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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Podcast Uarévaa #78 - Homem Aranha nos cinemas



Fica de olho nesse teu cu, hein?

Freud, Marcelo Soares, Vini e Zenon relembram a trilogia do diretor Sam Raimi e falam dos trailers do novo filme do "amigão da vizinhança".




(Clique na imagem com o botão direito do mouse
e depois em "Salvar link como..")

E o RSS? E o ITunes?

POIS É, NADA AINDA..

Ocorre que o Mevio, o site onde hospedávamos o podcast suspendeu as contas de uma cacetada de shows por ai, inclusive o nosso. Foi por medo de se queimar com a SOPA? Medo do cerol da PIPA? Não sabemos. O fato é que estamos buscando outra solução no momento e com isso mudou o player do post, a forma de baixar o arquivo e esperamos em breve acertar os feeds e iTunes.


Comentado no Podcast

- O Aranha de várzea mostrado pelo Vini



- Desenho feito pelo Vini durante a gravação do pod (clique na imagem para ver maior)



- Trailers do novo filme







Comente ai ou mande seu e-mail (contato@uarevaa.com) com críticas, elogios, sugestões, cagações de regra e tudo mais sobre nosso podcast.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Vingadores Secretos


Não é novidade o quanto nos últimos anos a Marvel Comics investiu pesado na construção de imagem de seu principal grupo de super-heróis, chamados como os “maiores heróis do mundo”, os Vingadores. Desde que o Brian Bendis asusmiu o roteiro dos Novos Vingadores muitas mudanças na equipe ocorreram, assim como o acréscimo de subequipes com o nome Avenger no seu título. Logo, uma versão agindo nas sombras, “enfrentando os desafios que ninguém sequer sabe da existência” apareceu com o nome de Vingadores Secretos.



Criada no inicio da chamada fase Era Heróica a equipe sob o comando do recém retornado do mundo dos mortos Capitão América, que agora se chamada somente Supersoldado, tinha os roteiros de Ed Brubaker e desenhos de Mike Deodato. Sua proposta era por em missões confidenciais heróis bem peculiariares como Máquina de Combate, Nova, Fera, Cavaleiro da Lua, Valquíria, Viuva Negra e o Homem-Formiga. Em quase dois anos de publicações o grupo já teve várias participações especiais, mudou de equipe criativa e chega no que considero seu auge nas mãos do mestre Warren Ellis.

Brubaker levou a revista em seu primeiro ano no sistema de arcos, sendo o primeiro Histórias Secretas, dividido em 4 partes. Nele os heróis se vêem a volta com uma tentativa de uma organização chamada Conselho das Sombras de reativar um artefato intitulado Coroa da Serpente, que por um acaso acaba dominando a mente de Nova. Enquanto isso um membro do Conselho ataca a base da equipe sob o comando de Max Fury, um antigo ser cibernético que acreditava ser de fato o chefe da SHIELD.

Em Olhos do Dragão, dividido em cinco partes, o autor já trabalha o personagem Shang-Chi e a tentativa de volta a vida de seu pai com a ajuda do Conselho das Sombras, plano frustrado pela equipe de Vingadores. Na edição 12 é quando Brubaker se despede da revista, trazendo à vida a história de John Steele, um antigo companheiro de segunda guerra de Steve Rogers que estava nas fileiras do Conselho das Sombras.

Particularmente, essa primeira fase da equipe é muito fraca, clichê e longe dos melhores trabalhos feitos pelo Brubaker – que tem nas fileiras dentro da própria Marvel o Capitão América que alçou o personagem novamente no gosto do público. Mas, provavelmente, ele assumiu o titulo só “por assumir”, isto é, querem que eu faça algo com o Capitão sem ele ser mais o Capitão, então vou fazer isso. Mas, digo que as histórias eram bem subaproveitadas por conta do que veio mais a frente.

Entre os número 13,14 e 15 quem assumiu o volante das histórias foi Nick Spencer, porém, nem se tem muito o que falar dessas edições pois se passam em paralelo com o “mega” evento do ano da editora que foi Fear it Self.  Logo, o autor mostra alguns personagens lidando com as conseqüências da saga, mas nada de nota relevante. 


