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segunda-feira, 1 de julho de 2013

O Abecedário da morte

Geralmente antologias de terror são uma boa forma para os iniciantes adentrarem no gênero, já que é nestes casos que pode-se perceber as influências, diferenças de estilos, temas e subgêneros que constituem uma história de terror.

A grande vantagem de uma antologia (e o principal motivo pelo qual eu gosto muito desse formato) é poder fazer histórias diferentes, sem nenhuma conexão cronológica aparente, ligando apenas por um ou outro denominador comum. Contos da Cripta, por exemplo, tinha em comum apenas o apresentador. Já Além da Imaginação tinha em comum principalmente os finais inusitados e surpreendentes, e por aí vai.

No caso de The ABC’s of Death (O Abecedário da morte, em tradução livre), o que liga as histórias é o alfabeto. A antologia, produzida por Ant Timpson e Tim League, é uma sequência de 26 curta-metragens cujo tema principal é a morte.

A sistemática do projeto foi a seguinte: Chamar 26 diretores ao redor do mundo e dar, a cada um, uma letra. A partir dessa letra, seria escolhida uma palavra, e o diretor deveria basear seu curta de terror nesta palavra. Por isso o nome “abecedário da morte”.

Mas embora eu tenha dito no começo que antologias de terror são geralmente uma boa forma do iniciante adentrar no terror, creio que “The ABC’s of Death” seja o caso inverso. Os curtas apresentados nesse projeto são dos mais variados, mas numa espécia de “competição sadia”, cada diretor parece ter tido a intenção de superar o outro, e o resultado é desde histórias padrão até conceitos realmente surreais, passando por coisas bem doentias e bizarras.


Por conta dessa pegada, eu recomendo The ABC’s of Death para quem já está bem habituado ao cinema de terror, pois tem muita coisa que vai mexer com sua moralidade, com sua imaginação e com seu bom gosto. Tem coisas MUITO RUINS (alguns filmes pareceram trabalho de final de curso de faculdade de cinema), mas tem algumas coisas bem interessantes (como a metalinguagem usada em Q is for Quack, onde o diretor está com o prazo apertado e não sabe como fazer o seu curta). Mas como é comum em qualquer antologia, esta tem seus altos e baixos.


Os segmentos do projeto foram os seguintes:

A is for Apocalypse (A é de Apocalipse), dirigido por Nacho Vigalondo
B is for Bigfoot (B é de Pé Grande), dirigido por Adrian Garcia Bogliano
C is for Cycle (C é de Ciclo), dirigido por Ernesto Diaz Espinoza
D is for Dogfight (D é de Rinha de cães), dirigido por Marcel Sarmiento
E is for Exterminate (E é de Exterminar), dirigido por Angela Bettis
F is for Fart (F é de peido), dirigido por Noboru Iguchi
G is for Gravity (G é de Gravidade), dirigido por Andrew Traucki
H is for Hydro-Electric Diffusion (H é de Difusão hidroelétrica), dirigido por Thomas Malling
I is for Ingrown (I é de encravado), dirigido por Jorge Michel Grau
J is for Jidai-geki (J é de Filme de Samurai), dirigido por Yûdai Yamaguchi
K is for Klutz (K é de Desajeitado), dirigido por Anders Morgenthaler
L is for Libido (L é de Libido), dirigido por Timo Tjahjanto
M is for Miscarriage (M é de aborto espontâneo), dirigido por Ti West
N is for Nuptials (N é de Núpcias), dirigido por Banjong Pisanthanakun
O is for Orgasm (O é de Orgasmo), dirigido por Bruno Forzani e Héléne Cattet
P is for Pressure (P é de Pressão), dirigido por Simon Rumley
Q is for Quack (Q é de “Quack”), dirigido por Adam Wingard e Simon Barrett
R is for Removed (R é de Removido), dirigido por Srdjan Spasojevic
S is for Speed (S é de Velocidade), dirigido por Jake West
T is for Toilet (T é de Toalete), dirigido por Lee Hardcastle
U is for Unearthed (U é de Desenterrado), dirigido por Ben Wheatley
V is for Vagitus (V é de Vagitus), dirigido por Kaare Andrews
W is for WTF! (W é de WTF!), dirigido por Jon Schnepp
X is for XXL (X é de GGG), dirigido por Xavier Gens
Y is for Youngbuck (Y é de Jovem adulto), dirigido por Jason Eisener
Z is for Zetsumetsu (Z é de Extinção), dirigido por Yoshihiro Nishimura

As críticas à iniciativa foram bem divididas, e eu concordo com muitas delas. Há algumas coisas realmente muito boas, mas outras são tão estranhas – até para o gênero - , que não consigo nem decidir se gostei ou não (como o segmento H is for Hydro-Electric Diffusion).

