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sábado, 28 de fevereiro de 2009

Momento Uarévaa

E aí negada! Aqui é o Zenon para mais um Momento Uarévaa! Hoje farei um Top 5,5 com as piores traduções de seriados, em minha modesta opinião. Vamos lá?

Tenho certeza que todo mundo aqui já se deparou com alguma tradução de filme e/ou seriado que o fez torcer o nariz, talvez porque o nome arranjado pra versão nacional não tenha NADA a ver com a versão original (cofcof corpo fechado cofcof) ou talvez porque o nome traduzido tenha ficado uma bela bosta, e diga-se de passagem a emissora do querido Sênor “e o bambu?” Abravanel é craque nisso.

Então vamos aos nomes da infame lista.

5ª posição

Nome original : The O.C.
Nome made in Brasil : The O.C. – Um estranho no paraíso.

Tá, porquê diabos colocaram essa merda de “Um estranho no paraíso “? Acho que foi o seguinte:
- Precisamos inventar algo a mais. Apenas ”The O.C” é muito...curto.
- Ei...o personagem principal é um delinqüente que se muda para um bairro de ricaços em uma cidade paradisíaca, logo, ele é um “estranho no paraíso “. Sacou?
- Genial! Põe isso aí!

Faça-me o favor ¬___¬

***
4ª posição

Nome Original : Smallville
Nome made in Brasil : Smallville – As aventuras do Superboy.

Sofre do mesmo defeito da série acima, ou seja, a expansão no nome. Precisava disso? As Aventuras do Superboy. SUPERBOY!!!!!! Qualquer zéba (menos o infeliz que teve essa idéia genial de nome) sabe que o Superboy NADA tem a ver com o Superman. Além de misturar o nome em inglês com a expansão do nome em português. Se quer cagar no pau manda logo um “Pequenópolis – as aventuras do Supergaroto!” Até porque na série NINGUÉM chama a porra da cidade de Smallville.
Mas enfim, se a cagada se resumisse apenas ao nome era menos mal.

***
3ª posição

Nome Original : Birds of Prey
Nome made in Brasil : Mulher-Gato

Sériezinha babaca contando as aventuras das três gostosas em questão, vulgo filha do Batman com a Mulher-Gato, a filha da Canário Negro e a paralítica, porém facilmente comível, Bárbara Gordon.
E como inventaram esse nome ridículo pra série? Veja abaixo:

Diálogo entre o pessoal da emissora.
- Vamos exibir Birds of Prey.
- Birds quem?
- É uma minissérie da filha daquela super-herói de capa que voa.
- Superman?
- Não, o outro, que tem um ajudante gay de roupa colorida.
- Ah, Batman?
- É, esse.
- Certo, mas precisamos mudar esse nome, ninguém vai saber do que se trata.
- Verdade. Que tal “ As aventuras da filha do Batman? “
- Não chama atenção. Precisamos de algo mais direto. Deixa eu pensar... Já sei! Mulher-Gato!
- Mulher-Gato?
- É, eu li na sinopse que o estagiário escreveu que ela tem alguma relação com a personagem, tipo mãe e filha.
- Mas ela aparece uns 2 minutos na série inteira.
- E daí? Ninguém vai nem perceber.
- Beleza então. É esse o nome. Bora tomar uma cerveja?
- Ô!

***
2ª Posição

Nome Original : Nip/Tuck
Nome made in Brasil : Estética

Quase, mas quase essa série não leva a infame medalha de ouro.
Porra chuchu! Mudar de Nip/Tuck pra ESTÉTICA?????? “ Ei, troca de canal porque vai começar ESTÉTICA! “
Qual o problema com Nip/Tuck?
Medalha de prata pra vocês, seus jegues!

***

1ª posição

Nome original : Men in Trees
Nome made in Brasil : Homem às pencas

Essa é pra chutar o balde. Na verdade foi por essa série que este post passou a existir (amaldiçoem-na agora!!). Uma “mulé” resolve ir para uma cidade do Alasca pra fugir dos desentendimentos amorosos ou qualquer viadagem dessas. Aí ela tem a sorte de cair numa cidade onde só tem homem solteiro. Que nome dar à série? HOMEM ÀS PENCAS! CLARO!!!!

O infeliz que inventou isso tem que apanhar de gato morto até fazer “ miau! “

***
0,5 posição

Nome Original : Heroes
Nome made in Brasil : Heróis

Menção honrosa e rabugenta apenas por preferir a sonoridade de “Heroes” ao invés de “Heróis”!

***

Irmão Olho

Um milhão de meses à frente
Por Algures

Você já parou para calcular que, considerando que a DC continuasse existindo e publicando suas revistas regularmente, daqui a 800 séculos (mais precisamente no ano 85.271), a primeira revista de super-herói (Action Comics, casa do Superman) chegaria à edição de número 1.000.000? Óbvio que não, quem seria louco de calcular uma coisa dessas? A resposta é Grant Morrison, que fez isso em 1998 (1999 no Brasil), quando trouxe para os leitores a saga DC: Um milhão. Podem clicar aí tranqüilos, que não tem spoilers.

Em 98, Morrison levava a revista da Liga da Justiça para o topo das vendas nos EUA. Nesse período, surgiu uma saga protagonizada pela equipe, mas que se espalhou por todos os títulos da editora. DC: Um milhão era uma saga típica do Morrison, bem mais acessível do que seus trabalhos atuais, mas ainda assim com suas pirações de sempre. Saca só a história:

A Legião da Justiça A (uma versão futurista da Liga da Justiça, que conta com um Superman descendente de Kal-El, um Batman que vive em plutão que é um planeta prisão, uma Mulher Maravilha com pele de mármore que vive em Vênus, Um Aquaman de Netuno, um Flash e um Homem-Hora robô) vinda do ano 85.271 chegam ao presente para convidar os heróis da Liga da Justiça original para participarem das comemorações em homenagem ao retorno do Superman original (sim, Kal-El), que está vivo, mas tem vivido os últimos milhares de anos na sua fortaleza da solidão no núcleo do sol. A homenagem inclui os heróis “originais” (incluindo a versão do presente de Kal-El) viajarem para o futuro a fim de participar das festividades na forma de competições olímpicas. Enquanto os heróis do presente festejam no futuro, a Legião da Justiça A ficaria no passado durante os instantes em que a Liga ficaria fora. Superman, Batman, Mulher-Maravilha, Aquaman, Lanterna Verde (Kyle Rayner) e Flash (Wally West) decidem participar das festividades, enquanto que os outros heróis (incluindo o caçador de Marte e Batman) decidem ficar por aqui mesmo.

