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terça-feira, 9 de março de 2010

Cesta Básica de Quadrinhos #2

Cesta Básica de Quadrinhos

Salve salve simpatia!
A Cesta Básica de Quadrinhos no ar. Vamos ver o que temos para essa semana? Ah, e semana passada a CBQ faliu pq a Comunidade PSP Brasil do orkut foi sequestrada por um FDP sem vergonha e eu estava na luta para reaver a dita.


Hunter x Hunter 23 – PUTA QUE PARIU! Já começo a nossa CBQ#2 soltando um palavrão e digo porque: A edição 23 de Hunter x Hunter Ta CENSURADA! Cara já são qse 2 anos de revista, mostrando mortes quando tem que mostrar e agora vem com censura? Ridículo. Fora isso temos a sensacional historia do mesmo autor de Yu Yu Hakusho, com um climão de aventura sem igual. Nesta edição, mais duas lutas do Killua, Knov avança a caminho do Rei das Chimera Ant. Por falar nele, vemos ele enfrentando uma adversária bem curiosa, e temos Morau lutando Dheetu.. Uma ótima luta por sinal. Pra quem ta acompanhando: Qual será o novo poder do Dheetu? Hunter x Hunter sem sombra de dúvidas é o melhor mangá que sai hoje no mercado brasileito!

Os Cavaleiros do Zodíaco – The Lost Canvas 14 – Bem sendo bem franco, CDZ Lost Canvas é só mais CDZ. Nada de anormal, nem digno de espanto. Esse arco “Lost Canvas”é a famosa guerra contra Hades que aconteceu antes da saga de Hades que foi animada a pouco tempo. A história é de Masami Kurumada mas a arte (animal por sinal) é de Shiori Teshirogi. Para quem é fã de CDZ é legal, mas para quem não é, nem comece lendo por aqui. Nesta edição temos a Restauração do Barco da esperança e a luta de Regulus de Leão conta Violet de Behemoth que tenta impedir a restauração do barco.

Ex Machina – Fato vs Ficção – Escrita pelo sensasional Brian K. Vaughan (Leões da Bagdá e Y – O Último Homem) e arte de Tom Harris – Starman, a revista traz as edições 11 a 16. Pra quem não conhece a historia um resumão: Mitchell Hundred era um engenheiro civil até sofrer um acidente com um artefato misterioso e ganhar o poder de comunicar-se com as máquinas. Mas sua vida de herói não tem o rumo esperado e depois do atentado de 11 de setembro (convém dizer que ele salva uma das torres) ele aposenta suas ações heróicas e se candidata e ganha eleição para a prefeito de Nova Iorque. A historia se passa sempre no passado heróico e no presente do prefeito Hundred. Neste encadernado temos a continuidade da caça aos videntes/ robô (?) autômato misterioso. Mais um arco fechado sobre o passado familiar do prefeito.

Vertigo 4 – Escalpo – Dashiell Cavalo Ruim, é um índio da tribo oglala lakota e agente do FBI infiltrado na sua própria reserva, que havia deixado a 15 anos, para levantar evidências contra o chefe Lincoln Corvo Vermelho, que é dono de um casino, xerife local e dono de uma rede de crimes e dorgas (rairiairairiariairair) que destroem a tribo.
Nesta edição vemos que a pressão e perigos da missão de Cavalo ruim já começam a afetar sua sanidade. Também temos um pouco do passado da mãe e do próprio Dashiell, do chefe Corvo Vermelho e de um amigo deles. A historia chubiduba é por XXXX e a arte morromenos é por YYYYYY.

Old But Gold: O Cavaleiro das Trevas – Essa é até fácil resenhar! Junto com a Piada Mortal, O Cavaleiro das Trevas moldou o Batman como vemos hoje. O cara fodão, calculista, que por meio da sua inteligência e perseverança, deu um pau pro Robin no Superman.
Nessa HQ temos o Batman em toda sua violência. Fica claro que ele gosta de infligir o medo e a dor nos bandidos. Que ele é psicótico, incontrolável e de certa forma psicótico.
Para quem é fã do morcegão, é item obrigatório de leitura! Mas se você pensa em comprar a edição de luxo, aquela definitiva que custa 95 mirréis eu já digo: Não faça isso! Porque nessa edição especial vem a historia chamada “O Cavaleiro das Trevas 2” e cara, sinceramente, você não deve estragar sua OTEMA impressão que teve com a primeira historia, lendo esse lixo tóxico! De coração eu digo: Sabe aquele sentimento que bate quando você acorda de ressaca, nu, ao lado de uma garota que tem um diâmetro ao invés de altura? Pois é, é pouco para expressar meu arrependimento de ler Cavaleiro das Trevas 2. Desenhos horríveis.Piores que o do Liefield. E não estou de sacanagem não! Argumentos toscos, sofríveis e nada emocionantes. É só uma desculpa para fazer grana em cima de uma HQ foda e fazer uma porradaria sem sentido.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Uma história de sangue – Nova onda


"Querido diário, hoje será diferente. Tem que ser. Vou sorrir, e será de verdade. Meu sorriso dirá “Estou bem obrigado. Sim, me sinto muito melhor. “ Não mais serei a garota triste que perdeu os pais. Começarei nova, serei alguém nova. É a única forma de seguir em frente”.
The Vampire Diaries




Tema Macabro



Durante mais de 2 séculos, os vampiros sempre foram tratados como inimigos da humanidade, demônios sobrenaturais e malignos sedutores. Mas isso mudou em 1976, quando Anne Rice lançou o livro Entrevista com Vampiro, primeiro de uma série de romances explorando o tema e que criava um universo próprio para aquelas criaturas. Diferente das abordagens anteriores, Rice colocava os vampiros como protagonistas das histórias, mostrando um aspecto das criaturas que não víamos até então: seres com os mesmo desejos, culpas, dúvidas e crises dos seres humanos, mas com o pequeno “problema” de necessitarem de sangue para sobreviver. Apesar de se inspirar no mito clássico, os vampiros de Anne Rice possuem algumas diferenças significativas. A série de livros de Anne Rice sobre vampiros adicionam um tom de novidade aos vampiros, e agregam muito à essa história milenar. No entanto, ao explorar as possibilidades emocionais dos vampiros a autora talvez tenha aberto uma caixa de Pandora.



