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terça-feira, 22 de junho de 2010

Podcast Uarévaa na Copa #2


BRASIL-SIL-SIL!!!

Olhai, amigos do esporte, mais um podcast falando merda sobre a COPA, gravado logo após a vitória brazuca por 3x1 sobre a Gal Costa do Marfim!! Na escalação de hoje: Freud, Duende Amarelo, Zenon e o fiel escudeiro do Duende, o leitor James!!

Teve previsão "Mãedinahmica" do Freud para os 7x0 de Portugal sobre a Coréia do Norte (será que ele acertou?), tem CPI da Promoção do Logo Uarévaa, e MUITO MAIS!!! Confere ai tá muito ruim (não diga que eu não avisei, bwahahahah)!!!
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(Clique na imagem com o botão direito do mouse
e depois em "Salvar link como..")


segunda-feira, 21 de junho de 2010

O Exorcista – Outras possessões

“Uma vez que você olha para dentro das trevas, acho que você carrega isso consigo pelo resto da vida”
Padre Moore – O Exorcismo de Emily Rose








Tema Macabro


Este é um tema que sempre levantou diversas questões. Quem acredita, se arrepia só de ouvir falar. Quem não acredita, é levado pela curiosidade a descobrir o que de fato acontece. De qualquer maneira, possessão demoníaca é um assunto que mexe com as pessoas. Não é à toa que O Exorcista faz até hoje tanto sucesso e gerou tantas sequências. Não é à toa também que o tema continuou e continua a ser explorado, principalmente no cinema.

O caso de exorcismo de Robbie Mannhein, que deu origem ao livro e filme O Exorcista, também levou à produção de Possessed (Possuído), filme feito para TV estrelado por Timothy Dalton. O filme é inspirado no livro homônimo escrito por Thomas Allen, considerado um dos principais historiadores do caso de Robbie Mannhein.




O Exorcista também gerou uma paródia, A Repossuída (Repossessed), estrelada por Leslie Nielsen e curiosamente pela própria Linda Blair, protagonista do filme original. O filme segue o estilo iniciado por longas como Corra que a polícia vem aí e exaustivamente explorado nos dias de hoje com a série Todo Mundo em Pânico e outros.



Outro caso bastante conhecido de exorcismo foi o da alemã Anneliese Michel. Diferente do caso de Robbie Mannenhim, o de Anneliese ocorreu quando ela já era adulta e sua morte, provocada por desnutrição e aparentemente tendo relações com os rituais de exorcismo realizados, resultou num processo judicial contra os padres que promoveram o exorcismo. Dois filmes retrataram esse caso. Um deles, o alemão Requiem de 2006, explora o lado científico do incidente, mostrando o uso indiscriminado das crenças cristãs em uma jovem que sofre de problemas mentais.



O segundo e mais famoso é O Exorcismo de Emily Rose, de 2005, que se passa boa parte no tribunal que está julgando um dos padres envolvidos, intercalando cenas do passado e do exorcismo de Emily Rose.




O exorcismo de Anneliese Michel foi gravado em áudio a pedido da igreja. Se você quiser ouvir, como imagens tiradas do incidente, segue o vídeo abaixo (em alemão – mas não ouça com o volume muito alto ou à noite)



E o tema ainda dará muito o que falar. Em breve estréia The Last Exorcism, dirigido por Eli Roth (O Albergue) e que conta a história de um padre que sempre usou o exorcismo para ganhar dinheiro, nunca realmente acreditando nisso. Aé que sua fé será posta à prova em seu último exorcismo.



Definitivamente, é um tema que rende e ainda vai render, tanto discussões quanto dinheiro para os produtores de cinema...

Na próxima Madrugada:
Os filmes de terror mais inusitados que você já viu. Na próxima semana, Os monstros que você nunca ouviu falar – mas que não fazia questão de conhecer.

Kick Fuckin' Ass!

Fala, molecada!
Sei que já teve resenha do filme por aqui, mas nunca é demais, certo?
Aliás, essa resenha já tinha sido escrita em Maio, quando eu assisti o filme pela primeira vez.
Então, pra quem assistiu tá tranquilo quanto a spoilers... porque aqui tem bastante!


Depois de ter dúvidas quanto a qualidade e enredo do filme e logo após ter tido notícias esperançosas de que ele era bom, não me aguentei de curiosidade e resolvi pegar meu Learjet particular e dar uma passadinha rápida em qualquer cinema de NY para assistir ao filme Kick- Ass!
Agora, depois de estrear aqui no Brasil, resolvi compartilhar com os pequenos padawans desse blog o quanto eu curti esse filme.
Vamos deixar de enrolação e vamos partir pra resenha!!!


Antes de mais nada, para aqueles que não sabem o que é Kick-Ass, porque não leram ainda, deixa eu explicar rapidinho...
Dave Lizewski, o personagem principal, é o típico garoto excluído de seu colégio, que mora com o pai solteiro e que é louco por comics de super-heróis. Isso acaba o influenciando na ideia de se transformar em um "herói de verdade", combatendo o crime em Nova Iorque.