Mas, obviamente, as coisas não poderiam dar 100% certo, se não não haveria saga. Assim que a liga parte pro futuro (com Batman junto, que foi “enganado” pelo Batman do futuro porque este queria que ele estivesse lá), Homem-Hora se descobre estar comprometido por um vírus do futuro que é liberado no planeta e que ataca humanos e máquinas. Nesse meio tempo, Vandal Savage aproveita-se da situação e tenta atacar o planeta e dominar o mundo.

No futuro, a Liga do presente tem suas proezas sabotadas pelo maior vilão da Dinastia Superman, Solaris, o Sol Tirânico, e isso força os heróis a se reunirem para tentar enfrentar a ameaça.

Se vocês acharam isso complicado, vocês ainda não viram nada. A história mexe com viagens no tempo, paradoxos e mostra as ligas atuando no presente e no futuro distante para evitar que se mude o passado e que o futuro seja destruído.

A história principal se passou numa mini-série em 4 edições, mas se espalhou por todas as revistas DC, que interromperam suas numerações para estampar o número 1.000.000 nas capas.

A Saga é um tremendo exercício de criatividade e imaginação, e possui uma história complexa e extremamente bem amarrada (tem seus erros, mas eles são quase imperceptíveis e não prejudicam a trama) para uma saga “normal”, e se tornou para mim uma das melhores sagas já feitas nos quadrinhos em todos os tempos. Morrison consegue trabalhar com a viagem no tempo como ninguém, e as histórias paralelas, longe de encher lingüiça, expandem o mundo criado para essa saga, mostrando diversas facetas dos personagens, e o que os levou a tal futuro, e faz com que a história se torne uma verdadeira homenagem ao universo DC como um todo.

Enfim, a saga saiu aqui no Brasil em 99, ainda antes do advento das revistas “Premium” da Abril, hoje ela pode ser encontrada em sebos (ou em scans, obviamente, mas não contem pra ninguém) e, na minha humilde opinião, é leitura recomendadíssima. PRA QUEM GOSTA DE DC.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

DublagenZ


Sabe aquelas vozes bacanas que aparecem narrando os trailers? Aquela voz que fica falando quase sempre o que aparece escrito na tela, como se fossemos burros que não sabem ler, mas que mesmo assim é bacana de se ouvir? Tipo “ This summer...one maaan...one legeeeend! “ Cara, eu acho isso do carvalho.

Eu me lembro de quando eu tinha uns cinco anos de idade e tinha um tio que sabia imitar essas vozes de trailer americano e quando ele vinha em casa eu e o meu irmão ficávamos horas pedindo pra ele fazer os mais inusitados “trailers” de filmes que gostaríamos de ver, como o trailer de “Chucky – o boneco que queria ser Barbie “ ou “ O ataque dos repolhos assassinos “ (minha tia vivia fazendo salada de repolho e queria que a gente - incluindo meu tio - comesse).
Acho que esse foi meu primeiro contato com algum tipo de dublagem ou coisa que chegue próximo disso, e eu adorava. Mas toda essa historinha é só pra mostrar a vocês um vídeo muito engraçado das mazelas que sofrem os pobres narradores de trailers.


Comercial premiado no Festival de Cannes.

Genial.

Chucrutz Games

Street Fighter IV

Os jogos de luta nem mesmo existiam antes de Street Fighter. Com idéias que incluíam um sistema de bloqueio, combinações de comandos para ataques especiais e a possibilidade de poder enfrentar um segundo jogador "humano" a qualquer hora, SFI foi o “pai de todos os jogos de luta”. Cada jogo na série de SF usou este sistema básico em sua base. Depois de seu lançamento, outras softhouses adotaram o mesmo sistema para os jogos de luta delas. Não é nenhum exagero dizer que jogos de luta existem hoje por causa das idéias que emergiram originalmente de Street Fighter.

Quase vinte anos depois do lançamento de um dos mais influentes games de todos os tempos, a Capcom traz "Street Fighter" de volta às arenas!


Street Fighter IV reúne lutadores que ficaram marcados na memória da galerinha oitentista, como Ryu, a musa Chun-Li e o brasileiro Blanka. Há também estreantes. Uma ótima pedida aos jogadores iniciantes e aos fãs da série (Capcom é caça níquel minha gente!)

A lista completa de personagens conta com: Ryu, Ken, Cammy, Akuma, Seth, Fei Long, Vega, Dhalsim, Abel, Crimson Viper, Blanka, El Fuerte, Sagat, Balrog, E. Honda, Dan, Rose, Gouken, Rufus, Zangief, Sakura, Guile, Gen, M. Bison e Chun-Li.

Hadouken!

O visual do game lembra um “desenho animado”, com cores vibrantes e animações para os lutadores, que fazem caras e bocas ao receber golpes.


Os cenários são amplos e cheios de movimentos. Músculos e trajes ganharam muito mais detalhes. Espero finalmente ver a calcinha da Chun-Li em HD!!!! Só não vale ir na intenção dela, hein!!!

O esquema de controle é famoso, consagrado e divertidíssimo “2Desão”. Os botões são clássicos: três para socos e três para chutes. Chute muitas bundas gringas por ai com modo multiplayer online. E como tem modo(s) online prepare seu HD e bolso para possíveis conteúdos extras: Personagens, trilhas sonoras, cenários. Sem falar em um sistema RANK! Pra que competir online se não for pra esfregar na fuça daquele seu amigo nerd bucha que você está no seleto hall dos 5 melhores jogadores de SF enquanto ele joga Harvest Moon (nada contra Harvest Moon)?

