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segunda-feira, 13 de abril de 2009

Plantão Uarévaa

E agora, José?

A verdade que acabou com a coluna do Algures foi revelada semana passada, e o membro mais regular (em postagens, não estamos medindo sanidade mental aqui...) desde o início desse blog "se afastou da luta para sempre."

Muitos pensam que isso é balela, mas nossas fontes seguras Arial Black e Lucida Sans garantiram que a coluna dele realmente se encerrou diante de sua terrível constatação de que é um "DELES".

Mas e como fica o Uarévaa agora? Como diria Drummond: E AGORA, JOSÉ?

Pois bem... Rumores correm que que algo sinistro e imperdível está prestes a acontecer aqui, hoje, exatamente às 12 badaladas notúrnicas (meia-noite, cacete....).

O que será, afinal?

Fiquem ligados!!

domingo, 12 de abril de 2009

PalhetadA

Bom dia povoooooooo!! Em plena terça feira (07-04-09) à noite, estava marcado o que viria a ser uma das coisas mais incríveis e espetaculares da vida desse Duende. Tivemos em solos Brasileiros uma das maiores bandas de Rock do Planeta, a banda mais performática, a mais quente e mercenária do mundo...KISS!!



Lá estava Eu, Pin, nossos amigos e todo o Kiss Army Brasileiro! Chegamos cedo lá, por volta das 8:30 da manhã mais ou menos e já tinha uma fila básica, mas nada assustadora. Logo nos encontramos com outro povo no meio da fila e já pulamos um bom caminho de pessoas....rs. Por sorte mais uma vez o “homem do tempo” errou a previsão e não choveeeeuu aêêêêê \o/!! Com o passar do dia a galera chegava e os organizadores do evento já ia meio que preparando todo mundo pra não ter empurra-empurra e confusões maiores na hora de entrar no local. Coisa que foi feita com sucesso, mais pro final do dia o nosso pelotão foi enfileirado nas grades formando aquele zig-zag todo, e ficamos ali até os portões se abrirem, mas antes a Pin já estava a todo vapor pintando todo mundo pro show e ainda deu tempo pra se pintar na velocidade 15 do Créu!!
Por volta das 18:40 os portões se abrem, e lá se vai a manada humana correndo em direção ao palco procurando um bom lugar...quando vimos o “palquinho” onde Paul Stanley fica pra cantar uma música e fazer uma bagunça com o povo, não pensamos muito...corremos e ficamos exatamente em baixo do lugar!! A parte chata da coisa toda foi ter que ouvir o DR. Sin abrir pra uma banda do calibre do Kiss...bom, não sou fã do Sin mesmo, apesar de serem extremamente técnicos o trio Power brasileiro não empolgou em nada quem estava lá a não ser na última música, “Futebol, Mulher e Rock and Roll” que na época estourou de tocar nas rádios do país. Fora isso cada música longa e uns acordes de me lembraram em certos momentos músicas gospel...enfim não gostei. A essa altura do show já estávamos completamente entalados na grade, apertados e desafiando a lei da física sobre aquela coisa toda de “dois corpos não ocupam o mesmo espaço” papo sério ta na hora de rever essa lei ai bicho, por que o que aconteceu na terça feira foi algo fora do normal...eu não sabia se meu pé era o meu ou se era da Pin, ai você se pergunta...”Mas Duende, não é perigoso sei lá, sair briga ou confusão em show de rock muito lotado?” Bom, realmente é! Todo mundo fica stressado, irritado, é um querendo defender o amigo, a amiga, a ficante, a esposa, a namorada, o parceiro e por que não a amante?
(OBS: O que vou contar aqui se passa ANTES do show do Dr. Sin ok?) Sério galera, teve uma hora que um cidadão no auge do seu nível alcoólico tenta simplesmente manusear de forma ilegal os seios de uma Pinguim...mas dando risada e achando a coisa maaais normal do mundo, agora pensa num Duende raivoso..ali eu não era mais o Amarelo e sim o Vermelho...batemos boca por uns 5 min. Até que o pessoal achou por bem do bêbado e sua saúde bocal afastarem ele de mim...ok, resolvido o problema se o mesmo cara (meo tem coisa mais irritante que bêbado chato?) não voltasse ao mesmo local pra encher as meninas...mas dessa vez a tentativa foi numa menina do meu lado (ou na menina que já fazia parte do meu ombro esquerdo sei lá) na hora, o namorado falou um monte claro, quem não falaria? Nisso o nosso amigo alcoólico se encrespa comigo novamente (por que claro eu estava aos berros com o cara) e resolve me peitar, nessa hora eu agradeço MUITO a Pin por ter me segurado e ter segurado principalmente meu braço direito, por que se eu conseguisse levantar meu braço juro que ele caia. (O esquerdo eu não sentia mais a mais ou menos 1 hora, nem sei era meu por direito pra falar a verdade) Mais uma vez a turma do deixa disso afastou o cara com empurrões e palavras de incentivo (leia-se os palavrões mais escabrosos que você conhece!).
Finalmente as 21:35 uma bandeira gigante do Kiss é estendida no palco cobrindo a nossa visão completamente, nisso estamos empurrando o pessoal pra frente para não sermos (muito) esmagado. Ao ouvir os primeiros acordes de “Deuce” e o pessoal começando a gritar e pular...pensei comigo...”VAI DOER”...explode o palco junto com o início da música e começa aquele mar de gente pulando junto, (claro que eu pulei junto, do jeito que nós estávamos grudados seria impossível o contrario..rs) já emenda com “Strutter” fazendo todo mundo ali pirar e pular de novo!! Os caras estão velhos é verdade, Stanley continua um Frontman de respeito sua performance é incrivelmente forte e marcante. Gene é a cara da banda a anos e ninguém faz um show melhor que o cara, suas caretas, sua facilidade pra tocar, seus momentos solos são algo para não esquecer nunca...o cara cuspindo sangue e “voando” pra estrutura em cima do palco foi um dos momentos mais esperados do show, sem dúvidas!! Tommy Thayer (que para todo fã de Kiss é um bom guitarrista, mas só vai mostrar ao que veio depois de vermos um solo próprio! ACE Rulez!!) fez o que tinha que fazer, tocou lá bonitinho mas não da show, por isso talvez seja o membro da banda mais “apagado” digamos assim. Eric Singer estava impecável, o som da bateria estava maravilhosamente limpo. Singer ditou e cadenciou um ritmo mais lento em todas as músicas (Praticamente todas as músicas foram tocadas meio tom a baixo, um dia explico isso melhor aqui.), seu solo de bateria foi espetacular, mexendo com a galera e brincando de “uma vez eu e uma vez vocês” foi sensacional!



