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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Moon


Hoje tem colaborador novo aqui no "De fora..": é o leitor Vintersorg que nos trás a resenha do bastante elogiado filme Moon (ou Lunar, como saiu aqui, direto para DVD e Blu-ray), longa metragem de ficção científica dirigido por Duncan Jones, filho de David Bowie, e estrelado por Sam Rockwell.

Confere ai que o filme parece ser mesmo interessante e mande você também seu post pra gente!! O tema é livre, basta enviar texto e imagens pra contato@uarevaa.com.


Filme de ficção científica com um computador consciente, um astronauta isolado, uma gananciosa empresa sem escrúpulos. Nada disso é novidade, mas mesmo assim garante um bom filme.

Estamos no futuro. Após anos de queima de combustível fóssil, descarregando imensuráveis quantidades de poluentes na atmosfera do planeta, uma nova forma de energia limpa é descoberta: aquilo que sempre esteve à nossa frente, ou melhor, acima de nossas cabeças. A energia do Sol, Helium 3, coletada na superfície da Lua, é usada para abastecer a necessidade de 70% da população. E é aí que conhecemos o protagonista Sam Bell.

Sam é o responsável pelo funcionamento da Base de Mineração Lunar Sarang. Isolado do resto do mundo, Sam vive sozinho contando somente com a companhia de Gerty, o computador consciente que o ajuda na manutenção e funcionamento da base. Seu trabalho não lhe toma muito tempo. Basicamente, ele monitora o trabalho autômato das escavadeiras de Helium 3, manda relatórios periódicos à Terra juntamente com os carregamentos da energia em uma pequena espaçonave de carga.

Sem contato direto com o planeta por um aparente problema na antena de comunicação da base, Sam recebe suas ordens e mensagens de sua família com algum tempo de atraso, assim como as envia.

Chegando ao fim do terceiro ano de trabalho e isolamento, ele espera ansiosamente pelo término do contrato que o levará de volta para casa. Mas, ao sair da base para realizar uma inspeção em uma das escavadeiras, Sam, que já estava sofrendo de alucinações, vê uma mulher na superfície da Lua, se distrai e sofre um acidente com seu veículo, caindo desmaiado.

Algum tempo depois, ele acorda na base, sem lembranças do que aconteceu. Gerty lhe conta que sofreu um acidente e por isso sua falta de memória.

Conforme melhora, Sam sente-se ansioso para voltar ao trabalho, ainda mais quando descobre que uma das escavadeiras está parada. Tanto Gerty quanto a empresa não o deixam sair da base, alegando preocupação com sua saúde e o mandam aguardar uma equipe que irá chegar e realizar as manutenções necessárias.

Desconfiando do excesso de zelo, Sam simula um pequeno acidente dentro da base e convence Gerty a deixá-lo sair para verificar. E aí chegamos ao ponto de virada do filme.

Ao sair, ele imediatamente nota a ausência de uma roupa espacial assim como um veículo. Indo ao local do acidente, Sam descobre o que causou a parada da máquina e também quem: ele mesmo. Um outro Sam Bell é encontrado por ele, inconsciente e machucado. Desesperado, ele leva a si mesmo (!) para a base.

Sem dar maiores explicações, Gerty simplesmente lhe conta que o outro é Sam Bell.

Após um tempo, o Sam Bell acidentado acorda e também lhe é contado que o outro que está na base é ele mesmo.

A partir daí, a convivência dos dois, o como e porquê de haver dois, aos poucos é explicado.


Duncan Jones, mais conhecido como o filho de David Bowie, em seu longa de estréia de baixíssimo orçamento (5 milhões de dólares) se mostra um bom diretor. Responsável também pela história, Jones erra algumas vezes, mas nada que prejudique a diversão de assistir a um bom filme.

A personalidade de Gerty, interpretado por Kevin Spacey, é mal definida. Uma hora ele é o bom companheiro de Sam sempre disposto a ajudar, outra, o computador a serviço da empresa que deve seguir estritamente suas ordens, e novamente o bom companheiro que quer ajudar.

O estranhamento inicial entre os dois Sams também é raso e superficial. Você acaba de descobrir outro você. Exatamente igual, com suas memórias, lembranças e recordações. Vocês sabem o mesmo.

O modo como Jones leva esse começo de relacionamento bizarro deixou a desejar.


A ambientação do filme é primorosa. Ao contrário do que se possa imaginar, a base Sarang não é limpa. Ela é branca, mas não possui aquele clima estéril que se imagina de uma estação espacial. Algumas alas são em tons de cinza e no geral ela passa a impressão de gasta e suja. Por quase todos os lados, vê-se anotações, post -its, fotos e papéis colados nas paredes. Até mesmo no “corpo” de Gerty, que também aparenta estar sujo.

A trilha sonora, composta por Clint Mansell, parceiro de longa data de Darren Aronofsky (O Lutador, Fonte da Vida e Réquiem Para Um Sonho) é precisa e casa perfeitamente com cada cena de Moon.


Mas a grande estrela é mesmo Sam Rockwell. Na pele de Sam Bell, Rockwell carrega o filme sozinho, contracenando com ele mesmo. A angústia do confinamento na Lua, “felicidade” por ter uma companhia até os decisivos momentos finais é brilhantemente passado por ele. O trabalho de maquiagem também faz seu papel, mostrando muito bem a decadência do Sam machucado com sua contraparte.