Isso é tanto o enredo das histórias como também do filme. Coisa simples. E nem teria necessidade de mudar. Mas outras coisas da história foram mudadas no filme. Coisas que eu já até imaginava que seriam.
E isso por acaso detonou o filme? Maaano, não!

Conseguiram fazer com que um roteiro bem diferente das HQs (diferente mesmo, não estou exagerando) funcionasse perfeitamente!
É lógico que as histórias em quadrinhos escritas pelo Mark Millar e desenhadas pelo John Romita Jr. são 10 vezes melhores que o filme. E isso eu já tinha falado também. Mas o fato é que conseguiram fazer um filme engraçado, cheio de referências nerds, cheio de porrada e ação!


E na parte da porrada senti um pouco de falta da mesma quantidade de sangue que tem nos quadrinhos, mas para um filme até que tá bom.
Aliás, o nome do filme deveria ser Hit Girl: Detonando tudo!

Putaqueopareo! As melhores cenas de ação são com uma garotinha de 11 anos!
Ela sim quebrou tudo!


Mas isso, quem leu os quadrinhos, já sabia também. Kick-Ass é um bundão até como herói. Ele é o melhor exemplo de sidekick que eu conheço. E sidekick bucha ainda, que só se ferra!
Mas esse é o charme do personagem. Ser um loser até quando se está vestindo um uniforme de herói. E Aaron Jonhson faz com que você realmente acredite nisso!
Totalmente ao contrário do Homem Aranha das antigas, que era um nerd que apanhava na escola e quando vestia a roupa de teias, virava o Mr. Fodão de NY, combatendo vilões do "naipe" do Rhino ou do Fanático.

Isso fez com que o personagem estivesse num patamar diferente dos heróis de que estamos acostumados a ver nos filmes.
Cara, como é bom assistir um filme baseado em super-heróis onde eles respeitam as características da HQ!


Mas não espere personagens idênticos aos quadrinhos. Big Daddy é um exemplo. O que o fez legal na série, ser um biruta perdedor com uma maleta de aço cheia de gibis antigos e que morre, cagando de medo, com um balaço na cabeça, foi totalmente mudado para dar sentido ao personagem. Pelo menos um sentido do qual estamos mais acostumados em filmes desse tipo: Ex-policial, perde a mulher para a bandidagem, vira um justiceiro sanguinário que se utiliza todos os meios para executar sua vingança. A diferença é que nesse ele usa a própria filha como arma!

Ah! E ainda temos uma parte da história, exatamente essa onde são explicadas as motivações do Big Daddy, inteiramente em animação e no estilo e traços do grande Romitinha!

Simplesmente fantástico!


Nicolas Cage está muito bem no papel, mas eu ainda preferia que tivessem chamado um troncudão bigodudo igual nas Hqs.
Outra coisa que vocês não verão é a pequena Hit Girl estraçalhando com todos no final depois de cheirar uma dose de um "composto químico" ou em suas palavras, "ativar a condição vermelha", mas cara, com certeza, vocês vão pirar no que esssa menina faz com os capangas no final. É como se ela tivesse cheirado a casa inteira do Pablo Escobar!
Filhote de Kill Bill mesmo! Como já haviam dito!


Acho que quiseram pegar leve com o lance de drogas, afinal a menina só tem uns 11 anos. Agora, matar, decepar, furar, rasgar... é outro papo, né?

Christopher Mintz-Plasse, o famoso McLovin, fazendo as vezes de Red Mist também está bem legal, apesar de ter perdido um pouco da graça do personagem por conta de mudanças no roteiro. Uma das sub-tramas que envolve o personagem, a sua traição, que na HQ é bem obscura, foram tiradas porque logo no começo do filme mostram o cara como sendo filho do mafioso, vilão do filme. Outra coisa que dispensaram foi o seu vício em maconha. Mas uma vez, problemas no roteiro em relação à drogas.
Mas deram um jeito disso ficar legal no filme. Pode crê.

Enfim, ele serve tanto pra quem leu e gostou das HQs como para o público que nunca o viu pela frente!


Uma coisa não resta dúvida: Muita gente vai sair impressionada do cinema!
Principalmente quem tá esperando mais "um desses filminhos de super-heróis".

Parabéns aos caras mesmo! Conseguiram fazer um filme redondo. Diferente das HQs, que ainda considero bem melhores, mas que pelo menos agrada bastante!
Legal ver todas aquelas referências de quadrinhos tanto da DC quanto da Marvel no filme. Porém foi o que eu comentei antes, utilizaram as mais "pops" possíveis!
A revista Empire acertou, realmente é brilhante!