"Street Fighter IV" é para maiores de 13 anos. No futuro, PC e Wii também devem receber suas versões do jogo.

Pena que a brincadeira saia tão cara: 290 verdinhas (em média), seja no PlayStation 3 ou no Xbox 360 (tá, eu sei que você vai baixar no mininova ).

Um Shoryuken e até mais ver!!!

Skrull

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Freud Explica

Mais um dia de reuniões sobre minha linha de brinquedos = mais um Freud Explica QUASE atrasado... Mas foi brabo hoje, ficamos 6 horas seguidas discutindo o design de mais um produto, taréfa muito árdua, principalmente se voce levar em consideração que é o mesmo boneco de antes com apenas um pára-quedas a mais....
Chega de enrolação, vamo que vamo!!

Pergunta de jeetkunejoe: O que eu faço pra fugir do colégio?
Que parada é essa Jeet, fugir do colégio é coisa de Pinóquio e de pinóquio aqui já basta o Zenon!! Fugir certamente não é o mais difícil, Jeet, mas o que você vai fazer depois, moleque, vai virar menino de rua? Deixa de ser mané e senta a cara no livro ae, seu nerd de meia tijela!! Faz o seguinte, vai jogando ae na Mega-Sena que, o dia que você ganhar sozinho, não precisa mais se preocupar com colégio nenhum, hehehe... Só não esquece dos meus 10% pelo conselho, hein?

Perguntas de O Poderoso Hammer:
1) Por que o papai do Hellboy se chama Os 7 Deuses do Caos (ou alguma coisa assim, não lembro)?
Você está viajando na maionese, Hammer. O pai do Hellboy é um demônio Príncipe de Sheol e sua mãe uma bruxa terrestre chamada Catherine Tanner-Tremaine.
Ogdru Jahad, não é pai do Hellboy porra nenhuma, mas sim uma entidade imortal destinada a destruir a terra caso seja libertada de sua prisão, e a única chave pra se fazer isso é justamente a mão de pedra do Hellboy. È chamado de “Os 7 Deuses do Caos” porque são 7 Deuses do Caos, ora, huahaua, (Amon-Jahad, Adad-Jahad, Namrat-Jahad, Irra-Jahad, Nunn-Jahad, Beuu-Jahad e Nergal-Jahad) mas embora sejam 7 são também uma única entidade, o Dragão da Revelação. Mas como essa porra? È um só mas são 7? Sim Hammer, da mesma forma como bem dizia Renato Russo: “Quem me dera ao menos uma vez entender como um só Deus ao mesmo tempo é 3.”

2) Por que aparece dinosaurinhos no livro 1602 de Neil Gaiman? Isso não fais o menor sentido...
Na cabeça do titio Gaiman, “FAIS” sim.. O que rola ali é que o evento que trouxe Steve Rogers praquela época gerou várias mudanças na Terra, principalmente o aparecimento precoce dos outros “super-heróis”, mas também a permanência de criaturas pré-históricas em todo o planeta ao invés de somente na Terra Selvagem, como na Terra 616 “tradicional”.

Pergunta de Algures: Porque os leitores do Uarévaa, apesar de ler nossas matérias escritas no bom português, não conseguem aprender a escrever direito?
Porque é difícil mudar velhos hábitos, Algures, essa cambada fala e escreve errado desde sempre, não é lendo nosso blog que vão entrar pra Academia Brasileira de Letras, hehehe..

Perguntas de Madruga Man:
1) Como eu coloco uma foto do lado do meu comentário???
Se cadastre nesse no site http://en.gravatar.com/, inteiramente “de grátis”, e siga as instruções lá, cara.

2) Qts kg pesa o Ed Motta?
Ahhh Fala sério.... Qualé Madruga, que diferença faz se o cara pesa 80 ou 180 quilos? Aproveitando o clima de ressaca do carnaval, se liga ae no peso da voz do malandro que vale muito mais a pena.


3) Pq ninguém conhece um filho de puta q se chama Junior???
Porque haja teste de DNA pra descobrir quem é o pai da criança, né...

Perguntas de Johnny Nastri:
1) Por que o Prof. Xavier, sendo um dos mutantes sensitivos mais poderosos (se não o mais), ainda continua aleijado? Se ele consegue bloquear os poderes dos outros, por exemplo, qual dificuldade ele teria em desenvolver algo como a telecinese? Assim, nem andar ele precisaria, poderia voar, como a finada Jean.
Cerveja bem, ser um telepata não significa necessáriamente conseguir desenvolver outros poderes. Nunca li sobre ele poder bloquear poderes dos outros, mas acredito que seja através de bloqueios mentais no alvo e não agindo diretamente sobre os poderes.

2) Você acredita que Joe Quesada também deu a alma para Mefisto, prometendo arruinar todo o passado de Peter Parker, em troca de algo? O que seria esse "algo"?
Claro que não, pô, o cara é um grande editor, só toma decisões sábias, como o que fez com o Homem-Aranha e todos os grandes trabalhos que ele contrata o Jeff Loeb pra escrever.. Não sei da onde um bando de detratores do Quesada tira essa idéia de que ele é um gênio do mal que só pensa em foder com todo mundo...

3) Na sua opinião, se a Crise Internacional começar a afetar a indústria dos quadrinhos, qual é a primeira editora a ir pro ralo: DC ou Marvel? Por quê?
Cara, começar a afetar com certeza já começou, mas daí a ir pro ralo tem uma diferença muito grande. De qualquer forma, se a crise atingir proporções bizarras a esse ponto, por não ter um grupo forte como o Time/Warner por trás, creio que a Marvel talvez corresse mais risco que a DC, sem contar que a DC já tá acostumada a Crises, hehehe

Perguntas de flasHQ:
1) O Chapolin Colorado é o maior herói latino?
Claro que não, obóviamente ninguém supera Overman no Brasil, na América Latina e, talvez até NO MUNDO!!! Só não digo no espaço por causa do Space Ghost...

