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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Superman: Brainiac Ataca


Ohhh coisa boa... Mais post de leitor pra gente evitar a fadiga... Renver na área pra falar sobre a animação  "Superman: Brainiac Ataca". Confira ai e mande o seu post tambem!! Envie DJÁ seu texto e imagens pro "De fora da panela", através do e-mail contato@uarevaa.com.


Superman: Brainiac Ataca, é longa animado de 2006 lançado “coincidentemente” na véspera da estréia do filme Superman Returns.

Ao contrário dos últimos longas animados da DC, este faz parte do universo do Animated Series (que são os desenhos do Batman, Superman, Liga da Justiça, Batman do Futuro).


Interessante que esse desenho é bem desconhecido, ao ponto de ser muito difícil achar alguma resenha dele na internet. Nunca me animei de alugar o DVD (sim eu ainda uso locadoras), mas a locadora está com uma queima de estoque excelente, tem/tinha muita coisa boa lá (eu ia comprar Animatrix) mas algum espertinho menos duro de grana se deu melhor. Bom o que dizer sobre o desenho? Vejamos primeiro a sinopse:
Dois terríveis inimigos unem-se para destruir o Homem-de-Aço!

Amargurado com o sucesso do heróico Superman e desesperado em busca de popularidade, Lex Luthor forma uma perigosa aliança com o poderoso vilão-computador Brainiac. Usando armamento moderno e uma devastadora infusão de kryptonita, colhida nos confins do universo, Luthor promove melhorias no corpo tecnológico de Brainiac apenas para que ele derrote o Homem-de-Aço.

Mas quando Brainiac trai Luthor e revela seu sinistro plano de dominação mundial, Superman deve superar os desafios da misteriosa Zona Fantasma para encontrar forças para sobreviver a um mortal combate.

Voe nesta super-animação de longa-metragem estrelada pelo maior herói de todos os tempos!
Mas o desenho é bom Renver? Sim é bom... se você tiver uma faixa etária até uns 14 anos e olha lá ainda. Pra começo de conversa você não sabe direito aonde ele se encaixa na cronologida do TAS (The Animated Series), tudo indica que é antes de se formar a Liga da Justiça (visto a Lois se referir há um “tal de Lanterna Verde” em vez da Liga da Justiça). E sem contar que é muito estranho o Braniac chega como um meteoro caindo do céu e já vai pra cima de um laboratório da Lexcorp, fica aquela impressão que ele já é conhecido da turma, mas não se encaixa com a última aparição dele Superman TAS (que eu me lembro). Bom esse é menor dos problemas. Fiquem com o trailer da animação.



Em termos de animação o desenho é excelente, chega em alguns momentos a lembrar escandalosamente o clássico Superman dos estúdios Fleischer (1941-1942), recomendo que vocês avancem pros 6:40 min:



Pra mim não tem problema nenhum o desenho ser clichê ou mesmo “massa veio” (voltado só pra ação)... No entanto qualquer que seja o entretenimento, dentro da sua proposta, não pode de forma alguma... simplesmente não empolgar. Chega a dar sono. A não ser umas duas sacadas que achei muito legais no desenho. Uma parte na zona fantasma, no melhor estilo “sonho dentro do sonho.” E a outra que Superman deseja revelar a sua identidade secreta pra Lois, justificando que mais cedo ou mais tarde ela (uma das melhores reportes do mundo) vai descobrir a verdade. Claro, o fato de ele estar completamente apaixonado por ela, não conta, imagina...

Sinceramente, eu também ficaria afinal ela é uma das personagens mais atraentes, charmosas e cativantes das HQs.


Zona de Spoilers (marque com o mouse para ler)

Podemos resumir o desenho da seguinte forma: Brainiac aparece do nada. Superman o derrota. Lex o reconstrói (ficam amiguinhos). Brainiac infecta a Lois. Superman vai buscar a cura na Zona Fantasma. Brainic ataca cidade, enquanto isso, Lex vai lutar contra Brainiac (um teatrinho combinado entre os dois). Brainiac traí o Lex (previsível). Superman salva o Lex. Superman “perde” (na verdade o Brainiac de birra derruba no chão) a “substancia/elemento químico” da zona fantasma que curaria a Lois. Superman chora e com um beijo chorando consegue curar a Lois (sim, o Superman antes foi banhado pela mesma substancia da Zona Fantasma), cara essa cena foi à gota d’água.

Fim da Zona de Spoilers


Sinceramente o desenho é assistivel, seria até bom (vejam bem eu não disse excelente) ao nível Batman & Mr. Freeze: SubZero, mas o que quebra as pernas é essa parte que eu citei... Fora o Lex Luthor, o que foi que fizeram com ele meu deus?!... Deixaram ele com uma personalidade cafajeste e oportunista, que lembra muito o Lex Luthor do Gene Hackman e do Kevin Spacey, que são bem diferentes do perfil do personagem no universo TAS.



Bom, a impressão que eu tenho? Que fizeram essa animação só pra ajudar no lançamento de Superman Returns, que por sinal tem um trailer excelente no DVD do Superman: Brainiac Ataca.



Pessoal, espero que vocês tenham gostado, tava devendo uma resenha mais “nerd” (odeio a banalização que essa palavra ganhou nos últimos tempos)... A minha próxima resenha sobre animações, se o Uarévaa quiser, vai ser sobre o desenho Gárgulas que passou no SBT nos anos 90. A minha importadora conseguiu recuperar os links deletados o acervo perdido.

Até mais, Aruééévaaa.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Nostalgia Animada

Especial de Natal - Os Flintstones


Houve um tempo em que eu assistia direto esse desenho, devia ter lá por volta de 8,9 anos. Mais tarde fui descobrindo outros, mas sem dúvida foi um dos memoráveis que fizeram parte da minha infância. Gostava do desenho, principalmente nos episódios mais antigos e da época em que Fred e Barney eram policiais e contavam com a ajuda da foca (?!?) Shmoo, nunca fui muito fã da série completa, confesso, mas existem coisas peculiares sobre os Flintstones que sempre me vieram à mente e que vou expor aqui.
A principal delas, e o que dá razão a esse post, é a pergunta que não quer calar até hoje:
"Por que diabos os Flintstones comemoravam o Natal?".

