Social Icons

Pages

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

O Besouro Verde


Uaréview
Por Monitor


Muito longa e cheia de conflitos foi a trajetória do Besouro Verde para os cinemas. Kevin Smith já chegou a assumir o filme, que acabou virando uma HQ, Sthepen Chow iria ser o kato e diretor do filme, mas tam,bém saiu e o filme acabou caindo nas mãos de Seth Rogen, o que gerou muita surpresa e desconfiança. Com os roteiros de Rogen e direção de Michael Gondry, como o filme se saiu?


Bem, vamos começar com a história: temos Britt Reid (Seth Rogen), cara que vive a vida sem querer responsabilidade alguma, se abala após a morte do seu pai (Tom Wilkison), dono do jornal Sentinela Diária , e decide tomar alguma decisão da vida, e com ajuda do talentoso assitente do seu pai Kato (Jay Chow) eles decidem se tornar vigilantes de uma aneira alternativa: se infiltrndo no mundo do crime e depois fazê-los pagar perante a justiça.Com a ajuda (involuntária) de Leonore Case (Cameron Diaz), eles colocam como objetivo principal acabar com a mafia comandada pelo gangster com crise de meia-idade Chudnofsky (Christoph Waltz).

Bem, você leu a sipnose e pensa: bem, tem a mesma estrutura de um filme comum de super-hérois não? Sim, e não. Basicamente, o filme do Besouro Verde é umas especie de Liga da Justiça Internacional dos filmes de HQ, no sentido que é um mundo serio que sabe rir de si mesmo,e também um filme que serve para irritar os fanboys, não os fãs saudáveis, mas sim aqueles que levam a paixão pelo personagem a um nivel quase doentio. O filme expõe todas as opiniões negativas na tela e transformando-as em algo positivo.E isso torna algo um filme em que você ama ou odeia, sem meio termos.Eu particulamente curti, e vamos aos porquês.

O filme respeita a historia e as influência do personagem na cultura pop, seja homenageando a cinesserie classica, o seriado com Bruce Lee e o fato da popularização do Kato, ou o pop art dos anos 60 assim como os quadrinhos na era classica e algumas coisas dos games atuais, principalmente na "visão Kato" que por motivos bizarros me lembrou muito Action Man.Não sei o quanto disso é coisa do Gondry ou do Rogen, mas escolher anarquizar o genêro mas em torna-lô uma parodia sem graça ,apesar de o diretor ter assumido que o filme é mais de Seth do que dele, foi uma boa solução que eles conseguiram.

O Britt Reid do filme é um cara que tinha como seu pai um heroi,e por mais severo que ele poderia ser ele o respeitava.É alguem que quer ajudar alguem e a si mesmo mas não vê como, mas enxerga no vigilantismo a solução para isso, e assumindo o jornal de seu pai pode ajudar a dar hype a sua identidade secreta, para o desespero do atual editor e amigo da familia Mike Axford(Edward James Olmos) que tenta botar o cara no caminho certo.Mas basicamente, além do ator se auto-parodiar, vemos Reid como uma criança grande vivendo o sonho de ser super-herói, curtindo o momento, alguem que tem possibilidades de ser alguma coisa mas que por causa da sua imaturidade não as alcança 100%, coisa que muda aos poucos no decorrer do filme.

Kato é um complemento de Reid, sendo que na maioria das coisas é bem superior ao seu parceiro, mas respeita a amizade criada entre eles, fazendo por muitas vezes papel de mente e musculos da equipe.Ambos procuram atingir seus respectivos potências como pessoas agindo contra o crime, apesar que Kato percebe que esse estilo de vida pode realmente matá-los primeiro,e acima de tudo, quer que seja colocado no mesmo patamar de Britt em termos de respeito mutuo.Leonore Case é uma moçinha atípica: não é uma mulher nova, está quase com 40 anos, e ainda mantém sua beleza, e o mais importante, é sem saber o cerébro de toda a operação que tornou o Besouro Verde um grande criminoso, já que ela fez faculdade de psicologia e jornalismo, mais focados em criminologia, ou seja ela não é só bonita mas mais experiente no assunto que os herois principais enfrentam.

