Social Icons

Pages

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Homossexualidade é tema de concurso de quadrinhos





A força expressiva das histórias em quadrinhos têm servido a muitos propósitos, de simples entretenimento, com suas aventuras fantásticas, ao cada vez mais prestigiado recurso pedagógico. Sua primeira manifestação foi humorística, mas logo se descobriu sua enorme capacidade de comunicação e possibilidade exploratória de recursos gráficos e textuais.






Em sua maioria dirigidas aos jovens, os quadrinhos são submetidos a um forte rigor moral, limitando-se a reproduzir a ideologia dominante, com seu teor conservador de ratificação das normas sociais. Por esse motivo se constata um enorme vácuo num tema que encontra resistência em sua abordagem nas mídias “massivas”, a homossexualidade. O tema tem tido avanços em programas televisivos, no cinema, no teatro e na literatura, mas é quase banido quando se trata de revistas em quadrinhos.

São raras as publicações brasileiras na área, quase todas oriundas do meio independente. A Marca de Fantasia aposta no tema e propõe a participação dos autores de histórias em quadrinhos que tratem das questões ligadas à homossexualidade que compartilhem de seu projeto editorial. Para isso, lança um concurso colaborativo, sem caráter profissional, para a seleção de quadrinhos sobre o tema em suas abordagens plurais. A proposta é a edição de um álbum com as melhores histórias, que dê vasão às linguagens visuais e textuais no tratamento de um tema ainda considerado tabu.



Podem participar autor individual, duplas ou grupos que assinem sua obra, descartando o uso de pseudônimo. Os quadrinhos podem ser de qualquer gênero, desde que o foco seja a homossexualidade em suas diversas expressões: gays, lésbicas, bissexuais, travestis, transexuais, transgêneros etc. As histórias devem ser curtas, com até seis páginas. As tiras devem ser pelo menos em número de 10.

Todas as HQ devem ser enviadas até o final de setembro em formato jpg, com 300dpi, para o endereço: henriquemais@gmail.com, juntamente com o título, os autores, endereço, email e pequena biografia. Uma comissão formada por pesquisadores do Grupo de Pesquisa Imaginário!, do Mestrado em Comunicação da UFPB, avaliará as obras e escolherá as que participarão do álbum a ser lançado pela editora Marca de Fantasia. O concurso tem o apoio da loja especializada em quadrinhos Comic House, de João Pessoa, Paraíba.

Fonte: Assessoria da editora

The Black Keys vs Weezer

A batalha dos fantoches

Pelas fotos, mais parece a batalha dos nerds...

 - - - Post atualizado com o resultado - - - 


Pois bem, Freud aqui de novo para mais um round de rock. Com o esquema dessa "coluna" já explicado semana passada (veja AQUI), agora podemos ir direto ao assunto.

Weezer e The Black Keys são bandas com trajetórias bem diferentes. Enquanto os "nerds do rock" já conseguiram considerável sucesso logo no álbum de estréia, colocando até o vídeo da faixa Buddy Holly no cd do Windows 95 (tem coisa mais nerd que isso?), a dupla dos teclas pretas gravou vários álbuns na garagem do baterista antes de ter um trabalho bem produzido.

Apesar dessa, e de muitas outras diferenças, o sucesso que alcançaram torna estranho hoje continuar chamando qualquer uma delas de "rock alternativo". Outra semelhança é que costumam mandar muito bem nos clipes, geralmente bastante criativos, e pensando num tema inusitado pra esse post me lembrei dos seus clipes com fantoches!


Weezer - Keep Fishin



Weezer entra no ringue com um grande reforço: ninguém menos que Os Muppets! O vídeo de Keep Fishin, segundo single do quarto álbum da banda, Maladroit, é muito legal e acho que o mais conhecido deles hoje em dia.


The Black Keys - Next Girl



Esse não é o vídeo mais famoso dos caras, mas... bem... pra entrar na disputa tinha que ter um fantoche, então... Next Girl é do sexto álbum da banda, Brothers, e conta com o reforço "imposto pela gravadora" do dinossauro Frank e de... bem... você viu o clipe? Porque tem outros reforços nele também...


E ai, quem vai faturar essa? Votem na enquete abaixo, o resultado sai quinta feira aqui mesmo nesse post.

Musical Kombat: The Black Keys vs Weezer

A batalha dos fantoches! Quem vai levar a melhor: Frank ou os Muppets?


