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terça-feira, 27 de julho de 2010

Sushi de Sardinha

Serei no Moribito

Salve salve simpatia! Olha quem está cumprindo o prazo da matéria dessa semana! Meus chucchus, hoje vou dar mais uma dica de anime, pois estou numa preguiça lazarenta de buscar outra fonte. Hoje vou falar do último anime que eu assisti, o Guardião do Espírito Sagrado (Serei no Moribito). Curioso? então, sigam-me os bons!

Bem esse anime traz uma história meio clichê, porém contada de forma eficiênte e sem muito nhénhénhé. A história gira em torno de Balsa, uma guerreira que porta uma lança e é uma guerreira fenomenal. Ela busca a rendenção de seus pecados por tirar 8 vidas para salvar a sua. Então ela resolve salvar/ proteger 8 vidas sem tirar nenhuma em troca. A última vida que ela precisa proteger é a do segundo príncipe de um outro reinado. E é este principe que está possuído pelo Espirito Sagrado da Água, e está correndo perigo de vida (ou de morte como preferir).

Como podem ver, a história não é nada original, então porque assistir? Apesar de não ser muito original, a história se desenrola bem, e não cai em momento nenhum na banalização. Cada personagem tem sua motivação bem constrída, o que dá profundidade ao carater de cada um. E claro, as cenas de lutas são muito empolgantes!

Outro ponto que eu gostei muito, é o traço em si. Limpo e cheio de detalhes, principalmente em espaços abertos como campinas, florestas, montanhas e etc.

E também ele é bem curto, são 26 episódios de apenas 25 minutos em média. Então se você está cocando sem nada de legal para assistir, vá até a locadora mais próxima (ja postei o endereço de algumas muito boas anteriormente) e assista djá!

Referencia: Na plantação de arroz.

Baaaaaaaaaaaaanzai lol

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Eugenio Colonnese






Tema Macabro




No passado, HQs de terror eram comuns. Embora atualmente eles estejam voltando aos holofotes (especialmente agora que o cinema e os quadrinhos estão cada vez mais próximos), houve uma época em que eles eram a estrela da vez. Este tempo foi há décadas atrás, antes do Comics Code Authority instituir a infantilização das histórias em quadrinhos e sepultar o que havia de mais interessante nos comics americanos em meados dos anos 50: As histórias policiais, de ficção e terror.

Por muito tempo, os amantes do gênero ficaram órfãos de histórias do tipo, sendo que só em anos recentes pudemos ter acesso a novos materiais do gênero, como 30 Dias de Noite e personagens como John Constantine, que começaram com tentativas isoladas nos anos 80 (das quais podemos citar, como exemplo, Asilo Arkham de Grant Morrison e Dave Mckean e as HQs do Monstro do Pântano).

Mas não vamos falar dos anos recentes, e sim da época em que o terror nos quadrinhos teve sua era de ouro. Já falei sobre o período em posts anteriores, mas hoje quero dar destaque, não a uma história ou a um personagem, mas sim a um autor, que ajudou a consolidar os quadrinhos de terror brasileiros: Eugenio Colonnese.

Colonnese, filho de mãe Brasileira e pai italiano, era quase um cidadão do mundo. Começou nos quadrinhos na Argentina no fim da década de 40, e anos depois estabeleceu morada em São Paulo. Na época em que chegou aqui, os quadrinhos de terror eram “moda”, uma vez que, nos EUA, as histórias haviam encerrado suas atividades por conta do Comics Code, mas ainda havia muito material não publicado por aqui, que começou a aparecer em grande quantidade, criando uma legião de fãs e leitores.

O primeiro personagem de Colonnese foi Mirza, a Mulher Vampiro, em 67, seguida pouco tempo depois pelo Morto do Pântano (sim, o nome está correto). Após este período fértil de histórias de terror, Colonnese deixou de lado os quadrinhos (que já não eram mais tão populares) e passou a ilustrar livros didáticos. Só nos anos 80, quando houve uma espécie de “revival” das histórias de terror é que Colonnese voltou para o meio que tanto gostava e que lhe deu fama, passando a escrever histórias diversas para revistas como Spektro, Calafrio e Mestres do Terror. Também desenvolveu diversos livros sobre desenho e quadrinhos.