A cereja do bolo, e o que pra mim justificou a existência do um ano e meio anterior de Vingadores Secretos, é a edição 16 até o momento. Nela Warren Ellis toma as rédeas do rumo da equipe e traz junto com ele a mesma pegada de ação, intriga e tensão de obras de agentes secretos como nós gostamos e como ele fez muito bem em Freqüência Global. Pra começo de conversa Ellis deixa de lado os arcos e passa a jogar os heróis escolhidos para cada missão em histórias fechadas, com situações das mais absurdas possíveis e repletas de ação.

Logo no primeiro número a frente o autor junta Steve Rogers com o Fera, Viúva Negra e o Cavaleiro da Lua numa base do Conselho das Sombras para resgatar uma antiga máquina do tempo de Victor Von Doom. Claro que eles são atacados e ai vemos a engenhosidade de Ellis em dar um bom espaço, e confiar na arte de Jamie Mckelvie, para a ação visual. Na edição 17, Rogers mais Sharon Carter, Maquina de Combate e Valkiria tem que parar um caminhão desgovernado que anda “sugando” pessoas para dentro de si. Na edição seguinte vão parar em uma base entre dimensões controlada por Arnin Zola, e por ai vai. Cada nova missão mais estranha que a anterior, sempre com o lema: cumpra a missão, não seja pego, salve o mundo.

Em pouco tempo Ellis conseguiu levantar substancialmente as vendas de Vingadores Secretos utilizando somente se sua bagagem de séries, filmes e quadrinhos de espionagem antigos – temos dos clichês básicos de situações impossíveis até as famosas bugigangas de espião feitas por um cientista da equipe – reforçado por diálogos bem elaborados e com uma pitada de humor, além do respeito e bom uso de cada herói escolhido para a missão. 


Assim, o que tinha se tornado só mais uma revista de super-heróis entre tantas, virou algo mais, além de um bom exemplo de como toda revista desse gênero deveria ser: divertida, dinâmica, que não nos chama-se de idiota e ainda tivesse bons personagens e drama desenvolvido. Bom, seria assim se todos autores de quadrinhos de super-heróis tivessem esse bom senso e qualidade, contudo, nem todo mundo é um Ellis.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

A Banda Mais Bonita da Cidade


Existem músicas e bandas que surgem que você se pergunta o por que deles existirem, mas, como tudo no universo, isso tem uma explicação e praticar a arte de escutar para só então dar seu julgamento é muito importante. E foi isso que resolvi fazer com a Banda Mais Bonita da Cidade.



Segundo a Wikipedia, a "Banda Mais Bonita da Cidade foi formada em 2009 com a proposta de cantar autores locais, desde então, pesquisou os produtos de vários compositores, escolheu músicas e passou a rearranjá-las para deixar ao estilo do grupo. Participou de apresentações musicais no Wonka Bar, em Curitiba, como o show "Canções de Inverno" de Luiz Felipe Leprevost e o show 'A Saudade Mata Gente, Panaca' de Uyara Torrente. Foi sendo criada e desenvolvida a idéia de produzir as músicas de compositores curitibanos. Por causa do videoclipe que originou o grande sucesso, a banda concorreu ao VMB 2011,na categoria "Webclipe", sendo, no entanto, derrotada por 'Sou Foda'".

Acredito que como todo mundo a primeira vez que ouvi falar desse grupo foi por conta do clipe da música Oração. De tanto tocar, ter novas versões paródias e pessoas cantarolando – como todo bom meme de internet – se tornou cansativa, enjoada e me dava raiva em ouvir o mínimo acorde que fosse dela.

Passado o hype em cima dessa música e do grupo, já no inicio de 2012, resolvi que era hora de baixar o tal CD da tal banda bonita e ouvi-lo, tirar minhas próprias conclusões sobre o trabalho musical do grupo. E, por incrível (ou nem tanto) que pareça, algumas coisas se salvam no meio das 12 faixas. Aqui irei ressaltar algumas que achei interessantes.

Mercadoramama: Essa música achei legal por ter uma temática simples, bem cotidiana, e sua melodia e vocal condizerem com a proposta dela. Pra mim, a melhor música do CD.


Aos garotos de Aluguel: Seguindo a mesma lógica da música anterior, de se trabalhar um tema cotidiano até e de uma forma simples, a música ainda tem essa pegada “bordel” em sua melodia que se encaixa perfeitamente.


