por esse video dá pra sacar que vem coisa boa por aí:



A cópia digital estará na edição de colecionador do jogo que será lançado em 18 de outubro. A edição padrão do jogo também será lançado para Xbox 360, Playstation 3 e PC.




#Fica a dica: Se você é um desses gamers que curte uma boa trilha sonora, neste site aqui você pode baixar todos os sons do seu game preferido.

PalhetadA

Gin Blossoms!

Quem?

É jogo rápido pra você lembrar, garanto!!

Clicaê.







Lembraaaaram né?

Banda americana formada no Arizona que gravou esse som simpático de se ouvir e matar a saudade dos seus 16 anos...essa música foi a responsável por fazer a banda entrar nas programações de rádio dos EUA e até deu uma bela aparecida na extinta “89 a rádio Rock” aqui de São Paulo...Ah e claro, entraram para o hall de “Bandas de uma música só” acabou. =D


Viu? Rapidão só por isso vou deixar um presente aqui pra vocês




































































PS: Isso vai me custar alguns belos tapas..rs

Let´s Rock!

Duende Amarelo

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Podcast Uarévaa #62 - Personagens Favoritos da Infância


"ENQUANTO ISSO,
NA SALA DE JUSTIÇA..."

Zenon e Al Lock (também conhecido como Alex Matos, ou Ser Supremo) conversam com Guilherme BalbiRobson Reis e Camila Téo sobre seus personagens favoritos da infância e uma porrada de outros assuntos desconexos.

E não, hoje não tem Momento Uarévaa (grandes merda também...).





(Clique na imagem com o botão direito do mouse
e depois em "Salvar link como..")


Clica ai pra assinar o RSS e passar a receber
o Podcast Uarévaa "tomáticamente"!!



E tamo até no iTunes, rapá!!!




VISITE!

- Blog do Guilherme Balbi: clique AQUI

- Cara da Macaco, o blog do Robson Reis: clique AQUI

- Do alto do salto, blog da Camila Téo: clique AQUI



Comente ai no post ou mande seu e-mail (contato@uarevaa.com) com críticas, elogios, sugestões, cagações de regra e tudo mais sobre nosso podcast.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Jackpot #3


Será que algum dia o Google vai ser assim?


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Jackpot #3



Extras


Capitão Toby Colo



Confira as tiras anteriores: #1 - #2


Conheça também os endereços oficiais do projeto:




quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Rabisqueira Uarévaa #4


Olha aí, minha gente! Mais um Rabisqueira no ar.
Dessa vez, o nosso bom velhinho (não, o Papai Noel não entrou pro Uarévaa) é a bola da vez nesse reboot uareviano...
E não é que o cara ficou estiloso?
Clica aê pra ver.

Um cara à frente de seu tempo (ou seria atrás do tempo de qualquer um?), Freud é aquele velhinho alemão da abertura do podcast e que está sempre controlando as ações do grupo.
Recentemente assumiu a aparência steampunk só pra ficar mais maneiro junto aos seus companheiros!


Freud é um viajante do tempo cuja memória foi afetada pelos saltos temporais, por isso ele pouco lembra de suas origens. Às vezes mostra ter conhecimentos do passado ou do futuro mas nunca lembra direito como ou quando soube disso.
Só o que ele sabe é que nada sabe, mas às vezes consegue explicar algumas coisas...(NOT!)
Ele pode até ser o verdadeiro Sigmund Freud! Mas por ser um sequelado graças às viagens temporais, pode ser qualquer um. Dizem até que ele sofre de múltiplas personalidades! Taí a explicação dele falar um carioquês arrastado e torcer pro Vasco!!!

Essa é sua história, ou pelo menos, é isso o que ele pensa que é. O mais provável é que seja apenas um velho delirante e com alzheimer.   



A Galeria Rabisqueira Uarévaa é um grande besteira inventada por desocupados que busca divulgar desenhos medonhos de artistas manetas, que por acaso são leitores deste blog. Se você é um desses desenhistas sem talento, faça um desenho da galera do Uarévaa e mande para contato@uarevaa.com