É o que eu vou tentar responder agora (ou não...)


Antes de falar sobre a comemoração do Natal, vou só adiantar as duas outras coisas curiosas sobre eles que eu sempre ficava me perguntando o porquê daquilo. Primeiro, eu sempre curti muito mais os Rubbles (Barney, Bam Bam e Betty) do que, os propriamente intitulados "donos do desenho", a família Flintstones. Eram muito mais simpáticos, batalhadores e simples que seus vizinhos. Tinham problemas iguais a maioria das pessoas, como a falta de recursos financeiros, mas isso não impedia que eles abrissem seus corações para a adoção de seu filho, o pequeno e forte Bam Bam!
O "nanico" Barney era um sujeito de bem com a vida, apesar de tudo, e extremamente inocente, pois dificilmente conseguia ver maldade em alguém. Não era o sujeito mais brilhante do mundo, e invariavelmente era envolvido nas tramóias de Fred. Nem por isso deixava de tentar aconselhar seu amigo sobre como ser melhor. Sua esposa Betty era uma excelente dona de casa e a melhor amiga de Vilma, e como uma grande feminista que era, sempre tentava alertá-la sobre o machismo de seu marido.


Deve ter sido pelas mãos de outros fãs, que eles ganharam em 2002, um programa especial  produzido pela Cartoon Network Latino Americana, intitulado The Rubbles, que era uma paródia ao "reality show" da MTV, estrelado pela família Osbourne. Não fez muito sucesso por aqui...


Em segundo lugar nesta lista, o que pode até parecer brincadeira minha, mas realmente, mesmo não tendo muita idade pra pensar muito numa coisa dessas, sempre me incomodaram, que eram certas discrepâncias temporais adotadas nos episódios.
É o caso das "tecnologias" utilizadas, que apesar de serem de uma criatividade fantástica, pois utilizavam animais no lugar de eletrodomésticos ou aparelhos, eu sabia que não era próprio da época ter, por exemplo, um controle remoto, muito menos uma televisão!
Sério, eu ficava pensando em como eles faziam pra ter aquelas imagens na tv sem transmissão!

Uma coisa que me incomodava mais era a existência de dinossauros na mesma época dos homens das cavernas. Sempre fui muito fã de história e devorava, desde pequeno, livros sobre dinossauros e sobre a raça humana em geral e sabia que havia um furo ali. O desenho se passava no chamado período Paleolítico, a era da Pedra Lascada, e o homem nunca teve contato com os lagartões e muito menos tinha conhecimento de certos materiais a não ser utensílios como machados, martelos, arpões, cuias que faziam com pedra, osso e madeira.
Tudo bem, eu fui uma criança chata! =)
Não, na verdade, eu procurava verossimilhança no desenho com aquilo que eu lia ou estudava, só isso. No caso dos utensílios eu aceitava como licença artística, mas no caso dos dinossauros não...

Mas, sem dúvida, esses anacronismos que imperavam nos episódios, foram um dos maiores trunfos que ajudaram a série a impor-se. A cidade de Bedrock, de 1.040.000 a.C., era possível encontrar tudo o que havia nos anos 60 de mais moderno, embora construído de forma rudimentar e com materiais grosseiros. Aliás, essas gags de utilização de animais como eletrodomésticos e jornais de pedra vieram da animação Stone Age Cartoons do qual os Flintstones foram inspirados.



Bom, mas vamos àquilo que dá razão a esse post, se não me prolongo demais e o post fica chato de ler.
A pergunta fundamental que é: Porque Os Flintstones comemoravam o Natal, se na época que eles viviam Jesus ainda não havia nascido?


Bom, primeiro é importante dizer que, tomando por base a época em que se passa o desenho,  conforme eu havia dito antes, no período Paleolítico, os homens das cavernas já acreditavam em magia e tinham sentimento religioso. Apesar de crerem em forças da natureza e não propriamente numa divindade pré-concebida, não possuiam calendários e dificilmente comemoravam datas especiais.
Outra coisa importante de se dizer, é que nos relatos bíblicos não encontramos nenhuma referência sobre a data do nascimento de Jesus. Naquela época os calendários romanos eram um tanto confusos, chegando, às vezes, a ter semanas de quinze dias e meses de dez dias, de acordo com a vontade do Imperador reinante. O povo em geral não conhecia as datas de nascimento, casamento ou falecimento. Pra você ter uma ideia não existem registros históricos a respeito de "festas de aniversário" na Antigüidade.
Sobre o nascimento de Jesus sabemos muito pouco e as primeiras comunidades cristãs não comemoravam seu nascimento. Somente a partir do ano 350 é que o Natal começou a ser comemorado no dia 25 de dezembro e em torno da escolha desta data existe uma longa história.

Os Celtas, por exemplo, tratavam o Solstício do Inverno como um momento extremamente importante em suas vidas. O inverno ia chegar, longas noites de frio, por vezes com poucos gêneros alimentícios e rações para si e para os animais, e não sabiam se ficariam vivos até a próxima estação. Faziam, então, um grande banquete de despedida no dia 25 de dezembro. Seguiam-se 12 dias de festas, terminando no dia 6 de Janeiro.
Em Roma, o Solstício do Inverno também era celebrado muitos séculos antes do nascimento de Jesus. Os Romanos o chamavam de Saturnálias, em homenagem a Saturno, o Deus da Agricultura, que permitia o descanso da terra durante o inverno.
Em 274 o Imperador Aureliano proclamou o dia 25/12, como o Dia do Nascimento do Sol Inconquistável. O Sol passou a ser venerado. Buscava-se o seu calor e proteção ao frio rigoroso do inverno na Terra.
A comemoração do Natal de Jesus surgiu de um decreto do Papa Freud Júlio I que decretou em 350 que o nascimento de Cristo deveria ser comemorado no dia 25 de Dezembro, substituindo a veneração ao Deus Sol pela adoração ao Salvador Jesus Cristo. O nascimento de Cristo passou a ser comemorado em substituição às festividades pagãs.

Dito isso, nada muda em relação ao desenho, não é? Mas eu quis deixar um pouquinho da história do Natal relatada aqui para dizer que realmente não importa se a data é comemorada dia tal ou a milhares de anos na idade da pedra. Já que a pouco tempo atrás também não se comemorava tal dia como hoje conhecemos.
O importante é o significado que cada um dá a esse dia, seja ele religioso ou não.