A Balada da Bailarina Torta: Tons de terror é o que me vêem a mente ao ouvir essa música, me lembrando até o filme Cisne Negro. Novamente seguindo uma historinha onde a melodia entra para reforçar o aspecto de angústia da personagem.

  
Ótima: Um bom exemplo de como um letra interessante poderia ficar bem melhor se a melodia não fosse tão enjoada e o vocal tão equivocado.



Solitária: Segue o mesmo problema da música anterior, uma letra interessante, porém com pontos equivocados de melodia e vocal.


Nunca: Apesar da melodia um tanto quanto repetitiva, ela se encaixa no tom melodramático da letra e do vocal – particularmente bonito, voz compatível total com a música. Uma boa música e a segunda melhor do disco para mim.


Se eu corro: Curto muito a letra dessa música, mas acho novamente a melodia equivocada, lenta demais, parece até uma mania do grupo querer que tudo seja sempre lento, arrastado, mesmo as letras que pedem um pouco mais de velocidade.


Oração: por incrível que pareça a versão do videoclipe é melhor que a versão do cd, onde tudo é, para variar, mais lento e arrastado. Estranhamente o ar de festa do clipe- com várias vozes cantando junto e alegremente em uma crescente - ajuda a música e corrobora com o que digo sobre as outras músicas em relação a um pouco mais de “gás” na melodia.


Em resumo, o grupo trabalha com típicas músicas feitas por e para adolescentes, eu mesmo lembrei de várias composições minhas desse período da vida, coisas que hoje em dia leio e penso como era tosco o que escrevia, mas que tem sua função e importância exatamente para pessoas com o mesmo espírito adolescente. Isto é, de letras simples e até simplórias, mas que falam da vida e dos problemas, sonhos, etc, dessa fase da vida. Me lembrando até uma conversa com o filosófo oficial do Uarévaa o Moura, onde ele dizia que por que tudo tem que ser tão sério hoje em dia? Afinal, é bom também brincar de ser feliz. Confesso que após ouvir melhor as músicas achei até mais bonita a Banda dessa cidade.

Para quem quiser mais informações e/ou baixar o referido disco (que eles deixam de “grátis” para download) podem acessar o site da banda: http://www.abandamaisbonitadacidade.art.br

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

American Horror Story


Muitas coisas podem acontecer quando você muda de casa.


American Horror Story é uma série que se constrói no formato de antologia de terror e drama, onde a cada temporada somos apresentados a um elenco e um cenário diferentes. Criada e produzida por Ryan Murphy e Brad Falchuk, a série recebeu várias nomeações, incluindo um Golden Globe Awards para Melhor série de Drama., e os premios de melhor atriz coadjuvante em minissérie ou drama no Screen Actors Guild Awards e Melhor Atriz em Papel Coadjuvante em Série, Minissérie ou Filme feito para a Televisão no Globo de Ouro 2012 para Jessica Lange.

No seriado somos apresentados a família Harmon, Ben (Dylan McDermott), Vivien (Connie Britton) e sua filha Violet (Taissa Farmiga), que se mudam de Boston para Los Angeles depois que Vivien sofre um aborto e Ben tem um caso extraconjugal. No novo lar eles descobrem que a propriedade guarda segredos e histórias horripilantes, um lugar onde tem havido mais de 20 mortes violentas ao longo de sua história - tanto assim que é conhecido em passeios turísticos como "The Murder House" (A Casa dos Homicídios).

Levando em frente à velha lógica de histórias de terror de casa mal assombrada e família ingênua (?) que cai nas armadilhas fantasmagóricas, American Horror Story leva seus personagens a conviverem com fantasmas se passando por vivos, influenciando-os, interferindo no curso da vida deles. 


Ao longo da primeira temporada, vemos o pai de família, Ben, envolto com o relacionamento de sua filha com o misterioso Tate (Evan Peters), o reaparecimento de sua amante, uma chantagem feita por um ex-morador da casa, uma estranha gravidez de sua mulher – que diz ter sido estuprada por um homem vestido em traje de borracha, uma governanta que aos olhos de todos é uma senhora idosa e nos dele uma jovem e atraente mulher, além da constante intromição de sua vizinha Constance (Jessica Lange). 

Assim, tentando resolver seus problemas familiares, e ao mesmo tempo sobreviver aos ataques sobrenaturais, a família Harmon de uma forma estranha acaba se reencontrando em pleno “inferno” que a Murder House trás para eles.