Em 1991, surgiu uma série de livros Diários do Vampiro, de L. J. Smith, voltada para o público mais jovem, que traz a história de uma colegial que fica entre o amor de dois irmãos vampiros. Foi o primeiro passo para uma “juvenização” do mito do vampiro, mantendo os elementos sobrenaturais, mas tornando a história mais acessível, com limitado apelo ao erotismo, focando-se mais no romance “inocente” e no drama do amor adolescente.



Outros livros surgiram, que não merecem ser citados, e a TV também teve sua contribuição com a série Buffy – a Caça vampiros. Mas o maior sucesso de “vampiros juvenis” ainda estava por vir.

Em 2005, Stephanie Meyer publica Crepúsculo, primeiro livro de uma quadrilogia sobre vampiros que se torna sucesso absoluto entre os adolescentes. Na história original, uma jovem tímida e introspectiva que nunca viveu grandes emoções na vida vai para uma cidade pequena, onde se apaixona por um vampiro que, ao contrário da maioria de sua raça, decide não se alimentar de seres humanos. Neste universo criado pela autora, os vampiros são bastante diferentes dos retratados anteriormente, não incluindo a grande maioria das características que envolvem as histórias que usam o tema. Os livros, na verdade, focam mais no romance do que no terror e, definitivamente não são recomendáveis para amantes do gênero de terror, nem de vampiros. Uma das características mais peculiares dos vampiros de Stephanie Meyer é que, ao contrário dos tradicionais vampiros, que sofrem e podem até morrer ao serem expostos à luz do sol, eles apenas “brilham como diamante”.



Muita gente, principalmente amantes do gênero depreciam a obra de Stephanie Meyer, devido às “liberdades criativas” que ele teve para com o mito, e muitos se preocupam se isso será a nova cara do vampiro a partir daqui. A verdade é que é impossível prever o futuro, mas, particularmente, duvido muito que essa nova onda dure. Analisando a história, já existiram diversas interpretações diferentes sobre o mito, que incluem explicações científicas, místicas, que colocam os vampiros como vilões, como heróis, como seres com sentimentos, sem sentimentos, como demônios, como coitados. No fim das contas, o que sempre sobrevive é o cerne do mito, que foi discutida no primeiro post dessa série: O Vampiro é, em essência, um inimigo da vida. Esse é o verdadeiro vampiro, não importa que face ele tenha ou que abordagem ele receba ao longo dos anos.

Curiosidades:
- Três livros de Anne Rice foram adaptados para o cinema: Entrevista com o Vampiro, que contou com Brad Pitt, Tom Cruise, Antônio Banderas, Christian Slater e Kirsten Dunst – além do direto envolvimento da própria Anne Rice – e que foi um sucesso de público, e O Vampiro Lestat e A Rainha dos Condenados, unidos em um único filme que não teve a participação intensa da autora, e talvez por isso tenha sido um fracasso retumbante;
- A Rainha dos Condenados trazia a cantora Aaliyah, que morreu em um acidente aéreo 6 meses antes do filme estrear;
- Como você deve ter notado pelos vídeos, os Diários do Vampiro foram adaptados para uma série de TV recentemente, sendo exibida pelo canal Warner Channel aqui no Brasil;
- Segundo a própria autora, os vampiros de Stephanie Meyer diferem bastante dos vampiros tradicionais porque ela não fez nenhuma pesquisa para escrever o livro;


Na Próxima Madrugada:
Ser um adolescente tímido nos anos 80 era doloroso. Mas pode ser mais fácil quando se tem uma amiga. A menos que essa amiga tenha um segredo. Na próxima semana, um dos melhores filmes que eu já vi, Deixe Ela Entrar.

domingo, 7 de março de 2010

Dia Internacional da Mulher

Aeeeeeeeeewww que Mané Oscaralhoooo, aquela coisa dourada sem graça que faz as pessoas perderem o senso da realidade...é o seguinte, hoje o Palhetada é totalmente e especialmente dedicado as Mulheres, estamos no dia Internacional da Mulher, e nada mais justo do que parar um dia e apreciar além de um par de peitos e uma bela bunda....mas só um dia ok? aHuahaUahaUaHuahaUaEu ia falar da mulher no mundo do Rock and Roll, mas confesso...não achei legal falar da Pitty, Courtney Love e Joan Jett! (essa última vale a pena vai..rs). Não vou falar de estilos, não vou falar de motivos, não vou ser um poeta, mas todo moleque já foi um poeteiro aaaahhh foi!! AHUAhAUahauAHuAaahuhaua.
Bom hoje, eu queria dedicar as músicas abaixo as mulheres, que nos fazem felizes, nos fazem ficar loucos, nos fazem lavar a louça, trocar as lâmpadas e pendurar os quadros nas paredes, mulheres que vão além da mesmice e quebram barreiras, não se importam com rótulos e gosto popular. Mulheres de atitude, de verdade, até de photoshop, que torram grana no shopping, que xingam o juiz de futebol junto com a gente, que jogam vídeo-game e lêem quadrinhos como a gente!! Mulheres boleiras, mulheres guerreiras, mulheres zagueiras, mulheres de peito, de bunda e conteúdo! Hoje...o dia é de vocês!




E na parte brazuca da homenagem a vocês...





ÔÔÔÔÔ Eu Gosto é de Mulher!!!
Brigadão por vocês fazerem parte desse mundo cheio de cuecas....sem vocês isso seria um inferno! =D
Beijos Queridas!
Let´s Rock!
Duende Amarelo.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Uarévaa entrevista: Pedro Neschling

Dae galera, e pra estrear a nova coluna aqui do Uarévaa, eu vou dar sequência a matéria apresentada ontem aqui, sobre a série Aline.


Então consegui uma pocket entrevista com Pedro Neschling, um dos protagonistas da série.

