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sexta-feira, 8 de julho de 2011

Podcast Uarévaa #53 - Filmes baseados em Games


QUANTOS MÁRIOS TEM AQUI?

Zenon, Duende Amarelo, Marcelo Soares, Moura e Vini relembram os mais variados filmes baseados em games, verdadeiras pérolas da sétima arte. Será que tem algum que se salve?

E no Momento Uarévaa, nada de comentários nem notícias, só uma bagunça fodida, rs..



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E tamo até no iTunes, rapá!!!


Comentado no Podcast

- Kratos, de God of War, citado pelo Duende



- Talisa Soto como Kitana....



- .. e como Vampirella.



- Cida Marques antes...



- .. e depois.



- Trailer de Full Throtlle, um dos games que dariam um filme foda!!



- Filme do Pac Man



- Jogo do Bruce Willis



- Filme de Dungeon Siege: clique AQUI

- Beleza de Tekken: Clique AQUI

- Bizarrice mostrada pelo Vini, o Sapão do Uarévaa.. Veja por sua conta e risco clicando AQUI

- Pra fechar, mais uma Vampirella procês: Lesley Culton.




Comente ai no post ou mande seu e-mail (contato@uarevaa.com) com críticas, elogios, sugestões, cagações de regra e tudo mais sobre nosso podcast.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Grandes Astros Superman - O Filme


Uaréview
Por Monitor

A linha de história "All Star" foi criada para que grandes escritores e desenhistas da industria de quadrinhos pudessem escrever as histórias que quiserem com os personagens da DC Comics, sem nenhuma amarra criativa e/ou cronológica. O que ninguem imaginava é que no processo Grant Morrison e Frank Quitely criariam a historia definitiva do Superman para esta década. Com a chegada do filme em animação, a dúvida seria se a adaptação faria jus a historia original.

Mas antes de responder essa pergunta, vamos a história: graças a uma exposição extra a radiação do sol, maquiavelicamente planejada por Lex Luthor (voz de Anthony LaPaglia), faz que Superman (voz de James Denton) receba radiação solar demais que faz suas celular se sobrecarregarem de poder, ou seja, lentamente ele está morrendo de radiação solar. Em seus últimos dias de vida, ele decide se abrir com Lois Lane (voz de Christina "MAD MAN" Hendricks) sobre sua identidade, e por esse caminho faz suas maiores façanhas, sem saber que Lex Luthor tem planos para acelerar sua morte e finalmente dominar o mundo.



O filme, como adaptação, tem singelas diferenças que tornam, como toda boa adaptação deve ser, algo que complemente a obra original, ao mesmo tempo que torna o filme uma obra individual em relação a HQ. O filme se foca muito mais no triangulo Superman-Luthor-Lois e a importância do Superman para o povo da terra, como símbolo e os porques dele ser o herói definitivo. O finado Dwayne McDuffie fez um ótimo trabalho em selecionar as cenas icônicas certas para que a trama seja realmente a despedida/ultimo sacrifício de Superman para seu mundo natal enquanto serve também de exploração da personalidade e psique das pessoas de seu mundo.



Um lance que eu achei bacana é que ter dado um novo significado e elo com a trama do fato de ter "All Star" no titulo. Se antes era em relação aos artistas, aqui a evidencia que o Superman é a "Estrela Maior" se torna mais forte, e aí volta a um estilo Morrisoniano, que utiliza o teologismo para demonstrar a divindidade de Superman como entidade do bem, e que retoma temas teologistas como Sol sendo louvado como primeiro "Deus" da humanidade. Por isso é importante que na divulgação do filme e para a história a relação do Superman com o Sol.



No material cortado, saiu Kandor, saiu a edição do Jimmy Olsen (apesar de que o filme continua com a interpretação mais diversificada do personagem), e deixaram de fora Bizarro/Zibarro, que é uma parte foda na revista mas que realmente não teria espaço no filme. Outra coisa boa é que a arte de Frank Quitely foi transposta perfeitamente para a mídia animada, deixando um ar de sofisticação e maturidade, como por exemplo a arte em Aeon Flux.



No fim das contas, Grandes Astros Superman é tão impactante e emocionante quanto a revista original, e continua sendo um resumo básico e poderoso do que é Superman e o que ele representa.


