Semana dos pombinhos no Uarévaa! Ontem foi dia oficial dos namorados...digo oficial pelo simples motivo de ser comemorado especialmente no dia 12 de junho. Mas, vem cá...realmente precisa de uma data pra você lembrar que namora?
No mundo rock and roll também existe os casais de namorados, claro que numa proporção de exageros e loucuras peculiares. Quévê?
Fazendo uma listinha rápida aqui pra gente relembrar alguns casais que não dá pra esquecer, de alguma forma marcaram por serem completamente apaixonados ou completamente insanos.
Kurt Cobain & Courtney Love
Acho que não existiu na face do planeta um casal mais bizarro que esse, o Presunto do Grunge Cobain e a Viúva Negra Psicopata Love. Os escândalos da dupla eram freqüentes, usar drogas não era uma opção para eles, era uma necessidade!
Pra se ter uma idéia, Cobain e Love se casaram na praia de Waikiki, no Havaí. Love usou um vestido de cetim e renda, que tinha sido da atriz Frances Farmer, e Cobain usava um pijama verde, porque ele era preguiçoso para vestir um smoking! Deu pra ter uma noção né?
John lennon e Yoko Ono
O casal mais chato do muuuuundooo!! Por Que? Sabe aquele tipo de casal que não sabe ver os outros a sua volta e acha que tudo tem que girar em torno deles? Lennon conheceu Yoko, se divorciou para ficar com Yoko, que por sua vez fez Lennon tretar com os Beatles de uma forma que todos os integrantes da banda concordassem com a máxima “Yoko, tu é chata bagarai!”
Mas tirando esse lado, foi um dos primeiros casais a levantar a bandeira do amor de uma forma nunca vista antes dentro do mundo artístico.
Ozzy e Sharon Osbourne
Cara, esse casal passou por tudo o que tinha que passar...o Ozzy é hoje um velhinho completamente gagá de tanto cheirar carreira de formigas! Sharon é uma perua completamente consciente do marido que arranjou. E olha que eles se conhecem desde os 18 anos! Cara, é uma eternidade no mundo do rock, os coroas se amam tanto que fizeram um pacto bizarro a alguns anos atrás.
“Ao saber que um de nós morreria, escolheríamos o momento de partir. Eu iria com meu velho homem e ele iria comigo. Felizmente meu marido está saudável como nunca", declarou Sharon. E você achando que alugar um carro de som era uma loucura de Amor....WROONG!!
Gene Simmons e Shennon Tweed
Alguém ai já assistiu alguma vez “gene simmons family jewels”? Se a resposta foi sim, da pra sacar como linguarudo do Kiss se porta, mas não por completo...ali quer queira ou não é negócio! E se tratando de negócio, não existe no mundo um cara que ame mais o dinheiro do que Gene Simmons. Em 2006 ele deu uma entrevista falando o segredo de manter um “casamento” se liga.
Blender.com: Conte-nos um segredo: Como você conseguiu fazer com que Shannon Tweed ficasse contigo sem se casar?
Gene Simmons: Os caras se tornaram tão bichas, isso me deixa chocado. Meu Deus, o que aconteceu com o símbolo masculino? Acredito em total honestidade. Acredito em total revelação diante dos fatos antes de você ficar com uma garota. Se quiser casar com ela diga "OK, quero casar, mas vamos discutir sobre o que acontece se nos divorciarmos", pois as estatísticas dizem que isso acontecerá. Então você deve fazer a pergunta mais importante, que é: se você quer dinheiro, me diga quanto. Deixe-me tomar uma decisão educada.
Paul McCartney E Lisa Eastman
O casal ativista natureba! Poisé, Paul gastou 3 milhões de libras para garantir que a comida de Linda fosse isenta de modificações feitas pela engenharia genética, agrotóxicos e outras coisas industrializadas, se tornaram defensores da comida vegetariana e dos direitos dos animais. Um casal todo engajado rapaz...que bunitinho! Em 1998, Linda morreu de câncer no seio e até hoje é lembrada com amor pelo Beatle que chegou a escrever uma música em sua homenagem.
Sensacional…
Duende e Pin
Não, eu não sou um cara famoso da música, mas não posso deixar a oportunidade passar de falar aqui em defesa dos “casados” do Uarévaa. Cara, namorar é legal demais!
Namorar não é acordar toda noite na mesma cama, não é se privar de sair com os amigos, não é deixar de fazer as coisas que você gosta de fazer. Namorar é gostar de estar com aquela pessoa em qualquer lugar! Namorar é conhecer a pessoa que talvez possa passar a ser a sua companheira pro resto das suas vidas, namorar é desenvolver o respeito e admiração a cada minuto compartilhado, namorar é sentir aquele friozinho na barriga quando o telefone toca e você vê aquele nome no visor. Namorar é ter piadas internas que só você e ela (e) vão entender para sempre.
Com o tempo, percebemos que o ser humano não nasceu pra ficar sozinho. Não nascemos pra acordar do lado de uma parede gelada...com o tempo, percebemos que falar “Eu Te Amo” tem mais de um sentido, tem mais de uma forma. Pinguim...essa é pra você!
“Até o fim dos tempos!”