Em meados de 2008, Colonnese veio a falecer. Fumante inveterado, sofreu um Acidente Vascular Cerebral e, cerca de dois meses depois, morreu em decorrência de falência múltipla dos órgãos. Foi-se um grande artista, mas seu legado continua vivo.


Nota: Se você quiser saber mais sobre HQs de terror no Brasil, visite o Nostalgia do Terror, o site mais completo sobre o assunto.


Curiosidades:
- Eugênio Colonnese não se limitava a trabalhar apenas com histórias de terror, tendo ido para os quadrinhos eróticos (o que na época, não se distinguia muito do terror), de guerra e também super-heróis. Foi ele o criador dos super-heróis brasileiros Mylar, Superago e Escorpião;
- Colonnese também é famoso por “antecipar” algumas tendências em termos de personagens. Mirza, a Mulher Vampiro, surgiu dois anos antes de sua “prima” americana Vampirella e o Morto do Pântano surgiu 5 anos antes do Monstro do Pântano.


Na próxima Madrugada:
Conheça um dos personagens mais antigos e obscuros das Hqs: Doutor Oculto.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Podcast Uarévaa #5 - TERROR




VOCÊ... VOCÊ... E VOCÊÊÊ...

No podcast de hoje temos Freud, Rafael Rodrigues e Vini, juntamente com nosso camarada Luiz Modesti, PRATICAMEENNNNTEEEEEE molhando as calças ao falar de TERROR.

Confira ai os filmes favoritos, histórias bizarras e cagações de regra de nossos terríveis uarévianos.



(Clique na imagem com o botão direito do mouse
e depois em "Salvar link como..")



COMENTADO NO PODCAST

- O vídeo de Star Wars "com claquete":




- A música de Whitney Houston consegue ficar ainda mais macabra:




- A "importadora de Terror do Rafael": www.planetahorror.net

- Download de todos os capítulos da novela VAMP

- Post do Rafael sobre o jogo Hotel 626 (o tal do Doritos)

E teve uma cacetada de assuntos que já tiveram posts aqui, não dá pra linkar tudo. Navegue pela coluna Madrugada Macabra, ou use o Uarévaacha!!!, na lateral do blog, pra encontrar.


E olha o jabá ai!!

Confira o Submundo Mamão, blog do Vini, e também o site do Val, personagem que tem várias estórias desenhadas por ele.

Confira também o podcast do Portal da Luta Livre, sobre LUTA LIVRE, ÓBVIO, que o Luiz Modesti participa.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Zexta-Feira - ESPECIAL COMIC CON



SIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIM, MINHA GENTE! Olha o Uarévaa travessando fronteiras e indo parar em meio ao MAIOR EVENTO NERD DO MUNDÔÔÔÔÔ!!!!!!

Confesso que eu estou ME SENTINDO! Sabem por quê??????? Pq eu simplesmente fiz duas perguntas que foram respondidas por ele...o mestre, a lenda...o ser supremo (com todo respeito, Al Lock) do mundo nerd.....

" Stan 'the man' Lee "

Tá esperando o que, catzzo????? Clica aí!


RÁÁÁÁÁÁÁÁÁ!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

É, gente! Eu bem que gostaria mesmo de ter ido na Comic-Con, mas sou um blogueiro fudido e o pior! Sem nada pra postar hoje!!!!!! Bom, então aproveitem a sexta-feira, o fim de semana e até a próxima!!!

See ya!!!

* Zenon está correndo o máximo que pode para escapar do apedrejamento.

Super-heróis do mundo real



No filme Defendor. Um cidadão comum se veste de super-herói para trazer justiça a sua cidade, mesmo sofrendo com isso. É possível alguém ter o desprendimento de deixar de lado sua vida e fazer algo para ajudar os outros em nosso mundo real cheio de egoísmo? E ainda por cima, é possível esse mesmo alguém vestir roupas coloridas inspiradas em seus ídolos de infância dos quadrinhos, correndo o risco – ou certeza mesmo - de ser ridicularizado e mesmo assim dar assas as suas fantasias?