O Show tem uma energia incrível, muitos efeitos pirotécnicos foram usados e a cada explosão a galera gritava junto, arrepiava a cada momento ali vendo o Kiss ao vivo na minha frente!!Mas ninguém esperava ouvir Paul Stanley fazer uma palhinha de “Starway to Heaven” do Led Zeppelin, ali eu arrepiei dum jeito que putz grila, e na sequencia saiu os acordes de “Black Diamond”. Depois de 1h30 de show direto com um repertório mais baseado no álbum “Alive” se encerra a primeira parte do show com o hino “Rock and Roll All Nite” fazendo chover papéis picados durante a música toda. Ali era o prenuncio que a volta da banda na segunda metade do show prometia os clássicos mais conhecidos, que apesar de ter menos tempo a segunda parte foi a mais vibrante e cantante com toda certeza. O Kiss volta ao palco hasteando uma bandeira do Brasil...Meo ali arrepiei e confesso que fiquei emocionado com a cena, a banda toda e Paul Stanley segurando a bandeira do nosso País batendo do peito e apontando para o público. (É sem dúvidas o mercenário mais amado do planeta junto com o Gene Simmons..rs..mas foi bonito de se ver o respeito pelo Brasil) Logo depois deram continuidade a segunda metade com "Shout it Out Loud",”Lick it Up”. Depois dessa rolou o momento solo do Simmons cuspindo sangue



e “voando” pra cima do palco para cantar e "I Love it Loud" eu já estava ficando sem voz de tanto cantar e gritar mas estava firme ali..rs. quando o Kiss mandou "I Was Made For Lovin' You" eu cheguei a pensar que os fãs mais Xiitas fossem dar uma desanimada ou até mesmo reclamarem, por que quando essa música foi lançada em 1979 deu um rolo da porra, a música tem uma levada totalmente disco, que era a febre da época, e como assim a sua banda preferida que todo mundo diz que fez pacto com todo mundo menos com Deus me grava uma música disco?? Pois é, na época foi um alvoroço só, mas no show funcionou muito bem e todo mundo cantou alto junto com a banda. Na seqüência vimos Paul Stanley fazendo seu clássico vôo para um palco no meio da galera onde nós estávamos lembra? Pois é...estávamos infelizmente um amigo nosso não se sentiu bem e pediu ajuda para sair do aperto (literalmente falando) a pressão e a empolgação do público no show era tanta que não tinha mais mulher, homem, criança ou adolescente era todo mundo se acotovelando, empurrando e pisando um no outro para simplesmente sobreviver no show! Então por uma medida de segurança pedimos para sair também. E vimos de longe (mas até que conseguimos um lugar depois com beeem mais espaço) o Stanley voar e cantar “Love Gun”



ali no meio da galera e depois voltar pro palco principal. Ainda faltava alguma coisa pra coroar uma pessoa que eu particularmente gosto demais e me ajudou estar ali naquele momento único que vou levar pro resto da minha vida...ainda faltava o Kiss tocar pra minha querida amiga linda Pin “Detroit Rock City”. E quando Paul anunciou a música eu ouvi o “PUTA QUE O PARIIIIIUUUU...AAAAAAAAAAAAAARRRRRRRRGGGGGGGGGGHHHHHHHHHHHHH” mais legal da minha vida....rs..ela tinha que ganhar essa música...e ganhou!!! AEEEE \o/ hehehe.