Let´s Rock,
Duende Amarelo!
domingo, 12 de junho de 2011
PalhetadA
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sexta-feira, 10 de junho de 2011
Podcast Uarévaa #50 - AQUAMAN
O MAIOR SUPER HERÓI DE TODOS!!
O REI DOS SETE MARES!!
O SOBERANO DE ATLÂNTIDA!!
AQUAMAN!!
O REI DOS SETE MARES!!
O SOBERANO DE ATLÂNTIDA!!
AQUAMAN!!
Freud, Rafael, Zenon, Moura e Vini presenteiam os ouvintes do Uarévaa, nesse podcast 50, com o programa que TODOS esperavam. As origens, os poderes, as diversas adaptações e toda a majestosidade do maior poliglota da história dos quadrinhos estão nessa edição dedicada especialmente ao AQUAMAN.
Clica ai pra assinar o RSS e passar a receber
o Podcast Uarévaa "tomáticamente"!!
E tamo até no iTunes, rapá!!!
Comentado no Podcast
- Posts especiais do Rafael sobre o Aquaman (e Namor) com imagens de várias versões do herói, comerciais do Cartoon Network, trailer do piloto da série de tv e muito mais informações: Parte 1, Parte 2 e Parte final.
- Superman é um babaca..
- Post do Hell no MDM que prova que o AQUAMAN NÃO É BUCHA!! Veja AQUI.
- O Aquaman fodão da saga Flashpoint
- Abertura do desenho do Aquaman
- O Show de Aquaman e seus amigos
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- Uma versão interessante do Aquaman: AQUI
- Diversão na casa do mano Aquaman: AQUI
- Batman, o maior detetive do mundo? Veja AQUI
AVISO: Infelizmente não pudemos gravar o Momento Uarévaa essa semana, então a leitura dos comentários dos podcasts Mundo Colorido, prometida para esse, será no próximo.
Comente ai no post ou mande seu e-mail (contato@uarevaa.com) com críticas, elogios, sugestões, cagações de regra e tudo mais sobre nosso podcast.
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quinta-feira, 9 de junho de 2011
A Hora do Flama
O período eram os anos 60, o mal andava a solta pela interiorana cidade paraibana de Campina Grande. Vilões de todos os tipos espalhavam o caos e só um herói poderia ajudar a população. Essas eram as suas aventuras, as Aventuras do Flama.
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| Autor: Mike Deodato Jr. |
Criado inicialmente como uma peça radiofônica da Rádio Caturité, diariamente de segunda a sexta, às 13h - em uma resposta ao sucesso da radionovela “Jerônimo, o Herói do Sertão”, produzida no Rio de Janeiro e transmitida no Nordeste pela Rádio Jornal do Comércio de Recife – As Aventuras do Flama ganhou na mesma época uma revista em quadrinhos própria roteirizada e desenhada pelo seu criador: Deodato Borges, pai do famoso desenhista Mike Deodato Jr., ilustrador exclusivo da Marvel Comics.
A HQ do Flama, assim como o programa radiofônico, foi um marco na história do gênero na Paraíba, sendo tanto o primeiro seriado radiofônico do Estado quanto a publicação impressa pioneira no eixo norte-nordeste no gênero de super-heróis. O sucesso do personagem era tanto que até um Clube do Agente Secreto do Flama foi criado pelos produtores, que identificava seus integrantes com carteirinhas que lhes rendiam prêmios e acesso ao auditório da Rádio. Segundo Deodato Borges “os quatro mil exemplares do primeiro número nem chegaram às bancas. Quando anunciei no rádio, a garotada foi toda para a escadaria da rádio”.
É notório a influencia de Deodato nos quadrinhos de Will Eisner, em especial The Spirit, o qual o desenhista paraibano sempre se colocou como fã. Ao lado do herói vinham o Comissário Laurence, sua noiva Eliana, Bolão e seu amigo Zico (não o jogador, claro), que faziam muito sucesso com o público infantil. Infelizmente, o projeto em quadrinhos para o personagem não durou muito, alguns falam em duas ou três edições e outros afirmam que só tenha sido lançada uma edição, e hoje em dia é praticamente impossível encontrar em perfeitas condições algum exemplar – ficando só com algumas páginas digitalizadas ou fazendo parte de alguma revista especial sobre a história dos quadrinhos no Estado.
Contudo, recentemente Mike Deodato Jr. anunciou o retorno do Flama, mas não como conhecíamos. Junto com o jornalista Rodrigo Salem, editor de cinema e internacional da revista Contigo! e ex-editor da Set, Mike começa a preparar uma nova versão do personagem. Em matéria publicada no Jornal da Paraíba, 27/8/2010, é relatado que o processo começou quando Mike Deodato enviou para Rodrigo um episodio do programa de rádio do Flama, logo após o jornalista chegou com a idéia de uma nova visão sobre o personagem. Salem conta que:
“Tive a idéia de incorporar elementos políticos dos anos 1960 ao texto e vi a importância da obra de Deodato Borges na criação de um personagem universal no interior do Nordeste, há 50 anos”.
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| Autor: Mike Deodato Jr. |
Segundo os autores, a história colocará o personagem no meio da Ditadura Militar, mas iniciará com o herói velho e passando o bastão para o filho nos tempos atuais.