“Todo super-herói tem uma tragédia em sua origem. O Batman assistiu ao assassinato dos pais ainda menino. O Super-Homem sofre por ser o único sobrevivente de um planeta que explodiu. O Homem-Aranha se balança em teias para compensar um erro - deixou fugir o bandido que depois matou seu tio. Mas Sarah só precisou levar um pé na bunda para se tornar Terrífica, que luta para impedir que outros tirem vantagem de mulheres indefesas.” (Superinteressante Junho de 2010)
Nessa matéria da Super conheci um pouco mais sobre personagens da vida real que já tinha até ouvido falar, mas nunca visto com atenção: Terrífica, Super-herói, O Olho, Entomo, Superbárrio Gomez, Lady Mistério, são só alguns desses homens e mulheres que devotam a vida a ajudar desconhecidos. Um grupo bem organizado até, tendo site próprio com um World Superhero Registry, My Spaces para contato mais próximo com seus fãs – como o do O olho (ou você pensou que só o Kick Ass era esperto?) - e até aparições na televisão:




“São bancários, universitários, ex-policiais, que usam nomes como Lebre da Sombra e Capitão Discórdia sem medo do ridículo. Em vez da Liga da Justiça, se aliam em organizações como Sociedade da Segunda-Feira Negra e Tropas dos Combatentes do Crime. De acordo com o site Super Hero Registry, há mais de 300 na ativa: são 6 na Europa, 2 no Canadá, 1 no México. Todo o resto está nos EUA.” (Superinteressante)
Pessoas que se unem para patrulhar a praia, trocar um pneu numa estrada ou doar brinquedos, coisas que alguns já fazem só que com mais graça e satisfação de um desejo antigo de ser um símbolo para algo. Fredric Wertham falava nos anos 50 que as histórias em quadrinhos podiam influenciar negativamente as crianças, parece que tudo depende da própria pessoa e sua psicose ou o quanto ela se deixa influenciar por algo. Se não é quadrinhos, pode ser TV, jogos, assim como um martelo sozinho não faz nada, o que importa é como se usar uma ferramenta.

Aqui no Brasil coisas desse tipo acho difícil surgirem, mais fácil encontrar um monte de garotinhos(as) fazendo cosplay e pagando pau em convenções de animes e desenhos (nada contra se for uma bela regazza), mas o voluntariado já não é lá muito popular e difundido, quanto mais vestido como personagem de historia em quadrinhos. Enfim, só posso bater palmas para essas loucas pessoas de grande coração que me mostram mais um pouco quanto Kick Ass é vazio e ególatra!

Marcelo Soares é fã de super-heróis, mas não se vestiria com roupas coloridas correndo o risco de ser confundido com uma intergrante da Familia Restart.

Detroit Metal City

Sushi de Sardinha


Salve salve simpatia!!!! Sim sou eu, e meio atrasado também trago minha materia especial para o mês do rock!

Meus chuchus, o negócio é o seguinte: Dessa veze trago um dos animes e live action mais fodas que assisti ultimamente: Detroit Metal City! Um anime que fala de Metal e todos os clichês que envolve o estilo. Então, como diria o Silvio Luiz, “Confira comigo no replay!”


Todo mundo que gosta de rock (100% dos leitores e redatores), conhece alguma lenda sobre alguma banda que gosta. Pactos demoniacos, ingestões absurda de álcool e/ou drogas, toalhas bancas em camarim... Coisa do tipo.

Detroit Metal City é sobre isso. E mais. A historia gira em torno de Negishi, um cara que quer se tornar músico. Seu alvo é a música pop, algo como o A-ha. Músicas que falem sobre sonhos, garotas e lugares fashion. Mas graças a sua gerente e se torna vocalista e guitarrista do DMC, uma banda de death metal!!! Morte, drogas, demonhos, estupros e tudo que tem direito!

A comédia então gira em torno da dualidade de Negishi: Ser um músico desvalorizado mas que toca o que gosta, ou fazer o que não gosta e ser aclamado como gênio?

