Ninguém curte ir ao dentista, né? Aquele motorzinho maldito roçando nos dentes, além de dar um nervoso do caramba na gente, é sinônimo de um baita dor a caminho.
Mas ir ao dentista tambem pode proporcionar inesperadas e interessantes experiências de vida...
... que dirá o, agora mundialmente famoso, garoto David, que ficou chapadão sob efeito de anestesia depois de extrair um dente.
E não foi só ele!! Veja Chad Vader, o irmão mais novo de Darth Vader, passando pela mesma situação!!
Ok, ok, eu sei que tudo isso ai já ta manjadão, mas o post foi pro caso de alguém por aqui ainda não conhecer.
Simplicidade, bons desenhos, linguagem cinematográfica, bom humor e uma história de tirar o fôlego do inicio ao fim, daquelas que lhe prendem a cada passada de página. Assim é Eu morro á meia noite de Kyle Baker [não confunda com Clive Barker, criador de Hellraiser], escritor e desenhista da elogiada fase do Homem-Borracha [nem adianta dar alô a Panini que eles não têm nem humor, infelizmente]. Na história estamos na virada de 1999 para 2000, e temos toda a paranóia sobre o Bug do Milênio. Para Larry, definitivamente tudo estava para chegar ao fim mesmo, isso depois de ser abandonado pela namorada e tomar comprimidos para ter sucesso em um suicídio. Tudo ia “bem”: comprimidos tomados, carta suicida feita, então, de repente, o motivo do ato de morte bate na porta e se diz arrependida. A partir daí, o personagem passa por toda uma odisséia para conseguir não morrer. Tenta cuspir os comprimidos, mas não tem sucesso por conta de vários imprevistos, consegue auxilio por telefone de uma médica que lhe diz que se não vomitar o remédio até a meia-noite não teria mais volta. A corrida contra o tempo começa, saindo pelas ruas de Nova York, tentativa de assassinato no metrô, torta de uma “vôzinha”, explosões e atos heróicos. Uma história de amor bem estranha, mas por isso mesmo muito interessante.
O roteiro de Baker prende realmente o leitor, em alguns momentos vemos a narrativa como um roteiro técnico feito para o desenhista ou mesmo como se fosse um livro. Uma outra curiosidade é a falta de balões [os diálogos e recordatórios são em legendas, como nos quadrinhos antigos], o desenho em si é simplesmente fabuloso. O estilo é o já consagrado do autor: puxado para a animação infantil. A cada reviravolta da trama a tensão (colocada também na disposição de imagens e texto) vai aumentando, e a vontade de se ver a história animada na “tela grande” também. Particularmente, gosto de one-shots (histórias fechadas), acho que influenciado pelo costume de assistir curtas metragens, ver uma situação direta, com inicio, meio e fim (diferente da maioria das revistas periódicas da atualidade). Como diria um conhecido meu roteirista de cinema: “história curta é a piada pronta, aquela que é simples, direta, mas mesmo assim não é simplória, traz suas surpresas de uma forma interessante”.
Essa HQ faz parte de um projeto Vertigo chamado V2K, que relata contos da virada do milênio, outra série relacionada a este projeto é 4 Horsemen, com os quatro cavaleiros modernos do Apocalipse. Além destes dois, existem Brave Old World (Admirável Mundo Velho) que conta uma história em que, em vez do ano virar para 2000, o tempo volta para 1900. E a outra é Pulp Fantastic, do lendário Howard Chaykin ao lado de David Tischman (que já roteirizou Cable) e desenhos de Rich Burchett, numa história surreal de um planeta comandado por fanáticos religiosos. Boas inovações nesse mundo já desgastado dos quadrinhos americanos. Como, infelizmente, mais uma vez a Vertigo no Brasil perdeu sua casa, acredito que tão cedo veremos essa obra prima nas bancas por aí. Mas, assim que puderem leiam ela, e vejam como idéias que aparentemente são simplórias, se bem tratadas podem se tornar algo de alta qualidade.
Zenon flagrado enquanto escrevia o DublagenZ da semana
Aloha! Mais um DublagenZ no ar e hoje vou apresentar a vocês um clássico da dublagem internética!!! Me refiro ao impagável " O Destino de Miguel ". Na dublagem pariticipam nomes conhecidos como Lázaro Ramos, Wagner Moura, Lúcio Mauro Filho, - olhem só - Igor Cavalera e Derrick Green do SEPULTURA e até o SIDNEY MAGAL, minha gente!!!!! Imperdível. Clicae!