E como antagonista temos Chudnofsky, gangster da lingua presa que vive uma crise de meia idade com a possibilidade de estar obsoleto, mesmo estando com todos na mão, inclusive a prefeitura e seu D.A Scanlon (David Harbour), e tenta a cada dia não se submeter as novidades que chegam como novatos insorbodinados querendo espaço no mercado de drogas.Uma das primerias cenas do filme, com James Franco (surpresa!!!), mostra bem o clima geral do filme, de ser uma adaptação anarquica do personagem e do genêro.Enquanto Franco está sendo um exagerado gangster estilo Miami Vice, com sua boate que toca Anvil nas pistas de dança, Chudnofsky mantem a calma e vira a situação a seu favor, mudando de ridicularizado para ridicularizador, e acaba explodindo tudo e confirmando o seu poder ainda mais. Outro fator interessante que devido ao poder do Beleza Negra (carro dos hérois), os bandidos da cidade são obrigados a dar uma repaginada em seus carros, tornando-os mais perigosos para competir no novo mercado.

No fim, como disse acima, o filme é muitas coisas: divertido, anarquico, que homenageia o personagem e tira sarro dos fãs mais exaltados, mas no fim é algo do tipo "ame ou odeie". Adaptações fazem parte quando se transpõe qualquer midia para a outra, e em muitos casos onde temos adaptações que diferem do original mas não desrespeitam a HQ e ainda trazer um bom filme.Vá ver de cabeça aberta e se divirta.

Nota: 8.5

PS: UM MILAGRE! Pela primeira vez vi um 3D convertido que prestasse! Ponto positivo pra quem cuidou dessa parte do filme.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

PalhetadA

Muito bem povo, não rolou a entrevista ainda, eu esperava posta-la aqui hoje para vocês, mas...não é muito fácil chegar e dizer “Hey, eu sou o do Uarévaa vamos fazer uma entr...Ow onde cê vai? Peraiii!!” ¬¬
Então pensei num tema rapidinho aqui só pra não deixar vocês fiéis leitores na mão.

Alguém ai conhece a história do Monsters Of Rock que rolou na Russia?




Na década de 90 popicou vários acontecimentos históricos, a cortina de ferro européia estava caindo, o Muro de Berlim aos pedaços e a Alemanha unificada, chegava ao fim 74 anos de regime comunista na gigante União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS). Quinze repúblicas que compunham a URSS declaravam sua independência e botaram as asinhas pra fora de vez, bateram e no peito e gritaram “Metal up in your Ass!”.

Por que eles gritaram? Em 1991, bem no meio da zona política aconteceu outro grande evento histórico, mais precisamente no dia 21 de setembro, mais de 1 milhão de pessoas.

Eu disse mais de 1 MILHÃO de pessoas!! O_O

Presenciaram o “Monters of Rock Moscow”. Ali foram colocados para fora toda a raiva, gritos e porrada, mas muita porrada por parte da polícia russa.

O Pantera Abriu show tocando as pauladas tradicionais dessa banda americana que estava ali diante de um mar de gente tocando para um novo país que de socialista só tinha o nome! Phil Anselmo declarou “Isso é outro sonho, é incrível tocar em um show como esse” não era pra menos né? Da uma olhada ai.




A segunda banda a subir no palco foi o E .S.T, uma banda local que sinto muito lhe informar nem sei se existe ainda. Mas a terceira banda The Black Crowes já era conhecida e teve peito pra encarar a multidão sedenta por guitarras pesadas, mesmo com o seu rock mais suave deram um belo show pro pessoal.

Quando a próxima banda estava pronta para subir e começa a tocar nas caixas “The Ecstasy of Gold” todo mundo ali sabia que era o MetallicA a próxima banda, Abriram com “Enter Sandman” nem preciso falar o que o local virou né?



Cara! Tinha MUITA gente ali… O_O

No vídeo da pra ver claramente o desabafo do povo cantando a música como se fosse um hino.... um novo hino de liberdade. Tinha até policial que ligou o foda-se e foi pra galera...ahuahuahuahua.