Esse desenho é simplesmente um dos mais engraçados que eu já vi! As situações propostas, cas caras e vozes, os clichês do mundo do metal e etc. O live-action não fica atras: O ator Kenichi Matsuyama é uma figuraça! É dificil acreditar que ele está nos dois papéis (Negishi e Krauser). Para animar mais vocês eu vou dizer que temos a presença do cara mais fodasso do mundo do metal, um dos caras que mais acumula lendas em torno de si: Gene Simons! Sim meus caros, mr. Simons faz o papel de legendário guitarrista Emperador do Death Metal – Jack Ill Dark. É muito foda ver Gene como Jack cantando Fuckingham Pallace!



Se teve algum anime e live action que eu recomendei e vocês não seguiram minha indicação, parem de cú-doce e baixem logo esse para assistir! É curtinho (12 episodios de 20 min) ou o filme (90 min aproximadamente)



Bem é isso ai, vou ficando por aqui mesmo. Quando der posto mais coisas porque aqui está difícil. E não se atenham aos erros de português. Fiz o texto com um pouco de pressa. No próximo eu capricho mais! Fiquem com o clip de Satsugai, a música tema da abertura!



Referencias: Atrás do palco, no backstage.
Baaaaaaaaaaaaaaaaaaanza!

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Defendor (2009)

Uaréview
Por Marcelo Soares


Todo mundo tem sonhos, tem desejos, quer sempre ser algo que não é ou que admira. Quando somos leitores de histórias em quadrinhos muitos dessas vontades se espelham no que vemos nos tais gibis. Heróis fantasiados com seu caráter incorruptível, sacrifício pessoal, altruísmo extremo, características que se perderam no tempo, na correria do dia-a-dia e no crescimento do egoísmo e individualismo capitalista pós-moderno. São pontos opostos a esses de que se trata Defendor.


O filme, com direção de Peter Stebbings e Woody Harrelson como protagonista, conta a história de Arthur Poppington, um homem comum que cria em sua mente um alterego chamado Defendor. O personagem imaginário vai em busca de seu inimigo, o Capitão Indústria, todas as noites. Durante a jornada que o herói inicia, ele se envolve com a prostituta Katerina e inspira outras pessoas. Nessa jornada, Defendor mostra a pessoas próximas e a desconhecidos que se pode fazer a diferença mesmo sendo uma única pessoa.

A obra é classificada como comédia, mas eu discordo dessa conceituação. Para mim, é um drama sobre alguém com óbvios problemas mentais que mesmo assim é mais são e consciente que a maioria ao seu redor e sofre por conta de seu caráter. Falam que Kick Ass é a mostra perfeita de como seria um super-herói no mundo real, porém, é um mundo real caricato e fantasioso. Defendor mostra um mundo real como é: cruel, frio e cheio de defeitos, onde a esperança é algo quase perdido e onde um único homem, frágil e perdido, com coragem, foi capaz de resgatá-la.

Nele vemos bem carregado os ideais heróicos dos quadrinhos, me lembrando muito o conceito por traz do Superman – a esperança que um homem só traz - e também usado por Nolan em Batman Begins e Cavaleiro das Trevas, dito pelo comissário Gordon ao morcego de como ele estava trazendo esperança a cidade. Talvez esteja aí um dos motivos importantes de existência de um herói, mas do que os atos físicos ou reais que ele possa causar: dar esperança aos seres “comuns”, fazer com que eles percebam que não é preciso ter uma fantasia para se fazer o bem, ajudar os outros e ser mesmo um herói.

The Losers


Uaréview
Por Monitor

A capacidade da Warner(ou qualquer estudio de roliudí) ser burra sempre me impressiona...E quando falo isso,não quer dizer necessariamente que foi um resultado negativo no final.


The Losers(Os Perdedores)é uma HQ feita com personagens classicos criados por Robert Kanigher que atuavam na epoca da segunda guerra mundial.Na versão feita para a Vertigo,foi escrita por Andy Diggle(Demolidor,Hellblazer) e Jock(2000 AD) e publicado de 2004 a 2006.No caso,a idéia para um filme começou no mesmo ano que a revista da Vertigo foi terminada,no caso produzida pelo über-produtor Joel Silver e na cadeira de diretor tinhamos Tim Story(Taxi,Quarteto Fantástico).Mas Story teve que sair e deu lugar a Sylvian White(Stomp the Yard) tendo o filme sido roteiriado por Peter Berg e James Vanderbilt.