Pedro é filho da atriz Lucélia Santos, e se você mora em Marte e nunca ouviu falar dele, já estrelou vários programas globais, peças de teatro e filmes, entre eles o trashzão doideira Um Lobisomem na Amazônia.

Além disso, Pedro já enveredou pelos caminhos de direção, produção, como apresentador e autor. E manda muito bem como DJ também.

O cara foi extremamente gente boa e depois que pedi a ele uma força na realização do post sobre Aline, ele rapidamente possibilitou uma troca de e-mails que resultou no rápido bate-papo abaixo:


- Pedro, "Aline" veio em uma pequena, porém significante leva de produções seriadas da Globo, como Som & Fúria e Cinquentinhas. O que você acha dessa iniciativa da emissora em dar maior enfase a séries?

Acho uma tendência muito interessante, já que é um formato que permite maior experimentação e também tem fôlego para durar muito tempo sem cansar o público, uma vez que a história é apresentada em temporadas. O público da Globo está muito acostumado com as novelas e elas não vão deixar de ser a espinha dorsal da programação da emissora, mas um espaço maior para os seriados é muito bem vindo.

- "Aline" toca em um tema polêmico, no caso a bigamia, mas de uma forma leve e bem humorada. Porém ainda ouço pelas ruas algumas críticas que acusam o programa de incitar a infidelidade e o sexo casual, ou a velha história de ferir a moral e os bons costumes. De onde você acredita que surgem essas criticas, e elas possuem alguma validade ao seu entender?

Acho que elas só podem vir de alguém que nunca viu o programa. “Aline” é uma série sobre jovens começando a vida adulta, descobrindo o amor, experimentando. Tudo retratado com muito cuidado e humor, em momento nenhum há qualquer tipo de apelação para o sexo. Acho que esse preconceito que foi mais alardeado pela imprensa do que de fato existiu não é tão real, caso fosse, o programa não teria feito o sucesso que fez.


- A série com certeza aliviou muito em relação as tirinhas originais do Adão Iturrusgarai. O humor está ali, intacto, mas na TV a relação do trio Aline, Otto e Pedro é levada muito mais pelo lado romântico do que sexual como nos quadrinhos. Foi a melhor escolha, ou um humor mais escrachado e explícito teria mais impacto?

Foi uma opção natural por estarmos fazendo um programa de humor, uma comédia romântica para a família. Um outro caminho resultaria num seriado completamente diferente que não era nosso objetivo.

- Você já conhecia as tirinhas da "Aline" ou conheceu por causa do programa? E se conhecia, chegou a ter algum receio da forma que a adaptação seria feita, visto que Iturrusgarai pega bem pesado algumas vezes, no lado explicito, no papel?

Sim, conhecia a tirinha e o Adão. Quando ouvi falar na adaptação me perguntei como seria a ideia justamente por causa do estilo do Adão, mas já na primeira reunião com o Maurício Farias, diretor do seriado, entendi que estávamos nos inspirando nos personagens e no universo do Adão para criar algo novo. E tive certeza pelo cuidado da produção que seria algo muito bacana.

- Qual a importância que uma obra televisiva como "Aline" tem sobre a visão que se tem sobre o jovem urbano atual, assim como os relacionamentos e paradigmas que a sociedade prega como corretos?

Acho que o grande barato foi ver o público jovem se identificar com o que nós estávamos apresentando e ter percebido que a discussão foi levada a sério pelos pais sobre o que é ou não correto e tal. Abrir o diálogo entre pais e filhos é uma importante função da TV aberta e acho que cumprimos nosso papel nesse sentido.

- E pra terminar: Quando a série volta? To doidão pra ver mais episódios inéditos!

Provavelmente estrearemos a segunda temporada na mesma época do ano passado, ou seja, em outubro. Mas isso só quem pode te responder mesmo é a Globo.


É isso aê galera, assim começamos a nova coluna do Uarévaa.

Quem quiser dar uma conferida no blog do ator, é no http://bloglog.globo.com/pedroneschling/ Recomendo, os textos do cara são sagazes.

Gostaria de agradecer novamente ao Pedro pela entrevista e mandar um abraço de toda a galera do Uarévaa!!

E logo teremos mais gente bacana e com muito o que dizer por aqui!

Aguardem

Plantão do Monitor: Rodada Curta de Noticias

[Monitor.jpg]
Como essa semana não teve graaaaaandes acontecimentos,veremos algumas noticias na semana em relação a filmes,musica,televisão e quadrinhos.


Pra começar,está confirmado que Lanterna Verde tambem vai serem 3D! Mas diferente de alguns filmes,esse vai valer a pena ver!Imagine o espaço,Oa e os construtos dos anéis saindo da tela!Deve gerar em pessoas mais frageis algo do tipo que esse desenho causou no Japão:



E se você pensa que o War Machine é a armadura Mark 5 no Homem de Ferro 2,vocês estão ERRADOS!Vá ao blog do Felinos e saiba mais!

Richard Norton, o coordenador de dubles do filme Justice League: Mortal, fala sobre os atores e os estilos de luta unicos de cada heroi da DC no filme morto e enterrado,graças a deus.Via Earth Mighest Heroes.

Shia LaBucha é um ator cada vez mais prestigiado em Roliudi,mas ele e sua familia sofre de uma maldição terrivel! Para mais detalhes veja aqui.

E o Iron Maiden tem novo cd confirmado! Se chamará The Final Frontier e começará com uma turnê com o dream theater numa tour inicial pelos States!Veja a nova cara bonita do Eddie abaixo!

Falando em Maiden e turnês, tenho o prazer e anunciar que o ex-vocalista do IM Blaze Bayley virá de novo para o Rio de Janeiro,em sua turne do novo cd Promisse e Terror.No Rio de Janeiro ele tocará no Hard Rock Café (na Barra), no dia 13 de abril.Pros paulistas, o show vai ser no Manifesto Bar dia 8 do mesmo mês.E se você,fã estupido e preconceituoso de Iron Maiden ficar de mimimi,te mostro alguns motivos pra ir no show:







Inclusive fui no show de 2009,e tirei foto com o cara! Adivinha quem tá mais chapado?Para mais informações,vá no site oficial.