Nesse dia emenda-se a origem do bom velhinho, Papai Noel, um bispo católico muito bondoso, chamado Nicolau, que viveu no século V e cansado de ver o sofrimento de seu povo, especialmente das crianças, resolveu presentear a garotada com brinquedos e guloseimas, justamente na data em que os católicos comemoram o nascimento de Jesus.
Mesmo que isso possa ser uma lenda, a data acaba simbolizando a bondade, a generosidade e a renovação da vida. E ultimamente, ao consumismo desacerbado de produtos.
 

Parte da resposta taí: Os Flinststones é um desenho comercial. Logo, assim como outros vários desenhos, necessita desse apelo natalino para se "vender", assim como, produtos que possam vir dessa medida comercial.
Acredito que a verdadeira razão para se fazer um desenho especial de Natal seja (pelo menos quero acreditar nisso, pelo bem de nossos filhos), não só o lance comercial em si, mas transmitir aos pequenos o verdadeiro significado do espírito de Natal, que é a confraternização entre as pessoas, os valores como os de solidariedade, companheirismo e doação.

Se for por aí, que os Flintstones continuem a comemorar vários "natais" o quanto puderem!


Bom Natal!
Yabadabadoo!!!






Os Flintstones, foi a primeira e a mais duradoura série animada de TV de todos os tempos, produzida pela Hanna-Barbera de 1960 à 1966 e retratava o cotidiano de uma família de classe média da Idade da Pedra. Calcula-se que já foi assistido por 300 milhões de espectadores em 80 países, sendo dublado em 22 idiomas.

Ela foi a primeira série de animação exibida em horário nobre e a primeira a exibir uma história contínua num episódio de meia hora, ao contrário dos desenhos animados até então, bem mais curtos.

Os Flintstones era, originalmente, uma série direcionada ao público adulto. Nos dois primeiros anos de produção, o desenho era fortemente ligado à marca de cigarros Winston e as personagens apareciam fumando em anúncios publicitários. A série só mudou seu público-alvo para os jovens e crianças à partir da terceira temporada, quando nasceu a personagem Pedrita, filha do casal Fred e Wilma.

Fontes:
  • Wikipedia
  • SuaPesquisa.com
  • YouTube
  • Igreja Luterana
  • Hanna-Barbera.com

Cavaleiros do Zodíaco - Lost Canvas: O Anime

Uaréview
Por Marcelo Soares


Quando o mangá dos Cavaleiros do Zodíaco terminou ao fim da chamada Saga de Hades, onde os Cavaleiros de Athena derrotam o deus do mundo inferior, uma frase dita pelo vilão atiçou a curiosidade dos fãs e criou um grande gancho. Antes de ser derrotado por Seya, Hades diz que se lembra de outro Cavaleiro de Pegasus que teria o derrotado na última Guerra Santa.

Para quem acompanhou os mangás e animes da franquia de Masami Kurumada, já se habituou às várias referências a essa tal Guerra Santa acontecida 300 anos antes do inicio da história original. Depois de anos de exploração do material inicial, com filmes e histórias laterais (a mais famosa sendo Gigantomaquia), e os fãs sempre pedindo mais e mais, Kurumada decidiu retomar os trabalhos com os seus mais famosos heróis. O autor mostrou toda sua safadeza editorial (uma versão japonesa do Quesada diríamos) e lançou não só a continuação como também o prequel, e pior, não só em uma revista mais em duas.

Em 2006 estreava no Japão o mangá Saint Seya: The Lost Canvas - O mito de Hades, narrando a batalha dos cavaleiros de ouro, prata e bronze, contra Hades em 1743, quando personagens conhecidos dos fãs como Dohko de Libra e Shion de Áries possuíam apenas 17 anos. O mais engraçado é que meses antes da estréia de Lost Canvas o próprio Kurumada tinha feito o mangá Next Dimension, onde narrava os mesmos eventos de Lost Canvas, ocorrendo, no entanto, algumas diferenças. Os dois mangás contam a mesma história, mas sob pontos de vista e nomes de personagens diferentes, nos dois vemos a Guerra Santa contra Hades de 1743, porém, em Next temos também a continuação da série clássica. Complexo hein?

Bem, aqui falarei só sobre Lost Cavas, especialmente sobre o anime que assisti há pouco tempo e confesso: não dava nada por ele, mas, me surpreendi.


No dia 01 de dezembro de 2008, foi anunciado mundialmente pela revista Shonen Champion que Masami Kurumada, em parceria com a Tokyo Movie Shinsha, iria produzir episódios animados baseados no mangá. Assim, no novo seriado vemos o antigo Cavaleiro de Bronze de Pégasus, Tenma, órfão, que morava no mesmo orfanato de Alone, o hospedeiro de Hades na época, e Sasha, a reencarnação de Atena. 

Agora com Lost Canvas vinha a promessa de responder algumas pontas soltas e até perguntas até nunca feitas, como o por que de Aldebaran de Touro usar esse nome e a desconstrução interessante do clichê de inimigos que são irmãos - Atena escolhe nascer como irmã de Hades para poder intervir na sua ressurreição por estarem mais próximos um do outro.

A animação é algo a parte. Acho que deve ser a melhor feita para a franquia – gostava muito da animação do inicio do anime do Episodio G, porém, depois perdeu qualidade – as lutas são mais diretas, todo o enredo é mais objetivo e várias coisas acontecem em pouco tempo, sem a enrolação que a série clássica tinha. Um dos grandes atrativos para quem é fã é poder ver o uso ao máximo dos poderes dos cavaleiros de ouro e um tom mais sério aos episódios, além de maior exploração da mitologia grega e da própria série.

Um dos pontos negativos do anime é os personagens principais serem muito parecidos com os da série clássica. O Tenma é o Seya tanto fisicamente quanto em personalidade, a Sasha é idêntica a Saori, tirando isso, o anime conseguiu a proeza de diminuir o melodrama romântico – mania em produções japonesas – dar profundidade a personagens coadjuvantes e motivações além da batalha para eles, dando, assim, um ritmo bem mais cativante.