Moon não é surpreendente. Você mata a charada na primeira meia hora. E apesar de alguns deslizes, ele não insulta sua inteligência e ainda garante uma boa discussão.

Os Homens Mais Rápidos do Mundo - Final

No post anterior:
Bart Allen, o ultimo a levar adiante o legado dos Flash, passa por períodos turbulentos, que vão desde a transformação em Kid Flash, a alegada morte de Wally West, e por fim uma violenta morte, até que, mil anos no futuro, Bart é trazido de volta à vida e então consegue retornar ao presente, continuando como Kid Flash. E esta é toda a história dos Flash. Ou será que não?


“Enquanto isso, na banda desenhada...” é uma seção que traça um paralelo entre o universo real e o mundo dos quadrinhos, analisando como as duas realidades afetam uma à outra, trazendo informação e estimulando a reflexão acerca dessa 8ª arte.


Os outros homens (e mulheres) mais rápidos do mundo

O legado dos Flash nas histórias em quadrinhos vai muito além do nome, passado de geração para geração. Ao longo das eras, surgiram diversos outros personagens na DC Comics (ou em outras editoras que eventualmente foram incorporadas à DC Comics) que também possuíam – ou possuem supervelocidade. Estes são os outros homens e mulheres mais rápidos do mundo através dos tempos.


Liberty Bell
Existiram duas mulheres com esse codinome. A Liberty Belle original foi Libby Chambers, que ficou famosa ao escapar nadando da Polônia à França para escapar dos nazistas que mataram seu pai. Seus poderes incluíam superforça e supervelocidade, poderes que estavam originalmente sincronizados com as badaladas do Sino da Liberdade (ver curiosidades). A segunda e Atual Liberty Bell é Jesse Chambers, filha de Libby e que anteriormente atuou sob o codinome de Jesse Quick.

Johnny Quick
Johnny Chambers era um fotógrafo de um jornalzinho cujo padrasto era um cientista que descobriu uma estranha equação dentro da tumba de um faraó. Ele ensinou a equação ao seu filho que descobriu que, ao recitá-la, ele podia correr à velocidades intensas, bem como voar.



Jesse Quick
Filha de Johnny e Libby Chambers, herdou os poderes de ambos os pais: Podia correr em supervelocidade e voar recitando a mesma equação de seu pai, bem como a superforça de sua mãe. Atuou primeiramente como Jesse Quick e atualmente é a segunda Liberty Belle.


Max Mercúrio
Originalmente um personagem da Quality Comics, quando surgiu pouco se sabia sobre ele a não ser se primeiro nome (Max) e que possuía supervelocidade. Nos anos 90, Mark waid trouxe o personagem de volta como coadjuvante das histórias do flash dando um background para o personagem. Assim, Max Mercúrio passou a ser um superser que está vivo há mais de 200 anos, e que já teve diversas identidades. Sua identidade original é a de um mensageiro militar, amigo das tribos indígenas americanas que encontrou uma delas massacrada e, a partir de um encantamento feito por um shaman moribundo, adquiriu supervelocidade. Max havia sido um dos únicos que conseguira fugir do “chamado” da força da aceleração (que é uma forma bonita de dizer que ele ia morrer), por isso ele acabou se tornando imortal. O personagem ficou bastante conhecido por ter se tornado, por um bom tempo, tutor de Bart Allen na época em que ele atuava sob o codinome de Impulso.

Gêmeos Tornado
Don e Dawn Allen são os filhos de Barry e Íris Allen, com um detalhe interessante: Ambos nasceram no século XXX, Durante o período em que o casal passou seus últimos meses (antes da morte de Barry). Os dois se tornaram heróis por um tempo, mas atuando secretamente, pois era uma época em que havia uma xenofobia muito grande para como seres com aliens e seres com superpoderes. Don é o pai de Bart Allen e Dawn é mãe de XS.


Xs
Jenni Ognats é filha de Dawn Allen, neta de Barry Allen e prima de Bart Allen e vive no século XXX, onde atua como membro da Legião dos Super-Heróis.





Kid Flash
3
Íris West II, filha de Wally West e Linda Park, vive num futuro indefinido anterior ao século XXX (provavelmente o futuro imediato ao nosso presente). Também é irmã gêmea de Barry West.





Mas supervelocidade também é o superpoder de vilões e outras entidades, como poderemos ver a seguir.



Professor Zoom
Existiram dois personagens com esse nome na história da DC. O primeiro, Eobard Thawne (também conhecido como Flash Reverso) foi um dos principais nêmesis de Barry Allen na época em que ele era o Flash, e na verdade vem do século 25, sendo um criminoso com um particular ódio pelo Flash que voltou no tempo para destruí-lo e a sua imagem. Como sua origem está no futuro, não se sabe ao certo como ele veio a se tornar o flash reverso, embora exista mais de uma possível explicação para tal. Barry Allen assassinou Thawne quando este supostamente assassinou sua esposa, Íris, mas o personagem retornou dos mortos junto com seu inimigo mortal recentemente em Flash: Rebirth.
O Professor Zoom atual é Hunter Zolomon, um policial que ficou paralítico devido à uma luta entre Grodd e o Flash (Wally West). Quando Zolomon pediu à Wally que voltasse no tempo para impedir esta tragédia e este recusou, procurou as pesquisas do FBI sobre a esteira cósmica do flash e tentou ele mesmo voltar no tempo. Um acidente ocorre e Zolomon recobra o movimento das pernas, mas também passa a possuir supervelocidade. Acreditando que o Flash precisa de um exato oposto para torná-lo heróico e mostrar os sacrifícios que um herói deve fazer (quem aí lembrou de “Corpo Fechado”?), Zolomon decide se tornar o novo Flash Reverso.