A série apesar de seu ritmo arrastado e muitas vezes lento demais, conseguiu uma boa audiência e boas criticas, para os mais especialistas em terror (coisa que eu não sou nem de longe) ela também trouxe várias referencias a obras famosas. O que me incomoda em American Horror é exatamente ter pouco horror nela, isto é, o horror que nos acostumamos a ver e ler no Madrugada Macabra, por exemplo, com sangue, desmembramentos e afins. 

Me parece mais uma serie de suspensezinho barato americano – bem no estilo da franquia Pânico -, mas que acaba prendendo você por conta da boa caracterização de personagens. Pelo menos comigo foi assim, cheguei ao fim da temporada por me “preocupar” com os personagens, querer saber o que acontecerá com eles, e isso já é um grande mérito para uma série.

Governantas fantasmas também são um bom motivo para se assistir

A série também conta com algo bem legal, as cenas de abertura, que geralmente mostram algum dos inumeros assassinatos realizados na casa e parecem mais um curta-metragem de terror a cada novo capitulo. Além disso, tem várias participações especiais, incluindo ai Zachary Quinto, o Sylar de Heroes, como um espirito de um ex-morador gay preso a seu companheiro até após a morte.

Não irei dizer aqui como foi o final da temporada, pois é mais interessante cada um acompanhar e tirar suas próprias conclusões. Eu esperava mais e até o gancho mais legal que criaram não vamos ver sua continuidade por conta do formato proposto da série de começar do zero a cada temporada, uma idéia que aprovo e espero que mantenham mesmo – Heroes começou tendo essa proposta e com o sucesso dos personagens mudou completamente, infelizmente.

American Horror Story tem seu mérito em trazer de volta a televisão o gênero, mesmo no jeito americano de ser, e vale a pena uma conferida – menos o Rafael que já conhece tanto de terror que vai ficar bocejando com os clichês do gênero e as saídas até facéis de roteiro (risos).


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Poliamor

CURTA VOCÊ TAMBÉM
Por Marcelo Soares



Em uma sociedade onde predominam valores afetivos monogâmicos, algumas pessoas escolhem um arranjo de relacionamentos que está se tornando conhecido como Poliamor.



Poliamor from Zé Agripino on Vimeo.

Interessante ver diferentes ângulos sobre a vida e a existência humana, sem preconceitos ou dogmas. O documentário é legal por trazer essa discussão de um olhar diferente sobre os relacionamentos humanos, mesmo sabendo que esse processo de poliamor é algo complexo de ser realizado dentro de nossa sociedade e da construção cultural que vivemos, mas não impossível. Não sei se eu conseguiria viver num relacionamento assim, mas sem máscaras, falsos moralismos ou falas de agrado a sociedade, não teria problema em testar, ver se seria a minha ou não. Afinal, como diz uma das entrevistadas, "poliamor não é para todos".

Serviço:
Poliamor
Documentário, HD, Brasil,
15 min, 2010
Direção: José Agripino.

Festivais:
Prêmio André Carneiro de curta-metragem. Curta Atibaia 2010.
Melhor Roteiro Festival Close de cinema da diversidade sexual 2011.
Selecionado em 25 festivais de cinema no Brasil.

Contato:
zeagripino@gmail.com
www.twitter.com/zeagripino

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Soulstripper - Entrevista

Palhetada 

Eae galera! Mais uma entrevista pintando aqui no Uarévaa (é UARÉVAA!! Renver...rs) .

Algumas semanas atrás eu joguei no Twitter “Quem ta afim de um sorvete de Flocos?” E o Moura ( @Themoura – segue o cara lá!) me respondeu com esse link pro Youtube.


Pois é a Entrevista de hoje é com o Soulstripper!!

Depois de assistir o vídeo a cima, fui assistindo outros relacionados com a banda, todas as músicas tem o mesmo clima descontraído e leve, um estilo meio esquecido é verdade, mas que agrada imediatamente pelas melodias e letras retratando as garotas e todos os problemas que vem com elas!

Bora conferir a entrevista?

1 - Como surgiu o Soulstripper?