2) Se homens são de Marte e mulheres são de Vênus, porque vivemos na Terra?
Porque ambos conseguiram acabar com tudo que prestava nesses planetas e vieram pra cá pra zoar outro lugar. Sem contar que aqui tem uns cantinhos maneiros pra dança do acasalamento....

3) Será que todos nós humanos cometemos incesto, uma vez que somos todos irmãos?
Não irmão FlasHQ, porque somos “irmãos” num sentido mais amplo e Incesto é a relação sexual ou marital entre parentes próximos. ALELUIA IRMÃO, pode carcar aquela gostosa da sua rua à vontade, sem medo de ser feliz!!

4) Se Naruto passa a 2 anos seguidos os mesmos 50 e poucos episódios no SBT e parece manter algum sucesso ao ponto do canal não tirar a atração do ar, significa que trouxa era a Manchete que tirava os seus animes do ar depois de passar o último episódio como foi o caso de Yu Yu Hakusho?
Má claro, episódios finais são o tipo de consideração com o telespectador que não faz bem nenhum à emissora, tanto que a Manchete faliu, huahahua

5) Quem falou pro cara da Manchete que se passasse o último episódio dos seriados japoneses ninguém mais iria assistir o programa?
Ninguém falou, por isso que ele pôs no ar.

E finalmente temos um vencedor para o ...

VOCÊ EXPLICA

... que perguntava: Na música "Por Você" do Barão Vermelho, diz que o cara dormiria de meia pra virar burguês... Como assim? Basta dormir com uma meia e se vira burguês?

E foi o mais novo leitor sem noção do Freud Explica, o cara que bateu o recorde de perguntas da coluna na semana passada: FlasHQ!!

Confira a resposta: Dormir de meia no Rio Quarenta Graus causa chulé e a Burguesia Fede!

Agora sim... Com chulé, o cara passa a feder, e se torna burguês, SIMPLES!! Ele tentou dizer isso semana passada, mas fez um samba do crioulo doido tão grande na resposta que nem dava pra entender a lógica dele. Nesse resumo simples, ficou bem mais claro e ele leva o troféu de hoje.

Então vamos a pergunta de hoje: Porque nos filmes Star Wars as batalhas espaciais têm explosões barulhentas se o som não se propaga no vácuo?

Respondam essa e perguntem mais, que semana que vem tamos ae de novo. Até.

De fora da panela

Fala pessoal, mais uma colaboração do Vini, do blog Submundo Mamão, para o nosso "De fora da panela". Curta o ótimo post dele, sobre customização de bonecos, e NOS MANDE O SEU TAMBEM, CARAMBA!! Basta enviar seu texto e imagens pra uarevaa@gmail.com. MEXAM-SE, seus preguiçosos, hehehe!!

Customiza, Zezão!

Uma coisa é certa, nós que hoje estamos um pouco além da casa dos trinta, passamos a infância inteira babando e querendo ter todos aqueles "bonequinhos" de heróis que víamos na prateleira das lojas. Mas nossas mães fizeram o favor de sempre nos negar quando pedíamos, e então, crescemos como uns nerds frustados...

E olha que naquela época os brinquedos eram totalmente toscos em relação ao que a gente têm hoje em dia.

É aí que a frustação duplica!!! Hoje, que conseguimos ganhar nosso próprio dinheiro e não precisamos mais pedir para nossas mães (alguns de nós não, pelo menos), esses "action figures" estão custando um rim e meio! Aí nos tornamos mais ainda uns nerds frustrados... Ainda mais com os brinquedinhos que existem hoje!A molecada que está vindo aí, com certeza passou ou ainda passa pelo mesmo "problema".

Mas se caso, você deu sorte de ter um bom futuro, não lhe falta lo diñero ou o seu papai de dá uma boa mesada pra gastar em qualquer porcaria, terá a possibilidade de comprar alguns legais durante um tempo...

... entenda isso como, até arranjar uma esposa ou ter um filho. Eu tive a chance de fazer uma boa coleção até certo ponto. Apesar de alguns não terem se salvado de uma mudança que fiz do Rio Grande do Sul para São Paulo quando eu tinha uns 14 anos, tive a oportunidade de comprar e ganhar alguns, porém hoje para comprar um novo, é necessário antes passar pelo "crivo" da minha mulher e seu infalível: "Isso é mesmo necessário?"

Não, admito...não é necessário.

Apesar dela ter apoiado muito esse meu hobby e entender a quantia que gastava por mês em quadrinhos e livros, ela não compreende a inexplicável necessidade de ter um daqueles! Principalmente quando você é fã do personagem... (ou será que é meramente culpa de um trauma da infância?!?)

Quem aí já viu aquela sensacional moto do Final Fantasy, a Fenrir? Não é pra ter vontade de ter uma? Principalmente se você cresceu nessas condições que expliquei antes.

Um cara que deve ter crescido frustado bragaray e ter ouvido só NÃO da mãe na vida, foi o aprendiz de humorista e nas horas vagas jornalista, Otávio Mesquita.

Aquela coleção dele é algo anormal!!! Dá até vontade de participar daquele programa, não só pra tentar ver a Bárbara Koboldt de perto (o que que é aquilo?), mas pra sacaneá-lo grandão e "garfar" uns pra minha coleção. Eu acho que antes dele se aposentar, ele devia sortear um daqueles "hominhos" por semana, até acabar...hahahaha. (espero que ele leia isso).

Mas, tem nerd que se vira muito bem e quando não tem condições de comprar seus "action figures" preferidos e já está enjoado daqueles antigos, baratos e toscos...ele faz o quê?!?

CUSTOMIZA, Zezão!

Pedaços de roupas, couro, alumínio, ferro, plástico e muito, muito epoxy misturado com criatividade dá nisso aqui que você vê abaixo:

Boba Fett
Feito à partir do corpo do Wolverine Ninja, Mãos do Mercenário e o restante esculpido (cabeça, armadura peitoral etc.)