Inércia
Um clone de Bart Allen desenvolvido no século XXX por seu avô, o Presidente Thawne (que também é descendente do Professor Zoom original), foi criado para ser o “Impulso Reverso” e para destruir o legado de Bart no século XX. Para isso, teve seu crescimento demorado, inversamente ao que ocorreu com Impulso para que, quando atingisse a idade dele, Inércia tivesse mais maturidade e pudesse vencê-lo. Inércia também foi modificado e treinado para ser mais maligno que Bart.


Black Flash
Em resumo, Black Flash é a morte para os Flash. Não se sabe ao certo se a sua existência se dá pelo fato de que os Flash são rápidos demais para a morte ou se é apenas um efeito colateral da conexão destes com a Força da Aceleração. É teorizado que entidades como Black Flash, o Corredor Negro (a morte para os Novos Deuses) e Nekron (A morte para os Lanternas Verdes), entre outros, sejam manifestações diferentes da mesma entidade: A morte propriamente dita.



Epílogo: Curiosidades
- Liberty Bell ou o Sino da Liberdade é o nome de um sino localizado na Filadélfia e um dos mais notáveis símbolos da Revolução americana e da Independência dos Estados Unidos;
- Liberty Belle foi um dos membros fundadores e subsequente líder do All-Star Squadron, um grupo da época da Segunda Guerra Mundial, que contava com membros de outros grupos, inclusive da Sociedade da Justiça;
- O nome original de Max Mercúrio quando personagem da Quality Comics era Quicksilver, mas quando foi retomado por Mark Waid nos anos 90, o nome mudou para Max Mercury para não haver confusão nem problemas legais com a Marvel por conta do personagem Mercúrio (cujo nome original também é Quicksilver);
- O nome original do Flash vilão, membro do Sindicato do Crime e residente da Terra 3 também é Johnny Quick
- Irís West II, a Kid Flash 3 é parte do future alternativo visto em “Reino do Amanhã”, mas ela e seu irmão existem na cronologia oficial, obviamente ainda como crianças. No entanto, por enquanto a menina pode apenas vibrar seu corpo através de objetos sólidos;
- Hunter Zolomon, o professor Zoom II na realidade não possui supervelocidade; seu poder deriva de dar “saltos” no tempo, que fazem com que ele pareça muito rápido. Por conta disso, ele aparenta ser mais rápido que Wally West;
- Na saga Crise Final, Wally deduz que o Black Flash e o Corredor Negro são, na verdade, a mesma “pessoa”;
- Todos os heróis com supervelocidade na DC atualmente tem seus poderes atribuídos à Força da Aceleração;
- Muitas das descrições desse post ignoram alguns incidentes e revelações ocorridas na mini-série Flash: Rebirth.



A seguir: Das profundezas

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Os Passarinhos

MOMENTO UARÉVAA
por Freud

Já conheçe "Os Passarinhos"? Provavelmente, vários de voces já. É uma série de tiras, originalmente lançadas via internet (confira em ospassarinhos.wordpress.com) e que agora ganharam uma coletânea bem legal.

Semana passada, mais precisamente dia 25/01, consegui dar uma passadinha no lançamento do livro aqui no Rio de Janeiro, na Livraria Blooks em Botafogo, e trocar uma idéia com o criador da série, Estevão Ribeiro.

O evento foi bem legal, tinha um bocado de gente e uns comes e bebes maneiros, mas eu infelizmente tive que sair logo. Mas deu tempo de comprar uma cópia do livro e, de brinde, ter uma versão "Freud" do passarinho Afonso.

Na minha pressa, a entrevista ao vivo com o autor, que eu pretendia, acabou não rolando (cara, tava chovendo MUITO nesse dia, se eu ainda fosse entrevistar ele, ia ter q voltar pra casa a nado), mas nada que uma boa troca de e-mails não resolva.

Confira ai meu papo com o Estevão.

Fala Estevão, tudo tranquilo, camarada? Antes dos Passarinhos, cê já tem alguns outros trabalhos lançados. Fale um pouco deles pra gente e há quanto tempo você está nessa "vida de escritor".

Salve, Freud! Eu sou o cara que criou o Tristão, junto com uma porrada de personagens que eu publicava no jornal Notícia Agora, no Espírito Santo. Cheguei a publicar uma edição nacional do Tristão, pela editora Escala. Em seguida publiquei Contos Tristes, uma coletânea de contos e quadrinhos, uma edição independente do Tristão e Enquanto Ele Estava Morto, meu primeiro romance. Paralelo ao romance, eu escrevi Pequenos Heróis, que está em produção (quais cabano!)
De onde vieram os Passarinhos e no que você se inspirou pra definir os personagens. Quais artistas você acha que te influenciaram mais nesse trabalho?

Os Passarinhos vieram meio que do nada, sabe? Estava esperando uma reunião e comecei a desenhar para me distrair. Desenhei o Hector, depois o Afonso e pensei em situações de tirinhas. Comecei a publicá-las após 17 delas prontas. Minhas referência são as tirinhas universais, o humor acessível, mas sem escatologia. Calvin & Haroldo, Mafalda, Recruta Zero, Hagar, Snoopy, Garfield e por aí vai.