R: Eu (Bruno) e o Luka nos conhecemos no colégio, e por conta da afinidade musical montamos uma banda de covers de bandas dos anos 70 e 80, com um tempo resolvemos tocar nossas próprias músicas, já que eu sempre escrevi. No primeiro ensaio nosso baterista faltou e chamamos o Chico, que era namorado de uma amiga, ele foi completar e está com a gente até hoje. Isso tudo em 2005, nessa época tinha até um baixista, o lendário "Bola" rs.

2 - Todo mundo tem uma história de decepção amorosa, as letras da banda flertam com isso, a idéia é relatar fatos acontecidos com vocês ou fazer o pessoal se identificar?

R: Acho que os dois, difícil encontrar alguém que não passou por alguma decepção dessa, na época que a banda começou, eu estava passando por alguns desses problemas e com o tempo a gente foi percebendo quantas namoradas já tinham passado por ali enquanto já eramos uma banda e resolvemos falar sobre isso.

3 - O Clipe de "Não trocaria um Sorvete de Flocos por você" é genial, a idéia veio da banda ou dos produtores?

R: O roteiro é dos dois, mas a idéia principal de usar crianças é toda do produtor, ele insistiu nessa parada desde o ínicio.

4 - Quais as influencias musicais do Soulstripper?

R: Acho que muita coisa, mas dá pra perceber que curtimos muito 50's, 60's, blues, jovem guarda..

5 - A banda é de piracicaba, como é o cenário do rock por lá? Existe apoio ou falta olharem mais para o lado cultural da região?

Apoio de algum orgão publico a gente nunca teve, o que teve foram de amigos mesmo, mas a cena por lá já foi muito forte. Hoje o independente praticamente não existe, mas acho que isso não é só por lá, mas a gente curte representar a cidade, todos os lugares que vamos, temos orgulho de falar que viemos de lá.

6 - Já rolou alguma situação engraçada em show? De ex-namorada aparecer com uma auréola na cabeça? rs

R: Hahaha cara, foram tantas.. mas tantas. Se eu contasse aqui ninguém iria acreditar. Mas posso dizer que até sair correndo do show a gente já teve, por que um de nós beijou a mulher do dono do bar rs.

7 - O Soulstripper já consegue viver da música? Já tem alguma gravadora interessada em produzir vocês?

R: Não, infelizmente, mas a gente acredita que seja questão de tempo, mas todos nós ainda temos outros trabalhos ou projetos. Já apareceram gravadoras interessadas, mas nada que valha mesmo a pena. Acreditamos que estamos no nosso caminho, devagar, mas indo. Se chegamos aqui sozinho, a gente sabe que isso pode durar mais um tempo.

8 - "Uma banda de rock e um jeito de conseguir garotas." Se não fosse a banda...como seria a relação de vocês com as garotas? Rs

R: Sabia que eu me pergunto isso direto? rs Sinceramente, não sei. Mas seria mentira dizer que a banda não ajuda, po... ajuda muito hahahaha.



9 - Tem alguma banda no mundo com quem vocês gostariam de tocar juntos?

R: Milhares.. Barão, Ultraje, Paralamas e por que não AC/DC? rs

10 - O amor ta tão na moda?

R: Tá, e acho que esse aí não sai de moda não, as garotas sempre vão curtir alguem falando dele, mesmo falando mal, como nós rs.



11 - Pra finalizar, Defina ai pros leitores em uma palavra... Mulher é?

R: Complicado!



Valeeeeeu Soulstripper!! O Uarévaa deseja toda sorte pra banda! É muito bom ver novas coisas boas surgindo no meio de tanta coisa ruim....continuem com essa pegada que MUITA gente se identifica com as situações, melodias, refrões chicletes e corações partidos!!

 Ainda existe esperança rapaziada!!


Let´s Rock!
Duende Amarelo.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Podcast Uarévaa #77 - Maiores Vilões do Cinema, TV e HQs


Feira da Fruta é a feira mais cara
Aonde só dá vilão

Freud, Moura e Zenon falam dos maiores vilões do Cinema, Tv e HQs. Sim, exatamente o que já está no título, estou sem criatividade pra escrever firuladas aqui hoje.




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O CURINGA COMEU TUDO AS QUATORADATARDE!

Ocorre que o Mevio, o site onde hospedávamos o podcast suspendeu as contas de uma cacetada de shows por ai, inclusive o nosso. Foi por medo de se queimar com a SOPA? Medo do cerol da PIPA? Não sabemos. O fato é que estamos buscando outra solução no momento e com isso mudou o player do post, a forma de baixar o arquivo e esperamos em breve acertar os feeds e iTunes.