Artoo Deetoo and See Threepio
R2 foi feito de peças de bijuteria, um frasco de cola, os pés de um boneco chamado Alien Racer, várias probabilidades e extremidades de um balde de serragem. C3P0 é feito de uma figura fêmea que pertence à série do Vampire Hunter D com as mãos e os pés de outra figura, a cabeça e o corpo foram re-esculpidas e alteradas com vinil e muito epoxy.

Darth Vader
Com partes do War Machine (pescoço, ombros, braços, peito) Mysterio, Homem de Ferro Armadura Moderna, Magneto do filme X3, Mandarim SPAWN (mãos). A cabeça foi esculpida com epoxy e vinil e a armadura e outros pedaços do armamento foram retirados de um boneco da MacFarlane Toys chamado Jackal Assassin.

Abaixo outros "customized figures":Para saber mais sobre bonecos customizados ou conhecer outras coisas, clique aqui...


... e depois volte a brincar com os seus velhos brinquedos de infância, seu nerd pangaré!


quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Moura em Série

Top Séries que formaram minha personalidade...

Eae pessoal… muita ressaca do carnaval??
Bom, pro Moura aqui nem tanto, já que trabalhei... Mas vá lá, nunca fui muito fã dessa festa profana e pagã mesmo... (modo ironia on turbo).
Essa semana a coluna vai ser um pouco diferente. Ao invés de mais um review de seriados, eu fiz uma pequena lista das cinco séries que até hoje me prenderam e eu levo na lembrança e, de certa forma, marcaram minha vida.Alguém interessado? Vejo uma mão levantada no canto esquerdo da platéia.



5º Lugar – I LOVE LUCY
Acredite se quiser, I Love Lucy é uma série que eu adorava quando ainda era um jovem mancebo. Ainda muito criança, criado a leite de pêra, eu não perdia um episódio dessa série clássica que passava no Multishow ao meio dia. A série é talvez a primeira sitcom de sucesso da história, e foi ao ar de 1951 a 1957. Era estrelada por Lucille Ball e seu marido, Desi Arnaz, interpretando Lucy e Ricky Ricardo.
Lucille tinha um tino pra comédia impressionante e sua personagem, uma dona de casa tradicional dos anos 50, que sonhava em se tornar uma estrela de televisão, vivia metendo seu marido Ricky, um musico, em roubadas muito fodas. Incluindo ainda o casal de vizinhos, Ethel e Fred, que também se metiam nas maluquices de Lucy. Humor pastelão, cheio de gags visuais e de primeira qualidade.


4º Lugar – SIMPSONS
Bart, Homer, Lisa, Marge, Maggie. Cinco bonecos bizarros amarelos de quatro dedos, satirizando tudo e todos em seu caminho. Paises, políticos, celebridades, todo o modo de vida americano e suas hipocrisias, tudo é alvo para o sarcasmo de Matt Groening.
Pra mim Simpsons é simplesmente o que há em termos de sátira.
Muitos dizem que Family Guy (Uma Família da Pesada) é melhor. Concordo que Family Guy tem um humor mais pesado, ultrajante e evidente que Simpsons, e até mesmo que a série tenha perdido um pouco da qualidade com o passar dos anos, mas Peter e sua família não têm o mesmo charme que Homer e companhia... E nem tem episódios tocantes, ao mesmo tempo em que hilários, como o em que Homer se reconhece como alcoólatra. O final é de apertar o peito, com o pai da família desistindo de ir ao bar para sair de bicicleta com Marge ao som de Raindrops Keep Falling in My Head. É o retrato bem humorado de uma situação nada divertida que assola milhões de famílias, mas tocada de uma forma engraçada e com um final que enche de esperança quem vive esse problema próximo a si.

“A culpa é minha, e eu a coloco em quem eu quiser”.
Homer Simpson


3º Lugar – LOST
Lost é foda. Lost é tão foda que eu nem consegui escrever uma matéria aqui pro blog que estejam à altura do seriado. Lost é mais do que mistérios. Lost fala da natureza humana, de religião e fé, de ciência, de sobrevivência, de auto-conhecimento, de futuro e passado e de como os vemos ou utilizamos para nossos próprios fins, de mentes, de saudades, de amores, de amizades, de confiança e traição, de princípios e de valores, de literatura, de filosofia, de lealdade e de contradições.É um imenso quebra cabeças, em que as peças vêm de várias direções no tempo e montam um grande mosaico da condição do homem.
É uma série sobre monstros de fumaça, estatuas gigantes e viagens no tempo, sim. Mas acima de tudo é sobre Walkabouts. É sobre histórias de vida.
Então, quando eu finalmente escrever sobre ela... Esperem por muuuuuuitos posts...

“Se não pudermos viver juntos, morreremos sozinhos”.
Jack Shepard

2º Lugar – FRIENDS
É a sitcom de maior sucesso da história? Isso pouco me importa. Eu sei que muitas pessoas preferem Seinfeld, mas o sexteto Nova Iorquino tem, pra mim, algo que nenhum outro elenco teve. Um carisma impar e a capacidade de me cativar (e com certeza, a milhões de outras pessoas). Acho que o trunfo de Friends é que você sentia vontade de ser amigo deles, fazer parte da galera.Passei minha adolescência sonhando em rir das mancadas do Joey, agüentar as mazelas de Ross, suspirar apaixonado por Rachel, comer o jantar de Ação de Graças da Mônica e ouvir as maluquices de Phoebe. Além de ter tido Chandler Bing, meu “Friend” favorito como meu mestre. Piadinhas irônicas em momentos oportunos tem sido uma grande vantagem na loucura do dia a dia atual.
Friends me prendeu por 10 anos e ainda prende. Ainda sinto saudades dos meus amigos lá de NY, e de suas vidas atribuladas, mas sempre podendo contar uns com os outros.

I’ll be there for you. Because you’re there for me too.