Fazer um filme onde a história gira em torno de um bando de malucos que resolvem combater o crime apenas usando fantasias de super-herói, sem superpoderes? Há um tempo atrás seria uma comédia desprezível ou uma cópia barata de Watchmen.
Fizeram um filme cheio de ação onde você ainda dá boas risadas, tanto das cenas com piadas e referências, quanto aquelas de porradaria desenfreada onde um sorrisinho  bem sinistro te escapa da boca.

Realmente Kick-Ass chegou pra Quebrar Tudo!


Nota: 8
Enhanced by Zemanta

Kick Ass: Quebrando Tudo


UARÉVIEW
Por Monitor

Não gosto de Kick Ass.Acho a revista uma porcaria,com poucos pontos positivos.Mas curti o filme,e ri pra caramba.O porque? Resumidamente: ele não se leva a serio,e por não se levar a serio,assume sua posição como "a historia que o fanboy americano pediu a deus".
Assumidamente serve para Mark Millar aumentar seu ego e roubar sua grana,mas a principal diferença entre a revista e o filme é o fator diversão.Se no original não tem,na adaptação tem de sobra.Continuo a falar sobre o filme, com spoilers, abaixo.

A premissa continua a mesma: Dave Lizewski, tipico bundão colegial, decide se tornar um super-heroi no mundo real,mas descobre que as coisas não são tão faceis quando parece.Paralelamente a isso,temos o gansgter Frank D’Amico tentando descobrir os misteriosos "herois" que tem atrapalhado suas operações da máfia.Esses no caso são Hit Girl e Big Daddy,extremamente profissionais e violêntos em comparação a Kick Ass.Mas a mafia tem sua arma secreta,o filho de que assume a identidade de Red Mist e pretende preparar uma armadilha contra a nova onda da cidade.

Por ter sido adaptada mesmo antes de acabar de ser escrita,Kick Ass passou por mudanças que são obvias a quem conhece o original.Por exemplo,a trama de que Daddy seria um ex-policial em busca de vingança se tornou real,gerando uma puta cena com seu ex-companheiro policial e atual informante.No caso,sabemos desde o começo que Red Mist é filho de Frank,e seu personagem cresce de maneira bem mais interessante.Nofim das contas,Dave pega a garota de seus sonhos,e isso faz parte de um dos problemas da transição do filme,mais a frente explico isso.

Sobre o elenco,houve uma reação contraria a da HQ,graças mais ao roteiro .Se Dave é a unica coisa que tornar a revista suportaval,na pelicula todos os outros personagens principais são mais carismáticos,menos o principal.Não que Aaron Johnson seja um ator ruim, pelo contrário,Kick Ass na HQ era alguem que tinha uma sede de ser aquilo que sonhava,era algo instintivo,genuino.No filme não,ele quis virar heroi porque achou bacana e só depois de tomar muita porrada aprendeu a lição.Em resumo: um Peter Parker mais ferrado e punheteiro.E pelo fato de a unica base seria da historia ser tratada como piada,isso faz diminuir muito a ualidade do filme.

Já o resto,o assunto é bem diferente.Nicolas Cage finlmente conseguiu fazer um papel bom de super-herói,e seu Big Daddy que parece umaversão mais hardcore de Adam West (da voz aos trejeitos,está tudo lá).Chloë Grace Moretz fez surgir meu lado pedobear, e ela está foda, sutil e irresistivel como Hit Girl.Ambos conseguiram o milagre de tornar simpático o grande problema da HQ.Alias,até a cena da morte de Big Daddy consegue ser melhor que a original,em parte chapinhado de Batman & Robin do Morrison hehehehehe
Pedobear feelings XD

Em relação a Mark Strong,tái um cara que nunca te decepciona.Sotaque americano irreconhecivel e um gangster moderno com atitude,sai dos cliches e forma uma putadupla com MCLOVIIIIIIIIIIIIIN (conhecido também como Christopher Mintz-Plasse) que conseguiu sair da estigma do personagem de Superbad e trazer um ambicioso e de certo modo ingênuo perante certas situações como Chris D'Amico. A surpresa do casting é a Witchblade Yancy Butler como a matriarca da familia D"Amico.

O filme usa de certos clichês das historias de quadrinhos junto com a tecnologias para tentar mostrar uma linguagem nova ao espectador,mesmo que alguma delas você certamente já viu no Hulk do Ang Lee.O que curti é terem usado as polêmicas Motion Comics de um jeito mais criativo,mostrando que a ferramenta tem potêncial,apesar dos narizes tortos. de alguns.Foda foi ter que aturar o ego do Mark Millar ser preenchido com a sequência aerea que "evoca" o seriado do Superman com George Reeves...O lado negativo da presença da influência das Hqs como gênero fica mais no comportamento dos personagens Kick Ass e Red Mist,já que o charme da revista era eles não saberem direito como agir já que eles tinham que definir como seria aquilo na realidade.