O nome The Lost Canvas pode ser entendido como A Tela Perdida, pois o plano de Hades na referida época é usar os talentos artísticos de Alone para destruir a Terra: quando Alone terminar de pintar o seu quadro, o mundo cairá nas trevas. A nova história já rendeu até uma publicação lateral chamada Albafika - Elo Vermelho, a história da origem do Cavaleiro de Ouro Albafika de Peixes e de como seu sangue ficou venenoso. A história é contada em um áudio lançado em 2010 como extra para quem adquiriu os 6 primeiros OVAs do anime.

Para quem é fã, e aqueles que não são, mas querem ver qual a da nova saga, Lost Canvas segue uma vida própria, isto é, não precisa ter visto tudo que já saiu de Cavaleiros do Zodíaco para acompanhá-lo. A primeira temporada teve 13 episódios e ainda promete muitas aventuras para Os Cavaleiros de Athena.

Os Cavaleiros do Zodíaco - The Lost Canvas
Episódio 1 -  Parte 1

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Natal Sangrento

“Mamãe, você não devia dizer isso.
É perverso dizer coisas ruins sobre pessoas velhas.
Papai Noel vai punir você!”

Natal Sangrento





Tema Macabro





Todo mundo sabe que Natal é a época da paz, do amor e da fraternidade. Mas todo mundo também sabe que nem sempre é assim que a banda toca. Muitas pessoas não gostam da data por motivos diversos e nem todo mundo, também pelas mais variadas razões, poderá aproveitar o Natal em alguma balada nervosa à procura do (a) gato (a) desesperado (a) para ter alguém ao seu lado.

No caso de você ter que ficar em casa neste Natal, com uma tradição iniciada ano passado, vou dar uma dica bacana pra quem quer escapar da programação típica que geralmente repete os mesmos filmes e programas dos anos anteriores, se não alguma versão nova dos mesmos. E, melhor do que citar apenas um filme, vou citar uma cinessérie cult que lhe renderá uma maratona trash enquanto todo mundo estiver brindando o Natal. Você pode assistir sozinho, mas são os tipos de filmes que é melhor assistir em grupo.

Natal Sangrento (Silent Night, Deadly Night, 1984) poderia ser um típico slasher movie (filmes com psicopatas) com temática natalina, não fosse a polêmica gerada na época. Lançado na década de 80, o filme conta a história de um homem que, quando garoto, viu os pais serem assassinados por um bandido vestido de Papai Noel. O trauma permanece na mente do jovem até a fase adulta e, quando ele precisa assumir o posto de Papai Noel em uma loja de brinquedos onde trabalhava, a coisa sai do controle e ele sai matando aqueles que de acordo com sua lógica distorcida merecem ser punidos por não terem se comportado durante o ano.



Na época de seu lançamento, a produção foi criticada e houve campanha para boicotar o filme, devido ao controverso tema (as pessoas consideraram usar um Papai Noel assassino como um tema “longe demais” até para um filme de terror). Assim, após apenas 6 dias do lançamento, a publicidade do filme foi removida, e somente depois que a poeira baixou, o filme foi relançado e alçou status de cult, ganhando 4 sequências. Natal Sangrento Parte 2 – Retorno Macabro (Silent Night, Deadly Night part 2 ,1987) se passa anos após os eventos do primeiro filme e é protagonizado pelo irmão do assassino da produção original.



Natal Sangrento – Parte 3 (Silent Night, Deadly Night part 3 – Better Watch Out, 1989) foi lançado diretamente para video e apresenta uma história mirabolante que coloca o assassino da parte 2 em coma por seis anos após os eventos do filme anterior e introduz um excêntrico doutor que usa uma vidente cega (!) para tentar se comunicar com o Papai Noel Maligno, que acaba acordando, escapando e indo atrás da vidente. É o último da franquia que pode ser considerado uma sequência direta dos anteriores e que segue a mesma cronologia.

Em Natal Sangrento 4 – A Iniciação (Silent Night, Deadly Night 4: Initiation, 1990) temos uma história que nada tem a ver com os outros filmes. Aqui, temos uma repórter de Los Angeles que, na pista da inexplicável morte de uma mulher, se depara com um culto de bruxas que pretende realizar um ritual na véspera de Natal.



Natal Sangrento 5: Horror na Loja de Brinquedos (Silent Night, Deadly Night 5: The Toy Maker, 1992) encerra a franquia – em todos os sentidos – e outra vez muda completamente a história dos anteriores. Agora temos uma cidade que é aterrorizada por um fabricante de brinquedos e seu filho, que produzem brinquedos mortais.



Esta aí minha dica para quem precisará passar o Natal em casa e precisa de algo para assistir. Não são filmes para serem levados a sério, mas que vão garantir sua diversão nesta data tão imbecil bonita.

Curiosidades
- Natal Sangrento 2 foi criticado pelo uso excessivo de cenas do filme anterior, mas isso tem uma explicação. Devido ao orçamento baixíssimo, a produtora queria que o filme fosse apenas uma reedição do original, mas os cineastas insistiram e cuidaram para que fosse possível lançar o filme como uma sequência, mesmo devido às limitações orçamentárias;
- A expressão “Garbage Day” (dia de recolher o lixo), usada em Natal Sangrento 2 se tornou por um tempo um meme de internet;
- Natal sangrento 4 foi dirigido por Brian Yuzna, que posteriormente dirigiria as sequências de Re-animator, A Noiva de Re-Animator e Além de Re-Animator;
- Mickey Rooney, que interpreta o criador de brinquedos em Natal Sangrento 5 curiosamente esteve entre os maiores críticos do filme original na época do seu lançamento.


Na próxima Madrugada:
Para encerrar o ano mal bem, nada melhor do que uma festa de fim de ano a bordo de um trem... Junto com um assassino psicopata. Não deixe ler o último post do ano para conhecer Terror Train.

O Legado de uma Odisséia Eletrônica

Uaréview
Por Rafael Rodrigues



"Sam: O que eu devo fazer?
Siren: Sobreviver."


O que a Disney tinha na cabeça quando decidiu buscar um filme de 30 anos atrás e, ao invés de um remake, fazer umasequência do filme original, asssitido por (poucas) pessoas que hoje são adultos? Bom, sinceramente eu não sei, mas Tron – O Legado é a prova de que um grande estúdio, quando quer, consegue fazer boas escolhas na hora de produzir um filme.