As cenas usadas foram do filme "Shakespeare Apaixonado". Apesar do vídeo ser um pouco longo (aproximadamente 22 minutos), vale a pena!
Má oe! Como vão? Nessa sexta o USPalmito fala sobre a GDC 09, o evento do momento (rimou \o/). Sim, tenho ido até San Francisco, assistido todas as conferências e voltado antes do Big Brother, todos os dias. Vamos lá ver o que as celebridades nerds têm pra mostrar?
Antes de mais nada, a Game Developers Conference (GDC) é a maior convenção para desenvolvedores de jogos do mundo. O evento consiste não só em conferências e palestras burocráticas, mas também em mesas redondas, tutoriais dinâmicos, e cumpre seu papel de ''feira anual" trazendo duas importantíssimas premiações pra indústria: o Independent Games Festival (premiando diversos criadores independentes) e o Game Developers Choice Awards (os caras que fazem indicando as suas preferências), além de contar com inúmeras revelações e lançamentos.
Como é de desenvolvedores pra desenvolvedores, e não exatamente pasteurizado para a mídia de massa, o volume de informações é massivo. Mas dessa vez vou tentar ser breve, juro. :]. Então, ready, set, go! porque as novidades não são poucas... temos inovações de hardware, novas engines, novos jogos e, pra começar, um produto que vai dar nó na cabeça de muita gente...
OnLive ? Esse é um serviço online multimídia, com uma mecânica parecida com a do Joost, só que em vez de canais de HDTV, vc compra e joga HDgames direto no seu PC ou MAC, em streaming. E sim, os títulos multi-plataformas da nova geração, sendo que estúdios de grande-porte como a EA e Ubisoft já assinaram contrato de 'portabilidade'.
Entre outros suportes, você pode jogar demos e ver outras pessoas jogarem (caso queira escolher melhor antes de mexer no bolso), e algumas adições à mecânica de multiplayer online.
Ok, mas tipo... What.The.Fuck?. Não sei dizer ao certo o que isso significa, muito menos como vai funcionar exatamente. Só sei que não é a morte dos consoles, mas também não é uma idéia de jerico. Pra quem 'habla inglês', assista o vídeo e entenda um pouco mais:
CryEngine 3 agora em consoles Engines são os corações dos jogos. Em termos leigos, elas são as responsáveis por juntar todos os objetos, personagens e cenários e fazer tudo funcionar em um mundo virtual, aplicando física e todas as propriedades. As produtoras mais invocadas, criam e licenciam engines pra facilitarem as próprias vidas. Você já deve ter ouvido falar em Unreal Engine (originada no Unreal Tournament), Euphoria (GTA), ou na suprema CryEngine da Crytek, que só rodava em PCs de alto processamento... até agora. Ela foi adaptada pra arquitetura dos consoles de última geração, e sem perder muito. Dêem uma olhada na demonstração exclusiva para o GDC:
CoD: Modern Warfare 2 E lá vai a máquina do hype! Gamers do mundo inteiro já falavam desse jogo muito antes dele sequer ser anunciado, mas até então, nunca se viu nada. Depois de CoD 4: Modern Warfare, a franquia Call of Duty virou peso pesadíssimo, referência pra FPSs, e a Activision parece saber tirar proveito disso. Não duvido que daqui pra frente CoD vire um projeto anual, sendo que só em 2008 vimos dois títulos (o Modern Warfare, e o World at War). Confiram o primeiríssimo teaser lançado na GDC:
Postal III Hah! Esse jogo surreal de escroto, marcou minha adolescência. Nos juntávamos só pra beber e dar risada das imoralidades do Postal I. Nunca foi um título pra se levar a sério, e me surpreende o fato de a terceira edição dar as caras em uma feira tão conceituada. Vejam o trailer:
NintendoNews! Entre as conferências mais cheias estava o Keynote anual da Nintendo. Eles não lançaram muita coisa em 2008, mas vêm pra arrebentar em 2009. Temos um novo Zelda e um novo Pokémon pra DS (daqueles viciantes), Punch-out (talvez o jogo mais bonito do Wii), Wii Music e atualizações pro Wii Fit. Novidades de hardware como melhorias no serviço online do Wii, e maior integração com o DS, também constam. Abrindo a apresentação rolou um vídeo, confiram:
Tornando possível o impossível? Maluco dos Games Sólidos (MGS) Pois é, Hideo Kojima, o Michael Jackson dos criadores de games, tão freak e ausente quanto gênio, deu as caras na GDC em nome da Kojima Productions pra fazer uma palestra com esse tema bizarro. Só a aparição pública do Mestre Metal Gear já é um acontecimento, e praticamente a feira inteira se deslocou pro pavilhão de convenções pra ver o que o cabra tinha pra falar.