“A história é crua, com elementos políticos e com muita ação. tem toques de Miracleman, de Alan Moore, O Cavaleiro das Trevas, Tropa de Elite…”, completa Salem, que levanta a questão: se o Flama tivesse existido mesmo, por que ninguém lembraria dele?
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| Autor: Mike Deodato Jr. |
A proposta é fazer uma minissérie em seis partes, com 22 páginas cada, em um processo de produção que deve durar por volta de um ano ou dois, por conta das atividades profissionais de Mike Deodato com a Marvel, o que lhe deixa tempo de trabalhar com o Flama só nas horas vagas.
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| Autor: Mike Deodato Jr. |
De acordo com a matéria Deodato Borges deu liberdade total para a repaginação do personagem, sendo consultado sobre as mudanças. “Eu acho que isso devia acontecer com todos os antigos heróis, e não ficar como muitos personagens do passado que caíram no esquecimento”, conclui Salem.
Apesar de o visual não ter me agradado muito nessa nova versão do Flama, acho interessante o resgate de personagem tão emblemáticos para a história dos quadrinhos nacionais, principalmente se buscarem uma visão diferente do americanicismo que normalmente vemos nas produções de super-heróis nacionais.
Confesso que já tive uma idéia ou duas para usar no Flama, mas como dizem “quem não faz leva” e quem sou eu para concorrer com o filho do criador. Ainda bem que a minha idéia reaproveitei para outro projeto, esse em literatura escrita não gráfica. Enfim, deixo vocês com uma mostra de um dos programas radiofônicos do personagem.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
O Pecado de ser Solteiro – Ou a Ditadura do Amor
Momento Uarévaa
por Moura
Existe uma verdade que pouca gente questiona. Disse Tom Jobim e ninguém ousou contradizer.
“É impossível ser feliz sozinho.”
Bem, estou aqui para desafiar a frase de uma de minhas músicas favoritas de um de meus músicos favoritos.
Há uma regra implícita socialmente. Crê-se que apenas atingimos a felicidade plena quando encontramos alguém que nos ame.
E não basta gostar. Está bem claro no livro de regras dos romances que a pessoa deve te amar plenamente, livre de qualquer concorrência. Um para o outro deve existir uma veneração absoluta, em que juras de amor e arroubos de paixão serão cotidianos. Apenas a demonstração pura desse sentimento pleno que arrebata.
Tem que haver o compromisso, a fidelidade e o sentimento de posse. Eu te amo, tu me amas. Portanto não podemos amar a mais ninguém, ou pelo menos não com a mesma intensidade.
Eu ainda prefiro a lealdade à fidelidade. A lealdade não permite a traição por vontade própria. A fidelidade nada mais é que uma regra. Não que ela seja lá muito respeitada.
E seria lindo se tudo acontecesse dessa forma.
Romances são épicos. Em paginas de livros, telas de cinema, roteiros de televisão.
Não, não me entendam mal.
Não estou aqui lançando a bandeira do amor livre ou do ninguém é de ninguém.
Apenas não acredito que seguir a regrinha básica do “não fique sozinho” como um mandamento inexpugnável seja o mais sensato a se fazer.
Não existe filme, serie ou novela que não se acabe com os casais sendo felizes. Felizes para sempre.
Será?
Será que príncipe não bebia demais enquanto a Branca de Neve tinha que lavar suas cuecas – e de mais sete anões?
Será que Cinderela não encheu o saco de tanta pompa e acabou caindo no pagode com o cocheiro, honrando a antiga alcunha de Gata Borralheira?
Difícil saber. A cultura popular nos ensina apenas que o amor tudo resolve. Quando você se apaixona, tudo fica lindo. O sol é mais brilhante e a lua conversa com você. Seus problemas somem e o mundo fica mais fácil de encarar.
Entretanto, se você não encontra sua metade da laranja... Pobre coitado. Ou pior. Coitada.
Mulher solteira aos 30 ficou pra titia. Homem solteiro aos 30, capaz de pegar fama de boiola.
Como se casar com um beberrão que bate em você fosse um ótimo remédio para evitar os comentários nas festas de família.
Ou casar-se com aquela megera serve para que você não fique comentado na rodinha. E nem que questionem a sua.
Eu poderia listar aqui um sem (ou ainda, cem) numero de motivos para ser solteiro.
Entretanto não é esse meu propósito.
Não quero aqui bradar que o bom da vida é sair, beber, jogar, foder. Alias, até essa incessante propaganda de que sendo ele solteiro, a obrigação do homem é transar com a maior quantidade de mulheres possível é, tanto quanto, ditatorial. Apenas uma forma do ser humano condicionar a idéia de que precisa sim, de conquistas e se reafirmar. Cada um segue o dogma que lhe convir. Eu sigo um apenas - o das minhas vontades.
As coisas acontecem quando devem acontecer. Ou em alguns momentos, simplesmente não acontecem. Ou acontecem, e como tudo na vida, tem prazo para acontecer.
Você já ouviu falar de um casal que, depois de 30 anos casados, separou-se? E um comentário qualquer surge – “Mas que pena que não deu certo.”
Não deu certo? Claro que deu. Deu certo por 30 anos. Que fosse por cinco anos. Ou seis meses.