Quando eu assisti Tron – Uma Odisséia eletrônica*, há mais de 20 anos atrás, computadores eram ficção científica para mim, eu sequer fazia ideia de que eles existiam de verdade. Talvez por isso – e por conta de minha tenra idade – eu tenha aceitado tão facilmente o conceito de um cibermundo dentro dos circuitos de computador, uma realidade alternativa eletrônica que está longe dos nossos olhos. Pois bem, tantos anos depois, eu não só conheço computadores “pessoalmente” como não consigo imaginar minha vida sem internet, celulares, sinais digitais, redes sociais e realidades virtuais. Como seguir adiante com a história sendo que não somos mais tão ingênuos, tecnologicamente falando? A resposta em Tron – O Legado foi a mais simples: Nós podemos conhecer muito mais sobre computadores do que conhecíamos há 30 anos atrás, mas ainda não deixamos a fantasia totalmente de lado.

Tron – O Legado segue a cronologia do original: Kevin Flynn (Jeff Bridges) se tornou dono da empresa que ajudou a construir após o fim do primeiro filme, casou e teve um filho, que sempre ouviu empolgado as histórias do pai sobre a Grade, o mundo virtual e os personagens que conhecera naquela realidade. Mas um dia Flynn não voltou para casa, e seu filho, Sam, cresceu ressentido com o ocorrido. Então no presente, Alan (que era o protagonista do original, criador do programa Tron que dava nome ao filme), agora afastado das decisões da empresa depois do sumiço de Flynn, recebe um sinal do antigo prédio onde seu amigo comandava um fliperama. Ele decide contar para Sam, que resolve descobrir o que aquilo significava, e obviamente ele acaba sendo enviado acidentalmente para a Grade (o mundo virtual).



A história é simples e de muitas maneiras bem parecida com a história original. Sam Flynn gosta de sacanear a empresa que foi do seu pai, assim como Kevin costumava hackear a Encom antes de tomar conta dela. A história tem também o mesmo nível de "leveza" do primeira, como é de se esperar de um filme da Disney, mas isso não denigre de forma alguma a produção. O roteiro não é um primor e tem alguns furos típicos de produções de aventura, mas nada que o faça torcer o nariz para o filme. Mas mesmo com a simplicidade do roteiro, existem algumas entrelinhas e paralelos interessantes que o filme traça. O primeiro Tron possuía entrelinhas míticas e religiosas bastante claras: Os programas veneravam os usuários (seus criadores) como se fossem deuses, e quando a grade foi dominada pelo Master Control (o vilão do filme original), os que ainda acreditavam nos usuários eram chamados de “fanáticos religiosos”. Agora os usuários eram considerados algo como “falsos deuses”, criando uma mudança nos paradigmas do mundo cibernético. Sem contar que há um contexto bastante profundo quando descobrimos que no mundo cibernético foi possível o surgimento da vida “a partir do nada”.

E as mudanças não param por aí. A Grade evoluiu, sua nova versão é muito mais complexa e perigosa que a primeira - embora mantenha alguns aspectos e elementos (reinventados, é claro). Não só em termos visuais, mas a sociedade de Tron também evoluiu: Agora os programas freqüentam bares e assistem aos jogos, por exemplo. A história também evoluiu, dando um passo adiante e indo além da simples via de mão única que era ir do mundo real para o virtual e não posso deixar de citar a percepção da Disney a respeito do status da tecnologia atual, o que permitiu que a produção se preocupasse com diversos aspectos da película, não só o visual, tornando o filme uma experiência sensorial impactante (com destaque para a trilha composta magistralmente pelo Daft Punk)

Para manter a “tradição” de Tron, que quebrou barreiras e revolucionou diversos aspectos dos efeitos especiais, Tron – O Legado vem com outra revolução: um ator virtual que contracena com os personagens durante basicamente o filme todo. Este é Clu que, feito à imagem e semelhança de Kevin Flynn – e sem envelhecer, já que é um programa, é Jeff Bridges 30 anos mais jovem, e atua até muito bem para um personagem virtual.

Com relação às atuações, eu vou ser sincero: vi o filme dublado, e isso interfere um pouco no julgamento, mas com exceção das caras e bocas meio canastras do ator que fez Sam Flynn, creio que o elenco estava atuando bem, considerando a irrealidade da história.


Tron – O Legado também é uma evolução para a Disney. Melhor dizendo, uma reinvenção. Num mundo onde contos de fada já não tem mais tanto apelo, mesmo entre as crianças, acostumadas com as maravilhas da tecnologia, o estúdio pôde trazer uma história que nada mais é do que uma fantasia moderna, com as mesmas intenções dos contos de fadas antigos, mas com a linguagem adequada para as novas gerações. Saem os dragões, os cavaleiros e as princesas e entram os veículos eletrônicos, os hackers aventureiros e as parceiras de aventuras "iradas".

Acho que o filme é uma ótima diversão, um filme para nos fazer lembrar que cinema não se trata necessariamente de personagens complexos, histórias intrincadas e simbolismos eruditos; na maioria das vezes, é bom que ela seja simplesmente uma boa história para esquecermos do mundo real e imaginar um outro mundo, possível apenas na nossa imaginação e – quem sabe? – dentro dos computadores.

Nota: 8,1


*Para você ver como faz tempo, "odisseia" ainda tinha acento.

Blaze Bayley 2011 Tour: Saiba as datas completas no Brasil!

Momento Uarévaa
Por Monitor


THE MESSIAH IS BACK!