NOTA:9.5

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Transformers 3 - Dark of the Moon


UARÉVIEW
por Zenon



Antes de começar com o review vamos deixar uma coisa bem clara: se você pretende assistir ao 3º filme da franquia Transformers, desligue o seu cérebro e guarde-o por algumas horas na lixeira da entrada da sala de cinema (tudo bem que 90% do pessoal daqui já vive 24 horas com o cérebro em stand by, então não vai ser tão difícil assim, né, ;D ), afinal estamos falando de um filme onde alienígenas robôs gigantes que se transformam em veículo invadem a Terra.

É difícil comparar Transformers com qualquer outro filme de ação, já que não existem tantos blockbusters com temáticas robóticas por aí. Tipo, atualmente temos um porrilhão de filmes de super-heróis, logo, esse acaba virando um gênero de filme que pode ser comparado entre si. Por isso vamos usar como critério de comparação os dois primeiros filmes de Michael Bay com os robôs gigantes.

Logo de cara eu adianto que esse é o melhor filme da trilogia. Sim, todas as “Bayzisses” estão lá: explosões a cada cinco segundos, perseguições em alta velocidade e cidades sendo destroçadas, MAS – ênfase no “mas” – o diretor ousou um pouco mais dessa vez. Mais pra frente explico por que. Primeiros vamos à trama.

A primeira cena nos leva para 1961, 8 anos antes do primeiro homem chegar à lua. A NASA identifica uma movimentação na atmosfera e recebe uma notificação sobre um grande impacto em solo lunar. Daí, passam-se 8 anos até os americanos conseguirem mandar Neil Armstrong (não confundir com o trompetista Louis Armstrong) e o outro astronauta que ninguém lembra o nome até a lua. A missão deles era muito maior que esfregar na fuça dos russos a pegada do Armstrong em solo lunar. Na verdade eles foram enviados para estudar o que Papai do Céu havia jogado na lua, e qual não foi a surpresa dos astronautas quando se depararam com uma enorme nave espacial desabitada.

[corte]
Depois disso eu tive que sair da sala de cinema porque a “sensacional” mocinha do Burger King esqueceu de colocar meu refri pra viagem, mas me disseram que não perdi nada importante.
[/corte]

“ Mas e a porra dos robôs gigantes?” talvez um impaciente leitor questione. Bom, os Autobots agora vivem felizes, contentes e saltitantes entre os humanos fazendo trabalhos para a inteligência americana. Enquanto isso, Sam Witwick (Shia LeBeouf) está naquela conhecida labuta de quem acabou de sair da faculdade. Pobre, com um carro velho e procurando uma vaga no mercado de trabalho enquanto ferve a cuca com sua bela namorada Carly (Rosie Huntington-Whiteley) que está trabalhando pra um multimilionário galanteador que coleciona carros (entendeu a ironia do destino?).

 É justamente depois de um ataque mortal de um Decepticon que Sam percebe mais uma vez que os robôs “do mal” planejam invadir e Terra e blá, blá, blá... o resto cês já sabem.

 Muita gente (principalmente da ala masculina) reclamou quando Michael Bay deu um pé na bunda da Megan Fox depois que ela comparou o ex-chefinho a Hitler. Disseram que essa era a única coisa boa no filme, que sem ela o filme perderia metade da graça e mimimimi...
Quer saber? Não fez falta nenhuma! Convenhamos, vamos lembrar qual era o papel de Megan Fox nos dois primeiros filmes:






Acho que na descrição de personagem que deram pra ela estava escrito: “ Apenas seja gostosa. “
Isso é ruim pra cuecada? De forma alguma! Mas parece que Michael Bay fez questão de esfregar na cara da morena que a personagem dela poderia ter sido muito mais útil na trama e eu explico o motivo.
Primeiro que Rosie Huntington-Whiteley não perde em nada em beleza pra Megan Fox. E segundo porque a personagem da loira teve uma participação MUITO mais relevante que a moçoila teve nos dois primeiros filmes inteiros.