1º Lugar – ANOS INCRIVEIS
Bom, eu pensei e repensei se Lost ou Friends ganharia essa colocação. E por fim decidi que nenhuma das duas me marcou como a série que mostrava a vida de Kevin Arnold.
Kevin, estudante americano, teve sua vida esmiuçada por mim. Acompanhei sua infância, adolescência e chegada à vida adulta, ao lado de seu grande amor Winnie e seu melhor amigo Paul. Seus problemas com o pai autoritário que tanto tempo ele levou para compreender, com o irmão turrão, a mãe superprotetora, a irmã hippie...Cada episódio trazia uma nova faceta da vida de qualquer adolescente. Sem o glamour de um Gossip Girl ou a pretensiosa e exagerada verborragia de Dawson’s Creek, ali tínhamos o verdadeiro adolescente passando por todas as crises e dificuldades que um jovem daquela idade passa.
E um texto incrivelmente bom, profundo, bonito e tocante.

“Quando somos crianças, somos um pouco de cada coisa. Artista, cientista, atleta, erudito. Às vezes parece que crescer é desistir destas coisas, uma a uma. Todos nos arrependemos por coisas das quais desistimos. Algo de que sentimos falta. De que desistimos por sermos muito preguiçosos, ou por não conseguirmos nos sobressair, ou por termos medo”.
Kevin Arnold

Série pra ninguém botar defeito, e de deixar rolar uma lágrima no rosto do cabra mais metido a machão que se possa imaginar.
E uma abertura absolutamente saudosista, de fazer engolir seco.



Uaréview

Bom, pessoal, aqui é o Algures, escrevendo de Llanfairpwllgwyngyllgogerychwyrndrobwllllantysiliogogogoch, em Wales, no Reino Unido (sim, esse é o nome da cidade), para fazer um Uaréview do filme Coraline, que eu só pude assistir este fim de semana, pois ando ocupado com minhas andanças pelo mundo a fim de desvendar a maior conspiração de todas. Mas enfim, vamos ao review:

O mundo secreto de de toda criança

Primeiramente, tenho que dizer que não li a obra original do Neil Gaiman. Sou o tipo de pessoa que não consegue ler um livro que não tem (por isso, não peço emprestado nem uso biblioteca, prefiro comprar o livro) e apesar de conhecer o autor de “outros carnavais” e reconhecer o seu talento, Coraline foi algo que nunca me interessou o suficiente para que eu decidisse adquirir a obra. Mas então saiu o filme e uma grande amiga de Llanfairpwllgwyngyllgogerychwyrndrobwllllantysiliogogogoch e eu estávamos entre Sexta-Feira 13 e Coraline. A proximidade do horário nos fez escolher a segunda opção e, confesso, não me arrependi. Coraline foi adaptado para o cinema e dirigido por Henry Selick, diretor do excelente “O Estranho Mundo de Jack” (que muita gente pensa erroneamente ter sido dirigido por Tim Burton, quando este era só o produtor) o que, para mim, já dava uma credibilidade enorme para o filme.

Outro fato interessante é que o filme foi feito com a mesma técnica de “O Estranho Mundo de Jack”, ou seja, a animação em stop-motion, outra coisa que me chama bastante atenção pelo contexto artesanal da coisa, bem menos industrial e mais artístico. Mas a animação em si me surpreendeu mais do que eu imaginaria, pois ela é tão bem feita, que em nenhum momento aquilo parece stop-motion, muito pelo contrário; qualquer um vai ter a certeza de que aquilo é uma animação 3D tradicional. Além disso, a animação consegue algo que é extremamente difícil nesse gênero, balancear realidade com fantasia de forma competente. Além disso, é feito em 3d Rotoscópico, ou seja, para ver com óculos especiais (e, se não me engnao, é o primeiro stop-motion a usar o 3d rotoscópico).

Quanto à história, para quem não conhece, aí vai um pequeno resumo: Coraline é uma menina imaginativa como toda criança em sua idade, e acaba de se mudar para uma velha casa longe de seus amigos. Seus pais não dão atenção à ela por causa das pressões em seus trabalhos e a menina acaba ficando sempre de lado. Sozinha numa casa antiga, ela resolve explorá-la, até que descobre uma porta pequena tapada por um papel de parede, e que a levará por uma jornada maravilhosa por um mundo que pode ser tudo o que ela sempre quis... Ou não.

Em muitos aspectos, o filme lembra muito filmes dos anos 80 como Labirinto e A Lenda, mas talvez um pouco menos “ingênuo” que estes. Também remete aos clássicos antigaços das Disney, mas principalmente me lembrou bastante Labirinto do Fauno, embora este seja mais um filme de terror e não é nem um pouco infantil. E, assistindo esse filme, fui obrigado a concordar com meu melhor amigo, que sempre diz que não sabe como os estúdios conseguem errar a mão em um filme. É impressionante, pois Coraline faz aquilo parecer uma coisa muito fácil de se fazer.

Antes de mais nada, é bom deixar bem claro que o filme é, em primeiro lugar, um filme infantil. Mas, como toda obra infantil eficiente, é uma história para toda a família e uma aventura emocionante. É difícil vermos histórias infantis com os mesmos olhos depois que crescemos, pois nos tornamos chatos e perdemos aquele senso de inocência que nos fazia acreditar que tudo era possível. Coraline me trouxe tudo isso de volta e, durante as quase duas horas do filme, voltei a ser criança de novo. E, não vou mentir, foi maravilhoso.

Coraline é um filme que não tem nada de mais; apenas uma boa história, simples, com personagens cativantes, e escrita de maneira extremamente passional. Mas é exatamente isso que torna as histórias inesquecíveis.

Coraline é um filme para se ver, rever, e se ter em casa. Uma produção encantadora e que traz à tona a criança que existe dentro de nós. Se todos os filmes destinados ao público infantil fossem como este, o futuro seria muito mais brilhante. Ou, pelo menos, muito mais imaginativo.

Nota 9

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

A verdade está Algures

Aproveitei que era Carnaval no Brasil (e a festa da marmota gigante aqui em Taumatawhakatangihangakoauauotamateapokaiwhenuakitanatahu, Nova Zelândia) para um para dar um tempo nas minhas investigações sobre a grande conspiração e escrever sobre esta notícia que traz à tona uma verdade estarrecedora.