Em pouco tempo a série já vem tendo uma ótima repercussão, o que você acha que levou a isso?

Eu diria que tenho feito as coisas com planejamento. Uma dos grandes problemas do autor é começar algo e não tornar daquilo uma rotina, saber que o que faz, além de ser arte, é um investimento, um trabalho. As pessoas começam uma tira e depois não levam pra frente por causa de outros projetos ou por causa do trabalho. Aí, as pessoas que visitam o blog somem.
Além disso, temos que atentar com a divulgação e, sobretudo, qualidade. É uma dedicação, durante o dia, de umas três ou quatro horas, que fazem falta no final do dia, mas a recompensa está vindo.

Internet, comentários do Paulo Coelho, do Neil Gaiman, Revista Mad, livro... O céu é o limite pros passarinhos? Quando veremos Hector e Afonso em 3d nos cinemas? rs... Fala ai dos seus planos pra eles.

Sim, vamos com o Hector e o Afonso até onde as asas deles aguentarem, né? Temos outros projetos em andamento, alguns livretos, mas ainda é cedo pra falar... :)

Como foi a seleção de tiras pro livro? Você fez inéditas pra completar as divisões por temas de tiras ou houveram temas inteiros novos? Quanto de material novo acabou entrando no final?

Seleção? Não houve! Peguei as tiras que tinha, (cerca de 80) e falei que, quando chegasse na 100, faria uma coletânea. Mas a divisão por ordem cronológica não seria interesasnte, pois eu vou e volto nos temas, para não saturar o leitor. É legal porque assim dá pra saber onde estão as tiras que a pessoa mais gosta, sabe? Se é do Hector escritor, paquerador ou apenas o Hector chato, que enche o saco do Afonso!

Pra fechar, seus próximos projetos: Pequenos Heróis é outro trabalho bastante aguardado. Em que pé está? E o que mais vem por ai?

Cara, Pequenos Heróis é um parto. Faltam apenas 7 páginas para terminar, a edição está linda e já estamos fazendo estudos para o número 2. Chegaram as primeiras ilustrações e estão simplesmente sensacionais, devo divulgá-las a partir da próxima sexta, aguardem!

Obrigado pelo papo e sucesso, cara.

Eu que agradeço e obrigado por ter comparecido no lançamento, apesar do toró! Abraço!


O livro, assim como outros trabalhos do Estevão, estão disponíveis pra compra através do blog dos Passarinhos. Parte das tiras do livro tem "de grátis" no site e, se voce curtir o trabalho dele, não seja mão de vaca pois a coletânea com várias inéditas custa 10 merrecas, rs...

Uaréview: Adrenalina 2 em DVD


Uaréview
Por Monitor


FUCK YOU CHELIOS!

Longa vida a Chev Chelios! O único personagem realmente fodão de Jason Statham demorou muito a chegar as terras brasileiras,mas valeu cada segundo de espera.Vamos ao review,mas você for nego fresco que curte filmes cabeças da Europa oriental,saia daqui,é muito forte pra seu espírito fraco,seu maricas!


O começo do segundo Adrenalina se inicia onde o primeiro termina: Chev Chelios acaba de cair do helicóptero e se esborrachar no chão.Um pessoal vem e carrega ele para dentro de uma van.3 meses depois,Chev descobre que seu coração foi arrancado de seu corpo e substituído por uma bateria,e para se manter vivo precisa achar quem o roubou.enquanto isso,o misterioso El Huron põe a cabeça do matador a premio,assim como a Tríade Chinesa,responsável por seu mais novo “problema fisiológico”.No decorrer da trama,velhos conhecidos do primeiro filme aparecem junto com novos personagens num resultado muito mais porraloca e divertido quanto o primeiro filme.

Da nova leva de personagens,temos Corey Haim (de Garotos Perdidos) como um cafetão hard-rock direto dos anos 80,o grande e falecido David Carradine como a lenda mafiosa Poon Dong, Bai Ling como a prostituta, a volta de Efren Ramirez, Keone Young e Dwight Yoakam,nomes que você certamente nunca ouviu falar,mas se viu o primeiro filme irá reconhecê-los certamente, gerando participações (ou retornos) bacanas.E claro,a espertinha e gostosinha Amy Smart (sim,trocadilho feito de propósito) também está presente,e novamente com cenas de putaria,conseguindo ser mais insana,assim como todo o filme.

Em termos de estilo,ainda se vê muita influência do GTA, mas algumas adições divertidas são muito bem vindas,como a sequência de luta no mesmo estilo usado em Godzilla e Power Rangers.Certas cenas tem um tom de comédia maior que o primeiro filme. que só tem a adicionar a qualidade do mesmo,e que funcionam muito bem.Outra coisa divertida é mais sobre o passado de Chev na Inglaterra,numa espécie de “programa do Ratinho” Inglês,falando de ele fugindo de punks,de açougueiros e de como sua vida criminosa se iniciou.

Francamente, curto pra caramba esse estilo de filme. Explico: é um filme que assumidamente é pra se divertir.Você não vai descobrir a verdade da vida,universo e tudo mais,mas terá ótimos momentos pirando com as coisas que o filme mostra.Não é um filme serio,mas ruim,que acaba ficando tosco.È assumidamente trash, e muito bem feito.
Um protesto de artistas pornôs,genial!

