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terça-feira, 9 de abril de 2013

Novo Game do Batman (Arkham Origins)


Extra! Extra!
A produtora Warner Bros. acaba de anunciar que o Homem-Morcego terá um novo jogo lançado este ano!
"Batman: Arkham Origins" chega dia 25 de outubro nas lojas para PlayStation 3, Xbox 360, Wii U e PC.




O jogo será um prequel dos títulos Batman: Arkham Asylum (2009) e Batman: Arkham City(2011) e vai mostrar o herói tendo que enfrentar oito assassinos que chegam em Gotham City bem na véspera de Natal com a intenção de para matá-lo.Como no primeiro jogo o cenário era apenas o Asilo Arkham e depois foi uma área maior chamada de Arkham City, os produtores resolveram chutar o balde e fazer um jogo onde você poderá, pela primeira vez, explorar TODA a cidade de Gotham!!!
A primeira publicação a divulgar a notícia foi a revista especializada em games "GameInformer", que estampou o jogo em sua capa, porém maiores detalhes, só nos próximos meses. A única coisa que parece ter escapado foi uma arte da revista que revela a presença do vilão Exterminador (Deathstroke).


Uma versão do game chamada de "Batman: Arkham Origins Blackgate" será lançada no mesmo dia para o PS Vita e o Nintendo 3DS. O jogo terá uma dinâmica 2D, ao estilo "Metroid", com personagens e cenários criados em 2D, porém com gráficos 3D.


Fico pensando aqui, "Cara, com Arkham City você já tem um pusta cenário gigantesco para cobrir, imagina só a cidade inteira!". O Cavaleiro das Trevas finalmente ganha ares de Assassin´s Creed!


Eu curti!



O trânsito de São Paulo


São Paulo é uma cidade incrivelmente absurda! Tem tudo para todos os gostos, todo o tipo de gente, todo o tipo de diversão.... e problemas.

A cidade vem enfrentando esses problemas de vários tipos a anos, e nem vou entrar no mérito de politicagem da coisa toda. O problema que eu tô me referindo aqui é o famoso trânsito infernal de São Paulo!



Infelizmente existe carro pra caralho na cidade e quando chove, maluco..... quando chove é o caos instalado!

O Vini mandou um registro em vídeo no grupo do Uarévaa onde dois cidadãos fizeram um protesto contra a falta de equipamentos melhores nas ruas, no caso o semáforo! Mas não contente com a reclamação, foram além e se meteram no meio do trânsito e resolveram ajudar o congestionamento monstro que estava se formando.... da uma olhada no vídeo.



Sensacional a atitude dos caras! Ainda existe esperança nessa cidade maluca. O mais absurdo é ver uma viatura e um carro da CET passando ali de boa sem parar para ajudar!!!

Reclamar é muito fácil, meter a mão na massa e se diferenciar por sair da zona de conforto é que tá a coisa toda.

Duende Amarelo.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

A arte perturbadora e surreal de Alison Brady



Terror é mais do que simplesmente causar medo. É despertar instintos primitivos, fazer aflorar emoções, deixar os nervos à flor da pele, incomodar a alma. Esta é exatamente a proposta do trabalho Alison Brady, que busca, ainda, mostrar com suas fotos estranhas situações traumáticas e sentimentos de alienação, desconexão com a realidade e o inconsciente.

Confiram algumas imagens produzidas pelo fotógrafo, e diga como se sente a respeito:











Outras imagens você encontra no Site Oficial do artista.

"Demake" de Jogos Realistas!


É muito comum a gente ver por aí os remakes de jogos antigos, onde eles trazem o personagem para uma ótica atualizada, dentro da tecnologia do momento. Vários personagens já passaram por isso como Sonic, Mario, Link, etc...
Mas, e se fosse feito o contrário?
Se pegassem personagens atuais, onde a definição de detalhes é tão foda que parece filme e transformasse isso em jogos de 8 ou 16 bits?
Será que esses "demakes" ficariam legais?


O artista sueco Junkboy acha que sim!
E por isso fez uma série de ilustrações mostrando como seriam jogos da geração atual no estílo 2D dos jogos antigos, como se fossem para Fliperama ou outros consoles como NeoGeo, Super Nintendo, Nintendinho 8-bits, Game Boy Classic ou até Atari.