Minha sugestão é que o espectador não assista a todos os segmentos de uma vez só, pois é bem complicado de digerir. Assista a alguns, pegue um fôlego, e depois assista outros.

Curiosidade:
Para a escolha do 26º diretor, foi feito uma concurso, cujo vencedor foi o britânico Lee Hardcastle. Seu curta, T is for Toilet, é uma claymation (animação stop motion feita com argila), onde um menino encara seu medo de ir ao banheiro usar o vaso sanitário sozinho. É realmente um curta bem divertido.

Garotas para tirar o rock do coma

E aí, gurizada! Hoje eu estou tomando emprestado a coluna do Duende (com a devida permissão do amigo, é claro), para apresentar uma banda recente que conheci e curti muito: Girl In a Coma.

Girl in a Coma é uma banda de San Antonio, Texas, da gravadora de Joan Jett. É formada pelas irmãs Nina Diaz (vocal, guitarra) e Phanie Diaz (bateria) e a amiga de longa data, Jenn Alva (baixo).


O que eu achei mais impressionante nas garotas é que elas tem um som de alta qualidade para a idade delas. A vocalista tinha só 12 anos quando cantou a primeira música para suas futuras colegas de banda, e elas começaram a tocar quando ela tinha uns 16.  Um verdadeiro prodígio.


Eu sou absolutamente apaixonado por bons vocais. Embora pouco me perguntem isso, se tem algo que realmente me atrai em uma mulher é ela saber cantar bem (o que é bizarro, considerando que não é uma característica óbvia, que se consiga descobrir de primeira. Mas, sou estranho). Então não tem como não se apaixonar pela voz dessa guria, que apavora mesmo com a pouca idade:







As letras também não ficam muito atrás e até que são bem elaboradinhas. Vocês vão notar também que os estilos variam bastante de uma música pra outra, mas uma coisa que é constante é a vibe “música do filme do La Bamba”. A maioria das músicas lembra um estilo meio latino, típico da região de onde as meninas vieram. O que não é de forma alguma depreciativo, pelo contrário (À propósito, se este estilo tem um nome específico, me avisem, não sou lá um grande entendedor de música).


Ah, e o nome da banda, para quem está curioso pra saber de onde vem, é uma referência à música "Girlfriend in a Coma" do The Smiths. A banda até agora tem apenas dois álbuns de estúdio, Both Before I'm Gone e Trio B.C, com alguns EPs espalhados por aí.


Recomendo muito essa banda como uma grata surpresa para quem diz que não se faz mais boas músicas nos dias de hoje. Mas principalmente para quem quer conhecer novas bandas com muito potencial.


É isso aí. E, para encerrar do jeito certo, LET’S ROCK!

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Podcast Uarévaa #145 - Rock Brasileiro nos Anos 80


"Oh Roquêêê!"

Freud, Marcelo, Moura, Modesti e Romenique relembram a geração que fez rock no Brasil nos anos 80. Bem, o Romenique, não, esse participou só pra tumultuar mesmo.

E a leitura de comentários... NÃO TEM. Acumulou pra semana que vem.




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Comentado no podcast:

- Documentário sobre o Rock de Brasília citado pelo Marcelo.



- Post do Moura sobre o Renato Russo: AQUI

- Site do Ronca Ronca, programa de rádio do Maurício Valadares, citado pelo Freud: AQUI.



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P.S.: O feed será atualizado hoje a noite, incluindo esse podcast. Quem for "feedeiro", não começe de mimimi. Tá com pressa, baixa essa porra ai no post, hehehe

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Creature Feature

Você sabe o que é "Creature Feature" (segmento de monstros, em tradução livre)? É um termo genérico que era usado como título para um formato de programa de TV nas estações americanas entre os anos 60, 70 e 80, onde eram exibidos geralmente filmes cult de horror e/ ou sci-fi dos anos 30 a 50, filmes de horror britânicos dos anos 60 e os filmes de monstros gigantes do Japão dos anos 60 e 70. O termo vem do fato de que histórias de monstros, como os filmes da Universal e da Hammer, além de filmes como os do Godzilla eram as atrações mais comuns neste formato.