Vocês perceberam uma calcinha balançando ali junto com o solo??? Rapaz, preciso aprender a tocar esse solo pras meninas tirarem a calcinha pra mim também...AHUahuahauhuAhuAhuA
Acabou ali o show mais doido da minha vida onde aconteceu de TUDO....como um verdadeiro show de Rock and Roll tem que ser!! O show acabou as 23:45 com uma bela sessão de fogos de artifícios iluminando tudo por uns 3 min. E ainda fomos embora ouvindo a música que Deus mandou pro Kiss escrever (como já disse Paul Stanley numa estrevista...rs)

Kiss - God Gave Rock and Roll To You



SETLIST:

"Deuce"
"Strutter"
"Got to Choose"
"Hotter Than Hell"
"Nothin' to Lose"
"C'mon and Love Me"
"Parasite"
"She"
"Watchin' You"
"100,000 Years"
"Cold Gin"
"Let Me Go, Rock 'n' Roll"
"Black Diamond"
"Rock and Roll All Nite"
BIS:
"Shout It Out Loud"
"Lick It Up"
"I Love It Loud"
"I Was Made for Lovin' You"
"Love Gun"
"Detroit Rock City"

Eae tem alguém vivo ai? Vamos ver se vocês fazem parte do KISS ARMY BRASILEIRO!!!! \o/ ah antes que eu me esqueça o pessoal do RJ se fodeu por conta do mal tempo, no meio do show caiu uma chuva que cancelou os “vôos” de Paul Stanley e Gene Simmons, e de tabela não tocaram Love Gun...é...perderam aqui em Sampa (terra da garoa) não caiu uma gota do céu e o show foi completão!!!!

You wanted the best... you got the Best!!!
KISS!!









Let´s Rock!
Duende Amarelo.

sábado, 11 de abril de 2009

Irmão Olho


E aí povo, páscoa chegando ao fim, muita gente se encheu de chocolate não é, e deu trabalho as faxineiras de banheiros por aí, sem contar a ressaca do vinho e farras. Pois bem, por isso hoje irei falar sobre um símbolo típico da páscoa, um símbolo de força, rapidez e esperteza: o coelho. Você deve estar se perguntando: “má o que porra de coelho tem a ver com DC Comics?”, pois então, confira comigo no replay.



Por mais incrível que pareça, a Distinta Concorrência tem até um formidável repertório de personagens coelhíneos (essa palavra existe?) em sua história. Desde protagonistas, até coadjuvantes e aparições relâmpagos, rápidas como coelho (sacaram... coelho... rápidas... ah! vocês não sabem de nada). Um bom exemplo, foi o encontro do maior super-herói de todos os tempos - não, não é o Wolverine - com o coelho mais conhecido dos desenhos: Superman e Pernalonga. Os dois estiveram juntos na edição de estréia de uma minissérie em quatro partes, lançada em 2000, na qual os principais personagens da Looney Tunes encontram os integrantes da Liga da Justiça. A história foi escrita por Mark Evanier, roteirista das aventuras do Groo, e tinha como vilão Mxyzptlk, como o causador da brincadeira que misturou os personagens.

No currículo do Homem de Aço, ainda há outras parcerias com coelhos. A primeira aconteceu na década de 1940, quando o Capitão Marvel ainda pertencia à Fawcett Comics. Na cidade do mortal mais poderoso da Terra, o Superman encontrou Hoppy, o atrapalhado Coelho Marvel. Porém, o mais estranho encontro com um comedor de cenouras, entretanto, aconteceu em uma HQ promocional lançada pela Nestlé em 1987, na qual o Coelho Quik (aquele dos achocolatados) se une ao herói para enfrentar um supervilão e mostrar às crianças o quanto os produtos com a sua chancela são energéticos e nutritivos, afinal, se o Popeye comia espinafre e ficava superforte, por que não tomar Quik? Mas, a DC tinha também um super-herói exclusivo dos Oryctolagus cuniculus: O Capitão Cenoura.


Capitão Cenoura, que na identidade secreta se chamava Conrado Coelho, teve sua primeira em The New Teen Titans #16 (1982), sob a criação de Roy Thomas e Scott Shaw. Ele era herói de uma das Terras paralelas da DC pré-Crise nas Infinitas Terras, a Terra-C, e teve uma série de 20 edições chamada: Captain Carrot and His Amazing Zoo Crew. As aventuras da versão Superman daquela terra foi uma intenção de chamar a atenção do público infantil para os quadrinhos. Tanto, que na primeira edição da revista ele se encontrou com o último filho de Krypton, uma artimanha de atrair público. O Capitão retornou na minissérie Captain Carrot and the Final Ark (2007), nela, após a criação do novo Multiverso DC (criado em Crise Infinita), os personagens passaram a residir na Terra-26.



O final da série mostra a sua Terra inabitável e o Capitão em um navio carregado de refugiados que são transportados para fora do planeta e, então, são acidentalmente enviados para Nova Terra. A Liga da Justiça encontra o navio, apesar de todos os passageiros, incluindo o Capitão e sua tripulação, estarem transformados em animais não-antropomórficos, ou seja, sem características humanas. A heroína Zatanna, desconhecendo a verdadeira natureza dos animais, adota Conrado Coelho como um animal de estimação para sua mágica agir. No entanto, na climática batalha em Final Crisis 7, Capitão Cenoura participa após a sua humanidade e os poderes serem restaurados pelo renegado Monitor Nix Uotan.

Pois é, como tem puladores comedores de cenoura à solta pelo Universo DC não é? Para se ver como no mercado dos quadrinhos não se deixa passar nada, esperem para ver quando for no especial sobre natal! Até a próxima.