A curiosidade é que esse cara trampa para a Mojang (a mesma empresa que faz o jogo dominante de mentes Minecraft)!

Pra quem viveu essa época, o resultado é de chorar de saudades!


Batman - Arkham Asylum


Mirror’s Edge


Need for Speed: Shift


Red Dead Redemption

 
Bayonetta


BioShock

Brütal Legend

Dead Space

Final Fantasy XIII

Halo

Kane and Lynch 2: Dog Days

Killzone

Left 4 Dead

Super Mario Galaxy 2

Mario Kart Wii

Metal Gear Solid 4: Guns of The Patriots

Super Smash Bros: Melee

Soul Calibur V

Uncharted 3

Vanquish



Foda demais, né?

Queen: documentário "The Days Of Our Lives"


Eae roqueiros de apartamento!

Esse fim de semana eu assisti ao documentário do Queen "The Days Of Our Lives" e é absurdo como a banda passou por uns perrengues por falta de orientação até que Farrokh Bulsara fez uma das maiores músicas de todos os tempos!




Eu tinha separado o link do documentário inteiro em português para vocês assistirem aqui na mamata do Uarévaa, mas bloquearam a porra toda, então vou deixar um trecho de 9 min. pra terem uma noção do material foda que esse documentário apresenta! Recomendo muito!





Let´s Rock!

Duende Amarelo.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Podcast Uarévaa #133 - Preconceito


"O único podcast que tem cota para narigudo."

Luiz Modesti, Moura, Marcelo Soares, Camila Téo, ZenonAlex Matos e o convidado Poderoso Porco (do MdM), corroborando com a discussão sobre direitos humanos das minorias que está em destaque atualmente, debatem sobre o preconceito no Brasil.

No final, leitura de comentários do pod #132 com Freud, Vini, Modesti e Marcelo.




(Clique na imagem com o botão direito do mouse
e depois em "Salvar link como..")


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em que a Camila trabalha, visitando o site 


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Seis filmes de Star Wars em um?!?

This is Madness!!!
Quem consegue assistir seis filmes ao mesmo tempo?



Um maluco chamado Michael McNulty, que deve tá desempregado, o desgraçado, resolveu juntar os seis filmes de Star Wars, a trilogia clássica e a trilogia de merda, num único vídeo.

O motivo? Vai saber!

A não ser que você seja o Ozymandias, de Watchmen, o vídeo não é lá muito assistível (duvido alguém assistir até o final), porém serve pra tirar uma base da evolução dos filmes em relação a efeitos especiais, personagens, montagem de roteiro e até do letreirinho que passa no começo!

No final até que é interessante, mas assista só se você tiver com tempo ou se você for que nem o Z que tá sempre desempregado...

Ah! E juro que é a última coisa de Star Wars que posto aqui... essa semana!


quarta-feira, 3 de abril de 2013

Quanto Vale uma Boa Foto?


Quem fez algum curso de Comunicação Visual como Publicidade e Propaganda, Designer Gráfico (que é meu caso) ou Fotografia certamente já ouviu falar e/ou foi questionado sobre isso: "E pra você, quanto vale uma boa foto?".

Sempre que citam esse tipo de pergunta durante uma aula é somente pra provocar debates e questionamentos quanto a sua ética e moral, assim como a de outros fotógrafos também!

O caso mais conhecido sobre isso é a do fotógrafo Kevin Carter que ganhou o Prêmio Pulitzer por tirar a foto de uma criança sudanesa agonizando de fome e sendo perseguida por um abutre, a imagem é chocante mesmo, dá abertura pra todo tipo de interpretação (que eu sinceramente espero que alguém possa discutir isso nos comentários), ainda mais porque ninguém sabe o que aconteceu com a criança e existe a história que o fotógrafo acabou se suicidando três meses depois da foto ser tirada.

Todo mundo sabe que as fotos podem fazer parte do registro histórico de algo, mas até que ponto podemos nos permitir a isso e até a que ponto conseguimos aceitar certas coisas?



Existem várias fotos clássicas de casos como esses, principalmente quando ocorre uma guerra... temos a menina vietnamita que corre pelada com a pele toda queimada das bombas, a morte da Princesa Diana ou até o enforcamento do jornalista numa cela da polícia durante a Ditadura Militar. Quem já viu essas fotos, sabe do que eu estou falando e tenho certeza que cada uma delas pipocou na mente de cada um de vocês enquanto liam esse texto. Pois bem, parte do que a fotografia se presta já está mais do que explicado com isso... embora de uma maneira que as vezes não é tão legal.