O AC/DC fechou o dia do Monsters de uma forma brilhante, pra quem tem o DVD desse Show histórico sabe que os sinos de “Hells Bells” servem de trilha sonora para cenas de conflito nas ruas de Moscou, os Agentes da KGB sentando o KCT na geral. O AC mandou os clássicos “Highway to Hell”, “Back in Black”, Wolla Lotta Rosie e, claro, “For Those About to Rock” com os canhões apontados para o céu da Rússia. Ali se encerrava anos de sofrimento e se iniciava um novo sonho e perspectiva para quinze novas nações



Tai, um resuminho do que foi esse Monsters of Rock e o que ele representou, sabe uma coisa que eu não falei na matéria? Isso tudo foi de graça!! Pelo menos, é o que diz a lenda...e ai? Quer ver mais vídeos? Tai!!









Chega meo se não se não vai ter gente querendo matar os chefes nessa segunda! Ahuauhauhahua

Let´s Rock!!

Duende Amarelo

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Podcast Uarévaa #34 - SESSÃO DA TARDE


ESSA TURMINHA DA PESADA VAI
APRONTAR ALTAS CONFUSÕES!

Hoje temos Freud, Zenon, Marcelo e Rafael Rodrigues relembrando os crááássicos filmes que ja curtiram na Sessão da Tarde, num podcast do barulho que não está no gibi!

E no Momento Uarévaa, já sem o mala do Freud, mas com o mala do Vini, a bagunça está armada pois esses rapazes se metem na maior enrascada ao se envolver com uma galera muito louca: os tradutores aPETRALHAdos!!

Hoje, na SESSÃO DA TARDE!




(Clique na imagem com o botão direito do mouse
e depois em "Salvar link como..")


Clica ai pra assinar o RSS e passar a receber
o Podcast Uarévaa "tomáticamente"!!



E tamo até no iTunes, rapá!!!




Comentado no Podcast

- Coletânea muito foda de chamadas da Sessão da Tarde:



- Post com as chamadas pra filmes que nunca passarão na Sessão da Tarde: AQUI

- Post com lista de filmes clássicos da Sessão da Tarde: AQUI

- E os principais posts citados na polêmica "tradução petralha" comentada no Momento Uarévaa: Multiverso DC, MDM, Veja e novamente MDM.

Comente ai no post ou mande seu e-mail (contato@uarevaa.com) com críticas, elogios, sugestões, cagações de regra e tudo mais sobre nosso podcast!!

Desbloqueio do PS3, Jogo do Espelho e a História dos Games!


Preparados para mais um Arcade Noé?
Então prepare o seu joystick de um botão e "estarteia" aí!


Já vou começar então falando de PS3, que é o que eu entendo...


A Sony se manifestou oficialmente nesta quarta-feira (16) sobre o desbloqueio do PlayStation 3, o que permite que o console rode games piratas. Em comunicado, a empresa afirma que irá recorrer à justiça para punir quem utilizar estes métodos que violam os termos de uso do console.
A companhia afirma ainda que irá bloquear permanentemente o acesso à rede on-line PlayStation Network (que diga-se de passagem, é uma merda) dos consoles identificados como desbloqueados. Ou seja, quem fizer uso destes programas ilegais, disponíveis na internet, estará violando as leis internacionais de direitos autorais e vai rodar bonito na mão da Sony.
Para evitar ter o console bloqueado, a empresa recomenda que o usuário remova todos os dispositivos e programas que destravam o console e delete os games piratas.
Quem não costuma frequentar o PSN ou não faz questão de jogar online, tanto faz essa medida. Mas lembrem-se: Não é isso o que faria o Capitão América ou o Superman!


A dica de jogo interessante da semana é Mirror. Um incrível joguinho, que embora bem simples, se apresenta impressionantemente bom e desafiador. Em Mirror você controla um menino que precisa entrar nos espelhos para conseguir pegar as chaves e abrir as portas que dão de frente para o próximo nível… e é basicamente só isso.
A cada level o jogo fica mais difícil e empolgante. Pena que a música não é das melhores; coloquem no mudo e ouçam o podcast do Uarévaa no lugar, simples assim.

E pra fechar com chave de ouro, um vídeo mííííítico que conta a história dos games e seus variados consoles!


History of Gaming from Florian Smolka on Vimeo.

As notícias de games são tantas que estou pensando seriamente em postar mais vezes essa coluna por aqui. E você, pequeno padawan, o que acha disso?

CinemaScope: A Era dos Meta-Filmes


Baseado numa materia do /Film vou decorrer sobre um gênero de filmes que podemos definir como predominante no cenário atual. São os filmes sobre filmes ou sobre gêneros, em si os meta-filmes, e sua "antropofagia", e minha opinião sobre isto tudo.