Fechando aquilo que disse no começo,Kick Ass, o filme, se torna mais agradavel que a hq,mesmo ainda não sendo grandes coisas.Mas ele não te engana: é comercial sim,é massa véio sim,e por tornar a intenção real sem enganar (ou conseguir convencer) de que aquilo é certo e bacana.E ambos os finais são bem parecidos,só que ver uma mochila a jato com metralhadoras atirando ao som de "Aleluia" do Elvis Presley é muito mais eficaz do que ficar gastando saliva,né sr Millar?

NOTA:7,0

OBS:Jason Fleyming fazendo uma participação foi bacana pacas (um dos meus atores preferidos) e usando palavriados do tempo do Freud,que garota papo firme essa Lyndsy Fonseca!

domingo, 20 de junho de 2010

PalhetadA


Eaeeeeewww Pô mó cara que não saia um PalhetadA né? Tudo bem eu sei que não fez falta! Seguinte, depois de quase um Mês depois do show do Aerosmith eu apareço com o review do que eu vi lá...e vou já dizendo, o Steven Tyler ao vivo é um show a parte!
O Show rolou no dia 29-05 no estádio da porcaiada verde, onde eu só vou para assistir shows! (O Ozzy também fez a sua apresentação lá) Nem preciso comentar que eu estava com a minha parceira de shows né? Chegamos lá e a tranqüilidade dominava os arredores do estádio, sério meo, não vi UM camelô pra comprar uma bendita camiseta!! Enfim, passamos pela revista (com um devido e desconfiado aperto no saco...alô policial sua mãe vai bem né?) e pinba! A pista ali na nossa cara cheia de espaço, encontramos um lugar bacana visualmente e ali ficamos batendo papo e xingando o DJ daquela porra que só tocava músicas emo num telão posicionado a nossa esquerda...pqp o que aquele imbecil tinha na cabeça pra jogar no telão clipes de...de..de...aaaaarrgh NXZeroaesquerda, Frescuresno e por ai vai. Quando finalmente acabou o sofrimento e começamos a ouvir a guitarra lá no palco pensei “Aeew Let´s Rock!!” E quem abriu pra uma das maiores lendas do rock and roll? Quem ? Quem? Quem? A grandiosa banda nacional...Big Dog! Juro! Não to zuando..Cachorro Grande tava ali abrindo pro Aerosmith véi..no começo confesso que achei uma surpresa legal, mas durou 3 segundos ¬¬ vamos pular essa parte porque até hoje a melhor banda que eu vi abrindo um show tirando o Sepultura pro Metallica...foi uma desconhecida que abriu pro ZZ TOP e só!! (Em tempo, salvem o rock nacional!)
Quando o Bandeirão do Aerosmith desceu na frente do palco cobrindo tudo foi uma gritaria da porra! Entre flashes e luzes começa o riff de “Eat the rich” Cai a bandeira e PUTAQUEPARIU Pula que o bagulho virou uma pipoqueira confere ai AHUAHAUAHUa.
E assim começou a viagem no tempo....e eu me perguntava “o que tinha passado na cabeça do Joe Perry pra tentar levar a banda sem esse cara no vocal?” Tudo bem que o cara fez uns testes escondido pra tocar com numa hipotética volta do Led Zeppelin mas pooooorra Aerosmith sem Steven Tyler é como a Nintendo sem o Mário (Tu conhece o Mário né?hehe) A voz do cara estava perfeita em todos as notas que eu ouvia ali...mas ainda tinhas minhas dúvidas se o cara ainda agüentava soltar os agudos que fizeram ele ser considerado umas das vozes mais respeitadas no rock mundial. Engraçado ver essa véiarada toda na ativa, Ozzy, ZZ Top, Twsited Sister (vai rolar show esse ano não “perdam”), Iron, MetallicA, AC/DC e outros mandando bronca na melhor qualidade, botando essas bandinhas novas pra dormir! O show era um clássico atrás do outro...não filmar aquilo seria um crime...e nós filmamos acredite, só não conseguimos tirar da máquina AINDA, deu algum problema que só ela quer ter os vídeos...¬¬. A terceira música foi “Love in an elevator” sensacional ver a performance de Joe Perry que segundo a pin está a cara do Zé Bonitinho o que vocês acham?
Se liga na sequencia que fez qualquer fã ou não pirar nos clássicos.. Falling in love (is hard on the knees) - Pink - Dream on - Livin' on the edge - Jaded ! Queopariu!! Dream On foi um treco emocionante de se ouvir ao vivo, juro que fiquei arrepiado do começo ao fim da música!
E a outra que eu curto muito é essa!
Baladinha pras meninas…rs
Resumindo, mais um PUTA Show Foda! Sei que a nossa leitora Camila Téo esteve por lá e também sentiu a emoção de ouvir os clássicos ai na cara! Conta pra gente ai como foi o show pra você queriiiida!! =D.
O Detalhe é que ocorreram DOIS shows ao mesmo tempo! Steven Tyler e o resto da banda..rs..com giros, pulos, muitas caretas e cabelos voando no ventilador o cara respondeu a todas as minhas dúvidas! Sim! Ta cantando pra caralho, ta interagindo com o público, não poupou UM grito sequer (como um certo estrelinha né? Axl?) e agitou o tempo inteiro! Meo, como esses velhos depois de tanta droga e álcool na idéia conseguem fazer essas coisas ainda?Vazou um set list do Ozzy que pode ser o da próxima Turnê do veio e na boa? Só tem cacetada!! Vida longa a essas figuras do Rock And Roll que já cheiraram até fileira de formiga, morderam cabeça de morcego e sabe-se lá mais o que...rs. Fico aqui com esse review atrasadão...mas deixo o Bis da Banda pra vocês!