Eis a substituta.
 Aliás, os homens hão de concordar comigo que essa troca só favoreceu ao Shia LeBeouf, né?! A mãe de Sam até faz uma piada relacionada a isso. Em determinada cena, ele briga com a namorada e vai pedir conselho aos pais e a mãe relembra que ele já perdeu uma linda garota antes e que se perder mais essa dificilmente vai conseguir outra, a não ser que ele seja bem dotado. :P

Bom, lembram da nave espacial que havia caído na lua? Pois é, os Autobots vão até lá e descobrem que aquele é um módulo que conseguiu fugir de Cybertron logo que eles perderam a guerra, e dentro desse módulo há um outro Autobot conhecido como Sentinel que era um dos pica-grossa antes do Optimus. Junto com ele vem também a verdadeira intenção de Megatron, que retorna a Terra (mesmo que meio capenga) com o objetivo de anexar o planeta devastado dos robôs à Terra e transformar os humanos em escravZzZzZzZzZzZz...
Lógico que isso não agrada a patotinha do Optimus que se afeiçoou aos humanos e é por isso que rola a treta.


E é nessa treta que o filme fica mais bacana. Por um curto período de tempo os Decepticons aparentemente dominam o mundo e começam a escrotizar geral, matando uma porrada de gente... mas... peraí! Eles queriam escravizar os humanos, mas daí começam a matar geral? Pois é, José! Também pensei nisso.



Enfim, o nível de violência nesse filme é bem maior que nos outros, já que por diversas vezes aparecem cenas de pessoas mortas e literalmente explodindo na tela com os canhões lasers dos robôs “du mal” com direito a ossinhos caindo no chão. A porradaria entre os robôs também é melhor que nos outros filmes onde tudo era muito confuso, além de terem trocado o óleo preto que jorrava dos robôs desmembrados por óleo vermelho muito próximo do aspecto de sangue. Claro que as piadas ainda estão lá, mas um pouco mais inteligentes e sem nenhum robô com bolas penduradas entre as pernas.

Aliás, algumas cenas até me surpreenderam.

ATENÇÃO! A descrição a seguir pode ter spoiler. Selecione o texto para lê-lo.

Por exemplo: tem uma cena que a Carly fica frente a frente com o Megatron e daí o Megatron diz que o Sentinel – que é um traidor dos Autobots e que está pouco se fodendo pra raça humana - está apenas preparando o terreno pra ele, e que o Sentinel é seu maior trunfo e tal. Daí a moçoila olha pra ele e solta uma frase do tipo: “ Você não percebe que no final você só vai ser a PUTA dele? “
O_O eitcha! Lógico que na legenda saiu algo do tipo “ Você vai ser o feio, bobo e cara de melão dele”, mas beleza.

O legal também é que nesse filme os humanos servem pra mais coisas além de ser esculachados. A convivência dos humanos com os robôs permitiu que os humanos tivessem uma relevância maior se tratando em táticas de guerra que fazem diferença na hora de destruir alguins inimigos ao invés de serem os homenzinhos que serão pisoteados.

Então, se você pretende assistir Transformers 3 já saiba que você, basicamente, assistirá mais do mesmo, mas com algumas melhorias em relação aos anteriores.

Nota: 5,5

terça-feira, 5 de julho de 2011

Veja como ficaram os games Shadow of the Colossus e ICO com visual HD!



Fala, molecada!
O Arcade Nóe de hoje vai falar de dois clássicos do Playstation 2 que foram convertidos para HD, e agora jogável no sistema PS3.
Estamos falando, obviamente, de Ico e Shadow of the Colossus, dois games que fizeram história na versão anterior e agora totalmente remasterizados.
Let´s play!
 
 
 
E essa fama se deve a sua história que ao mesmo tempo é simples e grandiosa!
Lembro que ver os monstrões andando pela primeira vez foi um grande e agradável impacto! O personagem principal não cativa tanto, até porque a dificuldade em relação à linguagem (que no game é em japonês) é um agravante. Mas de resto o game é muito bom e até com certa dificuldade de jogo, pois matar os bichos é uma tarefa dura.
Eu não joguei muito o Ico, mas lembro que é um jogo muito bom também e agora que ambos serão convertidos para uma definição melhor certamente ficaram ainda mais incríveis. Ico foi o primeiro game criado pela produtora e Shadow seguiu como se fosse uma sequência.
O game conta a história do protagonista com mesmo nome, um corajoso garoto que nasceu com chifres e, por isso, foi isolado de seu povo em uma enorme fortaleza. Lá, ele conhece Yorda, uma princesa que também é mantida encarcerada por sua própria mãe e que tinha planos macabros em relação à jovem.
Já em Shadow of the Colossus, o protagonista é Wander, um garoto cujo único objetivo é trazer a jovem Mono de volta à vida. Para isso, ele é incumbido de derrubar os Colossis, entidades gigantescas feitas de pedra e limo, que dão um baita trabalho ao jovem guerreiro e sua fiel montaria, o cavalo Agro, que tem que percorrer todo o grande cenário atrás destas criaturas.
Além do visual melhorado, o relançamento desses títulos serão compatíveis com a tecnologia 3D do Playstation 3 e são uma espécie de "esquenta" para os gamers para o lançamento de The Last Guardian, o projeto que ainda está meio enrolado para sair. Provavelmente esse game seja lançado só no ano que vem e pelas poucas imagens e trailers que foram liberados, é impossível dizer se ele manterá a mesma qualidade de jogo de seus antescessores.