Deu certo. Deu certo no tempo que tinha que dar. Algumas pessoas passam por nossas vidas, outras ficam. Isso não quer dizer que não deu certo.
Associa-se sucesso com eternidade. Para algo ser êxito, não necessariamente é para sempre.
Mas são os famosos “Felizes Para Sempre”. Já dizia outro grande musico: O pra sempre, sempre acaba.
Enfim, meus caros, isso é um pequeno desabafo. Ou nem isso. Uma pequena reflexão.
O amor mais importante, já ensinou Scott Pilgrim, é o amor próprio.
Perguntam-me até hoje se não me falta alguém que me complete. Não procuro, definitivamente, alguém que me complete. Nasci completo. Ou se não nasci assim, aprendi com a vida a ser completo. A me bastar. Espero encontrar um dia alguém que some. Agregue.
E se a metade da laranja não aparece, fico ainda com a metade do limão. Misturo com cachaça e açúcar. Sento-me na beira da praia e brindo a vida que segue.
Cheers.
Beber, Jogar, F@#er
Um tempo atrás nosso querido Moura me deu de presente um livro do qual ele dizia ter um pouco da sua própria filosofia de vida. O livro em questão falava sobre a vida de Bob Sulivan, um cara que havia sido traído pela esposa, se divorciado e que após esse choque começa a refletir sobre o que tem feito da própria vida.
Decidido a não ficar parado resolveu juntar toda sua grana, vender tudo que tinha e partir em uma viagem de auto descobrimento para aproveitar sua recente solteirice indo a três lugares específicos do mundo para fazer três atividades bem especificas: Beber na Irlanda, Jogar em Las Vegas e Foder na Tailândia. Uma jornada que o levaria a novas experiências e aquilo que mais buscava.
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| Autor: Andrew Gottlieb |
Beber, Jogar, F@#er é um livro de autoria de Andrew Gottlieb e já nasceu como uma sátira ao sucesso Best Selller Comer, Rezar, Amar, que mostra uma visão feminina de autodescoberta em viagens pelo mundo. Claro que uma obra feita para parodiar outra iria para o extremo oposto do que a primeira vez, e aqui não é diferente.
Andrew no mostra um Bob caído, frustrado não só com o fracasso de seu casamento, mas com a sua própria vida cotidiana, rotineira, morna, sem sal que vive há anos. Sempre com medo de arriscar, de chacoalhar o status quo, e tudo isso muito em prol da harmonia de seu relacionamento amoroso que agora era desfeito. Então o recém divorciado tira um ano de férias para viajar e se divertir.A sua primeira parada é Irlanda, e é de longe a parte mais hilária da história, não que as outras não tenham graça, mas todo mundo sabe que bebida sempre traz coisas divertidas para contar. O interessante que Gottlieb não procura ser inovador em sua narrativa, criar coisas mirabolantes ou saídas super engenhosas, ele é muitas vezes bem simples – usando até de exageros de coincidências, que são normais a qualquer história, mas vamos combinar né! – e com um recurso básico de jornada do herói que é o mentor.
Em todas as cidades visitadas pelo nosso herói ele conhece alguém, ou por acaso ou indicação, que se torna seu guia no mundo abordado. Na Irlanda esse guia o leva aos bares mais undergrounds existentes, levando-o a uma diversão, companheirismo, risadas, ressacas e aventuras como ele nunca tinha vivido antes. Já em Las Vegas, Bob se passa por um grande empresário por conta de uma amizade com alguém importante. Assim, consegue passe livre em cassinos, hotel de primeira classe, partidas de golfes em clubes privados, e jogos, muito jogos no famoso “é tudo ou nada”. Para mim foi a parte mais cansativa da viagem, provavelmente por eu não ser tão ligado em jogatina, mas não deixa de ter seu brilho.
No último lugar, Tailândia, Bob se vê em um mundo de antíteses. Ao mesmo tempo em que tem resorts luxuosos, cruzeiros de alta qualidade, a população local passa por dificuldades estruturais e financeiras gigantescas. E é nesse local de opostos que ele conhece uma nativa com quem aprende algumas coisas sobre sexo e liberdade, alias, essa parte apesar de tratar do tema sexual não trás algo pornográfico, vê o sexo mais como autodescoberta e transcedentalidade.
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| Praia da Tailândia |
Inclusive, todo o livro não faz uma apologia a nada, mas nos diz “faça suas escolhas, não deixe que escolham por você, e aproveite a vida”. Sendo mais um manual, um guia espiritual, digamos, que uma obra de auto-ajuda. Sua leitura é leve, descontraída e nos dá a vontade de ver mais aventuras de Bob Sullivan. É, definitivamente, um livro masculino em sua raiz, contudo, e diferente para mim de sua versão feminina – pelo menos o filme -, não é só para um público. Mulheres podem lê-lo e se divertir, até entender melhor a mente masculina, que não vão achar muito enjoativo.
Fica a dica de leitura, ela pode não mudar sua vida - eu mesmo não virei um nômade que sai bebendo, jogando e fudendo por aí, pelo menos não na quantidade do Bob - mas ajudará você a compreender uma coisa: a vida é muito mais que trabalho e compromissos, é preciso se divertir, arriscar tudo, conhecer coisas exóticas nem que seja uma vez só na vida. Além disso Andrew nos mostra que cada momento pode ser vivido com alegria, descoberta e como se fosse o mais importante de toda vida, porque, afinal, ele é.