Comente ai ou mande seu e-mail (contato@uarevaa.com) com críticas, elogios, sugestões, cagações de regra e tudo mais sobre nosso podcast.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Xampu - Lovely Losers


Existem histórias que se propõem a serem impactantes, cheias de reviravoltas, cenas fortes e por isso chamam a atenção. Mas, também, existem histórias simples, sobre coisas comuns, que não tem lá grandes momentos de impacto, e por isso chamam a atenção. Assim é Xampu.

 
Xampu - Lovely Losers traz pequenos capitulos cada um contando a história de pessoas diferentes, resgatando o “lado b” dos anos 80 com seu sexo, drogas e rock’n’roll. A HQ é a primeira de uma série de três álbuns produzidos pelo quadrinista Roger Cruz retratando suas próprias experiências e de amigos durante o período abordado na história.

Conhecemos "Sombra", líder de uma banda de rock e “comedor” inveterado de meninas do todos estilos e gostos, entre elas Nicole, que vive em todas as festas e se envolve sempre com as homens errados para depois se lamentar com amigos como Max, o personagem que poderíamos dizer ser o mais principal do álbum.

Sem usar de tom saudosista, como na maioria das vezes obras que retratam esse período histórico fazem, Cruz recria uma atmosfera bem típica da chamada “década perdida”, com todo seu ar sujo, underground, repleto de conversas desconexas, viagens psicodélicas e dramas pessoais que hoje em dia podem até parecer clichês, mas que se encaixam bem para uma época menos tecnológica e mais experimental.



O trabalho gráfico do álbum é algo realmente muito bonito, com uma capa simulando um disco de vinil, seu papel interno em sépia e os títulos dos capítulos em fontes que lembram logos de bandas de rock, tudo minimamente esquematizado para fazer de Xampu não só uma HQ, mas uma experiência visual. E isso o Cruz traz também em seus desenhos, remetendo a um estilo mais de fanzine/HQ underground da época, dando um ar caricato aos personagens, mas sem ser exagerado, dentro da proposta. Além do trabalho de “direção de fotografia”, onde ele encontra planos e saídas gráficas muito interessantes para contar sua história.

Claro que nem tudo é perfeito na obra, o caráter mais solto de cada história, apesar de no total contar algo maior, nos deixa, pelo menos foi assim comigo, dispersos em conhecer mais profundamente o personagem que seria o principal. Mas, imagino eu, era essa mesmo a intenção.
Sendo uma viagem de volta ao passado para quem foi adolescente nos anos 80 ou simples curiosidade para quem viveu essa fase da vida só depois, como é meu caso, Xampu – Lovely Losers não será um quadrinho que marcará época, mas, com certeza, uma ótima e divertida leitura.

Editora: Devir Livraria - Edição especial
Autor: Roger Cruz (roteiro e arte).
Preço: R$ 29,50
Número de páginas: 80


terça-feira, 31 de janeiro de 2012

4 ANOS DE UARÉVAA!!!

É Festaaaaaaaaaaaaaaaaaa na diretoria do Uarévaa senhoras e senhores!!!
Lógico que você não faz idéia que raio de dia é hoje né? Hoje completamos exatos 4 ANOS de Uarévaa!! \o/\o/\o/\o/\o/\o/\o/\o/

Quantas coisas legais aconteceram por conta desse blog hein?? Vamos fazer uma retro? Clica ai ta bacana pra caramba!



4 anos atrás nascia esse blog com a única e exclusiva promessa de nos satisfazer como nerds que ficaram amigos no extinto chat do nosso papai, o MDM. Dali em diante fizemos essa casa aqui pra falarmos coisas que cada um gosta, no início não nos importávamos com os comentários, e hoje em dia.... continua a mesma porcaria aHUAHUAHUAHUAAHUaHua... brincadeira!

Se isso aqui ainda ta no ar por tanto tempo, sem a pretensão de ser um Jovem Nerd ou o próprio MDM é por que a cima de tudo rolou muita amizade entre os redatores, como a maioria sabe, cada um do blog mora num canto do País. E isso nunca foi problema, mesmo no meio de tanta crise infinita, crises de identidade, guerra civil.... estamos ai!!