Bem, como a evolução da tecnologia, com o VHS, os DVDs, a internet, o acesso mais facil a cultura em geral permitiu que nesta ultima decada o gênero dos metafilmes, explicado como sendo filmes sobre filmes e/ou sobre uma cultura em geral, se extendesse e se tornasse uma das grandes potências em termos cinematograficos.As mídias estão sempre em constante encontro, um influênciando o outro, desde muito tempo(como Will Eisner ultilizando tecnicas noir e expressionismo alemão em The Spirit) e tendo na decáda de 70/80 no cinema com pessoas como Mel Brooks, George Lucas e Steven Spielberg como grandes diretors desse movimento.Podemos considerar especialmente os trabalhos de Spielberg e Lucas como alguns dos primeiros metafilmes de sucesso. Indiana Jones era fortemente influênciado pelos filmes de ação e aventura pulps da decáda de 30/40 e Star Wars tem elementos de passam por Flash Gordon a 7 Samurais.




Algo também que tem ganhado destaque são os games, e como eles conseguem se parecer cada dia mais com filmes e certos filmes cada dia se parecem mais com games, tendo até atores podendo ser personagens de um jogo.Como exemplo temos o trailer do DC Universe online, e Onimusha 3 com Jean Reno. No cinema, sem sombra de duvidas citaria o não-assumido-filme-de-GTA Adrenalina (Crank) 1 e 2 Prince of Persia (não em relação a trama, mas mas cenas de ação).





Algo que podemos considerar como exemplo na presença desses meta-filmes são as paródias.Não comentando a qualidade delas, mas filmes como Todo Mundo em Pânico conseguem ser um englobado da cultura pop no momento do filme. O que pode acontecer também é sequencias de filmes classicos reverênciarem os antigos (como no caso de Reino da Caveira de Cristal, Pânico 4, Predadores) ou serem filmes que homenageiam certos gêneros (Scott Pilgrim Contra o Mundo). Abaixo tem alguns exemplos citados pelo /Film sobre Meta-Filmes.

Podemos também citar diretores influênciados e que influênciam sendo assumidamente diretores deste gênero de filmes gente como Quentin Tarantino, Robert Rodriguez, Edgar Wright, JJ Abrams. Mas se esse moviemnto trás coisas boas e filmes de qualidades, ela também trás desvantagens, e algumas possibilidades. Patton Oswald, comediante e escritor americano, diz na Wired que os dias da "cultura Geek" estão contados, pelo fato de só estarmos reciclando nosso herois, com uma leve sensação de falsa nostalgia de quem não viveu aquela época ou que está vivenciando isto por modismo, e como isso impede de criarmos novos "ídolos".Veja um trecho do texto:

"Eu sei que parece bacana, mas há um perigo: Tudo o que temos hoje que é legal vem de algo que amamos no passado. As action figures, os videogames, filmes de super-heróis, iPods: Todos são continuações de um amor que queremos mais. Já viu figuras de ação dos anos 70, cada um com o mesmo corpo genérico "Anson Williams" e figurino de uma peça com o encaixe grande e desajeitado nas costas? Ou jogou Atari Adventure, encontrado na sala secreta, e pensei, é isso? Todos nós podemos admitir que a batalha final em Superman II parece um comercial local para promover um advogado de danos corporais? E quantas pessoas tiveram suas fitas-cassete da trilha sonora de Repo Man comido por um Walkman?"

Oswald Patton

A webserie "Everthing is a Remix" tenta mostrar que originalidade é algo raro neses dias, abaixo aí está as duas primeiras partes dos 4 capítulos.





E como expansão no que Oswald disse, há outro perigo maior ainda, pelo menos no meu ponto de vista: os remakes. temos algo antigo que supostamente deve ser mudado para atingir novas audiências, mas o que aocntece quando esses remakes são desnecessários? Sendo que a maioria deles não presta, outro agravante, que mesmo se o filme original for bem obscuro, ajuda ainda mais a enaltecê-lo se o remake for ruim.Isso quando é remake de um mfilme atual, mas de outro país, como China, Japão ou Espanha, para ser adaptado aos gostos das plateias americanas. Alguns remakes bacanas: Bravura Indômita, Dukes of Hazard, Esquadrão Classe A, e como oportunidade perdida, podemos citar Furia de Titãs, já que o remake reunia muitos elementos conteporaneos (seja de quadrinhos, games, e até de outros filmes) mas as regravações e a edição cagaram tudo.