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terça-feira, 7 de junho de 2011
Thor & Loki: Irmãos de Sangue
Uaréview
Por Vini
A Marvel, através do selo Marvel Knights, lançou a pouco tempo atrás, uma animação inspirada na aclamada Graphic Novel de Robert Rodi e do ilustrador Esad Ribic chamada LOKI e que mostra a história do protagonista derrotando o Deus do Trovão e conquistando a terra mítica de Asgard como seu soberano. Nela é mostrado o porque o Deus da Trapaça odeia tanto seu meio-irmão.
Produzido pelas empresas Magnetic Dreams, Edge Studio, Underground Music e NYAV!, Thor & Loki: Blood Brothers (Irmãos de Sangue) faz parte de uma manobra da Marvel para atingir o público através de várias mídias. Esse é o pontapé inicial para a definição e ampliação dos limites que as animações da Marvel Knights terão daqui pra frente para entreter os entusiastas e fãs de quadrinhos "mainstream" utilizando tecnologia que poderão ser facilmente consumidas através de IPads e Tablets, fazendo com que a galera também se acostume com as revistas que serão comercializadas como mídia digital.
O intuíto então é consolidar essa transposição dos títulos da editora para as demais mídias de entretenimento.
Eu lembro de ter visto os caras prometendo uma grande experiência aos leitores e fãs do Thor com esse projeto mostrando uma história em quadrinhos através de animação de última geração. Mas antes de eu dar minha opinião, assista ao trailer que foi veiculado para a promoção da animação:
Tá, Thor & Loki: Blood Brothers é belo, mas isso por causa das ilustrações de Ribic e só. Assistir à todos os episódios quase estáticos dessa animação é cansativo, pelo menos para mim.
Não há como negar que os caras mandaram muito bem em algumas estruturações de passagens de movimento, mas ainda assim é estranho de ver. Alguns movimentos são estranhos demais. Loki chega a diminuir de tamanho quando se abaixa para falar com um pequeno nórdico numa das cenas.
Lembrou bastante os desenhos "desanimados" antigões da Marvel, onde o personagem parava no ar, a boca mexia um pouco ou movimentava uma mão só e onomatopéias explodiam na tela.
Não tô comparando os desenhos, me entendam bem, mas com a vasta tecnologia que temos hoje, simplesmente poderiam ter utilizado desenhos baseados na obra de Ribic e colocar alguns efeitinhos em tons aquarelados, sei lá.
Eu particularmente não me senti atraído pela animação, porém não tem como deixar de assistir a todos os episódios pelo simples fato que esse é um dos roteiros mais legais feitos para o Thor e principalmente para Loki. Muito do filme recém-lançado do personagem se deve a essa obra!
Quem não leu tá perdendo tempo. MESMO!
O público-alvo dessa animação é logicamente a molecada nova ligada em tecnologia e também àqueles que querem se interar no longa de Thor que chegou aos cinemas agora em Maio.
A mini-série animada tem quatro episódios e apesar de ser uma motion comic, não pode se dizer que não tenha qualidade, mas ainda sim, é uma motion comic, o que talvez tenha enfraquecido a obra em certos aspectos. Mas o que salva realmente é o roteiro. E parece que esse é o foco, ou o trunfo!
Com diálogos muito bem construídos e vozes de qualidade, Thor & Loki impressiona pelos textos. A parte onde Balder revela a Loki todas as suas encarnações, inclusive como mulher, e como em nenhuma dessas realidades ele consegue reinar Asgard é fantástico!
Na interessante trama, Loki revisita sua infância, revelando sua descendência dos Gigantes de Gelo e alguns acontecimentos que justificam a escolha moral que define sua personalidade, além de nos emprestar a visão dele sobre esta eterna peleja
Thor aparece poucas vezes nessa série, sendo mencionado algumas vezes, e seu nome no título é puramente uma escolha comercial para atrair o público que ainda não conhece a obra. A história é sobre Loki e ponto.
Você encontra os episódios de Thor & Loki: Blood Brothers com certa facilidade na internet e de graça, mas no iTunes, Xbox Live e na PlayStation Network o valor é de US$ 1,99.
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DAN, The MAN
Momento Uarévaa
por Freud
Ahhh, como o amor é lindo..
Pois é, pessoal, como o Duende já disse, estamos fazendo uma Semana dos Solteiros aqui no Uarévaa!! Nossa programação normal prossegue, mas teremos alguns posts pros solteirões se animarem para o dia 12 de junho, finalmente tomarem tendência na vida, assumirem um compromisso, casarem, se reproduzirem e.. err...
BOM, como eu ia dizendo, estamos nessa semana que será um aquecimento pra nossa já tradicional Semana dos Namorados, que começa na próxima segunda.
Hoje veremos aqui o amor nos games. O que acontece depois que o herói salva a princesa, hein? Confira na animação DAN, The MAN, que eu conheci fuçando um tal dum blog furreca ai, o Subverso Melão!!