O pacote com os dois jogos (aqui eles estarão no mesmo blu-ray) será lançado no dia 22 de setembro deste ano e são exclusivos para o PS3.

Enquanto esperamos pelo lançamento, a Sony atualizou o site japonês e liberou dois novos vídeos, um para cada jogo que podem ser vistos nos vídeos abaixo:
 



É isso aí! Aguardamos anciosamente pela vinda desses jogos, porque com certeza serão cofre!
Até a semana que vem!


Curta Você Também: Superbaroco (2008)



Cinema é uma arte de criatividade acima de tudo, de usar recursos de forma a gerar efeitos e significados tanto psicológicos quanto imagéticos. É o que encontramos no curta-metragem Superbarroco, da diretora Renata Pinheiro.



Conhecida por sua atuação como diretora de arte dos filmes Baixio das Bestas, A Festa da Menina Morta, Amarelo Manga, Feliz Natal e Estamos Juntos, Pinheiro nos mostra a jornada de um personagem sem nome, interpretado pelo paraibano Everaldo Pontes, desde o inicio em um lixeiro atrás de materiais para fazer um bolo, passando pela confecção da comida, até uma inusitada festa de aniversário. Contudo, o mais interessante do filme é o experimentalismo utilizado pela diretora com projeções de imagens pré-gravadas em cena, de forma a tornarem pessoas que não estão lá de fato em companheiros de atuação.

O recurso é muito bem utilizado como uma forma de flashback ou materialização de memórias do protagonista, que junto com os “fantasmas” de sua mente se prepara para uma comemoração bem peculiar. Além da boa direção, o curta também conta com a força da interpretação de Pontes, onde gestos e expressões se tornam um grande espetaculo para a pintura montada por sua diretora e seu fotógrafo, Pedro Urano inspirado trazendo belas passagens.

Não é a toa que o filme foi exibido na Quinzena dos Realizadores em Cannes, 2009, e ganhou o prêmio de melhor curta no Festival de Brasília no mesmo ano. Fiquem com o vídeo (abaixo) e dêem suas opiniões nos comentários sobre essa pérola de forma irregular cinematográfica.


SUPERBARROCO from Aroma Filmes on Vimeo

Serviço:

Título: Superbarroco
Duração: 17min08s
Gênero: ficção
Direção: Renata Pinheiro
Elenco: Everaldo Pontes
Produtora: Aroma Filmes
Ano: 2008

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Suspiria

“Má sorte não é trazida por espelhos partidos, mas por mentes partidas”
Suspiria





Tema Macabro




A existência do mal é sempre um tema interessante a ser discutido. Não é por acaso que é um tema universal na ficção. Não vem ao caso discorrer aqui sobre as possibilidades de que o mal seja de fato uma entidade, ou que existam pessoas que visem realmente apenas o mal. No gênero de terror, as histórias mais interessantes geralmente envolvem um mal sobrenatural e além do ser humano (que serve como catarse – afinal, fica fácil querer o fim de algo que você acredita não ter chance de redenção, sem se preocupar com nenhum remorso advindo deste sentimento), por isso mesmo as histórias de terror estão cheias de narrativas sobre este “mal”, seja na forma de vampiros, espíritos, zumbis, lobisomens, monstros ou Bruxas. E foram as bruxas o elemento encontrado pelo cineasta Dario Argento representar o mal em um dos seus filmes mais cultuados: Suspiria.