Mas Creature Feature é, atualmente, também o nome de uma banda bem curiosa, criada por dois compositores de Los Angeles, Curtis Rx e Erik X, que traz um estilo meio de "terror paródia", com letras tipicamente voltadas para histórias de terror, morte e monstros.

Diferente da maior parte das bandas que usam o terror como influência, Creature Feature tem uma pegada mais cartunesca e satírica do que sombria, embora trate dos temas clássicos do gênero.

É uma banda que certamente não vai agradar todo mundo que curte terror, mas pela criatividade da iniciativa, achei que merecia a divulgação. Confira algumas músicas da banda:







sexta-feira, 21 de junho de 2013

Podcast Uarévaa #144 - Ceticismo


"Acredite, se puderrrrrr!"

Freud, Rafael Rodrigues, Marcelo e Moura questionam tudo e falam sobre ceticismo e credulidade. Ser cético é simplesmente não acreditar em porra nenhuma? É ser chato pra caralho? Se tá na internet então deve ser verdade? Toda obra de ficção hoje em dia tem que ser "realista"?

Não acredita que esse pod ficou legal? OUÇA!

No final, Freud, Marcelo e Moura voltam, juntamente com o Modesti, para a leitura de comentários e falar da briga entre PS4 e Xbox One e nossas impressões sobre os protestos e manifestações que tem ocorrido no Brasil.




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terça-feira, 18 de junho de 2013

Considerações sobre as recentes manifestações (sugestões)

Imagem original aqui

Muita coisa tem se falado sobre os últimos acontecimentos do país. E agora que lutar por direitos virou “moda” (espero que essa moda dure ainda muito tempo), muita coisa ainda vai se falar. Não vou me estender muito para que este texto seja o mais objetivo possível.
O motivo deste texto é dar minha contribuição para esta onda de comoção que tem se seguido às manifestações. Se você ler até o fim, e achar que este texto não serve para muita coisa, tudo bem.

A coisa mais importante é saber que conseguimos a atenção de todo mundo. E, agora que eles tem a nossa atenção, é importante começar a pensar no que vem a seguir.

Embora seja realmente muito gratificante ver as pessoas irem as ruas para exigir melhorias no país, não podemos ser ingênuos. Exigir “mais educação”, “mais saúde” e lutar “contra a corrupção”, na prática, é o mesmo que nada. É como dizer que estamos “lutando contra o mal”. Que mal? Como é esse mal? Como resolvemos esse problema?

Então, acredito que falta agora sistematização. Usar a cabeça. Provamos que podemos fazer número. Agora temos que provar que podemos fazer reivindicações inteligíveis e realistas.

Mas o que vai ser reivindicado? Embora eu nem de longe tenha moral para definir o que se pode ou não reivindicar, partindo das próprias manifestações e do interesse comum da população, chego à algumas sugestões, não do que reinvindicar, mas de como chegar às reivindicações mais eficientes.

Dividirei elas em 2 etapas: A primeira, para uma mudança externa e coletiva; a segunda, para uma mudança interna e individual. Leve, é claro, este texto como uma sugestão, e não uma definição:


Mudança externa (reivindicações)

Saúde:
Não basta só pedir por mais investimentos em saúde. O que precisamos? Quais são os problemas mais graves? Quais as prioridades? Quais seriam as soluções a curto, médio e longo prazo?

Entre os manifestantes e apoiadores há médicos, enfermeiros, gestores de saúde e assistentes sociais que podem ajudar nesta questão.


Educação
Sim, este é o maior de todos os problemas, mas o que podemos fazer? Que tipo de mudanças podemos exigir, a curto, médio e longo prazo? Quais os problemas mais urgentes?
Professores, pedagogos, filósofos e educadores em geral que apoiam as manifestações podem ajudar neste ponto.


Corrupção
Certo, como vamos “acabar” com a corrupção? Mudando as leis? Exigindo renúncia de diversos políticos? Tais coisas sequer são possíveis? Quais são os caminhos que podemos seguir para garantir que as próximas eleições tenham políticos melhores? Advogados, filósofos e cientistas políticos podem ajudar neste ponto.


Representação
Por mais que esse seja uma manifestação coletiva, não é possível colocar 200 milhões de brasileiros numa sala com a presidente para cada um decidir o que acha melhor. Fatalmente, é necessário escolher representantes oficiais do movimento, rostos que possam ser aceitos por todos como representantes dignos.