Blaze Bayley estará de volta em terras brasileiras para o final da turnê do seu fantástico cd Promisse and Terror, passando por uma caralhada de cidades no Brasil, além de Argentina e Colômbia. Veja abaixo as informações principais:

No Rio de Janeiro

Data: 13 de janeiro de 2011 (quinta-feira)
Local: Hard Rock Cafe
Endereço: Av. das Américas, 700 (Shopping Cittá America) - Barra da
Tijuca
Horário: 22h
Os ingressos serão vendidos somente no dia do evento no próprio local
Valor: R$ 70,00
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Em Belo Horizonte

Data: 16 de janeiro (domingo)
Local: Hard Rock Cafe
Hórario: 17 horas

Bandas de Abertura

DEVILDUST

DINNAMARQUE ( Campeã da Wacken Metal Batle 2010)

Os ingressos para o evento começam a ser vendidos nos próximos dias nas lojas Cogumelo (Av. Augusto de Lima ,555 - Lj 32 – Centro – Tel: 3224.0493) e Patti Songs (Galeria do Rock, Lj 52 – Centro – Tel: 3222.6283) pelos valores:

1° Lote: R$ 25,00 (meia) – R$ 50,00 (inteira)
2° Lote: R$ 30,00 (meia) – R$ 60,00 (inteira)
3° Lote: R$ 35,00 (meia) – R$ 70,00 (inteira)
Censura Livre

A venda de ingressos para o interior e outros estados será feita através dos e-mails: marciosiqueira2000@yahoo.com.br ou cogumelo@cogumelo.com.

Informações: 8806.1120

Hard Rock Café:
http://www.hardrockcafebrasil.com.br
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Em Curitiba

Cartaz:
http://twitpic.com/3892ae

-Data: 26/01/11 - Quarta-feira
-Banda de abertura: Fire Shadow
-Horário: Abertura da casa 21:00 / Início do show principal 23:00
-Local: John Bull Music Hall (Rua Engenheiros Rebouças, 1645)
Capacidade para 1.500 pessoas - Super estrutura de som e luz
-Ingressos antecipados: R$40,00
-Pontos de venda: Tunel do Rock, Let's Rock, Dr. Rock, Submundo Rockwear,
Alameda do Rock, Arte do Rock (Shopping Total), Curitiba hard Rock (Shopping Cidade e Shopping Jd das Américas), Fire Rock (Hauer)
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EM SÃO PAULO


Participação especial- Seventh Seal

Dia 21/01/2011- sexta as 23 hrs

Local- Blackmore Rock Bar- Alameda dos Maracatins, 1317- Moema- São Paulo-SP

Ingressos antecipados:

1 lote- $60,00 meia entrada- promocional
2 lote- $70,00
camarote-$90,00


Pontos de venda:

Santo André- Metal Cds- (011)4994-7565
São Paulo- Mutilation-Galeria do Rock -Fone/Fax: (11) 3222-8253
Blackmore Rock Bar- (011)5041-93http://www.blogger.com/img/blank.gif40

Internet no cartão de crédito-Ticket Brasil- www.ticketbrasil.com.br

Inf:(011)9653-9014
sevenstarsmanag@ig.com.br
7 dez
Seven Stars M.
Ingresso p/o show de SP a venda pela Ticket Brasil
Pra quem quiser comprar ingressos para o show do Blaze Bayley em São Paulo pelo site da Ticket Brasil no cartão parcelado, já estão disponíveis.
http://www.ticketbrasil.com.br/ingressos/blaze-bayley-blackmore.html
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Em Macaé/RJ

Data: 15 de janeiro de 2011 (sexta-feira)
Local: Festival de Verão de Macaé
Ingresso: Entrada livre. ( DE GRAÇA)

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Em Goiás/GO

Data: 19 de janeiro de 2011 (quarta-feira)

Local: Bolshoi Pub (Rua T-53/T-2, n 1140, Setor Bueno)

Horário: 21h

Ingressos: R$40,00 (preço único)

Pontos de venda:
- Harmonia Musical
- American Music
Outras informaçoes: www.bolshoipub.com.br
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Em Campinas/SP

Data: 20 de janeiro de 2011 (quinta-feira)

Local: Sebastian Bar (R. Dona Maria Umbelina Couto, 79 - Guanabara)

Horário: 21h

Ingressos:
R$40,00 (antecipados)
R$50,00 (no local)

Outras informações: (19) 3212-1508
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Em Catanduva/SP

Data: 22 de janeiro de 2011 (sábado)

Banda de abertura: Motordrunk

Local: Armazém do Café (Rua São Paulo, 972)

Horário: 21h

Ingresso: R$50,00

Pontos de venda:
- Cd Music. Mercadiscos e em Rio Preto Legions
www.apacherecords.com.br

Outras informações: (17) 3521-4151 / 9134-7980
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Em Porto Alegre/RS

Data: 23 de janeiro de 2011 (domingo)

Local: Beco (Av. Independência - 936)

Horário: 22h

Ingresso:
Primeiro Lote: R$40,00
Segundo Lote: R$50,00
Terceiro Lote: R$60,00

Pontos de venda:
- Lojas Back in Black www.backinblack.com.br
- A Place www.aplace.com.br
- Zeppelin www.lojazeppelin.com.br

Outras informações: (51) 3026-3602
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Já fui em dois shows da banda, em 2008 e 2009, este ultimo descrito no Plantão do Monitor, e se você curte heavy metal de altissima qualidade de um cantor que está no ápice de suas capacidades, está é sua oportunidade! Aproveita e leva os amigos pra se divertirem com você e se livrar de qualquer tipo de preconceito com o cantor!Aproveito para mostrar a fan-promo que o Cristiano do Rais Fornorgrei fez pra divulgar o show carioca.Vamos divulgar pessoal,e até a proxima!

domingo, 19 de dezembro de 2010

PalhetadA

Eaeeww Bom dia galera!! Prontos para mais uma matéria sobre o bom e velho Rock and Roll? hoje vou falar desse cara ai da foto.


James Newell Osterberg  era um baterista de blues nos tempos de escola, formou junto com a molecada o "The Iguanas" a primeira música da banda originou o nome artístico de "Iggy Pop". Nascido em 1947, James sempre foi um cara tímido que viu na música uma oportunidade de se soltar nos palcos.

Em 1969 montou o "The Stooges" que durou uns 5 anos com Iggy nos vocais, ao final da banda o cara decidiu que ia levar uma carreira solo! Em 1977 teve uma ajudinha de seu amigo para produzir seu dois primeiros albúns...o amigo dele? Um tal de David Bowie ( O_O ).  O primeiro disco incluiu a música "China Girl", que mais tarde seria um sucesso de Bowie no álbum Let's Dance, de 1983, ta bom ou quer mais? Nesse tempo de "Stooges" saiu um clássico...