The Black Keys - "Next Girl"

Weezer - "Keep Fishin"

- - - RESULTADO - - - 

Num blog "nerd" que se preze, o resultado não poderia ser outro: Weezer nas cabeças com 55,56% contra 44,44% do Black Keys e, embora o resultado mostre um combate equilibrado, saibam que o Weezer saiu na frente e liderou a corrida de ponta a ponta: Black Keys sequer chegou a empatar em momento algum (nem mesmo apelando pras gostosas).

Agora, como há quem diga que os Muppets pesaram bastante na escolha do vencedor, a faixa bônus vai para o membro mais importante do Weezer no clipe: o ANIMAL (enfrentando ninguém menos do que Buddy Rich).

A Magia da Realidade – Como Sabemos o que é verdade

“Quero mostrar a você que o mundo real, como é entendido cientificamente, tem sua própria magia. Eu a chamo de magia poética, uma beleza inspiradora que é ainda mais mágica porque é real e podemos compreender como funciona. Em comparação à verdadeira beleza e magia do mundo real, o sobrenatural e os truques de palco parecem vulgares e sem graça. A magia da realidade não é sobrenatural, não é um truque. É absolutamente fascinante. Fascinante e real. Fascinante porque é real.”

É comum que as tradições humanas, com o tempo, acabem se apropriando de certos conceitos e por muitas vezes distorcendo-os ou usando-os sob outro contexto, que consolida-se no senso comum com um significado (às vezes completamente) diferente do que originalmente proposto.

Usemos como exemplo a linguagem. A palavra “espírito” vem do latim “spiritus”, que tem suas raízes também no grego e hebraico e significa, a rigor, “sopro, respiração, vigor”. Ou seja, originalmente, dizer que um ser vivo tem “espírito” era apenas dizer que este estava vivo. Talvez o caso mais conhecido popularmente seja a palavra “Lúcifer”, que significa “O portador da luz”, embora este título seja atribuído ao principal adversário do deus judaico-cristão. Se traçarmos um paralelo entre significados originais das palavras e o contexto em que elas são usadas hoje, vamos ver o quanto nós acabamos perdendo o sentido de certas coisas e, não raro, atribuindo a estes termos significados sobrenaturais e místicos que não lhe cabem.

Dito isso, podemos dizer que A Magia da Realidade, de Richard Dawkins, será provavelmente o caso de um livro cujo verdadeiro significado (no caso aqui uso arbitrariamente como sinônimo de “intenção”) será distorcido ou mal-interpretado. A começar pelo título, que usa a palavra “magia”, e que pode, já de cara, levar a críticas superficiais (aliás, a raiz etimológica da palavra magia vem do persa e quer dizer “sábio”). Depois porque, atualmente, quando se ouve falar em Richard Dawkins, lembramos apenas que ele é um militante pró-ateísmo. Ou seja, quem é crente terá uma rejeição automática às suas obras e quem não é o lerá com afinco. E acho que estes dois extremos tendem a perder partes importantes do que faz A Magia da Realidade ser tão bom.

Como estudante de Filosofia, acabo ficando em uma posição “privilegiada”, vamos dizer assim, de estar no “meio termo” entre ambas as correntes: a da fé e a da ciência. Digo privilegiada porque quando se olha as coisas de fora, fica muito mais fácil entender o que acontece e sugerir medidas eficientes de mudança. Explico.

O embate entre religião e ciência é antigo, mas compreensível. Quando a ciência surgiu, chegou com o pé na porta e dando soco na cara, sem pedir permissão ou perguntar se alguém estava interessado. E mudou tudo. Ainda hoje se discute o lugar da ciência e da religião, pelo fato de que, originalmente, era da religião a tarefa de explicar os acontecimentos e, por muito tempo, ela não teve concorrência neste quesito (a não ser outras religiões, mas todas dentro do mesmo processo). Quando a ciência chegou, ela foi muito mais eficiente em explicar a realidade, não só porque a explicação científica é mais detalhada, mas principalmente porque a “verdade” científica permite uma vantagem que a religião nunca teve: a de, a partir destes conhecimentos, prever eventos, controlá-los e, consequentemente, usá-los a nosso favor.

Só que a ciência é um instrumento, uma ferramenta e, como tal, é neutra. Por isso qualquer descoberta científica pode ser usada tanto para o “bem” quanto para o “mal”*. Ou seja, a ciência pode nos proporcionar muita coisa (e nos proporcionou, pois graças à ela temos aviões, smartphones, computadores e internet), mas nunca poderá dizer como usar um conhecimento. Isso é trabalho para outro tipo de ferramenta.**

Porque passei diversos parágrafos pisando em ovos e falando sobre o embate entre religião e ciência? Porque, para ler A Magia da Realidade, você terá que colocar de lado seu ponto de vista extremista a respeito do Dawkins (seja ele contra ou a favor) se quiser aproveitar a obra como um todo e evitar distorções da mensagem e do significado do livro.