Duende amarelo já falou sobre Misfits,se lembra?Se curtiu,no meu blog tem uma analise da carreira solo do Danzig,vejam e comentem aqui!

Vamos comemorar! Temos 12 novos episódios de Futurama para julho dessa ano!!! Via AICN !

Certas horas eu acredito qu deus não existe...Smallville tem decima temporada confirmada!A propria CW falou confirmou, e aquilo que eu disse sobre a possibilidade de Apokolips aparecer nesta temporada se torna cada vez mais proxima...Tenha medo!

Começou O Ultimo Confronto de Nova Krypton! Brainiac chegou na nova terra kryptoniana pra abalar! Veja as capas abaixo e paginas da revista no Newsarama!


Veja agora um dos novos Novos Jovens Secretos Vingadores!Revelações chocantes do gordo Quesada!Para mais novos integrantes, vá aqui!

Trailer donovo filme de Zack Snyder,Legends of the Guardians...bem promissor,300 com corujas (rs)!


Bem,por hoje acabou.na proxima semana papos mais curtos ou longos pra vocês,depende do que acontecer.Acompanhe o Uarevaa durante a semana e meu blog para mais novidades.Fui!

quinta-feira, 4 de março de 2010

Zexta-Feira





No Zexta-Feira de hoje: Uma tremenda enxeção de linguiça, homenagens, um flagra de msn e mais...







Olá minha gente! Zexta-Feira na área, a coluna mais irregular desse blog safado.

Eu não sei com relação aos meus amiguinhos que escrevem o Uarévaa, mas se tem uma coisa que eu sou péssimo é em começar textos. De verdade, sofro disso desde os tempos da escola, onde a minha professora de português (Oi, Jadete! =D) passava quilos e mais quilos de temas para redação. Eu sempre fui bom nisso, admito, e graças a ela comecei a ler livros de gente grande como Tolkien e Azimov, e não esses livros chatos que nos jogam goela abaixo. Enfim, eu ficava uns quinze minutos olhando praquela folha de papel em branco com linhas azuis esperando uma ideia surgir e esse mesmo problema me acontece hoje, quase dez anos depois.

No alto de minha vagabundisse eu deixo pra escrever o Zexta sempre às quintas-feira por volta das 10 horas, ou seja, eu quase NUNCA sei o que vou postar e ainda pra ajudar perco uns dez minutos olhando pra tela em branco do Word diante de minha avantajada fuça. Eu poderia iniciar algum post contando como foi o meu primeiro porre com quatro anos de idade com uma garrafa de Biotônico Fontora, ou destilar o meu ódio profundo e amargo com relação a transportes públicos, mas não farei isso hoje, porque então como eu irei preencher linguiça nas semanas seguintes, né não? E olhe só! Não é que hoje me dei bem? 19 linhas de divagações inúteis. É quase a quantidade mínima de linhas exigidas pela professora Jadete.

Tô chegando lá =D





T.O.J - Transtorno Obsessivo Jedi.






Vídeo Game custa dinheiro!




Depois do cinema as empresas de entretenimento eletrônica estão entre uma das mais lucrativas do mundo. E uma das mais caras também. Confiram aí a lista dos 10 jogos mais caros da história.



10º - Killzone. 40 milhões de dólares.



9º - Final Fantasy XII. 48 milhões de dólares.



8º - LA Noir (ainda em produção). 50 milhões de dólares.



7º - APB (MMORPG. Ainda em produção). 50 milhões de dólares.



6º - Halo 3. 55 milhões de dólares.



5º - Metal Gear Solid. 60 milhões de dólares.



4º - Too Human. 60 milhões de dólares.



3º - Shemnue. Detalhe: Esse jogo para Dreamcast ocupou o posto de

game mais caro da história por quase 10 anos. Custou 70 milhões de verdinhas.



2º - Gran Turismo 5 (Ainda em produção). Já custou 80 milhões de moedas Obamas.



1º - O favorito dos camelôs. GTA 4 que custou 100 milhões de doletas. Detalhe: nas primeiras 24 horas o jogo faturou 310 milhões entrando para o Guiness Book como game mais rentável da história.

Fonte: Galileu



O princípio básico de um T 1000.



Tá, não tem nada a ver com um T 1000 mas lembra um pouco, vá.








Disso aí pra um braço que se transforma em lâmina é um pulo. =P



Serginho vs. Spock



Uma singela homenagem.



Uma singela e carinhosa homenagem a nosso amigo vascaíno Freud e a todos os vascaínos que nos leem.





Parabéns, (vice) campeão!



Imagem meramente ilustrativa



...e por falar em futebol.



Não se falava em outra coisa depois do último jogo entre São Paulo e Santos. Primeiro pela paradinha do atacante Neymar em cima de ninguém menos que Rogério Ceni. Qualquer um poderia ficar desanimado, desiludido, talvez um pouco jururu, mas NÃO ELE! Não Rogério Ceni que voltou com força total no segundo tempo. Mas pra infelicidade do goleiro, alguém mais havia entrado com força total! Ele, o menino da vila, Robinho! E ele fez gol, sim senhor! E não apenas um gol. Fez "O" gol em cima de (outra vez) ninguém menos que Rogério Ceni.

Se você não viu, veja aí.







Mas o ponto em questão não é esse. Estou aqui, em um gesto de humildade e reconhecimento do esforço do goleiro bamb...digo, são paulino. E para provar isso sairei em sua defesa (já que ele não fez muitas, rsrs)! Sim, afinal ele não foi o único grande goleiro que caiu vítima dessa "paradinha" sem vergonha. Vejam a prova!







HuAHUahuaHUAhuaHUAhuaUHauhaUHAuhaUHAuhaUHAhua...



Bat-papo.



Exclusivo!!!! Conseguimos um print da tela de msn do Cavaleiro das Trevas em pessoa!







Por hoje é só amiguinhos.



Fui!



Z.

Aline

Dae galerinha mais ou menos...