Nos vemos no próximo show!!

Let´s Rock!
Duende Amarelo

PS: Eu tava bem acompanhado não??? =D
PS2: O solo do Joe Perry foi o mais legal e criativo que eu já vi num show...se liga...rs


quinta-feira, 17 de junho de 2010

Zexta-Feira


"Jabulââââââânííííí"
- Cid Moreira -


No Zexta-Feira de hoje: conheça o novo futebol, Z resolve estragar sua infância, conheça dona Lurdes e mais...


Bom dia, boa tarde ou boa noite para você que nos lê! Completa nessa sexta-feira uma semana que a gloriosa Copa do Mundo teve o seu apito inicial dado em meio as infernais "vuvuzelas". Nesse meio tempo tivemos os nossos carrascos franceses tomando na tarraqueta perante os Mexicanos. A favorita Espanha tomando um "chocolate suíço" e, quem diria, a Grécia marcando (e ganhando) pela primeira vez em uma Copa. Mas não é disso que vou falar, já que isso é assunto pra um segundo podcast.
Essa é a primeira Copa do Mundo em que eu me vejo como um proletariado que dá aquela matada no trampo pra acompanhar os jogos, mas diferente de alguns que conheço eu não gosto muito de assistir os jogos em casa. Explico:

Aqui em casa eu sou o único que sabe o que é um impedimento ou um gol olímpico. Meus pais não se ligam nem um pouco em futebol e minha irmã mais nova muito menos. Meu pai diz que é Palmeirense apenas por dizer, já que só sabe o nome do goleiro. Minha irmã diz que é Corinthiana por influência minha e do Duende, mas também só conhece o Ronaldo e minha mãe nem se fale. Se dependesse dela o futebol seria assim:
-> Haveria um telão onde seria mostrado todos os lances. Se um gol impedido fosse marcado, o telão mostrava e ANULARIA o gol. Bandeirinha pra quê? Mero enfeite em campo.
-> Cada um teria uma bola e assim todos seriam felizes chutando pra onde quisessem. [haja goleiro!]

-> Gols contra não valeriam, afinal, não era a intenção dele acertar no próprio gol.

-> Todas as narrações do Galvão Bueno seriam trocadas por trilhas sonoras de Shanya Twain ou Enya.

-> Pênaltis não existiriam mais, porque, segundo ela “ daí até eu faço. “
Ou seja, segundo minha ilustre mamãe, o futebol seria uma coisa muito boring [exceto pelo lance de trocar a narração do Galvão Bueno].

É por isso que eu digo que nessa Copa eu vou assistir os jogos do Brasil num boteco, porque o que mais tem em boteco é “técnico de futebol” e nego matando trampo, né? =]

Estragando sua infância.

Sem comentários. Apenas assista.



Esse vídeo é pro Pato Donald entender porque o Pernalonga precisa usar toalha quando sai do banho.


...e por falar em estragar infância.


Não perca o próximo lançamento da Disney/Pixar:

Graças ao @WelderMM

[Jesus Christ /mode on]

O lance é o seguinte. Um grupo de desocupados elaborou um tênis, roupa ou sei lá o quê que os possibilita dar uma corrida POR CIMA da água por alguns metros. Quem manja de inglês e quiser explicar o que os cabras falam no vídeo, fique a vontade. Eu, sinceramente não sei dizer se é real ou fake.



Isso me lembra aquele tal do Criss Angel que fez isso, só que numa piscina pública...descalço...



Né por nada não, mas acho que teve mais alguém fazendo pacto com Mephisto por aí. Só que pra uma coisa muito mais legal. =]

Drink vodka, idiot.

É normal termos aqueles amigos que gostam de ser os Joselitos da turma. Adoram se gabar de como ficam bêbados e passam vexame nas festas e baladas e tal. Eu tenho um amigo que se tivesse bebido o tanto que ele diz, já estaria indo pro terceiro transplante de fígado. No início eu nem falava nada, mas depois ele passou a ser alvo severo de zuações por parte de minha pessoa depois que vomitou como mocinha grávida com duas latas de cerveja e uma dose de tequila. A desculpa? Hah! A típica, " Eu to ruim porque to bebendo desde sexta, cara. "
Ahãm!
Mas tem nego que consegue se superar.



Adivinha só quem NÃO vai faturar ninguém na festinha?

CALA BOCA GALVAO!