A Magia da Realidade é descrito como um livro do Dawkins para crianças. Sinceramente, depois de ler a obra, considerei essa descrição bastante limitada. Isso porque A Magia da Realidade está longe de ser um “livrinho de ciências” do tipo que eu encontrava na época e que era criança, com passatempos, jogos e outras coisas. O livro de Dawkins não tem nada de infantil. O que ele faz é tentar usar uma linguagem mais simples para trazer a ciência para um público que não o compreende direito. E, neste ponto, pelo menos aqui no Brasil, as crianças são as que menos precisam desse livro.

A estrutura da obra é muito criativa e interessante: Cada capítulo é a resposta de uma pergunta (que é o título do capítulo), que explica cientificamente diversos aspectos da realidade, que vão desde quem foi a primeira pessoa, porque existem tantos animais, do que são feitas as coisas, porque existe noite e dia, inverno e verão e até se estamos sozinhos no universo. Cada capítulo inicia descrevendo mitos de diversas culturas e épocas a respeito daquele tema, que contrastam com a explicação científica.

É um livro bastante completo para quem conhece pouco de ciência, e tem um nível de detalhamento suficiente para suprir a curiosidade e tornar o conteúdo compreensível, mas ao mesmo tempo evita muitas tecnicalidades (especialmente as matemáticas, graças à Osíris – sou péssimo em matemática) que tornariam o conteúdo confuso e desinteressante. É verdade que, ainda assim, é bastante conteúdo (por isso eu recomendaria, se isso fosse dado a crianças, que elas lessem aos poucos para ir assimilando o conteúdo devagar), mas a forma como é descrito, pelo menos na maioria das vezes, deixa a leitura agradável.

Para quem é fã de quadrinhos (e também fã de ótimas ilustrações), há mais um motivo para adquirir A Magia da Realidade: a obra é ricamente ilustrada com fotos, fotomontagens e ilustrações de Dave Mckean, mais conhecido por ter ilustrado a Graphic Novel Asilo Arkham e pela parceria com Neil Gaiman em diversas de suas obras, incluindo Sandman. Posso dizer que as imagens são de encher os olhos e só por elas já valeria a pena ter o livro em mãos.

É claro que a intenção de Dawkins com A Magia da Realidade não é (tão) ingênua, a começar pelo subtítulo provocador ("como sabemos o que é verdade"). A obra busca também inspirar as crianças a verem a “magia” do conhecimento científico e do universo físico real, sem precisar apelar para crenças em superstições e mitos. Mas dizer que a obra é só isso seria simplificar demais o esforço que o autor tem para com a divulgação ciência, uma luta que vem de muito tempo e que já teve nomes como Carl Sagan em suas fileiras e hoje conta com o próprio Dawkins, Neil DeGrasse Tyson e muitos outros.

Ninguém em sã consciência discordaria que conhecimento não só é importante, como é fundamental para se mudar o mundo. Mas aí é que entra toda a discussão ao qual me aprofundei nos primeiros parágrafos dessa resenha, sobre religião e ciência: entenda A Magia da Realidade como um “manual de como as coisas funcionam na realidade”, e apenas isso. Afinal de contas, não há como negar a veracidade das informações ali contidas (até porque Dawkins deixa bem claro os muitos pontos onde a ciência não tem certeza ou onde ela não tem ideia da resposta). E deixem a religião de fora. Até porque, como eu já disse, a ciência é um instrumento e o conhecimento é neutro. Saber o que fazer com esse conhecimento requer um outro tipo de ferramenta, que nos ajude a distinguir o certo do errado e a discernir entre a melhor forma de se aproveitar uma descoberta. Esta poderia (e deveria) muito bem ser a tarefa da Religião. Não ir de encontro à ciência, mas complementá-la, preparando as pessoas para aprenderem a lidar com o conhecimento. Mas, para que isso acontecesse, seria importante que ambas parassem de tentar abraçar áreas nas quais não estão aptas a lidar e se ater às atribuições que lhes cabem: Uma a interpretar e explicar a realidade, e a outra a nos ajudar a entender o que fazer com esse conhecimento.

Talvez um dia isso seja possível. Por enquanto, recomendo A Magia da Realidade, seja para crianças, adolescentes ou adultos, e tanto para quem já conhece a ciência quanto para quem quer conhecer, por mostrar o quanto ela pode ser interessante e inspiradora. O livro é meio salgado, confesso, cerca de R$ 54,00. Mas vale cada centavo, especialmente se você tiver filhos e espera que um dia eles se interessem pelo mágico mundo da ciência.