Susy Bannion é uma bailarina que decide aperfeiçoar seus estudos numa das maiores academias da Europa, a Academia de Freiburg, na Alemanha. Chegando lá, ele acaba conhecendo o local, os funcionários e as colegas e tudo parece normal. Até que (obviamente, ou não haveria história) coisas estranhs começam a acontecer na academia, além de mortes de alunos e colaboradores do local. Não demorará muito para descobrir que Susy se meteu em um lugar onde a realidade é regida por um mal antigo e aterrorizante: a Bruxaria.



Embora a filmagem em si pareça datada, é na estética e na narrativa que Suspiria encontra seu ponto forte. Mesmo com uma história simples, o filme consegue ser complexo e diferente, mesmo para os dias de hoje. Para os apreciadores mais novos do gênero, talvez mais acostumados a um estilo mais realista possível, Suspiria pode parecer completamente bizarro e surrealista. Mas é exatamente essa a ideia: fugir completamente do padrão de realismo e apresentar uma fantasia gótica perturbadora, com uma atmosfera onírica tanto na estética visual quanto sonora. Um filme que mais parece um pesadelo. Isso é Suspiria.


Curiosidades:
- Suspiria é o primeiro de uma trilogia de filmes que são e não são ao mesmo tempo uma sequência. Essa trilogia é conhecida como das “Três Mães”, e inclui os filmes Inferno (1980) e Mother of Tears (2007). Os três filmes, apesar de não serem sequências diretas, se passam dentro de um mesmo “universo” onde lidam com um triunvirato de Bruxas ancestrais (sendo que cada filme apresenta uma das “mães”);
- A trilha sonora foi composta toda praticamente pela banda de rock Italiana Goblin;
- Dario Argento está produzindo um remake americano de Suspiria;
- O estúdio japonês Gonzo também anunciou um remake de surpiria, no formato Anime;
- 2 bandas, uma de trash metal norueguesa e uma de gothic rock britânica têm seus nomes por causa do filme. Além disso, diversos álbuns de bandas usam o título do filme.

Na próxima Madrugada:
Um clássico cult para a Semana do Rock do Uarévaa: Rocky Horror Picture Show.

Fúria Verde - O Incrível Hulk



O Hulk foi criado por Stan Lee e Jack Kirby em 1962 para a editora Marvel comics, veio na fila de personagens com sentimentos mais humanizados, mais pé no chão e nem um pouco perfeitos. Diferente dos outros super-heróis, ele é um monstro incontrolável, nem um pouco heróico, que não procura salvar a terra ou mesmo defender os fracos e oprimidos.


“Enquanto isso, na banda desenhada...” É uma seção que traça um paralelo entre o universo real e o mundo dos quadrinhos, analisando como as duas realidades afetam uma à outra, trazendo informação e estimulando a reflexão acerca dessa 8ª arte.

Cinza à Cinzas

Enquanto o Hulk é uma criatura de pura fúria destrutiva irrefreável, Bruce é uma pessoa inteligente e sensível. Nitidamente inspirado no livro The strange case of Dr. Jekyll and Mr. Hyde (O médico e o monstro), do escritor escocês Robert Louis Stevenson, O pobre doutor Jekyll passa a aflorar o terrível Mr. Hyde após ingerir uma fórmula em seu laboratório. O livro retrata a natureza dual da personalidade humana, onde ninguém é inteiramente bom, nem completamente mau. Todos carregamos os dois pólos, o positivo e o negativo. Mas, às vezes, um dos lados se sobrepõe.

Podemos também traçar um paralelo do personagem com Frankenstein, o mítico personagem de Mary Shelley, visto como a encarnação do medo do homem que desafia a Natureza com experiências temerárias. O século XIX, tendo necessidade de reagir ao século das luzes, imaginou histórias fantásticas como essa da criatura que foge ao criador, causando mil e uma confusões.

Como Frankstein e Mr. Hyde, o Hulk está intimamente ligado ao contexto de sua época, desta vez à guerra fria, no medo da ameaça nuclear. O Homem Aranha é picado por uma aranha radioativa, o Quarteto Fantástico é banhado pela radiação cósmica, como não podia ser diferente, numa experiência secreta de uma bomba por ele criada, o físico nuclear Robert Bruce Banner foi submetido a forte radiação gama que o tornou capaz de se transformar em um aterrorizante monstro verde.