Vamos aos extras:
Tits Against the Glass: Primeira parte do making of do filme,fala sobre como ele foi feito, do roteiro a gravação de fato, de uma forma bem descontraída e com um estilo blaxpotation.Que se dane James Cameron e seus Smurfs, os caras dão uma aula sobre câmeras e estilo de gravação, e algumas das criações feitas para o estilo do filme funcionar.Literalmente, são câmeras do tamanho de uma lata de cerveja.E a imagem sai perfeita(em movimento,quando pausa dá pra ver os defeitos, mas não estraga a experiência final).

Na segunda parte do making-of, mais sobre a parte técnica do filme. Ron Jeremy e Jenna Haze na cena da greve dos atores pornôs,dublês em ação,Bai Ling completamente louca nos sets,edição,efeitos e fotografia.No fim, uma mensagem sobre o declínio da cultura americana e quando/se algum dia Adrenalina 3 vai sair (espero que sim!)

Cena 2: Os erros de gravação aparecem aqui, com gente se ralando e câmeras sendo destruídas.

Comentários dos diretores, com muitas piadas e curiosidades sobre as participações (como Tommy Kauffman(do Troma Studios),Posh Spice como Mamãe Chelios e Jenna Haze).

Temos mais ação,sangue,violência,putaria e peitinhos,tudo em um nível de loucura que diverte por demais, sem intenções de desvendar a verdade do universo ou mudar sua vida.A intenção é ser divertido e mais porraloca possível,não existe limitações no mundo de Chev Chelios.Melhor do que isso,só derrotar seus inimigos, ver eles morrerem e ouvir suas mulheres lamentarem.



NOTA DO FILME:9,0
EXTRAS:8,0

Resumão LOST

Feliz 2009 rapaziada.

Depois de um pequeno hiato, o Moura em Série volta na temporada 2010. Como todo bom filho de Deus, tirei umas merecidas férias pelo mundo e agora volto.


E volto em um dia mais do que especial.

Lost, a última temporada, acaba de estrear nos Euazes e no torrent mais perto de você. Aqui na terra brasilis, a AXN há de apresentá-lo daqui uma semana, mantendo sempre esse período de sete dias de diferença com a gringolândia. Nada mais justo, pra uma série que depende de total ausência de spoilers para ser bem apreciada.

Mas o que eu vou fazer hoje é um breve apanhado de tudo que aconteceu nas cinco primeiras temporadas para que nossa mente esteja latente e fresquinha para o que vem por aí.

Vambora?

Primeira temporada

Jack acorda no meio do mato, confuso. Pelos olhos do médico descobrimos um grande acidente aéreo que deixou 48 sobreviventes numa ilha aparentemente deserta. Além dele conhecemos Kate, a fugitiva; Sawyer, o trapaceiro; Locke, o misterioso; Jin e Sun, um casal em vias de se separar; Michael, um pai tentando conquistar seu filho, Walt; Boone e Shanon, meios-irmãos que possuem uma estranha relação; Charlie, um roqueiro viciado; Hurley, o bonachão atrapalhado; Sayid, um soldado iraquiano; Rose, uma senhora que acredita piamente que seu marido sobreviveu à queda; e Claire, uma garota grávida.


Logo de cara descobrimos que a ilha possui um misterioso monstro que ataca o piloto, ursos polares livres andando em pleno cenário tropical e mistérios surpreendentes. Locke se descobre podendo andar, sendo que antes do acidente era paraplégico. O pai de Jack aparece vivo, sendo que estava sendo transportado em um caixão. E crianças começam a ser seqüestradas no meio da noite. Sayid descobre uma mulher francesa que vive se escondendo na selva e o alerta sobre “Os outros”. Locke e Boone descobrem uma escotilha subterrânea e decidem investigar. Jin, Michael, Sawyer e Walt, com a ajuda dos demais sobreviventes, constroem uma jangada com o intuito de sair para buscar ajuda, mas são interceptados pelos outros em uma lancha e Walt é seqüestrado. Boone morre em conseqüência de um acidente em um avião que estava pendurado em um desfiladeiro. Jack e Locke finalmente abrem a escotilha e temos um vislumbre apenas da escuridão.



Segunda temporada

Descobrimos que quem vive na escotilha é Desmond, um cara que chegou a ilha em um veleiro, enquanto participava de uma volta ao mundo patrocinada pelo seu sogro, e desafeto, Charles Widmore, para provar a ele que era digno do amor de Penny. Descobrimos que existem mais sobreviventes, da calda do avião, que caíram do outro lado da ilha. Eles entram em atrito com Sawyer, Michael e Jin por acreditar que eles são os outros. O encontro entre os sobreviventes da cauda do avião com os demais se dá de forma trágica, e Ana Lucia, a policial, mata Shannon por acidente. Com ela estão Mr. Eko, um brutamontes religioso; Libby, uma psicóloga; e Bernard, marido de Rose.