Afirmando que 90% do considerado impossível em termos de desenvolvimento é completamente alcançável, ele mais fala das suas superações pessoais do que elaboradas teorias ou técnicas que vão ajudar alguém. Mas mesmo com isso, e com a sua pouca eloqüência, é muito válido ouvir o que ele tem a dizer, e de lambuja ele mesmo cria rumores sobre um próximo Metal Gear (projeto que, segundo ele, não se envolveria). Ele usou muitas imagens do Raiden, o que alimenta mais ainda rumores espalhados por aí, de que o Ninja meio cyborg, meio humano seria o próximo protagonista da série, já que Solid Snake está com artrite e indícios de Alzheimer. Quem quiser ver na íntegra a palestra e ver uma entrevista 'excrusiva', é só acessar o site do nosso fornecedor oficial GameTrailers. :]
E o que mais?
Agora, em tópicos, o que mais rolou na GDC 2009.
• Ninja Gaiden Sigma 2 adaptado para o Playstation 3. • Um novo Ratchet & Clank (A Crack In Time) está sendo produzido. • Um remake de Space Invaders, chamado Extreme, para a Xbox Live Arcade. • Mais um jogo de PS3, Noby Noby Boy indo para o iPhone. • Jumpgate Evolution, um novo e promissor MMO espacial. • Zeno Clash, um game pra PC de 'soco' em primeira pessoa (?) • Um Dinasty Warriors pra PSP. • Conteúdos extra pra download (DLC) para Fable 2, Gears of War 2, Pixel Junk Eden, e Fallout 3. • R.U.S.E, um jogo de estratégia da Ubisoft que promete ser revolucionário como o Endwar (também da Ubi), agora implementando mesas de touch-screen como interface. • Além da CryEngine, foi anunciada a Phyre Engine. A ferramenta por trás do estonteante 'Flower' agora vai ser comercializada.
Inúmeros vídeos de games em desenvolvimento foram mostrados pelos produtores, alguns mais valiosos que outros. Então, pra finalizar, filmagens vazadas de dois dos jogos mais esperados pelos nerds. A qualidade é total bunda, mas são legítimos.
Confiram o gameplay de Batman Arkhan Asylum e de God of War III, e bom fim de semana :]
Metal Gear Batman: Solid Wayne (qualidade ok)
God of War III (filmagem amadora, mas é o Kratos porra!)
Boa noite senhoras e senhores. Está começando mais um Freud Explica. Atendendo às reclamações das leitoras de que os produtos da linha de brinquedos Freud só tinham "hominhos", anuncio o mais novo lançamento: O Tickle Me Freud!!
Agora sim todas vão poder matar essa vontade de me agarrar, me apertar e me chamar de seu, afinal, como todas sabem, o original está indisponível no mercado por ser casado, fiel e pai de família. E não é só!! Ele ri se voce fizer cosquinhas no pézinho dele!! TIII LINDUUUU!!!
"OHHHH!! Não diga!!!"
Digo sim, corra até a loja mais próxima e agarre o seu. Meu saldo negativo agradeçe.
Merchan feito, vamos às perguntas de hoje. Pergunta de Moura: Por que a calça a gente bota e a bota, a gente calça? Moura, não se esqueça também que a bota, a gente descalça e o que se desbota, é calça. Na verdade a calça se veste por ser uma vestimenta, a bota se calça por ser um calçado e botar, a pessoa pode botar o que quiser nela mesma, seja a calça, a bota, a cueca, a calcinha, o/a _____________ (complete com o substantivo que mais lhe agradar), etc...
Pergunta de Skrull da Terra 13: Como as baleias e golfinhos fazem para dormir e não afundar até o fundo (?!) do oceano? Está querendo descobrir se deve ou não se transmutar em golfinho, skrull safado? Tá querendo dar uma de “Ele, o boto” e catar umas filhas de pescadores? Ok, vamo lá. Baleias e golfinhos, como a Tia Teteca deve ter ensinado a qualquer um de vocês nas aulinhas de ciências, são mamíferos como nós, com sangue quente, estrutura óssea e tudo mais. Porem, por viverem no mar, tem uma respiração diferente: não respiram involuntariamente, precisam decidir quando vão respirar e subir à superfície para isso. Se não subirem pra respirar depois de um tempo, babau. Então como evitar que o cochilo demore mais do que o esperado, estejam longe da superfície e não dê tempo de submergir? Simples, não dormindo!! É isso ai, baleias e golfinhos conseguem “desligar” metade do cérebro, enquanto a outra permanece consciente para realizar funções “básicas”, revezando o sono dessas “metades” para ter o descanso necessário.