Para entender Bruce Banner, temos de conhecer seu pai

Brian Banner era abusado física e psicológicamente pelo pai. Cresceu com um trauma psicológico muito forte, acreditando que tinha herdado um gene de "monstro", decidiu então não ter filhos temendo fazer a mesmo que seu pai. Casou-se com a bela Rebecca ainda na faculdade de física, onde foi o aluno mais novo a conseguir seu Ph.D. em física.

Devido a sua inteligência acima da média, foi chamado para trabalhar em um projeto do governo que buscava uma fonte limpa de radiação nuclear. A pressão do trabalho o jogou nos braços acolhedores do álcool, tornando-o cada vez mais violento e descuidado. Um belo dia, devido ao seu estado de embriagues, Brian causa uma sobrecarga no equipamento e destrói anos de pesquisa. Expulso do projeto após passar por uma corte marcial, sua vida é só ladeira abaixo. Mas o pior ainda estava por vir. Sua esposa anuncia que esta grávida.

Temendo que o acidente radioativo que sofrera tivesse deixado alguma seqüela, aliado ao seu frágil estado mental, passou a hostilizar o próprio filho achando que o mesmo era um monstro. Cansada de apanhar do marido e de ver o sofrimento do filho, Rebecca tenta fugir, mas é impedida por Brian, que após uma violenta discussão, a mata. É neste momento, ao ver sua mãe ser assassinada por seu pai, o pequeno Bruce fecha todas suas emoções e a mente dele começa a se bifurcar.

Quinze anos mais tarde, Brian é solto da instituição psiquiátrica que foi condenado pela morte da esposa, e diante do túmulo de Rebecca, novamente hostiliza seu filho. Enfurecido e temendo pela própria vida, Bruce reage e acidentalmente o pai bate a cabeça na lápide da falecida esposa e morre. A polícia atribuiu a morte a um acidente, pois a chuva havia apagado as evidências. Bruce reprimiu em seu subconsciente todo o ocorrido.

Anos se passaram, a genialidade do Doutor Robert Bruce Banner fez com que o projeto da Bomba Gama fosse aprovado. Na base de testes do novo México, conhece Betty Ross o amor de sua vida. O pai da moça, o General Ross tinha desprezo pelo Físico Nuclear que era quieto, com um fraco porte físico e um emocional abalado, sendo muito tímido e reprimido. Essa antipatia se intensificou quando percebeu os sentimentos da filha.


Durante o primeiro teste da Bomba Gama, Bruce notou que um civil violou a segurança da base e entrou na área em que ocorreria a detonação da bomba. O Doutor pede ao seu colega Igor Starsky que atrase a detonação e corre para retirar o inconseqüente rapaz, porém, sem que ninguém soubesse, esse seu colega era secretamente um agente russo e como tal, nada fez para atrasar o teste, já que não desejava o sucesso do projeto.

Notando que os testes não foram interrompidos, ele só tem tempo de jogar o jovem Rick Jones em uma vala antes de ser atingido pela detonação. Mesmo absorvendo toda a radiação, Bruce por alguma razão desconhecida não morre, mas passa a se transformar no terrível monstro Hulk, uma faceta de sua própria personalidade reprimida durante sua vida é exteriorizada pela radiação, agora na forma de uma criatura super forte e livre de freios morais. Um monstro de fúria incontrolável.

Curiosidades.

- No seriado de TV, os produtores acharam que Bruce era um nome muito afeminado e mudaram para David. Que na minha humilde e correta opinião chega a ser pior... Deviam ter colocado Alex, esse sim nome de macho!

- Stan Lee inicialmente queria que o Hulk fosse cinza, mas devido à incapacidade das gráficas da época, teve de se contentar com o verde. Perdeu Tiuzão!

A seguir: Hulk, Vida e obra.

domingo, 3 de julho de 2011

PalhetadA

Semana passada eu falei sobre as trilhas Rock and Roll em jogos de vídeo-game...hoje eu vou falar de um CD que eu achei aqui na minha CDTECA “Saturday Morning Cartoon’s Greatest Hits”

Cara, sério...fiz essa matéria com um cheiro de Nostalgia meo. Confere ai que eu garanto a qualidade dos sons! Preciso falar mais?