LAMENTÁVEL!! Como um cara fiel, casado, pai de família e que acredita na força do amor, eu repudio essa animação e os valores deturpados que ela passa. Mais uma vez são os games provando o mal que causam a nossa sociedade, afinal foram mentes doentias de gamers que criaram essa irresponsável animação.
É esse o tipo de mentalidade que mais cresce hoje em dia, minando as bases sólidas e harmoniosas da convivência humana.
UM ABSURDO!!
P.S.: Só os homens de bem, comprometidos, que fazem post temático da semana dos solteiros nesse blog? PORRA!! Não é semana DE FOLGA dos solteiros não, seus vagabundos!! (RATINHOOOO!!!)
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Carnivàle
“No que se refere à vida, morrer é a parte fácil”


Existem temas que são universais, tanto no tempo quanto no espaço, que talvez nunca deixem de ser objeto de fascínio pelo ser humano, uma vez que estão intrinsecamente ligados aos seus mais profundos desejos, medos e aspirações. Entre tais temas, podemos citar a busca por pertencer a algum grupo, considerações sobre destino e sobre o seu lugar no mundo, a existência de um mundo além dos nossos sentidos, o fim do mundo e a eterna batalha do bem contra o mal. Isso apenas para citar alguns.Estes temas – e mais alguns – estão presentes numa das séries mais inusitadas da HBO, Carnivàle. Junte isso a um pano de fundo que envolve o pior momento histórico dos EUA, e conteúdo bastante adulto (o que não é surpresa em uma produção da HBO) e temos uma das poucas séries realmente diferentes e originais das últimas décadas.
Carnivàle traça duas narrativas paralelas, que se passam durante o fenômeno chamado Dust Bowl no período da Grande Depressão americana (entre 1934 e 1935) e gradualmente vão se entrelaçando. Numa delas temos Ben Hawkings, um fugitivo da justiça que, após a morte da mãe, abandona sua fazenda para fazer parte de um grupo circense (na verdade, um Carnival, o que não é exatamente a mesma coisa, mas isso fica para as curiosidades) e acaba descobrindo que o grupo itinerante é cercado de misticismo, mistério e magia. E que ele compartilha desta magia com estranhas habilidades sobrenaturais. Numa trama paralela, conhecemos o Pastor Justin Crowe, que tem sonhos proféticos como Ben e começa a manifestar estranhos poderes, acreditando estar fazendo o trabalho de Deus.
Estas duas narrativas estão ligadas pela mitologia da série, que trata, basicamente, da eterna luta entre o bem e o mal, e nossa parte nesta batalha, posicionando o ser humano como uma raça que sempre tem representantes nos dois lados. Misturando mitologia/teologia cristã, com elementos do gnosticismo e francomaçônicos, particularmente relacionados aos cavaleiros templários, a série explora tais temas com conteúdo mais adulto, com forte apelo sexual e tabus como incesto, lesbianismo, entre outros.
Carnivàle durou duas temporadas de 12 episódios cada, com a grande contribuição de ser uma série com temas fortes, para o público adulto, trabalhando com os clássicos temas da humanidade de forma inusitada, interessante e trazendo personagens bizarros e uma história diferente, numa mistura maluca de drama, fantasia, mistério, horror e erotismo. Altamente recomendável para quem quer fugir do lugar-comum que se tornaram as séries americanas nos últimos anos, desaconselhável para quem torce o nariz para coisas muito diferentes daquilo que eles estão acostumados.Curiosidades:
- Em Portugal, a série ficou sendo chamada de A Feira da Magia;
- O “Carnival” a que a série se refere é o “travelling carnival”, algo que, nos EUA se assemelha a um parque de diversões itinerante que conta com coisas como jogos de azar, máquinas de jogos, cartomantes, shows de mágica e freakshows;
- Dust Bowl se refere a um fenômeno climático de tempestade de areia que assolou os EUA na década de 30 e que durou 10 anos, contribuindo com a Grande Depressão americana, sendo um desastre econômico e ambiental que afetou boa parte dos EUA, em especial a agricultura e pecuária. Este fenômeno aconteceu por conta de anos de práticas de manejo do solo que o deixaram susceptível às forças do vento que provocaram seca induzida pelo alto nível de partículas de solo suspensas no ar. O solo, despojado de umidade, era levantado pelo vento em grandes nuvens de pó e areia tão espessas que escondiam o sol durante vários dias. Estes dias eram chamados de "brisas negras" ou "vento negro";
- Robert Knepper, que viveu o locutor de rádio Tommy Dolan em Carnivàle, foi também Samuel Sullivam, o líder de outro Carnival de pessoas com superpoderes na série Heroes (outra das ideias não tão originais assim na série);
- Para ajudar na divulgação da série online, a HBO contou com a parceria de outras empresas para criar diversos jogos online, baseados nas adivinhações das cartas de tarot e em um jogo interativo de Ouija, além de Fate: The Carnivàle Game, em colaboração com a Real Networks, um jogo para download disponível como versão trial e para venda.
Na próxima Madrugada:
Já que passamos do Dia dos Namorados, o Madrugada Macabra lembra a data com uma dica não tão romântica assim: Teeth.