Sayid entra em conflito com Ana Lucia, mas acaba aceitando que a culpa é dos Outros e promete vingança. Os sobreviventes se unem. Enquanto isso, Locke descobre por Desmond que este passara os últimos anos apertando um botão a cada 108 minutos, pois acreditava que estava salvando o mundo desta forma. Locke assume para si a responsabilidade da tarefa quando Desmond parte. Claire é seqüestrada pelos Outros, e acaba sendo resgatada, mas sem memórias de nada. Os conflitos com Os Outros continuam, até que um homem que se apresenta como Henry Gale é capturado. Ele diz ter chegado à ilha de balão. Sayid o tortura tentando descobrir se o que ele falava era real, mas Henry é irredutível em sua historia. Mas uma expedição ao local da queda do balão revela que o homem mentia. Enquanto isso, Michael está desesperado para encontrar Walt, e acaba sendo capturado pelos Outros. Ele retorna ao acampamento dos sobreviventes e pede ajuda a Jack, Kate, Sawyer e Hurley. Michael mata Ana Lucia e Libby para libertar o falso Henry Gale. Mas não antes deste convencer Locke que apertar o botão era uma bobagem


Jack, Hurley, Sawyer e Kate são capturados, como parte do combinado com Michael, que teve seu filho de volta, junto com um barco que o leve pra fora da ilha. Quando Locke não aperta o botão, a escotilha implode e uma grande descarga eletromagnética é liberada, a mesma que havia derrubado o avião da Oceanic anteriormente.


Terceira Temporada

Sawyer e Kate são mantidos em jaulas, enquanto Jack numa cela no interior de uma escotilha. Lá ele descobre que o verdadeiro nome de Henry é Ben Linus, o líder dos Outros. Ele também conhece Juliet, uma dúbia médica que fica responsável por ele. Ben revela a Jack que possui um tumor e pede que ele o opere. Jack acaba cedendo ao ver Kate e Sawyer juntos por um monitor. Porem durante a operação ele corta um órgão vital de Ben e ameaça deixá-lo morrer se Kate e Sawyer não forem libertados. A dupla consegue a ajuda de Alex, filha de Ben, que na realidade fora seqüestrada por ele da verdadeira mãe, Rosseau. De volta ao acampamento eles revelam tudo a Sayid, e eles partem ao resgate de Jack, apenas para, espreitando, descobrirem que Jack estava muito bem adaptado a vila dos Outros.


Mr. Eko é morto pelo monstro de fumaça, ao ficar cara a cara com ele. Locke está cada vez mais próximo dos Outros, que o consideram uma espécie de escolhido. Jack e Juliet chegam ao acampamento, e todos desconfiam deles. Locke pede a Ben que o leve até Jacob, o misterioso grande líder dos Outros. Ao chegarem a uma barraca no meio do nada, Locke encontra um lugar vazio, e duvida da palavra de Ben. Logo tudo começa a se mover sozinho e um vulto surge em uma cadeira, enquanto Locke houve um mórbido “me ajude...”

Desmond, depois do incidente com a escotilha, passa a ter flashes do futuro, e salva a vida de Charlie mais de uma vez. Sun revela a Juliet que está grávida e se preocupa pois Jin é estéril. Juliet prova sua lealdade ao revelar que os Outros pretendem seqüestras as mulheres que possam estar grávidas. Uma mulher, Naomi, cai de pára-quedas na ilha e diz estar à procura de Desmond a pedido de Penny. Os sobreviventes arrumam uma armadilha para os Outros, com tocaia de Bernard, Sawyer e Jin. Os demais, liderados por Jack vão até a torre de rádio para usar o telefone por satélite. Charlie e Des vão à estação submersa que inibe sinais de radio. Charlie descobre por ali que Penny não é a dona do barco, e acaba se sacrificando para salvar Desmond e avisá-lo que o barco não é da Penny.


Prestes a fazer a ligação, com Ben capturado, Naomi é acertada por uma faca lançada por Locke. Locke diz a Jack que ele não deve ligar, mas Jack o ignora e pede ajuda, sendo prontamente atendido.


Quarta temporada

Um cargueiro se aproxima da ilha, e um helicóptero é mando para lá. O helicóptero acaba se acidentando, mas seus passageiros sobrevivem. Miles, um médium; Charlotte, uma antropóloga; Faraday, um físico; e Frank Lapidus, o piloto.

Logo descobrimos que apenas seis sobreviventes do vôo Oceanic deixaram a ilha: Jack, Kate, Hurley, Sayid, Sun e... Aaron – o filho nascido na ilha de Claire. Em flashes de fora da ilha, no futuro, descobrimos que os seis mentiram sobre serem os únicos sobreviventes do acidente.


Na ilha, ainda no presente (isso é meio relativo, mas enfim) os sobreviventes se dividem entre os seguidores de Jack, que acreditam no cargueiro, e os de Locke, que pretendem se esconder e tomam a vila dos Outros. O quarteto de resgate revela que salvar os sobreviventes da Oceanic não é a prioridade deles. Entre atritos e brigas, eles forjam uma aliança com os quatro, que revelam que o verdadeiro objetivo é capturar Benjamim Linus. Um grupo de soldados é mandado à ilha e uma verdadeira guerra começa. Keamy, um soldado leal a Charles Widmore, o verdadeiro dono do cargueiro, usa de força extrema em sua missão. Entre outras , ele mata Rosseau, e Alex, na frente de Ben.


Durante a fuga, Claire desaparece. Uma aliança entre os sobreviventes e os Outros garante uma vitória, dando a chance aos sobreviventes de saírem da ilha. Eles descobrem que Michael é um espião a serviço de Ben dentro da embarcação. Durante a fuga, as coisas começam a dar errado, o cargueiro explode com Jin e Michael a bordo. Sawyer pula do helicóptero para poupar combustível.

Ben diz a Locke que eles precisam mover a ilha, vai até uma roda dentada numa caverna e a gira, fazendo a ilha sumir.