Ok, então eu falo! Mesmo você não lendo porra nenhuma...ahuahuauhahuahua.

Seguinte, esse CD é ALTAMENTE recomendável ter na coleção, por que ali dentro estão gravadas versões chubidubas (peguei o termo emprestado Alex) de temas de desenhos animados!! Yeah!!

E digo mais hein? São versões FODAS produzidas por bandas famosas como Ramones, Helmet, Sublime, Collective Soul, Sponge entre outras.

Vou abrir a matéria coma música que abre o CD...“Liz Phair with Material Issue - The Tra La La Song”



Quem ai nunca cantarolou esse refrão hein? =D

O Sponge também deixou uma gravação foda de um dos desenhos que eu curtia muito. O Tema de Speed Racer!



Go Speed Racer, go speed racer! Cara quando eu era muleque eu tocava esse solo *_* vou ter que tirar isso de novo!!

Cara não tem muito o que enrolar pra fazer essa matéria é só colocar os sons mais fodas pra vocês conhecerem! Fiquei feliz pacas em ter desenterrado essa relíquia do fundo do baú aqui!

Da uma conferida na versão do Helmet pro Gigantor!



O Freud vai melar a cueca de lembrar disso ahuahuahauahuahauahua

Essa aqui é a versão pro Marinheiro mais famoso do mundo! Feita pelo “face to face”



Fodidamente bem arranjada hein? Você ai que tem banda até pensou em tocar vai, pode falar.

Vou encerrar com uma versão do Wax que eu acho que vale o CD (juntamente com a versão do Sponge) cara...esse som é MUITO FODA!!! Confere ai



Ahuahuahuahua divertido demais!!

Ah cara, é isso ai o que eu achei aqui no baú do Duende...quem tiver interessado clica na capa do cd ai.

Só queria deixar registrado que por causa dessa matéria eu perdi um Doritos que o Shazam me prometeu se eu escrevesse sobre Motown rs...semana que vem ela estará no ar cara!!

O que eu não faço por um Doritos!)

Let´s Rock
Duende Amarelo.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Podcast Uarévaa #52 - Ricardo Juarez


MANEEEEEIRO!!

Zenon, Duende Amarelo, Pin e Vini entrevistam o dublador Ricardo Juarez, a voz do Johnny Bravo, Taz, Capitão Átomo e muitos outros personagens.

E no Momento Uarévaa, Freud, Marcelo e Vini fazem a leitura de comentários e todas as firuladas de sempre...




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Comentado no Podcast

Timão e Pumba (dublagem em várias línguas)


Steven Seagal e toda sua simpatia.


Blue Dragon. Os "melhores" momentos da pior dublagem.

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CinemaScope: Transformers por Michael Bay


Com a chegada de 'O Lado Oculto da Lua' nessa semana, o CinemaScope vai relembrar a analizar a franquia Transformers feita pelo mestre, pelo homem, pelo Midas Michael Bay.Continua abaixo.


Bem, pra você que não sabe, vai um leve histórico: Transformers se originou de uma marca japônesa de brinquedos onde foi a pioneira em fazer coisas se transformarem em robôs gigantes.Mas só que até então não havia história nenhuma relacionada a eles, até que a empresa Hasbro levou a marca pros Estados Unidos, criou toda a história dos Autobots e Decepticons, e com a lei americana permitindo usar recentemente personagens de brinquedo em programas de TV, o desenho animado foi lançado dando a febre que dura até hoje.

Mas nos anos 2000 a Hasbro estava tendo problemas finânceiros, e buscando ampliar seus horizontes em termos de como vender seus bonequinhos, decidiu não só ficar nos desenhos animados e HQs, mas partir pra outras midias como games, e no caso que nos interessa, filmes.Com a sinpátia de Steven Spielberg ao projeto, a escolha do estúdio e dos produtores foi Michael Bay, recém saido do considerado seu primeiro fracasso comercial, A Ilha, que acabou aceitando pelo desafia de tornar aquele mundo real de fato.

Agora vamos a um recaptula dos filmes.Em Transformers (2007), vemos o jovem Sam Witwicky (Shia LaBeouf), um adolecente que tem problemas de adolecente: quer um carro, uma namorada, passar de ano na escola.Mas o que ele não sabe que seu recente carro na verdade é um alienigena disfarçado, que está em busca da All Spark, um objeto que pode acabar com a guerra que consome em seu planeta.A medida que os robos alienigenas, bons e maus, chegam a terra, o envolvimento do governo e do exercito fica maior, Sam descobre que seu tataravô pode ser a chave para as perguntas e para a resolução do conflito na terra.