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Fun Home
Relacionamentos familiares sempre são complicados, mesmo quando tudo parece bem, feliz e harmonioso, ainda existem segredos, sombras, palavras não ditas que só nós, ou as outras pessoas, sabemos que existem, que continuam lá guardadas em algum lugar e tudo isso é amplificado quando o status familiar já não é lá tão equilibrado.
Fun Home é um álbum em formato de biografia em quadrinhos e traz a história da relação da autora, Alison Bechdel, com seu pai, onde ela revisita a infância e adolescência e os atropelos comunicativos e cotidianos, além das diferenças e semelhanças entre eles. O tema que permeia essa história é a homossexualidade, como para um isso se tornou motivo de vergonha e o fez se esconder, mascarar, a sua própria realidade, e para o outro foi não só uma autodescoberta como uma peça importante de um quebra cabeça que era sua família.
Sensível, realista, impactante e reflexiva, são adjetivos bem adequados para a obra de Alison, que dispara, como uma arqueira grega lançando flechas certeiras em seus alvos, referências a cultura pop da época e a grandes autores da literatura mundial, em um paralelo das obras com a sua própria vida. O desenho também não fica atrás com seu traço puxado para a representação realista, com influencia de um estilo mais underground americano dos anos 60/70, apesar de mais limpo, onde nos leva para a casa dos Bechdel, sua funerária, a universidade e apartamento de Alison, ambientes que apesar de serem os seus locais de vida ao mesmo tempo não a representação. Muitas vezes eu não conseguia integrar a personagem dentro daqueles lugares, como se ao mesmo tempo em que fossem partes dela não eram exatamente assim.Apesar de muitos olharem torto, eu sou fã de biografias em quadrinhos, pois, elas usam uma linguagem que gosto, atrativa, para contar a vida de alguém e muitas vezes com toda a carga de subjetividade possível, haja vista que muitas vezes é mais uma autobiografia do que algo realizado por terceiros, e eu gosto de subjetividade em uma narrativa, em ver metáforas, alegorias, referencias que ampliam e dão um ar especial a leitura. Claro que podemos entrar na discussão de que autobiografias nunca serão totalmente fiéis e que biografias alheias podem representar mais fielmente, contudo, para mim, as últimas correm o risco de se tornarem pura representação quase jornalística ou de dados. E como eu disse, gosto de subjetividade em uma obra, coisa que se tem mais com autobiografias.
Fun Home tem muito dessa subjetividade, óbvio, mas diferente de Retalhos ou ainda Umbigo Sem Fundo, que ainda não li, mas as vozes do horizonte já me informaram como é, ela não incursiona tanto em um realismo fantástico ou recursos gráficos que representem a psique ou sensações dos personagens. Aqui tudo é mais direto, mais objetivo, desde uma relação sexual, passando por a convivência com cadáveres até uma simples conversa dentro de um carro, o subjetivo aparece mais em interligações temporais, literárias e em texto, tanto que também é considerado um quadrinho literário, não só por esse motivo claro.
Para quem curte ver na história de uma pessoa o retrato de tantas outras, e até quem sabe seu mesmo, e quem admira os quadrinhos e suas inúmeras possibilidades, Fun Home é mais do que indicado. Não é a toa que foi eleita o livro do ano em 2006 pela revista Time, figurou na lista de livros mais vendidos do The New York Times e faturou diversos prêmios (entre eles, o Eisner Awards de Melhor Não-Ficção).
Adentre a vida de Alison e sua relação conturbada com seu pai e quem sabe você não reflete sobre sua própria relação familiar, afinal, a vida passa muito rápido e não dá muito tempo para arrependimentos.
Adentre a vida de Alison e sua relação conturbada com seu pai e quem sabe você não reflete sobre sua própria relação familiar, afinal, a vida passa muito rápido e não dá muito tempo para arrependimentos.
domingo, 5 de junho de 2011
PalhetadA
Aaahhh a segunda feira está ai, toda pomposa...Foda-se né? Tenho duas perguntas para vocês leitores do Uarévaa!
Primeira: Alguém sabe o paradeiro de uma das nossas mais antigas “comentadoras” a Marianne Rodgers?
Segunda: Sabia que essa semana no Uarévaa nós decretamos a “Semana dos Solteiros”?
Imagina a merdaiada que vamos fazer por aqui essa semana, alô solteiros e solteiras..estamos na área!
Bem, como já disse na introdução (ui) essa semana é em comemoração a você ai que vai ficar pra titia ou titio, a menos é claro....que você preste atenção em como conquistar sendo sincero e verdadeiro.
Situação: Você na balada e avista aquela garota linda...tu pensa “vou usar o xaveco do intelectual que sempre da certo” Anham Claudia senta lá...sejamos sinceros. Pequeno jedi, apele para a mais pura poesia da conquista.
Esse sou eu me fodendo com a senhorita Duende…ahuaHUAHuahaUhaUa. Ok, ela já me conhece.
Homem na balada é um monstro de duas cabeças...fato! A mulher na balada é legal com todo mundo e não ta dando bola pra você. Então uma opção sua pra acabar com essa maldição e não perder tempo com patricinhas de balada, meu amigo...vá ao lugar certo!
Até o final da semana eu corro o risco de ficar solteiro…vai vendo…AHUAHuAHUAHAUHAUAHuAHuA.