Não tem jeito! Daqui até o final da Copa essa vai ser a frase do ano. Até o próprio Galvão aderiu à campanha "CALA BOCA GALVAO".



Uia. Postei vários vídeos hoje, né? É legal porque você aí tem mais tempo pra dar aquela matada no trampo, hehe...prometo que o próximo é o último.

Conheça Dona Lurdes

Acho que todos aqui conhecem a estrela de Quixeramobim, o mediocrático, o retombante, o INOXIDÁVEL [quer dizer uma pessoa brilhante] radialista Carro Velho. Se não conhece, faça o favor de clicar aqui e conhecer o Rei do Elogio.

Agora apresento para vocês a encantadora e articulada Dona Lurdes. Manda ver nos elogios, Lulu.


"Cara de hambúrgui". HuaHUAhuaUHAhuaUHAuhaUHAuhaUHAuha...

Imagine só o cântico divino que não deve ser acordar com Dona Lurdes gritando em seu ouvido palavras tão doces.
#VAIJEAN

Ô, da poltrona! Por hoje é só! Continue acompanhando o Uarévaa e aguarde o próximo podcast especial. Preparem a cerveja, a vuvuzela e o amendoim que domingão tem Costa do Marfim [uia, rimou!].

Vai, Brasil!

Trabalho


Como não estou fazendo nada hoje, aliado ao fato que não tem porcaria nenhuma de interessante na Internet e a cambada de vagabundo do Uarévaa está... hã... vagabundeando. Aqui vai uma matéria inútil, mal diagramada e só para encher linguiça. Hoje estou afim de falar de trabalho, mesmo porque estou no trabalho!

Como todo mundo sabe, a palavra trabalho vem de uma palavra em latim que não lembro e tô com uma preguiça desgraçada de procurar, o lance é que o troço era um instrumento de tortura formado por três paus (ui) que servia para torturar escravos e pobres que por serem pobres não tinham dinheiro. (Desafio alguém a fazer um parágrafo mais redundante!)
Trabalhar é ser torturado.


Depois de um tempo, para judiar mais ainda da galera que já estava começando a curtir o lance dos três paus, resolveram evoluir a tortura: o torturado agora era obrigado a fazer atividades físicas como varrer os estábulos, cortar grama, masturbar elefante e atender cliente pelo telefone. Até o Hércules teve de fazer doze trabalhos como penitencia por ter feito merda!
Trabalhar é ser punido.


Inventaram então o salário para o trabalhador parar de reclamar que não recebia nada. Sal = salário manja? Ou seja, trabalhando tu era pago inicialmente em sal, que nem os bois... Depois mudaram isso, pois muita gente perdia o salário ao serem jogados nas piscinas pelos amigos fius duma égua em churrascos. Passou para moedas, notas e hoje cartões de plástico, em resumo: uma forma de enganar trouxa!
Trabalhar é receber em troca algo imaginário.



Durante a idade média, os publicitários da igreja bolaram que “a vida depende do trabalho. Este é fonte de sustento próprio e dos que de nós precisam. Como ensina Jesus em Mateus 6.25-34, não é estímulo à preguiça, nem significa não ter que trabalhar, nem implica em deixar de ser previdente. E o Salmo 127.1-2 certamente não se aplica a desocupados”. Deus só trabalhou seis dias até hoje, tá na bíblia! Procura lá!
Trabalhar é pecar.

Quando inventaram a indústria, o trabalho começou a ser vinculada a aplicação de forças e faculdades humanas, habilidade e talento para alcançar um determinado fim: o enriquecimento do patrão. Nessa época um carinha chamado Karl Marx, que não curtia trabalhar nem a pau, escreveu o lance da “mais valia”, como sou foda vou explicar tudo em poucas palavras para meus leitores preguiçosos: tu é mal pago pra cacete sua anta, tanto que tu não consegue comprar o que produz! Ou seja, se tu produz merda, tu não ganha merda nenhuma!

Acabei de demonstrar que é o trabalho e como to com síndrome de Mark Millar, não vou concluir esse post, deixo isso para um cara tão modesto e inteligente quanto eu:

“ (...)Descobrira, sem o saber, uma grande lei que rege a Humanidade e que é: para se conseguir que um homem ou um rapaz cobice uma coisa, basta tornar essa coisa difícil de obter. Se fosse um grande e sábio filósofo, como o autor deste livro, teria compreendido então que trabalho consiste em tudo que se é obrigado a fazer e que prazer consiste naquilo que se não é obrigado a fazer. Este raciocínio tê-lo-ia ajudado a entender porque se chama trabalho aos trabalhos forçados e a fazer flores artificiais, enquanto que jogar o berlinde ou escalar o Monte Branco não passa de um divertimento. Há senhores muito ricos, em Inglaterra, capazes de guiar carros de passageiros puxados por quatro cavalos num caminho de vinte ou trinta milhas todos os dias no Verão, porque para isso têm de pagar uma quantia considerável, mas que se recusariam a fazê-lo se Lhes oferecessem um ordenado, pois isso passaria então a ser considerado trabalho.”Mark Twain, As Aventuras de Tom Sawyer