Momento Uarévaa

Guerra de travesseiros em São Paulo - 4/4/09

Salve Salve Simpatia!
Aqui é o Skrull, mais doente que cachorro velho sem dente, trazendo mais uma bobagem matéria para vocês! No último dia 2/4 (na quinta-feira) eu fui convidado para participar de uma guerra de travesseiro.
Isso mesmo! Uma "besteira" sem tamanho, totalmente sem sentido ou ideologia. Somente meter almofadadas na fuça alheia.
E é obóvio que eu aceitei! Esse tipo de coisa eu nunca deixo passar pois costumam ser deveras engraçadas!
Quer ver eu apanhado? Então crica aê!


As regras eram simples:

1- Não se fala do clube da luta
1- Não colocar objetos pesados nos travesseiros e almofadas
2- A guerra começa as 17:00 em ponto. Não antes
3- Quem perguntar por que tantos travesseiros e almofadas, falar que era uma caravana que veio da 25 de Março (rua tradicional de comércio de São Paulo) para aproveitar a semana da almofada. Também poderia ser qualquer desculpa q envolvesse a compra de travesseiros e almofadas.

Chegando ao falo de concreto Obelisco do Ibirapuera, foi só aguardar a hora da "matança"! Muita gente estava lá! Equipes de reportagens importantes, como Folha de São Paulo, Uarévaa, Globo News, também veiculos menores, como BAnd (CQC) e Rede TV (Pânico).

Acompanhe o video e tenha noção do que foi o evento!



Para finalizar, só quero dizer que o evento foi um sucesso! Muita gente, para não dizer todos, rindo no final. Um baita climão de amizade e cumplicidade gerado por essa genial idéia!

quinta-feira, 9 de abril de 2009

DublagenZ - With J.C.


Diretamente do celeste céu para o Uarévaa! Não perca!




PEGADINHA DO MALLANDRO!!!!!!!!!!


Oi... aqui é Rosalvo Flores, porteiro do QG do Uarévaa e o sr Zenon pediu pra avisar que não tem DublagenZ hoje porque é feriado, e se ele não pode comer carne vai descontar tudo no vinho. Provavelmente será encontrado em coma alcoólico e voltará semana que vem... ou não.


Agora deixa eu terminar minhas palavras-cruzadas. Inté.






Seu Rosalvo é porteiro em horário integral, chupador de bife e diz que sente as chamas do inferno queimando seu calcanhar por brincar com o filho do Homem.



Freud Explica

E ai galera, prontos pro feriadão? Já providenciaram os ovos de Páscoa pra se entupir de chocolate? NÃO? Sempre deixam tudo pra em cima da hora né.... Mas tudo bem, dessa vez isso veio a calhar, porque coincidiu com o lançamento mais fodástico dessa Páscoa, cortesia da Uarévaa Corporeitiâo em parceria com os Produtos Freud...

O ovo de Páscoa Uarévaa!!
Já disponível em todas as lojas, não deixe de experimentar essa delícia!!

Mas ai voce me pergunta: "Mas que vantagem eu levo comprando esse ai ao invés de um do Bátema ou do Homiaranha?" Simples, caro leitor, só nos ovos Uarévaa voce leva de brinde os maravilhosos brinquedos representando a galera do blog mais sagaz da internet!! Clique no "Leia mais" e confira!!

Photobucket
Agora sim, né? Irresistível!! Compre logo 9 de uma vez e reze para não vir nenhum repetido!! Se vier, compre mais e mais, mas não deixe de completar sua coleção!!

Perguntas de Marcelo Soares:
1) Por que os vilões sempre tentam matar o Homem-Aranha, ao invés de prendê-lo e usarem-no como cobaia para experimentos e assim criarem seus próprios Homens-Aranha?
Eles tentam matar o Homem-Aranha porque ele sempre se mete nos planos deles. Eles teriam sucesso se não fossem esses garotos intrometidos e esse cachor... OPA, desculpe, isso ai é de outro desenho, hehehe
E criar outros Homens-Aranha? Tá maluco? Um Homem-Aranha incomoda muita gente, 2 Homens-Aranha incomodam, incomodam muito maaais. 3 Homens-Aranha incomodam, incomodam, incomodam muita gente, 4 Homens-Aranha incomodam, incomodam, incomodam, incomodam muito maaais... (Ad Eternum....).

2) Quem te disse que o Robin sou eu?
Não insista Marcelo, eu já disse ao Monster que não vou dedurar ele pelo comentário que fez num post lá do MDM. Aliás, voce até comentou no post lá e não viu isso? Robin, você não sabe mexer mesmo nessa merda...

Pergunta de Hammer: Onde eu consigo baixar (baixar mesmo, não ir pros EU e A) a verção que caiu do Wolverine LEGENDADA?
A “verÇão”? Putz, essa é pirata MEEESMO!!! Hammer, nada feito. Espere Wolverine Origins chegar aos cinemas e assim você poderá desperdiçar dinheiro e duas horas da sua vida vendo o filme completo, com efeitos e tudo. Assim você poderá falar mal dele com muito mais propriedade, hehehe


Pergunta de Moura: Pensando no sono que tenho agora... pq as melhores festas acontecem na quinta ao invés da sexta???
Porque assim ninguém trabalha direito mesmo na sexta, fica lerdão no trampo até seu chefe ver que esse seu dia será inútil mesmo e te liberar pra dormir em casa, ao invés de no trabalho. PRONTO: você acaba de ganhar um feriadão!! Mas cuidado, em poucas semanas isso deve resultar em “férias permanentes não remuneradas”...