Perguntas de Rufus, o Bode!: 1) O planeta esta realmente em perigo para precisarmos salvá-lo? Claro que não. O planeta existe a mais de 4,5 bilhões de anos antes do ser humano pintar por aqui e muito provavelmente vai continuar existindo outros tantos bilhões depois que a gente for pro vinagre. Se você está se referindo a quantidade impressionante de cagadas que o ser humano provoca no meio-ambiente, entre outras coisas, construindo prédios desordenadamente sem a menor preocupação com sustentabilidade, a superfície do planeta tem uma mensagem bem legal pra você, basta clicar na imagem abaixo e ler.
2) Quando chamo uma pessoa de animal essa pessoa se sente ofendida, se ela não é animal, o que ela é? Mineral ou vegetal? Pois é, voltando ao cordel linkado lá na primeira pergunta (Não leu? Mais uma chance....), se chamar o homem de animal ele fica rancoroso... Isso acontece porque chamar alguém de animal às vezes subentende que se está dizendo “animal irracional”, ou seja, alguém não muito provido de raciocínio lógico satisfatório para compreender questões óbvias ou que age seguindo seu instinto animal apenas, sem refletir sobre seus atos. Resumindo, é um jegue, uma anta, um burro, dá zero pra ele, etc... Chamar de animal também supostamente coloca o cara “abaixo” da espécie humana, sendo que quem chama também está abaixo, por não entender que tambem é um animal, heheheh Mas às vezes é insulto e às vezes não, como quando um jogador tem garra e habilidade de um ANIMAL!! Pergunta de Fabio Farro de Castro: Quem, na sua opinião, deveria ser o novo Batman (exceto, lógico, Bruce Wayne)? Dick, Jason, Tim ou Damian? Ou você que é hora de uma mulher assumir o posto do Morcego? Selina, Helena Bertinelli ou a Batwoman (a qual esqueci o nome)? Fábio, pelas declarações do Morrison de que dessa vez teremos um Batman mais “amoroso e espontâneo” enquanto o Robin será mais “violento e durão“ e pelas notícias mais recentes, tudo indica, que os “novos” Bátema e Robin serão, respectivamente, Dick e Damien. Sinceramente é complicado opinar porque não tenho acompanhado as estórias atuais do morcego. Acho que o Dick conseguiu fazer a transição de Robin para Asa Noturna muito bem, virando “gente grande” sem precisar tomar o lugar do mentor, então ele assumir a capa do Batman pode ser um passo atrás no desenvolvimento do personagem, mas como sabemos que isso é só MAIS UMA fase passageira, tá valendo. Mas na verdade, se vc viu a fuça da nova dupla dinâmica e acessa o Uarévaa, não resta dúvida sobre quem é quem ali: Bat-Algures e Marcelo “Robin” Soares!! Sério, clica na imagem pra aumentar, tá a cara deles!! Huahuahahuahau....
Pergunta de Dr T: Freud, como o Anakin Skywalker obteve aquela cicatriz no olho direito?? Foi nas Guerras Clônicas, durante uma luta contra a Jedi Negra Asajj Ventress.
Perguntas de Madruga Man: 1) Pq sempre sai sangue do nariz dos personagens japorongos qdu rola uma pornografia???? Porque no Japão diz-se que ao ficar excitado seu sangue sobe tanto à cabeça que chega a escorrer pelo nariz. Existe até um gesto para demonstrar a uma mulher que você acha ela gostosa, simulando o sangue saindo pelo nariz. 2) Eu tenho um colega q foi atingido por um raio e sobreviveu, seria confortá-lo dizendo q melhor ser atingido por um raio do que por um diâmetro? Má craro, afinal o diâmetro é o dobro do raio, quem garante que ele estaria vivo se tivesse levado um diâmetro nas fuças?
Vamos saber agora quem faturou o...
VOCÊ EXPLICA!!
Parece marmelada, afinal ele colaborou hoje pela primeira vez com o nosso "De fora da panela", mas voces tem que confiar na minha honestidade (dammit, ninguém vai acreditar nisso....): Fábio Farro de Castro apareceu com a melhor resposta!! Cabo de faca pode ser promovido a Sargento? Depende da faca. Para ser Sargento tem que ser facão de capataz e não faquinha de passar manteiga! Faquinha de passar manteiga é muleque! MULEQUE!