E é por isso que resolvi não colocar nenhuma dessas fotos pra ilustrar o post.
Não ia ser nada plástico e não faria o efeito que quero produzir.

O que eu queria com essa introdução era, além de levantar a bola pra que vocês tenham mais coisas pra pensar sobre ética profissional e etceteras mais, é até meu próprio questionamento de até onde o ser humano pode ir, contrário às vezes até a seus próprios sentimentos, pra contar uma história para outras pessoas. E por quê ele faz isso? Pra que essa história vai servir, de uma maneira ou de outra, a outra pessoa ou grupo de pessoas?




Hoje eu vi uma dessas histórias difíceis de acreditar, difíceis de engolir e com imagens não tão fortes quanto esse assunto pode trazer, mas mesmo assim... No fim, o que ficou pra mim, foi um puta relato de amor... E queria dividir essa história com vocês, só pra saber se vocês pensam da mesma forma.

O fotógrafo Angelo Merendino fez um relato fotográfico emocionante sobre uma pessoa com câncer, o fato é que quem estava com a doença era sua mulher! Jennifer foi diagnosticada com câncer de mama 5 meses após se casar com Angelo e durante 5 anos seguintes do diagnóstico, ele registrou todas as etapas doloridas do tratamento de sua mulher.


O cara conseguiu humanizar um pouco essa terrível luta e no fim fica a pergunta: Ele ajudou a quem? A si mesmo? Para suportar tantos problemas. A mulher? Dando suporte e esperança. Ou alguém que teve, passou por isso ou conhece alguém que tenha a doença?
Aqui você acompanha todas as fotos e fases do tratamento.


Um triste relato que mostra que muitas vezes a vida é feita de "meios" felizes e não finais...

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Eles vivem

“Eles vivem. Nós dormimos” 


Não é de hoje que existe uma preocupação (ainda que, infelizmente, não venha acompanhada de alguma ação) sobre a possibilidade de nós, cidadãos comuns, estarmos sendo manipulados por algum pequeno grupo que se utiliza de técnicas escusas para controlar nosso comportamento, nossa mente e nos tornar robôs sem vontade própria. De fato, isso foi e ainda é tema de diversas histórias ao longo das eras. Não sei dizer quando este tipo de “paranoia” começou, mas talvez Francis Bacon e René Descartes tenham boa responsabilidade sobre isso. O primeiro sugeria que o ser humano reconhecia o mundo “filtrado” por vários aspectos da cultura e erros cognitivos, que nos impediam de ter uma real noção do que era a realidade. Já o segundo afirmou que sequer é possível dizer que conhecemos alguma realidade, já que não podemos dar certeza da existência de qualquer coisa além da nossa própria consciência.

São conceitos bem abstratos (e dependendo do ponto de vista, até absurdos) para quem conhece de forma superficial o pensamento destes dois filósofos. Mas a questão que permanece aqui é: como podemos saber que somo realmente livres, que tomamos as decisões por nós mesmos? Como podemos saber se não estamos sendo manipulados e tudo o que acreditamos não é uma mentira?

Não dá para dizer com certeza. E a abrangência cada vez maior do acesso à informação, que tanto nos liberta quanto nos aliena, apenas aumentam as dúvidas quanto à autonomia de nossa mente. Podemos pensar em diversas técnicas e maneiras supostamente usadas por quem quer que seja para manipular a sociedade, mas talvez a mais suja delas – se funcionar – seja a mensagem subliminar.

Para quem não sabe, mensagem subliminar é toda mensagem enviada por qualquer meio de comunicação que não é captada por nossa percepção consciente, mas que ainda assim é registrada no cérebro. Bem, até aí isso não é algo tão assustador, se pensarmos que grande parte (se não a maioria) dos dados que nossos sentidos recebem do mundo são subliminares (sons, cores, etc). O problema está quando os dados são mensagens inteligíveis para o cérebro que, quando as registra, pode acabar obedecendo estas mensagens, acreditando ser vontade da própria mente.