Depois da promoção Lost Uarévaa, voltamos a nossa programação normal.

E essa semana eu vou bater novamente em uma tecla: Séries Nacionais.

E dessa vez, uma que virou um pequeno vício meu.


Era uma vez um cartunista de nome Adão Iturrasgarai, que mantinha sempre um humor ácido, ousado e sem muitas preocupações com o politicamente correto.
Adão criou inúmeros personagens, como os hilários cowboys gays (muito antes de Brokeback Mountain) Rocky e Hudson. E a famigerada garota Aline.

Ninfomaníaca, Aline tem dois namorados, Otto e Pedro, que vivem fazendo todas as vontades dela. E olha que não é fácil agradar a garota, que tem as maiores paranóias e fantasias sexuais completamente malucas. E mesmo assim Aline costuma trair os dois com qualquer homem que apareça na sua frente.
Símbolo da liberação feminina e sexual, Aline é o sexo forte da relação, não suporta limpar a casa ou cozinhar, e morre de ciúmes de seus dois namorados.

O sucesso do triangulo amoroso foi para no Adult Swim do Cartoon Network.


Até que no final de 2008 a Globo fez o especial de fim de ano com a personagem. Maria Flor assumiu o papel da protagonista. Bernardo Marinho (ex-VJ da MTV) e Pedro Neschling encarnaram Otto e Pedro, os namorados.

O piloto logo mostrou que as tramas de Iturrasgarai seriam abrandadas, mas sem perder o humor das histórias. Aqui o sexo é debatido com mais cuidado, mas nem por isso com menos liberdade. O único defeito que eu vejo neste especial, que serviu para apresentar o programa ao público e testar sua aceitação, foi à necessidade do roteiro em mostrar em menos de meia hora tudo que podia. A história do episodio acabou sendo meio atropelada, assim como as piadas atiradas como metralhadora, não dando tempo ao espectador de degustá-las como devido, afinal, boa parte dessas piadas eram tiradas diretamente das tiras. Além disso alguns takes soaram meio perdidos no especial, como a cena da dancinha ao som de Amy Whinehouse.

Alguns meses depois a emissora oficializou a série na sua programação, com uma temporada de 7 episódios. Neste formato, aí sim Aline mostrou a qualidade que prometia. Enquanto o especial jogou várias histórias uma em cima da outra, o seriado dividiu em episódios cada dilema do trio.

Em live action Aline ganhou contornos mais meigos e românticos, assim como sua relação com Otto e Pedro se tornou muito mais romântica e menos explícita que no papel. A personagem agora é uma garota a frente de seu tempo, com um apetite sexual alto, mas nem perto da “desavergonhada” concebida originalmente.

E isso é um defeito? De forma alguma. A ousadia pode ter sido diminuída, mas não em detrimento da qualidade.

Maria Flor deu vida a uma apaixonante Aline. Ela é uma garota Rock N Roll, moderninha, desbocada, com uma “segurança insegura”. Neschling e Marinho também mandam muito bem como os namorados passivos e inaptos de Aline. Os dois são inseguros, imaturos e tem em Aline seu porto seguro. Enquanto Otto vive da mesada dos pais, enquanto Pedro vive de bicos pra lá e pra cá. Alias, o que mantém mesmo a casa é o salário parco de Aline, que trabalha em uma loja de CDs.

Os coadjuvantes são um show a parte. Fernando Caruso faz Wallace, o filho da sindica do edifício. Enquanto ela odeia a garota, Wallace é tarado por Aline. E não é só ele. Max, colega de trabalho na loja, também cai de quatro por ela. Otávio Muller e Gilberto Gawronski fazem um casal gay que nas poucas participações arrancam muitas risadas.

Mas o destaque total vai para Daniel Dantas e Malu Gali. Eu pessoalmente sou fã do Daniel Dantas, que sempre provou saber fazer humor e drama com a mesma competência admirável. Os dois fazem os pais de Aline, um casal em crise eterna, que vivem cenas divertidas, e em muitos momentos, emocionantes. O episódio em que os dois resolvem se separar, principalmente na cena em que eles quebram um vaso, vai da comédia a um drama delicado, para logo voltar à comédia, com uma naturalidade impar, que apenas dois grandes atores conseguiriam fazer.

O seriado começou um pouco tímido, porem divertido. Mas a partir do terceiro episódio ele engrena de vez. Aline TPM pra mim é o ápice da temporada, com as melhores tiradas de roteiro. Ele soma o sofrimento hilário de Otto e Pedro com o período de TPM da namorada com o divertido e tocante divorcio de José e Dolores.

Alem de tudo isso, Aline tem uma pegada pop bem bacana, com vinhetas e animações que ficam entre o apelo contemporâneo e um bucolismo inocente.



A trilha sonora é um caso a parte. Vai de “Cansei de ser Sexy”, “The Who”, “Led Zeppelin”, “Rita Lee” e até mesmo “Black Sabath”.

O mais bacana da série é que ela foge completamente do padrão. Não é massificada para não perder a identidade, e fala verdadeiramente com seu publico, um publico que talvez esteja cansado da mesmice que recebe e se agradou com a psicodélica simpática que viu.

Por fim, tenho que frisar um dos maiores pontos da série: quase toda gravada em externas em São Paulo, ela dá um realismo enorme na maluca vida de Aline, Otto e Pedro. Os takes da cidade da garoa são lindos, muito bem feitos e pra mim, um catarinense que adora essa terra que não para, é um gostinho a parte.

Aline, por fim, é além de uma divertida comédia, uma ode a liberdade de expressão, a liberdade afetiva, ao poder das mulheres, a juventude, aos desafios da vida, e principalmente, a felicidade acima de qualquer paradigma da sociedade.

Moura indica muito!

O DVD com oito episódios (o piloto e os sete da temporada) já está à venda. Clique aqui

PS: Este post não foi patrocinado :)

E não percam amanhã a estréia do Uarévaa entrevista, com Pedro Neschling, o Pedro de Aline.

Até o próximo episódio!