É isso ai, ele incorporou o Capitão Nascimento que existe em todos nós e faturou o Você Explica de hoje. Mais um? Ok, vamo lá... A pergunta de hoje é: Como seria se não existissem situações hipotéticas?
Como sempre, galera, respodam essa e perguntem mais, porque o show tem que continuar!!
Essa é a coluna escrita por voce, leitor do blog, que viu, leu, ouviu, pensou, etc... algo legal por ai e quer dividir com a gente. O tema é livre, se coça ai e manda seu texto parauarevaa@gmail.com. Hoje o Fábio Farro de Castro colabora conosco levantando uma interessante questão...
Precisamos De Super-Heróis Brasileiros?
Ou melhor, há espaço para esse gênero em nosso país? Estive discutindo isso com uns amigos meus no MSN, pois sou um, como posso dizer, roteirista amador e pretendo lançar não só uma HQ e sim uma linha inteira ou o nome correto seria selo? Bom, sou Fabio Farro de Castro (ainda não tenho nick, por isso o nome completo, = P) e vocês já devem ter visto os meus comentários no MDM, 100Grana, Judão, aqui no Uarévaa e em alguns outros blogs/sites que não me lembro no momento. Vamos voltar ao assunto em questão. O gênero de Super-heróis sempre esteve associado à cultura americana, obviamente por ter surgido lá (Dãããã..., você provavelmente me responde. Me deixa terminar antes, catzo!), mas a questão que permanece até os dias de hoje é porque personagens criados aqui, desse gênero, não fazem sucesso. Digo, não tem a devida divulgação e até, porque não dizer, distribuição. Vocês devem estar respondendo: “Isso é mentira! E o Homem-Grilo? O Cometa? Etc...”, se não fosse pela a Internet ou / e revistas especializadas nós nunca ficaríamos sabendo desses personagens. Para vocês terem uma idéia, na banca perto da minha casa não tem nenhum quadrinho nacional de super-heróis, de nacional só Turma Da Mônica (original e a Jovem “massa, véio”). E quais seriam os problemas?
Falta de qualidade? Não, tem muito produto bom aí, mas raramente uma editora arrisca em publicar e as que publicam são as editoras pequenas que não dão a divulgação apropriada para a HQ. Preconceito por parte do público? Na minha opinião, acho que sim, pois muitos consideram o produto nacional como inferior. Falta de apelo com o público? Sim, porque as editoras visam mais o público infanto-juvenil que está mais interessado em anime/manga do que em super-heróis e isso quando resolvem ler. Falta de ousadia das editoras? Sim. Apesar de que a maioria dos super-heróis brasileiros atuais, incluindo o Homem-Grilo, enveredam para o humor.
O que isso tem a ver? A maioria das Hqs nacionais desse gênero que são divulgadas ou são humorísticas ou são didáticas, algo tipo “O Encapuzado Contra A Dengue!”.
Como o livro A Saga Dos Super-Heróis Brasileiros, de Roberto Guedes, mostra o Brasil tem uma extensa lista de personagens que na época não receberam a devida atenção. Se tivessem recebido (ou tivesse um editor ousado aqui), teriam criado uma linha de Super-Heróis brasileiros e levado à idéia adiante. Mas não, tratavam aquilo como bobagem e logo eles sumiram nos anos 80 para dar lugar exclusivamente a Super-Heróis americanos. Você pode dizer que eles eram infantis, bobos e meras cópias dos americanos, mas duvido que você sabia que o Judoka (a versão brasileira que fique bem claro) era a favor da Ditadura. Poderia se criar uma ótima historia do Judoka, hoje em dia, se baseando nisso. Outro problema é que não deram incentivo, os personagens eram considerados simples cópias, foram relegados ao esquecimento e não se criou uma tradição, no mainstream, de Super-Heróis brasileiros.
Agora estamos em uma época perfeita para revitalizar o gênero aqui. Por que? Querendo ou não, tenho que concordar com um amigo que as Hqs lá foram estão em decadência, vide One More Day e Countdown, só para ficar no lixo puro! Os leitores estão começando a se cansar de longas sagas e cronologia toda complexa. Quem acompanha mesmo hoje em dia são, na maioria, leitores acima dos 18 anos. E isso sem falar na dificuldade de nos identificarmos com os personagens.
Talvez seja porque eu quero entrar no mercado, mas acho que o gênero pode funcionar sim no Brasil. O negócio não é só jogar um monte de personagens com superpoderes em um ambiente brasileiro. Os leitores têm que se identificar com eles, os personagens devem ter os mesmos problemas e etc. É isso. Se os leitores se mostrarem (mais) interessados, quem sabe as editoras resolvam publicar mais hqs de Super-Heróis nacionais e de qualidade?