Existem evidências científicas de que nosso cérebro percebe e assimila mensagens subliminares, mas até hoje não foram encontradas evidências que demonstrem que elas de fato influenciam o ser humano e suas atitudes. De qualquer maneira, o ponto não é técnico, mas ético: funcionando ou não, o uso de mensagens subliminares já serve como uma tática baixa e desprezível por si só. Mas independente da eficiência das mensagens subliminares, é fato que boa parte dos países possuem legislação contra essa prática (no Brasil, no entanto, não há lei que regulamente o uso de mensagens subliminares, até onde eu sei) e diversas empresas ao longo das décadas foram acusadas, condenadas e multadas por propagandas contendo mensagens subliminares.

Agora imagine um mundo onde a mídia manipula as pessoas através das mensagens subliminares. Onde cada outdoor, cada comercial de TV, cada propaganda de rádio exibe, nas entrelinhas, mensagens que nosso cérebro assimila inconscientemente e que definem nossas atitudes e nos tornam robôs a serviço de uma pequena casta de seres acima da lei que controla tudo. Não é muito difícil imaginar isso, principalmente nos dias de hoje, onde temos protestos como os movimentos Ocuppy, e onde pesquisas científicas demonstram que todo o poder econômico mundial está concentrado em algumas poucas centenas de empresas multimilionárias. Mas fico pensando o quando essa perspectiva pareceria ficção científica há 30 anos atrás, algo fora da realidade e absurdo (assim como as teorias de Bacon e Descartes), pelo menos para o cidadão comum.




As histórias de terror, assim como qualquer gênero narrativo – e também qualquer forma de arte – acaba, inevitavelmente, como um reflexo de um contexto histórico. Muitas vezes este contexto permanece atemporal, mas outras vezes o conteúdo da narrativa torna o filme datado. Não é tão comum, no entanto, que uma obra passe a se tornar cada vez mais relevante com o passar do tempo. Para mim, este é exatamente o caso do filme “Eles Vivem”.

Dirigido por John Carpenter, “Eles Vivem” mistura crítica política e social com teorias de conspiração e estética de filmes B dos anos 50 para contar a história de John Nada, um trabalhador pobre que chega a Los Angeles e encontra trabalho num edifício em construção. Durante uma estranha operação repressiva, a polícia destrói um quarteirão inteiro do bairro miserável em que vive. Na confusão, Nada encontra óculos escuros aparentemente comuns, mas ao usá-los consegue enxergar horrendas criaturas alienígenas disfarçadas de seres humanos, bem como as mensagens subliminares que elas transmitem através da mídia em geral. Nada percebe que os invasores já estão controlando o planeta e, juntamente com seu companheiro de trabalho Frank, decide se engajar no movimento de resistência, que é perseguido como subversivo pela polícia.


Quem nunca ouviu falar de “Eles Vivem” pode ler a sinopse acima e pensar que é um filme atual, mas a película foi lançada no ano de 1988, ou seja, há cerca de 25 anos atrás. Compreensivelmente, o filme amargou baixa bilheteria e não foi muito entendido pelo público da época. Mas é impressionante como o filme se encaixa perfeitamente no contexto da sociedade atual, de consumo desenfreado, manipulação midiática e turbulência econômica. É claro que os efeitos especiais hoje estão bastante datados (até porque o filme também é uma homenagem aos filmes da década de 40/50) e a estrutura narrativa do John Carpenter, a exemplo de outro filme de terror oitentista, Criaturas Atrás das Paredes (de Wes Craven), é bem diferente da linearidade às vezes maçante e do ritmo enlatado dos dias de hoje. Mas é um filme altamente recomendado, tanto para os amantes do gênero de terror quanto para aqueles que gostam de algumas doses de crítica social.


No mês que vem, um tema de ficção científica bem interessante do qual já falamos no blog algumas vezes (teve até podcast sobre), mas que pode não ser exatamente "ficção".

Curiosidades:
- O filme é escrito e dirigido por John Carpenter, mas nos créditos do filme ele assinou com o pseudônimo de Frank Armitage;
- John Carpenter retirou o personagem John Nada da HQ Alien Encounters;
- A briga entre Nada e Frank no filme deveria ter apenas 20 segundos, mas os próprios atores decidiram por brigar de verdade quando fizessem a cena, evitando apenas socos nos rostos. John Carpenter ficou tão impressionado com a cena que decidiu por mantê-la intacta no filme.