Mulher vai presa por não devolver livro a biblioteca dos EUA

A notícia,

Por G1

Uma biblioteca de Independence (Iowa, Estados Unidos) desistiu nesta semana da acusação de furto feita contra uma mulher que não devolveu um livro emprestado – por causa disso, Shelly Koontz chegou a parar na prisão.

James Peters, advogado de Shelly, afirmou que a mulher concordou em pagar os US$ 13,95 que custam o livro "The Freedom Writers Diary", mais US$ 50 pelas despesas na Justiça e também devolverá a publicação.

Shelly foi acusada de furto no dia 22 de janeiro e foi detida por não retornar o livro que havia emprestado da biblioteca em abril do ano passado. Para ser solta, ela teve de pagar US$ 250. Segundo o promotor Allan Vander Hart, a detenção foi motivada pela queixa de biblioteca.


A Verdade,
Por Algures

Você deve estar acostumado a assistir TV, escutar música e acessar a internet, não? Pois então, se não é uma anta que não vê um palmo a frente do nariz deve ter percebi que estamos sendo bombardeados com sinais “emburrantes”. O que é isso? Explico, sua ameba de vulcão:

Sinais emburrantes são quaisquer estímulos, sejam eles visuais, auditivos, olfativos ou tácteis cujo objetivo é diminuir o fluxo de ondas cerebrais e acarretar o emburrecimento da pessoa em questão, ou seja, de torná-la um idiota, burro, emo ou americano. Esses sinais são eficientes por sua facilidade de assimilação, além da praticidade em seu desenvolvimento. Atualmente temos diversos sinais emburrantes em qualquer mídia, seja na TV (Globo), cinema (Velozes e Furiosos), Quadrinhos (Jeph Loeb), música (qualquer coisa que toque na rádio atualmente) Internet (Globo.com), e por aí vai e elas têm se proliferado cada vez mais, o que nos faz cada vez mais à mercê daqueles que querem esconder de nós o nosso maior poder?

E qual o nosso maior poder? É claro que você não sabe, seu energúmeno, mas é o CONHECIMENTO. Como dizia minha mãe (antes da novela, porque depois ela ficava em transe): “Filho, podem tirar de você qualquer coisa, menos o que você sabe”

Então, vamos lutar para mantermos nossa liberdade e nosso conhecimentos, antes que dê merda...


Marvelous Pin

Hey galera... prontos para a parte 2 do meu top11?

Bom.. com a conclusão do meu ranking certeza que tomates vão voar, pedras serão jogadas e muita gente vai me xingar.... mas gosto é gosto e não se discute!!

Vamos nessa?

6º Lugar: A morte de Gwen Stacy
Confesso que nunca fui fã de aranha e além das histórias clássicas, grandes sagas e vilões usuais eu conheço muito pouco do amigão da vizinhança, mas uma história dele que me toca o coração é quando a loirinha da vida dele morre. É impressionante a quantidade de tragédia que os roteiristas da Marvel colocam na vida de Parker e essa se tornou uma das maiores. Todos sabem que Peter sempre foi apaixonado pela MJ, mas sempre ficou a duvida “E se Gwen não tivesse morrido?”, ele estava feliz, apaixonado... e pela primeira vez não era pela ruiva. Além disso, a morte em si foi triste e cruel... tendo como culpado o próprio Aranha numa tentativa desesperada de salva-la. Essa história é até hoje considerada uma das melhores da Marvel, e com razão!

5º Lugar: Illuminati
Ok, todos sabemos que os Illuminati foram uma iniciativa safada pra explicar grandes eventos sem explicação da Marvel. Mas todos tem que concordar que daí saíram excelentes histórias. Juntar Professor X, Tony Stark, Dr, Corno Richards, Namor, Raio Negro e Dr. Estranho numa mesma equipe só poderia dar bosta ou muito certo. E pra mim, deu certo! E de todas as histórias, eu destaco duas: Quando eles tomam a decisão de mandar o Hulk pro espaço, que o Namor, por não concordar com a iniciativa, dá um cacete no Homem de Ferro, e a discussão sobre mulheres quando o Dr. Estranho é chutado pela namorada, típica conversa de bar, sensacional. Uma das poucas idéias safadas da Marvel que realmente deu certo.

4º Lugar: World War Hulk
O Hulk sempre foi um personagem difícil, e suas historias estavam se tornando repetitivas e inevitavelmente o gigante esmeralda estava caindo no esquecimento. Foi quando finalmente escreveram uma historia digna do personagem. Os Iluminatti, que pensam ser os donos do mundo, decidem mandar Bruce Banner para o espaço, achando que vai ajudar em uma missão, ele concorda em ir sem saber que na verdade está sendo banido da terra. Hulk cai em Sakar, um mundo dominado por um soberano maligno, e ao destruir o rei, Hulk se torna herói e líder. Agora, o gigante está em paz, feliz, casado e com um filho a caminho... até que uma bomba enviada na nave junto com ele por supostos amigos da Terra explode e destrói o mundo que Hulk aprendeu a amar! Então ele parte em busca de vingança, junto com seus guerreiros do pacto de guerra, a Raio Negro, Reed Richards, Tony Stark e Dr.Estranho. Essa saga infelizmente não teve o final que eu esperava, mas é com certeza a melhor história que eu li do Hulk nos últimos tempos... acabou aquele velho clichê: Monstro que vira herói, herói que vira monstro! È uma pena quem não conferiu, pois vale muito a pena.