Pergunta de Fabio Farro de Castro: Qual seria a sua reação se um psiquiatra te dissesse que você é um autista que deu certo? Obs: Aconteceu comigo.
Hehehe... Talvez a mesma que eu tive quando o resultado do meu teste vocacional acusou que eu não servia pra nada, hehehe, eu ignorei completamente.

Perguntas de Madruga Man:
1) Se Jonathan Osterman fosse mulher...o Dr. Manhattan seria vermelho????
Se ele seria vermelho eu não sei, mas que seria ainda mais difícil entender o que se passa na cabeça dele, ahhhhh , isso seria!!

2) Em um churrasco, 5kg de carne dá pra 20 comer?
Se dá pra 20 comer? Isso requer uma comprovação.... Façamos então uma vaquinha pro churrasco: Mil meu, com Mil teu.....

3) O que fazer se seu vizinho liga CREUUUU num sabado as 7 da manha???
Ligue Hendrix num volume consideravelmente maior, com as caixas de som voltadas pra janela. Ou, se tiver uma guitarra disponível de bobeira, inspire-se no mestre e desca a dita cuja nas caixas de som do vizinho, hehehe

4) A lâmpada de Aladim é de Acetileno?
Craro que não, afinal a estória de Aladim vem de muitos séculos atrás e a lâmpada de acetileno só foi inventada em 1900 DC.

Perguntas de Dr T
1) Eu tenho um amigo chamado Jacinto Pinto Aquinas Costa. Como ele pode fazer pra alterar o nome dele?
Em primeiro lugar, não tem jeito: vai ter que procurar um aDEvogado. O Pareto não está mais disponível, infelizmente.. Se ele não fez 18 anos ainda, ou ainda vai fazer, diz ai que é relativamente simples. Mas primeiro tem que saber se teu amigo quer mudar de nome, de repente ele tá satisfeito com o atual.. hehehe

2) Porque os fãs dos Beatles odeiam a Yoko Ono?
Porque ela é conhecida como a “pivô” da separação da banda. Quando John casou com ela entrou na piração mucho loca de que ele e ela eram mesmo um só e passou a levá-la nos ensaios da banda, onde ela supostamente interferia inclusive nas decisões. A galera não curtiu esse lance de ganhar uma artista plástica como novo membro forçado da banda, e isso foi uma das discórdias que resultaram no fim dos Debítous.


3) Que fim levaram os cachorros da TV Colosso?
Fim uma ova!! Correm boatos por ai que esse tempo todo eles estiveram na Nova Zelândia, mas que podem retornar em breve na telinha da Rede Grobo Sal e Doce. Vamos ver se isso rola mesmo, ou se é tudo invenção do Jaca Paladium...



Então chegou a hora, vamos todos dar as mãos porque está na hora dooooooooo...

TOP 5 DA TV BRASILEIRA!!!

OPS... Nada disso.... É hora dooooo...

VOCÊ EXPLICA!!

A pergunta da vez era "Por que diabos a série (ou os filmes, Uarévaa...) se chamava "Missão Impossível", se eles conseguiam completar as missões no final?" e o vencedor foi Rufus!, o Bode que reclamou de não conseguir fazer perguntas engraçadas, mas conseguiu dar ao menos a resposta vencedora:
Pq é impossivel acreditar que aquelas merdas todas que os caras fazem são possiveis.

Ae Rufus, como voce vê, há esperança, pelo menos nas respostas voce já tá afiado. Falando em respostas, Rufus, aquele texto do verdadeiro Freud que eu prometi ler na coluna passada, é grande bagarai!! Tou quase acabando, minha resposta pendente fica pra semana que vem, ok?

Vamos a pergunta de hoje então: "O que fazer se apenas um dos irmãos siameses for condenado à cadeira elétrica?"

Respondam mais essa, perguntem sempre, bom feriadão, feliz páscoa e até quinta que vem!!

De fora da panela

Mais uma semana pegando na MÃO GRANDE algum post legal de um de nossos parceiros. A vítima da vez é o nosso brother Vini, do Submundo Mamão, que falou a algum tempo sobre os extras feitos pra acompanhar o filme Watchmen, e achamos interessante trazer isso pra voces.

Mas esse espaço continua aguardando mais colaborações dos leitores!! Se coçem ae e mandem seu post pra uarevaa@gmail.com.

Extras! Extras!

Ainda estou um pouco na "onda" do filme Watchmen.
Apesar do filme já estar capengando nos cinemas e de ser motivo de muita discussão, choro, críticas e defesas inflamadas por parte dos milhares de fãs da revista em fóruns, blogs e Orkuts da vida, ainda estou na "vibe". Principalmente quando amigos que não conheciam a revista, me falam que já foram atrás e começaram a ler a obra, depois de terem se encantado com o filme.
Fico me perguntando: "Qual será a reação desse povo ao constatarem que a HQ é muuuito superior ao filme?.
Essa é uma resposta que vou querer ouvir.

Mas o que me trouxe aqui hoje, foram os extras especiais que foram produzidos para o filme. Ou em decorrência do filme, melhor dizendo.