O helicóptero, sem combustível, cai na água, mas Desmond, Lapidus e os Oceanic Six são resgatados pelo barco de Penny, que havia rastreado o sinal da ligação de Desmond. Os seis combinam de não revelar a verdade do que ocorrera na ilha para proteger os que ficaram para trás e Kate adota Aaron como seu filho.


Quinta temporada

Com o movimento da ilha, coisas estranhas acontecem. Os sobreviventes passam a saltar no tempo, indo para diferentes épocas na ilha. Sawyer, Juliet, Locke, Charlotte, Faraday, Miles, além de Jin, que sobreviveu a explosão, pulam de tempo em tempo até que Locke decide girar novamente a roda dentada, os prendendo em 1974, mas não antes de Charlotte morrer por não agüentar o processo da viagem no tempo.

Locke, entretanto, é teleportado para fora da ilha, no mesmo lugar onde Ben foi parar quando fez o mesmo processo. Ele logo é resgatado por homens de Widmore e passa a visitar cada um dos Oceanic Six com o intuito de convencê-los a voltar para a ilha. Ao falhar ele se desespera e tenta o suicídio, impedido por Benjamim Linus. Depois de contar tudo ao rival, ele é enforcado por Ben, que simula o seu suicídio.


Jack, transtornado pelos acontecimentos, é o único que concorda em voltar, desesperado, para a ilha. Mas por força do acaso, todos acabam entrando no avião. Kate quer reencontrar Claire e devolver-lhe o filho. Sayid é capturado por uma mulher, Illana, e forçado a embarcar. Hurley concorda após um estranho encontro em um taxi, e compra quase todos os lugares do avião. Sun se une a eles quando Ben garante a ela que Jin está vivo e bem, na ilha. Locke está num caixão. Apenas Desmond e Aaron não entram no avião, sendo que o primeiro não vê motivos para deixar Penny novamente e o segundo fica aos cuidados da verdadeira avó. E qual não é a surpresa de todos quando descobrem que Lapidus é o piloto da aeronave.

Em 1977 os sobreviventes são encontrados pela Dharma Iniciative, um grupo cientifico que vivera lá na época estudando a ilha, e do qual Ben fazia parte, até assassinar a todos e se unir aos outros, e os enganam conseguindo entrar para o grupo. Sawyer assume o codinome Lafleur e a posição de chefe de segurança. Miles e Jin também trabalham na segurança, e Juliet, agora namorando Sawyer, trabalha na mecânica.


O avião sofre uma turbulência, como esperado, e cai na ilha, repetindo o evento. Porém o avião cai no tempo presente, com Ilana, Locke, Lapidus, Ben e Sun, e mais alguns figurantes. Kate, Jack, e Hurley vão parar em 1974 e são encontrados por Jin. Sayid também vai parar no passado, porém, no meio da selva. Eles são integrados a Dharma também: Jack como servente, Kate na mecânica e Hurley na cozinha.

Jack parece perdido sem saber o que fazer, enquanto Sawyer agora toma as rédeas da liderança. Isso até a chegada de Faraday e um plano absurdo. Ele quer explodir uma bomba nuclear na escotilha, aquela que foi responsável pela queda do Oceanic 815, e mudar o futuro. Jack abraça a idéia ao lado de Sayid, que havia sido confundido com um dos Outros e mantido em cativeiro. Alias, nesse período, Sayid tentou matar o jovem Ben, mas o garoto é salvo de um tiro mortal dado pelo iraquiano por Kate e Sawyer, que o entregam aos Outros para que ele seja salvo. A iniciativa Dharma descobre a mentira dos sobreviventes e eles partem numa fuga, mesmo com Sawyer, Juliet e Kate não concordando com o plano de Jack e Sayid.

No presente, Sun parte em busca de seu marido com Lapidus, o assustado Benjamin e o recém ressuscitado Locke. A maior apreensão de Ben é que nunca ninguém ressuscitou na ilha. Eles encontram uma foto da Dharma com seus amigos nela, datada de 1977. Locke força um encontro de Ben e o monstro de fumaça, que o deixa viver, mas não sem antes tomar a forma de Alex e mandar que ele obedeça A Locke a qualquer custo. Locke diz a Ben que eles devem ir até Jacob, e Ben deve matá-lo.

No passado, os sobreviventes levam a bomba até o local da escotilha , mas um acidente causa uma descarga eletromagnética que começa a sugar tudo para o buraco. A bomba cai e não detona, mas Juliet é puxada para dentro do buraco também, se ferindo gravemente.

No presente, Locke e Ben entram no que fora uma estatua imensa, e agora apenas o pé restou, e encontram Jacob. Sobre Jacob, ele aparentemente é um homem comum, mas que esteve sempre, com a mesma aparência, em diversas épocas, inclusive nos momentos mais importantes das vidas dos sobreviventes.


A primeira cena do ultimo episodio mostra Jacob conversando embaixo da estatua com aquele que parece ser seu rival, e debatem sobre a natureza e evolução humana, até que seu rival promete encontrar uma forma de matá-lo. Depois de uma discussão, Ben apunhala Jacob, e Locke o joga no fogo. Ao mesmo tempo, do lado de fora, Illana e seus aliados abrem um baú e dele cai o corpo morto de John Locke.

Em 1977, no fundo do buraco da estação, Juliet usa suas ultimas forças para bater com uma pedra na bomba.


E um clarão surge, mostrando um fundo branco com a logo de Lost em preto, ao contrario do que sempre vimos.

E a sua cabeça explode nesse momento.