Eu não vou ficar escrevendo as coisas que é chato bagarai e ninguém vai ler, mas fuçando nos arquivos secretos que NÃO FORAM PUBLICADOS no blog, achamos coisas marcantes e lógico engraçadas pra caralho. Confere ai.


Vou começar mostrando um pouco de uma viagem que fizemos (Eu, Pin, Moura, James, Z e Kily) para Ibiúna....vão me matar..ahuauhahuahuahua



Sono pesado do nosso filósofo não? =D

Na parte noturna do mesmo dia, rolou um “Imagem e Ação” confere os absurdos que saíram rs



Que qué isso…é coisa de gênio isso ai aHUAUHAHUAHUAHAUAHUAHuAhau


Moura, Duende , Pin e Zenon


Mexendo mais nos nossos arquivos olha só o que foi desenterrado...


Esse é o Rafael nas horas vagas de blog…ahuahuahuaauhaahua

Não sei se alguém ai se lembra mas o cara participou de um dos vídeos mais insanos já feitos




E juro! Ele tá ai no meio dançando feito um Village People na festa… consegue achar o cara??




Tocando o barco do horror pra comemorar essa data tããããooo importante hora de destacar e relembrar o vídeo mais influente de nossos redatores... Sem dúvida a vida é foda!




E ainda tem uma canja do Moura cantando uma letra feita nas coxas, a base de muita cerveja e acordes de mpb…




Rolou uma festa de aniversário pra mim e o pessoal cheio de cachaça na cabeça achou que isso ai ficou bonito de assistir!




Mas tbm fizemos coisas “sérias” como coberturas de shows, eventos e pq não corrida de kart!!

Eu, Z, Pin, James e o nosso amiguinho claustrofóbico (roda peão) Jeet!!




O Zenon foi cobrir (não com o nariz) o GVT Power Experience em Campinas!




O Uarévaa tbm fez parte da corrida de kart mais maluca da internet, o “Desafio Interblogs – Interlagos!” E alguém se lembra do resultado?




Resultado!! õ/




E na segunda edição um convidado de peso!! Roger do Ultraje topou correr conosco pelo Uarévaa!



Cara!! Quanta coisa FODA esse blog nos proporcionou…. Teve também a ida do Z e do Vini ao FIQ esse ano, onde encontraram o Balbi, conhecemos leitores, nos conhecemos e mesmo com esse ar de preguiça do Blog, nós não vamos parar!! Rs

AH em tempo, descolamos uma foto do Freud na sua passagem por São Paulo... a foto é uma desgraça só, Alá.

Amigo do Skrull, Zenon, Freud, Romenique e o senhor fodão Alex, o Ser Supremo!

Ainda não conseguimos um flagra do Marcelo, o safado só fica manipulando os bastidores, mas seu dia de mico aqui ainda vai chegar!

Tem MUITA coisa pra mostrar galera... quem sabe uma vez por ano a gente faz esses posts mostrando as coisas que rolam nos bastidores do Uarévaa né?

Pra finalizar a matéria e mostrar o quanto o Uarévaa mudou a vida de alguns por aqui... acho que o meu caso que acabei por namorar com a Pinguim e hoje está grávida do nosso primeiro filho! SIM é MACHO SACUDOOOOOOOOOOOOOO!!!! \õ/



Eu só tenho a agradecer por ter tido a sorte de conhecer esses caras malucos que se matam pra descolar um tempo pra tocar o Blog, e agradecer vocês ai que estão sempre junto com a gente, mesmo não comentando sabemos que muita gente nos lê. Valeu mesmo!!

FELIZ ANIVERSÁRIO UARÉVAAAAAA ou ARUÉVAAAAAA!!! AhuahuaahuHAuhauahUAHAUa
Abraços do Duende e da Equipe Uarévaa!

P.S. do Freud: Pra não perder um dos poucos leitores antigos que continua acessando essa bagaça, segue o vídeo do Renver em Buenos Aires, momento crássico que já tínhamos postado AQUI.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Rita Lee - A despedida dos palcos.

PalhetadA

O PalhetadA de hoje não é uma matéria, é um vídeo da mulher mais influente do rock nacional... Rita Lee!



A Rita Lee está se despedindo dos palcos, com seus 67 anos bem vividos e vários dedicados ao rock and roll, ainda tem que passar por essas coisas.

Vamos discutir isso nos coments?

Let´s Rock!
Duende Amarelo