Uma animação e um documentário... "fake". Como se sabe, o tempo da película foi encurtado, apesar das duas horas e quarenta e cinco minutos, muita coisa ainda ficou de fora. Provavelmente cenas como as conversas entre o jornaleiro e o garoto afro-americano foram filmadas, mas ficaram de fora e isso era o que dava o "link" para os Contos do Cargueiro Negro, a animação.

A chamada "história dentro da história" vai ser distribuida pela Paramount Home Entertainment aqui no Brasil à partir de 27 de Abril e foi produzida em associação com a Legendary Pictures. O diretor Zack Snyder e sua galera, onde inclui-se aí sua esposa, assim como no filme assinam a produção executiva da animação.

Contos do Cargueiro Negro era a história em quadrinhos que era lida por um garoto que ficava encostado numa espécie de bomba de abastecimento para carros elétricos ao lado da banca de jornais, ouvindo os papos conspiratórios do jornaleiro Bernard. Enquanto isso, a saga pirata da qual a revista tratava se desenrolava mostrando a jornada de um capitão abandonado ao mar depois de ter seu navio pilhado e afundado por um sinistro navio pirata.

Durante sua trajetória, o jovem capitão passa por horríveis eventos e ao superá-los, estes parecem refletir no mundo de Watchmen.

Como já havia falado aqui, eu não curto muito essa história, mas sei de sua importância para a trama.
Achei a animação em geral muito bem feita e por vezes, seu estilo me lembrou aquela animação antigona do SPAWN.
Ainda assim não mudou minha opinião sobre a história e longe do contexto do filme, já que as cenas das conversas na banca não existem, ela perde ainda mais a força que tem para a trama.

Nota: 6


A reveladora autobiografia de Hollis Mason, Sob o Capuz (Under the Hood), foi apresentada sempre no final das revistas que compunham a mini-série original de Watchmen e narrava, como se fosse um apanhado de partes do livro, os acontecimentos da vida de Mason e o que o levaram a se tornar um vingador mascarado, o primeiro Coruja (Nite Owl). O livro conta como os Minutemen se formaram, além de apresentar as pessoas que fizeram parte de sua vida como Sally (a Silk Spectre original), o Comediante e o vilão Moloch, o místico.

A idéia foi passar esse tipo de informação através do que seria um documentário, realizado em 85, onde um típico apresentador americano resolve fazer uma revisão de seu próprio programa, este de 10 anos atrás, onde ele entrevistava Manson, na época de lançamento de seu livro.

Sob o Capuz é um documentário fictício e é dirigido por Eric Matthies e escrito por Hans Rodionoff.

Achei muito bem feito e talvez tivesse saído perfeito se eles tivessem caprichado ainda mais nas montagens feitas nas fotos apresentadas no começo. Isso me deu a impressão de que o documentário não seria assim tão bom, que eles tentariam colocar elementos que simulassem gravações antigas e que isso sairia muito forçado, mas essa impressão é logo dissolvida quando Hollis começa a explicar suas motivações, o Coruja dá as caras e a primeira propaganda de Nostalgia aparece!
Tudo à partir daí fica mais natural.

O documentário é muito interessante. Os diversos tempos se entrecruzam, constituindo uma dinâmica visual bastante original. Cenas em preto e branco dos anos 40, passando por diversas décadas até chegar nos anos 80, todas bastante afinadas com o tom de sua época. As filmagens estão bem autênticas e os personagens são críveis, assim como seu envelhecimento progressivo.
Achei fantástica a propaganda dos relógios Seiko, "O primeiro relógio digital de quartzo líquido do mundo"!!! Essa, tenho certeza, é a única peça original do filme.

Todos os personagens que compõe os Minutemen também estão lá e são bem explicados nesse documentário de pouco mais de trinta e sete minutos. Além deles o psiquiatra que trata de Rorschach, William Long e seu arqui-inimigo, o anão Grande Figura aparecem também para dar seus depoimentos. É falado sobre o amor e a união nunca consumada entre Sally Jupiter e o Holly Manson, sobre seu "probleminha" com o Comediante, sobre a criação dos vilões em contra-partida à criação de heróis narrada por Moloch, inclusive sua predestinação ao surgimento de um grande antagonista a Manhattan, o único ser com super poderes na série, que também não poderia ser deixado de fora nesse filme.

Não vou me extender muito nos comentários, porque vale a pena ver com seus próprios olhos e tirar suas próprias conclusões.

Duvido que algum fã vá reclamar desse documentário, dizendo que não está como na revista, pois foi sim retirado dela, mas foi transformado em algo original e ganhou mais elementos interessantes. Arrisco ainda em dizer que saiu melhor do que está no papel!

Nota 9

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Uaréview

POESIA EM MOVIMENTO
Por Marcelo Soares



Poesia. As histórias em quadrinhos além de um meio de comunicação, escape da realidade, aventura descompromissada, também pode ser poesia pura, sensibilidade, e expressão da vida. E o mesmo escritor que nos trouxe uma visão destruidora dos Estados Unidos em DMZ e como “grandes poderes trazem grandes problemas” em Demo, nos brinda com a sensível Local. Este é Brian Woods.