A sexta e final temporada promete responder todas as dúvidas. E eu já to maluco para
ver tudo!

É isso aê rapaziada... O post ficou longo, mas vale a pena o resumão para aproveitar ao máximo tudo que a sexta temporada vai jogar na nossa cara!

E semana que vem, uma surpresa pra quem curte Lost e o Uarévaa. Aguardem.

Até o próximo episódio!

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Sushi de Sardinha - ESPECIAL

Anime Dreams


Salve salve simpatia!!! Sim sou eu! Doug Skrull da Terra 13 na área! De volta das ferias, viagens a trabalho e todo tipo de chucrutz. E o sushi dessa semana é especial. Teremos uma revelação bombastica de conteúdo não sexual! PAM PAM PAM!!!!


De 21 a 24 de Janeiro rolou um evento chamado Anime Dreams, que reúne a galera otaku/nerk/geek e bazinga a quatro para ver/vestir cosplay, fazer campeonatos de magic, animekê (karaokê com musicas de animes) e claro comprar muito mangá e comics no geral, bonecos e uma infinidade de apetrechos de utilidade extremamente duvidosa! hehehehe

Sem mais delongas, dá uma olhada num videozinho safado, porem honrado!



E agora vamos as noticias:

É com muita alegria muito pesar que venho informar que este é basicamente o último Sushi de Sardinha que escrevo com regularidade (!?).

A coluna vai mudar o formato onde mostrarei os quadrinhos do mês (americanos e japas) e também farei review do material que eu comprar, falando o que é bom e o que não é.

Ah a coluna ainda não tem nome, portanto quem quiser arriscar um nome novo, podeerá ganhar um belo brinde (ou não)!

Referencias: Depois do balcão, a segunda porta a sua esquerda!

Baaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaazai

e tutorial do post, APAGUE, SUA MULA, É ÓBVIO, senão ele vai aparecer no blog. Kkkkk

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Deadgirl

Toda geração tem sua história sobre os horrores de amadurecer.




Tema Macabro


Atualmente é comum, principalmente no terror, discorrer sobre os grandes clássicos do gênero e encher a boca para falar como não se fazem mais filmes de terror como antigamente. Embora eu seja um dos que proferem este tipo de sentença, isso não é totalmente verdade. É fato que o cinema mainstream americano hoje acha que filme de terror é apenas filme gore e investe apenas no visual e não numa história competente, mas isso não significa que não existam pérolas que podem vir a se tornar clássicos no futuro.

O grande problema, talvez, seja a falta de originalidade das histórias. Quando não é refilmagem de um filme antigo, é de um filme estrangeiro ou simplesmente é uma história igual à tantas outras que já vimos antes. Mas é bom saber que, de tempos em tempos, os americanos conseguem produzir algo original com um tema que parece ter sido saturado nos últimos anos.

Todo mundo conhece esta história: dois garotos, considerado perdedores na escola, não são lá muito sociáveis e não são bem vistos pelos outros. Um deles é apaixonado por uma linda garota, que é namorada do jogador de futebol da escola. Os dois procuram formas de extravasar sua raiva invadindo lugares abandonados para beber cerveja e destruir coisas. Em uma dessas invasões, adentram uma clínica psiquiátrica abandonada, e vão parar no subsolo do lugar, onde encontram algo: Uma garota morta, nua e presa pelos pés e pelas mãos. A clínica fechou há muito tempo, então os garotos sabem que ela deve estar ali há tanto tempo quanto. E é por isso que eles ficam bastante surpresos quando descobrem que essa garota, que aparentemente está morta, passa a se mover e se comportar como se estivesse viva, embora com um comportamento bastante agressivo. Em vista desta descoberta impressionante, os garotos decidem fazer o que qualquer garoto na idade deles faria: Manter a garota presa e transformá-la no seu objeto sexual.

Mas hein?



Sim, você leu direito. Deadgirl conta a história de dois estudantes perdedores que encontram uma morta-viva presa no subsolo de uma clínica psiquiátrica abandonada e decidem mantê-la assim e transformá-la em seu objeto sexual pessoal. Só a premissa já é suficiente para tornar o filme interessante, diferente e recomendável (ainda que doentio). A má notícia é que, até onde eu sei, o filme ainda não saiu no Brasil, e com certeza não sairá nos cinemas. Então fique de olho nas locadoras, porque se o filme vier pra cá (e imagino que eventualmente virá), certamente será para DVD. Ou caso você tenha TV à cabo, fique de olho nos canais de cinema.

Mas sinto-me na obrigação de dizer (apesar de que pela premissa já parece óbvio) que o filme não é para qualquer tipo de público e pode ser ofensivo para algumas pessoas (principalmente para mulheres, pois as únicas garotas do elenco ou é uma morta-viva ou uma garota superficial). E também, o filme não é perfeito: ele tem alguns furos na história, mas ainda assim é um filme que vale a pena ser visto para quem gosta do gênero, principalmente porque ele possui uma vantagem que é trazida dos grandes clássicos de terror: o drama. Como eu comentei no primeiro post dessa coluna, as grandes histórias de terror são, em essência, grandes dramas vistas sob uma ótica pessimista (não confunda com emo) e perturbadora, e Deadgirl não é exceção. Por isso o filme vale a pena ser visto e merece figurar nesta coluna.



Na Próxima Madrugada:
Nem todas as boas histórias de terror são longas metragens, livros, HQs ou games. Descubra o mundo das animações de terror na próxima semana em Terror Animado.