Existe o pessoal que não quer se amarrar de jeito nenhum e preferem passar o dia dos namorados no buteco bebendo com o amigos contando histórias de quem é mais comedô! Mas será que esses caras realmente sabem do que falam?
Cara, quem vocês querem enganar? Quem fala muito de mulher e nunca é visto com uma por ai é um forte candidato a receber o anel (opa!) dos Pink Lanterns!! Não tem problema, é sério...afinal, não posso deixar de fora a homoafetividade nisso aqui...
Não existe efetivamente um dia dos solteiros, mas é obóvio que tirando o dia 12 de junho do calendário, o restante é de vocês! Afinal se tu não for um nerd viciado em Mac Donald´s, vídeo-game e blogs tem até uma mínima chance de se arrumar até o dia dos pombinhos...sério. Pensa bem, olhando pra esse post... qual o sentido da vida? E se tudo mais falhar? Mano. Tudo vira bosta.
A vida de solteiro tem lá as suas vantagens...e que vantagens. Sem hora pra chegar em casa, sem satisfação, cada dia dorme numa cama diferente, no carnaval então se você souber aproveitar a dosagem de álcool e sobriedade da até pra afinal o pinto! Mas se tu for virgem e está na adolescência, nem tudo está perdido meu amigo...vai por mim!
Hã…você não chama João né? aHUAhuAHAUAHuaHAUHAUAHuAHUa
Falando sério, ser solteiro é uma arte... alguns chegam a ser solteiros namorando!! É quase como ter uma identidade secreta, só você sabe a hora de se transformar para sair por ai com aquele “S” no peito sem peso na consciência e fazer estragos na madrugada a fora...cara, se você se identificou, parabéns tu faz parte do clube dos Canalhas, espertão!
Chega bicho! Já vou ter que arrumar as coisas com a senhorita Duende lá em casa! Rs... como abri a matéria com um Hino, fecho ela com uma oração!
Let´s Rock!
Duende Amarelo.
Primeira: Alguém sabe o paradeiro de uma das nossas mais antigas “comentadoras” a Marianne Rodgers?
Segunda: Sabia que essa semana no Uarévaa nós decretamos a “Semana dos Solteiros”?
Imagina a merdaiada que vamos fazer por aqui essa semana, alô solteiros e solteiras..estamos na área!
Bem, como já disse na introdução (ui) essa semana é em comemoração a você ai que vai ficar pra titia ou titio, a menos é claro....que você preste atenção em como conquistar sendo sincero e verdadeiro.
Situação: Você na balada e avista aquela garota linda...tu pensa “vou usar o xaveco do intelectual que sempre da certo” Anham Claudia senta lá...sejamos sinceros. Pequeno jedi, apele para a mais pura poesia da conquista.
Esse sou eu me fodendo com a senhorita Duende…ahuaHUAHuahaUhaUa. Ok, ela já me conhece.
Homem na balada é um monstro de duas cabeças...fato! A mulher na balada é legal com todo mundo e não ta dando bola pra você. Então uma opção sua pra acabar com essa maldição e não perder tempo com patricinhas de balada, meu amigo...vá ao lugar certo!
Até o final da semana eu corro o risco de ficar solteiro…vai vendo…AHUAHuAHUAHAUHAUAHuAHuA.
Existe o pessoal que não quer se amarrar de jeito nenhum e preferem passar o dia dos namorados no buteco bebendo com o amigos contando histórias de quem é mais comedô! Mas será que esses caras realmente sabem do que falam?
Cara, quem vocês querem enganar? Quem fala muito de mulher e nunca é visto com uma por ai é um forte candidato a receber o anel (opa!) dos Pink Lanterns!! Não tem problema, é sério...afinal, não posso deixar de fora a homoafetividade nisso aqui...
Não existe efetivamente um dia dos solteiros, mas é obóvio que tirando o dia 12 de junho do calendário, o restante é de vocês! Afinal se tu não for um nerd viciado em Mac Donald´s, vídeo-game e blogs tem até uma mínima chance de se arrumar até o dia dos pombinhos...sério. Pensa bem, olhando pra esse post... qual o sentido da vida? E se tudo mais falhar? Mano. Tudo vira bosta.
A vida de solteiro tem lá as suas vantagens...e que vantagens. Sem hora pra chegar em casa, sem satisfação, cada dia dorme numa cama diferente, no carnaval então se você souber aproveitar a dosagem de álcool e sobriedade da até pra afinal o pinto! Mas se tu for virgem e está na adolescência, nem tudo está perdido meu amigo...vai por mim!
Hã…você não chama João né? aHUAhuAHAUAHuaHAUHAUAHuAHUa
Falando sério, ser solteiro é uma arte... alguns chegam a ser solteiros namorando!! É quase como ter uma identidade secreta, só você sabe a hora de se transformar para sair por ai com aquele “S” no peito sem peso na consciência e fazer estragos na madrugada a fora...cara, se você se identificou, parabéns tu faz parte do clube dos Canalhas, espertão!
Chega bicho! Já vou ter que arrumar as coisas com a senhorita Duende lá em casa! Rs... como abri a matéria com um Hino, fecho ela com uma oração!
Let´s Rock!
Duende Amarelo.
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