Em Transformers: A Vingança dos Derrotados (2009), vemos o exercito e os Autobots (os caras do bem) numa caçada contra os Decepticons (os caras do mal) escondidos em nosso planeta.MAs no profundo espaço, Fallen, considerado o primeiro Decepticon, planeja um ataque maciço a terra devido a um dispositivo bélico escondido no Egito.A questão é que a All Spark dava acesso a ela,e como os poucos fragmentos que sobraram foram guardados fortemente, a busca dos Decepticons pelas peças aumenta, sem saber que Sam teve acesso a uma dessas lascas, que lhe forneceu toda a informação necessaria.

Bem, sobre o primeiro filme, ele tem muito mais uma vibe Spileberg do que os exageros que Michael Bay fez.A meta era estabelecer uma história reconhecivel para o grande publico para a partir daí introduzir os Transformers, na tentativa de fazer uma transição de temas que para o publico seja natural.Apesar de ter certos momentos forçados (golden shower de robôs, por exemplo),alguns plots em especifico mal feitos (a origem de Mikaela) e o pouco destaque pros Transformers em si, o filme conseguiu ser mediano e conseguiu geral grana o bastante para ter uma sequência, numa escala absurdamente maior, e por isso mesmo sem controle.

No segundo filme, temos como vantagem o fato de que temos um filme mais focado nos Transformers, e isso é mostrado nas variações de personagens (Shockwave!!!) e mais sobre sua mitologia.Além da ação ter se tornado bem maior, assim como a participação tática do exercito em conjunto aos Autobots. Mas de resto,o roteiro precisava ser polido urgentemente para tirar os muitos excessos da historia.Excesso do ridiculo, excesso de ação (que quem diria, te cansa), e uma hsitoria que não sabe o momento de acabar.Tinha boas intenções, mas a greve dos roteiristas fez tudo ficar pior.

Um dos aspectos que eu acho positivo nos filmes é um velho clichê de Michael Bay, que o mundo real faria sentido, que é a participação (e ponto de vista) do exercito no meio dessa guerra intergalática.Pra mim o filme dos Transformers poderia ter sido só isso: soldados mostrando seu ponto de vista dentro de uma guerra entre alienigenas na Terra.No terceiro filme a importância deles é vital.

No caso o personagem de Shia LeBeouf foi baseado no humano principal do G1, que trabalhava em uma contrutora, e que teve pedaços da sua personalidade juntados com um personagem bem estilo 'Amblim' dando o resultado visto nas telas.Hoje em dia não acho ele tão bundão assim (em parte por causa dos personagens que ele faz, incluindo Sam), é apenas um cara legal que interpreta bundões, diferente por exemplo do Michael Cera, que é um bundão que interpreta bundões.E ainda comeu a Megan Fox e meteu um chifre no Brian Austin Green #Respect

Fazendo uma homenagem aos personagens que aparecem em um filme e desaparecem no proximo: Ramon (Leo Spitz) um dos muitos alivios comicos do segundo filme (e o melhor deles, especialmente se tiver junto com John Tuturro), a especialista em tecnologia (e gostosa, tornando a caricatura ainda maior)Rachael Taylor ,feita por Maggie Madsen, e o personagem de Anthony Anderson(Glen Whitmann) ator que eu acho foda pra fazer comédias.

Pra finalizar, vamos falar sobre as mulheres.Megan Fox fazia Mikaela, gostosona da escola cujo pai era assaltante de carros e atual presidiario, que por falar merda demais e mexer com nazistas (porque Indiana Jones e Spielberg odeiam nazistas) acabou ficando de fora do terceiro filme, sendo subtituida pela modelo da Victoria Secret e o exemplo supremo de demonstração gratuita e sem motivo de sexualidade em Dark of The Moon, Rosie Huntington-Whiteley, que faz o papel de Carly, unica personagem humana do G1 que de fato aparece nos filmes, com algumas modificações, claro.

Bem, acabei por hoje.Review do Dark of The Moon (talvez) semana que vem.Inté!