Se acharem erros, culpe o Word do Ruindows XP e o Bill Gates. Escrevi muito, mas não cheguei uma conclusão, fazer as pressas dá nisso. E caso o Algures se ausentar, me candidato para a vaga dele! = P
Olá Queridos... Pinguim invadindo o Uarévaa em plena quarta feira pra fazer um “Pin em Série” especial... Estou aqui hoje pra falar da mais nova (?) série da HBO, lar de algumas das séries voltadas para um público mais adulto, Band of Brothers, Sopranos, Big Love, Six Feet Under...: True Blood...
E ai?? Quer ler mais?... Bom, eu como grande fã de ficção científica e terror, tendo como favoritos os temas Aliens e Vampiros, não podia deixar de conferir quando foi anunciada a série na HBO... e pra mim pelo menos foi uma agradável surpresa...
A história é o seguinte... Os Vampiros deixaram de ser monstros para se tornarem cidadãos comuns, depois que cientistas japoneses descobriram um sangue sintético que tirou os humanos do prato principal dos chupadores de sangue. Mas como nem tudo são flores... ao redor do mundo as opiniões estão divididas sobre a aceitação ou não dos mais novos participantes da sociedade. E na cidade de Bom Temps, Louisiana, onde se passa a série, a situação não é diferente. Alguns são contra enquanto outros estão do lado dos vampiros, que é exatamente o caso da protagonista, a simpática e até inocente Sookie, vivida por Anna Paquin (aquela vampira sem graça dos filmes do X-men!). Garçonete de uma pequena lanchonete e capaz de ouvir o pensamento da galera, Sookie é totalmente a favor da interação entre humanos e vampiros, principalmente quando se trata dela interagindo com o vampiro bonitão Bill Compton, vivido por Stephen Moyer.
A série é baseada nos livros da escritora Charlaine Harris, e apesar de ter sido uma decepção de audiência em seu primeiro episódio, o numero de telespectadores subiu muito em suas reprises ( 8 vezes na mesma semana!), e a série engatou um sucesso depois disso, já tendo seu contrato renovado para a segunda temporada em tempo recorde.
E depois de tantos dados, a minha opinião... pra mim, que já vi praticamente todos os filmes envolvendo vampiros que existem por ai, dos excelentes até os mais trash (inclua Garotos Perdidos 2 nessa categoria!), foi deveras interessante ver os vampiros sendo tratados de uma forma diferente da usual mordendo pescoços e secando os humanos de tanto chupar sangue. Aqui, mordidinhas entre vampiros e humanos estão mais pra um lado sexual do que parte da alimentação... e sangue de vampiro agora também é valioso para os humanos, pelo menos para a parte drogada da cidadezinha!
Além disso, tirando o sotaque caipira forçado da atriz principal, eu acho que o elenco é extremamente competente... lembrando que ninguém menos do que o candidato ao papel de Deus do trovão (Alexander Skarsgård) faz parte do elenco da série, como o Vampiro Eric, o fodão da cidade... e aqui eu entro em defesa ao cara, eu acho sim que ele tem porte e talento pra segurar o filme do Thor, mas isso é assunto pra uma certa coluna de segunda feira! E no que se trata de fotografia, direção entre outras coisas... eu não manjo muito disso, mas para olhos leigos como os meus, tudo me agradou... destaque para os efeitos que diferenciam os vampiros dos humanos (quem já assistiu sabe do que eu estou falando!)
Bom, além dessa pequena sinopse que eu dei, a série ainda envolve diversas outras questões no meio da história... Mistérios sobre o Bill, assassinatos de humanos, assassinatos de vampiros, romance, sexo e até um tiquinho de loucura... mas não vou dar detalhes pra não estragar a surpresa de quem ficou curioso, ok?
Espero que tenham curtido, e eu acho que vale a pena dar uma chance pra série... Os capitulos inéditos passam no Domingo as 22:00 na HBO1, e a reprise rola 3 horinhas depois na HBO2... além das trocentas reprises que rolam durante a semana q eu não sei os horários...
É isso ai, galera... E semana que vem o Moura volta... Grande Bjo a todos... Pin!