*Coloquei as palavras “bem” e “mal” entre parênteses porque as considero relativas demais para se colocar como grandezas objetivas.
**A Filosofia possui uma disciplina para tratar disso, a ética, mas decidi deixar este assunto de lado.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Podcast Uarévaa #103 - Heróis da TV



"Pelos poderes de Greyskull,
Eu sou..
UARÉVAA!!"

Freud, Zenon, Marcelo Soares e Luiz Modesti relembram seus heróis favoritos criados para desenhos e seriados televisivos.

E não é só: Tem ainda a leitura de comentários dos últimos 3 podcasts.

Mas ainda não é tudo: TEM UMA PROMOÇÃO BEM LEGAL PROS OUVINTES DO UARÉVAA!

LIGUE DJÁ!!






(Clique na imagem com o botão direito do mouse
e depois em "Salvar link como..")



E o RSS? E o ITunes? Já tá tudo ok?

Pois é, ainda não foi dessa vez que resolvemos...

Mas ao menos colocamos no ar novamente
TODOS os podcasts anteriores!


PROMOÇÃO LIGA DA JUSTIÇA UARÉVAA

Quer ganhar esse poster maneirasso da Liga Hanna-Barbera
autografado pelo Daniel HDR?


Então ouça o podcast e descubra como! 

Semana que vem faremos um post especial detalhando a promoção, mas os ouvintes do podcast já podem sair na frente. É um poster colorido, em tamanho A3, impressão de qualidade, feito pelo Daniel para venda exclusiva em convenções. Coisa fina mesmo. Fora de convenções, meu camarada, só ganhando aqui no Uarévaa!

PARTICIPEM!


Comentado no Podcast

Ainda hoje mais tarde vamos atualizar os links, mas enquanto isso..

- Ouça também o Podcast #30, sobre os desenhos da Hanna-Barbera, que inclui também os personagens cômicos: clique AQUI

Comentem ai ou mandem e-mails (para contato@uarevaa.com) com críticas, elogios, sugestões e etc e tal sobre nosso podcast.


Curtam nossa página no Facebook!


E sigam nosso Twitter!

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

A Câmara da Evolução


Todas as espécies do mundo reunidas para decidir o futuro do Homo sapiens.


Mais uma história do HQCX, com roteiro de FTF e arte de Luciana Lain. Basta clicar no play e navegar usando as setas do teclado ou os botões e rolagem do mouse.


No site do O Caxiense vocês podem encontrar todas as hqs já disponibilizadas, basta clicar nesse link.

E não deixe de apoiar o projeto, curtindo a fanpage do facebook:

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Chalk Warfare




Brincadeira de criança, como é bom, como é bom...



terça-feira, 7 de agosto de 2012

Entrevista Estevão Ribeiro e Carlos Ruas na Multiverso Comic Con RS


Bem, em julho rolou a Multiverso Comic Con RS, em Porto Alegre, que contou com diversas atrações e grandes nomes das Hqs nacionais e internacionais. Eu estive lá e, junto com o Fabiano "Prof. Nerd" Silveira, do ARGCast e Felipe Morcelli, do Terra Zero, entrevistamos a grande maioria dos convidados. 

Estas entrevistas estão sendo distribuídas entre os respectivos sites, e por isso hoje trago aqui uma entrevista bem bacana com Carlos Ruas, criador das tiras do site Um Sábado Qualquer, e Estevão Ribeiro, que já é um conhecido de quem acompanha o Uarévaa. Foi um bate papo muito bacana sobre os autores e seus projetos, passados, presentes e futuros. Confiram aí:



(Clique na imagem com o botão direito do mouse
e depois em "Salvar link como..")

Confira também as outras entrevistas no site do ARGCast, no Terra Zero e em Breve no MDM.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Beatles vs Bob Dylan


Todo mundo pra trás que o pau vai comer aqui agora! 

Mantendo a tradição de ter música nas segundas aqui do Uarévaa, começamos hoje essa seção que toda semana vai jogar dois artistas no ringue para uma batalha sonora.

Pra começar, o ancião do blog, Freud, colocou dois dos mais influentes nomes do Rock pra "fazer guerra, e não amor"!

 - - - Post atualizado com o resultado - - - 


Antes de tudo, como é o primeiro post do Musical Kombat, é importante frisar que o Palhetada não acabou, e continua às segundas. Duende não tem podido postar toda segunda, tá ralando muito pra pagar as fraldas do Danilão, mas continuará com sua coluna sempre que possível.