Esta é a parte em que é importante, não só quem vai representar, mas como as opiniões de todo podem ser endereçadas. De admistradores a gestores de TI, passando por publicitários e celebridades ou formadores de opinião da imprensa, esta seria a parte mais problemática, e talvez mais importante, se quisermos realmente fazer a diferença.



Mudança interna (individual)

Mas nenhuma destas reivindicações vai fazer muita diferença se não estivermos dispostos a manter as mudanças. E, para manter as mudanças, precisamos mudar nossas atitudes no dia a dia.

Não adianta lutar por mais saúde, se você não cuida da sua. A prevenção é o melhor remédio para a boa parte dos problemas de saúde.

Não adianta lutar por mais educação se você não está disposto a recebê-la, se não está interessado em aprender, mesmo que isso signifique ter que deixar de lado muita coisa que você acreditava anteriormente.

Não adianta lutar pelo fim da corrupção se você fura fila, não devolve troco dado a mais e estaciona na vaga de deficiente.

E, mais importante, não adianta ir para a rua, ou mesmo apoiar as mudanças de casa, se você não estiver disposto a fazer isso sempre, ou seja, se você não estiver disposto a pensar o tempo inteiro no bem comum primeiro, para depois pensar em si mesmo.

Não sou ingênuo de pensar que este texto pode resolver quaisquer problemas de organização que essa série de eventos possa ter. Mas, nesta ocasião sem dúvida histórica na história do país, não poderia deixar de dar minha contribuição, ainda que tímida. Não sei se estas mobilizações farão alguma diferença ou não, mas de uma coisa eu tenho certeza: Enquanto não fizéssemos nada, nada iria acontecer mesmo.

No mais, espero que as manifestações não parem por aí, e que sejam realmente um motor que leve à mudança, ainda que a mudança não seja da noite para o dia.

Parabéns, Brasil.



P.S.: Para continuar no clima de mudança, ouçam os podcasts que fizemos sobre temas sociais e relevantes, que talvez ajudem um pouco na reflexão:

Mundo Colorido Parte 1 e Parte 2

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Trailer de "Sob a Redoma", de Stephen King

Para quem não sabe, está sendo adaptado para uma série de TV o livro "Sob a Redoma", do Stephen King. Na história, uma pequena cidade se vê numa situação surreal quando de repente são isolados do resto do mundo através de uma redoma, que não se sabe de onde vem e nem quem - ou o que - foi responsável por isso. A série estreia em 24 de junhos nos EUA no canal CBS. Confiram o trailer (em inglês):

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Podcast Uarévaa #143 - Seriados do Superman


"Somebody SAAAAAAVE MEEE.."

Romenique, Rafael Rodrigues, Marcelo e Modesti conversam sobre as várias versões seriadas do Superman no rádio, cinema e TV, sempre com informações precisas a abalizadas (NOT!).

No final, Freud e Moura usam a leitura de comentários para bater o cartão de ponto do podcast.




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quinta-feira, 13 de junho de 2013

Quem curtiu o dia ontem e quem vai castigar o santo hoje


Ainda que o Uarévaa não tenha feito uma semana especial, melosa e engajada como as outras “Semanas dos Namorados”, eu mostro hoje quais foram os “desejos” de alguns dos nossos amigos uarévianos para a data.

E então chega a semana mais melosa do ano. Casais felizes para um lado e casais “felizes (só que não) para o outro e todos os restaurantes, motéis e tudo mais lotados e donos de floricultura FELIZES DE FATO com a data que deixa qualquer outono mais bonito. Ai! O amor...

Sendo assim, já que não fizemos a (antes) tradicional semana dos namorados eu resolvi irritar os nossos queridos amigos com uma pergunta chatinha via e-mail: “o que gostariam de ganhar ou o que vão ganhar no dia dos namorados?”. Todas as respostas recebidas foram lindas, autênticas e até mesmo românticas (afinal, os “BRUTU TOMÉIM AMA”).

No entanto nem todos os amiguinhos comemoraram a data, por motivos óbvios... E por conta disso, resolvi dar uma ajudinha (e colaborar para que a zoeira aqui dentro dessa bagaça ultrapasse todos os limites) a eles dividindo-os em dois grupos:

1 – Quem curtiu o dia
2 – Quem vai castigar Santo Antônio hoje

Então, vamos lá (não me matem meus amiguinhos):

1 – Quem curtiu o dia

Confiram abaixo as respostas daqueles que, certamente, tiveram um dia bem legal ontem.