Herói do povo... Mas com arco e flecha

No post anterior:
Dois personagens aquáticos chegam aos novos tempos. Para um, a vida é fácil, para outro, nem tanto. Como esses dois personagens sobreviveram à uma era em que os velhos heróis são considerados ultrapassados? Será possível seguir adiante sem mudar completamente?



“Enquanto isso, na banda desenhada...” é uma seção que traça um paralelo entre o universo real e o mundo dos quadrinhos, analisando como as duas realidades afetam uma à outra, trazendo informação e estimulando a reflexão acerca dessa 8ª arte.


Como já disse outras vezes, todas as bases do gênero super-herói surgiram durante o primeiro período de publicação dos mesmos, durante a chamada Era de Ouro, assim como os prinipcais personagens. Arqueiro Verde não é diferente.

Os anos 40 foram uma época bastante produtiva para as histórias em quadrinhos americanas. Após o surgimento de Superman e Batman, a cada mês pipocavam novas revistas com novos super-heróis que combatiam o crime com incríveis poderes e/ou habilidades. Não havia muito consenso sobre as “regras” de se fazer uma história do gênero, mas para aproveitar a onda e garantir o sucesso, os autores e editoras sempre se baseavam nas mesmas fórmulas que surgiram com os primeiros heróis, como Superman, Batman, Flash, Capitão América, Namor e Tocha Humana, ou seja: identidades secretas, acidentes que davam poderes, experimentos – secretos ou não, roupas semelhantes aos dos artistas circenses ou uma gama de armamentos especiais e temáticos. Por isso era comum também, nesse período, as personalidades dos heróis não diferirem muito umas das outras com raras exceções (Como Namor, por exemplo).

Em 1941, surgiu na revista More Fun Comics um personagem que, apesar de não ter nada de muito criativo, conquistou bastante sucesso entre os fãs. O roteirista Mort Weisinger, inspirado principalmente por Batman, num filme seriado de 1921 chamado The Green Archer e em Robin Hood, trouxe aos fãs o Arqueiro Verde. Originalmente, Arqueiro Verde era Oliver Queen, estudioso da cultura dos índios americanos, que costumava viver entre eles, tendo muito respeito por essas culturas. Ao descobrir os rastros da lendária cidade de Pueblo City, encontrou lá uma estátua de ouro. Mas malfeitores haviam seguido Oliver e tentaram matá-lo, bem como a um índio amigo e o filho deste, Roy Harper. A perícia em arco e flecha dos 3 (e do qual Ollie havia aprendido com os índios) deteve os bandidos, mas não sem antes levar a vida do índio no processo, deixando Roy aos cuidados de Oliver. Os dois decidiram então usar suas habilidades para combater o crime na cidade, usando o ouro da estátua para financiar suas carreiras de vigilantes, além de organizações beneficentes para índios.

Este Arqueiro Verde era bem diferente das encarnações posteriores. Além disso, por ser basicamente inspirado em Batman, possuía diversos elementos semelhantes, tais como disparar flechas dos mais variados tipos (flecha-luva de Boxe, flecha-explosiva, flecha-corda, etc), entre outros. Ele e Roy (que foi chamado de Ricardito – Speedy no original), também fizeram parte de algumas equipes do passado, tais como os Sete Soldados da Vitória e o All-Star Squadron.

Posteriormente, durante a Era de Prata, como aconteceu com a grande maioria dos personagens que sobreviveram á Era de Ouro, a origem do Arqueiro foi revista. Agora Oliver “Ollie” Queen era um milionário mauricinho que nunca teve muita responsabilidade na vida, até que um dia caiu de um iate, bêbado e foi parar em uma ilha deserta. Lá, ele precisou aprender a se virar sozinho, sem os luxos da riqueza pela primeira vez e só conseguiu se alimentar graças à um rústico arco e flecha que ele desenvolveu, e de onde adquiriu suas habilidades. Só conseguiu sair de lá tempos depois, quando um grupo de plantadores de maconha desembarcou na ilha. Ele prende os criminosos usando o arco e flecha e os entrega à guarda costeira. Seu retorno à sociedade foi num baile de máscaras beneficente, onde foi fantasiado de Robin Hood. Lá, percebeu que agora enxergava a vida de forma diferente, não tinha mais paciência para a futilidade dos ricos poderosos. Foi então que um assaltante adentra a festa e Oliver o detém, ato que o estimulou e o ajudou a decidir usar sua fortuna para combater o crime.

Mas a verdadeira mudança ainda estava por vir. No final dos anos 60, Dennis O’neil já estava cansado de contar as mesmas histórias de super-herói. Queria que elas fossem relevantes, e que os heróis tivessem algo a dizer. Influenciado provavelmente pelo advento da Marvel Comics e seus heróis, queria que os personagens DC fossem mais humanos. Neil Adams havia remodelado o visual do personagem, então O’neil aproveitou para repaginar também a personalidade do Arqueiro dando-lhe uma atitude mais radicalizada. Essa mudança de personalidade ocorreu quando, preocupando-se mais com sua carreira de herói do que com sua empresa, Oliver se permitiu ser enganado por um empresário manipulador, e como resultado, perdeu toda a sua fortuna. Esse fato mudou novamente a vida do herói, e Arqueiro Verde e Oliver Queen passaram a ser uma única pessoa, e ele passou a se dedicar exclusivamente a resolver os problemas das pessoas, e a ajudar os fracos e oprimidos, não importando quem tivesse que derrubar.

Nesse meio tempo, Oliver foi membro da Liga da Justiça e passou a namorar a versão da Era de Prata da Canário Negro. Suas atitudes acabaram afastando-o da equipe, mas isso trouxe uma das melhores fases do herói. Ao convencer seu amigo Hal Jordan (O Lanterna Verde) a deixar de ser um soldado que acredita piamente no que seu superior lhe diz e desafiá-lo a conhecer os verdadeiros problemas do mundo, os dois heróis saem viajando pelos Estados Unidos, enfrentando problemas sociais, tais como racismo, abuso, drogas, prostituição, entre outros. Durante este período, também descobrimos que Ricardito era um viciado em drogas em uma das histórias mais chocantes e emocionantes da história dos super-heróis. Essa fase se deu em uma revista conjunta dos dois personagens, é considerado um divisor de águas nos quadrinhos e precursor de mudanças nas histórias que ocorreriam posteriormente nos anos 80. Pela primeira vez, começávamos a ver os heróis da DC como seres humanos, com seus problemas pessoais e suas falhas.