A mini-série em 12 partes teve sua metade publicada pela Editora Devir no ano passado,(o qual comprei após dica do meu caro Luwig), e prometida para esse ano à conclusão, em um encadernado contando a vida de Megan McKeenan, uma garota que ao quase assaltar uma farmácia decide ir embora de sua cidade, sem rumo, seguindo por várias cidades da América do Norte. A cada edição a vemos um ano mais velha, em um local diferente, com uma nova experiência de vida, em algumas ela sendo o foco principal, em outras, quase não aparecendo. São seis capítulos nesse primeiro encadernado: Dez mil pensamentos por segundo; O namorado Polaroid; Theories and Defenses; Dois irmãos; Os últimos dias solitários no cine Oxford; Megan e Glória – Apartamento 5a. A HQ fala sobre decisões que temos que tomar na vida, em vários níveis: desde como forma de se libertar, de ter que aceitar as conseqüências de seus atos e até de termos que aprender com elas.


Em minha opinião o capitulo dois, com praticamente um curta metragem em quadrinhos, mostrando a aproximação através de fotografias de Megan e um garoto, e o terceiro, sobre uma banda em Richmond, Virginia, os melhores dessa primeira parte. Principalmente essa última, onde a história é contada baseada em uma entrevista telefônica com o vocalista da banda que homônima ao nome do capítulo, depois deles se separarem e voltarem a morar na cidade. Com intervalos para pequenas cenas que expandem a história da banda local. McKeenan mal aparece.


Os desenhos de Ryan Kelly também não deixam a desejar, preocupados com a veracidade da caracterização de cada cidade, a dupla fez um bom trabalho de pesquisa com fotos e todo tipo de referencia sobre cada local. Claro que para quem já conheceu as cidades se torna mais divertida, mas mesmo assim ver Portland (Oregon), Minneapolis (Minnesota), Richmond (Virginia), Missoula (Montana), Halifax (Nova Escotia, Canadá) e Brooklin (Nova York), em ângulos diversos e muito interessantes é uma formosura única. O encadernado traz ainda comentários de Woods e Kelly, com nuances e particularidades de cada edição, até com suas trilhas sonoras específicas para aquele momento.


Eu sou fã confesso de Brian Woods, desde que li a primeira edição de Demo, infelizmente duvido muito que seja lançada algum dia por aqui agora que foi para a linha Vertigo (e sabemos que a Pixel se foi, e não sei se a Devir poderá publicá-la). Ainda mais depois de ler DMZ, que saiu os primeiros arcos na Pixel Magazine, é o tipo de autor que o que tiver o seu nome nos créditos lerei e comprarei sem nem querer saber mais, e são poucos escritores que estão nessa lista. Fica aí a dica para vocês, procurem e leiam, principalmente se gostam de coisas mais autorais, menos mainstream, ou se querem começar nesse novo mundo agora. Local é mais que uma HQ, é a poesia da vida em movimento.


E para dar um ânimo, deixo o link do terceiro capítulo (em ingrês) completo para se ler on-line: Theories and Defenses. Ou se preferir, pode se iniciar no mundo de Megan com a primeira edição em portuguese mesmo.

Moura em Série

The 4400

Semana passada eu falei sobre as minhas aberturas de seriados favoritas, e entre elas estava à abertura de The 4400. E como prometi naquele post, segue aqui um pequeno review sobre essa série que eu descobri por acaso, e me conquistou totalmente.


O enredo começa com um mistério. Durante o século XX várias pessoas desaparecem misteriosamente, em épocas diferentes, com uma menina nos anos 30, um soldado nos anos 50 e um adolescente no início do novo milênio. Ninguém tem idéia do paradeiro dessas pessoas, e muito menos correlacionam esses desaparecimentos, visto que foram em tempos muito diferentes. São apenas desaparecimentos, como acontecem normalmente. As pessoas são obviamente dadas como mortas, ou seqüestradas.
O negócio é que um belo dia uma noticia de que um corpo estranho, provavelmente um meteoro, está em rota de colisão com a Terra. Vários procedimentos que já vimos nesses filmes catástrofes são utilizados, inutilmente. Por fim o meteoro é uma enorme bola de luz que pousa suavemente sobre um lago. E desta bola de luz surgem, todos juntos, 4.400 pessoas que haviam misteriosamente desaparecido, sem terem envelhecido um dia sequer.

O grande mistério da primeira temporada é esse. Onde estavam essas pessoas, já que para elas, o tempo não passou? Elas não tem nenhuma lembrança do que ocorreu, apenas lembram do momento anterior ao desaparecimento e imediatamente após surgirem no lago.
Só esse plot já é uma grande história a ser desenvolvida. Afinal, como a jovem Lily, que havia recém dado à luz a sua filha, será recebida pela mesma e pelo seu marido, 11 anos depois de desaparecer e ser dada como morta? Ou como a pequena Maia vai se virar, sendo criança, 70 anos depois de sua época? Ou Richard, um bravo soldado, negro, que sofria de preconceito extremo na metade do século passado, se vendo em um novo mundo, com costumes totalmente novos?
Mas a série não para por ai. Obviamente o governo americano coloca uma agencia, em Seattle, responsável por descobrir o mistério por trás desse reaparecimento. É aqui que entram os protagonistas, Diana e Tom, agentes federais, que cuidam do caso.