E ai, pessoal! Domingão fui jogar Rockband 2 com os camaradas e no meio da jogatina surge o convite: Vamos assistir The Spirit? Confesso que não me animei e soltei logo o clássico (e real) “Tô sem grana!”. Então meus camaradas falaram: A gente te banca! Bem, de graça até passagem pro Afeganistão é meu lema! E como essa semana o tio Skrull está vagabundo inspirado, segue ai uma resenha do filme The Spirit dirigido pelo amigão da nerdaiada O Homem Aranha Frank Miller. A sinopse: O filme conta a história do policial novato Denny Colt (Gabriel Macht), que é assassinado durante o serviço, mas volta do além, graças a um teste de soro milagroso. Ao voltar “a vida” Denny Colt continua morto para a sociedade forjando a própria morte em nome de um bem maior. Sua nova identidade agora é Spirit! Seu objetivo é lutar contra todas as forças do mal em Central City, sobretudo o assassino e arquiinimigo Octopus (Samuel L. Jackson), que quer dominar não só a cidade de Spirit, mas o mundo.
Agora que você já se situou, vamos a pergunta que não quer calar: Vale a pena assistir?
Bem, caro companheiro revolucionário ultra-jovem, o filme é bem divertido, tenho que admitir! Samuel L. Jackson atua de forma excelente e cria um personagem que é cômico, lunático, caricato e aterrorizador ao mesmo tempo. Me indago agora se ele não faria um bom Coringa negão... Se fosse qualquer outro ator no lugar dele, o filme perderia metade do carisma que possui.
Falando em carisma, as gostosas tetéias: Scarlet Johansson e Eva Mendes : A Scarlet faz um personagem maneiro, com um jeito sonso, mas inteligente e autoritário. Ela atua muitíssimo bem e o papel também ajuda. Já a personagem da Eva, é só uma mulher bonita com um belo corpo. Ela não tem dificuldade nenhuma em entrar no personagem porque... bem... Ela é bonita e extremamente sexy! Gabriel Macht faz bem seu papel: Algo como um heroi, extremamente galã e sedutor, mas cômico em suas cenas.
Agora falemos “maul” ® do filme: Frank Miller se perde entre o real e o cômico imaginário. O filme não passa muito bem se ele quer te fazer rir, ou quer ser mais cult cof cof Sin City cof cof. Tem horas que parece que vai engajar na comédia e ai vem uma parte mais dramática. E fica nesse troca-troca de estilo: O herói que sacrificou a vida pessoal em nome da justiça e o herói que não morre contra o seu arquiinimigo imortal também.
Conclusão: Se você tem amigos que te banque, ou está em época de vacas rechonchudas, vá assistir que é um filme engraçado. Se está em vacas magras, mas tem uma conexão boa para download já sabe o que fazer.
Nota 6. E como não sei lhufas da obra de Will Eisner, não sei dizer se foi uma boa adaptação. Mas creio que não foi.
Salve salve simpatia! Ta tudo nos “trinks”? Tudo “nos conforme”? A segunda feira ficou para trás e chegamos à maldita terça-feira! E isso significa que temos sushi de sardinha! Analisando a última coluna, nosso querido e estimável mestre ancião Freud levantou uma questão muito interessante, mas antes vamos recordar o que ele disse:
“Confesso que achei uma bosta, confuso, sem nexo, RUIM PRA CARALHO. Até que eu me dei conta que, não bastava ler de trás pra frente, a ordem tanto dos quadrinhos quanto dos balões de texto é da direita pra esquerda também!!!”
Depois de me mijar de tanto rir aqui, concluí: Vocês não sabem ler mangá!
Então o tio Skrull vai lançar um “Como ler mangá em passos simples”toda vez que ficar sem ter o que escrever em doses homeopáticas e esporádicas!
Primeiro passo: Abrindo corretamente seu mangá
Geralmente a capa e contracapa são iguais, podendo causar uma confusão com a turminha da pesada que resolver ler um mangá. Para abrir seu mangá corretamente, posicione a lombada da revista para seu lado direito (dica: É o lado que você escreve. Esta dica não serve para canhotos) e utilizando os dedos polegar e indicador, vire a capa suavemente, com um movimento da esquerda para a direita.
Observe que você pode segurar ou não seu mangá com as mãos. Utilize a técnica que melhor encaixar no seu perfil.
Segundo passo: A ordem de leitura
Como o Freud concluiu, não basta abrir a revista ao contrario, tem que inverter a ordem de leitura dos balões! A idéia é simples: O balão mais a sua direita (se você ainda não sabe qual é a direita, veja a dica anterior) e mais para cima é o primeiro balão. O segundo balão esta mais a esquerda.E por ai vai. Se não entendeu patavinas, é só seguir a imagem abaixo: Olhando a figura, vemos as setas vermelhas que indicam que o primeiro balão está sempre acima e a direita. Dica: Se você não enxerga as setas vermelhas, você provavelmente possui daltonismo. Procure um médico.