Arqueiro Verde foi o mais próximo de um “anti-herói” carismático que a DC já teve, pois fez muitas coisas que, para heróis, seriam consideradas “erradas”. Lutou contra o governo, se tornou praticamente um esquerdista, era radical, envolveu-se com uma de suas vilãs, que teve um filho dele, entre outras coisas. Mas tudo isso sem esquecer a luta contra os fracos e oprimidos. Em termos de comparação, Oliver era quase um “líder sindical”: tinha seus próprios problemas afinal era um ser humano, mas era a voz do povo em meio à heróis que se colocavam acima deles. Mas as atitudes de Oliver não o levariam muito longe.

Nos anos 90, para deter um grupo paramilitar chamado Corporação Éden usando seu próprio senso de justiça, Oliver ficou com um dos braços preso em um avião e, mesmo com a presença de Superman, preferiu ficar ali a ter seu braço decepado. O resultado foi que o personagem morreu na explosão do avião. Posteriormente, Queen foi substituído por seu filho bastardo Connor Hawke, um jovem que havia sido criado em um mosteiro, e apesar de se rum exímio lutador (um dos melhores do planeta), não conhecia muito sobre a nossa sociedade contemporânea.

Connor chegou a participar de diversas histórias com personagens DC, como Batman e também participou por um curto período da Liga da Justiça, e permaneceu como o Arqueiro Verde “oficial” até que Oliver Queen retornou à vida graças à Hal Jordan (na época em que havia se tornado o vilão Paralax).

Quando retornou, Arqueiro Verde continuou quebrando tabus. Adotou uma jovem portadora do vírus HIV - que se tornou a Ricardita, casou-se com a Canário Negro (com quem sempre teve um relacionamento instável) e se candidatou à prefeito de sua cidade e venceu, passando a dividir suas tarefas entre limpar a cidade por dentro e por fora do sistema. E a mini-série Cry for Justice e a subseqüente The Rise and Fall of Green Arrow prometem trazer ainda mais transformações radicais à um herói que sempre mudou, sempre evoluiu, diferente da grande maioria dos personagens do meio, o que faz dele um dos heróis mais interessantes de acompanhar desde sempre.

Epílogo: Curiosidades:
- Apesar do Arqueiro Verde da Era de Prata ter sua origem revisitada e desvinculada dos nativos americanos, Roy Harper no entanto continuou tendo sua origem indígena;
- Atualmente, Arqueiro Verde é um dos personagens principais da série Smallville;



- Curiosamente, o ator que interpreta o Arqueiro Verde em Smallville (Justin Hartley) foi o protagonista do piloto da série Mercy Reef, onde fazia o papel de Aquaman. Ambos os personagens surgiram na mesma edição e foram criados pelo mesmo autor, Mort Weisinger;
- Segundo Bruce Timm (responsável pelas produções animadas da DC, tanto na TV quanto em DVD), um longa animado sobre a origem do personagem estava nos planos da Warner, mas alguém decidiu que o personagem não era conhecido o suficiente para sustentar sua própria animação solo;
- Arqueiro Verde era um dos personagens mais populares no desenho Liga da Justiça Sem Limites;
- Assim como virtualmente todos os personagens da Era de Ouro, o Arqueiro Verde original foi movido para a Terra-2, lar da Sociedade da Justiça;
- O Arqueiro Verde da Era de Ouro não “desapareceu” como a maioria dos heróis durante a Crise Nas Infinitas Terras, e sim foi uma das baixas da saga (o personagem é morto por um dos demônios das sombras do Antimonitor);
- Diferente da maioria dos personagens da Era de Ouro, que tiveram histórias solo e só depois de um tempo tiveram sidekicks, Arqueiro Verde sempre atuou com Ricardito, desde a primeira aventura;
- Arqueiro Verde era tão "inspirado" em Batman que tinha praticamente tudo o que o herói tinha, incluindo um "flechamóvel" e uma "flechacaverna";
- Foi o primeiro herói popular a ter um título próprio regular com temática mais adulta, antecipando em mais de uma década o avento de histórias como a Linha “Max” da Marvel.



A seguir: O Sentinela da Liberdade

segunda-feira, 1 de março de 2010

Uma história de sangue - Na ficção

“Isso vai custar seu suor e lágrimas, e talvez... Um pouco de sangue.”
Nosferatu





Tema Macabro:


A ficção é recheada de histórias que tem os vampiros como personagens principais. As primeiras peças de ficção relacionada ao tema surgiram entre os anos 1720 a 1730, durante a histeria coletiva que gerou diversas exumações de corpos, além das histórias de Peter Plogojowitz and Arnold Paole na Sérvia. Mas é considerado o primeiro exercício literário sobre um vampiro o poema alemão “Der Vampyr”, de Heinrich August Ossenfelder, que já trazia os elementos de romance e erotismo relacionados ao mito. Na história, uma dama recusa os cortejos de um misterioso homem, a conselho de sua mãe, pois ele vem de uma região assolada por vampiros. O homem – que é realmente um vampiro – passa a fomentar desejos de vingança, querendo invadir o leito da dama e sugar-lhe o sangue. Esse poema já estabelecia as bases para o mito do vampiro: a natureza predatória, o impulso erótico e o clima sobrenatural. Johann Wolfgang von Goethe foi outro que se aventurou por histórias de vampiros, com o poema “The Bride of Corinth”, que traz ainda o conflito entre o cristianismo ensinado pelos pais e o paganismo.