E um videozinho para ajudar a passar o tempo:



quarta-feira, 16 de junho de 2010

Especial "Como fazer Tiras?" - Entrevistas #3

Fala, molecada!
Continuamos nossa saga de entrevistas com os melhores roteiristas/desenhistas nacionais!
Depois da entrevista com o Cadu, que você viu por aqui, agora é a vez dele... o cara que fez todo fã do Homem-Aranha relembrar a boa fase do personagem através de tirinhas inteligentes, bem feitas e sensíveis.
Tô falando do Vitor Cafaggi, o criador de Puny Parker (ou o Pequeno Parker), o personagem que é uma homenagem ao herói da Marvel, mostra em seu trabalho um aspecto bem diferenciado no que se refere à tiras.
Então, pequenos padawans, vamos à entrevista!



Ah! É bom lembrar antes que ele também foi o responsável por uma das grandes histórias que compõe o álbum que homenageia Mauricio de Sousa.
Conversei com o Vitor sobre seu trabalho e você confere agora o bate-papo que tive com esse grande artista!
1) Além de homenagear o Homem-Aranha, Puny tem um traço bem característico, lembrando muito as tiras dos Peanuts, feitas por Schultz e com um pouco da “alma” de Calvin de Bill Watterson, não é mesmo? Você se baseou nesses grandes mestres pra produzir as tiras? Como foi que o Pequeno Parker “nasceu” na sua cabeça?
Vitor Cafaggi - Não sei exatamente de onde surgiu a ideia. Não houve um momento específico que eu me lembre como sendo o da criação dele.
Acho que o Puny é uma mistura de tudo o que eu gostava na minha infância nos anos 80. Eu lia as revistas do Homem-Aranha, as tirinhas do Calvin, assistia o desenho do Charlie Brown na TV, ia ao cinema para ver De volta para o Futuro, Os Goonies e os filmes do Stallone.. acho que a ideia não surgiu.. ela sempre esteve aqui comigo!

No final, acho que ficou bem forte essa influência do Schultz e do Bill Watterson nas tirinhas. Hoje, para mim, nosso jovem Peter Parker é um menino muito parecido com o Charlie Brown (tímido, azarado, apaixonado..) que vive uma vida parecida com a do Calvin (tem problemas com valentões na escola, tem uma imaginação muito fértil e figuras paternas bem marcantes).

2) Qual era a intenção no começo e o que você sente que mudou depois de mais de um ano de produção? 
Vitor Cafaggi - Quando eu comecei a fazer as tiras semanais meu objetivo principal era me condicionar a desenhar sempre. Muitas vezes a gente tem ideias que não coloca no papel, ou ideias que começamos e nunca terminamos por falta de tempo ou mesmo por preguiça. Quando fiz a segunda tirinha do Puny decidi que faria isto semanalmente. Comecei colocando as tirinhas no Orkut e avisei aos amigos que ia fazer isso toda semana. Dessa forma eu meio que me obriguei a manter essa produção semanal de tirinhas.
Depois disso, outras pessoas conheceram a tirinha, eu fiz o blog e hoje, pouco mais de um ano depois, eu cumpri esse objetivo: desenho melhor do que desenhava há um ano, o Puny me trouxe outros projetos e a receptividade à tirinha foi ótima!
 

3) Você pensou num público-alvo para essas tiras? 

Vitor Cafaggi - Quando eu comecei a fazer essas tirinhas, minha idéia era ‘tirinhas feitas por um fã do Aranha para os fãs do Aranha’. Esse sempre foi meu público-alvo, os antigos leitores do personagem.
4) Como é a produção dessas tiras. Você as roteiriza antes de desenhar? 
Uma vez que eu já estou com a idéia da tira pronta na minha cabeça, eu faço apenas um rascunho antes de desenhar cada tira. Esse rascunho me ajuda a visualizar a tira antes de desenhar, eu vejo de quantos quadrinhos eu vou precisar e o que acontece em cada um deles.

5) Você adiciona algumas “curiosidades” depois das tiras. Achei um recurso fantástico e bem diferente. Necessariamente, para o leitor, não é preciso recorrer a esse recurso para entender a piada, mas você acha que se a tira fosse publicada em jornal ou revista, o fato de não existir esse recurso, prejudicaria seu trabalho final?
Vitor Cafaggi - Nunca pensei nisso.. na verdade, eu nunca pensei em publicar Puny Parker em jornais ou revistas. Como eu disse, o público-alvo são os fãs do Aranha, mas muita gente que conhece o personagem apenas pelos filmes tem lido as tirinhas (o que é bem legal). Eu escrevo as curiosidades principalmente pra essas pessoas e às vezes escrevo também sobre algum detalhe escondido que possa passar desapercebido ou mesmo sobre o processo de criação daquela tira. 
 