Os números indicam a possível ordem de leitura. Possível pois essa é minha opnião, como eu leria (ou li na verdade) o mangá.
Por enquanto é isso pessoal! Qualquer dúvida quanto a esses dois passos, novas questões ou sugestões, é só mandar para a área de comentários ou o uarevaamail! Banzaaaaai! lol
O momento finalmente chegou: Essa é a grande verdade. Desde que o ano começou, ficamos surpresos ao descobrir que Algures estaria viajando pelo mundo e que não tinha nenhuma previsão de quando estaria de volta. Principalmente, não sabíamos o porquê da súbita viagem – e nem como ele conseguiu bancá-las.
A verdade então chegou na forma de um diário, enviado por correio para o Uarévaa, onde Algures explicou o porquê de sua viagem, o porquê das últimas notícias estranhas, e porquê ele simplesmente não enviou um e-mail com anexo para uarevaa@gmail.com ao invés de mandar o diário por correio.
“Diário de Algures. 05:42 da manhã. Xícara vazia, deixando um rastro de café na mesa com a forma de um alien cinza. Na minha frente, um computador negro com tela LCD me mostra uma notícia que acabo de entornar na internet: ‘Universidade alemã oferece curso que ensina nerd a flertar’. Notícia estranha, decidi averiguar. Mas não podia averiguar pelos canais normais – internet – então decidi ir até a fonte. Juntei minhas economias e me dirigi até Potsdam, na Alemanha. Tentei comprar a passagem para o dia seguinte, mas uma série de incidentes me impediram. Falta de passagens, problemas com funcionários. Fiquei esperando por mais de uma hora. Nesse meio tempo, conheci uma moça simpática, que me ofereceu uma bolacha recheada. Aceitei, e logo consegui comprar a passagem. Não vi mais a moça depois disso.
A viagem deveria prosseguir sem grandes problemas, mas durante o vôo tivemos que dar uma parada em uma cidade americana, por algum motivo ignorado, e ficamos no aeroporto da cidade por algumas horas. Uma coisa começava a me incomodar: uma linda mulher ao meu lado usava frequentemente o seu lap-top. Não sei o que ela fazia de tão interessante nele, mas aparentemente, ela estava em um site de leilões. Ela olhava para mim discretamente e eu comecei a ficar paranóico: Estarão me seguindo? Seria ela uma espiã DELES que quer impedir que eu descubra a verdade sobre o curso de flerte para nerds?
O barulho das teclas no seu lap-top me incomodavam, e eu não conseguia dormir. Já era noite, e queria estar com as forças renovadas para quando subíssemos novamente à bordo. Tentei mudar de lugar, mas ela discretamente me seguiu. Acabei abordando-a, e descobrindo que ela estava leiloando sua virgindade para pagar os estudos. História improvável. Provavelmente verdade. Peço o Lap-top dela emprestado para mandar a notícia do curso de flerte para nerds para meus amigos do Uarévaa. Aproveito para mandar a notícia sobre a moça também, fazendo um comentário: ‘tenta dormir com um barulho desses’.
O avião estava pronto para sair, então me dirigi par aonde deveria. O avião decolou, mas logo percebi que a moça do laptop, que também era passageira, não estava ali. Fiquei preocupado, e perguntei para uma aeromoça, ela não sabia de nada. Então notei que a aeromoça não era a mesma. E nem mesmo os passageiros. Nenhum deles. Perguntei para onde o avião estava indo. A aeromoça estranhou a pergunta, e disse ‘Ora, pra índia, onde mais?’ Os vôos haviam sido trocados. Seria apenas uma coincidência desastrosa? Impossível. Alguém queria me tirar do caminho.
Fiquei bastante nervoso, e a aeromoça tentou me acalmar. Não queria criar uma cena, mas precisava sair dali. Tentei argumentar, mas logo a aeromoça falou que já era tarde demais: já estávamos pousando na Índia.
Quando saímos do avião, no entanto a coisa começou a ficar mais estranha: não havíamos pousado em um aeroporto, e sim próximo à uma espécie de templo. Na frente dele, um macaco. Seria real? Ainda não estava à distância de saber. Curioso, me aproximei do templo, onde pude ler uma inscrição em hindu, que dizia: ‘Quem contempla o templo, com o tempo será contemplado’. Fiquei pensando o que a frase queria dizer, quando senti algo sobre mim. Era o macaco."