O “manguaceiro apaixonado” Romenique
Não sei o que ganharei, provavelmente uma garrafa de Jack Daniels! HAUHAUAHUAHUAHA. Eu não sei, não há nada de material que eu queira nesse momento. To feliz por passar o dia dos namorados em casa com a minha gata :)

(Divida comigo depois, pufavô?)

O “sortudo amarelo” Duende 
Eu ganhei um Galactus! Nada que eu faça ou compre vai superar um presente desses.... nada!

(Pin mandando benzaço).

O “velho coelho” Freud 
Mais 2 filhos? Opa, isso já está a caminho.... ;)

(Podem culpá-lo pelo povoamento do mundo, viu gente?)


Para vocês só tenho uma coisa a dizer:




2 – Quem vai castigar Santo Antônio hoje

Mas outros uarévianos passaram essa data sem namorada. Veja abaixo as respostas deles:

O “sempre sincero” Moura
Eu queria, quero, e sempre vou querer, a minha parte em dinheiro.

(Deve ser em uma única parcela, em dinheiro mesmo).

O “cãozinho arrependido “Zenon
Então... engraçado como eu nunca dei importância pra essa data, mas nos últimos 10 anos essa é a primeira vez que passo o dia dos namorados como solteiro, mas se pudesse pedir alguma coisa eu não pediria nada material. Apenas uma chance de voltar ao passado e não cometer alguns erros.

(Essa frase deve ser repetida 44 vezes... Owmmm)

O “muito justo” Rafael Rodrigues
Uma namorada conta como presente?

(O P O R T U N I D A D E Braseeeeeellllllllllllllll)

O “nem me atrevo a descrever” Modesti
Se eu tivesse uma namorada ia adorar ganhar um menáge com ela e a Mônica Mattos.

(a namorada que aceitar, automaticamente ganha o selo de qualidade e uma alteração de status no Facebook – créditos dessa frase para Zenon)

O “conterrâneo econômico” Marcelo Soares
Dia dos namorados melhor presente que possa ter é o dia inteiro juntos, namorando, presente material é besteira =)

(Gastar no mercado de Mangabeira que é bom náda, né?)

Então, para esses, ainda temos uma bela solução.

VIVA SANTO ANTÔNIO


Tudo muito bom, tudo muito bem.... mas e o dia da Camila, hein? Isso ela não compartilhou com a gente, né? Malandrinha... 

Achou que ia ficar de fora dessa, Camila? Não, o Freud aqui vai te entregar também, bwahahaha


Vejam o que ela escreveu em meio a troca de e-mails ontem:

Acho que ganhei um presente agora, está na portaria. Vou buscar.

O que terá sido, hein? Flores? Caixa de bombons? Uma daquelas constrangedoras mensagens de carro de som em que toda a vizinhança fica vendo a pessoa passar ridículo de ouvir e vira piada pro resto da vida? Bwahahaha

Ou era só uma correspondência normal mas dali brotou o amor entre Camila e o carteiro?

Acho que nunca saberemos... MISTÉÉÉRIO!


segunda-feira, 10 de junho de 2013

A coisa que encalhou na costa

Como vocês devem ter reparado, terror japonês não é algo que apareça por aqui no Madrugada Macabra. Não é que eu não deprecie a produção nipônica, ao contrário, é justamente por não ter conhecimento o bastante que me permita ser justo com a visão oriental do Terror que não tenho o costume de falar muito sobre isso por aqui.

De qualquer maneira, durante o podcast sobre Terror nos Quadrinhos, o amigo e colega de blog Romenique mandou algumas coisas de manga de terror para mim, e então achei que seria interessante postar para que o terror japonês possa marcar presença em algum nível por aqui.

A história é "The Thing That Drift Ashore", produzida pelo quadrinista Junji Ito, e como os fãs de H.P. Lovecraft logo vão imaginar, a HQ tem bastante elementos lovecraftianos.

Não há muito o que revelar sobre a HQ que o próprio título não explique: Em um dia qualquer, uma repulsiva criatura gigante aparece encalhada na costa do Japão, atraindo a atenção de gente por todo o país. Uma destas pessoas é um jovem que sente-se compelido a vir até lá ver a criatura morta apesar de temer o oceano e os horríveis monstros que vivem nele. Ele não é o único; uma jovem garota também se identifica com esse sentimento contra o oceano, por ter levado seu noivo anos atrás. Mais do que isso seria estragar surpresas desnecessárias.

Confira a história completa (em inglês):