6) Além de se utilizar da cultura pop e de ser um profundo conhecedor do herói da Marvel, vc se espelha em algum fato da sua vida pra criar situações na vida do seu personagem? Qual é a mensagem que vc espera passar nas tiras?
Vitor Cafaggi - Sim, várias situações vividas pelo Puny são inspiradas em minha infância. O fato é que eu leio os quadrinhos do Aranha desde que tinha sete anos. Isso me acompanhou pela minha vida inteira. Posso dizer, sem exagero, que muito de quem eu sou, minha personalidade e dos meus valores eu aprendi nas histórias desse personagem. Tendo essa identificação, sinto que nas tirinhas do Puny Parker posso colocar experiências pessoais porque sei que vão se encaixar com o que o personagem representa.
Pra mim, os temas principais em Puny Parker são a história de amor (platônico) entre ele e a MJ e a vida dele em família. Muitas vezes eu até deixo a piada de lado em uma tira ou outra pra poder trabalhar melhor esses dois temas.
 
7) Qual é a dica para o leitor que tem interesse em fazer tiras? 
Vitor Cafaggi - Desenhe sempre, todos os dias. Pense sobre qual seria o tema das suas tiras, quem são os personagens que aparecem nela.. o que esses personagens querem, quais são suas características mais marcantes.. Uma vez que você criou a tira tenha sempre ela em mente.. desse jeito, a todo momento você vai ter idéias para novos episódios.
8) Conta como foi que você teve a idéia de fazer “produtos” como o cd com a “trilha sonora” das tiras e Cubeegrafts dos personagens.
Vitor Cafaggi - Eu não queria deixar o blog parado durante as férias do Puny. E, como eu sempre gostei de pensar nas tiras como um seriado com temporadas definidas, pensei que seria legal termos alguns extras, como se fosse um DVD. Pensando nesse lado seriado do Puny, a trilha sonora era um extra indispensável. Os cubeecrats são pra aqueles que adoram colecionar bonecos (como eu) e os outros extras serviram mais como curiosidade mesmo.
Fiquei sabendo que o Wallpaper fez bastante sucesso e hoje, sempre que vão falar sobre o Puny em outros blogs eles usam essa imagem pra ilustrar o texto. 
 
9) Em pouco tempo, seu personagem se tornou hit na internet, te premiando, na minha opinião, com um dos melhores presentes que é participar de uma comemoração como a de 50 anos do Mauricio de Sousa. Como você está se sentindo agora com tudo isso acontecendo? 
Vitor Cafaggi - Como eu disse, a receptividade com as tirinhas tem sido ótima, muito além do esperado e eu fui convidado pra participar de outros projetos como o Pequenos Heróis e o MSP 50 graças ao Puny. Devo muito a ele. Esse convite para participar do MSP 50 foi o máximo!
A chance de criar, escrever e desenhar no meu estilo uma história do Chico Bento foi uma surpresa gigante. Digo sem exagero que foi o primeiro grande sonho da minha vida realizado. 
 
10) Você gostaria de deixar alguma mensagem, recado, jabá, etc? 
Claro! Jabá time!
O MSP 50, o livro em comemoração aos 50 anos de carreira do Maurício de Sousa, sai agora em setembro (essa entrevista foi realizada em Agosto), em breve nas bancas teremos Pequenos Heróis e continuem acompanhando as aventuras semanais do Puny! Valeu, gente!
 
Não perca por nada desse mundo o próximo capítulo!
Fiz uma entrevista hilária o autor Benett, e o cara é muito louco!
Será a última entrevista da série, por enquanto! Então, esteja aqui!
Para saber mais acesse: 
http://punyparker.blogspot.com/ 
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Podcast Uarévaa na Copa #1


BRASIL-SIL-SIL!!!

Iniciando uma série especial da Copa do Mundo, reunimos o time do Uarévaa pra comentar o que já rolou nos gramados africanos, especialmente a "atuação de gala" do Brasil contra a Coréia do Norte. Na escalação de hoje: Freud, Duende Amarelo, Zenon, "Marcelo Soares" (Onde? Rs...), nosso primeiro convidado especial, o amigo e leitor Luiz Modesti e, finalmente, A PIN (acredite, é verdade, rs...)!!

Ripa na xulipa, pimba na gorduchinha, clica no Leia mais e confere ai!!!



(Clique na imagem com o botão direito do mouse
e depois em "Salvar link como..")


Comentado no Podcast:


Oscar Filho, do CQC, desligando a TV dos hermanos





Galvão Bueno.... err... VEJA!!! (#facepalm)





A melhor faixa da Copa!



Olha o jabá ai!! Confira o podcast do Portal da Luta Livre que o Luiz Modesti participa.

P.S.: E cadê o Marcelo Soares? Ele ficou calado o tempo todo, mas marcou um golasso editando o podcast em tempo record!! Vlw Marcelo!!