3º Lugar: Surpreendentes X-men
Bom, esse é um grupo de heróis que eu só leio quando eles participam de alguma saga importante. Mas quando meu irmão me falou dessa história, eu fiz questão de comprar. A nave dos X-men cai na superfície do Grimamundo e sua equipe se espalha. O senhor do planeta sabe da sobrevivência dos X-men e pretende elimina-los, já que a profecia afirma eu Colossus será o responsável pelo Armageddon do planeta. Os X-men descobrem um míssil na órbita do planeta com 16km de comprimento, apontado em direção a Terra. Daí é feito o plano, Colossus segue para realizar a profecia, enquanto Kitty e Fera seguem para desativar o míssil. Mas enquanto Kitty está presa ao míssil para destruí-lo, ele é lançado levando a menina junto, e quando isso acontecem eles finalmente descobrem que na verdade não era um míssil, mas sim uma bala e não há como ser parada. A história envolve sacrifício, superação e é com certeza uma das mais bonitas e interessantes que eu já li dos mutantes... e vale muito a pena!
PS: Eu não sei o nome da saga, procurei que nem uma condenada em tudo quanto é lugar mas não achei... me desculpem.

2º Lugar: Os Supremos
É claro que uma das obras primas da Marvel não poderia ficar de fora dessa lista. A versão Ultimate para os Vingadores é simplesmente maravilhosa. Eles reinventaram os personagens clássicos e deram personalidades que caíram como luvas para cada um deles. Transformar o herói certinho da América em um capitão que não tem medo de falar? De matar? E que tal transformar um deus do trovão em um hippie de quem todos duvidam da palavra? Mark Millar e Bryan Hitch fizeram isso e não erraram em momento algum. A história original é justamente combatendo um membro da equipe, quando Banner “enlouquece” por falhar em reproduzir a formula do Super-Soldado se transforma em Hulk, um Hulk bem diferente do original, que come cabeças e tudo mais, e começa ai uma batalha entre o gigante esmeralda e os Supremos. Bom isso tudo já é bom demais, sem contar a participação hilária de Pietro e Wanda e as cenas e frases que se tornaram clássicas. É uma pena que a dupla abandonou o título e foi substituída por uma muito inferior. Mas o volume 1 dos Supremos é pra qualquer nerd ter em sua coleção.

1º Lugar: Surfista Prateado Réquiem
Bom pra quem me conhece, o primeiro lugar não é surpresa nenhuma. Talvez por ser uma das mais atuais, talvez por ser a história mais tocante, ou talvez simplesmente por ser uma das melhores que eu já li... esse especial do Surfista merece estar no topo da lista. Eu já cansei de rasgar elogios pra a morte do personagem por aqui, e provavelmente alastrei essa minha paixão pela HQ pra todos os que eu conheço, mas só porque ela merece ser lida, lida de novo e lida mais uma vez. È uma obra-prima das HQs e qualquer um que se diga nerd, mesmo que não goste do personagem, deve ler pra talvez entender um pouco do que Norrin Rad é e representa para o mundo dos quadrinhos. Maravilhosa e sem dúvida a minha preferida até hoje.

É isso aí galera...
Espero que tenham gostado, e gostaria muito da opinião de vocês nos comentários, digam quais vocês concordam, quais não e qual seria o top11 de vocês....

Bjaummm pessoal
E até semana que vem..
Pin!

domingo, 22 de fevereiro de 2009

PalhetadA

Segunda-feira de carnaval, muito samba, muito axé e muita bunda lê lê por ai, minha taxa de rock and roll vai a 2% quando saio na rua sem o mp3...hunf!!

Bom, vamos lá pra mais uma banda? Muita gente conhece o som, mas não sabe de onde vem... Acredito que é o caso de hoje. Dica: O que dá se misturarmos Mick Jagger com Marty McFly?



O resultado é? George Thorogood!! Nascido em 1950 no país que domina o mundo, era jogador de baseball nos anos 70, felizmente logo percebeu que iria acabar virando um tipo de “Souza” (jogador do Corinthians...argh!) e largou mão do esporte quando viu o John Paul Hammond tocando, ai resolveu se dedicar a música, em 74 montou o George Thorogood & The Destroyers (isso me deu uma idéia de montar outra banda com o nome de Duende Amarelo & os Uarévers) que levavam um som mais puxado para o blues do que para o rock. Começaram então a fzer parte do circuito blues da época, inspirados em Elmore James, Hound Dog Taylor e Chuck Berry, a banda não conseguia se destacar nem a pau, só a partir dos anos 80 é que a coisa melhorou, saia uma música boa aqui... Outra pipocava lá eeeee SCATAPIMPA!! Surgiu o clássico “Bad to the Bone”

Mas segundo a lenda não foi assim “do nada” sempre tem umas paradas estranhas no mundo do Rock né? Vamos a parte do acredite se quiser...

“Mas o Melhor estava por vir... um sujeito em Boston, após o trabalho, procura por um boteco diferente para beber o seu merecido uísque. Está cansado dos mesmos barzinhos modernosos de Manhattan; ao invés disso, parte para a periferia. Dirigindo meio a esmo, se depara com uma casa de dois andares que oferece bebidas e música ao vivo. Mas o que detém este homem é o som que vem do segundo piso. Da rua, de dentro do carro, o que ele ouve de lá de cima é alguém possuído pelo demônio, detonando um blues simplesmente irresistível. Subindo as escadas, ele senta-se no bar, pede o uísque e olha para George Thorogood, que está num pequeno palco, em transe, tocando para - ninguém! Não havia outra pessoa naquele lugar além do barman! Este homem, que seria o primeiro produtor de Thorogood, tinha a certeza de que não seria possível dar em nada uma gravação daquele demente. E acertou; este álbum de estréia, com a guitarra venenosa de George, temperada pelo "slide", consagrou "Bad To The Bone" como uma das músicas mais populares da história do blues.”(wikipédia)

Todo mundo conhece esse som, é dubalacobaco! Estourou de tocar nas rádios americanas e a partir daí começaram a olhar a banda com um pouco de carinho, fazendo que os discos de George Thorogood & The Destroyers tivessem uma boa venda, na década de 90 deu uma caída nas vendas mas a banda sempre estava na estrada tocando por ai.

Apesar das várias mudanças dos guitarristas-base, a espinha dorsal de sua banda nesses mais de 30 anos de carreira sempre foi formada por Jeff Simon (bateria), Billy Blough (baixo)e Hank Carter (saxofone).

Segue um CD pra quem quiser ouvir no carro, só cricar aê!Let´s Rock,
Duende Amarelo.