E como vai ser esse tal de Musical Kombat?

Simples, duas músicas, escolhidas por nós para a peleja por algum motivo minimamente razoável, vão disputar sua preferência aqui, através de uma enquete no final do post. Votem, discutam sobre elas nos comentários, interajam. Ao final da enquete o post será atualizado com o vencedor.

Para a estréia vamos de Beatles vs Bob Dylan que, segundo o Rafael no nosso último podcast, é uma espécie de batalha "Vingadores versus Cavaleiro das Trevas" do Rock, heheheh... Não tente entender essa analogia bizarra, só mesmo ouvindo o podcast pra saber de onde veio isso.

A obra de ambos é de uma importância na música moderna praticamente impossível de medir, tendo inclusive ambos se influenciado, como foi citado no podcast. Por isso selecionei para esse post músicas posteriores a eles terem se conhecido e mudado consideravelmente seus estilos, em parte devido a essa influência mútua.


The Beatles - Strawberry Fields Forever



Primeira faixa a ser gravada para o revolucionário Sgt. Peppers, acabou lançada apenas como single na época mas antecipou toda a experimentação musical e inovação artística do álbum.


Bob Dylan - Like a Rolling Stone



Faixa de abertura do clássico Highway 61 Revisited, primeiro álbum em que ele abandonou a sonoridade acústica que marcou seu trabalho folk para se dedicar a uma obra integralmente "elétrica" (seu álbum anterior já fazia isso no lado A, mas ainda tinha o lado B inteiro acústico).


E ai, quem leva a melhor nessa batalha? Votem na enquete abaixo, o resultado sai na quarta feira aqui mesmo nesse post.

Musical Kombat: Beatles vs Bob Dylan

Essas duas faixas são posteriores a eles terem se influenciado mutuamente, qual a melhor?


The Beatles - "Strawberry Fields Forever"

Bob Dylan - "Like a Rolling Stone"

- - - RESULTADO - - - 

Bob Dylan levou a melhor com 70% dos votos, pessoal, e poderia até aplicar um Fatality nos rapazes de Liverpool mas... A merda é que isso não seria muito justo porque a enquete acabou encerrada bem antes do previsto. Mea Culpa. Foram 24 horas a menos de votação por uma erro de cálculo meu (BURRO!) e a amostragem acabou sendo pequena (10 votos apenas). Muita gente entrou na enquete mas não conseguiu votar, lamento. No próximo post isso não vai acontecer.

Mas, amostragem baixa ou não, Dylan venceu e merece faixa bônus!

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Podcast Uarévaa #102 - Trilogia Cavaleiro das Trevas



"UÉRRAIDEI?
UÉRDEODERDRUGSGOIN?
UÉRABHTER RIBHDAS W#A4%@*?"

Freud, Rafael Rodrigues, Marcelo Soares e Luiz Modesti passam a limpo a Trilogia do Batman dirigida pelo cineasta Christopher Nolan.





(Clique na imagem com o botão direito do mouse
e depois em "Salvar link como..")



E o RSS? E o ITunes? Já tá tudo ok?

Pois é, ainda não foi dessa vez que resolvemos...

Mas ao menos colocamos no ar novamente
TODOS os podcasts anteriores!

Sim, eu disse todos mesmo, o Podcast 2 foi encontrado.



Comentado no Podcast

- Batman Cavaleiro da Fruta, a melhor coisa que saiu da trilogia do Nolan.



Comentem ai ou mandem e-mails (para contato@uarevaa.com) com críticas, elogios, sugestões e etc e tal sobre nosso podcast.


Curtam nossa página no Facebook!


E sigam nosso Twitter!

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Denis Medri’s Rockabilly Batman

Denis Medri
Dennis Medry é um artista freelancer de quadrinhos italiano,  entre um trabalho e outro ele se dedica a "brincar" com conceitos estabelecidos no meio das HQ's. Em sua última empreitada se declinou na produção de artes inspiradas no gênero conhecido como Rockabilly que mimetiza uma estética dos anos 40/50, com traços de Steampunk, recriando Super Heróis e vilões famosos dos quadrinhos em um estilo dos anos .

Aqui trago o trabalho construído em cima dos personagens do Batman, em uma visão deveras interessante e criativa. Confira.













Saindo do universo da morcega, ele ainda faz umas versões de personagens Marvel:






Para mais informações sobre o autor e seus trabalhos acesse o seu site oficial: denismedriartworks.blogspot.com/