Saiu enfim o segundo Trailer do filme mais esperado do ano!!
E ai o que acharam?
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| Avante Black Power! |
Acesse o site oficial do projeto para saber mais: www.eleeraummeninofeliz.com
Sarah volta para a casa onde cresceu com seu pai e tio, porém estranhos acontecimentos começam a acontecer e ela começa a ouvir sons estranhos e ter lembranças passadas.


“Eu fiz um mal assassinato”


Não é incomum que o terror encontre em outros gêneros uma companhia adequada para contar uma história; aliás, é assim que tem sido as histórias de terror desde muito tempo. Mas existem gêneros que, num primeiro momento, não só seriam considerados conflitantes, como completamente incompatíveis com o terror, como no caso da comédia. E no entanto, a mistura entre estes dois gêneros é tão comum que muitos nomearam-no como um subgênero, o “terrir”. É claro que na grande maioria das vezes estes elementos não vêm equilibrados; é muito comum que um deles prevaleça. É o caso de filmes como Drácula – Morto mas feliz, que na verdade é um filme de comédia com elementos de histórias de terror; ou A volta dos Mortos Vivos (não confundam com nenhum clássico do Romero), que usa tons de comédia, mas é essencialmente uma película de terror.
Um palhaço maneta e rabugento, um anão que trabalha no teatro, a mãe de um bebê boneco, um colecionador cego e uma mãe e filho entusiasta de serial killers. Só essa lista de personagens já é o suficiente para perceber que Psychoville não segue muito as convenções de uma história acessível a todos os tipos de público. Some isso a uma série que mistura comédia, horror, humor negro, referências diversas e muita coragem, e temos uma das séries mais bizarras, inusitadas e inteligentes das últimas décadas.
Psychoville teve vida curta, durou apenas duas temporadas de 7 episódios cada, ligados por um especial de Halloween. Mas contou com um roteiro bem elaborado, diálogos inteligentes, muito humor negro e, especialmente, muito humor-limite. Eu sei que é comum eu dizer isso na maioria dos posts desta coluna, mas eu falo sério quando digo que Psychoville não é para qualquer um. Mas se você for capaz de ir além das convenções e clichês geralmente estabelecidos pela mídia e estiver disposto a entrar de cabeça na história, você provavelmente terá uma experiência bastante dferenciada em termos de “terrir”.Curiosidades:- Os criadores de Psychoville, Reece Shearsmith e Steve Pemberton, interpretam diversos dos personagens da história, tanto protagonistas como coadjuvantes. A transformação dos dois é realmente impressionante, e muitas vezes o espectador sequer percebe que papéis diferentes estão sendo feitos pela mesma pessoa;
- Embora o fim da primeira temporada termine com um enorme gancho, a segunda temporada pode ser vista como algo bem distinto da primeira, especialmente em tom: enquanto a temporada inicial buscava influência no terror, a última tinha um estilo mais conspiratório e menos macabro;
- O título da série veio do nome dado ao programa The League of Gentleman quando este passou no Japão e na Coréia.

Bom, para quem não sabe, Daniel HDR é um desenhista de quadrinhos gaúcho que trabalha para o mercado americano (tendo alguns de seus trabalhos mais recentes sido feitos para a DC Comics). De bobeira, ele decidiu fazer uma homenagem à Liga da Justiça Internacional (período áureo em que a Liga era uma espécie de sitcom dos super-heróis, escrita por Keith Giffen e J.M. Demateis e ilustrada por Kevin Maguire) juntando diversos heróis clássicos dos desenhos da Hannah-Barbera como se eles fizessem parte de uma equipe. Personagens como o Homem-Pássaro, Dinamite, o Bionicão, os Herculóides e outros ilutram a capa feita pelo artista, que presta homenagem à icônica capa da primeira edição desta fase da Liga da Justiça (e que foi homenageada diversas vezes pelos próprios escritores e pela DC ao longo dos anos). A iniciativa foi tão bacana que ganhou destaque na maioria dos grandes sites americanos de quadrinhos.
São dez páginas arte-finalizadas em nanquim, em preto e branco, que elucidam, dentre outros motivos, o que levou a Bloch a cometer censura prévia. Na história, o inusitado super-herói Homem-Lula, referencia ao então líder sindical Luís Inácio Lula da Silva, era inimigo dos militares, o que na opinião da editora podia causar incomodos com os militares.