Os 4400 são colocados em quarentena, e liberados algum tempo depois. Cada um tenta retomar sua vida, ou começar uma nova. E esse plot vai levando a série até descobrirmos um novo fato.
Alguns dos “retornados” começam a demonstrar habilidades especiais. Esqueça os poderes babacas dos personagens de Heroes, com raios brilhantes e troca de poderes entre os personagens. Aqui tudo é feito com parcimônia e muito cuidado para não virar um Smallville da vida.
É aqui que eu digo que The 4400 é o que Heroes queria ser. Apesar da popularidade do segundo ser muito, mas muito maior, a qualidade do primeiro é incomparável.
Shawn, sobrinho de Tom, conseguir curar doenças, e aparentemente também sugar a vida de quem ele tocar. Maia pode prever o futuro em flashs que ela não entende. Lily reapareceu grávida, mesmo sabendo que isso seria impossível, e ainda por cima pode se “comunicar” com o feto, que aparentemente tem um especial sexto sentido.
Os agentes Tom e Diana passam a ter interesse pessoal no caso, afinal o filho de Tom, Kyle, estava com Shawn quando ele desapareceu, e foi encontrado em coma no local, ficando nesse estado, e Diana acaba por adotar a pequena Maia.

Assim o esquema dos episódios ganha uma dinâmica interessante. Sabe aquele lance de Smallville, em que todo episódio algum idiota entrava em contato com Kriptonita e ganhava um poder besta (a menina que sugava gordura foi o supra-sumo)? Então, aqui temos o personagem da semana, mas aqui não tem desculpa esfarrapada. Cada episodio mostra um dos 4400 retomando sua vida, ou reiniciando uma. E isso vai desde um corretor de seguros dos anos 70 que tenta retomar sua empresa e descobre poderes telecinéticos, passando por um peixeiro que vira um verdadeiro “ninja” e, em um dos episódios mais legais, uma professora que sumiu por 30 anos e retornou com a capacidade de fazer aflorar nas crianças seus talentos naturais para as artes.
Mas o mistério em torno dos retornados logo vira circo para a mídia, e a população passa a temer e repudia-los. Agora os agentes federais tem que, ao mesmo tempo em que controlar as ações dos retornados e seus poderes, evitar ataques à integridade física dos mesmos.
O legal é que vários caminhos são tomados, e varias historias vão sendo criadas. Lily e Richard numa eterna fuga para proteger a filha de Lily, Shawn tentando ter uma vida comum e descobrindo que isso se torna impossível, o surgimento de uma sociedade alternativa apenas de retornados liderada pelo ambíguo Jordan Collier, o envolvimento de Kyle em toda essa história, depois que ele acorda e passa a agir como se não fosse ele mesmo.

E aparentemente as ações do retornados criam uma reação em cadeia, resultando em eventos que parecem ser programados.
The 4400 tem quatro temporadas, e acabou sendo cancelada. Triste fim para uma boa série, deixando em aberto o final. Mas isso não impede que todos aproveitem bem a trama bem amarradinha e com reviravoltas bacanas, intrigantes, e não babacas e sensacionalistas como da mais pop Heroes.

E é isso aí pessoal!

Até o próximo episodio!

terça-feira, 7 de abril de 2009

Sushi de Sardinha

Dance Dance Revolution / Pump it up! Pt 2/2
E ai minhas caras colegas de trabalho! Hoje vou finalizar o assunto “Máquinas de Dança”!

“Impolgado”? “Enteressado”? Então sigam-me os bons!

Se você perdeu a parte 1, não entre em prantos! Clica aqui e canse os olhos com os movimentos dos dançarinos!


DDR – Afronova Primeval (essa eu consigo fazer igual ao vídeo!)




Tá bom! Nem todos os passos no meu caso são perfect...¬¬

Com o sucesso alcançado nos primeiros DDR’s a Konami cria a Benami, a divisão que cuida dos jogos musicais da empresa. O gênero de jogo musical dava seus primeiros passos (tudum tsiiiii) rumo ao sucesso, e interagir com o arcade não dependida mais só de usar as mãos!
Com o sucesso do arcade houve uma boa disseminação do J’pop (japanese pop) e o K’pop (Korean pop) que terão um post futuro somente deles. Nomes como BanYa (em PIU) e Naoki Maeda no DDR, se tornaram famosos no mundo otaku, e cá entre nós, as musicas são realmente boas!


DDR – B4U – Glorious Style




Para o jogo, as músicas vêm de duas fontes: Canções licenciadas para o jogo, como as da coleção Dancemania da EMI, e músicas feitas especialmente para o jogo por artistas da Bemani, como o supracitado Naoki Maeda (que o Skrull pensava ser o nome da gatinha que canta algumas das composições). Em geral, as músicas se caracterizam por uma forte batida para marcar o ritmo, podendo ser lentas, rápidas ou mesmo mudar de velocidade no meio da execução. A canção mais lenta da série é be in my paradise, com uma velocidade constante de 63 BPM, e no outro extremo há as canções MAX (incluindo MAX 300, MAxX Unlimited e the legend of MAX), que podem chegar a 666 BPM.


DDR – Max 300




Espero que tenham gostado desse meu especialzinho sobre máquinas de dança! Se você nunca experimentou por vergonha, então prove jhá, porque é diversão garantida!

Referência: Quatro quadras pra frente, quebre a sua direita meu rei!

Banzai! lol