Mas não escrevi tudo isso pra não acabar falando minha opinião. Apesar de estar focando a parte de cinema em algo maus multicultural, o cinema em si, assim como qualquer outro nicho cultural, é canibalista no sentido que devora algo velho e cospe algo novo, mas o que difencia o joio do trigo é a qualidade daquilo cuspido. Essa é a ideia de tudo, não que exista mais originalidade do mundo, mas precisamos pegar verios elementos até que um click no nosso cerebro perceba que isso é novo.Pelo fato de ter sido influênciado/copiado certos elementos de uma coisa que esta nova coisa seria não-original.

Tudo é feito a partir de coisas pré existentes, e se games e quadrinhos tem ganhado espaço na tela grande (e vice-versa) é seria natural deles se encontrarem.E sim, temos novo idolos na medida que começamos a conhecer melhor o poder desta ferramenta.Podemos citar Cobb de Inception, Kratos de God of War, por aí vai.Tudo na vida tem seu lado bom e ruim, e neste caso não seria diferente. Somos influênciados e influênciadores, se repitindo e se recriando como os erros e acertos da vida, e esta sim é a maior arma dos Meta-Filmes: constante mudança na intenção de trazer o novo, nunca ao contrário.

Na proxima semana: Ghost Dog!

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Superman Mostra a Cara!


O novo filme do Superman nem começou a ser feito e a Warner, com certeza querendo diminuir o impacto das noticias preocupantes sobre atrasos no roteiro, já soltou uma imagem oficial do novo interprete do Homem de Aço. Confiram comigo no replay.


A foto do ator Henry Cavill como Superman saiu na capa da última edição da Entertainment Weekly. Nela ele não está de uniforme vermelho e azul com um “S” no peito, mas sim uma camisa qualquer com o símbolo (dessas que se compra num camelô perto de você), com uma simples intenção de mostrar ao mundo: o novo Superman tem boa aparência e porte heróico típico para um herói. Em entrevista na revista o Zack Snyder ainda soltou um “Uau. Ok, este é o Superman” quando falava sobre a escolha do ator. (Ronnie Von, significa?). Vê ai a foto do rapaz:

Concordo que o cara tem a "cara" do Superman, mas, e o Clark Kent? Vocês vêem ele assim:
Ou assim:

Bem, talvez assim:


PS: Como já passei de minha cota de matérias semanais pro Uarévaa, o Irmão Olho de hoje não vai sair... (até parece que é por isso mesmo)

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Eu sou Mario...Doctor Mario!

O Concerto


Música é uma das artes humanas que talvez mais incite as emoções, principalmente as escondidas, contidas dentro de fachadas duras e racionais. Uma música pode nos fazer felizes, arrancar lágrimas, e nos fazer se encontrar conosco mesmo. Assim, como quem encontra um sentimento que nem sabia que se tinha, que chegamos ao final do belo filme de origem belga, francesa, italiana, romênica e russa: O Concerto (2010).


O filme conta a história de Andrei Filipov (Alexei Guskov) que há 30 anos atrás foi um renomado maestro demitido da orquestra de Bolshoi, mas, que seguiu trabalhando lá como auxiliar de limpeza. Um dia, ele acaba descobrindo que o Bolshoi foi convidado para tocar no Châtelet Theater, em Paris, e decide reunir seus antigos amigos para tocar no lugar da atual orquestra. Para integrar sua equipe ele pretende que a jovem e exímia solista de violino Anne-Marie Jacquet (Mélanie Laurent) os acompanhe.

Vemos na obra uma Rússia dos tempos de hoje, onde discursos comunistas não tem publico a não ser pago, onde um mercado negro existe fortemente, mas também uma Rússia de pessoas atrás de sonhos a realizar, regada a humor e aventura. E ainda temos a bela Paris com seus pontos românticos e as desventuras dos músicos da orquestra, cada um envolvido em alguma confusão que nos arranca gargalhadas.