Mas qual seria a historia do filme?Temos uma equipe militar comandada por Clay(Jeffrey Dean Morgan)fazendo uma missão na Bolivia afim de acabar com a base de operações de um traficante,sendo que de brinde teve que resgatar varias crianças que eram usadas como garoto de entregas pelo tráfico.Com o traficante morto,o lugar destruido,e as crianças a salvo,tudo pareceu correr bem,até que o misterioso Max(Jason Patric)põe tudo a perder explodindo o helicoptero onde as crianças estavam,gerando um conflito politico entre os paises.Só que Os Perdedores não estavam no helicptero,e isolados por meses,começam uma nova vida dentro do pais latino.Mas o aparecimento da misteriosa Aisha(Zoe Saldana),oferecendo a oportunidade de se vingar de Max e retomar suas velhas vidas faz eles voltarem a ativa secretamente.Na medida que se aproximam de Max e do que ele realmente faz,misterios são revelados e escolhas terão que ser feitas...

Vamos começar por partes:o filme em termos de adaptação foi bom,conseguiu captar o espirto da HQ,mesmo que o lado politico tenha sido amenizado.mas como filme,funciona?Funciona e diverte horrores.Andy Diggle é um cara que tem influências claras do que via na infância.Se pegar o Ano Um do Arqueiro Verde verá que tem coisas de Rambo e Miami Vice por lá,assim como The Losers tem coisas de Esquadrão Classe A,que certamete nas pessoas mais leigas em relação as revistas podem acusar.Mas apesar de ter comédia no filme,uma coisa que lhe faz The Losers ser melhor que o novo A-Team são,alem do fato de não ter que corresponder as expectativas de algo já anteriormente estabelecido como "classico",é o fato de que ele se leva a serio em termos do que fazer e funciona.Não tem a loucura e pirotecnia que um filme do Michael Bay por exemplo,já que foi feito com 25 milhões,mas fica bacana na tela e satisfaz seu desejo de ação.

Outra coisa que faz o filme valer a pena é o elenco.Temos Jefrey Dean Morgan ficando especialista em fazer personagens adoravelmente escrotos,porque alem de Clay ser ex-capitão do exercito deprimido,tem o lado pervertido e sacana,como por exemplo olhar a bunda da sua adversaria durante a hora da luta.Temos Idris Elba como o esquentado Roque,pra mim o elo mais fraco da corrente.Jason Patric como Max consegue ser o tipo de vilão que você simpatiza por ser um escroto de carteirinha,e funciona muito bem assim no filme,sem muitos maneirismos.

Zoe Saldana está muito bem no papel de Aisha,e mesmo magrela consegue provar ser sexy quando quer.Pooch(Columbus Short)tem umas ótimas gags,mas faz o seu e representa.Mas o que merece destaque são Chris Evans como Jensen e Óscar Jaenada como Cougar.Apesar de Cougar ser mais serio,quando se junta com Jensen não precisa de muito para fazer graça.Alias,Crhis Evans prova queé um puta comediante,não por ser exatamente engraçado,mas sim pelo alto nivel de canalhice do cara.vai dar trabalhopara convercer como Steve Rogers...

Pra completar,parabens a fotografia,que conseguiu seguir o estilo/paleta de cores do Jock,e a trilha sonora,com varias bandas bacanas de rock,alem de varias sequências ue brincam com a transição quadrinhos/filme.nofim das contas,The Losers não tem a intenção de mudar a historia da humanidade,ou outras frescuragens de fanboy,ele tem a intenção de divertir,e consegue fazer isso muito bem.Apesar de estar pago,não fez uma boa bilheteria,o que é triste,já que a Warner vendeu os filmes da DC esse ano de maneira porca(guardarei minha furia para Jonah Hex),mas se as vendas em dvd/blu ray forem boas,quem sabe não veremos eles de novo?Como diria a melhor cena do filme,dont stop believing...