Sabe em quem Iggy Pop se espelhou para fazer suas performances marcantes no palco?? Não? alguém arrisca?? Ok! O cara assistiu um show do "The Doors" e piorou com Jim Morrison em ação, tanto que decidiu que faria mais absurdos que presenciou no show... e fez. Iggy Pop pegou gosto pela coisa dum jeito que foi o PREMERO a fazer "stage-dive" Hoje em dia isso é chamado Erroneamente de mosh. Ainda não entendeu? Assiste ai.



Ok, esse foi um PUUUTA "mosh" sem noção AHuahAUAHUAHuAhAUAHuAhuAHAUAHUuha.

Iggy Pop era mais hããã cagão com altura digamos, então ele compensava fazendo coisas legais como rolar sobre cacos de vidro, baixar as calças para o público e vomitar no palco, chubiduba vai...rs.
Teve um tempo em que Pop não conseguia sair das drogas por nada, ficou internado em clínicas e chegou a se internar em um manicômio para tentar uma reabilitação. David Bowie vez ou outra ia lá visitar o cara, rola até uns rumores de que Bowie contrabandeava cocaína para entregar à Iggy...pra que inimigos né? rs

Os anos 90 foi foda! Pipocava trocentas bandas legais na rádio, começava a onda grunge, o rock estava nas ondas do rádio!! E ninguém mas lembrava que o Iggy Pop tava vivo....até o cara renascer das cinzas com a música que eu mais curto, e aposto que muitos ai também!



Dai pra frente pintou trocentos shows, polêmicas e novos CDS. Mas é tanta coisa relevante que não cabe aqui...sério!

O legal de mencionar é que depois de um acidente em março de 2010 no qual Iggy se atirou do palco e a platéia não o segurou deixando-o cair no chão.... Iggy anunciou que não faria mais stage-dive, que de qualquer forma estava velho demais para fazer essas coias, mas já fez em trocentos shows...ele num guenta. aHuahaUhaUAHUAhAUaHuaaHUaHua

Agora eu vou durmir por que eu to com um sono bicho...

Let´s Rock!
Duende Amarelo

sábado, 18 de dezembro de 2010

Tron O Legado


Uaréview
Por Monitor

Pra mim, o nerd que nunca viu Tron não merece ser chamado de tal alcunha.Tron foi responsavel por muitas novidades, tanto no cinema como na computação grafica. Anteviu de certo modo as redes sociais, já que dentro da Rede os programas se assemelhavam com as pessoas que os criavam, os cenários completamente digitais, a ação de video games usados em filmes.Mas por um motivo bizarro, Tron nunca foi popular. Mas não precisa ser um produtor de Hollywood para saber que a serie tinha muito potêncial a se extender.E depois de quase 20 anos (ou mais) e uma divulgação monstruosa da Disney durante 3 anos Tron Legacy (ou Tron O Legado como é conhecido nestas terras) chega para demostrar que o filme tem seu valor, e fazer justiça em relação ao classico de 82.Pode conter spoilers involuntários.


Bem vamos a historia.O ano é 1989, e Kevin Flynn (Jeff Bridges) conseguiu transformar sua grande aventura dentro da rede em uma marca multimídia bilhonária e elevou seu amigo cibernético Tron(Bruce Boxleitner) a status de super herói.Mas um dia Flynn desaparece e deixa seu jovem filho Sam (que quando fica mais velho é interpretado por Garrett Hedlund)sozinho, sendo protegido por Alan Bradley (também Bruce Boxleitner)e ficando com toda a resposabilidade de assumir a empresa Encom no futuro.Mas os anos passam, Sam fica mais velho, e mesmo tendo a maioria da empresa sobre seu controle , não tem poder de decidir de fato o que a empresa faz ou deixa de fazer, deixando ciontra sua vontade nas mãos de um presidente inescrupuloso e de Edward Dillinger (Surpesa!!!! Feito por Cillian Murphy), filho do corrupto Ed Dillinger (David Warner), um dos vilões do primeiro filme.

Mas um sinal de vida de Kevin é enviado, fazendo que Sam visitasse o antigo fliperama do pai e entrando dentro do misteriso mundo conhecido como "A Rede", onde os personagens de sua infância como Tron viviam.Mas ao chegar lá, p´recebe que o mundo maravilhoso descrito por seu pai também é muito perigoso, em especial ao encontrar Clu (Jeff Bridges), programa criado dentro d'A Rede que dominou tdo aquele universo e o comanda a mão de ferro e também fisicamente identico ao pai quando jovem.Lá dentro ele enfrenta o misterioso Rinzler numa arena de lutas, mas é salvo por Quorra (Olivia Wilde, num estado de fofura suprema) aparentemente a unica pessoa contra o regime.Mas além disso, ela é a protegida e assistente de seu envelhecido pai.

Tron, no geral, sempre foi sobre controle. Controle da cidade, controle da empresa, controle sobre seu destino e sua vida.E o filme retorna a esse conceito no sentido mais filosófico da coisa.Clu foi criado para que pudesse desenvolver ao maximo as capoacidade da Rede e criar um mundo perfeito.Mas só que não havima planejado a possibilidade de ter sem querer criado vida artificial.Clu fica revoltado por saber que seu objetivo foi cumprido sem a sua ajuda e decide fazer um motim, matando Tron (mas não se preocupe, ele volta, como? Vejam o filme!) e destruindo os ISOs, a vida artificial criada.

Já Kevin, elevado de vez ao nivel de Deus dentro do mundo de Tron, criou seu Diabo ao seu espelho, e se obrigada a ficar acoado e agir nas sombras pois cada vez que se aproxima de sua contraparte ela fica mais fortalecida.Com a chegada de Sam naquele mundo, os Flynn são obrigados a agir, pois o obejtivo de Clu é expandir seu protocolo para nosso mundo também.Mas o que ele não entende, por ser o ultimo resquicio das antigas programações do primeiro filme, é que não há nada mais perfeito do que dar vida, criar algo de fato, sem duplicar ou seguir códigos binários.