Contudo, provavelmente, o grande astro do filme seja Tchaikovsky, compositor russo conhecido e admirado por suas ricas harmonias e vivas melodias. É com sua obra que temos a bela e emocionante cena final do filme, e percebemos que assim como um concerto, o filme todo é feito de nuances, ondulações, que nos preparam para o grande clímax. Falar mais só estragaria a surpresa e delicadeza de assistir essa obra que com certeza ficara cravada em sua mente, coração e ouvidos por muito tempo.


Título original: (Le Concert)
Drama / Bélgica, França, Itália, Romênia, Rússia
Direção:Radu Mihaileanu
Elenco: Mélanie Laurent, Alexeï Guskov, Dmitri Nazarov, François Berléand.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Trailer de Thundercats (supostamente) Oficial em CGI

Momento Uarévaa
por Shazam

Salve salve simpatia! Tituliznho safado para angariar mais visitas pelo Goggle a parte, vamos ao que interessa! O suportsto Trailer Oficial de Thundercats em CGI!



Lembrando que a Warner ainda não se pronunciou sobre.

Bem, eu gostei, acho que pode sair coisa boa dai! E vocês?

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Clive Barker - horror visionário

"Eu vi o futuro do Horror... E seu nome é Clive Barker"
Stephen King





Tema Macabro




Quem não conhece tanto terror pode nunca ter ouvido este nome, mas Clive Barker é um dos maiores autores do gênero das últimas décadas. Escritor, cineasta, produtor, dramaturgo e pintor, Clive Barker entrou para a Universida de de Liverpool para fazer Literatura Inglesa e Filosofia, mas aos 21 anos se mudou para Londres, onde fundou uma companhia de teatro a fim de produzir peças escritas por ele mesmo e, desde o começo teve como principal atrativo a fértil imaginação do autor.



Barker começou a ficar conhecido mesmo quando sua coletânea de contos conhecida como Livros de Sangue foi publicada nos EUA com uma “ajudinha” de Stephen King (que o considerou o mais novo gênio do terror) e acabou fazendo imenso sucesso, popularizando seu estilo particular de horror que logo se tornaria sua marca registrada. Narrativas repletas de pactos diabólicos, visões assombrosas, erotismo, abundância de sangue e gore, cadáveres, sadomasoquismo, escatologia e sexo estão entre os principais aspectos explorados nas histórias do autor, que podem gerar desconforto para leitores/espectadores mais facilmente impressionáveis.

No cinema, o autor se destacou quando escreveu e dirigiu a cinessérie Hellraiser, cultuada até hoje pelos apreciadores do gênero. A partir daí, Barker passou a alternar suas atividades entre a literatura e o cinema, sempre prezando histórias de fantasia/horror.



Barker também é um artista multimídia, versado em atuar em diversas áreas, não só cinema e literatura,tendo atuado inclusive na criação de jogos de computador como Clive Barker’s Undying e Clive Barker’s Jericho.

Clive Barker é o típico autor “ame ou odeie”. Não é fácil gostar do seu trabalho, mas é impossível ficar indiferente à ele. E só isso já é motivo suficiente para conhecer pelo menos algum trabalho do autor.


Curiosidades:
- Hellraiser é baseado no livro The Hellbound Heart (até onde eu sei inédito no Brasil), escrito também por Barker;
- O Mistério de Candyman, outro filme cult de terror é baseado em um conto de Clive Barker, e foi produzido pelo cineasta;
- Clive Barker também é fã de quadrinhos, tendo em 1993 conseguido publicar pela Marvel Comics uma linha de 4 títulos chamada Razorline (que se passava fora da continuidade do universo Marvel tradicional), que se interligavam e faziam parte de um universo de persoangens e premissas criadas pelo autor, mas escritas por outros roteiristas de quadrinhos, alguns inclusives conhecidos, como James Robinson e Larry (agora Lana) Wachowski, um dos criadores de Matrix;
- Clive Barker é também um talentoso artista plástico. A arte que ilustra o início deste post foi feita pelo autor.


Na próxima Madrugada.
Gregor era uma pessoa comum, um trabalhador que sustentava a família como muitos outros. Até que um dia acordou transformado num enorme inseto. Na próxima semana, conheça mais do clássico literário de um dos mais estranhos autores já existentes: A Metamorfose.