NOTA: 8,0

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Aviador Noturno

“Nunca acredite no que publica.
E nunca publique o que acredita.”
Richard Dees – Vôo Noturno








Tema Macabro:



Stephen King é um dos maiores nomes da atualidade quando se fala em Terror, quer as pessoas gostem ou não. Logo, não há como evitar que ele apareça nesta coluna de tempos em tempos. Mas um dos maiores problemas das obras de Stephen King não estão na qualidade (ou não) das histórias, e sim em suas adaptações para outras mídias.

Digo isso porque, quando um grande número de obras do autor são adaptadas para outras mídias e o saldo geral é bem negativo. Com algumas poucas exceções, como o seriado The Dead Zone e a adaptação de A Coisa, é claro, mas é fato que há muito mais lixo do que boas adaptações.

Os motivos para isso são diversos, e vão desde o fato de alguns livros do autor se encaixarem muito bem em literatura, mas serem complexos demais para o cinema/TV até o mais óbvio, que o nome “Stephen King” hoje se tornou sinônimo de lucro para os estúdios e estes compram os direitos dos livros apenas para poderem usar os títulos das histórias em produções que pouco ou nada tem a ver com as obras originais.

Mas, entre as obras mais conhecidas de Stephen King, encontram-se também seus contos, histórias curtas lançadas em coletâneas que são tão bem vistas pelos fãs do autor quanto os próprios livros. Apesar de Hollywood tentar pegar estes contos, geralmente bem curtos, e estendê-los em produções de duas horas (como no caso do recente 1408), tendo resultados muitas vezes desastrosos, às vezes eles acertam. É o caso da produção “The Night Flyer” (traduzida aqui como "Vôo Noturno"), que consegue ser até melhor que a obra original (e sendo considerada por muitos a melhor adaptação de uma obra do autor).

The Night Flyer é uma história curta (aqui conhecida como Piloto da Noite) que faz parte da coletânea Pesadelos e Paisagens Noturnas, e conta a história do repórter Richard Dees, que trabalha para o Inside View, um tablóide sensacionalista (como os que aparece no filme Homens de Preto, que traz sempre as histórias mais bizarras do tipo “Invasão Alienígena no Pólo Norte”, onde se discorre sobre a teoria de que os pingüins são mais inteligentes que os homens), cuja mais nova investigação se dá na busca por um assassino que trafega entre pequenos aeroportos em uma aeronave de pequeno porte (um Cessna 337), cometendo crimes de forma bizarramente não ortodoxa, o que leva o jornalista a pensar que se trata de um homem que acredita – ou quer fazer acreditar – ser um vampiro. A partir daí, a busca leva Dees a uma jornada que pode não ter volta.

A história do conto “Night Flyer” foi adaptada para uma produção cinematográfica em 1998 e segue fielmente a história original, com exceção da inclusão de uma nova repórter do tablóide que ameaça a posição de Dees no trabalho.



Não só o conto, mas todos as história de Pesadelos e Paisagens Noturnas vale muito a pena. E o filme, “Vôo Noturno” é uma ótima pedida para quem busca uma história de vampiros mais criativa e original (e que não faça parte dessa nova onda vampiresca atual).


Curiosidades:
- O repórter Richard Dees já aparecera antes em outra obra de King: No livro “A Zona Morta”, que deu origem à série “The Dead Zone”;
- O personagem que dá nome a outro conto de Stephen King da mesma coletânea, Popsy, pode ser, segundo o próprio autor, o aviador noturno de “Night Flyer”;
- O conto “The Night Flyer” foi publicado pela primeira vez em 1988, como parte de uma coletânea de horror Prime Evil: New Stories by the Masters of Modern Horror, que conta com diversas histórias curtas de vários autores, incluindo Whitley Strieber e Clive Barker.