No século 19, diversos autores utilizaram o tema em seus escritos, como Lord Byron, John William Polidori e Alexandre Dumas – esse mesmo, o criador do Conde de Monte Cristo e os Três Mosqueteiros. Mas a descrição definitiva do vampiro moderno surgiu com a publicação do livro Drácula, de Bram Stocker. Inspirando-se em Vlad Tepes III, príncipe da Valáquia (mas com pouca coisa em comum com o personagem da ficção, além do fato de ser um “nobre” e ter o mesmo nome), o livro traz em grande parte elementos criados no poem Der Vampyr, mas expandindo os conceitos, tornando o vampirismo uma doença sobrenatural e mantendo as relações de erotismo envolvendo morte, sangue e paixão ardente. Drácula foi sem dúvida a obra que definiu o mito do vampiro, e do qual até hoje serve de inspirações para histórias do gênero.

Com o avento do cinema, os vampiros não tiveram dificuldade de se popularizar nessa nova mídia, que expandiu o tema e contou com interpretações das mais diversas, criando obras originais e criativas, como o filme francês Le prisonnier de la planète Mars, de Gustave Le Rouge, que contou em 1908 a história de uma raça de humanóides parecidos com asas de morcego sugadores de sangue encontrados em marte. Richard Matheson, autor conhecido da ficção científica e fantasia também agregou ao mito em seu romance “I am Legend” (Eu sou a Lenda), de 1954 e levado para o cinema mais de uma vez (a última foi recentemente, em um filme estrelado por Will Smith), que conta a história de um homem que, num futuro próximo se vê sendo o último homem da terra em meio à uma população afetada por uma bactéria que transformou todos em vampiros.

Ainda no cinema, outras obras merecem ser citadas: “Drácula”, adaptação da peça de teatro homônima – que por sua vez se baseia no romance de Bram Stocker – com Bela Lugosi, de 1931, “Nosferatu, Eine Symphonie des Grauens”, de F. W. Murnau, que traz um vampiro mais amedrontador do que sedutor, “Fright Night” (A Hora do Espanto), de Tom Holland que traz um olhar mais “divertido” sobre os vampiros e “Bram Stocker's Dracula”, de Francis Ford Copolla, considerado uma das obras definitivas sobre o tema. Vale citar também o longa “Shadow of the Vampire” (A Sombra do Vampiro) que, apesar de não ser exatamente um filme de terror, presta homenagem ao clássico Nosferatu e é um filme altamente recomendável (prometo um review dele num futuro próximo).





Mas não foi só o cinema e a literatura que usou o tema em suas histórias. Os quadrinhos também trouxeram seus personagens vampiros, como Morbius (vilão do Homem Aranha), Blade, o Caçador de Vampiros (que teve 3 adaptações cinematográficas de sucesso), além do próprio Drácula, que foi coadjuvante em diversas histórias e teve até revista própria pela Marvel, nos anos 70. Vale citar também as recentes abordagens ao tema nas Hqs, como as mini-séries “Tempestade de Sangue” e “Chuva Rubra”, que mostram uma realidade alternativa onde Batman é um vampiro, o vilão cósmico Mandrakk, que aparece em Crise Final e as séries de Hqs de 30 Dias de Noite de Steve Niles. Na TV, o tema foi bastante explorado, e podemos citar séries de sucesso como Buffy – A Caça Vampiros e seu spin-off Angel.



É até injusto não citar todas as obras bacanas sobre vampiros, sejam elas na literatura, quadrinhos, séries ou inclusive games, mas infelizmente seria muita coisa para pouco espaço.


Curiosidades:
- The Bride of Corinth, de Goethe, traz a primeira história de um vampiro do sexo feminino;
- Alguns desses poemas clássicos sobre vampiros estão disponíveis na rede, como Der Vampyr e The Bride of Corinth (ambos em inglês).



Na próxima Madrugada:
Uma nova era desponta no horizonte, com vampiros diferentes dos quais estamos acostumados. Onde isso começou? E para onde vai? É o que saberemos na próxima semana, quando estivermos por dentro da Nova onda.

Promoção Uarévaa 2 ANOS!! - Resultado

[ POST ATUALIZADO - CONFIRA!! ]


Senhoras e senhores....

Que rufem os tambores...
(até rimou essa porra!!)

TEMOS UM VENCEDOR!!


Por incrível que pareça, após um mês de promoção valendo um DVD do filme MAD MAX, no último dia válido finalmente recebemos UM LOGO UARÉVAA FEITO POR LEITOR!!

Um logo filho único de mãe solteira (err... pai na verdade... uarévaa..).

Feito utilizando-se a estupenda suite de edição de imagens nativa do sisteminha do Titio Bill Gates: O PAINT!!

Com as proporções do logo padrão completamente esculhambadas!!

E, pra se tornar de vez uma pérola cráááássica e inesquecível, com a terminação ".jpg.bmp"!! Ou seja, nem mesmo o arquivo sabe dizer que tipo de imagem ele é!! Rs...

E quer saber? FATUROU O PRÊMIO, SIM SENHOR!! Ele competiu consigo mesmo, e quase perdeu de tão ruim, mas chegou em primeiro, rs...

O autor dessa façanha foi o James, fiel escudeiro do Duende Amarelo e figurassa hilária da matéria sobre o show do Metallica.

Confiram abaixo a impressionante qualidade de nosso logo vencedor, não deixando de clicar nele para ampliar, pois ESSE MERECE, rs..


Parabéns James, voce é gente que faz, e faturou o DVD.


ATUALIZAÇÃO

Ontem, depois do resultado já divulgado, recebemos mais um logo também fantárdigo!!

O artista da vez é o Rodrigo Galhano, do blog Reviews HQ e colaborador frequente aqui na coluna "De fora da panela". Confiram o logo que ele fez.

Que tal? Segundo ele, o logo foi enviado "pra mostrar toda minha ruinzisse", mas até que ficou cuti-cuti, rs... Ti bunitinhuuu... Até poderíamos colocar no topo do blog algum dia, pois as proporções do logo padrão foram preservadas, mas o Rodrigo reduziu demais o tamanho.

Valeu Rodrigo!! Infelizmente você mandou fora do prazo e com isso acabou fora da disputa com o James, mas foi muito legal receber o seu logo.