Sobre o elenco, todos estão impecáveis.Jeff Bridges não precisa fazer esforço rpa ser fodão, Olivia Wilde, como já disse acima, está uma radiante e simpática como Quorra, Michael Sheen incorpora o playboy Castor com pintas de Ziggy Stardust e Mick Jagger, e Gem (Beau Garrett) encorpora bem a femme fatalle, mesmo com uma participação menor.Garrett Hedlund, a revelação do filme, é um dos poucos casos atuais onde um ator considerado revelação não parece uma tábua lendo um texto.Não que ele a ganhar um Oscar ou algo do tipo, mas ele faz bem o seu papel.Falando rapidamente sobre o que não curti, senti falta de um melhor desenvolvimento de quem é Sam Flyyn adulto no começo do filme.

As cenas de ação está maravilhosas de ver, mudando por estático charmoso do primeiro filme para algo mais limpo, e ao mesmo tempo mais bonito e excitante.Além de expandir os veiculos, indo das motos classicas, a carros, naves, trens.As cenas de ação são muito bem elaboradas, e com 3D funciona ainda mais.O unico "problema" é o rejuvenecimento trazido por Clu.Apesar de ser uma evolução na tecinica bastante evidente, de certo modo ainda parece falso, faltou algo que desse a sensação de aquela pele ser humana de fato.

Destaque para a sensacional trilha sonora perfeita do Daft Punk, que se uniu ao filme de maneira que não tem como pensar no filme agora sem ouvir alguma musica da trilha dele na mente, que muitas vezes se mistura com o som ambiente da historia como se tudo fosse musical dentro daquele mundo.Apesar de que meu lado tiozão falou mais forte quanto tocou Separete Ways do Journey (do qual ainda acho que seja a melhor musica do filme HAHAHAHAHA)


Mas o que podemos falar no geral sobre o filme? Ele é bom? Ele é ruim? Ele é vazio como muitos dos chamados "criticos" dizem? Não. Posso fazer uma comparação (e até o filme sacaneia isso em um momento) com o Star Wars clássico, onde dentro de uma historia enxuta e simples há inumeros elementos mais complexos.Não há só o lado filosófico sobre religião, mas vai até o relacionamento entre as pessoas, no mundo real e na internet,a preconceito, e novamente sobre controle, e as possibilidades positivas sobre tê-lo, não para comandar, mas sim para termos a oportunidade de levar algo de bom as pessoas, e se sentir vivo a partir do momento que você compartilha felicidade, algo que não pode ser programado, só sentido.

Nota: 9.0

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Podcast Uarévaa #25 - FICÇÃO CIENTÍFICA - Parte 1


Vida longa e próspera e
que a força esteja com você!!


Nesse pod, Freud, Marcelo, Rafael, Shazam e nosso camarada Luiz Modesti falam sobre Sci-Fi, audaciosamente indo onde.... todo mundo já esteve.

Ouça esse podcast feito há pouco tempo atrás, numa galáxia... err...  
Na mesma que a sua, porra!!




(Clique na imagem com o botão direito do mouse
e depois em "Salvar link como..")


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E agora tamo até no iTunes, rapá!!!





Comentado no Podcast

- Posts do Freud Explica falando de Star Wars VS Star Trek e Buracos de minhoca.



Comente ai no post ou mande seu e-mail (contato@uarevaa.com) com críticas, elogios, sugestões, cagações de regra e tudo mais sobre nosso podcast!!

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Dragon Ball Retorna... De novo. ¬¬

Olha só quem está de volta! Não, ainda não é Jesus Cristo, bem longe disso (nada pessoal, Thiago). Nosso onipresente leitor mais uma vez colabora com a gente no De Fora, leia aí, e não fica de bobeira não, mande o seu De fora da Panela também, para contato@uarevaa.com que a gente publica!

Oia eu aqui outra vez aqui no Uarévaa para mais uma matéria com mais conversa nos coments do que coments sobre a matéria, hauHAIhaiHAIah!!!

Você sabia que Dragon Ball está sendo publicado novamente no Japão?



Sim... após apelo dos fãs e apelos desesperados da editora Shueisha, Akira Toriyama autorizou (sim, só autorizou) a Shueisha (editora que lançou Dragon Ball, Cavaleiros do Zodíaco, Naruto etc) a trazer na sua nova antologia semanal para crianças Saikyou Jump (eita nominho) Dragon Ball de volta a fim de alavancar as vendas, pois por maior que seja One Piece (atual caça-níquel) eles não conseguiram alavancar tanto as vendas quando na época de Dragon Ball.

Com os desenhos de Ooishi Nato (que já trabalhou com Dragon Ball em especiais) a nova série focará no treinamento do Goku e Kuririn com o Mestre Kame (o maior pegador de todos, Todos, TODOS!!!).

Esse spin-off estreou no começo do mês e praticamente o mundo estava a espera. Como essa nova revista é pra crianças em idade pré-escolar, não esperem muito por pancadaria, porrada, destruição em massa e batalhas “massa veio” (se tiver que pagar royalties por essa frase não me responsabilizo) costumeiro, será uma história com uma pegada mais leve.

Eu li o primeiro capítulo com exclusividade na importadora (não a do falecido agora renascido Ultra) INTERNETS e digo que o traço está muito bom, parece até uma versão atualizada do traço do velho Toriyama, a coloração feita em Photoshop está boa, mas... como disse acima: “A revista é para crianças em idade pré-escolar”, então a história e leve mas é Dragon Ball! Só o nome já vale seu peso em ouro e já vi vários fãs xiitas endeusando Toriyama tanto quanto o Grant Morrison e David Fincher juntos.

Já ia esquecendo, antes de me julgar, lembre-se que quando Akira Toriyama atendeu ao desejo dos fãs e da Shueishsa, saiu Dragon Ball GT, haIUHAiuahiuAHiuIAHIuhIUAHIahiAHaIAHIUahi!!!

Fiquem com umas páginas dessa nova aventura atrás das esferas do dragão:







E aí... foi bom pra você???? Hehehe!!!

Recadins:

- Dessa vez não farei propaganda do meu blog Santo Thiago, podem ficar aliviados.

- Pessoal, comenta, comenta e comenta bastantão assim ó
\                                                                      o                                                              /

- Façam campanha para Thiago MC no Uarévaa (sim... sou safado)!!!

























Ah... acharam que ia ficar sem o videozin né?? Pois não se livraram, hehehe.

Dessa vez trago um remix do famoso: É mais de 8000:









Fui!!!