Na próxima Madrugada:
Um dos maiores – senão o maior – mestres dos quadrinhos de terror nacional finalmente tem sua homenagem por aqui. Na próxima semana, Eugenio Colonnese.

domingo, 18 de julho de 2010

Palhetada


Fala, galeeeeera! Aqui é o Z cobrindo o Duende Amarelo no Palhetada de hoje.
Antes, uma rápida explicação: todo mundo sabe que nesse sábado (se prolongando até hoje) rolou o níver do Duende Amarelo e é lógico que meu ilustríssimo maninho enxeu o caneco, com toda razão! Em meio a palavras indecifráveis e frases do tipo " Zse zabe que eu zi ââmu, néah!! " eu prometi que escreveria o Palhetada rapidinho só pra voltar pra festa o mais rápido possível, já que quando eu saí, a situação da festa era mais ou menos essa aqui.

Então bora pro Palhetada que hoje vamos falar de Jeff Scott Soto.

Antes de mais nada eu vou começar com uma pergunta que será respondida lá no final: o que Jeff Scott Soto e a banda fictícia Steel Dragon tem em comum?

Por enquanto podemos adiantar que Jeff é um prodígio da música.
No início dos anos 80, um fulaninho sueco chamado Yngwie Malmsteen estava procurando um vocal para sua nova banda, Rising Force. Foi aí que ele conheceu Soto, na época com 17 ( DEZESSETE!!! ) anos. O resultado foi que, com sua bela voz e seus agudos potentes nos álbuns “Yngwie J. Malmsteen’s Rising Force” (1984) e “Marching Out” (1985) - o melhor álbum da carreira do guitarrista - Jeff foi considerado o melhor vocalista que já passou por sua banda. O "Rising Force" entrou nas paradas da Billboad no 60º (sessentésimo, como diria meu ex-professor) lugar, uma ótima marca para um disco quase todo instrumental, além de ter ganhado uma indicação para o Grammy e várias votações em revistas especializadas. Nada mal pra alguém que mal fazia a barba na época.

Ele também cantou no Talisman, banda em que ele teve a total liberdade de colocar as suas principais influências já que foi o fundador da mesma, além de ter participado de álbuns do Axel Rudi Pell, Stryper, Lita Ford entre outros. Para quem não sabe, Jeff Scott Soto também tem uma carreira solo. “Prism”, lançado em 2003, é o segundo álbum solo do vocalista e traz elementos Hard Rock, pop etc, com muitos teclados e refrãos fáceis. O vocalista já gravou também alguns discos de Disco (discos de Disco, a frase ficou estranha mas não consegui formular outra, hehe) com o projeto estadunidense Boogie Knights. Ele participou ainda de outras banda como Takara, Saygon Kick, Eyes, Human Clay entre outras.

Jeff regravou várias músicas em homenagem aos seus ídolos. Mas vamos parar de conversinha e ver alguns vídeos do cara.

O primeiro é a fodástica música The Show Must Go On do Queen. Ah! Tentem ignorar a tiazinha no palco. huAHUahuahuahuaHUA...



Broken Man. Baladinha bacanuda, mas não achei um vídeo que tivesse em melhor qualidade. =/



Outro cover, dessa vez de Holy Diver do Dio.



E uma outra baladinha mela-cueca. Save me.



Agora respondendo à pergunta lá do início: o que Jeff Scott Soto tem a ver com a banda fictícia Steel Dragon?

Ora, absolutamente tudo!

Quem assistiu ao excelente filme Rockstar ( Mark Whalberg e Jennifer Aniston ) com certeza gostou das músicas apresentadas pela banda de Hard Rock, Steel Dragon. Mas engana-se completamente se você achou que as músicas são cantadas pelo próprio ator (como é comum em Hollywood).

A voz que canta todas as músicas do filme é de Jeff Scott Soto que ainda conta com um verdadeiro dream team de rockstars, com Jeff Pilson (Dio) no baixo, Mr. Zakk "fucking" Wylde (Ozzy Osbourne e Black Label Society) nas guitarras, e Jason Bonhan, filho do lendário baterista do Led Zeppelin, Jonh Bonhan.

Fiquem então com a somzera do Steel Dragon!

" Stand up and shooooooooooooooooooooooooooooout! "


"Blood pollution, beât!"



Então é isso, amiguinhos. Até sexta!

" Let's rock! "

...and let's to party. =D